Orion Parque

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Fapesc divulga aprovados para o edital do programa Programa Nascer 2020/2

Webinar de abertura da segunda turma do Cocreation Lab Serra foi nesta terça-feira (15/09) , de forma online A Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) divulgou as propostas que integração o Programa Nascer nos próximos cinco meses. São projetos que serão incubados em 15 cidades catarinenses: Blumenau, Brusque, Caçador, Chapecó, Criciúma, Florianópolis, Itajaí, Jaraguá do Sul, Joaçaba, Joinville, Lages, Rio do Sul, São Bento do Sul, Tubarão e Videira. Em Lages, o Orion Parque é polo do Cocreation Lab Serra. O Programa Nascer é uma iniciativa da Fapesc e Sebrae/SC e tem como objetivo dar o suporte necessário para que as ideias possam passar por um período de pré-incubação. Durante cinco meses, os participantes passarão por diversas atividades por meio da metodologia exclusiva TXM Business, além de mentorias, palestras e networking. Os projetos serão desenvolvidos dentro do Cocreation Lab, espaços colaborativos, que estimulam a criatividade e o empreendedorismo, que estão dentro dos Centros de Inovação. Depois, estarão prontos para serem incubados ou receberem investimento. Na última edição, foram aprovadas 150 ideias em 15 cidades. Cada turma recebe pré-incubação gratuita com mentorias, palestras, workshops, além de criar uma rede de contatos entre os participantes, que depois poderá viabilizar a abertura da empresa. O Nascer é realizado dentro dos núcleos da pré-incubadora Cocreation Lab, que ficam nas cidades de Blumenau, Brusque, Caçador, Chapecó, Criciúma, Florianópolis, Itajaí, Jaraguá do Sul, Joaçaba, Joinville, Lages, Rio do Sul, São Bento do Sul, Tubarão e Videira. São ambientes colaborativos e que estimulam a criatividade, onde os participantes farão os encontros online e terão acesso a diversas ações que os ajudarão a transformarem os planos em realidade. Confira aqui a lista final de todos os selecionados O Cocreation Lab, que está associado também aos Centros de Inovação do Governo do Estado, é quem viabiliza a plataforma da metodologia exclusiva TXM Business. “Mais uma etapa do Programa Nascer de empreendedorismo inovador está se concretizando. Temos um número expressivo de ideias aprovadas e isso com certeza vai auxiliar na retomada da economia de Santa Catarina nesse período que estamos enfrentando por causa da pandemia da Covid-19. No Programa, os empreendedores poderão estruturar melhor seus planos de negócio e com isso teremos novas empresas catarinenses no futuro”, celebra Fábio Zabot Holthausen, presidente da Fapesc. No Cocreation Lab os empreendedores utilizam um ambiente colaborativo voltado para pessoas que tenham ideias nas áreas de economia criativa com potencial de gerar novos empreendimentos. Os negócios são amadurecidos através de mentorias, consultorias técnicas e mercadológicas, palestras, ferramentas e materiais de apoio que transformam a ideia em um negócio viável. “Recebemos muitas ideias criativas. Agora, os empreendedores passarão por cinco meses intensos de muito aprendizado. Esperamos que ao fim desse período os projetos saiam bem preparados para o mercado, prontos para oferecerem soluções inovadoras a Santa Catarina”, comenta o professor da UFSC e idealizador do Cocreation Lab Luiz Salomão Ribas Gomez, que foi entrevistado quando esteve em Lages, no último mês de junho. Propostas selecionadas para Lages Julia Rodrigues, gestora do Cocreation Lab Serra no Orion Parque , comenta que, mesmo com a pandemia, as atividades tiveram poucas modificações decorrentes do planejamento inicial das atividades, que devem ser mantidas com a nova turma. Serão 12 ideias que passarão pelo processo de pré-incubação, com duração de cinco meses. \”Buscaremos continuar de forma híbrida, com atividades presenciais e online. Serão cinco meses de acompanhamento dos projetos, através de webinars, mentorias e eventos de cocriação\”, ressaltou. A primeira turma do Cocreation Lab Serra, que iniciou em março, encerra as atividades agora no final do mês. \”Já estamos marcando data para apresentação do pitch final dos participantes. Será através de uma banca em parceria do Cocreation Lab e FAPESC\”, lembrou Julia. Plataforma de Arquitetura e cápsula de álcool em gel Arquiteto e urbanista, Anderson Faccin teve um projeto aprovado para a segunda turma do Cocreation Lab Serra. Trata-se do Coarq – Arquitetura Colaborativa. A ideia é a criação de um sistema online de captação e redistribuição de projetos na área de construção civil. \”Estou bastante ansioso e tenho certeza que esse período de pré-incubação no Orion Parque, juntamente com o pessoal do Cocreation, será fundamental para o desenvolvimento dessa ideia\” Outra ideia que vai ser desenvolvida será a de Kauana Ribeiro de Freitas. Estudante do IFSC, ela participou no início do ano do Reuni Challenge Covid-19 e agora continuará na ideia que foi previamente desenvolvida na edição de maio do evento: cápsula biodegradável de álcool em gel, que ficou com o segundo lugar. \”Contamos com a ajuda do programa Nascer par a fazer uma bela estruturação desse negócio, colocar no papel de forma clara para que depois isso ajude alavancar essa ideia e tornar um grande negócio\”, disse. Com informações FAPESC

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Prêmio Inovação Catarinense da Fapesc está com inscrições abertas

Professores, pesquisadores, empresas e governos com trajetória de destaque na inovação serão homenageados pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc). Já estão abertas as inscrições para uma das mais tradicionais premiações do Estado, o Prêmio Inovação Catarinense – Professor Caspar Erich Stemmer, edição 2020. Os interessados em participar podem se inscrever até 3 de novembro diretamente na plataforma da fundação. Os detalhes do edital podem ser visualizados no site da Fapesc. Serão destinados R$ 330 mil para os primeiros colocados em 11 categorias. Quem ganhar o primeiro lugar recebe R$ 15 mil, o segundo, R$ 10 mil e o terceiro, R$ 5 mil, além de certificado e troféu. O presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen, lembra que o objetivo desse prêmio é reconhecer diferentes trabalhos realizados em cada canto do Estado. “Temos um ecossistema muito forte e que segue se expandindo. Nosso propósito é valorizar essas histórias e fortalecer a importância de todos, desde o aluno até o professor, o pesquisador e a empresa que está lá na ponta produzindo. Todos estão engajados na construção do setor de inovação de Santa Catarina, que já é referência para o Brasil e desponta internacionalmente”, comenta. As categorias do prêmio são: Agente da Inovação (pesquisadores catarinenses), Professor Inovador (docentes), Jovem Inovador (estudantes da educação básica),  Projeto Acadêmico Inovador (estudantes de graduação), Inventor Independente (sem vínculo com instituições), Empresa Inovadora (iniciativa privada), ICT Inovadora (instituições de ensino, pesquisa e tecnologia), Inovação em Produtos (iniciativa privada), Inovação em Serviço ou Processo (empresas), Inovação de Impacto Socioambiental (iniciativa privada e organizações da sociedade civil) e Governo Inovador (órgãos públicos municipais e estaduais). O Prêmio Inovação Catarinense foi criado pela Lei 14.328, de 2008 (Lei Catarinense de Inovação) e dispõe sobre incentivos à pesquisa científica e tecnológica e à inovação no ambiente produtivo, visando à capacitação em ciência, tecnologia e inovação, permitindo o equilíbrio regional e o desenvolvimento econômico e social sustentável do Estado de Santa Catarina. A premiação homenageia a memória do Professor Caspar Erich Stemmer, personalidade catarinense de destaque nacional no desenvolvimento da ciência, da tecnologia e da inovação. A gerente de Inovação da Fapesc, Gabriela Mager, reforça a importância de divulgar essas histórias para que os catarinenses conheçam e valorizem quem produz inovação em Santa Catarina. “A ideia é premiar os estudantes, professores, pesquisadores, empresas e instituições governamentais por suas ideias inovadoras e, ao mesmo tempo, divulgá-las para que a sociedade catarinense tenha conhecimento e se surpreenda com o desenvolvimento científico e tecnológico de nosso Estado”, defende. Edições anteriores A Fapesc já realizou oito edições do Prêmio Inovação Catarinense – Professor Caspar Erich Stemmer. Desde 2009, foram homenageadas mais de 100 personalidades e instituições e destinados. A fundação também destinou mais de R$ 2,3 milhões para esses trabalhos e trajetórias de destaque na inovação catarinense. Só na edição de 2019, que teve cerimônia de premiação em fevereiro de 2020, foram 30 homenageados. Entre eles está a professora Giselle Araújo e Silva de Medeiros, vencedora na categoria Professor Inovador. Ela incentivou estudantes da rede pública de ensino de Florianópolis a entrar no mundo da tecnologia, aprendendo e criando soluções para os problemas da comunidade. “O orgulho é muito grande porque a gente já tem alunas que estão no mercado de trabalho, que estão atuando como jovem aprendiz na área de tecnologia e desenvolvendo seu potencial. A riqueza é a escola pública de qualidade”, defendeu a professora ao saber do resultado da premiação. Também fez parte da lista de vencedores, na última edição, a prof. Maria de Lourdes Borba Magalhães, da empresa Scienco Biotech, residente no Orion Parque. Na oportunidade, a prof. Maria foi uma das premiadas na categoria Agente de Inovação, que destaca pesquisadores com atuação em Santa Catarina que tenham, ao longo de sua trajetória, contribuído na conversão do conhecimento em inovação, gerando significativa contribuição ou impacto para a sociedade. A Defesa Civil de Estado também esteve entre os reconhecidos, levando o primeiro lugar na categoria Governo Inovador com o Centro Integrado de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cigerd). A estrutura é responsável por integrar diferentes regiões do Estado em momentos de desastre. \”É um projeto moderno, inovador e que traz 20 regionais de Santa Catarina, todas interligadas por videoconferência. Todos ao mesmo tempo podendo conversar e resolver os problemas. É um projeto reconhecido internacionalmente”, destacou o diretor da Gestão da Educação da Defesa Civil, Alexandre Correia Dutra, durante a cerimônia. A lista dos finalistas dessa edição será divulgada em 1º de março de 2021. Com informações FAPESC.

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Em cerimônia do Governo do Estado, incubadas do Orion recebem recursos do edital Tecnova II

Em cerimônia realizada na segunda-feira (10), em Lages, o governo do Estado de Santa Catarina trouxe importantes entregas para segmentos essenciais, agora em época de pandemia do novo coronavírus. Entre eles, destacam-se importantes recursos para a saúde, a infraestrutura e a educação da região Serrana, além de 28 leitos de UTI exclusivos para o tratamento da doença provocada pelo novo coronavírus. Isso significa mais nove leitos de terapia intensiva para pacientes da Serra, já que serão realocados 19 leitos exclusivos para Covid-19 hoje instalados na parte antiga do hospital. No total, foram apresentados investimentos de cerca de R$ 78 milhões na região. Dentre esses recursos, está o repasse para duas startups incubadas no Orion Parque Tecnológico, contempladas em maio no edital Tecnova II, da Fundação de Amparo à Pesquisa de Santa Catarina (FAPESC).  Com o investimento em desenvolvimento e inovação, a Fapesc repassou recursos para pesquisa e desenvolvimento de duas empresas: a Scienco Biotech, com o projeto de Desenvolvimento de tecnologia inovadora para imunodiagnóstico aviário, dentro da cadeia produtiva de alimentos, receberá R$ 150 mil. Já a empresa Sul Florestas Geo Engenharia Ltda, com a ideia da Plataforma SFMapp, receberá R$ 200 mil. Ambas as empresas estão vinculadas ao Orion no edital de Projetos Inovadores. Na oportunidade a Fapesc também lançou dois editais de chamada pública para o Programa de Apoio a Projetos de Pesquisas para a Capacitação e Formação de Recursos Humanos em Taxonomia Biológica (R$ 160.000,00) e para o Programa de Pesquisa Ecológica de Longa Duração (R$ 200.000,00).  De acordo com André Leonardo Buck, um dos sócios da Sul Florestas Geo Engenharia, esse recurso será fundamental para o desenvolvimento da plataforma, que terá 24 meses para execução e contará com contra-partida da própria startup.   “O Tecnova II foi super importante para aceleração do desenvolvimento da plataforma SFMapp e será, também, na disponibilização dela no mercado”, lembrou. A SFMapp trata-se de uma solução para coleta, processamento e disponibilização dos dados e informações georreferenciadas, para o mercado de florestas plantadas.  Já o \”Desenvolvimento de tecnologia inovadora para imunodiagnóstico aviário\”, da Scienco, é uma nova molécula para diagnóstico imunológico.  Saiba mais sobre o Programa Tecnova II O Programa TECNOVA foi voltado para empresas, independentemente do tipo societário sob o qual fossem constituídas, que se encaixasse em requisitos como: faturamento bruto anual de até R$ 16 milhões; data de registro na Junta Comercial ou no Registro Civil das Pessoas Jurídicas de sua jurisdição até pelo menos seis meses antes do lançamento do edital (abril de 2019); garantia de oferecimento de Contrapartida Financeira mínima de 5%; demonstração de ter efetuado qualquer atividade operacional, não-operacional, patrimonial ou financeira até pelo menos três meses antes do lançamento do edital (julho de 2019) e objeto social que contemplasse atividade compatível com a que será desempenhada no projeto proposto na data de divulgação do presente edital. As propostas deveriam se encaixar nas seguintes temáticas: Tecnologias da Informação e Comunicação; Saúde; Inovação, Diversificação e Competitividade; Cadeia Produtiva de Alimentos; Gestão Pública e Turismo. Dos R$ 7,5 milhões disponibilizados pelo TECNOVA, R$ 5 milhões são financiados pela Finep e os outros R$ 2,5 milhões serão investidos pela Fapesc. Com informações: Governo do Estado de Santa Catarina e FAPESC

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Em dois anos inovando e promovendo networking, CHIMAtalks chega à quinta temporada

Com o período de pandemia, o formato do CHIMAtalks, de roda de conversa e mate entre os participantes presenciais, precisou ser inovado. Os mates passaram a ser individuais e os participantes remotos; para o início dessa nova fase, a expectativa é que a quinta temporada traga grandes conexões e novas ideias em discussão. Estreando a quinta temporada nesta semana, o programa CHIMatalks, do Orion Parque, já está na sua quadragésima-segunda edição. Em dois anos de conversas temáticas, mais de 900 pessoas participaram das talks do programa que mistura dois aspectos que curtimos muito na serra catarinense: inovação e uma boa roda de mate cevado. Todos os episódios estão no nosso canal do You Tube. Na opinião de Gil Pletsch, que faz parte do Escritório de Negócios do Orion, um dos sucessos do CHIMAtalks, que completa dois anos agora dia 10 de julho, é o networking que acontece na sequência das conversas, gerando resultados tanto para o Orion como para os convidados participantes e quem assiste.   “Esses resultados podem vir em empresas para o Orion, prospecção de novos negócios, e até mesmo pessoas perguntando como elas podem levar o CHIMAtalks para a sua cidade ou região. Há uma expectativa agora para o próximo período da gente tentar expandir isso para outros locais, de alguma forma, já que ainda estamos desenhando o modelo”, disse Pletsch.  Idealizador e apresentador do programa desde a primeira edição, Gil comenta que o networking é o aspecto diferenciador do programa.  “Sempre tivemos bons resultados e compartilhamento de ideias rolando no pós-CHIMAtalks, mesmo quando era presencial. Agora, de forma remota, a gente tenta fazer isso de outras formas”, reforça.   Gil fala também que um grandes diferenciais é o formato do programa, que oferece discussão e troca de ideias, privilegiando esses aspectos no lugar de lives únicas ou falas exclusivas.   “Isso tem sido um dos nossos diferenciais. CHIMAtalks é um modelo de talk. Não é uma live, não é um único speaker, não é um workshop. Esse modelo foi bem diferenciado do que há no mercado. Antes da pandemia nós já tínhamos algumas participações de forma remota, de alguns talkers, e isso também já era uma inovação, antes de todo esse período agora de pandemia. Conseguimos adaptar rápido”, comenta.  O CHIMAtalks tem apoio na realização de Mate in Box! ImagemTV, Sebrae-SC, AT Plus Internet , FAPESC e Prefeitura de Lages são os mantenedores. Edição 42 discute esporte como eixo econômico De que forma o esporte pode ser um motor para reaquecer a economia? O que a pandemia atualmente pode ter a ver com a retomada do setor esportivo? Esses serão os destaques do CHIMAtalks 42, que será realizado amanhã, dia 07/07 ?? Na estreia da nova temporada, temos uma parceria com o programa Papo de Copa, da rádio Mix Lages! Dia 07 de julho, às 19h00, você poderá assistir ao vivo o programa. Mas corra que as inscrições são limitadas!!!! Inscreva-se em: https://plid.in/chimamix42 

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Com apoio da Fapesc, Orion Parque completa quatro anos de incentivo à inovação no Planalto Serrano

Para reforçar a parceria, a Fundação lançou na última quarta-feira, 24, um edital para fomento de programas e projetos voltados ao empreendedorismo inovador. O objetivo da chamada pública 11/2020 é consolidar o Orion Parque como referência de tecnologia e inovação, na criação de novos negócios e na qualificação de profissionais. O primeiro centro de inovação do Governo do Estado completa quatro anos impulsionando o ecossistema de tecnologia e inovação da Serra catarinense. Muitas das ações desenvolvidas pelo Orion Parque foram colocadas em prática com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc). Para reforçar a parceria, a Fundação lançou na última quarta-feira, 24, um edital para fomento de programas e projetos voltados ao empreendedorismo inovador. O objetivo da chamada pública 11/2020 é consolidar o Orion Parque como referência de tecnologia e inovação, na criação de novos negócios e na qualificação de profissionais. A aproximação do ambiente acadêmico com as empresas dá oportunidade para que boas ideias se tornem negócios viáveis, impactando na economia e na geração de novos empregos. Serão destinados R$ 100 mil à organização da sociedade civil (OSC) que apresentar a melhor proposta de promoção do ecossistema de Ciência, Tecnologia e Inovação (CTI) de Lages e região. Os recursos são provenientes de emenda parlamentar da deputada federal Carmen Zanotto. O presidente da Fapesc, Fábio Zabot Hothausen, explica que é a primeira vez que a Fundação recebe e operacionaliza recursos de uma emenda parlamentar. “Para nós é muito importante buscar novas fontes para fomentar as ações de CTI em nosso Estado. Agradeço à deputada Carmen Zanotto e tenho certeza que a chamada pública irá contribuir para o fortalecimento das ações de empreendedorismo inovador no Centro de Inovação de Lages” comenta. Para o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Rogério Siqueira, novas parcerias agregam e multiplicam o alcance das ações de inovação. “Os Centros de Inovação são ferramentas pensadas e planejadas justamente para fortalecer o ecossistema de inovação do Estado, e fazem isso por meio de cooperação entre  universidades, sociedade civil, poder público e empresas que, integradas, trabalham na construção de soluções inteligentes”, avalia.As instituições interessadas em participar da chamada podem ser inscrever até o dia quatro de agosto, diretamente na plataforma da Fapesc. Para isso, é necessário enviar uma proposta de trabalho no Portal SC Transferências. O edital completo pode ser acessado em www.fapesc.sc.gov.br. Incentivo ao empreendedorismo inovador A Fapesc tem apoiado projetos e ações dentro do Orion Parque. Um deles é o Programa Nascer, que já na primeira edição está ajudando a desenvolver ideias que em breve poderão se tornar negócios viáveis. O programa está com inscrições abertas até 20 de julho para a segunda edição, quando vai selecionar mais 10 projetos. O Orion Parque, em Lages, é um dos polos do Nascer pelo estado.  Também foram destinados mais R$ 100 mil ao centro de inovação para monitoramento e aprimoramento do ecossistema local. A Fundação providenciou ainda dois bolsistas, em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), para aplicar um projeto de melhoria das funções de governança do ecossistema de CTI em Lages. Com projetos e parcerias voltados ao Centro de Inovação, Fapesc e Governo do Estado garantem investimentos para fortalecer o empreendedorismo inovador, a geração de emprego e renda. “Aproveito para parabenizar o Orion Parque por seus quatro anos de conquistas e sucesso, contribuindo decisivamente na construção de uma comunidade empreendedora e inovadora na região serrana”, finaliza Fábio. Com informações FAPESC.

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Edital NASCER/CocreationLab inscreve até dia 20/07

Com edital aberto até o dia 20 de julho, o programa NASCER, da FAPESC, é a oportunidade de quem busca começar um negócio ter acesso a mentorias e conhecimento empreendedor; confira entrevista com Luiz Salomão Ribas, um dos coordenadores do CocreationLab. Lançado no dia 20/05, o Programa NASCER, da FAPESC, em parceria com o Sebrae/SC, incentiva o empreendedorismo inovador e oportuniza, desde o início do ano, que 150 ideias empreendedoras, em 15 cidades catarinenses, participem de pré-incubação gratuita com mentorias, palestras e workshops, além de manter uma rede de contatos entre os participantes.  Utilizando a metodologia do Cocreation Lab – um ambiente colaborativo voltado para pessoas que tenham ideias nas áreas de economia criativa com potencial de gerar novos empreendimentos -, os negócios são amadurecidos através de mentorias, consultorias técnicas e mercadológicas, palestras, ferramentas e materiais de apoio que transformam a ideia em um negócio viável. Visitando o pólo de Lages, instalado no Centro de Inovação do Orion Parque, Salomão Ribas, um dos responsáveis pela implantação dos Cocreation em todo Estado – através do edital NASCER, da FAPESC – conversou conosco sobre o novo edital do programa.  Qual a principal expectativa agora para essa segunda edição do edital NASCER? A gente tem duas expectativas. Uma sobre o problema da COVID-19 e o afastamento social, já que pode não ter tanta inscrição pelo medo da aproximação – que é o que a gente espera que não aconteça, porque queremos mais inscritos que a outra vez.  A outra expectativa é uma expectativa positiva, por conta da retomada. Muitas pessoas perderam o emprego, empresas fecharam e empreender pode ser uma grande oportunidade. O que a gente quer é que as expectativas deem certo.  Falamos muito em retomada, e o Cocreation Lab, e o edital NASCER, podem ser uma opção para as pessoas se prepararem para ter o seu próprio negócio.  Como  muitas pessoas estão atualmente no seguro desemprego, e tá difícil conseguir emprego, quem sabe não saiam bons negócios nesses próximos cinco  meses, de agosto a dezembro 2020, quando ocorre o período do edital do segundo semestre?  No próprio emprego que ele tinha, quando estava trabalhando, de repente lá tinha uma ideia que pode virar um negócio.   Uma padaria, ou um mercado, uma loja, por exemplo. O empreendedor pensa: poxa, se eu fizesse isso poderia ser diferente, poderia ajudar inclusive o ex-patrão em projetos que apoiem a inovação dentro dos novos negócios. Essa é uma das coisas que temos expectativa. Queremos que essa nova fase do Cocreation e do programa NASCER sejam uma boa representação para essa retomada.  Como foi a retomada das atividades para os participantes que já estão no edital, desde o início do ano, por conta da pandemia?  O começo foi muito mais difícil, mas agora o pessoal começou a engrenar. Os participantes estão usando mais a plataforma, respondendo mais às atividades e usando os recursos disponíveis ali como suporte para as suas ideias. É claro que se a gente tivesse com eles mais tempo presencialmente, poderíamos conseguir ajudar ele mais com o usos e possibilidades, mas estamos tentando fazer o possível para convencê-los a participar bastante, e ter resultado.  Estamos tendo ideias no estado inteiro, que inclusive já estão virando negócios antes mesmo de terminar o programa de cinco meses. Gente recebendo incentivo, aparecendo na mídia. Estamos divulgando os projetos, aqueles que já estão mais maduros, como por exemplo o Agendaaqui,  Ele é de São José (SC), e já começou a funcionar numa loja de franquia de chocolates que tem 5 milhões de clientes. Eles ainda estão participando do CocreationLab, da turma que começou no início do ano, e tiveram que mudar totalmente os recursos tecnológicos do negócio, já que tinham preparado uma plataforma para apenas 3 mil clientes! Quais os tipos de público e negócios, entre os menos e mais desenvolvidos, que podem participar do CocreationLab? Existem aqueles negócios que já tem um produto pronto, outros que tem apenas o plano de negócio pronto, ou que já tem até pra quem vender: todos esses públicos podem participar do Cocreation. Utilizamos uma metodologia, a TXM (Think, eXperience e Management), que transforma ideias em negócios e assim podemos ajudar o empreendedor em qualquer etapa. O formato é muito colaborativo. Então, se o teu projeto pensa numa coisa, e o meu em outra e um outro tem uma diferente frente de trabalho, por exemplo, sendo todos os projetos diferentes entre si, colaborativamente todos podemos aprender coisas novas. Todos se conversam e chegam a isso.  Numa segunda etapa contamos com os mentores, que são pessoas da região, com experiência em administrar negócios, e ajudam os empreendedores que participam do Cocreation. O fato do mentor ser local só traz vantagens.  Eles falam a mesma língua dos empreendedores, falam dos problemas regionais. A função do mentor não é salvar um projeto, mas sim gerar mais dúvidas para que esse projeto se entenda. Não é pegar pela mão e levar. Não é nem dar o peixe e nem ensinar a pescar, é mostrar onde está a vara. É dar a dica para o empreendedor. O mentor conta a história da vida dele: o que deu certo para ele, porquê e como ele se ferrou, as oportunidades que ele teve.  Os mentores, de certa forma, “completam” o negócio. Um negócio completamente tecnológico, por exemplo, que tenha três engenheiros, e não tenha ninguém de marketing, pode ter um mentor dessa área de marketing, porque de engenharia ele não precisa, ele já sabe bem dessa temática. Um outro projeto que só tenha pessoas de administração, por exemplo, recebe pessoas de tecnologia para ser o mentor dele, e assim por diante.  Como será utilizada a sala do Cocreation Lab Serra que foi instalada aqui no Orion Parque? A sala está pronta. A partir de agora a ideia é utilizá-la,  mas todo mundo ainda tem um pouco de receio. se ainda dá por conta das restrições aqui, mas eu já conversei com os participantes, que poderão utilizá-la. Semestre que vem já queremos começar com os workshops. Nós temos algumas diretrizes

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Fapesc lança 2ª edição do Programa Nascer para pré-incubação de ideias

Orion Parque, em Lages, é um dos polos Nascer pelo estado Uma ideia inovadora pode se transformar em novos negócios, em uma empresa de sucesso e em mais empregos. Para incentivar esse processo, a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc), vinculada à Secretaria do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), lançou na quarta-feira, 20/05, mais uma edição do Programa Nascer. A iniciativa ajuda no desenvolvimento de projetos para que depois possam ser incubados. Os interessados em participar devem se inscrever diretamente no site da fundação www.fapesc.sc.gov.br , de 25 de maio a 30 de junho. O Programa Nascer é realizado via parceria entre Fapesc e Sebrae/SC para incentivo do empreendedorismo inovador. Na última edição, foram aprovadas 150 ideias em 15 cidades. Cada turma recebe pré-incubação gratuita com mentorias, palestras, workshops, além de criar uma rede de contatos entre os participantes, que depois poderá viabilizar a abertura da empresa. Segundo o presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen, o objetivo do Programa Nascer é capacitar negócios que estão ainda na fase embrionária e dar apoio para organizar e fortalecer as ideias. “Assim, quando surgirem oportunidades de mercado ou mesmo de fomento, estes empreendedores estarão preparados. Este é o momento de aprender, errar, testar e seguir empreendendo”, explica. Para o secretário de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Lucas Esmeraldino, o contexto atual exige, mais do que nunca, inovação para impulsionar novas ideias. “A Fapesc, por meio da SDE, tem esse papel de fomentar o crescimento na economia criativa. Por isso o Governo do Estado incentiva novos negócios com ações como o Programa Nascer”, destaca. Já o diretor superintendente do Sebrae/SC, Carlos Henrique Ramos Fonseca, lembra da relevância de estimular a criação de novos negócios. “Esse programa é de extrema importância para fomentar novas ideias de negócios e para estimular o empreendedorismo planejado. Empreender pode ser a alternativa para milhares de brasileiros enfrentarem esse momento de crise. Por meio dessa parceria, o Sebrae/SC vai garantir suporte aos empreendedores selecionados para que os seus negócios sigam o caminho do sucesso”, comenta o diretor. O Nascer é realizado dentro dos núcleos da pré-incubadora Cocreation Lab, que ficam nas cidades de Blumenau, Brusque, Caçador, Chapecó, Criciúma, Florianópolis, Itajaí, Jaraguá do Sul, Joaçaba, Joinville, Lages, Rio do Sul, São Bento do Sul, Tubarão e Videira. São ambientes colaborativos e que estimulam a criatividade, onde os participantes farão os encontros presenciais e terão acesso a diversas ações que os ajudarão a transformarem os planos em realidade. O Cocreation Lab, que está associado também aos Centros de Inovação do Governo do Estado, é quem viabiliza a plataforma da metodologia exclusiva TXM Business. Para o professor Luiz Salomão Ribas Gomez, idealizador do Cocreation Lab e criador da metodologia TXM, o momento é oportuno para quem tem ideias de negócios que possam oferecer soluções para pessoas e empresas neste período de crise. “Momentos como este geram desafios, mas também oportunidades. A inovação será muito importante na retomada de diversos setores da economia”, defende. Ajuda no desenvolvimento de ideias A jovem Thamize Pinotti Barros, de Brusque, está desenvolvendo o FuturaLudum, um método educacional que une comportamento e tecnologia. Junto com o sócio Rafael Henrique Pinotti, pretende preparar crianças e jovens para viver no que chama de sociedade 5.0, em que serão necessárias habilidades sociais aliadas ao conhecimento tecnológico. Mas como tornar essa ideia um negócio viável? É aí que entra o Programa Nascer da Fapesc. Thamize e Rafael se inscreveram na primeira edição do programa e foram aprovados. Com ajuda das mentorias e do conhecimento sobre empreendedorismo, conseguiram amadurecer o projeto. As constantes entrevistas propostas pelo programa resultaram em mudanças para atender à necessidade do mercado. “A ideia em si permanece, mas a maneira de aplicá-la, de implantá-la teve de ser repensada. Esses ajustes e aprimoramentos são fatores essenciais para o sucesso do negócio”, destaca Thamize. Assim que terminar a participação no Programa Nascer, a jovem empreendedora quer aplicar um projeto piloto para testar o método em larga escala. Como resultado disso, espera conseguir apoio de aceleradores e investidores. Orion Parque é um dos polos NASCER em Santa Catarina O Orion Parque Tecnológico, em Lages, é um dos polos do estado do Programa Nascer. A primeira turma do Cocreation Serra começou as atividades em 05 de março , mantendo as ações mesmo com a pandemia de Covid-19. Na renovação do edital e a abertura de uma nova turma, a expectativa da organização do Cocreation Serra é de um bom número de inscritos e mais ideias na plataforma da FAPESC. “Queremos novamente ficar no ranking das três cidades com maior número de inscritos ao edital Nascer. A partir da experiência que tivemos com a primeira turma, que ainda segue trabalhando, queremos garantir um engajamento ainda maior dos participantes e maior facilidade de orientações. A ideia é fortalecer o comportamento empreendedor dos participantes e fomentar ainda mais o ecossistema regional de inovação”, disse Julia Rodrigues, responsável pelo espaço no Orion Parque. Segundo Julia, com as novas medidas tomadas pelo Centro de Inovação, depois do início da pandemia, algumas ações realizadas pelo Cocreation Serra tiveram que ser adaptadas. “Fomos impactados por não ter os encontros presenciais, que também são temáticas da metodologia TXM, utilizada no Cocreation, e que geram conexão e networking (rede de contatos) e apoio entre as equipes. Por outro lado, também nos foi proporcionado webinars com conteúdos variados para maturação do processo de validação da ideia”, exemplificou. Em Lages, são 10 equipes na primeira turma e 28 participantes, que tem acesso a reuniões de acompanhamento, diagnóstico inicial e encontros online, além do acesso a um ambiente exclusivo de aprendizado e troca de experiência entre os participantes do Cocreation do estado todo.   A partir de junho, os cocreators começam as ações com os mentores – profissionais locais com experiência e visão de mercado, que auxiliam os participantes na validação de ideias e tomada de decisões. “Eles têm o papel de questionar, orientar e direcionar as equipes através de conversas semanais ou quinzenais”, lembrou Julia.  Equipe planeja desenvolvimento de aplicativo para auxílio na manutenção

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