Orion Parque

Incubadoras de empresas

MIDITEC abre processo seletivo para startups de todos os níveis de maturidade

Incubadora da ACATE em parceria com o SEBRAE/SC está com as inscrições abertas até o dia 11 de setembro Com uma jornada mais inovadora, abrangente e completa, o MIDITEC, incubadora da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE), em Florianópolis, em parceria com o SEBRAE/SC, abre processo seletivo para startups de toda Santa Catarina. Eleita pela UBI Global como uma das cinco melhores incubadoras do mundo, o programa já desenvolveu mais de 100 startups. Direcionado para startups de base tecnológica em fase de validação até escala, as inscrições estão abertas até 11 de setembro pelo site: https://miditec.acate.com.br/. O programa de incubação pode durar de 12 a 32 meses, dependendo da maturidade da startup selecionada, e é composto por duas fases: Startlab – que contempla as etapas de validação e geração de demanda; e Growthlab – que abrange as etapas de tração de vendas e escala. Dentro do programa, o empreendedor conta com um ecossistema eficiente, apoio da equipe incubadora e de consultores experientes, além da rede de mentores com profissionais de destaque no ecossistema catarinense. Também tem acesso ao programa LinkLab, que conecta startups com grandes empresas, e às Verticais de Negócio, podendo fomentar o networking e a geração de novas oportunidades. Uma das empresas que viu seu negócio crescer após entrar no programa é a Vibbra!, plataforma que conecta empresas a profissionais de desenvolvimento de software pré-selecionados, com foco em trabalho remoto. Fundada em 2016, a Vibbra! foi selecionada para o MIDITEC em outubro de 2019, e tinha o objetivo de estruturar melhor o seu crescimento. O CEO Leandro Oliveira explica que a assessoria do programa tem sido fundamental para os resultados atuais, obtidos  em menos de um ano.  “Desde janeiro tivemos um crescimento de 1662% em nossas vendas, e um crescimento médio mensal de 43%, em meio  a pandemia e crise econômica. Tínhamos uma plataforma estruturada e a entrada no MIDITEC nos deu visibilidade para o mercado. Além disso, conseguimos novos clientes por meio do LinkLab”, conta. Atualmente a Vibbra! atende grandes clientes como a Totvs, Stefanini, Softplan, Bosch, entre outros, e possui cerca de 600 profissionais de tecnologia selecionadas em sua base.  Processo seletivo Para iniciar a jornada no MIDITEC, a startup precisa ter as competências técnicas, pessoais e de gestão complementares para o desenvolvimento da empresa. Propostas em fase de ideação e startups maduras em estágio avançado de escalabilidade, com receita superior a R$ 720 mil ao ano, não serão aceitas no programa. Não é necessário CNPJ durante a inscrição, entretanto, a startup terá o prazo de 90 dias para constituir a empresa e obter o CNPJ, caso seja selecionada. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo e-mail: miditec@acate.com.br Com informações ACATE.

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Em parceria com a Prefeitura de Lages, Orion Parque disponibiliza espaços dentro do Centro de Inovação para comunidade empreendedora

Os espaços dentro do Orion Parque Tecnológico estão abertos para a comunidade empreendedora. A ação faz parte do programa de apoio e reestruturação de pequenos negócios locais do Orion Parque Tecnológico em parceria com a Prefeitura de Lages.  O empreendedor terá acesso às salas do Orion Parque sem se preocupar com o custo de água, energia, internet, fornecimento de notebooks (conforme disponibilidade), serviço de recepção e sala de espera.   A iniciativa tem por objetivo dar apoio para a reconstrução de pequenos negócios locais, visando auxiliar na retomada econômica causada pela crise da COVID-19, permitindo que os pequenos negócios utilizem a estrutura física do Centro de Inovação conforme a disponibilidade.  Segundo o diretor executivo do Orion Parque, Claiton Camargo, essa é uma atitude que o Orion está tomando para auxiliar a sociedade, usando a competência e a estrutura que o Parque Tecnológico tem para auxiliar a cidade nesse momento. “Como exemplo podemos falar da disponibilização do coworking público e dos espaços físicos dentro do Centro de Inovação, medidas que são importantes para empreendimentos que tinham dificuldade de se vincular ao Orion tradicionalmente por não terem um aspecto tão ligado à inovação. Estamos estendendo a parceria que já temos com o município, que é dona do espaço público onde é instalado o Parque Tecnológico”. Além disso, quem utilizar a sala terá acesso à metodologia de acompanhamento já desenvolvida em parceria com a Prefeitura, subsídio para o custo de manutenção do espaço físico, disponibilização de pontos recorrentes do coworking e acesso ao programa de aceleração do Orion Parque para pequenos negócios e MEI’s.  Quem busca utilizar o coworking, pode cadastrar-se no link: Coworking do Orion Como se inscrever Primeiramente, deve-se ler atentamente o edital, disponível em: https://plid.in/Edital-Espacos-Orion. A inscrição deve ser realizada em: https://plid.in/inscricaoespacosorion. O retorno da  solicitação será por e-mail. Depois do preenchimento do formulário a equipe responsável irá analisar situação e fazer o direcionamento de qual espaço é viável para o negócio. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail: contato@orionparque.com e pelo telefone/Whatsapp (49) 3099 – 9408. Assessoria de comunicação Orion Parque

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Acelerações do Orion Parque promovem projetos sociais e negócios com potencial inovador

Acelerações de MEIs, Pequenos Negócios e Projetos Sociais ajudam empresas tradicionais e ações a se fortalecer no período de pandemia. Trinta e sete MEIs e pequenos negócios, além de 20 projetos sociais, estão participando gratuitamente da iniciativa, que ainda tem inscrições abertas O programa de apoio e reestruturação de pequenos negócios locais para retomada econômica e mitigação dos efeitos da crise causada pela Covid-19 – uma parceria entre o Orion Parque e a Prefeitura de Lages, que desde o final de abril tem gerado grandes ações empreendedoras na cidade -, tem nas acelerações de negócios e projetos sociais uma das medidas mais ativas para a economia na região.   As ações de aceleração de pequenos negócios e MEIs (Microempreendedor individual) foram desenvolvidas pelo Orion para fornecer suporte aos micro e pequenos empreendedores e projetos sociais em meio a crise da Covid-19. Os programas de aceleração são feitos através de treinamentos, em plataforma virtuais e aulas online semanais. Ao final da iniciativa os empreendedores serão graduados e acompanhados pelo o Orion Parque. Para um dos idealizadores da aceleradora Hemerson Schenato, líder de empresas e startups do Orion Parque, a medida é interessante porque permite a articulação entre empresas tradicionais – que ainda não tinham vinculação ao Orion – e aquelas que já tem aspectos inovadores e fazem parte do Centro de Inovação. \”Estamos permitindo encontros semanais entre os participantes, de diversos conteúdos que são importantes para o dia a dia desses empreendedores. O maior impacto dessa aceleração que fazemos é a preparação do negócio, porque assim estamos possibilitando que os empreendedores tenham uma visão um pouco mais planejada, estratégica de seu negócio, já que muitas vezes eles não tem tempo para esse diagnóstico\”, lembra. Qualquer tipo de empresa ou MEI pode se inscrever. Após o cadastro no link da Aceleração, os empreendedores terão contato com conteúdos como gestão financeira, recrutamento, contabilidade, jurídico, marketing, vendas e inovação – temas das aulas semanais já feitas ou programadas. Serão pelo menos 20 videoaulas, até setembro, todas gratuitas. As aulas já disponibilizadas podem ser revistas aqui: Já a aceleradora de Projetos Sociais Saiph dá suporte aos projetos sociais da região, instigando-os a pensar fora da sua zona de conforto, buscando sustentabilidade no período pós-Covid-19. A aceleração acontece durante um período de até quatro meses, mas não tem uma data de conclusão definitiva, pois sua metodologia é adaptada conforme as necessidades e dificuldades encontradas ao longo do percurso pelas iniciativas que fazem parte do projeto. \”Projetos sempre precisam de recursos para executar as ações, e a principal queixa é que eles não conseguem ter acesso a esses diferentes auxílios , ou simplesmente não sabem como fazer para buscá-los\”, afirma Raul Capistrano, líder de programas e ações do Orion Parque, e um dos responsáveis pela Saiph. \”A verdade, porém, é que o recurso existe, tanto público como privado. Mas normalmente essa é a queixa dos participantes – que eles não conseguem ter acesso a essas verbas. Os projetos sociais precisam muito de alguns pontos que a gente aborda na aceleração, como gestão de projetos, estratégia, transparência, criação de CNPJ para ser possível captar esses recursos\”, lembra Raul, também empreendedor. Para participar da aceleração, os projetos sociais ainda podem se inscrever pelo link: http://plid.in/orionaceleracao Todas as aulas da Saiph – Aceleradora de Projetos Sociais podem ser revistas aqui: Aquecendo Corações, de Lages, é uma das aceleradas Um dos projetos sociais acelerados é o Aquecendo Corações Lages, que busca ajudar famílias carentes de Lages. A ideia é arrecadar alimentos, verduras e legumes para produzir marmitas que são distribuídas gratuitamente para comunidades desassistidas da região. \”Durante a semana programamos um cardápio e divulgamos nas redes sociais. Nos sábados nos juntamos com vários voluntários, e produzimos mais de 300 marmitas de forma gratuita\”, afirmou Luiz Gustavo Costa, um dos responsáveis pela ação. A expectativa é que a aceleração do projeto, realizada junto ao Orion Parque, possa contribuir e ajudar ainda mais as próximas ações a serem executadas. \”Espero que nos ajude muita a nortear os próximos caminhos que queremos dar, para cada vez mais consigamos crescer e atingir um número maior de pessoas. Contribui muito, pois somos pessoas que não temos experiência em projetos, somente queremos fazer o bem e o projeto está tomando uma proporção enorme nesses 11 meses que estamos operando ele. Acredito que o programa aceleração irá nos trazer um norte de como planejarmos as próximas etapas\”, ressaltou Setor de eventos e turismo busca se reinventar Um dos setores mais atingidos economicamente pela pandemia do novo coronavírus, o nicho de eventos e turismo precisou pensar em diferentes possibilidades depois da proibição de aglomerações. Empreendedora do setor e assessora de Turismo do Sistema Amures, Ana Vieira, proprietária da Chácara Bom Jesus, disse que as aulas da aceleração são ótimas por trazer doses de otimismo nesse momento de incerteza. \”Quando a gente passa por uma crise não conseguimos enxergar tudo. Não vemos alternativas.  Estamos ali só pensando nos problemas, nas contas que chegam, e falta opções, porque a pandemia nos pegou sem opções. Esses encontros semanais, tratando sempre sobre um assunto específico, ligado à operação do negócio, ajuda as empresas a ter otimismo, perceber que não é só ela que está nesse processo, sofrendo esses problemas. E propõe também a busca de alternativas, trabalhando em conjunto\”, comentou. Para Ana, existe uma falta de interesse do empresariado em geral por buscar soluções criativas. \”Infelizmente vejo que alguns empresários acham que não tem tempo, que não vai ter soluções, e muitas coisas apresentadas na aceleração podem tranquilamente caber no meu negócio. Uma sugestão que um outro colega está apresentando também pode ser viável para mim\”, lembrou a empresária.

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Dinamizando ações para combater a crise, Orion Parque e Prefeitura de Lages atualizam parceria

Programa de reestruturação de empreendimentos dará nova roupagem ao Parque Tecnológico, que segue criando startups e promovendo a inovação na região Levando em consideração aspectos econômicos e vulnerabilidades encontradas por empreendedores e projetos locais, afetados severamente pela pandemia do coronavírus, o Orion Parque Tecnológico e a Prefeitura de Lages lançam, juntos, o Programa de apoio e reestruturação de pequenos negócios locais para retomada econômica e mitigação dos efeitos da crise causada pela COVID-19.  O novo programa será tema da live de lançamento nas redes sociais do Orion Parque nesta segunda-feira (27/04), às 19h. Participam o prefeito Antonio Ceron e o presidente do Conselho de Administração do Orion Parque Valmir Tortelli. Os objetivos das ações, segundo o diretor-executivo Claiton Camargo de Souza, é ajudar Lages e os lageanos nesse momento de aflição por conta dos problemas que negócios locais podem passar. “Queremos ajudar a cidade e dar suporte para os pequenos negócios e microempreendedores individuais (MEIs), que infelizmente sofreram muito com a parada por conta da COVID-19. Nós resolvemos desenvolver esse programa em parceria com a  prefeitura, para poder dar suporte para esse público, um suporte de apoio de gestão, de necessidade de uso da tecnologia, de se poder capacitar. Isso envolve também os projetos sociais da cidade, que já existem, e podem ser melhor estruturados, com estratégias de gestão, para que eles permaneçam e não sejam ações e iniciativas pontuais, que depois não se conseguem se sustentar”, afirmou.  As sete medidas elaboradas pela equipe do Instituto Orion, durante o mês de isolamento e trabalho de casa, tem as seguintes propostas:   1. Uso facilitado dos espaços do Centro de Inovação: 1.1. Abertura de um Coworking Público, com acesso aos serviços oferecidos às empresas do Orion; 1.2. Disponibilização de espaços para negócios locais com dificuldades de manter seus atuais espaços; 2. Implantação do Programa de Aceleração de Pequenos Negócios Locais; 3. Implantação da Aceleradora de MEIs; 4. Implantação da Aceleradora de Projetos Sociais; 5. Adaptação plataforma online de fomento ao empreendedorismo universitário (Reuni) para apoio remoto de todos os tipos de negócios locais: 5.1. Reuni para todos; 5.2. Reunidos somos mais fortes; 5.3. Reuni Challenge COVID-19; 6. Programa de valorização, incentivo e divulgação de negócios locais; 7. Facilidade na contratação de colaboradores.  Entre os principais problemas identificados, que afetam diretamente não só startups e empresas inovadoras, mas também os pequenos comércios, microempreendedores e  empreendedores individuais, mapeados pela equipe, estão: paralisação das atividades nos pequenos negócios e redução do faturamento; empreendedores locais com dificuldades de manter suas atividades; probabilidade de redução do número de MEI´s e pequenos negócios;  possível aumento na taxa de desemprego regional; desafios em utilizar a tecnologia para redução de custos, maximização de produtividade e vendas; crescimento da vulnerabilidade social e sobrecarga da estrutura de assistência social do município e dificuldade dos projetos sociais independentes de atender as demandas das comunidades neste momento.  Identificação e mapeamento das necessidades A estratégia adotada pela equipe foi a de entender o problema e encontrar hipóteses, buscando soluções que fossem próximas àquelas que já eram iniciativas do Orion Parque, mas que podiam ser adaptadas às realidades do momento. “Essa é uma atitude que o Orion está tomando para auxiliar a sociedade, usando a competência e a estrutura que o Parque Tecnológico tem para auxiliar a cidade nesse momento. Como exemplo podemos falar da disponibilização do coworking público e dos espaços físicos dentro do Centro de Inovação, medidas que são importantes para empreendimentos que tinham dificuldade de se vincular ao Orion tradicionalmente, por não terem um aspecto tão ligado à inovação. Estamos estendendo a parceria que já temos com o município, que é dona do espaço público onde é instalado o Parque Tecnológico”, lembrou o executivo do Orion.   Também atual secretário de saúde de Lages, Claiton ressaltou o quanto as ações impactarão no desenvolvimento do município, lembrando que a prefeitura vai poder ajudar os empreendedores, indiretamente. “A prefeitura será uma das promotoras dessa ação, junto conosco, e isso é muito importante porque graças a eles teremos auxílio, não apenas no processo de divulgação, mas também no acesso à Secretaria de Desenvolvimento, ao cadastro de MEIs da cidade, pra gente saber quem são esses públicos e podermos acompanhá-los no desenvolvimento desses programas. O grande beneficiado, na verdade, será a cidade. Assim, a Prefeitura vai estar, através, do Orion Parque, ajudando o município dessa forma, considerando que, no momento, a administração municipal não tem como executar essa atividade de suporte aos empreendimentos, que é tão necessária”, acrescentou o empreendedor e diretor-executivo do Parque.  Conheça em detalhes o funcionamento de cada um dos programas  Uso facilitado dos espaços do Centro de Inovação Com as medidas de combate a COVID-19 (proibição da realização de eventos e atividades com aglomeração de pessoas), alguns espaços do Centro de Inovação ficarão ociosos, e com a dificuldade de alguns empreendimentos em manter seus espaços atuais, permitiremos o acesso dos empreendedores às salas do Centro de Inovação com os seguintes benefícios: acesso a internet gratuita, água e energia sem custo ao empreendedor; empréstimo de notebooks (quantidade limitada), uso do serviço de recepção e sala de espera e local reservado para atendimentos. Para fazer parte da iniciativa, os empreendedores participarão de um edital simplificado para utilização dos espaços (sem necessidade de inovação), preferencialmente para MEI’s e Pequenos Negócios Locais. Coworking público: Será disponibilizado para pequenos negócios o coworking, que é o ambiente de uso compartilhado do Orion Parque, com cadastro e disponibilização de pontos de trabalho gratuitos, preferencialmente para uso de MEIs e Pequenos Negócios locais e acesso ao programa de pequenos negócios ou MEI’s; Disponibilização de salas e auditórios: Serão disponibilizados as salas e auditórios do Centro de Inovação para pequenos negócios* se instalarem, com acesso a metodologia de acompanhamento, já desenvolvida em parceria com a Prefeitura de Lages, subsídio para o custo de manutenção do espaço físico e acesso ao programa de pequenos negócios ou MEI’s. *Atividades conforme diretrizes estabelecidas Hemerson Schenatto, líder do setor de empresas e startups do Orion Parque, também comentou sobre a iniciativa “Buscaremos fornecer conhecimentos e práticas

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Programa Nascer da Fapesc concentra atividades online para reduzir riscos de contágio; em Lages, trabalho segue à distância

A quarentena para controle de propagação da Covid-19 tem mudado a rotina dos contemplados nos editais da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc), vinculada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável. Um exemplo é o Programa Nascer, de fomento e desenvolvimento de ideias, que iniciou em março as atividades com 155 equipes. As conversas com mentores são realizadas agora a distância, com ajuda de ferramenta, para reduzir os riscos de contágio com o novo coronavírus e manter o fluxo de trabalho. Já os encontros presenciais foram suspensos e substituídos por videoconferências e webinars. O coordenador do Programa Nascer de Videira, Leandro Hupalo, destaca que além das atividades disponíveis na plataforma há uma agenda semanal de videoconferências com convidados. Já foram realizadas duas palestras e para os próximos dias estão previstas conversas com especialistas sobre carreira e negócios. “Os participantes estão interagindo bem com as atividades propostas. As equipes apresentam muita qualidade e interesse em se desenvolver enquanto empreendedores”. O presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen, destacou o avanço das ações do Programa Nascer com ajuda de ferramenta online. “As capacitações vão ter continuidade para os mais de 150 empreendedores em todas as regiões do Estado. Eles seguirão recebendo orientações, mentorias e conhecimentos para modelar seus negócios e em breve ajudar Santa Catarina a retomar o desenvolvimento”, afirmou. O superintendente do Sebrae/SC, Carlos Henrique Ramos Fonseca, salientou ainda a importância do programa para o desenvolvimento de novas empresas. “Nosso objetivo com o Programa Nascer é criar uma trilha da inovação, incentivar a criação de startups e contribuir para o surgimento de novos empreendedores”, completou. Para o secretário de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Lucas Esmeraldino, é importante que o Estado desenvolva oportunidades em tempos de crise. “Acredito que este momento vai passar, pois temos um povo batalhador e, sobretudo, inovador. E a Fapesc tem esse papel de fomentar o ecossistema de Santa Catarina”, reforça. Em Lages, trabalho segue desenvolvendo ideias inovadoras Mesmo com o isolamento social, as atividades em Lages do Cocreation Serra seguem capacitando os empreendedores, através de webinars e videoconferências. Para Julia Rodrigues, responsável pelo Cocreation Serra, o principal objetivo do Cocreation, que é o networking entre os participantes, consegue ser mantido, mesmo com o isolamento temporário. \”A temática do Cocreation funciona, normalmente, com palestras e workshops, além de consultorias com alguns dos palestrantes, que são voluntários. Com o isolamento, fizemos reuniões de 30, 40 minutos com cada equipe, e todas foram muito produtivas. Assim a coordenadora já conheceu os projetos, os projetos conheceram ela, já tiraram dúvidas, e isso impulsionou eles um pouco mais. Essa semana já tivemos bastante webinars. Isso está ajudando bastante nessa etapa. Na segunda-feira, dia 13, tivemos o primeiro evento online específico para a turma da Serra, de construção do DNA do Negócio. Infelizmente o networking entre os participantes fica prejudicado, mas nessa semana tivemos um participante que queria fazer uma pesquisa de validação, com os colegas, e o incentivamos para que ele mandasse no grupo e compartilhasse conosco, promovendo a troca de ideias e experiências, multiplicando o conhecimento entre todos\”, comentou Julia. Conheça mais sobre o Cocreation, programa em parceria com o Sebrae SC Ao todo, 155 ideias foram aprovadas na última edição do Programa Nascer, que é realizado pela Fapesc em parceria com o Sebrae. As equipes foram distribuídas entre em 15 cidades que já têm ou ainda terão os centros de inovação do Governo do Estado. Os participantes recebem cinco meses de mentoria e apoio de especialistas para desenvolver ideias que poderão ser posteriormente incubadas. Só em Videira, por exemplo, são 12 projetos que envolvem 41 pessoas. Lá, as atividades do Nascer começaram em 5 de março, junto com a inauguração do centro de inovação da cidade. “Durante o programa, temos cerca de 35 palestras, workshops e treinamentos para complementar as atividades disponíveis na plataforma. Agora, os cocreators (participantes) seguem recebendo conteúdo de qualidade durante este período de isolamento social”, destacou o fundador do Cocreation Lab, Luiz Salomão Ribas Gomez, que usa a metodologia TXM na qualificação dos aprovados no Programa Nascer. Confira a lista de todos os projetos aprovados no Programa Nascer Aprovados no Programa NASCER – FAPESC. Abaixo, os selecionados em Lages Com informações: FAPESC

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Lages sedia 35º edição do Meetup Startup SC

Evento inédito na cidade, o 35º Meetup Startup SC é para que tem uma startup, busca interesse para começar uma ou pretende desenvolver um novo negócio Com o objetivo de conectar e inspirar empreendedores, o projeto Startup SC do Sebrae Santa Catarina, em parceria com o Orion Parque Tecnológico, realiza no dia 12 de fevereiro, o 35º Meetup Startup SC. O evento inicia às 19 horas e traz para a primeira palestra da noite Roberta Silva, fundadora da Consultoria de Sucesso e especialista em Customer Success, com o tema “Customer Success, a cultura do sucesso”. Em seguida, Théo Orosco, Cofundador e CEO da Exac Sales, irá dividir com os participantes o que aprendeu durante o processo de empreender, na palestra “de 0 a 17 milhões em 42 meses: A Jornada de Crescimento da Exact Sales”. “O Meetup Startup SC, com o apoio e realização de diversas entidades, tem se consolidado como o principal ponto de encontro e networking de todo o ecossistema de startups e empresas de tecnologia de Santa Catarina”, explica Alexandre Souza, coordenador do projeto. Durante o encontro, serão anunciadas as ações do projeto Startup SC para o ano de 2020. No evento também acontecerá o Demo Day, ou dia de demonstração, das empresas participantes do Programa Galápagos Lages, que poderão apresentar seus negócios para potenciais investidores. Às 21h30, haverá um happy hour para estimular a interação entre os participantes. O Meetup acontecerá no Orion Parque Tecnológico, e as inscrições podem ser feitas no site http://sebrae.sc/35meetupstartupsc. O evento é patrocinado por: AILOS, AMBEV, DOT Digital Group, Compufour, Involves, PagueVeloz, Paradigma Business Solutions, Senior Sistemas, Silva Santana & Teston, Softplan e 49 Educação.  Programação completa 18h30 – 19h00 – Credenciamento; 19h00 – 19h15 – Abertura; 19h15 – 20h00 – Palestra \”Customer Success, a cultura do sucesso\”, com Roberta Silva; 20h00 – 20h15 – Demo Day com startups participantes do Programa Galápagos Lages; 20h15 – 20h30 – Anúncios do projeto Startup SC; 20h30 – 21h15 – Palestra \”de 0 a 17 milhões em 42 meses: A Jornada de Crescimento da Exact Sales\”, com Théo Orosco; 21h15 – 22h30 – Happy hour   Serviço O que: 35º Meetup StartupSC Data: 12 de fevereiro de 2020 Horário: a partir das 18h30 Local: Orion Parque Tecnológico Quanto: inscrições gratuitas Inscrição: http://sebrae.sc/35meetupstartupsc

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Ferramenta desenvolvida pela Softecsul é recomendada pela ACATS

Solução composta por site + aplicativo facilita operação e otimiza processos de entrada de mercadorias, balanços, inventários, gestão de gôndola, rupturas e pesquisa de campo em supermercados; associação catarinense no segmento chancela o produto. Recentes estudos da Nielsen Consultoria levantaram que quando o consumidor não encontra o produto que deseja em supermercados, por exemplo no setor de higiene e beleza, 66% deles compram uma outra marca no local, mas 30% procuram a marca em outra empresa do segmento; para produtos perecíveis, 70% compram outra marca no local, mas 28% vão à outras empresas comprar o produto desejado. O estudo é extenso, mas fica claro que a falta de gestão de estoque de mercados e supermercados influi diretamente nas vendas e pior: implica a perda de clientes para os concorrentes. Compreendendo todos estes problemas e buscando uma solução para ajudar os empresários nesta tarefa de ajustar e contar seus estoques, a Softecsul – residente no Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, no Orion Parque – desenvolveu o ColetorPro, uma solução integrada em uma plataforma web e um aplicativo, que juntos permitem facilitar não só a contagem do estoque, dando uma maior velocidade e acuracidade ao processo, mas principalmente reduzindo os custos e tempo necessários nestas atividades. Com a ferramenta ColetorPro, os colaboradores podem ficar monitorando a falta de produtos na gôndola e disparando alertas de reposição sempre que necessário, facilitando e agilizando a reposição e recomposição das mercadorias. Com o ColetorPro, o empresário instala o aplicativo em quantos celulares desejar, sem nenhum custo adicional por isso, pagando apenas um valor mensal por CNPJ, ou seja, celulares são transformados em poderosos e práticos coletores de dados, sem os altos custos dos coletores vendidos ou alugados no mercado. Equipamentos específicos para coleta de dados auxiliam pessoas na contagem do estoque, mas o alto valor de compra ou locação destes equipamentos inviabilizam seu uso em várias empresas. Só para dar uma ideia, um equipamento destes tem um preço médio na ordem de R$ 8.500,00 e sua locação pode chegar a R$ 100,00 por dia. Para o CEO e sócio da Softecsul, Athos Branco, o diferencial do ColetorPro é a eficácia e a velocidade das tarefas rotineiras dos supermercadistas. “Já temos relatos de clientes dizendo que “levava uma semana para uma contagem de estoque ‘na prancheta’ e agora, com o ColetorPro, fizemos em 6 horas”. Outro informou que “com a possibilidade de instalar o ColetorPro em vários celulares, nossa contagem de estoque demorou um décimo do que iria demorar”, observou o empresário. Além da contagem de estoque, a solução ColetorPro permite ainda controlar a entrada de mercadorias com o conceito de “entrada às cegas”, garantido um controle mais apurado no recebimento de mercadorias. Com o ColetorPro, as equipes de trabalho podem também fazer auditoria de gôndola, validando se o preço da etiqueta está correto ou se é necessário repor uma etiqueta, além de gerar alertas de solicitação de reposição de produtos na prateleira ou mesmo alertar a necessidade de compra de um determinando produto. No caso de se fazer uma pesquisa de preços em concorrentes, com o ColetorPro o colaborador pode ir até o concorrente com seu celular na mão e fazer as coletas de preços sem chamar a atenção. Acats e SA Varejo recomendam ferramenta A Associação Catarinense de Supermercados (ACATS) mantém convênio com a Softecsul e oferece descontos aos associados da entidade para implantação da ferramenta. O Coletor Pro foi um dos patrocinadores do Inova Acats 2019, Fórum e Feira de Tecnologia, Inovação e Sustentabilidade buscou conectar empresários e gestores do segmento supermercadista com profissionais e empresas dos segmentos de tecnologia, inovação e sustentabilidade a fim de criar agendas de ações práticas e aplicáveis nas empresas. O evento foi realizado em outubro de 2019, em Florianópolis. Para mais informações, entre em contato pelo telefone (48) 3223-0174, (48) 98414-9919 ou pelo e-mail associado@acats.com.br . A edição de setembro de 2019 da SA Varejo, revista nacional sobre o ramo supermercadista, também destacou o Coletor Pro como solução para redução de custos com estoques.   Saiba mais sobre o Coletor Pro Funcionalidades Auditorias – Auditoria de produtos na gôndola, prateleiras e estoques com controle de ruptura, problemas nas etiquetas de preços e solicitação de compra; Entradas – Monitorar o recebimento de mercadorias nas entradas, coletando e validando o recebimento de mercadorias com conferência “cega”, com base no XML do fornecedor; Pesquisas – Pesquisa de preços e produtos em concorrentes com comparação de preços do mercado; Inventário – Coleta de dados de estoque para validação de inventário com comparação de quantidades coletadas e o estoque em seu ERP; Diferenciais Redução de custos com a compra de coletores laser caros; Maior agilidade nas auditorias e coletas de dados; Assertividade nas funcionalidades propostas; Baixo custo de implantação; Simples e eficiente;  

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\”Sempre tem alguém que bloqueia nossa criatividade\”. Edital NASCER inscreve até dia 15/02

Marcado para encerrar no próximo dia 15/02, o edital NASCER, da FAPESC é a chance de ter uma ideia selecionada e de você fazer parte do Orion Parque sem pagar nada, graças à parceria com o CocreationLab – que será instalado no Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, em Lages, e em outros 14 espaços por todo o estado de Santa Catarina; confira entrevista com Salomão Ribas O Cocreation Lab é um modelo de ambiente colaborativo voltado para pessoas que tenham ideias/projetos de negócios inovadores com potencial de gerar novos empreendimentos. A partir do edital NASCER, em Lages, são selecionados projetos que ao longo de cinco meses passam por um processo de pré-incubação dentro da metodologia TXM Business, no qual se têm à disposição um conjunto de atividades, encontros, eventos e apoio institucional. O Cocreation Serra fará parte do maior programa de pré-incubação do país, o NASCER, que é uma iniciativa do Governo do Estado de Santa Catarina, através de uma parceria entre Sebrae Santa Catarina e Fapesc, para possibilitar a operação deste programa sem custo para os projetos selecionados. Ou seja, os projetos selecionados para o Cocreation Serra não terão nenhum custo para participar do programa. Rodando o estado com o workshop “Como colocar a sua ideia do Papel”, Luiz Salomão Ribas Gomez, um dos responsáveis pela implantação dos Cocreation em todo Estado, conversou conosco sobre o programa, os diferenciais e como ele vai funcionar na prática. Como funciona a metodologia TXM? A metodologia TXM tem uma história. São 14 anos de pesquisa. Ela começou numa proposta de cuidar de marcas, depois passou por tendências e agora chegou em negócios. A metodologia está estruturada em três grandes etapas, que é pensar o negócio, gerar uma experiência (que é o produto que vai entregar) e fazer a gestão. Assim temos o Think, eXperience e Management (TXM), focada nessas diretrizes. Ela é híbrida, ela exige uma ação presencial, para que elas estejam presentes, e isso transforma ela em colaborativa. Todos os participantes dos Cocreation utilizam uma plataforma, que tem acesso a e-books que apresentam, não sendo linear. Eu posso, a qualquer momento, fazer qualquer uma das atividades. Existem projetos que estão em níveis diferentes, ou em posições diferentes nessa linha que a metodologia traz. Ela se “deslineariza”, e cada um pode atuar no momento que está no projeto. Isso é muito legal. A metodologia tem essa base científica. Não é uma achismo. Já foi utilizada na Holanda, em Portugal, na Espanha, e no Brasil em diversos estados. E comprovadamente funciona. A metodologia pode ser usada também em outros aspectos? A estrutura do pensar (think), experienciar (experience) e gestionar (management) tem muito a ver com negócio, mas não quer dizer que ela que ela coloque só aí. O que a gente trabalha também é o tripé Intuição, observação e depois interação com o mercado – validando a observação que eu tive. Eu coloco o que eu acho, depois o que eu observo, e depois o que eu valido. Criamos, inclusive, um Canvas para isso, um modelo próprio. Nele eu consigo primeiro escrever o que eu quero, depois eu chegar no meu MVP, depois validá-lo, e assim por diante. Nesses cinco meses de atividades ele tem total capacidade de fechar esse Canvas. Público externo também tem acesso ao portal do Cocreation? Na plataforma, cada equipe tem a sua senha. O mentor de cada equipe tem a senha. No final, quando ele termina e diz: está pronto, isso gera um e-book, que é como se fosse o negócio dele resumido. Como se trata de um trabalho colaborativo, os outros times vão estar envolvidos. Os negócios são compartilhados também porque na plataforma existe um chat, que faz com que eu possa conversar com qualquer pessoa, de qualquer laboratório. São 20 Cocreations em SC, além de outras seis unidades no Brasil. Cada empreendedor pode se ajudar no caminho. Com todos que fazem parte de uma mesma plataforma temos hoje 250 pessoas. Até março de 2020 esperamos ter de 2 mil a 2.500 pessoas. Falando mais do NASCER, a ideia é que sejam 15 em todo estado. Como eles vão funcionar?  O NASCER é um programa de apoio ao Centro de Inovação, e de outros para que a pré-incubadora traga ação para esses espaços. Porque os Centros estavam muito focados na incubação, que é um passo posterior. Mesmo cidades como Florianópolis, por exemplo, existem três unidades do Cocreation que existem com bastante gente participando. As pessoas que por lá passam conseguem vagas nas incubadoras muito mais facilmente. O programa NASCER tem essa função. FAPESC e Sebrae se uniram e contrataram a metodologia do TXM, que é uma metodologia do laboratório da UFSC, sendo aplicado no estado inteiro. O edital vai até dia 15 de fevereiro para que tenha o máximo de ideias possíveis. Você tá passando pelo estado com esse workshop “Como colocar sua ideia no papel”. Porque você acha que é tão difícil fazer isso, já que é algo que parece ser muito simples, em certo sentido?    Depois que você destrava, é realmente muito simples. O problema é o nosso medo. Nesse workshop, o que eu falo é que sempre tem alguém que bloqueia nossa criatividade. Normalmente esse bloqueio acontece nas escolas, porque normalmente falamos: “não faz isso, não responde isso, faz daquele jeito, não faz aquele outro”. A plataforma que criamos é muito simples. E o que a gente quer é a simplicidade de linguagem, de apresentação. Não é nada acadêmico e científico. É negócio! A gente quer que essa inovação, esse negócio, se transforme em algo concreto. A linguagem pode ser algo bem simples. É algo bem objetivo, apontando marcados consumidores. A simplicidade vai dizer que a tua ideia empreendedora tenha relevância. Se ele é muito justificado, talvez você queira dar pra ele uma relevância que ele não tem. É isso que fizemos na plataforma agora. O legal é que os espaços físicos onde vão acontecer os Cocreation pelo estado são bem divergentes. Desde um museu, até parques tecnológicos, ou casas históricas. A estrutura física dos lugares será

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\\\”Sempre tem alguém que bloqueia nossa criatividade\\\”. Edital NASCER inscreve até dia 15/02

Marcado para encerrar no próximo dia 15/02, o edital NASCER, da FAPESC é a chance de ter uma ideia selecionada e de você fazer parte do Orion Parque sem pagar nada, graças à parceria com o CocreationLab – que será instalado no Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, em Lages, e em outros 14 espaços por todo o estado de Santa Catarina; confira entrevista com Salomão Ribas O Cocreation Lab é um modelo de ambiente colaborativo voltado para pessoas que tenham ideias/projetos de negócios inovadores com potencial de gerar novos empreendimentos. A partir do edital NASCER, em Lages, são selecionados projetos que ao longo de cinco meses passam por um processo de pré-incubação dentro da metodologia TXM Business, no qual se têm à disposição um conjunto de atividades, encontros, eventos e apoio institucional. O Cocreation Serra fará parte do maior programa de pré-incubação do país, o NASCER, que é uma iniciativa do Governo do Estado de Santa Catarina, através de uma parceria entre Sebrae Santa Catarina e Fapesc, para possibilitar a operação deste programa sem custo para os projetos selecionados. Ou seja, os projetos selecionados para o Cocreation Serra não terão nenhum custo para participar do programa. Rodando o estado com o workshop “Como colocar a sua ideia do Papel”, Luiz Salomão Ribas Gomez, um dos responsáveis pela implantação dos Cocreation em todo Estado, conversou conosco sobre o programa, os diferenciais e como ele vai funcionar na prática. Como funciona a metodologia TXM? A metodologia TXM tem uma história. São 14 anos de pesquisa. Ela começou numa proposta de cuidar de marcas, depois passou por tendências e agora chegou em negócios. A metodologia está estruturada em três grandes etapas, que é pensar o negócio, gerar uma experiência (que é o produto que vai entregar) e fazer a gestão. Assim temos o Think, eXperience e Management (TXM), focada nessas diretrizes. Ela é híbrida, ela exige uma ação presencial, para que elas estejam presentes, e isso transforma ela em colaborativa. Todos os participantes dos Cocreation utilizam uma plataforma, que tem acesso a e-books que apresentam, não sendo linear. Eu posso, a qualquer momento, fazer qualquer uma das atividades. Existem projetos que estão em níveis diferentes, ou em posições diferentes nessa linha que a metodologia traz. Ela se “deslineariza”, e cada um pode atuar no momento que está no projeto. Isso é muito legal. A metodologia tem essa base científica. Não é uma achismo. Já foi utilizada na Holanda, em Portugal, na Espanha, e no Brasil em diversos estados. E comprovadamente funciona. A metodologia pode ser usada também em outros aspectos? A estrutura do pensar (think), experienciar (experience) e gestionar (management) tem muito a ver com negócio, mas não quer dizer que ela que ela coloque só aí. O que a gente trabalha também é o tripé Intuição, observação e depois interação com o mercado – validando a observação que eu tive. Eu coloco o que eu acho, depois o que eu observo, e depois o que eu valido. Criamos, inclusive, um Canvas para isso, um modelo próprio. Nele eu consigo primeiro escrever o que eu quero, depois eu chegar no meu MVP, depois validá-lo, e assim por diante. Nesses cinco meses de atividades ele tem total capacidade de fechar esse Canvas. Público externo também tem acesso ao portal do Cocreation? Na plataforma, cada equipe tem a sua senha. O mentor de cada equipe tem a senha. No final, quando ele termina e diz: está pronto, isso gera um e-book, que é como se fosse o negócio dele resumido. Como se trata de um trabalho colaborativo, os outros times vão estar envolvidos. Os negócios são compartilhados também porque na plataforma existe um chat, que faz com que eu possa conversar com qualquer pessoa, de qualquer laboratório. São 20 Cocreations em SC, além de outras seis unidades no Brasil. Cada empreendedor pode se ajudar no caminho. Com todos que fazem parte de uma mesma plataforma temos hoje 250 pessoas. Até março de 2020 esperamos ter de 2 mil a 2.500 pessoas. Falando mais do NASCER, a ideia é que sejam 15 em todo estado. Como eles vão funcionar?  O NASCER é um programa de apoio ao Centro de Inovação, e de outros para que a pré-incubadora traga ação para esses espaços. Porque os Centros estavam muito focados na incubação, que é um passo posterior. Mesmo cidades como Florianópolis, por exemplo, existem três unidades do Cocreation que existem com bastante gente participando. As pessoas que por lá passam conseguem vagas nas incubadoras muito mais facilmente. O programa NASCER tem essa função. FAPESC e Sebrae se uniram e contrataram a metodologia do TXM, que é uma metodologia do laboratório da UFSC, sendo aplicado no estado inteiro. O edital vai até dia 15 de fevereiro para que tenha o máximo de ideias possíveis. Você tá passando pelo estado com esse workshop “Como colocar sua ideia no papel”. Porque você acha que é tão difícil fazer isso, já que é algo que parece ser muito simples, em certo sentido?    Depois que você destrava, é realmente muito simples. O problema é o nosso medo. Nesse workshop, o que eu falo é que sempre tem alguém que bloqueia nossa criatividade. Normalmente esse bloqueio acontece nas escolas, porque normalmente falamos: “não faz isso, não responde isso, faz daquele jeito, não faz aquele outro”. A plataforma que criamos é muito simples. E o que a gente quer é a simplicidade de linguagem, de apresentação. Não é nada acadêmico e científico. É negócio! A gente quer que essa inovação, esse negócio, se transforme em algo concreto. A linguagem pode ser algo bem simples. É algo bem objetivo, apontando marcados consumidores. A simplicidade vai dizer que a tua ideia empreendedora tenha relevância. Se ele é muito justificado, talvez você queira dar pra ele uma relevância que ele não tem. É isso que fizemos na plataforma agora. O legal é que os espaços físicos onde vão acontecer os Cocreation pelo estado são bem divergentes. Desde um museu, até parques tecnológicos, ou casas históricas. A estrutura física dos lugares será

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Darwin Startups lança novo programa de capacitação em parceria com Startup SC; Orion Parque fará parte da iniciativa

Lages e Criciúma serão as primeiras cidades do estado a receber o Programa Galápagos, que tem inscrições abertas Com o objetivo de capacitar empreendedores e startups que estão no período posterior à fase de ideação até o período de captação dos primeiros clientes, a Darwin Startups, em parceria com o Startup SC, do Sebrae/SC, lança o Programa Galápagos. A iniciativa irá abranger todo o estado de Santa Catarina e cada edição terá a duração de quatro semanas. As primeiras turmas acontecem este mês em Criciúma, no dia 22, com o patrocínio da Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC) e apoio da Prefeitura Municipal de Criciúma, e em Lages, dia 23, com o patrocínio do Orion Parque Tecnológico. O programa selecionará entre 10 e 15 startups por turma e, ao longo do ano, chegará nas cidades de acordo com a demanda local. As inscrições tanto para a seleção das startups como para inclusão dos municípios no cronograma podem ser feitas em De acordo com André Hotta, diretor de marketing da Darwin Startups, o Galápagos surgiu com o objetivo de capacitação, mas também, principalmente, para desenvolver as comunidades de startups do interior. “Existem bons empreendedores em todos os lugares do Brasil e do mundo, mas muitos não conseguem dar certo por não estarem em ambientes propícios para crescer. Nós queremos mudar isso dando oportunidade para que as pessoas possam se desenvolver”, diz Hotta. Nas quatro semanas, os participantes passam pela fase de diagnóstico, desenvolvimento e apresentação ao mercado, trabalhando os conceitos de cliente, problema e solução, criando o MVP e aprendendo a abordar e realizar as primeiras vendas. “Com a parceria neste novo programa queremos ir além do que já oferecemos com o Programa de Capacitação Startup SC, podendo impactar empreendedores que estão em fases mais iniciais, como a da ideação, e abranger cidades que não atingiríamos durante o ano”, conta Alexandre Souza, gestor do Startup SC. Sobre o Programa Galápagos O Galápagos inicia a primeira das suas quatro semanas com um diagnóstico 360º, apresentando a metologia lean e falando sobre projeções financeiras, metas e métricas. Na sequência, o tema é customer development, no qual entram temas como ICP (Ideal Customer Profile), problema e solução, MVP (Minimum Viable Product) e validações. Por fim, é hora do Go to Market, com conteúdos sobre precificação, pitch e primeiras vendas. Galápagos no Orion Parque O Orion Parque oferecerá 10 vagas para empresas residentes no Centro de Inovação Luis Henrique da Silveira, em Lages. As startups terão direito a 50% de subsídio (valor integral: R$1.500. Com desconto: R$ 750,00)! É possível inscrever até três pessoas da empresa, mas para manter o subsídio os empreendedores não podem faltar nenhum dos encontros. Caso haja alguma falta o subsídio será cancelado. As vagas serão garantidas pela ordem de inscrição e pagamento. Link para inscrição: https://plid.in/participagalapagosorion Serviço O quê: Programa Galápagos Quando: Início – 22/01 (Criciúma) e 23/01 (Lages) Onde: Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC), em Criciúma, e Orion Parque Tecnológico, em Lages Quanto: Inscrições gratuitas em Com informações Darwin e ACATE.

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