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Bom trabalho: Mais Soluções Inteligentes participa de ciclo da Mining Hub, com profissionais da Vale

Realizado este ano de forma totalmente virtual, o M-Spot Ciclo 2 teve resultados divulgados na última sexta-feira (14/05); foram 16 desafios lançados, com 188 inscrições e 44 soluções diferentes apresentadas com mais de 200 participantes, entre equipe gestora do programa, equipes técnicas da Vale e as startups inscritas; empresa virtual do Orion participou do concurso, sendo uma das três finalistas e tornando-se fornecedora da Vale

Kit de boas vindas da Mais Si no Mining Hub

Empresa virtual do Orion Parque Tecnológico, a Mais Soluções Inteligentes conseguiu expressivos resultados nos últimos anos. Especializada em máquinas e equipamentos conectados, mesmo em ambientes sem qualquer tipo de conectividade, como mineradoras ou florestas, a Mais SI, incubada na MIDILages, na Uniplac, a empresa participou do Mining Hub M-Spot – Ciclo 2. 

A iniciativa é um programa customizado para solucionar desafios exclusivos das mineradoras e fornecedores associadas do Mining Hub, hub criado com o propósito de ser um canal direto de inovação aberta, tendências do setor e relacionamento entre mineradoras e iniciativas de base tecnológica, dialogando com vários setores do ramo de mineração.  

No M-SPOT, a mineradora ou fornecedor pode lançar desafios específicos e de seu exclusivo interesse, de acordo com a necessidade operacional ou estratégica daquela empresa. Alguns dos benefícios envolvidos são a garantia da propriedade intelectual 100% da startup e compartilhamento dos resultados alcançados da prova de conceito – última etapa de seleção (imersão) do M-Spot Ciclo 2. 

O resultado saiu na última sexta-feira (14/05), a empresa lageana foi uma das três finalistas do processo e a oportunidade foi o que mais entusiasmou os empreendedores lageanos. É o que conta Djeizon Fraga Müller, CEO da Mais Soluções:

“Fizemos uma apresentação de uma proposta técnica. Eu apresentei como nós resolvemos a dor deles. A proposta era apresentar os equipamentos que nós fabricamos, e fazer uma customização  para atender a demanda deles, com relação à segurança dos equipamentos ferroviários. A Vale possui cerca de 300 locomotivas, e 20 mil vagões para transporte de minério de ferro e transporte de pessoas.  Esses conjuntos chegam a ter, às vezes, até três quilômetros de extensão. Eles têm operadores e mantenedores de extensão, que são os profissionais que ficam ao longo desses equipamentos, fazendo manutenção quando precisa”, lembrou ele, ressaltando a importância que a mineradora tem com a segurança e possíveis acidentes no desafio proposto de mitigação de riscos de atropelamento de pessoas em manutenção de trens em campo

Djeizon Fraga Muller

Para apresentar uma solução que tivesse possibilidade de aproveitamento pelo hub, a ideia foi aliar as possibilidades já desenvolvidas pela empresa às demandas do desafio. Para atender demandas semelhantes e integradores de diferentes necessidades, a MaisSI desenvolveu a Plataforma de Conectividade Connecthings, responsável por armazenar e processar informações relevantes advindas dos mais diversos tipos de interfaces, fornecendo dados em formato de relatórios e painéis de informações para diferentes sistemas operacionais, num sistema integrador de gestão empresarial. 

“Fizemos essa proposta com base nesse nosso negócio, que já existe a bastante tempo, e realizamos uma customização. Eu disse o que eu tinha que ser feito, para customizar, e para poder atendê-los. Tivemos que mudar um pouco o nosso equipamento e o software“, relatou.  A ideia, agora, é continuar com o projeto. 

“O pessoal do MiningHub nos convidou, e já temos essa aproximação com eles há algum tempo, e isso é muito positivo pra gente.  Participamos desse processo de inovação aberta, e ficamos muito felizes com o nosso desempenho, já que no final do processo viramos fornecedor da Vale. A ideia agora é reforçar e fomentar o networking com eles”, ressaltou Djeizon.  

Conheça mais o desafio da qual a Mais SI foi convidada a participar – Mitigação de riscos de atropelamento de pessoas em manutenção de trens em campo 

Um trem em viagem ou em manobra no pátio poderá sofrer uma parada indesejada devido a defeito inesperado que precisa da interferência de uma pessoa para sanar o problema, expondo o empregado ao risco de acidente pessoal. A autorização para execução do serviço é feita para o maquinista através de comunicação via rádio. Os procedimentos de segurança do trem são realizados pelo próprio maquinista. O empregado faz a manutenção no trem e o libera através da comunicação via rádio. 

Desafio da mitigação de riscos no atropelamento

A situação se torna vulnerável para o executante do serviço de manutenção quando o maquinista movimenta o trem sem a permissão do executante. Os motivos pelos quais fazem com que o risco exista são basicamente dois: conflito de comunicação via rádio e/ou pela substituição do maquinista quando ao término da sua jornada de trabalho. A distância entre o maquinista e o executante do serviço de manutenção pode chegar a 3.500 metros dependendo do tamanho do trem. Isso posto, para que o homem possa atuar no trem, foram criados procedimentos de segurança.

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