Orion Parque

Orion Parque recebe visita do Comitê de implantação do Centro de Inovação de Criciúma

O Comitê de implantação do Centro de Inovação de Criciúma esteve na Serra Catarinense nesta quinta-feira(15), para conhecer o Orion Parque Tecnológico, em Lages. O grupo foi recebido pelo Presidente do Instituto Orion, Thiago Mazuhy e o CEO do Orion Parque, Claiton Camargo, que apresentaram o parque e as atividades desenvolvidas.  Com o intuito de compreender o funcionamento do Orion Parque, bem como do Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, foram apresentadas ao Comitê as ações e programas realizados, os desafios enfrentados e a trajetória do Parque ao longo dos sete anos de atividade. O Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira é o primeiro da rede de centros de Santa Catarina e tem um papel fundamental junto ao Orion Parque no fomento ao empreendedorismo e inovação na serra catarinense. O Orion busca sempre contribuir para os estudos de implantação de outros Centros de Inovação, tendo em vista a importância da colaboração para o desenvolvimento de toda Santa Catarina.  Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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Empreendedores vinculados ao Orion Parque realizam o primeiro Almoçorion do ano de 2024

O tradicional almoço oferecido pelas empresas vinculadas ao Orion Parque, o almoçorion, aconteceu no início do mês de fevereiro pela empresa Hub2Us que escolheu o cardápio italiano para o momento. Com macarronada e galeto, o almoço reuniu mais de 30 pessoas entre colaboradores das empresas, CEO’s e colaboradores do Centro de Inovação em uma sexta-feira de muita troca de experiências e descontração. O Almoçorion, como é carinhosamente chamado, foi uma iniciativa do Instituto Orion com o intuito de reunir as empresas no horário do almoço para provocar interações informais entre os colaboradores, fundadores e CEO’s vinculados ao Orion. Com o tempo e a intensa correria diária dos empreendedores, esse momento se tornou escasso, voltando a ser realizado no ano de 2023 quando os empreendedores tomaram a frente do processo.  Em um formato diferente, o Almoçorion passou a ser realizado mensalmente sob a responsabilidade de uma ou duas empresas que em parceria anunciam a data e o cardápio do almoço, organizado e realizado pela empresa. A dedicação e empenho para a realização deste momento estimula a participação dos colaboradores e incentiva as empresas a se disponibilizarem naturalmente para realizar o almoço no próximo mês.  O Orion Parque é parceiro de iniciativas internas e externas que possibilitem a troca de informações e experiências, visando sempre a contribuição para o desenvolvimento não só do negócio mas também das pessoas envolvidas no ecossistema de inovação. Momentos como esse são valiosos para protagonizar o estímulo ao empreendedorismo e novas possibilidades. Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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Cocreation realiza banca de pré pitch para apresentação de novos negócios, no Orion Parque Tecnológico

Banca final acontecerá no final do mês de fevereiro, dia 29, com a participação de 11 cocreators  O Pitch é super importante para qualquer negócio. É ele que tem o poder de convencer o investidor que a ideia vale a pena e é lucrativa. Treinar a apresentação do pitch é uma etapa essencial na construção de um negócio e por isso, o Cocreation Lab realizou nesta quinta-feira (08), no Orion Parque, uma banca de Pré Pitch para analisar e avaliar os Pitchs que irão ser apresentados na banca final, com a participação de 11 cocreators.  A banca avaliadora foi composta pela Head do Escritório de Projetos, Raiane Macedo e a Head de Empresas e Startups, Jéssica Corso, que possuem vasta experiência no acompanhamento de equipes em fase de pré incubação e já participaram de variados eventos do ecossistema contribuindo para a construção de negócios. Todo o processo é acompanhado pela Coordenadora do Cocreation Lab Serra, Julia Rodrigues.  Os pitchers tem quatro minutos para vender sua ideia e convencer a banca que existe um modelo de negócio estruturado. A banca avaliadora tem seis minutos para fazer suas considerações e questionamentos, com o intuito de contribuir para a apresentação final que será realizada no dia 29 de fevereiro, no Orion Parque. Julia conta que as equipes são orientadas previamente por meio da participação de um curso de oratória e uma oficina voltada para a construção e apresentação do pitch, além do momento de treinamento da apresentação antes da banca avaliadora.  Os cocreators iniciam o processo de pré-incubação após aprovação na submissão da ideia em edital e durante cinco meses são monitorados e mentorados por um time de empreendedores que contribuem para que a ideia se torne um negócio. Os cocreators passam por todo o processo de validação de problema, validação da solução, pesquisa de mercado e validação do modelo de negócio, seguindo a metodologia aplicada para o desenvolvimento da ideia com foco em negócio.  André de Andrade, participante do Cocreation e pitcher da equipe Entofert, conta que chegou ao cocreation por meio de sua esposa que viu nas redes sociais a divulgação do link de submissão das ideias e avalia a importância do momento de pré pitch onde a banca pode dar seu feedback e ajudar em sua construção para quando for apresentar sua ideia para alguma empresa ou cliente “participar do cocreation foi uma experiência bem diferente, eu venho da academia e aqui aprendi muitas coisas novas, no começo parece abstrato mas com a trilha aos poucos você vai entendendo como vai posicionar sua ideia, seu produto e enfim, sua solução” O Cocreation abre portas para os empreendedores desenvolverem seus negócios e entrarem no ecossistema de inovação, conhecendo outros programas e ações de fomento e estímulo ao empreendedorismo.  A banca final será realizada no dia 29 de fevereiro, às 19 horas, no Orion Parque Tecnológico, momento onde serão definidos os vencedores da edição. O momento será aberto ao público e transmitido ao vivo por meio do Youtube. Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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REUNI Challenge lança enquete para participação dos universitários na sexta edição da Maior Competição de Empreendedorismo Universitário do Brasil

Orion Parque abre enquete para descobrir quais são as melhores datas para os universitários participarem da Maior Competição de Empreendedorismo Universitário. Ação tem como objetivo possibilitar que as universidades tenham tempo hábil para se preparar para a competição.   Já imaginou participar de uma imersão empreendedora durante 75 horas, competindo com universidades de todas as regiões para provar que a sua universidade é a mais empreendedora do Brasil? O REUNI Challenge é a oportunidade de colocar em prática os conhecimentos acadêmicos em uma competição com o objetivo de criar uma startup do zero, em três dias, solucionando problemas reais de grandes empresas e entidades. Além da experiência, a equipe vencedora leva o título de Universidade Mais Empreendedora do Brasil e prêmio em dinheiro. As expectativas para este ano estão voltadas para o mês de setembro, quando ocorrerá a edição 2024 da maior competição de empreendedorismo universitário do Brasil, sediada pelo Orion Parque Tecnológico, localizado no município de Lages, em Santa Catarina. A competição visa o desenvolvimento do empreendedorismo universitário, estimulando o desafio da criação de uma startup por meio de uma metodologia que une os conhecimentos acadêmicos ao processo de idealização e construção de um negócio.  Neste ano, a sexta edição do REUNI Challenge promete movimentar ainda mais o cenário universitário do país com o estímulo à participação das universidades de todas as regiões. E para garantir a melhor experiência aos universitários e possibilitar sua participação representando a universidade em busca do título de Universidade mais empreendedora do Brasil, o Orion Parque lança hoje uma enquete para a participação de universitários, reitores e professores acerca das datas para realização do evento, que acontecerá no mês de setembro.  A grande novidade para este ano é o lançamento do evento que acontecerá ainda no primeiro quadrimestre do ano. A grande preocupação em incluir os universitários no processo de construção do planejamento e lançamento do evento é possibilitar que as universidades tenham tempo hábil para buscar alternativas de participação, considerando a movimentação nacional e a necessidade de deslocamento das universidades para a Serra catarinense, onde o evento é sediado.  O REUNI Challenge é um evento voltado para o público universitário que busca estar inserido no ecossistema de empreendedorismo e inovação, solucionando problemas reais da sociedade em que vivem, independente do curso e área de atuação. A diversificação de conhecimentos e a multidisciplinaridade das equipes tornam a competição ainda mais valiosa, considerando que toda experiência contribui durante o processo que vai da validação do problema ao pitch final. Para participar da competição, são formadas equipes com universitários e professores, que representarão a sua universidade ao longo do evento. Durante as 75 horas, as equipes são orientadas por um time de mentores especialistas em empreendedorismo e participam de talks técnicos a cada etapa do processo, a fim de auxiliar no desenvolvimento do negócio.  Ao final da competição, as equipes  apresentam seu negócio para uma banca avaliadora que definirá qual Universidade é a mais empreendedora do Brasil, concedendo-a o título.  O REUNI Challenge é a maior competição universitária e recebe o apoio e prestígio de personalidades do mundo empreendedor como Fernando Seabra, idealizador do Clube Bora Fazer e um dos avaliadores do Shark Tank Brasil, além de colunista no Economia SC e investidor e Edson Mackeenzy que desenvolve e colabora com inúmeros programas de fomento à inovação no país, além de autor do livro “Pitch Perfeito” que orienta Pitchers a fazer uma apresentação de sucesso. Seabra e Mackeenzy são embaixadores oficiais do REUNI Challenge e replicam a importância de participar do evento para o fomento ao empreendedorismo.   Para participar da enquete e contribuir para o sucesso da edição, acesse: https://plid.in/reuni2024_enquete Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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CHIMAtalks discute Lei de Inovação e provoca representatividade do ecossistema para o desenvolvimento de Lages 

Com o objetivo de esclarecer a Lei de Inovação para a população lageana e o seu impacto no desenvolvimento econômico do município, o Orion Parque realizou na última quinta-feira (01), a tradicional roda de conversa regada a chimarrão, o CHIMAtalks, com a presença de autoridades municipais, empresas de tecnologia e comunidade que puderam sanar suas dúvidas acerca da Lei que dispõe de normas de incentivo às atividades tecnológicas e de inovação realizadas pelas organizações e cidadãos estabelecidos em Lages.  Estiveram presentes o Vereador Agnelo Miranda que articulou entre os Poderes Legislativo e Executivo para a tramitação e aprovação da Lei, representantes do Senac, Celesc, SEBRAE, Senai, Fiesc, membros dos Conselhos do Orion Parque, além das empresas vinculadas ao Orion como a Connect Carbon, a Hub2Us e a Bem Protegido, como também a empresa de tecnologia e mantenedora do Orion Parque, ATPlus Digital, juntamente com representantes das Universidades como a Sabrina Bet da Universidade do Planalto Catarinense – UNIPLAC e o André Thales, Diretor do CAV/UDESC.     A Lei que é de autoria do Poder Executivo foi aprovada na Câmara de Vereadores por unanimidade e sancionada no mês de dezembro de 2023, se tornando a Lei 4722/2023. A Lei de Inovação prevê a constituição de um Conselho Municipal de Inovação que fará a gestão do Fundo de Inovação, ambos sob o escopo da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo, sendo o gestor do fundo, o Secretário da pasta. Também é previsto Incentivos a empresas e instituições que realizam atividades de inovação.  André Thales, Diretor do CAV/UDESC comentou que a universidade tem um papel essencial no cenário de inovação e que é importante incrementar o núcleo de inovação e tecnologia da universidade “ Lages vive um momento especial de debate sobre inovação, que é fundamental. Só o CAV da UDESC  já concluiu mais de 1600 teses e dissertações e à medida que a produção científica começa a ter estabilidade, o grande desafio é a inovação a partir desse conhecimento gerado. A UDESC quer muito participar do desenvolvimento de Lages e região” A grande dúvida foi a respeito da criação e operacionalização do Fundo de Inovação. Na Lei prevê que o Conselho Municipal tem autonomia para deliberar sobre a aplicação e destinação do recurso do Fundo de Inovação, podendo ser aplicado em eventos, pesquisas, programas e atividades de inovação e tecnologia para residentes do município de Lages, sendo pessoa física ou jurídica. A Lei oferece uma amplitude nos meios para a destinação, podendo ser realizados inclusive editais para chamada pública.  A discussão acerca do Fundo de Inovação não é uma novidade, já se falava a respeito quando a inovação passou a ser um viés de desenvolvimento econômico para a cidade de Lages “Independente do valor de aporte que o município faria, era importante ter o Fundo. Ao longo dos últimos oito anos, queríamos discutir o aporte, mas o fundo não existia” destacou o Diretor Executivo do Orion Parque, Claiton Camargo.  Quanto à destinação de recursos, a conversa levantou a possibilidade de captação de recursos parlamentares que podem ser destinados para o Fundo e a importância de constituir o Conselho Municipal representado pelas 12 cadeiras sendo o Poder Público, Instituições de Ensino superior público e privado e Organizações da Sociedade Civil de forma a estabelecer o cumprimento da função com responsabilidade e compreensão do cenário do ecossistema de inovação da Serra Catarinense.  O Diretor do Comitê de Inovação da CELESC, Juliano Françosi, destacou que a Lei de Inovação vem para fomentar todas as ações que possam reverter a ações do ecossistema e ao movimento de inovação que a empresa quer promover “Faço uma ligação alinhada com três fatores: Educação, Oportunidade e Empreendedorismo. Educação por que precisamos ter a academia pensando em tecnologia, oportunidade por que precisamos ter empresas como a CELESC abrindo as suas portas para inovação aberta e que possam trazer startups e a própria academia para resolver os problemas que temos e o empreendedorismo justamente para ter essa veia de buscar os recursos necessários para que isso seja realizado” A responsabilidade dos atores de inovação do ecossistema, ou seja, das empresas de tecnologia, das entidades que visam atividades de inovação, das universidades e da comunidade em geral, foi tema de grande discussão entre os presentes, considerando a importância do envolvimento de todos para que a Lei seja cumprida principalmente a partir da constituição do conselho e criação do fundo. A indicação dos nomes para composição das cadeiras do conselho deve ser realizada por meio do gestor da pasta onde o conselho e o fundo ficam alocados, sendo a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo.  Com uma provocação do Presidente do Instituto Orion, Thiago Mazuhy, que levantou a importância do envolvimento do ecossistema com o Conselho de Inovação, destacou questionamentos relevantes que afirmam a necessidade da construção de relacionamento “ Já que estou provocando que a gente tem que participar, quero devolver algumas perguntas para o grupo, são dúvidas que também me corroem algumas vezes. Quem vocês acham que são as pessoas da organização civil que vão representar todo o ecossistema no conselho? A gente vai ter que ter uma contrapartida com esse pessoal e inseri-los nesse processo. Segundo, vamos supor que sobrou um dinheiro na Prefeitura e o Prefeito resolveu investir no Fundo de Inovação da cidade de Lages, o que nós empreendedores temos preparado para fazer esse fundo funcionar? Quais as justificativas que a gente tem para solicitar esse recurso financeiro público?” Para iniciar a consolidação da Lei de Inovação, é necessário constituir o Conselho Municipal de Inovação e o Fundo de Inovação, sendo uma responsabilidade da pasta gestora, conforme a legalidade. Por se tratar de um ano eleitoral, muitas são as restrições em relação à destinação e aplicação de recursos, por isso é de extrema importância a constituição do que a prevê a Lei antes do período de restrição eleitoral. A movimentação do ecossistema é essencial para a garantia do direito adquirido conforme a Lei 4722/2023.  Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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Inscrições abertas para o Programa Jovem Programador 2024

Estão abertas as inscrições para a edição 2024 do Programa Jovem Programador (PJP), uma iniciativa do Sindicato das Empresas de Processamento de Dados do Estado de Santa Catarina (SEPROSC) em parceria com o Senac SC, que atua na formação de profissionais para o mercado de Tecnologia da Informação (TI). As inscrições vão até o dia 18 de fevereiro e as aulas têm previsão de início na segunda quinzena de março. A próxima edição do PJP vai oferecer mais de 920 vagas nas cidades de: Araranguá, Blumenau, Brusque, Caçador, Chapecó, Concórdia, Criciúma, Curitibanos, Florianópolis, Jaraguá do Sul, Joaçaba, Joinville, Lages, Palhoça, Rio do Sul, São Miguel do Oeste, Tubarão, Videira e Xanxerê. Esta abrangência geográfica visa proporcionar capacitação em tecnologia para pessoas em diversas regiões do estado, contribuindo assim para o desenvolvimento profissional e o fortalecimento do setor tecnológico em Santa Catarina.  Quem pode participar:  Podem se inscrever no Programa Jovem Programador pessoas a partir de 16 anos com ensino médio completo ou cursando. Os interessados em participar do Programa Jovem Programador 2024 podem encontrar informações detalhadas, requisitos e realizar a inscrição no site: Jovem Programador. Destaques do programa: Maior número de vagas: o Programa Jovem Programador busca atender à crescente demanda do setor, oferecendo mais de 920 vagas para pessoas que buscam uma carreira na área de TI. Especializações estratégicas: o PJP oferece duas qualificações profissionais – Programador de Sistemas e Programador Web, permitindo que os participantes ampliem suas competências e alcancem um destaque ainda maior no mercado. Parcerias sólidas: o programa mantém parcerias sólidas com empresas importantes do setor, proporcionando aos alunos do PJP uma conexão direta com as demandas e as tendências do mercado de tecnologia. Compromisso com a empregabilidade:  o Jovem Programador mantém seu compromisso em capacitar os participantes não apenas com conhecimentos teóricos, mas também com habilidades práticas essenciais para o sucesso profissional. Sobre o Jovem Programador: O Programa Jovem Programador é uma referência no Estado de Santa Catarina,  oferecendo capacitação tecnológica para jovens a partir de 16 anos e de forma gratuita junto às famílias com renda per capita de até dois salários mínimos. Com um olhar voltado para a empregabilidade, o programa visa preparar os participantes para um futuro de sucesso no setor de tecnologia. O Programa Jovem Programador tem patrocínio das empresas: Datainfo, Exímio, Fácil, Grupo BST, Havan, JB Software, NDD, Quicksoft, Senior, Seti, Softplan, Systêxtil, Trier Sistemas e HartSystem, e apoio de Arco Instituto, Associação Catarinense de Tecnologia (Acate), Communitech, Centro de Inovação Blumenau (CIB), Federação Catarinense de Municípios (Fecam), Gene Conecta, Novale Hub – Centro de Inovação de Jaraguá do Sul, Orion Parque Tecnológico, Inovale – Polo de Inovação do Vale do Rio do Peixe, SOMAR Vale Europeu,  Núcleo de Empresas de Tecnologia de Tubarão e Região (AmurelTec) e e Sindicato das Empresas de Informática e Processamento de Dados da Grande Florianópolis (Seinflo). Serviço: Inscrições abertas para o Programa Jovem Programador Data: até 18 de fevereiro de 2024.  Quem pode se inscrever: pessoas a partir de 16 anos  Inscrições e informações no site: Jovem Programador Texto: Senac Lages | Imagem: Senac Lages

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Desconecta realiza com sucesso a primeira edição de 2024

Com mesas de OneShot RPG, jogos de tabuleiro, dinâmicas, Quiz e mesas de Arena, a primeira edição do Desconecta, realizado neste sábado (27), no Orion Parque, veio para mostrar que 2024 será um ano de muitos desafios e grandes aventuras. O Desconecta acontece mensalmente e reúne entusiastas e jogadores de diversos jogos.  Um universo onde a imaginação e a criatividade tomam conta, gerando novos desafios e criando novas histórias, o Desconecta abre espaço para a expansão da comunidade e espaço para desenvolvimento. Nesta primeira edição de 2024, além dos tradicionais jogos, foram realizadas também rodadas de Quiz sobre os temas Senhor dos Anéis, Harry Potter, Mundo Marvel e conhecimentos gerais para descontrair os participantes e gerar um momento de conexão.  A missão do Desconecta é proporcionar momentos de interação entre as diversas comunidades entusiastas dos jogos de RPG e jogos de mesa, buscando tirar a atenção das telas e jogos online. Com o passar do tempo e o desenvolvimento do programa, novas comunidades foram criadas a partir dos encontros mensais, resultando em novas amizades e novos participantes.  A loja de jogos O Condado segue sendo parceira do Programa e traz a cada edição, novidades para todos os gostos e idades. A expectativa para este ano é conectar ainda mais pessoas e realizar edições temáticas conforme as tendências e novidades do universo geek, a fim de engajar os participantes e trazer ainda mais pessoas não só para a participação no Programa, como também para conhecer os demais programas e ações do Orion.  Estimulando a criatividade  Os jogos são ótimas alternativas para o estímulo da criatividade, que apesar de trabalhado na infância para o desenvolvimento infantil, se faz necessário e essencial em todas as fases do indivíduo, considerando que as facilidades da tecnologia e a rapidez da informação desgastam a importância da imaginação. Albert Einstein dizia que a criatividade é a inteligência se divertindo e proporcionar momentos de interação social onde a imaginação e a criatividade são a base para o relacionamento, é essencial para não perder essa característica humana tão importante.  Para quem ainda se pergunta o que são os jogos de RPG e por que colocamos a criatividade como um dos principais fatores essenciais, é importante destacar que o RPG é um gênero de jogo que trabalha a criatividade e a imaginação associadas a contação de histórias, onde criam-se personagens, características, universos e narrativas. Por isso, o Programa Desconecta se destaca como uma importante ferramenta de estímulo às relações humanas e criativas, acolhendo todos os públicos de todas as idades.   Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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Lei de Inovação é o tema do primeiro CHIMAtalks de 2024, do Orion Parque

A primeira edição do CHIMAtalks 2024 já tem data, na próxima quinta-feira, 01 de fevereiro, a roda de conversa regada a chimarrão debate um tema super importante para o desenvolvimento econômico da região serrana e para a comunidade lageana: a Lei de Inovação. O momento acontecerá no Orion Parque, às 18h40 e será transmitido via Youtube para quem não puder participar de forma presencial.  A roda de conversa será dedicada ao esclarecimento da Lei que ainda é uma novidade para os empreendedores e entusiastas do ecossistema de inovação, considerando que foi sancionada em dezembro de 2023. Lages era a única cidade com Centro de Inovação que ainda não possuía uma Lei de Inovação, ainda que o Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, no Orion Parque, seja o primeiro da Rede Catarinense de Centros de Inovação e o primeiro em cidade interiorana.  Além da equipe do Instituto Orion, estarão presentes o Vereador Agnelo Miranda, articulador entre os poderes executivo e legislativo para a tramitação do Projeto de Lei na Câmara de Vereadores, o Secretário de Desenvolvimento Econômico, Álvaro Mondadori, gestor da pasta onde o Conselho e o Fundo de Inovação ficarão alocados, além do Presidente do Orion Parque, Thiago Mazuhy e empresas vinculadas ao Orion Parque e empresas do ramo de inovação.  O momento será dedicado ao esclarecimento da Lei e como será aplicada na prática, considerando que a Lei prevê a constituição de um Conselho Municipal de Inovação que fará a gestão do Fundo Municipal de Inovação, ambos sob o escopo da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo. O Conselho deverá ser composto por doze membros, sendo quatro do Poder público, quatro de instituições de ensino superior do município e  quatro de Organizações da Sociedade Civil, constituindo o grupo que tem autonomia para deliberar sobre a aplicação do recurso do Fundo.  O Fundo Municipal de Inovação terá como gestor o Secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo. O Fundo possui autonomia administrativa e financeira e poderá atender ao fluxo contínuo e a edital de chamada pública de projetos, além de poder se orientar segundo regramento de eventual financiador/patrocinador que tenha aportado recursos. O Capítulo 3 da Lei de Inovação que explora sobre o Fundo de Inovação também traz sobre a constituição de receitas e a aplicabilidade do recurso.  Toda a Lei 4722/2023, a Lei de Inovação, será amplamente discutida para esclarecer ao público empreendedor e à comunidade lageana sobre a sua aplicabilidade e impacto no desenvolvimento, principalmente econômico, do município. Por isso, é de extrema importância a participação dos membros das entidades locais, imprensa, empresas de tecnologia e inovação e comunidade em geral, a fim de pautar seus benefícios.  Para participar inscreva-se: http://plid.in/chimatalks Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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Sancionada a Lei 4722/23 que garante a sustentabilidade das atividades de Inovação no Município de Lages

Para encerrar o ano com chave de ouro e a esperança em um 2024 ainda mais próspero, foi sancionada na manhã desta sexta-feira (22), No Orion Parque, a Lei de Inovação Nº 4722/2023 que garante a sustentabilidade dos atores de inovação do município de Lages para o desenvolvimento de atividades de fomento à inovação,  por meio da constituição do Conselho Municipal de Inovação e o Fundo de Inovação.   Em um momento de emoção para os agentes e atores do ecossistema de inovação do município, o Prefeito de Lages, Antonio Ceron, sancionou a Lei de Inovação nº4722/2023 na presença Vice-prefeito do município, Juliano Polese, do Secretário de Desenvolvimento e Turismo, Álvaro Mondadori, representantes do Poder Legislativo, Vereadores Agnelo Miranda e Gerson Omar, além do Presidente do Instituto Orion, Thiago Mazuhy e do CEO do Orion Parque, Claiton Camargo.  Prestigiaram o momento os empreendedores vinculados ao Orion Parque, empreendedores incubados na MIDILages, membros dos Conselhos do Orion Parque, colaboradores do Instituto Orion, além dos ex-presidentes do Instituto Orion, Roberto Amaral e Valmir Tortelli. Com falas de reconhecimento do Poder Público para a importância e impacto da inovação para o município de Lages e região, foi destacada a árdua luta dos agentes do ecossistema e apoiadores para que a Lei de Inovação fosse uma realidade municipal, visto que Lages era a única cidade com Centro de Inovação, que ainda não possuia uma Lei de Inovação para suporte de suas atividades.  Para Hemerson Schenatto, CEO da Ilergic, empresa vinculada ao Orion Parque a sanção da Lei é um importante momento principalmente para a perspectiva futura “ quando a gente vê novas ideias surgindo no âmbito de Lages e região do nosso ecossistema, essa lei fortalece o incentivo das execuções dessas ideias através do Orion Parque e outras ações. A lei é uma importante ferramenta para as novas gerações de empreendedores que vão ter mais apoio financeiro e de estrutura para poder executar e validar essas ideias no mercado” Hemerson também destaca que espera para o próximo ano a continuação das atividades do Orion Parque que é um importante agente de transformação e a constituição do Conselho e funcionamento do Fundo para concretizar os efeitos da Lei.  A Lei de Inovação vem sendo trabalhada a muitos anos, por muitas mãos apoiadoras do potencial tecnológico e de inovação do município de Lages, como destaca o Vice-prefeito de Lages, Juliano Polese “ esse é um momento que dá a garantia tanto de recursos como de possíveis novas captações e fomento para o ecossistema de inovação. Aquilo que vinha por convênio agora vem por Lei, para que não tenha essa instabilidade passando a ser uma política de estado e não uma política de governo” Juliano Polese ainda destaca acreditar que novas empresas buscarão se instalar em Lages por conta dessa garantia de financiamento para as atividades de inovação, já que a lei garante mais segurança e estabilidade. Lages já possui um número significativo de empresas de base tecnológica e geração de mais de três mil empregos, e o faturamento de 140 milhões no ano de 2022, considerando as empresas virtuais e residentes vinculadas ao Orion Parque, além da arrecadação de ISS do município, que representa aproximadamente quatro milhões.  O Presidente do Instituto Orion, Thiago Mazuhy, o Tite, destaca que a Lei de Inovação é uma grande oportunidade para desenvolver ainda mais as empresas, pensando sempre em inovação e tecnologia, desenvolvimento econômico e social da nossa cidade, sendo uma oportunidade também para professores, pesquisadores e outras pessoas interessadas em criar negócios e fortalecer ainda mais o que já muito bem feito em Lages pelo Orion, MIDILages, Núcleo de Inovação pelos parceiros da governança do ecossistema local de inovação “ a gente vai se fortalecer cada vez mais e fazer com o que nosso ecossistema dê mais retorno e resultados, por que estamos falando de 4 milhões de reais em impostos e com a lei um reinvestimento desses impostos para  potencializar ainda mais esse desenvolvimento”  A partir do início de 2024 serão organizados os trâmites para constituição do Conselho Municipal de Inovação e Fundo Municipal de Inovação “ Antes era uma política de governo e agora é uma política de estado onde o Fundo será gerido pelo conselho e não dependerá do gestor público. A partir de 2024 podemos esperar uma programação melhor para os objetivos sem depender do gestor, pois com o Fundo que é obrigatório por lei, é preciso destinar esses recursos possibilitando que os conselheiros façam uma programação a longo prazo” comenta o Secretário de Desenvolvimento e Turismo, Álvaro Mondadori.

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Aprovada Lei de Inovação que sustentará o desenvolvimento do ecossistema de inovação na Serra Catarinense

Lages era a única cidade de Santa Catarina a possuir Centro de Inovação sem amparo da Lei de Inovação. Agora, com a aprovação do Projeto de Lei 0202/2023, pela Câmara de Vereadores de Lages, na terça-feira (12), o município passa a contar com um Conselho Municipal de Inovação e um Fundo de Inovação para o amparo à operação de atividades de inovação. O ecossistema de inovação da Serra Catarinense aguarda ansiosamente pela sanção da Lei de Inovação em Lages, o que deve ocorrer ainda em 2023. O Projeto de Lei 0202/2023, foi aprovado por unanimidade na terça-feira (12), pela Câmara de Vereadores de Lages. A Lei de inovação é um importante marco para o fortalecimento do ecossistema de inovação da Serra Catarinense, sendo Lages o polo desse desenvolvimento por meio do Orion Parque, principal ator de inovação. O documento prevê a criação do Conselho Municipal de Inovação (CMI) e do Fundo de Inovação (FMI) para o amparo à operação de atividades tecnológicas de inovação no município e o Programa de Incentivo à Inovação(PII). Ainda, a Instituição de Ciência, Tecnologia e Inovação (ICTI) a incubadora de empresas, Centro de Inovação, Parque Tecnológico e outras denominações da área de inovação que se estabelecem enquanto conceito e atores do ecossistema.  Lages era a única cidade do estado de Santa Catarina, que possui Centro de Inovação, que não tinha aprovada no município a Lei de Inovação que assegura a realização de atividades para o fomento e desenvolvimento do ecossistema de inovação. O município possui desde 2011 o Instituto Orion que faz a gestão do Orion Parque Tecnológico, onde se encontra o Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, que se estabelece hoje como parte da Rede Catarinense de Centros de Inovação e se consolida como Polo da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE).  O Orion desenvolve atividades de fomento e desenvolvimento do ecossistema de empreendedorismo e inovação, promovendo o auxílio a ideias empreendedoras e desenvolvimento de startups, além de se conectar com a academia e realizar atividades para o desenvolvimento do comportamento empreendedor e de inovação com a comunidade, sendo um importante ator para o desenvolvimento social, econômico e cultural do município.  A constituição do Conselho Municipal de Inovação (CMI) fica responsável por promover a democratização do conhecimento, contribuindo com a política de inovação implementada por meio da sugestão de políticas de captação e alocação de recursos, além de atuar na fiscalização, avaliação e articulação das ações entre os vários organismos públicos e privados envolvidos na política de inovação. O Conselho deverá ser constituído por doze membros representantes do Poder Público, Instituições de ensino superior e organizações da sociedade civil e será vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Lages. Já o Fundo Municipal de Inovação tem como objetivo a promoção de atividades inovadoras para o desenvolvimento econômico do município, por meio do aporte de recursos. O Fundo também é vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo como delimitado pelo CMI e tem autonomia administrativa e financeira para apoio de programas e projetos inovadores de interesse do município. São estabelecidas receitas do FMI quando recebidas transferências do Governo Federal e do Governo do Estado de Santa Catarina, além de consórcios, convênios e dotações orçamentárias destinadas pelo Poder Público.  O líder do Governo na Câmara, vereador Agnelo Miranda, comemora a aprovação do projeto de lei e acredita que a maior importância para o município é a cultural, além de político-administrativa, considerando a conscientização de que a inovação e a tecnologia devem estar fortemente presentes nas decisões do Poder Público. “Podemos esperar, sim que o Poder Público cada vez mais incentive a atração de empresas tecnológicas, invista no ecossistema de inovação, gerando um círculo virtuoso de empreendedorismo, com o desenvolvimento mais sustentável da nossa economia”  Qual o impacto da Lei de Inovação para o município?  A Lei de Inovação assegura ao município a promoção de atividades e ações de fortalecimento das empresas de tecnologia e do ecossistema de inovação, implicando numa nova alternativa de economia regional, geração de empregos, alto valor agregado e construção de empresas com receitas consistentes. O impacto desse movimento é a melhoria da receita municipal e o desenvolvimento econômico da região que vai ao encontro diretamente dos indicadores estaduais.  A partir da Lei de Inovação, é possível promover o incentivo para a criação de novas startups e a instalação de empresas de base tecnológica em nosso município, considerando o terreno fértil amparado pela academia, indústria e governo, essencial para o crescimento exponencial do ecossistema. Além do movimento realizado pelo Orion Parque Tecnológico, por meio do Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, que atua para o desenvolvimento da inovação, inserção da comunidade no ambiente inovador, além da formação e capacitação para o comportamento inovador.  Para o CEO do Orion Parque Tecnológico, Claiton Camargo, a aprovação da lei significa a segurança para continuar desenvolvendo as atividades de inovação, contando a partir da Lei, com o financiamento para essa execução “ A criação do fundo garante que o Orion Parque como um todo tenha uma garantia de custeio de suas atividades, de investimento de recurso de fonte pública, e parte desse recurso pode ser aportado para ações de fomento dentro do próprio ecossistema como por exemplo, o Nascer de Lages e Editais de Incubação” Após o sancionamento da lei, prevista para acontecer ainda em 2023, o primeiro passo é a implementação do Conselho Municipal que tem um papel essencial no cumprimento da lei, direcionando a aplicação do recurso do fundo e deliberando de outras iniciativas que envolvam inovação. A constituição dos membros do Conselho é de extrema importância para a plena execução da lei, no que tange o recurso do fundo e a sua aplicabilidade, impactando na receita e desenvolvimento do município.  Antes da aprovação da Lei de Inovação, o Orion Parque não obtinha recurso próprio para operação e dependia sobretudo da decisão do governo para receber recursos para continuação do desenvolvimento das atividades e o principal impacto da Lei para o ecossistema é a garantia de recurso para operação do

Aprovada Lei de Inovação que sustentará o desenvolvimento do ecossistema de inovação na Serra Catarinense Read More »