Orion Parque

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Edital Nascer. Confira o passo a passo para cadastrar ideias na submissão de projetos

Marcado para encerrar no próximo dia 15/02, o edital NASCER, da FAPESC é a chance de ter uma ideia selecionada e de você fazer parte do Orion Parque sem pagar nada, graças à parceria com o CocreationLab – que será instalado no Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, em Lages. A intenção é converter o conhecimento tecnológico em novos produtos, processos ou serviços aptos para a introdução e exploração no mercado. As propostas selecionadas serão apoiadas por meio de ferramentas, consultoria técnica e mercadológica, mentoria, assessorias e apoio institucional para a geração de empresas de base tecnológicas. Em parceria com o Sebrae Santa Catarina e a Fapesc, um novo espaço para ideias será criado no Orion Parque Tecnológico. O Cocreation Serra integra o maior programa de pré-incubação do país – o Nascer -, iniciativa do Governo do Estado de Santa Catarina, através de uma parceria entre Sebrae Santa Catarina e Fapesc, para possibilitar a operação de um programa sem custo para os projetos selecionados, ou seja, os projetos selecionados para o Cocreation Serra não terão nenhum custo para participar do programa. Trata-se de um espaço para 10 projetos selecionados, que receberão cinco meses de mentoria especializada para tornar uma ideia do zero em negócio, através da metodologia TXM, já utilizada no Cocreation Lab Florianópolis. Para ajudar você a preparar sua candidatura, criamos um roteiro passo a passo para ficar mais fácil a inscrição no processo, na plataforma criada pela FAPESC. Clique . Confira o passo a passo: Título da proposta Website da proposta – Informar, se houver. Insira o link do vídeo da proposta – Insira o link de um vídeo do pitch (apresentação) da proposta de até 3 minutos (YouTube ou Vimeo). Resumo da proposta – Apresentar o objeto do projeto; nome da inovação; procedimentos gerais de desenvolvimento; público-alvo; equipe; instituições envolvidas; alcance social, econômico e ecoambiental; impactos na empresa; duração; recursos envolvidos; outras informações relevantes sobre a inovação e sua importância. Este texto poderá ser publicado pela FAPESC. Necessidade de mercado – Apresentar o problema ou dor identificados e as oportunidades existentes nos níveis local, regional, nacional e/ou global. (1.500 caracteres). Segmento de Clientes – Conforme a oportunidade de mercado apresentada, identificar o segmento de clientes atendido pela solução proposta. (5.000 caracteres). Solução proposta – Descrever as características da solução proposta, destacando sua viabilidade técnica e o potencial de escalabilidade, quando houver (1.500 caracteres). Diferencial Inovador – Destacar a inovação na ideia (no produto, no serviço, na forma de comercialização, nos processos internos, etc.). Identificar vantagens competitivas em relação à concorrência (5.000 caracteres). Estágio atual – Estágio atual da ideia: ideia, protótipo conceitual, protótipo testado (5.000 caracteres). Cidade Polo – Escolha uma das cidades listadas no menu. Equipe da proposta – Membro da Equipe; Nível de Formação; Função no Projeto; Tempo de dedicação (em meses);  Atividades desempenhadas.

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Ferramenta desenvolvida pela Softecsul é recomendada pela ACATS

Solução composta por site + aplicativo facilita operação e otimiza processos de entrada de mercadorias, balanços, inventários, gestão de gôndola, rupturas e pesquisa de campo em supermercados; associação catarinense no segmento chancela o produto. Recentes estudos da Nielsen Consultoria levantaram que quando o consumidor não encontra o produto que deseja em supermercados, por exemplo no setor de higiene e beleza, 66% deles compram uma outra marca no local, mas 30% procuram a marca em outra empresa do segmento; para produtos perecíveis, 70% compram outra marca no local, mas 28% vão à outras empresas comprar o produto desejado. O estudo é extenso, mas fica claro que a falta de gestão de estoque de mercados e supermercados influi diretamente nas vendas e pior: implica a perda de clientes para os concorrentes. Compreendendo todos estes problemas e buscando uma solução para ajudar os empresários nesta tarefa de ajustar e contar seus estoques, a Softecsul – residente no Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, no Orion Parque – desenvolveu o ColetorPro, uma solução integrada em uma plataforma web e um aplicativo, que juntos permitem facilitar não só a contagem do estoque, dando uma maior velocidade e acuracidade ao processo, mas principalmente reduzindo os custos e tempo necessários nestas atividades. Com a ferramenta ColetorPro, os colaboradores podem ficar monitorando a falta de produtos na gôndola e disparando alertas de reposição sempre que necessário, facilitando e agilizando a reposição e recomposição das mercadorias. Com o ColetorPro, o empresário instala o aplicativo em quantos celulares desejar, sem nenhum custo adicional por isso, pagando apenas um valor mensal por CNPJ, ou seja, celulares são transformados em poderosos e práticos coletores de dados, sem os altos custos dos coletores vendidos ou alugados no mercado. Equipamentos específicos para coleta de dados auxiliam pessoas na contagem do estoque, mas o alto valor de compra ou locação destes equipamentos inviabilizam seu uso em várias empresas. Só para dar uma ideia, um equipamento destes tem um preço médio na ordem de R$ 8.500,00 e sua locação pode chegar a R$ 100,00 por dia. Para o CEO e sócio da Softecsul, Athos Branco, o diferencial do ColetorPro é a eficácia e a velocidade das tarefas rotineiras dos supermercadistas. “Já temos relatos de clientes dizendo que “levava uma semana para uma contagem de estoque ‘na prancheta’ e agora, com o ColetorPro, fizemos em 6 horas”. Outro informou que “com a possibilidade de instalar o ColetorPro em vários celulares, nossa contagem de estoque demorou um décimo do que iria demorar”, observou o empresário. Além da contagem de estoque, a solução ColetorPro permite ainda controlar a entrada de mercadorias com o conceito de “entrada às cegas”, garantido um controle mais apurado no recebimento de mercadorias. Com o ColetorPro, as equipes de trabalho podem também fazer auditoria de gôndola, validando se o preço da etiqueta está correto ou se é necessário repor uma etiqueta, além de gerar alertas de solicitação de reposição de produtos na prateleira ou mesmo alertar a necessidade de compra de um determinando produto. No caso de se fazer uma pesquisa de preços em concorrentes, com o ColetorPro o colaborador pode ir até o concorrente com seu celular na mão e fazer as coletas de preços sem chamar a atenção. Acats e SA Varejo recomendam ferramenta A Associação Catarinense de Supermercados (ACATS) mantém convênio com a Softecsul e oferece descontos aos associados da entidade para implantação da ferramenta. O Coletor Pro foi um dos patrocinadores do Inova Acats 2019, Fórum e Feira de Tecnologia, Inovação e Sustentabilidade buscou conectar empresários e gestores do segmento supermercadista com profissionais e empresas dos segmentos de tecnologia, inovação e sustentabilidade a fim de criar agendas de ações práticas e aplicáveis nas empresas. O evento foi realizado em outubro de 2019, em Florianópolis. Para mais informações, entre em contato pelo telefone (48) 3223-0174, (48) 98414-9919 ou pelo e-mail associado@acats.com.br . A edição de setembro de 2019 da SA Varejo, revista nacional sobre o ramo supermercadista, também destacou o Coletor Pro como solução para redução de custos com estoques.   Saiba mais sobre o Coletor Pro Funcionalidades Auditorias – Auditoria de produtos na gôndola, prateleiras e estoques com controle de ruptura, problemas nas etiquetas de preços e solicitação de compra; Entradas – Monitorar o recebimento de mercadorias nas entradas, coletando e validando o recebimento de mercadorias com conferência “cega”, com base no XML do fornecedor; Pesquisas – Pesquisa de preços e produtos em concorrentes com comparação de preços do mercado; Inventário – Coleta de dados de estoque para validação de inventário com comparação de quantidades coletadas e o estoque em seu ERP; Diferenciais Redução de custos com a compra de coletores laser caros; Maior agilidade nas auditorias e coletas de dados; Assertividade nas funcionalidades propostas; Baixo custo de implantação; Simples e eficiente;  

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\\\”Sempre tem alguém que bloqueia nossa criatividade\\\”. Edital NASCER inscreve até dia 15/02

Marcado para encerrar no próximo dia 15/02, o edital NASCER, da FAPESC é a chance de ter uma ideia selecionada e de você fazer parte do Orion Parque sem pagar nada, graças à parceria com o CocreationLab – que será instalado no Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, em Lages, e em outros 14 espaços por todo o estado de Santa Catarina; confira entrevista com Salomão Ribas O Cocreation Lab é um modelo de ambiente colaborativo voltado para pessoas que tenham ideias/projetos de negócios inovadores com potencial de gerar novos empreendimentos. A partir do edital NASCER, em Lages, são selecionados projetos que ao longo de cinco meses passam por um processo de pré-incubação dentro da metodologia TXM Business, no qual se têm à disposição um conjunto de atividades, encontros, eventos e apoio institucional. O Cocreation Serra fará parte do maior programa de pré-incubação do país, o NASCER, que é uma iniciativa do Governo do Estado de Santa Catarina, através de uma parceria entre Sebrae Santa Catarina e Fapesc, para possibilitar a operação deste programa sem custo para os projetos selecionados. Ou seja, os projetos selecionados para o Cocreation Serra não terão nenhum custo para participar do programa. Rodando o estado com o workshop “Como colocar a sua ideia do Papel”, Luiz Salomão Ribas Gomez, um dos responsáveis pela implantação dos Cocreation em todo Estado, conversou conosco sobre o programa, os diferenciais e como ele vai funcionar na prática. Como funciona a metodologia TXM? A metodologia TXM tem uma história. São 14 anos de pesquisa. Ela começou numa proposta de cuidar de marcas, depois passou por tendências e agora chegou em negócios. A metodologia está estruturada em três grandes etapas, que é pensar o negócio, gerar uma experiência (que é o produto que vai entregar) e fazer a gestão. Assim temos o Think, eXperience e Management (TXM), focada nessas diretrizes. Ela é híbrida, ela exige uma ação presencial, para que elas estejam presentes, e isso transforma ela em colaborativa. Todos os participantes dos Cocreation utilizam uma plataforma, que tem acesso a e-books que apresentam, não sendo linear. Eu posso, a qualquer momento, fazer qualquer uma das atividades. Existem projetos que estão em níveis diferentes, ou em posições diferentes nessa linha que a metodologia traz. Ela se “deslineariza”, e cada um pode atuar no momento que está no projeto. Isso é muito legal. A metodologia tem essa base científica. Não é uma achismo. Já foi utilizada na Holanda, em Portugal, na Espanha, e no Brasil em diversos estados. E comprovadamente funciona. A metodologia pode ser usada também em outros aspectos? A estrutura do pensar (think), experienciar (experience) e gestionar (management) tem muito a ver com negócio, mas não quer dizer que ela que ela coloque só aí. O que a gente trabalha também é o tripé Intuição, observação e depois interação com o mercado – validando a observação que eu tive. Eu coloco o que eu acho, depois o que eu observo, e depois o que eu valido. Criamos, inclusive, um Canvas para isso, um modelo próprio. Nele eu consigo primeiro escrever o que eu quero, depois eu chegar no meu MVP, depois validá-lo, e assim por diante. Nesses cinco meses de atividades ele tem total capacidade de fechar esse Canvas. Público externo também tem acesso ao portal do Cocreation? Na plataforma, cada equipe tem a sua senha. O mentor de cada equipe tem a senha. No final, quando ele termina e diz: está pronto, isso gera um e-book, que é como se fosse o negócio dele resumido. Como se trata de um trabalho colaborativo, os outros times vão estar envolvidos. Os negócios são compartilhados também porque na plataforma existe um chat, que faz com que eu possa conversar com qualquer pessoa, de qualquer laboratório. São 20 Cocreations em SC, além de outras seis unidades no Brasil. Cada empreendedor pode se ajudar no caminho. Com todos que fazem parte de uma mesma plataforma temos hoje 250 pessoas. Até março de 2020 esperamos ter de 2 mil a 2.500 pessoas. Falando mais do NASCER, a ideia é que sejam 15 em todo estado. Como eles vão funcionar?  O NASCER é um programa de apoio ao Centro de Inovação, e de outros para que a pré-incubadora traga ação para esses espaços. Porque os Centros estavam muito focados na incubação, que é um passo posterior. Mesmo cidades como Florianópolis, por exemplo, existem três unidades do Cocreation que existem com bastante gente participando. As pessoas que por lá passam conseguem vagas nas incubadoras muito mais facilmente. O programa NASCER tem essa função. FAPESC e Sebrae se uniram e contrataram a metodologia do TXM, que é uma metodologia do laboratório da UFSC, sendo aplicado no estado inteiro. O edital vai até dia 15 de fevereiro para que tenha o máximo de ideias possíveis. Você tá passando pelo estado com esse workshop “Como colocar sua ideia no papel”. Porque você acha que é tão difícil fazer isso, já que é algo que parece ser muito simples, em certo sentido?    Depois que você destrava, é realmente muito simples. O problema é o nosso medo. Nesse workshop, o que eu falo é que sempre tem alguém que bloqueia nossa criatividade. Normalmente esse bloqueio acontece nas escolas, porque normalmente falamos: “não faz isso, não responde isso, faz daquele jeito, não faz aquele outro”. A plataforma que criamos é muito simples. E o que a gente quer é a simplicidade de linguagem, de apresentação. Não é nada acadêmico e científico. É negócio! A gente quer que essa inovação, esse negócio, se transforme em algo concreto. A linguagem pode ser algo bem simples. É algo bem objetivo, apontando marcados consumidores. A simplicidade vai dizer que a tua ideia empreendedora tenha relevância. Se ele é muito justificado, talvez você queira dar pra ele uma relevância que ele não tem. É isso que fizemos na plataforma agora. O legal é que os espaços físicos onde vão acontecer os Cocreation pelo estado são bem divergentes. Desde um museu, até parques tecnológicos, ou casas históricas. A estrutura física dos lugares será

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\”Sempre tem alguém que bloqueia nossa criatividade\”. Edital NASCER inscreve até dia 15/02

Marcado para encerrar no próximo dia 15/02, o edital NASCER, da FAPESC é a chance de ter uma ideia selecionada e de você fazer parte do Orion Parque sem pagar nada, graças à parceria com o CocreationLab – que será instalado no Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, em Lages, e em outros 14 espaços por todo o estado de Santa Catarina; confira entrevista com Salomão Ribas O Cocreation Lab é um modelo de ambiente colaborativo voltado para pessoas que tenham ideias/projetos de negócios inovadores com potencial de gerar novos empreendimentos. A partir do edital NASCER, em Lages, são selecionados projetos que ao longo de cinco meses passam por um processo de pré-incubação dentro da metodologia TXM Business, no qual se têm à disposição um conjunto de atividades, encontros, eventos e apoio institucional. O Cocreation Serra fará parte do maior programa de pré-incubação do país, o NASCER, que é uma iniciativa do Governo do Estado de Santa Catarina, através de uma parceria entre Sebrae Santa Catarina e Fapesc, para possibilitar a operação deste programa sem custo para os projetos selecionados. Ou seja, os projetos selecionados para o Cocreation Serra não terão nenhum custo para participar do programa. Rodando o estado com o workshop “Como colocar a sua ideia do Papel”, Luiz Salomão Ribas Gomez, um dos responsáveis pela implantação dos Cocreation em todo Estado, conversou conosco sobre o programa, os diferenciais e como ele vai funcionar na prática. Como funciona a metodologia TXM? A metodologia TXM tem uma história. São 14 anos de pesquisa. Ela começou numa proposta de cuidar de marcas, depois passou por tendências e agora chegou em negócios. A metodologia está estruturada em três grandes etapas, que é pensar o negócio, gerar uma experiência (que é o produto que vai entregar) e fazer a gestão. Assim temos o Think, eXperience e Management (TXM), focada nessas diretrizes. Ela é híbrida, ela exige uma ação presencial, para que elas estejam presentes, e isso transforma ela em colaborativa. Todos os participantes dos Cocreation utilizam uma plataforma, que tem acesso a e-books que apresentam, não sendo linear. Eu posso, a qualquer momento, fazer qualquer uma das atividades. Existem projetos que estão em níveis diferentes, ou em posições diferentes nessa linha que a metodologia traz. Ela se “deslineariza”, e cada um pode atuar no momento que está no projeto. Isso é muito legal. A metodologia tem essa base científica. Não é uma achismo. Já foi utilizada na Holanda, em Portugal, na Espanha, e no Brasil em diversos estados. E comprovadamente funciona. A metodologia pode ser usada também em outros aspectos? A estrutura do pensar (think), experienciar (experience) e gestionar (management) tem muito a ver com negócio, mas não quer dizer que ela que ela coloque só aí. O que a gente trabalha também é o tripé Intuição, observação e depois interação com o mercado – validando a observação que eu tive. Eu coloco o que eu acho, depois o que eu observo, e depois o que eu valido. Criamos, inclusive, um Canvas para isso, um modelo próprio. Nele eu consigo primeiro escrever o que eu quero, depois eu chegar no meu MVP, depois validá-lo, e assim por diante. Nesses cinco meses de atividades ele tem total capacidade de fechar esse Canvas. Público externo também tem acesso ao portal do Cocreation? Na plataforma, cada equipe tem a sua senha. O mentor de cada equipe tem a senha. No final, quando ele termina e diz: está pronto, isso gera um e-book, que é como se fosse o negócio dele resumido. Como se trata de um trabalho colaborativo, os outros times vão estar envolvidos. Os negócios são compartilhados também porque na plataforma existe um chat, que faz com que eu possa conversar com qualquer pessoa, de qualquer laboratório. São 20 Cocreations em SC, além de outras seis unidades no Brasil. Cada empreendedor pode se ajudar no caminho. Com todos que fazem parte de uma mesma plataforma temos hoje 250 pessoas. Até março de 2020 esperamos ter de 2 mil a 2.500 pessoas. Falando mais do NASCER, a ideia é que sejam 15 em todo estado. Como eles vão funcionar?  O NASCER é um programa de apoio ao Centro de Inovação, e de outros para que a pré-incubadora traga ação para esses espaços. Porque os Centros estavam muito focados na incubação, que é um passo posterior. Mesmo cidades como Florianópolis, por exemplo, existem três unidades do Cocreation que existem com bastante gente participando. As pessoas que por lá passam conseguem vagas nas incubadoras muito mais facilmente. O programa NASCER tem essa função. FAPESC e Sebrae se uniram e contrataram a metodologia do TXM, que é uma metodologia do laboratório da UFSC, sendo aplicado no estado inteiro. O edital vai até dia 15 de fevereiro para que tenha o máximo de ideias possíveis. Você tá passando pelo estado com esse workshop “Como colocar sua ideia no papel”. Porque você acha que é tão difícil fazer isso, já que é algo que parece ser muito simples, em certo sentido?    Depois que você destrava, é realmente muito simples. O problema é o nosso medo. Nesse workshop, o que eu falo é que sempre tem alguém que bloqueia nossa criatividade. Normalmente esse bloqueio acontece nas escolas, porque normalmente falamos: “não faz isso, não responde isso, faz daquele jeito, não faz aquele outro”. A plataforma que criamos é muito simples. E o que a gente quer é a simplicidade de linguagem, de apresentação. Não é nada acadêmico e científico. É negócio! A gente quer que essa inovação, esse negócio, se transforme em algo concreto. A linguagem pode ser algo bem simples. É algo bem objetivo, apontando marcados consumidores. A simplicidade vai dizer que a tua ideia empreendedora tenha relevância. Se ele é muito justificado, talvez você queira dar pra ele uma relevância que ele não tem. É isso que fizemos na plataforma agora. O legal é que os espaços físicos onde vão acontecer os Cocreation pelo estado são bem divergentes. Desde um museu, até parques tecnológicos, ou casas históricas. A estrutura física dos lugares será

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Prefeitura doa terreno para a empresa Flex instalar laboratório de tecnologia no Orion Parque

Em um período de três anos, o número de empresas instaladas do parque de inovação tecnológica de Lages passou de três para 27 Uma Parceria Público Privada (PPP) de sucesso, as empresas do Orion Parque Tecnológico da Serra Catarinense, em Lages, alcançaram neste ano de 2019 um faturamento de R$ 140 milhões. Este empreendimento, da área da inovação tecnológica, fechará o ano com 27 empresas instaladas e com mais três propostas de instalação em andamento. O prefeito Antonio Ceron comemora esse avanço significativo conquistado neste curto período de tempo. “A Prefeitura de Lages tem sido elo importante do crescimento e desenvolvimento do Orion Parque. E agora estamos assinando a concessão de incentivos econômicos à Flex Gestão de Relacionamentos S.A., através da doação de uma área de terras com 4.470,48 metros quadrados, a qual está inserida na área total do Orion Parque, que é de aproximadamente 90 mil metros quadrados. A Flex será a terceira empresa a receber a doação de terreno para se instalar dentro deste parque de inovação tecnológica. Esta será mais uma unidade avançada da empresa, um laboratório de tecnologia da Flex”, frisa o prefeito. Já o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Mário Hoeler de Souza destaca o empenho da Prefeitura nos esforços para atrair novas empresas e incentivar aquelas que já estão instaladas no município, como é o caso da Flex. “No Orion Parque, por exemplo, há três anos havia apenas três empresas e no decorrer desse período esse reduzido número aumentou para 27, sendo que há três novas propostas de empresas que pretendem se integrar ao parque de inovação do nosso município”, destaca o secretário de Desenvolvimento Econômico. Para o presidente do Orion Parque, Valmir Tortelli, a Flex é muito bem-vinda. “A Flex vem em um bom momento, quando o Orion experimenta o crescimento do número de empresas investindo na área de inovação e desenvolvimento da tecnologia. Ela vai somar, com certeza, a este avanço”, falou Tortelli. No ato de assinatura da concessão de incentivos fiscais ocorreu na manhã desta terça-feira, 17 de dezembro, no Gabinete do prefeito Antonio Ceron, participaram o diretor presidente da Flex, Topázio Silveira Neto, o presidente do Orion, Valmir Tortelli,o presidente da ACIL, Sadi Montemezzo e o presidente da CDL, Marcos Tortelli. Por: Iran Rosa de Moraes Fotos: Nathalia Lima Com informações: Prefeitura de Lages

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Programa Nascer está com inscrições abertas; Orion Parque será um dos polos no estado

Quem busca uma oportunidade de pré-incubação de ideias já pode fazer a submissão no Programa Nascer, uma parceria da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (FAPESC) e Sebrae-SC. A intenção é converter o conhecimento tecnológico em novos produtos, processos ou serviços aptos para a introdução e exploração no mercado. As propostas selecionadas serão apoiadas por meio de ferramentas, consultoria técnica e mercadológica, mentoria, assessorias e apoio institucional para a geração de empresas de base tecnológicas. Polos Nascer em todo Estado Serão formadas até 15 turmas de pré-incubação, denominadas “Polos Nascer”, e que estarão distribuídas entre os Centros de Inovação das cidades de Blumenau, Brusque, Caçador, Chapecó, Criciúma, Florianópolis, Itajaí, Jaraguá do Sul, Joinville, Joaçaba, Lages, Rio do Sul, São Bento do Sul, Tubarão e Videira. Nas cidades-polo onde o Centro de Inovação ainda não está em funcionamento, o Comitê de Implantação será o responsável pela disponibilização do espaço físico adequado à realização das atividades de pré-incubação. Serão aprovadas até 150 propostas, distribuídas entre os Centro de Inovação, formando turmas com no mínimo oito e no máximo 12 proponentes. Cada proposta poderá contar com uma equipe de até cinco componentes, incluindo o proponente. Prazos para submissão As propostas devem ser submetidas no site www.fapesc.sc.gov.br. No caso das cidades-polos de Lages e Joinville, onde os Centros de Inovação já estão em funcionamento, o prazo encerra em 15 de fevereiro de 2020.  Em Lages, o Orion Parque será um dos espaços que farão parte do Programa Nascer! Em parceria com o Sebrae Santa Catarina e a Fapesc, um novo espaço para ideias será criado no Orion Parque Tecnológico. O Cocreation Serra integra o maior programa de pré-incubação do país – o Nascer -, iniciativa do Governo do Estado de Santa Catarina, através de uma parceria entre Sebrae Santa Catarina e Fapesc, para possibilitar a operação de um programa sem custo para os projetos selecionados, ou seja, os projetos selecionados para o Cocreation Serra não terão nenhum custo para participar do programa. Trata-se de um espaço para 10 projetos selecionados, que receberão cinco meses de mentoria especializada para tornar uma ideia do zero em negócio, através da metodologia TXM, criada pelo professor Luiz Salomão Ribas Gomez, já utilizada no Cocreation Lab Florianópolis. Informações adicionais: Polo Nascer: ambiente físico, disponibilizado pelos parceiros locais, onde os pré-incubados desenvolverão as atividades propostas no programa; Pré-incubação: programa de orientação, acompanhamento, suporte e capacitação, para auxiliar empreendedores a transformar suas ideias de negócios em empresas formalizadas juridicamente, por meio de ferramentas, serviços de consultoria, mentoria, assessoria, cursos, apoio institucional, networking e aproximação com entidades financeiras e de investimento; Pré-incubados: membros das equipes participantes das propostas selecionadas ao final do processo seletivo dessa Chamada Pública; Pitch: apresentação de 3 a 5 minutos que mostra uma visão geral de uma ideia, produto, serviço, pessoa, ou negócio projetado para atrair rapidamente a atenção e convencer os ouvintes a se interessar no objeto apresentado; Centro de Inovação: hub (rede) regional de inovação e empreendedorismo, construídos ou em processo de consolidação, formalmente reconhecido como tal pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (SDE). Os Centros de Inovação serão apoiadores das atividades de pré-incubação; Cidade-Polo: cidades selecionadas para sediar os Centros de Inovação servindo como polo disseminador de inovação para as cidades do entorno. São consideradas aquelas com Centros já operantes e as cidades onde há a previsão de instalação; Entidade Gestora: organização responsável pela gestão de Centro de Inovação, formalmente reconhecido como tal pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico; Comitê de Implantação: conjunto de pessoas e entidades responsáveis, em nível local, por colocar os Centros de Inovação em operação, reunidas em comitê com essa finalidade, reconhecido como tal pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico. Veja o passo a passo para você inscrever seu projeto: 1 – Acesse a Plataforma da FAPESC: 2 – Cadastre os seus dados: 3 – Confirme no botão, após completar todos os campos: 4 – Acesse o email para confirmar o cadastro: 5 – No email, clique para confirmar o link: 6 – Na plataforma FAPESC, veja a confirmação do registro realizado: 7 – Na página inicial, clique em Programas da Organização: 8 – Na página dos programas, role a página até o final para encontrar o edital do Programa Nascer: 9 – Clique em Programa Nascer: 10 – Atenção agora! Selecione o edital que você quer escolher concorrer. As datas para os Polos de Lages e Joinville, com prazo até dia 20/01/2020 para inscrição de projetos: 11 – Role a página para encontrar a opção de criar projeto: 12 – Clique em Criar/Gerenciar Projeto: 13 – Clique em Criar projeto: 14 – Clique na opção de escrever o projeto: 15 – Preencha os dados do seu projeto, respeitando os campos apresentados: Com informações: FAPESC.

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Movimento Novos Tropeiros quer elevar índices socioeconômicos de Lages até 2028

Depois de um semestre de análises com a colaboração de mais de 2 mil moradores, a Glóbulo entrega à comunidade de Lages um conjunto de ações que até 2028 deverão gerar melhorias ao município, como por exemplo sair do 50º lugar no ranking de IDH e figurar entre os dez melhores índices do Estado. Com atividades direcionadas em oito áreas: agro, comunidade, criatividade, educação, indústria, inovação, saúde e turismo, o projeto confia ao próprio lageano a capacidade de mudança proposta no movimento  #novostropeiros Um movimento inédito unindo a iniciativa pública e privada acaba de elevar Lages à categoria de marca de propósito. O Criaticidade foi o primeiro branding para uma cidade desenvolvido pela Glóbulo, empresa de Florianópolis que há 14 anos ressignifica marcas. Depois de um semestre de estudos, e o levantamento de dados e carências da cidade de 158 mil habitantes, mapeou-se as potencialidades de Lages em oito áreas, chamadas de “tentos”, sendo elas: agro, comunidade, criatividade, educação, indústria, inovação, saúde e turismo. A partir daí foi traçado um plano de diretrizes que apostam no próprio lageano como protagonista desta mudança para a cidade. “Sugerimos o movimento dos #NOVOSTROPEIROS que, através da metodologia dos “8 tentos” vai incentivar o povo serrano, que é forte, destemido e desbravador por natureza, a alcançar as Metas de  2028, com o propósito único de estreitar laços entre o lageano e seu potencial para transformar-set numa terra de oportunidades e potencialidades”, resume Diogo Machado, sócio da Glóbulo que desenvolveu o projeto co-criado por cerca de 2 mil moradores da cidade que contribuíram na fase dos estudos. O Criaticidade resultou numa marca gráfica para a cidade e um conjunto de ações que estão num documento disponível ao público através do portal www.novostropeiros.com.br  os quais  visam tornar Lages próspera, organizada para o futuro e, sobretudo, menos desigual. Atualmente a cidade, que é a 8ª economia no estado, está entre as 15 piores cidades em desigualdade social, e a meta até 2028 é que os Novos Tropeiros a façam ser a primeira de Santa Catarina no índice GINI, uma medida desenvolvida pelo estatístico italiano Corrado Gini que avalia o aumento do volume de empreendedores na cidade e aumento de empregabilidade. Através da criação de comitês para administrar as questões relacionadas a cada um dos “tentos”, o movimento Novos Tropeiros será completamente desenvolvido pela comunidade com conexão entre órgãos públicos ou institucionais competentes. Estas ações irão orbitar entre as sete principais metas do programa que prevê desde a prática de atividades físicas, passando por  transformar a Serra Catarinense no principal destino turístico do estado com direito à candidatura para Capital Mundial do Design, título designado a cada dois anos pela World Design Organization ™ (WDO), que reconhece as cidades pelo uso eficaz do design para impulsionar o desenvolvimento econômico, social, cultural e ambiental. As empresas Klabin, NDD, Flex, Banco da Família, Engie, CJ Automotiva, Transul, Expert Engenharia   , Vossko e Serrana Engenharia, Postos Guarujá e Credicomin bancaram 100% os custos de desenvolvimento do Criaticidade. Com total apoio da Prefeitura de Lages, bem como dos parceiros da Orion Parque Tecnológico, SEBRAE, CDL, ACIL Jovem, FIESC, Sul Florestas, Cisama, Le Canard, MAP Hotel e MsM Imagens Aéreas, Lages tem, a partir dos seu aniversário de 253 anos, um plano inédito no Estado para projetar-se para o futuro organizadamente e com propósito. Confira as sete principais metas do movimento Novos Tropeiros que está  integralmente disponível em www.novostropeiros.com.br 1 – Transformar a Serra Catarinense como principal destino turístico de Santa Catarina Essa meta tem como premissa desenvolver todo o trade turístico da Serra Catarinense, com o pensamento de levantar as vocações de cada um dos 18 municípios da Serra e unir todas as potencialidades locais, criando assim uma rota de turismo que precisa se conectar com outras macro regiões, como Serra Gaúcha, Litoral Catarinense, Balneários e Meio Oeste catarinense. 2 – Lages entre os 10 melhores IDHs do Estado Lages está atualmente em 50º lugar no ranking estadual de IDHs. Como meta de melhora desse índice temos três focos principais: saúde, educação e renda. Muito importante salientar que cada um desses ecossistemas precisa pensar em novas oportunidades de melhoria além dos tradicionais itens de valor investido e força do poder público. Esses índices podem e devem ser melhorados através do estreitar de laços entre a Comunidade. 3 – Melhor índice GINI de Santa Catarina Lages está entre as 15 piores cidades em desigualdade social do Estado. Para mudar essa realidade é necessário acabar com o pensamento de coronelismo existente na cidade, onde poucas famílias detêm todo o poder decisório da cidade e utiliza dessa influência para determinar as empresas e operações existentes na cidade. Várias iniciativas podem ser tomadas, como a volta do lageano para o agro, cursos profissionalizantes nas áreas criativas, abertura da cidade para tecnologias estrangeiras, fomento ao intercâmbio e levantamento de oportunidades de abertura de empresas, com alto valor agregado. 4 – Principal território do Brasil em produtos com Indicação Geográfica Santa Catarina possui apenas dois produtos com registro de Indicação Geográfica (IG) e outros dois em processo de registro, ainda pendentes por inúmeros esclarecimentos. Produtos de indicação geográfica fortalecem as economias locais e o posicionamento de território necessário para o reconhecimento global de um destino turístico. É urgente e necessário focar os esforços da Comunidade junto a entes públicos e privados para registrar o maior número de produtos com suas respectivas indicações geográficas, tornando Lages o maior território do Brasil em número de produtos com IG. 5 – Principal celeiro catarinense de mão de obra remota da indústria da inovação Atualmente Lages está em último lugar em salário médio do profissional de TI e também em nível de escolaridade. O mercado de TI cresce ano após ano e existe uma grande oportunidade de transformar a mão de obra ociosa dos jovens de Lages para o mercado de trabalho no segmento de TI. Atualmente 70% dos desenvolvedores de softwares já preferem o modelo de trabalho home office e o desenvolvimento de potenciais programadores e arquitetos de software, principalmente focados no segmento de Big Data pode ser um caminho que

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Cidade de Lages já tem data para virar marca

Dentro das atividades do aniversário de 253 anos de Lages está a entrega da segunda etapa, e fase final, do Criaticidade, projeto que gerou no último semestre um movimento na busca de uma marca de valor para a cidade e região. Desenvolvido pela Glóbulo e co-criado em parceria com a iniciativa pública e privada, o resultado de pesquisas e diagnósticos foram transformados em branding e vai nortear um desenvolvimento dos potenciais da 8ª economia do Estado. As empresas  Klabin, NDD, Flex, Banco da Família, Engie, CJ Automotiva, Transul, Expert Engenharia, Vossko e Serrana Engenharia são os investidores do projeto inédito em Santa Catarina. Caminhando a passos largos para um futuro planejado, a cidade de Lages, atualmente a 8ª economia de Santa Catarina, vai receber de presente dia 21 de novembro (dentro das celebrações do aniversário de 253 anos, celebrado dia 22 de novembro), a etapa conclusiva do projeto Criaticidade, um marco não só para o município, como para Santa Catarina, que terá sua primeira cidade elevada a marca de propósito. A Glóbulo, empresa de Florianópolis que há 14 anos ressignifica marcas, aceitou o desafio de, pela primeira vez, ressignificar a imagem de uma cidade considerando seus recursos naturais e humanos. “De forma resumida, serão entregues como conclusão do trabalho um direcionamento estratégico para os eixos econômicos, a marca da cidade em si e suas aplicações e um propósito para a cidade”, explica Diogo Machado sócio da Glóbulo, que encabeçou o projeto, que conclui: “Lages e região tem potenciais expressivos no Planalto Catarinense, nas mais diversas áreas, capacidades adormecidas que a Glóbulo veio evidenciar em parceria fundamental com a iniciativa pública e privada”. O Criaticidade, que é 100% patrocinado pela iniciativa privada, começou com o levantamento de um diagnóstico da região através de 500 entrevistas, o que resultou num relatório entregue em julho passado ao Comitê Gestor do Plano de Desenvolvimento Municipal de Lages, PEDEM – que envolve poder público e iniciativa privada, abordando a realidade dos mais diversos setores sociais e econômicos. Mais de 2000 pessoas de frentes multidisciplinares nos seis eixos de desenvolvimento econômicos locais, a Cadeia da Madeira, Inova Serra SC (eixo de TI), Turismo e Comércio, EletroMetalMecânico, Agroalimentar e Saúde tiveram participação direta ou indireta no processo. Sobre a interatividade que o movimento gerou nas diversas esferas do município, o vice-prefeito da cidade, Julian Polese, afirma: “o Criaticidade é um dos movimentos mais importantes que estão acontecendo em Lages. Neste projeto, todos são protagonistas da mudança planejada que todos querem para o município e região. Todos podem participar do movimento. As opiniões e ideias de diversas pessoas e segmentos da sociedade permitem a construção de novos projetos e a consolidação de resultados que irão melhorar a vida de todos os lageanos”, e reforça a importância do envolvimento, “devemos ser proativos para que o Criaticidade realmente aconteça”. Entre os dados relevantes do diagnóstico da primeira etapa do Criaticidade, percebeu-se, por exemplo, que Lages teve nos últimos 18 anos um crescimento populacional de apenas 0,03% e, apesar de uma economia forte, a cidade fica entre as cidades com maior nível de desigualdade social do estado. Por isso, entidades como a Câmara de Dirigentes Lojistas, também estão na linha de frente do Criaticidade e seu presidente, Marcos Gentil Tortelli Filho, afirma: “Para a CDL Lages o movimento tem como papel principal unir forças. São entidades e pessoas físicas trabalhando juntos por um mesmo propósito, buscar uma economia mais forte, novos investimentos e a ressignificação de Lages. A expectativa da segunda fase é que, com o diagnóstico em mãos, possamos desenvolver ações práticas, para o desenvolvimento econômico da cidade, em cooperação com toda a comunidade”. Opinião que converge com a Associação Empresarial de Lages, a ACIL, já que para seu presidente, Sadi Montemezzo: “O trabalho desenvolvido através do projeto Criaticidade vem ao encontro do que a ACIL sempre trabalhou, realizar ações que contribuam para o desenvolvimento econômico da Serra Catarinense. Agora é hora de unir forças e todos trabalharem juntos e comprometidos para dar continuidade a esse trabalho. Só assim conseguiremos fortalecer a nossa economia e atrair novos investimentos, o que irá refletir diretamente no desempenho da força econômica do município e da região”. E como futuro, inovação e tecnologia convergem, outro agente importante neste processo tem sido o Orion Parque Tecnológico. Segundo Claiton Camargo, Diretor Executivo do Orion “a segunda fase do Criaticidade é muito importante, porque realmente a gente vai conseguir ter uma visão diferenciada de Lages, com o norte definido, e não apenas um monte de metas e planos sem um propósito. A partir desse deste propósito nós poderemos, realmente, traçar um alinhamento e um futuro pro plano de desenvolvimento econômico da nossa cidade”. Sobre todo o processo em si do movimento, Claiton ainda acredita na importância da série de fatores levantados que são extremamente importantes e poderão alinhar estratégia de ação e a expectativa das lideranças da cidade. Opinião que também é abraçada por entidades mais tradicionais, como o SEBRAE, pois segundo Altenir Agostini, gerente regional do SEBRAE na Serra Catarinense: “A fase dois do Criaticidade está carregada de expectativas, pois a definição de propósito comum irá levar à convergência de esforços dos diversos atores. A partir desse marco acredito que teremos a oportunidade de ver as coisas acontecerem com maior velocidade e as transformações necessárias começarão a se concretizar”. Patrocinado pelas empresas Klabin, NDD, Flex, Banco da Família, Engie, CJ Automotiva, Transul, Expert Engenharia   , Vossko e Serrana Engenharia, com total apoio da Prefeitura de Lages e demais entidades públicas, o Criaticidade vai ser apresentado pela Glóbulo dia 21 de novembro em evento no Cine Marrocos, e disponibilizado publicamente através de um portal onde todos terão acesso para pesquisa. Kalyta Camargo & Giuliana Korzenowski Organika – Experiências em Comunicação  Telefone: 48 99172.7996

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Turma da Árvore fatura mais de R$ 1 milhão e se torna o primeiro Boitatá do Orion Parque

Objetivo do reconhecimento é potencializar os resultados alcançados, fazendo com que outras empresas atinjam patamares simbólicos semelhantes A empresa Turma da Árvore, residente do Orion Parque Tecnológico desde outubro de 2018, atingiu, em menos de um ano, um resultado que nos encheu de orgulho. Em pouco mais de nove meses em 2019, foi faturado pela empresa mais de R$ 1 milhão de reais. Objetivo do reconhecimento é potencializar os resultados alcançados, fazendo com que outras empresas atinjam patamares simbólicos semelhantes. Em pouco mais de nove meses em 2019, foi faturado pela empresa mais de R$ 1 milhão de reais. A ideia do boitatá é fazermos uma referência regional com os unicórnios, empresas de tecnologia avaliadas em mais de um bilhão de dólares antes de abrir seu capital em bolsas de valores. A principal característica de uma startup unicórnio é a inovação no mercado em que pertence, e oito empresas brasileiras já estão neste seleto grupo. Não temos uma empresa unicórnio ainda no Orion Parque, mas já temos o nosso primeiro boitatá. Esse resultado histórico, o primeiro de uma empresa residente do Parque Tecnológico, demonstra o crescimento do ecossistema e o impulso que as iniciativas do Orion Parque promovem sobre as empresas que fazem parte dele. A divulgação do resultado foi numa cerimônia no Orion Parque, nesta sexta-feira (20/09). Na oportunidade, estiveram presentes representantes da imprensa, do poder público municipal e equipe Turma da Árvore, além de empreendedores residentes do Orion Parque. De acordo com o Hemerson Schenato, Head de Empresas e Startups do Orion Parque, o resultado é emblemático para quem ainda tem dúvidas sobre empreender numa cidade do interior, como Lages. “Isso demonstra a maturidade e a força dos negócios regionais, de Lages, e principalmente das startups que estão aqui dentro do Parque. Elas têm potencial de impacto, tanto a nível Brasil como no mundo. Isso inspira novos empreendedores e mostra que é possível acontecer aqui em Lages, e que não são apenas empresas de fora que dão certo. É uma amostra que essa força regional de negócios também dá certo e que as pessoas podem criar seus negócios, sendo bem-sucedidas”, enfatizou. O trabalho da Turma da Árvore é pulverizado numa série de iniciativas que preconizam “compensar e equilibrar os prejuízos ao meio ambiente causados por atividades essenciais à existência humana”. Algumas árvores frutíferas foram plantadas no espaço externo do Centro de Inovação no dia da cerimônia. “O objetivo da Turma da Arvore é trabalhar só com o ambientalmente correto, o socialmente justo e o economicamente viável. É uma premissa nossa trabalhar com o compromisso de geração de receita sempre focado nas questões ambientais. A Turma da Árvore nasceu com este propósito, que seguimos em frente. Se nós tivéssemos ido apenas pelo fato do recurso financeiro, nós teríamos ido mais longe já, mas a gente não abre mão da nossa premissa”, comentou o coordenador da Turma da Árvore Alexander Comandolli. Pesquisa e Desenvolvimento para fomentar ideias de empreendimentos Um dos maiores nichos de trabalho da Turma da Árvore é a pesquisa e desenvolvimento de soluções nos diversos escopos de projetos desenvolvidos junto ao conglomerado (Turma da Árvore/Construtora Turma da Árvore e Re-Ciclo e IDC – Instituto Dorvalino Comandolli), todos eles ligados ao ambientalmente correto. São 28 áreas diferentes de atuação, desde a geração de energia sustentável até a construção de casas. “Resolvemos problemas velhos de formas inovadoras. Já temos hoje filiais físicas em Portugal e pretendemos expandir também para os EUA”, comentou Alex. Exemplos inovadores na área ambiental Plantio de árvores enclausuradas em Mariana (MG). Tuktuk solar, máquina transformadora de vidro em areia. Reaproveitamento de lixo sólido e orgânico. Bandejas sustentáveis, biodegradáveis e recicláveis. Fabricação de casas sustentáveis, reaproveitando materiais reciclados. Essas são apenas algumas das muitas ideias já colocadas em prática pela Turma da Árvore desde o início dos trabalhos. “Somos focados em fazermos projetos ambientalmente corretos e estamos quebrando alguns paradigmas”, observa Comandolli. No evento de comemoração do resultado, na sexta-feira (20/09), foi comentado do negócio da máquina transformadora de vidro em areia. Já com a tecnologia patenteada há duas semanas – e sendo o vidro um dos grandes agravantes nos lixões/aterros sanitários nas cidades, pois leva de 200 a mil anos para se decompor –, o objetivo é a redução dos vidros e da logística reversa de garrafas, pois a cada 14 carretas de garrafas, uma caçamba de areia pode ser gerada, com alta vantagem de custo logístico. Dessa forma, será possível praticar esportes sobre o vidro sem se cortar, pois terá virado areia normal, como se acabasse de ter sido extraída do rio.

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KLS – Surf Sem Chave recebe aporte no Shark Tank Brasil

A empresa virtual do Orion Parque Tecnológico KLS – Surf Sem Chave foi uma das participantes do episódio da semana passada do Shark Tank Brasil, programa exibido no Canal Sony Brasil. O Shark Tank mostra uma negociação real entre investidores e empreendedores, na qual os donos de negócios em desenvolvimento são desafiados a apresentar o seu negócio aos tubarões (sharks) para tentar adquirir investimentos e impulsionar o crescimento da empresa, em troca de uma participação percentual de um ou mais tubarões, que passarão a serem sócios deles. Na oportunidade, os empreendedores do KLS – Surf Sem Chave conseguiram que Cristiana Arcangeli, empresária com participações no mercado de beleza, bem-estar e alimentos funcionais, aportasse R$ 550 mil por 25% de participação na empresa. Atualmente com quatro sócios (dois a meio período e mais dois em tempo integral), além de um bolsista do programa Sinapse da Inovação, o KLS busca agora, com esses recursos, fomentar o trabalho já construído. “Um amigo indicou para o meu irmão e ele se inscreveu no site. Depois fomos passando pelas seleções até sermos aprovados para participar do programa. A maior parte do dinheiro aportado será investido em produção e uma parcela em marketing, além de viagens de parceiras e pesquisa e desenvolvimento.”, comentou Cassiano Aguiar, responsável pelo marketing do KLS. A empresa é de Criciúma (SC) e passou na sexta operação do edital Sinapse da Inovação SC (2017-2018) inscrevendo o projeto por Lages. Atualmente, o KLS – Surf Sem Chave é uma empresa virtual do Orion Parque, podendo utilizar a infraestrutura e os serviços dentro do parque tecnológico, apesar de não ser uma empresa instalada fisicamente no Centro de Inovação ou nos terrenos disponíveis. Reveja aqui a participação do KLS – Surf Sem Chave no Shark Tank. https://www.youtube.com/watch?v=3LdnhBPL8Ds Conheça mais a Key Less Surf Há seis meses disponível para ser comprado, o KLS – Surf Sem Chave foi desenvolvido para garantir segurança e liberdade para os esportistas do mundo todo, oferecendo uma alternativa fácil para quem gosta de praticar atividades esportivas ao ar livre, entre elas surfe, skate, corrida ou caminhada, sem a necessidade de carregar a chave do carro.  O KLS é o primeiro e único sistema de segurança a usar pulseiras e demais acessórios, compatível com todos os veículos, despertando interesse do mundo inteiro. O KLS já chegou a 15 estados brasileiros e 4 países. Com mais de 4,23 bilhões de combinações diferentes na identidade de cada pulseira e bloqueio de tentativas incorretas, o KLS Band traz tranquilidade a você e segurança para seu veículo. A instalação é simples para qualquer autoelétrica que trabalhe com alarmes automotivos e acessórios eletrônicos para veículos. ​ Diferenciais: – Pulseiras à prova d\’água (IP67); – Dispensa uso de baterias; – Cadastre até 4 pulseiras; – Cartão de acesso e Token de Segurança; – Sensor presencial interno de disparo; – Bloqueio do veículo; – Compatível com chave presencial ou convencional;   Saiba mais sobre as empresas virtuais do Orion Parque Empresas virtuais são aquelas que durante um determinado período desenvolveram produtos, processos, estratégias ou modelos para a resolução de um determinado problema, mas que não podem estar presentes fisicamente dentro do nosso Centro de Inovação – seja por limitação de espaço ou por já estarem funcionando em outro local. Essas empresas, depois de credenciadas, poderão utilizar a infraestrutura e os serviços dentro de nosso parque tecnológico, apesar de não estarem instaladas fisicamente. Elas também apoiarão o desenvolvimento geral do Centro de Inovação. Os projetos das empresas virtuais são aqueles que buscam solucionar certos problemas ou prevejam criação de situações mais confortáveis que as anteriores, mas que ainda não foram designadas ou pensadas anteriormente. Escaneie o QR code abaixo, com o seu celular, e reveja a participação do KLS – Surf Sem Chave no Shark Tank Brasil

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