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Conheça cinco dicas para um projeto de sucesso

Muito empreendedores têm dúvidas e incertezas antes de começar um novo projeto, assim como eu tive no início da minha jornada, o que é totalmente normal. Com o passar do tempo, a gente percebe que as dúvidas e incertezas que tiraram nosso sono no começo, evoluem durante o trajeto de desenvolvimento de um novo negócio. As dúvidas são sempre uma constante nos negócios. Precisamos estar preparados para enfrentá-las quando elas surgirem.

No início da minha caminhada como empreendedor cometi diversos erros, e hoje, como mentor, quando os novos empreendedores me procuram, percebo que muitos de seus projetos morrem pelos mesmos erros que eu já cometi no passado. Com a experiência que adquiri pela estrada do empreendedorismo consegui constatar cinco pontos fundamentais para o sucesso de um projeto.

Pesquisa

Faça pesquisas com as palavras-chave do seu negócio, busque ideias e projetos semelhantes ao seu. Isso vai fazer você refletir e ter diversos insights! Faça um estudo de mercado básico, com o objetivo de conhecer o tamanho do nicho em que você vai atuar, se tem potencial e como estão as empresas que atuam no mesmo segmento.

Modelo de negócio

Após as pesquisas básicas você pode começar a estruturar seu modelo de negócio utilizando o Business Model Canvas. Ele é uma ferramenta simples e que te dará uma visão geral do seu projeto. Nela você poderá identificar diferenciais competitivos e encontrará a alma do seu negócio.

Dividir para conquistar

Esqueça a história de que você precisa ter um produto 100% pronto e perfeito para começar a vender. Ao invés disso, valide hipóteses de negócio e faça protótipos do seu projeto. Acredite: com isso você gasta menos tempo, dinheiro e diminui a frustração!

Utilize o Método TBC

Tudo o que foi falado acima, talvez pareça mágica, uma receita de bolo, mas a verdade é que não existe uma bala de prata para o sucesso do projeto. Porém existe uma única característica que está presente em grandes projetos: o Método TBC – Tire a Bunda da Cadeira. Mão-na-massa, engajamento e dedicação são os fatores que realmente vão fazer do seu projeto um sucesso. Portanto, evite procrastinar ao máximo, evite pôr a culpa em tudo com desculpas como “Aaaah, mas o governo é isso”, “minha família não apoia”, “eu não tenho dinheiro”. Pare com o mimimi e bora trabalhar!

Contato constante com usuários/clientes:

O termo “resolva a dor do seu cliente” é muito utilizado. Isto porque esta prática traz muitos resultados. Por falta de visão, muitos projetos não têm uma proposta de valor real. Isso simplesmente acontece pelo fato do empreendedor não ter TBC. Ele gasta meses para criar uma solução mágica, que vai resolver o problema do mundo, mas olha que engraçado: o empreendedor não foi lá “trocar uma ideia” com seus potenciais cliente, criando assim algo baseado no “achismo”, que na prática não serve pra nada.

O contato com possíveis clientes é de extrema importância para um projeto de sucesso, pois com essa aproximação você consegue refinar o seu modelo de negócio, fazendo com que seja uma solução que resolva um problema real. Lembrando que o contato com o cliente não deve ser apenas no início, e sim a todo momento.

Conheça mais a Softecsul Tecnologia

Uma empresa que decidiu se reinventar ao longo do tempo, sempre de olho nas tendências e descobertas que o mundo da tecnologia traz para contemporaneidade. Essas são as premissas da Softecsul Tecnologia.

Criada em 1993 como Plongez Tecnologia, a Softecsul foi uma das primeiras empresas em Santa Catariana a desenvolver soluções para o sistema Windows.

A partir de 2013 a empresa decidiu se reinventar e passou a ser conhecida como Softecsul Tecnologia. Em 2015 abriu unidade em Pompano Beach, Flórida (EUA), passando a desenvolver soluções que exigem mais conhecimento em software, hardware e um maior grau de dedicação em todos os processos.

Hoje, depois de todo este tempo de caminhada, continua buscando inovação, tecnologia e pessoas como fonte de inspiração para a criação de novos projetos.

São atualmente três os softwares desenvolvidos e comercializados pela Softecsul Tecnologia:

  • Company – Projetado para auxiliar gestores a gerirem seus negócios com eficiência, simplicidade e praticidade. Homologado e de acordo com as regras tributárias atuais que definem ferramentas como NF-e, NFS-e, CT-e, PAF/ECF, Sped Fiscal, SINTEGRA e TEF, o Company garante a tranquilidade tributária fiscal às empresas.
  • ScannPrice – Ferramenta de marketing de relacionamento, composta de três sistemas integrados: um aplicativo mobile, desenvolvido com a identidade visual de sua empresa; um website administrativo para que sua equipe possa ter acesso às informações estatísticas comportamentais de seus clientes e um sistema de leitura e gestão de dados necessários para as funcionalidades do aplicativo. A proposta do ScannPrice é aumentar as vendas, conquistar e fidelizar mais clientes e fortalecer a marca no mercado com uma solução inovadora, capaz de ampliar o canal marketing e relacionamento dos clientes.
  • TargetID – Plataforma IoT (sigla em inglês para Internet of Things, ou Internet das Coisas) pioneira em monitoramento da segurança do trabalhador. O TargetID propõe a monitorar o uso de equipamentos de proteção individual, com o objetivo de cuidar das pessoas e diminuir os riscos de acidentes nos ambientes de trabalho, validando a entrada de pessoas não autorizadas em locais controlados e as datas de vencimento dos EPIs (equipamentos de proteção individual) em uso, além de controlar o tempo máximo de permanência de funcionários em locais sob exposição térmica, química ou biológica.

Confira nosso bate-papo com Nelissa Gevaerd Colossi Branco, diretora de gestão na Softecsul Tecnologia, uma das primeiras residentes do Órion Parque.

Vocês começaram, em 1993, com a Plongez. Como foi esse início?

Quando a gente começou, na verdade, trabalhávamos com a parte de computação gráfica, como ela era chamada. Hoje é o popular web design. A gente fazia toda a parte de verificação, desde livros, apostilas, marcas, desenvolvimento de marcas, e era com isso que a gente trabalhava. Nossa intenção era, na época, fazer de tudo na área de tecnologia.

Depois passamos para a parte de cursos de tecnologia. Na época tinha apenas os cursos extremamente demorados, todos com duração de até um ano para concluí-los.

Nós viemos com uma proposta bem inovadora. Nossos cursos eram rápidos, de uma semana inteira, bem intensivos, e isso conquistou um mercado. Fomos muito bem aceitos, tendo em nossa carteira clientes como AMBEV, Klabin e outras indústrias de grande porte. A principal dificuldade que eles tinham era essa demanda de conhecimento mais básico e demorava até o profissional dar resultado. Tínhamos cursos, desde os básicos até AUTOCAD e programação. Como fazíamos a parte de diagramação e de computação gráfica, buscamos também os cursos e, nesse meio tempo, as coisas foram agregando.

Também começamos a desenvolver sistemas. Num primeiro momento era uma necessidade nossa, porque tínhamos uma loja de tecnologia, que vendia suprimentos. Fomos uma das primeiras a fazer programas em Windows, onde tínhamos conseguido uma ferramenta para isso nos EUA. Começamos a desenvolver sistemas, tínhamos os cursos, vendíamos equipamento e fazíamos manutenção, porque uma coisa foi puxando a outra….

Em 2015 o perfil da empresa mudou completamente…

A gente passou por uma grande dificuldade da empresa há dezoito anos atrás, porque ampliamos demais o leque de mercado. Ficamos muito diversificados. Esse foi então, o momento de olharmos o mercado e decidirmos que não venderíamos mais equipamento, porque já tinha os grandes magazines varejistas que faziam isso.

Como tínhamos essa concorrência direta nessa questão de venda no varejo, optamos por só trabalhar com o desenvolvimento de sistemas. Uma parte do nosso trabalho ficou, apenas, com CRM (Customer Relationship Management, ou Gestão de Relacionamento com o Cliente).

Chegou em um determinado momento, há uns cinco anos, e disse para meus sócios – que precisávamos diversificar e inovar na área de desenvolvimento, foi quando eu sugeri que fizéssemos um EMPRETEC. Meus sócios fizeram primeiro e eu fiz depois. Ali começou a abrir os nossos horizontes. Começamos a procurar um ramo de negócio diferente. Foi realmente um marco para acordarmos e fazermos algo novo.

Além do software Company, que vocês desenvolveram, novas tecnologias, como o ScannPrice, surgiram dessa necessidade de mudança….

O ScannPrice já vem numa linha totalmente diferente. Agora estamos com projetos de trabalharmos com grandes corporações.

O Company, por sua vez, tem o perfil de pequenas e médias empresas. Tivemos que nos adaptar, porque trabalhávamos com os pequenos. Reconheço que os pequenos são mais fáceis de trabalhar que os grandes. A grande corporação quer tirar sangue, suor e lágrimas da gente… ??

Estamos com o ScannPrice, que é mais na área de Business Intelligence, em lojas de departamento e supermercados, e ele trabalha basicamente com dados. A ideia é buscar o que o consumidor quer realmente consumir. O que ocorre é que nem sempre o que ele quer consumir, ele consome. Estamos buscando justamente essa união.

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