Orion Parque

FAPESC

Propostas de seis regiões turísticas de SC são selecionadas no Edital Inovatur; incubada virtual do Orion está na lista

Projetos inovadores para dinamizar o setor turístico catarinense vão receber apoio financeiro para sair do papel. O resultado final do edital de seleção do Programa Inovatur, desenvolvido em cooperação entre a Agência de Desenvolvimento do Turismo de Santa Catarina (Santur), Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação (Fapesc) e a empresa Gestalt Open Innovation, foi publicado nesta sexta-feira, 12 de fevereiro, contemplando 13 propostas de seis regiões turísticas do estado. Beer Hub é uma das contempladas “O Programa Inovatur é mais uma ação inédita da Santur, para impulsionar a inovação dos negócios do turismo e fortalecer o setor. Realizamos um amplo trabalho de divulgação do edital, com o objetivo envolver o maior número de segmentos e o trade turístico de todas as regiões do estado”, destaca o presidente da Santur, Leandro “Mané” Ferrari. Os projetos selecionados atendem diferentes segmentos, entre eles gastronomia, turismo de aventura, agroturismo, cicloturismo e camping, além de promoção de atrativos e serviços turísticos e vão receber entre R$19 e R$23 mil. Confira a lista completa das contempladas neste link. Conheça Beer Hub, uma das contempladas Uma das contempladas é a Beer Hub – startup que atualmente participa da modalidade virtual do OrionLab. Antes chamada de Route Beer, ela passou no edital de pré-incubação do CocreationLab Serra, no segundo semestre de 2020, e se transformou algumas vezes até tomar a forma de negócio que hoje tem.  O Cocreation Lab contempla uma metodologia de ambiente colaborativo voltado para pessoas que tenham ideias de negócio nas mais diversas áreas da economia criativa, com potencial de gerar novos empreendimentos.  Na prática, os negócios embrionários são amadurecidos através de mentorias, consultorias técnicas e mercadológicas, palestras, ferramentas e materiais de apoio que transformam a ideia em um negócio viável. Utilizado no Cocreation, a TXM (Think, eXperience e Management) é uma metodologia criada dentro dos corredores da UFSC e desenvolve o empreendedorismo focando na cocriação. O processo, dentro da pré-incubadora, é colaborativo e funciona aplicado em qualquer etapa de negócio, nos mais diferentes nichos de negócios. Foi graças a essas oportunidades de conversão e validação do negócio ao longo do tempo que uma proposta concebida inicialmente como sendo de serviços gerais, que teria a parceria de imobiliárias, se transformou num clube de assinaturas de cervejas com ambições bem concretas. \”Nossa ideia era tipo um \’Uber de serviço de manutenção predial\’ – algo que não tem nada a ver com o projeto atual\”, recorda Salomão Eineck Júnior, um dos empreendedores por trás da Beer Hub. Valendo-se das diferentes composições e blends que as cervejas trazem hoje aos apreciadores, a ideia de negócio hoje é ser um clube de assinaturas que proporcione mais do que a simples degustação de diferentes rótulos. \”Antes, quando finalizamos o Cocreation, a gente era um clube de assinaturas normal, que era concorrente de qualquer um outro – até de outros que não eram nem clubes específicos de cerveja. Hoje eu vejo que nos temos um negócio que tem uma pegada muito mais voltada ao Ecossistema das Cervejarias, que junta toda a cadeia de produção do produto e do trabalho das cervejarias, do que propriamente um simples clube de assinaturas. A gente é muito mais que isso\”, afirmou. \”Queremos, de fato, proporcionar para o consumidor um pouquinho do gosto de cada região. Já temos muita produção de cerveja feita aqui em Lages, de várias cervejarias. Em cada uma das cervejarias que você for e provar um gole de cerveja IPA de cada uma delas, pode-se provar um gosto diferente, porque tem por trás uma parte da história da cervejarias, a história do responsável por isso. Tem os ingredientes, como o lúpulo, que vem ali de Palmeira (SC), por exemplo. Muitas iniciativas carregam toda essa história e a gente quer agregar tudo isso\”, projeta Salomão. Primeiras entregas para os próximos meses Vitorioso na primeira edição do Cocreation Lab Serra – processo de pré-incubação que tem em média cinco meses, vinculado no Projeto Nascer, da Fapesc, – finalizado em setembro de 2020, o Beer Hub recebeu como prêmio 100% de isenção no OrionLab Virtual e registro de marca na Ranzolin Patentes. Além disso, foi graças ao vínculo com o Orion e aos mentores do Cocreation que a startup buscou fontes de fomento, como o edital Inovatur. \”Não ficamos dependendo só do Cocreation e buscamos fomento externo. O Inovatur teve início ano passado, nos inscrevemos e acreditamos porque temos um pé muito forte no turismo. Passamos da primeira fase, e agora passamos da segunda fase. O processo ali com a Santur deve começar em março. Não sabemos ainda o que faremos com o recurso que será disponibilizado, de pouco mais de R$ 20 mil, mas queremos usar ele para validarmos da melhor forma o nosso negócio, além de fechar e prospectar mais parcerias em outras cidades\”, afirmou o empreendedor.   Algumas entregas especiais, para validar as cervejas e outros mimos, já foram feitos. Já sobre o início das primeiras remessas, ainda em caráter experimental e para um público reduzido, Salomão espera que em poucos meses a BeerHub decole. \”Estávamos com ideia de lançar no início de março ou no máximo em abril. A gente acredita que até lá conseguiremos fazer todo o mapeamento que queremos. Não tem nada melhor do que entregar aquela caixa, para quem estava esperando, pegar o feedback do público\”, finaliza.  

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Plug Pets, startup do Cocreation, promove dia de Cão Terapia no Orion Parque

Interação com cães diminui o estresse, aumenta a produtividade e melhora os relacionamentos entre os colaboradores de uma empresa. Pensando nesses benefícios, as empresas e startups do Orion Parque Tecnológico receberam, nesta terça-feira (09), a visita da Hanna, cão-terapeuta da Plug Pets – startup que está em processo de pré-incubação por meio do Cocreation Lab Serra.  Hanna foi a grande estrela do momento realizado com as empresas incubadas no Orion Parque. Ela visitou os empreendedores, esbanjando simpatia e promovendo a descontração e alívio da tensão causada pelas demandas do dia a dia. “No ambiente de trabalho normalmente ficamos mais focados nas atividades e quando recebemos um animalzinho, ficamos mais pra cima. O animal transmite uma energia diferente, é um sentimento puro”, comenta a colaboradora do Escritório do Núcleo de Desenvolvimento Digital – NDD, Laryssa Mota. Hanna é a cão-terapeuta da Plug Pets, startup que atua como intermediadora no mercado Pet, conectando donos de animais de estimação que não possuem tempo disponível para passear e brincar com seus pets, com pessoas disponíveis para realizar a ação, além de outras frentes de atuação para a causa animal, como a Cão Terapia.   Como forma de Terapia Assistida com Animais, a Cão terapia é uma prática onde os cães promovem diversos benefícios para a saúde mental da pessoa que entra em contato com o animal. A prática é realizada como tratamento para pacientes com doenças graves, comportamentais ou transtornos.  Além disso, tem ganhado espaço dentro de empresas e instituições por seus benefícios no meio corporativo, como a redução do estresse, aumento da satisfação e felicidade no trabalho, produtividade e relacionamento entre colaboradores, além da diminuição da pressão arterial, “até mesmo quem estava receoso em parar de trabalhar para receber a Hanna, não resistiu e parou um pouquinho”, conta a Co-fundadora da Plug Pets, Camila de Liz.  A Plug Pets está em fase de pré-incubação por meio da metodologia do Cocreation Lab, que acompanha as equipes classificadas do edital Nascer, da Fapesc, durante a fase de maturação e validação da ideia. Ao longo dos seis meses de acompanhamento, as equipes têm acesso a mentorias e ferramentas que podem ser utilizadas para o desenvolvimento da empresa, visando prepará-las para submissão da ideia em editais de incubação.  A Cão Terapia realizada com as empresas do Orion Parque foi uma forma de validação de uma das frentes de atuação da Plug Pets. A startup foi construída a partir de uma ideia proposta no maior evento de imersão empreendedora, o Startup Weekend, e iniciou seu desenvolvimento pós-classificação no edital Nascer da Fapesc, vinculado ao programa Cocreation Lab Serra, que está instalado no Centro de Inovação do Orion Parque.  A visita foi bem recebida e resultou em muitos sorrisos dos colaboradores que sugeriram repetir a ação mais vezes. “Os bichinhos têm uma energia que só eles têm. Com certeza melhorou nosso dia”, conta a colaboradora da startup Sul Florestas, Isabella Branco.  Assessoria de Imprensa e Comunicação do Orion Parque Tecnológico

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Orion Parque inaugura espaço público de coworking

Primeiro do gênero da região, parceria do Orion e Prefeitura de Lages, iniciativa possibilita o uso sem restrição do espaço – com mesas de escritório com tomadas, cadeiras e wifi gratuito – para toda a comunidade. Após um período em que os espaços do Orion Parque foram alargados a mais pessoas, possibilitando o fácil acesso a empresários, empreendedores, profissionais liberais, estudantes e público em geral, o Centro de Inovação apresenta uma estrutura que possibilitará a versatilidade de coworking com a adaptação de mesas para utilização de trabalho compartilhado – até mesmo eventos em geral. Cerca de 50 novos espaços de coworking estão disponíveis no hall de entrada do Centro de Inovação, no Orion Parque, com acesso e utilização gratuitos para a comunidade em geral. Todos os cuidados possíveis para diminuir a chance de propagação do novo coronavírus foram tomados. “Inicialmente ele será disponibilizado com 50% de sua capacidade para mantermos as normas de segurança” ressalta Claiton Camargo, diretor-executivo do Orion Parque. “Com a implantação do Plano de Mitigação em 2020, com o intuito de amenizar os efeitos da COVID-19, aderimos à ideia de Coworking Público, mediante a percepção de uma carência desse tipo de utilização no Ecossistema, para que pequenos negócios e empreendedores, além de negócios locais, pudessem manter suas atividades com intuito de aproximação da comunidade ao Ecossistema e também às atividades do Orion. Atualmente o Orion Parque possui condições de manter um Coworking Público estruturado, totalmente gratuito e em parceria da Prefeitura Municipal de Lages”, lembra o CEO. As mesas coletivas possuem cadeiras tipo escritório e tomada para uso de notebooks. O Orion Parque conta com wifi gratuito, mediante cadastro. Também há possiblidade de empréstimo de computadores pelo Centro de Inovação, sob reserva, que deve ser feita através deste link – também  para uso do coworking. Inauguração  A inauguração do novo espaço do coworking do Orion Parque aconteceu nesta quarta-feira, 03 de fevereiro, no hall do Orion Parque. Na oportunidade, autoridades destacaram a importância do espaço para fomentar a cultura empreendedora da região. Álvaro Mondadori (Joinha) – Secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo – \”Este é o meu primeiro ato público como secretário, e me dá muita satisfação ver o que se conseguiu fazer aqui. A palavra é gratidão\”. Ver. Gerson Omar dos Santos – Presidente da Câmara de Vereadores de Lages – \”Este é um projeto extremamente importante para o município. Grandes cidades de SC tem esse mercado de coworking extremamente positivo. Queremos oportunizar as pessoas a dinamizar a criatividade. A Câmara reconhece esse esforço\”. Nelissa Branco – Vice-presidente de Integração da Acate – \”O Orion foi criado pensando na inovação. Gostaria de agradecer a prefeitura e a Câmara pela participação. IO coworking público para nós é muito importante, para que possamos fomentar a inovação. Isso é muito importante para o Ecossistema\”.

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Startup catarinense desenvolve biotecnologia inovadora para diagnóstico de infecções em aves

Residente no Orion Parque desde 2017, quando ingressou no edital OrionLab, Scienco Biotech não deixou de registrar patentes e acumular grandes resultados no desenvolvimento de biotecnologia. A Scienco Biotech desenvolveu e patenteou, em parceria com a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), uma biotecnologia para identificar anticorpos em aves. O método inovador será usado, por exemplo, para detectar doenças infecciosas em galinhas e codornas e para verificar a eficácia de imunizações nesses animais. “Essa nova ferramenta molecular será muito importante para melhorar o custo, a eficiência e a rapidez dos diagnósticos em aviários”, explica Maria de Lourdes Borba Magalhães, sócia-fundadora da startup com sede em Lages. Segundo Maria de Lourdes, que também é professora de Produção Animal e Alimentos do Departamento de Ciências Agroveterinárias da Udesc, o próximo passo é utilizar a biotecnologia em testes comerciais de diagnósticos. “Estamos fazendo parcerias com outras instituições para que possamos substituir a parte de detecção do anticorpo pela nossa tecnologia”, conta. De acordo com Maria de Lourdes Borba, a startup desenvolveu uma proteína inovadora que se liga aos anticorpos das aves. Usada em testes de diagnóstico, a biotecnologia poderá ser usada de duas formas nos aviários: mostrará se as aves estão doentes ou, após uma vacinação, se estão devidamente imunizadas.  Nos humanos, os anticorpos que ajudam o organismo a se proteger de infecções são do tipo IgG (imunoglobulinas G) – nas aves, do tipo Y (IgY). “As aves, que têm uma importância econômica para o nosso Estado, também precisam ter a sanidade monitorada através da detecção de anticorpos em testes de diagnóstico. Os métodos existentes atualmente são imprecisos, que envolvem uso de animais de laboratório, com produção onerosa e pouco eficientes”, informou a professora. Inicialmente, a proteína foi desenhada a partir dos conhecimentos teóricos. Em seguida, passou a ser produzida em laboratório com o uso de bactérias. “Buscamos no genoma da galinha uma proteína com capacidade de se ligar aos anticorpos. Na verdade, criamos uma proteína meio Frankstein – pegamos o pedaço de uma e juntamos com outra. Ela já se mostrou funcional, provou que detecta anticorpos de galinha e de codorna e não detecta anticorpos de várias outras espécies. E desenvolvemos um protótipo onde determinamos a sensibilidade do teste, para ver o mínimo de anticorpos que ela pode detectar”, explicou a professora. Futuramente, a biotecnologia também poderá ser utilizada em testes de diagnóstico de doenças em outros animais, inclusive humanos.   A importância dos testes de diagnóstico usados para detectar doenças infecciosas causadas por vírus, bactérias ou fungos ficou evidente por causa da crise provocada pelo novo coronavírus. A Scienco Biotech, inclusive, está desenvolvendo uma tecnologia para detectar a presença do Sars-Cov-2, vírus que causa a Covid-19. Criada dentro do ambiente de inovação do Centro de Ciências Agroveterinárias (CAV), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) em Lages, e residente no Centro de Inovação do Orion Parque Tecnológico, a Scienco foi contemplada no Edital de Inovação para a Indústria, do Senai, na categoria “Missão contra Covid-19“, que visa gerar soluções de impacto contra os problemas causados pela pandemia do novo coronavírus. A partir do edital, a Scienco foi notícia com a criação de um novo teste para identificação da COVID-19, através de uma parceria com o Instituto Senai de Química Verde, do Rio de Janeiro.   Biotecnologia a serviço do desenvolvimento inovador  A biotecnologia para o diagnóstico de infecções em aves também tem relação com a Fapesc. A empresa recebeu R$ 150 mil por meio do Tecnova II, programa que é voltado para  desenvolvimento de novos produtos. Ao todo, mais de R$ 7,5 milhões foram destinados para contemplar 28 empresas em todo o Estado pela Fapesc e Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Segundo a professora Maria de Lourdes, o Tecnova está sendo fundamental para o desenvolvimento do projeto. “Conseguimos direcionar uma bolsista de P&D exclusiva para trabalhar no projeto, o que possibilitou avançarmos. Também investimos em matéria-prima. Sem esses recursos, o projeto estaria parado”, afirmou. Para o professor Amauri Bogo, diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação e presidente em exercício da Fapesc, a trajetória e as conquistas da Scienco Biotech demonstram a importância de aliar ciência, tecnologia e inovação. “Parabenizamos a startup, que, em parceria com a Udesc, tem conseguido mostrar a força catarinense no sistema de CTI. E ficamos feliz em ter feito parte e dado suporte para este desenvolvimento”, afirmou. Com informações FAPESC .

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FAPESC divulga os aprovados na fase de admissibilidade do Prêmio Inovação Catarinense; Orion Parque concorre em quatro categorias

Já são conhecidos os 137 projetos que concorrem ao Prêmio Inovação Catarinense – professor Caspar Erich Stemmer, realizado pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc). A divulgação das propostas aprovadas na fase de admissibilidade ocorreu em dezembro passado. Ainda no início de 2021 serão divulgados os finalistas e os vencedores serão conhecidos em cerimônia sem data definida por enquanto, mas que ocorrerá depois de março de 2021, pelo menos. O Prêmio Inovação Catarinense foi criado pela Lei 14.328, de 2008 (Lei Catarinense de Inovação) e dispõe sobre incentivos à pesquisa científica e tecnológica e à inovação no ambiente produtivo, visando à capacitação em ciência, tecnologia e inovação, permitindo o equilíbrio regional e o desenvolvimento econômico e social sustentável do Estado de Santa Catarina. A premiação homenageia a memória do Professor Caspar Erich Stemmer, personalidade catarinense de destaque nacional no desenvolvimento da ciência, da tecnologia e da inovação. O Prêmio incentiva e reconhece os esforços bem-sucedidos de gestão da inovação que auxiliem no desenvolvimento dos ecossistemas de empreendedorismo inovador no Estado de Santa Catarina. O objetivo do prêmio é destacar trajetórias de personalidades e instituições que colaboraram para o desenvolvimento da inovação em Santa Catarina. Os primeiros lugares serão contemplados com R$ 15 mil, R$ 10 mil e R$ 5 mil, respectivamente. Também serão entregues troféus e certificados aos vencedores. Entre os objetivos, destacam-se selecionar pessoas, equipes de pesquisa, instituições, órgãos públicos estaduais e municipais e empresas catarinenses que se destacaram por seus esforços na conversão do conhecimento em inovação, gerando significativa contribuição ou impacto para a sociedade catarinense, e também agraciar e valorizar a implementação de um produto (bem ou serviço) novo ou significativamente melhorado, ou um processo ou um novo método de marketing ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas. Confira as categorias abaixo e os concorrentes do Orion na premiação, em cada uma delas:

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O papel dos parques científicos e tecnológicos no território – A importância dos parques além de seus muros

Você sabe a diferença a diferença entre os tipos de Parques Tecnológicos que existem? Mais que espaços de convivência, os ambientes de inovação são articuladores de uma dinâmica de conhecimento que ultrapassa as fronteiras de um prédio ou mesmo de uma cidade; aproveite para conhecer ainda mais sobre o Orion Parque e nossos resultados alcançados. Os parques tem um papel a desempenhar no território em que são instalados. Com a globalização, novas experiências foram sendo desenvolvidas visando o desenvolvimento econômico, sendo algumas dessas formas de arranjos locais, os distritos industriais, as incubadoras de empresas e os parques tecnológicos. Os parques são ambientes catalisadores de produtos comercializáveis. O seu objetivos é favorecer a geração de emprego; promover a criação e o fortalecimento de novos empreendimentos de base tecnológica; difundir a cultura e o empreendedorismo; e facilitar a transferência de conhecimento e de tecnologia entre os stakeholders (partes interessadas) envolvidos nesse processo de inovação. Os parques brasileiros devem contribuir de forma relevante para consolidar a formação de uma forte e competitiva “indústria do conhecimento”, bem como para agregar tecnologia e inovação ao setor industrial, agrícola e de serviços já estabelecidos. O sucesso para a implantação e o bom funcionamento dos parques depende de alguns fatores, dentre os quais pode-se citar: o comprometimento dos órgãos do governo (municipal, estadual e federal) e a participação efetiva do setor empresarial, das universidades e de instituições de pesquisa. Os parques têm como missão prover a “inteligência”, a infraestrutura e os serviços necessários ao crescimento e fortalecimento das empresas instaladas no mesmo. Os oito principais benefícios dos parques tecnológicos O Percento Technologies listou oitos benefícios advindos dos parques. 1. Impulsionar a economia2. Fornece espaço abundante para o crescimento3. Incentivar o desenvolvimento de negócios4. Facilitar sessões de treinamento5. Inclusão de tecnologia mais recentes6. Variedade de amenidades7. Promoção de descanso e recreação8. Equipamentos com vários recursos de segurança Conheça mais o papel dos Centros de Inovação! Centros de Inovação são ambientes criados para promover e dar suporte ao empreendedorismo inovador, ajudando a criar e expandir negócios inovadores. Os Centros oferecem serviços que apoiam o empreendedor desde o momento em que o negócio é apenas uma ideia até o momento em que ele está pronto para encarar o mercado, crescer e escalar. O Centros também estimulam a inserção da cultura de inovação nas empresas da região e conectam startups e empreendedores com empresas consolidadas e outros atores importantes. Para operacionalizar esses objetivos, dispõem de serviços como pré-incubação de empresas, incubacão, aceleração, coworking, espaço maker, espaço para eventos e capacitações, espaço para Pesquisa e Desenvolvimento, Marketplace, One Stop Shop, conexão com instituições financeiras e investidores e assim por diante. Esses serviços e atividades são oferecidos diretamente pelo Centro ou por meio de parceiros do ecossistema. Os Centros também fortalecem a cultura da inovação nas organizações locais e conectam os atores do ecossistema regional entre si e com o mundo. Tudo isso para acelerar o necessário desenvolvimento de negócios e organizações rumo à nova economia e ao novo mundo que está se descortinando diante de nós. Saiba mais sobre os conceitos ligados aos Centros de Inovação no livro Centro de Inovação: alinhamento conceitual. Estrutura física 09 salas de reuniões, 04 auditórios, sala de jogos, ampla área de convivência incluindo um deck, cafeteria, coworking e ambiente para videoconferência. Missão Orion Parque  “Criar uma cultura inovadora e empreendedora, articulando ações para ativar o ecossistema de inovação e viabilizar negócios inovadores com alto potencial de crescimento para transformar a economia da região”. Eixos Estratégicos Eixo 1 – Criação, Atração e Desenvolvimento de Novos Empreendimentos; Eixo 2 – Fomento e Qualificação de capital humano para Empreendedorismo, inovação e Competitividade Empresarial; Eixo 3 – Desenvolvimento de Projetos de Cooperação Tecnológica com Instituições de Ensino e Empresas; Eixo 4 – Aperfeiçoamento da Gestão Institucional e Promoção do Centro de Inovação e do Orion Parque. O que já realizamos • Mais de R$ 200 milhões movimentados pelas empresas do Orion Parque; • Mais de R$ 2,5 milhões de recursos captados pelo Escritório de Projetos para ações e empresas do Orion Parque; • Mais de 100 projetos e empresas acompanhadas nos programas de aceleração (Pequenos Negócios/MEls e Projetos Sociais); • Mais de 1000 horas em mentorias, orientações e aconselhamentos realizadas com empresas e projetos; • Mais de 60 empresas vinculadas ao Orion Parque; • Mais de 200 horas de vídeos e conteúdos gerados. Oportunidades Perfeito para você que tem um ideia no papel e precisa de ajuda para fazer acontecer! No OrionLab você recebe acompanhamento e mentorias durante 12 meses para descobrir se a sua ideia tem potencial para se transformar em um grande negócio. Você que já possui uma startup e está na fase de modelagem do negocio ou definição dos processos de operação, a incubadora Épsilon conta com uma metodologia de acompanhamento formada por uma trilha de incubação e mentores especialistas que vão ajudar sua empresa nessa etapa. Sua empresa já está há mais de quatro anos no mercado e você quer desenvolver um novo produto para se manter competitivo? O Edital de Projetos Inovadores é feito para sua empresa receber apoio durante as etapas de criação ou desenvolvimento de um projeto inovador. A sua organização precisa de um ambiente criativo e cheio de oportunidades para que os seus pesquisadores criem inovações? O Edital de PD&I permite que sua equipe faça porte de um ambiente propício à Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação. • Ecossistema de startups; • Rede de mentores e investidores; • Ambiente inovador e criativo. ANPROTEC – Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos de Tecnologias Avançadas.  Parques tecnológicos do Brasil: estudo, análise e proposição. Brasília: Anprotec. 2020. 24p. BARBIERI, José Carlos. Pólos Tecnológicos e de Modernização: notas sobre a experiência brasileira. Revista de Administração de Empresas, v. 34, n. 5, p. 21-31, set-out, 1994. GAINO, Alexandre Augusto Pereira; PAMPLONA, João Batista. Abordagem teórica dos condicionantes da formação e consolidação dos parques tecnológicos. Production, v.24, n.1, p.177-187, 2014. MAGACHO, Lygia A. Magalhães. Parque de Inovação de serviços para as pessoas: metodologias para o planejamento. 2010, 199f. Dissertação (Mestrado)-Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Departamento

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Parceria com polos regionais e compartilhamento de ações: a estratégia de estadualização da inovação em SC

Santa Catarina, estado que cresceu a partir da diversificação econômica regional, cria uma nova dinâmica para desenvolver o setor de tecnologia, independente do grau de maturidade de cada polo. A diversidade econômica e a formação de vários polos regionais marcou a história, a cultura e o desenvolvimento de Santa Catarina. Ao longo do século XX, diferentes segmentos da indústria (metal-mecânica, têxtil, carbonífera, moveleira, agronegócios) moldaram as característica econômicas do Oeste, Serra, Norte, Vale do Itajaí, Sul e Litoral. E se essas regiões pudessem, à época, fazer um intercâmbio de informações e melhores práticas entre si, para entender o que poderia ser replicado e criar conexões entre as diferentes realidades locais? O que não foi possível fazer no passado hoje se tornou uma estratégia para estadualizar iniciativas e programas de desenvolvimento de tecnologia e inovação em Santa Catarina, reduzindo a disparidade regional neste setor. Enquanto algumas regiões do estado já despontam no cenário nacional com ecossistemas em expansão, outras ainda dão os primeiros passos em termos de programas e iniciativas de inovação. Segundo o estudo Tech Report 2020, três regiões – Grande Florianópolis, Vale do Itajaí e Norte – concentram 78,6% do total de empresas de tecnologia e 89,1% do faturamento do setor de Santa Catarina. “Existe uma disparidade de maturidade entre os polos, mas isso é natural. Florianópolis teve que acelerar, porque a vocação econômica local não suportava o setor industrial, então a tecnologia foi o caminho que a cidade encontrou para se desenvolver de maneira sustentável, sem depender da sazonalidade do turismo e também saindo um pouco do setor público”, avalia Iomani Engelmann, presidente da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE). Em termos de estado, comenta, “há um potencial natural se os polos aproveitarem suas vocações e é o que está acontecendo”. O Planalto Serrano e a região Sul do estado são as que percentualmente mais estão crescendo no mercado de tecnologia do estado, aponta anualmente o estudo Tech Report. Outras cidades do interior também se destacam com suas empresas-referência, como Brusque, sede da Hiper, startup de tecnologia para o varejo comprada em 2019 pela Linx; e Concórdia, berço da Compufour, vendida em setembro por R$ 100 milhões para uma multinacional italiana. Uma das formas que a entidade buscou para apoiar o desenvolvimento regional foi estadualizar suas ações, a partir de parcerias com polos locais e do compartilhamento de experiências, metodologias e benefícios às empresas associadas, além de um programa de apoio à governança e captação de receitas. A adesão é crescente: em 2018, a ACATE tinha 117 empresas associadas por meio da parceria com os polos regionais, número que chegou a 230 no final de 2019 e, até setembro, era de aproximadamente 350. REDE DE POLOS REGIONAIS CONVENIADOS À ACATE:  BLUSOFT Médio Vale do Itajaí (Blumenau) NIAVI/ACIRS Alto Vale do Itajaí (Rio do Sul) NUTI/ACII Vale do Itajaí/Litoral (Itajaí) ORION PARQUE Planalto Serrano (Lages) DEATEC Oeste (Chapecó) SOFTVILLE Norte (Joinville) NTI / ACIT Sul (Tubarão) NBT/ ACIC Sul (Criciúma) CITI Brusque ACATE Grande Florianópolis A partir de entrevistas com os diretores regionais, a ACATE está desenvolvendo um mapeamento completo e inédito do ecossistema de Santa Catarina. “Precisamos levar inovação para todo o estado. Algumas regiões já têm um mercado maduro, outras estão em fases bem distintas do desenvolvimento, mas todas essas experiências precisam ser compartilhadas. Por isso estamos fazendo reuniões quinzenais com todos os polos”, comenta Nelissa Branco, vice-presidente de Integração da ACATE e também do Orion Parque Tecnológico, inaugurado em 2016 e que tem sido um ponto de referência para a criação de um ecossistema de tecnologia em Lages. A região Serrana conta com apenas 3% do total de empresas do setor em SC, mas nos últimos três anos tem desenvolvido uma série de programas de inovação envolvendo mercado, comunidade e academia. Hoje o Orion conta com 140 empresas vinculadas, onde trabalham 1,8 mil pessoas, com um faturamento total de R$ 155 milhões e R$ 12 milhões de impostos recolhidos. ENCONTROS ONLINE AJUDAM A CONECTAR EMPREENDEDORES DE TODO O ESTADO O “novo normal” digital tem sido um aliado nesse processo. “Como todos os eventos e encontros agora são virtuais, acabamos conectando empreendedores de todo o estado, por exemplo, para reuniões como as das Verticais de Negócio, que até a pandemia eram somente presenciais. Isto foi um grande diferencial para empresas de outras regiões do estado”, ressalta Nelissa. Há vários programas que foram validados em algumas regiões e podem ser aplicados em outras, como o Entra 21, iniciativa de formação profissional liderada há 15 anos pela Blusoft, em Blumenau, e que capacita cerca de 350 jovens/ano na região. Agora, está sendo estruturado pela vice-presidência de Talentos da ACATE, liderada pelo cofundador da Softplan, Moacir Marafon, para atender outras regiões do estado. “Com o mapeamento, podemos entender o que cada região precisa de acordo com sua fase de desenvolvimento e o que pode ser replicado para cada necessidade. Essa integração e o fortalecimento regional são preocupações que temos para ajudar no crescimento de todo o estado”, diz a vice-presidente. Em Chapecó, por exemplo, o polo local associado DEATEC vai inaugurar em novembro deste ano um Centro de Inovação nos mesmos moldes e conceito do CIA ACATE Primavera, em Florianópolis. “O setor de tecnologia no Oeste fatura R$ 1 bilhão por ano e o total de empresas representa 10% do estado, mas estamos muito espalhados. Nem todos vão se mudar, mas queremos concentrar ações e encontros no local, materializar nosso ecossistema”, diz Sinara Perosa, presidente do Deatec. No Norte do estado, a ACATE levou o programa de inovação aberta LinkLab para o Ágora Tech Park – em uma iniciativa que ajudou a conectar grandes indústrias da região ao ambiente de startups, projeto já consolidado em Florianópolis e que, desde 2019, também roda no município de São José. “Um dos grandes diferenciais do ecossistema de Santa Catarina é que ele está se mantendo descentralizado, aproveitando a vocação econômica de cada região para que os polos de tecnologia também se mantenham diversificados”, conclui Iomani. ECOSSISTEMAS SÃO REGIONAIS, NÃO MUNICIPAIS “Os ambientes globais de inovação não são formados por uma única cidade, mas sim por uma região, como o Vale do Silício e outras referências. Por isso temos que

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Sebrae fomenta cultura empreendedora de inovação na Serra Catarinense

O evento, promovido pelo Sebrae/SC em parceria com o Orion Parque de Lages, foi transmitido ao vivo via You Tube e fez parte da Semana da Inovação 2020 Referência em inovação, o especialista em design experiencial e mestre em desenvolvimento socioeconômico, Igor Drudi, ministrou palestra sobre cultura empreendedora e inovação transformando cenários. O evento, promovido pelo Sebrae/SC em parceria com o Orion Parque de Lages, foi transmitido ao vivo via YouTube. O objetivo é fomentar a cultura empreendedora de inovação na Serra.  A palestra pode ser revista aqui. Drudi fez abordagens sobre a cultura empreendedora e comportamento dos empreendedores. Ele fez reflexões acerca das chamadas hard skills (habilidades técnicas) e as soft skills (habilidades comportamentais e sociais). Ambos dizem respeito às competências das organizações e dos profissionais.  O especialista alerta para os princípios que podem ajudar o empreendedor a tomar decisões: São eles: “pássaro na mão, perda tolerável, do limão, uma limonada e colcha de retalho”. Eles foram desenvolvidos por desenvolvidos por Saras Sarasvathy, indiana radicada nos Estados Unidos.   O princípio do “pássaro na mão” fala, basicamente, sobre o início da carreira do empreendedor. Ao iniciar seu negócio, o empresário se pergunta “Quem sou eu? O que eu sei? Quem eu conheço?”, para, então, definir quais seriam os seus primeiros passos. O princípio da “perda tolerável” tem como foco não os possíveis lucros com o negócio, mas sim a possibilidade de perdas.   “Do limão, uma limonada”, por sua vez, indica que o empreendedor está aberto a testar ideias e, caso elas deem errado, este se adapta a partir da análise dos resultados obtidos. Já o princípio da “colcha de retalho” diz que o empresário constrói parcerias, somando forças com pessoas e organizações que possam ajudar o negócio a se concretizar.  Drudi também fala sobre o conhecimento tático e conhecimento explícito, recursos que podem ajudar o empreendedor na tomada de decisões. O primeiro é aquele que o indivíduo adquiriu ao longo da vida (experiência), difícil de ser formalizado ou explicado a outra pessoa. Já o conhecimento explícito é aquele que é fácil de ser formalizado, podendo ser apropriado com maior facilidade.  O especialista orienta que a pessoa que quer inovar precisa buscar parceiros, ativar sua rede, juntando-se a pessoas e organizações com a habilidades e conhecimentos. “O Sebrae é um ótimo parceiro. Com a entidade, você pode dar os primeiros passos para empreender. Aprenda, não fique parado”, destaca.  Reveja a palestra  Inscrições para o Agentes locais de Inovação estão abertas  O gerente Regional do Sebrae, Altenir Agostini , informa que o Sebrae lançou mais uma edição do Projeto Agentes Locais da Inovação (ALI) em todo o estado. O programa está com as inscrições abertas. Para participar, os interessados devem acessar o site do programa (www.sebrae.sc/ali) e preencher o auto-diagnóstico da sua empresa.  O público-alvo do ALI são microempresas e empresas de pequeno porte, dos setores de comércio e serviços. O objetivo é promover a melhoria da produtividade dos pequenos negócios, a partir de ações de inovação, em produtos e serviços, práticas sustentáveis e digitalização, reduzir os custos e aumentar o faturamento dos empreendimentos.  Altenir explica que, para aplicar as ações do projeto, os Agentes Locais de Inovação precisam fazer o diagnóstico do empreendimento. Após, são apresentadas soluções e oferecem respostas às demandas do negócio. “Na Serra, vamos atender cinco cidades. Os processos serão curtos e ágeis, com soluções a curto prazo”, disse. A previsão é que a primeira turma comece em novembro desse ano. Com informações Catarinas/Sebrae-SC

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Realizado pelo Gênesis, Workshop de captação de demandas mostra desafios de entidades

Integrando setores públicos, privados, acadêmicos e do terceiro setor, workshop de captação de demandas reúne entidades e discute desafios Durante a Semana da Inovação 2020, o Gênesis – Escritório de Projetos realizou dois encontros virtuais para a acolhida de demandas de entidades representadas pelos Conselhos (Administrativo e Estratégico) do Instituto Orion – entidade gestora e coordenadora das ações do Orion Parque.  Graças às demandas e proposições dos conselheiros, que foram colhidas durante o encontro realizado na tarde desta segunda-feira (19), 28 propostas de projetos/demandas entraram no rol de necessidades acompanhadas pelo escritório de projetos.  Exemplos dessas necessidades acolhidas são ideias para coleta de equipamentos de informática antigos para fornecer acessibilidade tecnológica para alunos em vulnerabilidade social; criação de plataforma que conecte projetos de inovação com as empresas do Orion, para fomentar parcerias; desenvolvimento de aplicativo de comunicação de demandas para atendimento à comunidade; mapeamento de ações de educação empreendedora nas escolas de Lages; desenvolvimento de uma plataforma colaborativa de dados regionais, pra citar apenas algumas das sugestões de propostas discutidas. A ideia, por parte da equipe do Escritório, é a de perceber o impacto das necessidades nas organizações. “Queremos entender quais as principais demandas das entidades e, consequentemente, da comunidade que cada uma representa. Ter esse entendimento, sobre como cada ator interage com suas demandas internas e de que forma elas são tratadas é importante para nosso trabalho no Escritório de Projetos”, comenta Raiane Macedo, coordenadora dos trabalhos do Gênesis. Participaram dos debates, em dois momentos, entidades como: UNIPLAC, IFSC, UDESC-CAV, FIESC, Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Lages, CDL-LAGES, Prefeitura Municipal de Lages, Núcleo Educação/ACIL, ACIL, Fundação Carlos Joffre do Amaral, FIESC, ADREL, Câmara das Empresas do Orion, Associação Serrana dos Deficientes Físicos e Fapesc, que fazem parte do Conselho Administrativo. Pelo Conselho Estratégico, participaram Observatório Social do Brasil – Lages, MidiLages/UNIPLAC, SEBRAE/SC, Núcleo da Mulher/ACIL, CISAMA, ACATE, Flex Relacionamentos Inteligentes S/A, ADREL, SENAC, Núcleo de Tecnologia e Inovação/ACIL, IFSC – Urupema, ACIL Jovem e Rotarys Clube Lages. Justamente para tentar dar resposta a essas demandas, que passam por aspectos como busca por voluntários para as ações das entidades ou parcerias com universidades e cursos estratégicos, o Gênesis busca dar continuidade às demandas recebidas.  “As entidades trouxeram dificuldades do seu cotidiano. A grande maioria buscou priorizar, na apresentação, demandas que imaginavam que poderiam ser solucionadas em conjunto. Ficamos muito felizes com esse resultado, porque demonstra o entendimento de todos a respeito do propósito do trabalho, que é a busca contínua pela resolução de problemas, princípio do processo de inovação. Nesse sentido, os workshops foram o primeiro passo de um trabalho maior, que busca justamente estabelecer conexões entre os atores do nosso ecossistema de inovação e possibilitar que se formem laços para a busca conjunta de soluções, seja por meio de projetos ou ações isoladas”, ressaltou Raiane.  Conheça como funciona o trabalho do Gênesis

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