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Conheça mais a Softecsul Tecnologia

Uma empresa que decidiu se reinventar ao longo do tempo, sempre de olho nas tendências e descobertas que o mundo da tecnologia traz para contemporaneidade. Essas são as premissas da Softecsul Tecnologia.

Criada em 1993 como Plongez Tecnologia, a Softecsul foi uma das primeiras empresas em Santa Catariana a desenvolver solu√ß√Ķes para o sistema Windows.

A partir de 2013 a empresa decidiu se reinventar e passou a ser conhecida como Softecsul Tecnologia. Em 2015 abriu unidade em Pompano Beach, Fl√≥rida (EUA), passando a desenvolver solu√ß√Ķes que exigem mais conhecimento em software, hardware e um maior grau de dedica√ß√£o em todos os processos.

Hoje, depois de todo este tempo de caminhada, continua buscando inovação, tecnologia e pessoas como fonte de inspiração para a criação de novos projetos.

São atualmente três os softwares desenvolvidos e comercializados pela Softecsul Tecnologia:

  • Company – Projetado para auxiliar gestores a gerirem seus neg√≥cios com efici√™ncia, simplicidade e praticidade. Homologado e de acordo com as regras tribut√°rias atuais que definem ferramentas como NF-e, NFS-e, CT-e, PAF/ECF, Sped Fiscal, SINTEGRA e TEF, o Company garante a tranquilidade tribut√°ria fiscal √†s empresas.
  • ScannPrice – Ferramenta de marketing de relacionamento, composta de tr√™s sistemas integrados: um aplicativo mobile, desenvolvido com a identidade visual de sua empresa; um website administrativo para que sua equipe possa ter acesso √†s informa√ß√Ķes estat√≠sticas comportamentais de seus clientes e um sistema de leitura e gest√£o de dados necess√°rios para as funcionalidades do aplicativo. A proposta do ScannPrice √© aumentar as vendas, conquistar e fidelizar mais clientes e fortalecer a marca no mercado com uma solu√ß√£o inovadora, capaz de ampliar o canal marketing e relacionamento dos clientes.
  • TargetID – Plataforma IoT (sigla em ingl√™s para Internet of Things, ou Internet das Coisas) pioneira em monitoramento da seguran√ßa do trabalhador. O TargetID prop√Ķe a monitorar o uso de equipamentos de prote√ß√£o individual, com o objetivo de cuidar das pessoas e diminuir os riscos de acidentes nos ambientes de trabalho, validando a entrada de pessoas n√£o autorizadas em locais controlados e as datas de vencimento dos EPIs (equipamentos de prote√ß√£o individual) em uso, al√©m de controlar o tempo m√°ximo de perman√™ncia de funcion√°rios em locais sob exposi√ß√£o t√©rmica, qu√≠mica ou biol√≥gica.

Confira nosso bate-papo com Nelissa Gevaerd Colossi Branco, diretora de gest√£o na Softecsul Tecnologia, uma das primeiras residentes do √ďrion Parque.

Vocês começaram, em 1993, com a Plongez. Como foi esse início?

Quando a gente começou, na verdade, trabalhávamos com a parte de computação gráfica, como ela era chamada. Hoje é o popular web design. A gente fazia toda a parte de verificação, desde livros, apostilas, marcas, desenvolvimento de marcas, e era com isso que a gente trabalhava. Nossa intenção era, na época, fazer de tudo na área de tecnologia.

Depois passamos para a parte de cursos de tecnologia. Na época tinha apenas os cursos extremamente demorados, todos com duração de até um ano para concluí-los.

N√≥s viemos com uma proposta bem inovadora. Nossos cursos eram r√°pidos, de uma semana inteira, bem intensivos, e isso conquistou um mercado. Fomos muito bem aceitos, tendo em nossa carteira clientes como AMBEV, Klabin e outras ind√ļstrias de grande porte. A principal dificuldade que eles tinham era essa demanda de conhecimento mais b√°sico e demorava at√© o profissional dar resultado. T√≠nhamos cursos, desde os b√°sicos at√© AUTOCAD e programa√ß√£o. Como faz√≠amos a parte de diagrama√ß√£o e de computa√ß√£o gr√°fica, buscamos tamb√©m os cursos e, nesse meio tempo, as coisas foram agregando.

Tamb√©m come√ßamos a desenvolver sistemas. Num primeiro momento era uma necessidade nossa, porque t√≠nhamos uma loja de tecnologia, que vendia suprimentos. Fomos uma das primeiras a fazer programas em Windows, onde t√≠nhamos conseguido uma ferramenta para isso nos EUA. Come√ßamos a desenvolver sistemas, t√≠nhamos os cursos, vend√≠amos equipamento e faz√≠amos manuten√ß√£o, porque uma coisa foi puxando a outra….

Em 2015 o perfil da empresa mudou completamente…

A gente passou por uma grande dificuldade da empresa há dezoito anos atrás, porque ampliamos demais o leque de mercado. Ficamos muito diversificados. Esse foi então, o momento de olharmos o mercado e decidirmos que não venderíamos mais equipamento, porque já tinha os grandes magazines varejistas que faziam isso.

Como tínhamos essa concorrência direta nessa questão de venda no varejo, optamos por só trabalhar com o desenvolvimento de sistemas. Uma parte do nosso trabalho ficou, apenas, com CRM (Customer Relationship Management, ou Gestão de Relacionamento com o Cliente).

Chegou em um determinado momento, h√° uns cinco anos, e disse para meus s√≥cios ‚Äď que precis√°vamos diversificar e inovar na √°rea de desenvolvimento, foi quando eu sugeri que fiz√©ssemos um EMPRETEC. Meus s√≥cios fizeram primeiro e eu fiz depois. Ali come√ßou a abrir os nossos horizontes. Come√ßamos a procurar um ramo de neg√≥cio diferente. Foi realmente um marco para acordarmos e fazermos algo novo.

Al√©m do software Company, que voc√™s desenvolveram, novas tecnologias, como o ScannPrice, surgiram dessa necessidade de mudan√ßa….

O ScannPrice j√° vem numa linha totalmente diferente. Agora estamos com projetos de trabalharmos com grandes corpora√ß√Ķes.

O Company, por sua vez, tem o perfil de pequenas e m√©dias empresas. Tivemos que nos adaptar, porque trabalh√°vamos com os pequenos. Reconhe√ßo que os pequenos s√£o mais f√°ceis de trabalhar que os grandes. A grande corpora√ß√£o quer tirar sangue, suor e l√°grimas da gente… ??

Estamos com o ScannPrice, que é mais na área de Business Intelligence, em lojas de departamento e supermercados, e ele trabalha basicamente com dados. A ideia é buscar o que o consumidor quer realmente consumir. O que ocorre é que nem sempre o que ele quer consumir, ele consome. Estamos buscando justamente essa união.

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