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REUNI Challenge encerra inscrições com 25 universidades inscritas para o evento que acontece na próxima semana 

Com 25 universidades inscritas e mais de 500 participantes do REUNI Challenge 2024, as inscrições encerraram no último domingo, 25 de agosto, às 23h59. Além das universidades que já participaram de alguma das seis edições do REUNI Challenge, a edição 2024 conta também com universidades calouras no processo.  As universidades vêm com vontade de provar que são as mais empreendedoras do Brasil, com equipes multidisciplinares com até 06 integrantes e um professor, com a missão de criar um negócio do zero, em quatro dias de imersão, solucionando um desafio real da sociedade, além de levar para casa o troféu e os 10k no bolso. Nos dias 04, 05, 06 e 07 de setembro, a Serra Catarinense receberá universitários, professores e equipes institucionais de todas as regiões de Santa Catarina e Sul do país, numa intensa competição que envolve talks com empreendedores experientes, validação de solução, modelo de negócio, MVP e o tão temido pitch que garante um lugar entre os três primeiros colocados que serão premiados com 10 mil para o primeiro, 3 mil para o segundo e mil reais para o terceiro colocado.  As universidades inscritas são: UFSC/Blumenau UDESC/Cesmo UFFS/Universidade Federal da Fronteira Sul/Campus Chapecó UDESC/OESTE Instituto Federal Catarinense/Campus Camboriú Instituto Federal Catarinense/Campus Luzerna UDESC/Joinville UDESC/Alto Vale UDESC/CAV UNIFACVEST UDESC/ESAG UDESC/Planalto Norte UNIBAVE Instituto Federal Catarinense/Campus Videira Instituto Federal Catarinense/Campus Concórdia Instituto Federal do Rio Grande do Sul/Vacaria UNIARP UCS/Caxias do Sul UNOESC/Videira Faculdade Senac/Joinville UNOESC/Xanxerê Instituto Federal de Santa Catarina/Câmpus Lages UFSC/Campus Joinville UNOCHAPECO UNOESC/Joaçaba A partir desse momento, as universidades se preparam para competir entre si e passar pela imersão de empreendedorismo universitário que permite a troca de conhecimentos com empreendedores experientes, além de possibilitar que os participantes descubram suas habilidades comportamentais com o trabalho em grupo e coloquem em prática suas habilidades técnicas para a criação do negócio. As equipes multidisciplinares também permitem que a experiência no evento aproxime os universitários para interesses em comum ao empreendedorismo.  A Celesc, patrocinadora  oficial do evento, estará presencialmente no Orion Parque com a missão de trazer ainda mais energia para os 500 participantes da edição, considerando equipes participantes, equipes de apoio, figuras institucionais, mentores e talkers ao longo dos quatro dias. Com um QG no espaço do Centro de Inovação, a Celesc trará uma infinidade de experiências aos universitários, com ações de realidade virtual e participação nos games.  A Redbull, apoiadora oficial do evento, também estará presente para contribuir no processo de criação e descontração dos universitários participantes, fazendo ações de intervenção e participando nos games ao longo da edição.  Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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REUNI Experience define a equipe mais empreendedora do curso de Sistemas de Informação da Uniplac

Na última sexta-feira o REUNI Experience definiu a equipe mais empreendedora do Curso de Sistemas de Informação da Universidade do Planalto Catarinense – Uniplac, em uma semana onde os estudantes tiveram de criar uma startup do zero, com base em um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. A equipe MedTagger foi a grande vencedora da edição  O REUNI Experience aconteceu de segunda a sexta-feira como atividade da Semana Integrativa do curso de Sistemas da Informação. Os alunos foram provocados a escolher um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODS, para trabalhar em uma ideia de negócio, cumprindo com todas as etapas de validação do problema, modelo de negócio, pesquisa de mercado e pitch, que foram apresentados na quinta e na sexta-feira.  Foram 20 equipes com a participação de aproximadamente 150 estudantes de todas as fases do curso. O objetivo central da atividade foi o desenvolvimento do comportamento empreendedor, habilidades sociais de trabalho em equipe e liderança, além da criação de um negócio em três dias, onde os conhecimentos técnicos são importantes ferramentas para atingir o objetivo.  Cauã Moreira, acadêmico da 3º fase do curso de Sistemas da Informação e membro da equipe vencedora do REUNI Experience conta que a equipe acabou pivotando a ideia no início do processo e com orientação dos mentores, seguiram outro caminho “ foi muito importante para a evolução tanto profissional quanto acadêmica e pessoal. A expectativa foi aumentando com o tempo e estamos muito felizes com o resultado” Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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Definidos 12 classificados para o pitch final do Reuni Challlenge SC

[vc_row][vc_column][vc_column_text]A manhã de domingo (12/09) foi intensa para as equipes que participam da Maior Competição de Empreendedorismo Universitário de Santa Catarina, o Reuni Challenge SC. Das 48 equipes que começaram, 44 equipes competiram em quatro bancas simultâneas, sendo avaliadas com critérios como: – Problema – Hipótese de Solução – Pitch (Oratória e Design da apresentação) – Congruência (entre problema e solução) – Inovação Cada uma das bancas contou com a presença de três avaliadores: Lucas Galvão – CEO Aceleradora ECO Jefferson Amendolara – CEO Co-Fonder Hybri Vitor Custer Bona – Co-fundador da ilergic Nelissa Colossi – CEO Solftecsul Matheus Carvalho – Projects & Operations na Haze Shift Marcus Rocha- Ceo da 2Grow Kelly Anselmo – Gestora de Projetos Coorporativos da Intelbras Guilherme Murara – Gerente de Negócios Inovadores – Governo de Santa Catarina – SDE Rafael Meyer – Coordenador de Educação do SENAI (Região Sul) Maicon Canaver – Diretor Executivo – Gestor de Inovação do Centro de Inovação Social Abadeus – CISA João Braz da Silva – Superintende Executivo do CETEB – Biguaçu Claiton Pacheco Empreendedor – Plurall Coworking, Apprender e Qiron Robotics. Felipe Brascher – CBDO da Aceleradora ECO Confira a relação das classificadas para a final, que será às 17h desse domingo, ao vivo no You Tube do Projeto Reuni: Acadêmicos da Pandemia – Udesc Esag Florianópolis Base-CAV – Udesc CAV Lages Cavtech – Udesc CAV Lages GRU Growing Up – Unoesc Chapecó i9 – UFSC Florianópolis i9 CCT – Udesc CCT Joinville IFC Luzerna Reuni – IFC Luzerna Maslovs – Unoesc Maravilha La Casa de PP – Univille Joinville Silix Catarina – Udesc ESAG Florianópolis Smart Insight – UCEFF Chapecó Unesc Tigers – Unesc Criciúma  Reuni Challenge SC O Reuni Challenge SC tem a realização do Orion Parque Tecnológico, Prefeitura de Lages, Governo do Estado de Santa Catarina, Fapesc, Rede Catarinense dos Centros de Inovação e NSC , com patrocínio de CDL Lages, Inovadora Sistemas, NSC, Experts Telecom e Supermercados Myatã, NDD, Mettzer e BGLaw. O Sistema ACAFE apoia o evento. Com o objetivo de estimular a cultura empreendedora dentro das instituições de ensino superior do estado de Santa Catarina, o Reuni Challenge SC conecta o conhecimento universitário com demandas reais da sociedade, mentores com experiência de mercado, o ecossistema de inovação e o Governo do Estado, para o desenvolvimento de projetos inovadores em apenas um final de semana, numa competição 100% on-line. A abertura do evento foi na sexta-feira, pela manhã, quando os participantes tiveram acesso aos Desafios. Com base neles, as equipes tiveram o sábado e domingo pela manhã para pensar numa solução inovadora de negócio que resolvesse um dos problemas. As equipes se organizam e avaliam um problema, constroem uma ideia de solução, validam se essa ideia de fato resolve este problema, montam um modelo de negócio e apresentam para as bancas avaliadoras. A organização do evento contou com a participação e apoio de todos os Centros da Rede Catarinense dos Centros de Inovação, Fapesc, Governo do Estado de Santa Catarina, ACAFE, NSC e Prefeitura de Lages que durante a realização do evento, deu o suporte necessário para o desenvolvimento das atividades. A expectativa da equipe para o pioneirismo do evento em formato estadual é de grandes resultados, uma vez que são 400 acadêmicos das universidades do estado de Santa Catarina, e mais de 40 equipes que iniciaram a competição.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Abertas as inscrições de interessados em participar do Reuni Challenge SC

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Nos dias 10, 11 e 12 de setembro de 2021, o Reuni Challenge SC – maior competição estadual de empreendedorismo universitário, onde os estudantes em equipes terão três dias para desenvolver uma ideia de negócio, a fim de solucionar um problema real, passando por todas as etapas e emoções da criação de um negócio, contando com a ajuda de capacitações e mentorias durante todo o período – irá conectar o conhecimento universitário com demandas reais da sociedade, mentores com experiência de mercado, o ecossistema de inovação e o Governo do Estado, para o desenvolvimento de projetos inovadores: tudo isso em apenas um final de semana. As inscrições para os interessados em participar do evento – alunos e professores de Instituições de Ensino Superior – já estão disponíveis no site: projetoreuni.com.br. O objetivo do Reuni Challenge SC é estimular a cultura do pensamento empreendedor dentro das Instituições de Ensino Superior do Estado de Santa Catarina, inserindo os universitários como protagonistas e aumentando o índice de empreendedorismo dentro das universidades, desenvolvendo o interesse acadêmico pelo assunto. A competição também busca unir a Rede Catarinense dos Centros de Centros de Inovação e Instituições de Ensino Superior, criando o maior evento de empreendedorismo universitário do estado, estimulando a competição entre as instituições e colocando os estudantes para aproveitar o capital intelectual desenvolvido em suas graduações. A equipe vencedora da competição, que será 100% on-line, receberá uma premiação em dinheiro e levará para a sua universidade o prêmio de “A Universidade mais Empreendedora do Estado de Santa Catarina“. O Reuni Challenge tem a realização do Orion Parque Tecnológico, Prefeitura de Lages, Governo do Estado de Santa Catarina, Fapesc, Rede Catarinense dos Centros de Inovação e NSC. O Sistema ACAFE apoia o evento. Como funcionam as inscrições? Na competição o desafio será estadual, em formato on-line, e cada câmpus deverá formar uma equipe de 5 a 8 universitários e de 1 a 2 professores. Serão até três equipes formadas por câmpus de uma mesma universidade. As inscrições são gratuitas e deverão ser realizadas pelas Universidades através de link a ser divulgado pelo Orion, ocasião em que as equipes serão formadas por estudantes da mesma Universidade/Faculdade. O presente formulário oferece a possibilidade de registro de interesse na participação na competição Reuni Challenge SC, por professores e estudantes de Instituição de Ensino Superior de Santa Catarina devidamente matriculados, cursando regularmente nas instituições. As Instituições de Ensino Superior selecionarão, a seus exclusivos critérios, os participantes (universitários e professores universitários) a comporem as equipes. A inscrição neste formulário não implica na participação efetiva no evento.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Quais os benefícios das universidades empreendedoras? Reuni Challenge SC favorece instituições que fomentam empreendedorismo universitário

[vc_row][vc_column][vc_column_text]O tripé institucional das universidades brasileiras – ensino, pesquisa e extensão – ultimamente tem sido influenciado pela inovação e empreendedorismo. Metodologias ativas de ensino e aprendizagem, transferência de tecnologia e spinoffs acadêmicas cada vez mais  frequentes e têm gerado valor tanto para a formação dos talentos quanto para o desenvolvimento socio-econômico como benefícios de universidades empreendedoras. Entendendo o que é empreendedorismo Para entender as universidades empreendedoras, é importante apresentar aqui uma definição de empreendedorismo, pois esse conceito vem evoluindo à medida que a dinâmica da sociedade se torna mais complexa. De maneira contemporânea o empreendedorismo pode ser entendido como: “a capacidade que uma pessoa tem para identificar problemas e oportunidades, assumindo um comportamento proativo diante de questões que precisam serem resolvidas, desenvolvendo soluções e investindo recursos na criação de algo positivo para a sociedade, tanto através de um negócio, um projeto ou qualquer movimento que gere mudanças reais e impacto no cotidiano das pessoas” . Desse modo, o empreendedorismo está relacionado à criatividade de encontrar uma solução ao se identificar um problema. Nesse sentido, novos negócios são construídos a partir da capacidade intelectual de materializar o conhecimento. Tal habilidade tem sido valorizada no mercado de trabalho e reconhecida como elemento fundamental para o desenvolvimento dos territórios. Outro termo que aparece é o intraempreendedor, que é aquele que assume a responsabilidade pela criação de inovações de qualquer espécie dentro de uma organização. São aqueles que transformam uma ideia em uma realidade sem sair da organização que se encontram para montar um negócio. Dessa maneira, os intraempreendedores podem garantir inovação contínua em organizações. O que é uma Universidade Empreendedora? Uma universidade empreendedora pode ser caracterizada como uma instituição que adota tanto uma estratégia de formulação de objetivos acadêmicos quanto a de tradução do conhecimento produzido em utilidade econômica e social. Segundo esse autor, algumas desenvolvem o treinamento empreendedor como uma extensão de sua missão de ensino, enquanto outras desenvolvem a transferência de tecnologia como uma extensão da pesquisa. Outras ainda desenvolvem mecanismos de apoio à inovação, facilitando a formação e o crescimento de empresas. Algumas instituições optam por desenvolver todos esses três aspectos ao mesmo tempo, ou progressivamente, ou apenas alguns deles. Para autores como Etzkowitz e Zhou, é essencial que haja maior consciência entre professores, funcionários e alunos do potencial do conhecimento. Práticas empreendedoras nas universidades O primeiro caso pode ser exemplificado pelas metodologias ativas de ensino e aprendizagem, ou seja, a partir de atividades de experimentação, dinâmicas interativas e até a gamificação que envolvam a resolução de problemas reais, o estudante desenvolve um pensamento crítico diante da elaboração de soluções e associações de conhecimento interdisciplinares. Para saber sobre esse tema, acesse a 9ª edição da VIA Revista  sobre Inovação na Educação. O segundo caso pode ser visualizado na  transferência de tecnologia. As tecnologias desenvolvidas nas Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) possuem um valor de mercado muito alto segundo autores como Trzeciak et al (2012). Portanto, conectar o agente que demanda constantemente novas soluções  com o agente que possui a oferta necessária para gerar tais oportunidades, ocasiona a transferência de tecnologia. Ações empreendedoras a partir da Propriedade Intelectual, como distribuição de royalties, vitrine tecnológica e parcerias universidade-empresa são exemplos que tem o apoio dos Núcleos de Inovação Tecnológica (NIT) que acarretam ganhos financeiros para Universidade e o inventor. E para desenvolver a ideia de um produto em um negócio, as Universidades podem apoiar os acadêmicos por meio de atividades das pré-incubadoras e incubadoras que tem a finalidade de fornecer capacitações técnicas e gerenciais ou até instalações físicas para gerar valor para as empresas nascentes. Além disso, as Universidades podem contar com intraempreendedores que inovam nos processos internos, nas tecnologias e nos serviços e assim facilitam o serviço administrativo. Outro ponto que pode se destacar é o arcabouço jurídico que as Universidades podem criar a fim de orientar essas práticas empreendedoras, como uma Política de Inovação e Empreendedorismo. Quer saber quais as universidades mais empreendedoras do Brasil? Confira o ranking aqui!  Aproximação com o ecossistema de inovação Múltiplos relacionamentos helicoidais: universidade-governo, universidade-indústria e indústria-governo se cruzaram, criando o ecossistema de inovação. As universidades tem a missão de retornar à sociedade o investimento recebido. Para tanto, o ensino, a pesquisa e a extensão estão sendo influenciados pela inovação e empreendedorismo na medida em que as soluções estão sendo pensadas a partir da dor dos demais atores do ecossistema. As universidades se tornam empreendedoras quando conseguem traduzir os conhecimentos gerados para o cotidiano das empresas, governo e sociedade civil. As Universidades são, então, importantes para a criação de uma cultura de inovação e empreendedorismo, por meio da formação de talentos e da criação e apoio aos ambientes de inovação, por exemplo. São responsáveis por formar pessoas, promover o espírito empresarial e fomentar a criação de empresas futuras. Fornecem o principal ativo para a inovação: pessoas com conhecimento, os chamados talentos. Possibilitam o desenvolvimento de novas pesquisas, construção de novos conhecimentos e, criação de novas tecnologias. Essas interações mantém o ecossistema ativo e promovem o desenvolvimento sócio-econômico pelo valor criado através do compartilhamento de conhecimento. Reuni Challenge SC Oportunizar que o acadêmico tenha a possibilidade de empreender, ainda dentro da faculdade, é uma necessidade que nem sempre todas as Instituições de Ensino Superior (IES) conseguem suprir! Pensando nisso, o Orion Parque Tecnológico, e outros parceiros pelo estado, estão trazendo o maior evento de Empreendedorismo Universitário do estado. Queremos descobrir qual a universidade mais empreendedora do estado de Santa Catarina! Na competição, em formato on-line, nos dias 10, 11 e 12 de setembro, cada câmpus deverá formar uma equipe de 5 a 8 universitários e de 1 a 2 professores. Serão até três equipes formadas por câmpus de uma mesma IES. Para tirar todas as suas dúvidas sobre a competição que, premiará a equipe vencedora com R$ 10 mil reais, vamos bater um papo super bacana em mais uma super live, nesta sexta-feira (13/08), ao vivo nos canais do Orion Parque Tecnológico, Reuni e Rede Catarinense de Centros de Inovação no You Tube ! ? O Reuni Challenge tem

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Rolê empreendedor semeia cultura empreendedora no público jovem

[vc_row][vc_column][vc_column_text] Lançado em 2019, o programa Rolê Empreendedor, iniciativa de fomento ao empreendedorismo jovem do Orion Parque Tecnológico, já atingiu cerca de 2.400 alunos na região. A proposta do Rolê é despertar a cultura empreendedora no público jovem, em idade pré-universitária ou recém iniciados na graduação, mostrando que empreender está relacionado a pensar em soluções para os problemas cotidianos e pode ser muito mais simples do que se imagina. Em pouco mais de dois anos, o projeto já atingiu a marca de mais de 2 mil rolezeiros, com mais de 80 turmas envolvidas no período. Já foram mais de 20 instituições impactadas na região, em momentos de conversa, presencial e on-line, diretamente com os jovens. Nos encontros, a conversa já rolou com diferentes perfis de jovens: desde público de abrigos, turmas de terceiro ano do ensino médio e até cursos de administração da universidade, entre outros. O Rolê busca impactar positivamente esses jovens, despertando o interesse para o empreendedorismo, seja abrindo uma empresa, desenvolvendo um negócio social ou até mesmo provocando o intra-empreendedorismo.  Quem conversa com os alunos são mesmo os “caçulas” que trabalham diretamente no Instituto Orion. Uma delas é Vanessa Giesel, de 22 anos, líder da equipe do Rolê Empreendedor.  A acadêmica de Direito, da oitava fase, depois que conheceu a iniciativa resolveu arregaçar as mangas e botar para rodar o projeto com mais escolas.  “Fui diretamente impactada pela visão que o programa traz. Eu era uma dos muitos jovens que tinha a visão de empreender ligada apenas ao ramo empresarial, a um CNPJ, a abrir um negócio. Com a oportunidade do Rolê pude perceber que empreender também é algo simples, voltado à basicamente solucionar um problema e mudar uma realidade para melhor com algum tipo de solução”, afirmou. Para ela, além do Parque Tecnológico, escolas e colégios deveriam incentivar ainda mais o empreendedorismo jovem.   “As escolas são o lugar ideal, e acredito que elas sejam de suma importância para o desenvolvimento da visão empreendedora. Infelizmente esses ambientes ainda são muito ligados à técnica, ensinando a aprender a ler, por exemplo, mas o que você irá fazer com a leitura? Esse tipo de provocação deve ser trabalhado desde muito cedo. Ou seja, saber como você vai agir com o conhecimento adquirido”, sugeriu a bolsista.   Palavra de quem já participou No Rolê se busca uma comunicação de jovem para jovem com alunos. Nas interações são abordados temas como: empreender sendo jovem, medos que nos impedem de crescer, comportamento, pró-atividade, autogerenciamento, criação de oportunidades, o que é uma startup e a importância do ecossistema. “Queremos mostrar para o jovem que ele é capaz, mostrar que ele tem habilidade e potencial que pode definir sua carreira profissional no futuro, com a visão que sua atuação como profissional não irá depender apenas do conhecimento técnico, mas sim como você reage e atua com a técnica. O mercado atualmente está caminhando para essa aposta comportamental, em um ambiente de trabalho que busque indicar como sou eu como profissional, e essa é a grande chave para se trabalhar no início de uma graduação” ressalta Vanessa.  Em 2021 já foram seis rolês em cinco instituições diferentes. Os resultados esperados nos rolês podem ser vistos no dia a dia, como jovens fazendo trabalho voluntário, indicação para entrevista de empregos e mentoria para projetos, que o próprio Orion pode dar, a partir do Reuni.   Um dos jovens que participou do Rolê e hoje tem boas lembranças de como foi aquele bate-papo é Jean Carlos Tigre, desenvolvedor web e estagiário de analista de suporte no aplicativo O Delivery. Para ele, ter tido contato cedo com o Rolê mudou a visão que ele tinha sobre empreender.  \”Sempre gostei de empreender, e ter estado no Rolê foi o grande start para isso. O Rolê Empreendedor traz uma sensação de que estamos em uma roda de amigos, conversando sobre assuntos inovadores e a evolução do empreendedorismo nos dias atuais, e que isso traz diversos tipos de benefícios. Hoje, muitos jovens tem vontade de empreender, e nem sabem como funciona ou por onde começar. Então o Rolê é uma oportunidade de entender de uma forma descontraída e divertida o que é entrar nesse mundo do empreendedorismo, sempre trazendo assuntos sobre comportamento, voluntariado, medos e inseguranças, tirando várias dúvidas com ótimas pessoas que estão no meio empreendedor, além de ampliar sua rede de contatos criando amizades e conhecendo as oportunidades de perto\”, lembra ele.  A expectativa, agora, é pela retomada dos Rolês presenciais no Orion Parque, que aos poucos – e com todos os cuidados possíveis – começam a voltar a acontecer. “Com a pandemia os encontros aconteceram e ainda acontecem de forma virtual, sendo essa forma trabalhada mais na visão empreendedora. A parte técnica do Rolê interferiu nessa parte do contato, e também com a limitação de não poder apresentar o espaço físico do Orion, nossas salas e espaços de convivência e networking. Fisicamente podemos sentir a reação dos participantes conforme acontece o encontro, sentir muitas vezes qual o seu anseio é mais fácil para podermos auxiliar, mas acredito que as duas modalidades de encontros são produtivas de alguma forma”, finalizou ela.   [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Em parceria com Orion, oportunidades de inovação no ambiente acadêmico são tema de live da UDESC

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Evento on-line na próxima terça-feira (30/03), “Desafios e oportunidades em inovar no ambiente acadêmico” terá a participação de empreendedores, entidades e Orion Parque.  Com a proposta de ampliar as discussões sobre o empreendedorismo universitário, a Udesc, em parceria com o Orion Parque e a Anbiotec (Associação Nacional de Empresas de Biotecnologia e Ciências da Vida) realizam o evento Desafios e oportunidades em inovar no ambiente acadêmico. O evento faz parte de uma série de ações que a Coordenadoria de Projetos e Inovação da universidade, em colaboração com o Orion, está realizando no sentido de estimular a participação em práticas de inovação e empreendedorismo no ambiente acadêmico. O evento será realizado dia 30/03, terça feira, de forma on line. As lives ocorrerão no You Tube, neste link. No encontro, vamos saber mais sobre dados de empreendedorismo universitário, e conheceremos algumas startups que foram criadas no ambiente acadêmico, além de entender quais as principais dificuldades e desafios enfrentados. Conhecendo um pouco mais sobre estes cases de sucesso, o objetivo é inspirar iniciativas de inovação tecnológica. “Queremos apresentar cases de sucesso na região Sul, de startups criadas no ambiente universitário, demonstrando as possibilidades de inovação no ambiente acadêmico”, afirma uma das coordenadoras e promotoras do evento, a prof. Maria de Lourdes Borba Magalhães, que também tem uma startup – Scienco – incubada no Orion Parque. Serão ao todo seis cases de startups apresentados ao longo do evento, que contará também com a participação do Orion Parque, mostrando o Reuni Experience, e a Anbiotec, que falará sobre os desafios para empresas de base tecnológica na transição universidade-mercado. Foco na apresentação de oportunidades na fase além da academia As universidades têm um papel chave no incentivo do empreendedorismo universitário. De forma integrada, as ações dos Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs) têm justamente a ideia de promover as interações entre universidades e empresas. A professora Carla Roczanski, que faz parte da Coordenadoria de Projetos e Inovação (Cipi), da Udesc, analisa que o impacto dessas ações são vistas quando consolidamos o elo entre as startups criadas e os cursos acadêmicos. “A Universidade tem este papel de incentivo à inovação e de integrar a sociedade e os seus membros nas ações que vêm sendo desenvolvidas. Queremos ampliar o ambiente de inovação na UDESC, e iniciativas como esse evento vão ao encontro desta grande meta, permitindo que os cases de sucesso, das startups que já passaram por todo um processo de inovação, sejam de conhecimento dos nossos alunos e professores”, afirma Roczanski. Opinião semelhante tem a prof. Maria, que recentemente foi tema de reportagem na revista Época Negócios. “O pesquisador precisa conhecer as oportunidades/estratégias que permitem que as inovações geradas na bancada do laboratório tornem-se tecnologias aplicadas às mais diversas áreas, desde a saúde humana, animal, até inovações no setor agro, ambiental, entre outros”, lembra ela. Orion Parque promove empreendedorismo universitário  Iniciativas que o Orion Parque promove para reforçar o incentivo ao empreendedorismo universitário, o Reuni e o Reuni Experience auxiliam estudantes, ainda dentro da universidade, a tirar ideias do papel e transformá-las em um novo negócio. No Reuni, ajudamos os jovens a desenvolver um pensamento empreendedor e inovador, melhorando seus processos de validação de ideias, tendo acesso a cinco mentorias realizadas por profissionais do Orion Parque, que irão te mostrar ferramentas e processos para descobrir quem é o seu cliente, qual problema você resolve e se existe mercado para a solução pretendida . Em novembro de 2020 o Orion Parque realizou uma edição histórica do Reuni Experience, quando mais de 80 estudantes, competiram entre si pelo título de Universidade mais Empreendedora da Serra e Meio-Oeste Catarinense. No evento, foram oferecidos problemas de segmentos específicos de mercado, como Turismo, Saúde e Comércio, e as equipes puderam escolheram o nicho em que gostariam de trabalhar para solucioná-lo, criando um novo negócio. O objetivo foi oferecer aos acadêmicos as vivências e emoções de todas as etapas da criação de um negócio, em apenas 72 horas. Para a professora Maria Magalhães, movimentos empreendedores como o Reuni Experience trazem mais da vivência de crescimento fundamental nos egressos das universidades. “O Reuni Experience é uma iniciativa fantástica do Orion Parque para o estímulo ao empreendedorismo universitário. Eu entendo que a parceria entre as universidades e os parques tecnológicos é também uma estratégia muito inteligente, porque os parques tecnológicos abrigam um ecossistema de inovação muito eficiente, e as universidades se beneficiam desta relação. A universidade precisa ser parceira destes ecossistemas de forma a potencializar sua capacidade de inovar”, refletiu. Confira a programação completa:  [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Reuni Experience entrega prêmios aos vencedores da última edição

[vc_row][vc_column][vc_empty_space][vc_column_text]A celebração de uma conquista, quase quatro meses depois da vitória. Essa foi a sensação da equipe vitoriosa do Reuni Challenge – evento de empreendedorismo universitário, realizado pelo Orion Parque, no início de novembro de 2020, que conectou mais de 80 acadêmicos de universidades da Serra e Meio-Oeste Catarinense. A equipe campeã, da Uniplac, foi a ADA (All Data Analytics), que desenvolveu uma solução dentro da problemática de saúde, para coletar, de forma mais rápida e eficaz, a satisfação setorizada de cada paciente. Com a coleta dessas informações, serão gerados indicadores à Secretaria Municipal de Saúde para a tomada de decisões, avaliando a satisfação entre a população e o sistema de saúde público. A cerimônia de premiação foi realizada no auditório da MIDILages, na última sexta-feira (26/02), no Micro Distrito de Base Tecnológica de Lages, mantido pela Fundação Uniplac – que em janeiro de 2021 firmou parceria com a incubadora Épsilon, do Orion Parque. Na oportunidade, foram entregues os troféus para os participantes da equipe (alunos Rafael Venturini e Leandro Veiga, do curso de Administração, Kleberson de Oliveira (Ciências Contábeis) e Catarine Maltauro (Sistema da Informação) e professora Sayonara Varela, também da Administração. A equipe levou para casa a premiação de R$1.500,00, pelo primeiro lugar, para colocar a ideia em prática. Além disso, a ADA também conquistou o título de vencedora da Gincana, pela divulgação da iniciativa. A Uniplac levou o troféu com o título de Universidade Mais Empreendedora da Serra e Meio-Oeste Catarinense. Parabenização pelo resultado Além da equipe vencedora, participaram do ato o reitor da Uniplac, prof. Kaio Amarante e a Pró-Reitora de Pesquisa e Extensão, Lilia Kanan, além da coordenadora do curso de Administração, Kelli Gotardo. Representando o Orion, o presidente do parque, Valmir Tortelli e Raul Capistrano, líder de programas e ações do Instituto Orion, também estiveram presentes. Nas palavras do Reitor, a região ainda precisa se posicionar como polo de atração de startups, e fomentar o desenvolvimento regional. “Precisamos desenvolver o empreendedorismo regional e precisamos criar a cultura. O Reuni é um grande projeto fomentador. Esse é o sentimento de nos alinharmos e nos aliarmos dessa forma. Vencer esse desafio foi o resultado de um trabalho contínuo dos nossos professores e alunos. Só temos que agradecer e parabenizar a equipe, organização do evento e os mentores. A Uniplac e os Cursos de Administração, Ciências Contábeis e Sistemas de Informação só têm motivos para se sentirem muito orgulhosos de seus representantes”, ressaltou Kaio.  O Presidente do Orion Parque, empresário Valmir Tortelli, destacou a importância do perfil empreendedor, que começa a se destacar justamente nessas iniciativas.  “Quero dar os parabéns para quem foi protagonista. A primeira ação do empreendedor sempre é tomar a frente dos processos, e isso é o que de mais significativo acontece quando se corre atrás de algo. Essas iniciativas formam a personalidade do bom empreendedor. Parabéns para Uniplac e aos participantes do grupo”, comentou. Relembre como foram os momentos finais do Reuni Challenge aqui. [/vc_column_text][vc_empty_space][/vc_column][/vc_row]

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Reuni Challenge mobiliza mais de 80 estudantes em três dias de imersão empreendedora

Alunos de onze diferentes instituições de ensino superior reuniram-se à distância para pensar em discutir soluções inovadoras e criar startups  Criar uma startup do zero, em 72 horas, foi o objetivo do Reuni Challenge, evento de empreendedorismo universitário, realizado pelo Orion Parque, que conectou nesta edição mais de 80 acadêmicos de universidades da Serra e Meio-Oeste Catarinense.  Os dias 06, 07 e 08 de novembro foram intensos para os acadêmicos do Instituto Federal de Santa Catarina – IFSC Lages, Udesc/Cav, Universidade do Planalto Catarinense-Uniplac e Unifacvest, representando as universidades da Serra Catarinense, com doze equipes, e Unoesc e IFC – Caçador, Joinville e Luzerna representando as universidades do Meio Oeste com sete equipes, que competiram entre si pelo título de Universidade mais Empreendedora. O evento tem como propósito fomentar o empreendedorismo universitário por meio da aplicação dos conhecimentos adquiridos dentro das universidades para o desenvolvimento de uma ideia, que deve ser transformada em negócio durante três dias. ”O empreendedorismo universitário é a fonte de mudança no ecossistema e na região, pois é onde o jovem se capacita para abrir negócios e gerar renda para a cidade” comenta o coordenador do evento e líder de Programas e Ações do Orion, Raul Capistrano. Para essa edição, foram apresentados problemas de segmentos específicos de mercado, como Turismo, Saúde e Comércio, e as equipes puderam escolher o problema que gostariam de trabalhar para solucioná-lo, criando um novo negócio. Diante dessa problemática, os universitários precisam fazer pesquisas, entender melhor o problema, validá-lo, validar a solução e criar o modelo de negócio. Durante os três dias de evento, as equipes recebem acompanhamento de um quadro de mentores que auxiliam ao longo das etapas, desde a ideação até o pitch final (apresentação para jurados), além de capacitações para criar uma base de conhecimento antes de cada atividade e da participação de um professor da instituição, ajudando os alunos ao longo do desafio.  O Reuni Challenge proporciona aos acadêmicos as vivências e emoções de todas as etapas da criação de um negócio.  ”O evento é muito bacana! estou tão instigada que desde sexta feira eu nem durmo. Viro a noite imaginando e criando” conta a participante, Ester Oliveira. Além de desenvolver competências comportamentais como a adaptabilidade para trabalhar em grupo, empatia e autodisciplina, mais aprendizados são consolidados. “Os acadêmicos aprendem a empreender suas vidas também, serem empreendedores deles mesmos, tomar o controle de suas vidas”, conta a professora do IFSC de Caçador, Franciele Murer.  Além de contribuir para o desenvolvimento do acadêmico, o evento colabora para o desempenho das universidades participantes, já que, segundo a professora Franciele, os alunos ficam mais engajados e comprometidos, expandindo seus horizontes e ajudando inclusive em suas definições de carreira e preparação para o mercado de trabalho.  Confira a relação completa dos vencedores  Primeiro lugar: Startup ADA –  representante da universidade: prof. M.ª Sayonara Varela (Administração) composta pelos acadêmicos:  Rafael Venturini  (Curso de Administração), Kleberson de Oliveira (Ciências Contábeis), Catarine Maltauro (Sistema da Informação), Leandro Veiga (Administração) que escolheram como problemática a saúde e desenvolveram a startup ADA: All Data Analitics – Solução: coletar de forma rápida e eficaz a satisfação setorizada de cada paciente. Com a coleta dessas informações, serão gerados indicadores à secretaria municipal de saúde para a tomada de decisões.  Segundo lugar: Startup b.ridge -composta pelos acadêmicos: Bianca Vieira (Engenharia Elétrica) , Giordano Miolo (Direito), Hian Simionato (Arquitetura) e Lucas Sandri (Agronomia) que escolheram como problemática a ser desenvolvida o aumento do protagonismo e a participação em aulas presenciais e online, desenvolvendo a startup b.ridge, que tem como solução: o desenvolvimento de um aplicativo de contratação de empregados para grandes e pequenas empresas, solucionando também o problema de contratação de funcionários, que nem sempre são totalmente eficientes e ideais para a empresa. Assim, os empresários podem ter acesso a um banco de dados de estudantes, classificados de acordo com suas melhores habilidades, priorizando as soft skills. Terceiro lugar: Startup Nexus – representante da universidade: prof. Franciele Murer e Samuel Feitosa, que escolheram como problemática a ser desenvolvida: o aumento do protagonismo e a participação em aulas presenciais e online, que tem como solução: a criação de um site otimizado com métodos aplicáveis em sala de aula.

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Você já pensou em desenvolver um negócio em apenas um fim de semana?

Uma competição entre universidades e universitários, com o desafio de criar uma startup do zero em apenas três dias: esse é o objetivo do Reuni Challenge, evento online que ocorre pela segunda vez este ano, promovido pelo Orion Parque.   Entre os dias 06 a 08 de novembro, a iniciativa permite que os envolvidos tenham realmente a oportunidade de “colocar a mão na massa”, passando por todas as fases de uma negócio real: desde a criação da ideia, e construção de modelos de negócios e validações de hipótese, até a apresentação final para uma banca de avaliadores. Na prática, o Reuni Challenge é uma versão reduzida do Startup Weekend, já realizado no Orion Parque. Durante o evento os participantes recebem ajuda de mentores com experiência de mercado, além de capacitações para superar os desafios da criação de um novo negócio. No fim, a equipe vencedora receberá uma premiação em dinheiro e a universidade vinculada o título de instituição mais empreendedora da Serra e Meio-Oeste Catarinense.    “O desenvolvimento de uma região depende muito do potencial empreendedor das universidades e dos universitários da localidade. Quanto mais contatos com o empreendedorismo, mais chances o estudante tem de desenvolver um novo negócio e colocar em prática os conhecimentos adquiridos durante seus estudos. Por isso, eventos como esse são tão importantes para o desenvolvimento regional”, comenta Raul Capistrano, líder do setor de Programas e Ações do Orion. 

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