Orion Parque

Startup Weekend desembarca em Lages para criar startups e promover inovação

Um dos maiores eventos de tecnologia e empreendedorismo está prestes a aterrissar na serra catarinense. O Startup Weekend, evento global com cerca de 3 mil edições e quase 200 mil pessoas engajadas, em 150 países, pela primeira vez vai levar o nome de Lages para o mundo. O Startup Weekend é uma rede de líderes e empreendedores de alto impacto com a missão de inspirar, educar e dar suporte a indivíduos, equipes e comunidades. O objetivo do evento é reunir designers, programadores e profissionais de marketing que formam equipes para criar novas startups num período de apenas 54 horas. O Startup Weekend Lages vai ser entre os dias 12 e 14 de abril de 2019, no Orion Parque Tecnológico. No auxílio das equipes, convidados mentores com experiência no desenvolvimento de negócios, além de investidores e especialistas, fornecem informações estratégicas para que os envolvidos moldem seus projetos de forma mais adequada às expectativas do mercado. Ao participar dos três dias de evento são formadas equipes compostas por pessoas com diferentes perfis profissionais. A divisão tem o objetivo de formar times homogêneos em termos de perfil de participantes: Premiação Depois dos três dias, as equipes apresentam um pitch sobre a startup criada, demonstrando brevemente os problemas e as soluções desenvolvidas. As startups são avaliadas por julgadores com experiência no mercado. A vencedora recebe como premiação ferramentas e recursos que auxiliam no desenvolvimento do negócio após o evento. Inscrições Acompanhe as redes socias do Orion Parque e do Startup Weekend Lages e saiba mais sobre a edição lageana da maior rede de eventos para a criação de startups do mundo. Inscrições serão divulgadas em breve. Fique ligado!

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Como unir empresa, governo, universidade e sociedade na inovação?

Esses são os quatro principais pilares que sustentam as possibilidades da inovação no cenário econômico e político do país. Quando os quatro se unem, na intenção de encontrar novas alternativas que favoreçam o mercado, as chances de sucesso aumentam extraordinariamente. No entanto, é fundamental que esse conjunto de pilares seja formado com objetivos em comum, que, no caso, deve ser a busca pela inovação em favor da sociedade como um todo. Por isso, quando há essa conjunção, a melhoria pode ser considerada garantida. Então, se as vantagens da união de forças é tanta, como fazer para que as empresas, o governo, as universidades e a sociedade civil se unam, no intuito de encontrar novidades? É exatamente sobre isso que falaremos nesse artigo. Acompanhe conosco! Os quatro pilares da inovação Antes de começarmos a compreender como é possível unir esses quatro pilares a favor da inovação, é importante que a gente entenda o conceito que os envolve. A chamada Hélice da Inovação é um sistema de conjunção de forças, voltado para a criação e expansão de novas ideias, relacionando os quatro elementos mais firmes do cenário: governo, empresas, universidades e sociedade civil. Quando consideramos esses pilares isoladamente, concluímos que todos eles são fundamentais para o desenvolvimento da nação, seja em termos políticos, econômicos e educacionais. Enquanto a universidade trabalha na expansão do conhecimento, as empresas se utilizam da mão de obra formada, aplicando sua experiência na demanda diária. Já o papel do governo, nessa congruência, é facilitar os meios para que a inovação possa surgir. Ele o faz reduzindo as burocracias e desenvolvendo o espaço para ela ser aplicada. A sociedade, por fim, é quem faz e quem recebe toda a inovação. As fases da junção de forças Quando existe a possibilidade de se unir essas quatro forças em prol do desenvolvimento, o ideal é padronizar a ação, submetendo-a a um processo de evolução, até que o grupo esteja completamente integrado e bem relacionado. Para o melhor desempenho da união, é necessário emplacar três fases consecutivas, de modo a alcançar o melhor modelo de inter-relação entre as partes. Essas fases são: Na primeira fase, os quatro pilares estão separados, sem maiores relações. Cada um segue o seu campo de trabalho, sem que haja interpendência. Na segunda, as relações começam a se estreitar entre as partes. Por exemplo, as indústrias passam a formar parcerias com as universidades, empregando a mão de obra formada. A sociedade é beneficiada tanto com oportunidades com serviços e produtos inovadores. Na terceira, há a relação interdependente entre os quatro, onde o governo passa a se beneficiar da parceria formada entre as partes sobressalentes. A união entre as quatro frentes Quando há a integração do governo na parceria entre as três, podemos considerar que os quatro pilares estão alinhados. É dessa união que surgirão os incentivos para o desenvolvimento da pesquisa, de forma a moldar as inovações em prol do benefício geral. No nosso país, essas relações estão se estreitando cada vez mais. Com o aumento das políticas de incentivo à faculdade, houve um aumento de mão de obra qualificada no mercado, e isso favoreceu as empresas e a sociedade de maneira geral. Tendo profissionais mais competentes, existe a possibilidade de expansão dentro do cenário interno das indústrias, na busca de melhorias. O governo, no entanto, também se beneficia dessa expansão, já que a melhoria do processo econômico interno se reflete no país como um todo, ou seja, toda a sociedade civil. Com isso, as universidades também possuem um crescimento exponencial, já que os investimentos obtidos através das parcerias aumentam, permitindo que ela também melhore a oferta dos cursos e o aumento das vagas. Portanto, podemos compreender que a união primária entre empresas e universidades, promove a possibilidade de desenvolvimento de inovação. O governo entra nesse compasso, beneficiando as indústrias desenvolvedora de tecnologia. Consequentemente, com menos burocracias e cobrança de impostos, as empresas conseguem aumentar o investimento nas universidades.

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iBem, OrionLab e Lages no top 100! Confira a semana do Orion Parque

Estamos começando mais um ano cheio de inovação aqui no Orion Parque! Veja o que foi notícia na nossa primeira semana de trabalho do ano! IBEM – Pós-graduação Conversamos com o pessoal do IBEM Pós-Graduação, escola que tem unidade instalada aqui no Orion Parque. Confere lá no nosso blog! Novo edital OrionLab Também esta semana lançamos o novo edital OrionLab. Contemplando agora a modalidade virtual, a ferramenta oportuniza que candidatos possam ter acesso às assessorias e mentorias sem precisar que a empresa se instale fisicamente no Centro de Inovação. São 10 novas vagas. Acesse aqui a novidade. Nova Assessoria e Mentoria Uma nova empresa juntou-se às nossas assessorias e mentorias. A Compor – Câmara de Negociação, Mediação e Arbitragem do sul do Brasil, que trabalha com resolução de conflitos extrajudiciais, dará suporte às empresas do Orion, orientando a resolução de pendências jurídicas inerentes às empresas, e que impedem ou obstam a continuidade do trabalho desenvolvido pela equipe de colaboradores. O que caracteriza um projeto inovador? Preparamos um material super interessante sobre projetos inovadores. Afinal, existe uma receita para fazer um projeto inovador? Confere lá no nosso blog. Lages entre as melhores cidades para fazer negócio Ficamos imensamente felizes com a notícia de Lages ser uma das melhores cidades do Brasil para fazer negócios!! Ficamos no 63º Lugar na área de Desenvolvimento Econômico.  O resultado saiu na última edição do relatório da Urban Systems para a Revista Exame. A pesquisa apresenta quatro recortes do tema, focando nas melhores cidades em relação ao: Desenvolvimento Econômico,  Capital Humano, Desenvolvimento Social e Infraestrutura. Confira os detalhes aqui.

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Conheça o Instituto Brasileiro de Ensino Multidisciplinar- iBem

O Instituto Brasileiro de Ensino Multidisciplinar (iBem) está instalado no Orion Parque Tecnológico como cooperação técnica. Aqui, o iBem acompanha as tendências do pensamento humano, desenvolvimento pessoal e incentivo para que os profissionais se atualizem no mercado de trabalho, na realização de cursos profissionalizantes. Acompanhe o bate-papo com Fernando Piroli – CEO do iBem Quais atividades são desenvolvidas no iBem? No iBem, ofertamos palestras, workshops, cursos livres modulares específicos, aperfeiçoamento profissional, pós-graduação Lato Sensu, certificado pelo Ministério da Educação (MEC) e reconhecido pelos conselhos de classe com título de especialista. O iBem foi criado em 2005 e realiza cursos de pós-graduação desde 2013. Quais cursos são ofertados em Lages e a duração de cada um? Em Lages na unidade do centro localizada na rua Hercílio Luz, são ofertados cursos de Farmácia Clínica, Saúde Estética e Nutrição. A duração média é 18 a 24 meses. Quais cursos devem acontecer no Orion Parque? Na unidade do Orion Parque está em andamento o curso de Segurança da Informação e deve ser concluído neste ano. A novidade é que nos próximos meses terá início o curso de Marketing e Influência Digital, também no Orion. Em média são cursos de 18 a 24 meses. Onde é possível encontrar unidades do iBem? O iBem trabalha em conjunto com a Uniasselvi e tem polo em Florianópolis, Blumenau, Cruz Alta e Porto Alegre.  Os cursos em andamento são Fitoterapia e Farmácia Clínica Quem pode realizar os cursos de Pós-Graduação? Todas as pessoas que já concluíram o curso de graduação em qualquer área. A pós-graduação busca difundir conhecimento pela aplicação do desenvolvimento científico, visando o crescimento social e o aperfeiçoamento pessoal. Quais os valores do iBem? Ser excelência no ensino da pós-graduação, pesquisa e extensão integrativas e complementares para o desenvolvimento social. Os professores são especialistas no assunto? Professores com título de mestres e doutores, procuramos o que há de melhor e mais moderno no mercado pra dentro da sala de aula, para que os alunos tenham poder de competitividade no mercado de trabalho. Como o Orion influencia no desenvolvimento da iBem? O Orion é uma porta de tecnologia que abre a agrega para nossos serviços. Temos a intenção de investir no desenvolvimento de tecnologia. Qual a contra partida do Orion? O Orion realiza planejamento estratégico regional, interação, cooperação e a sinergia entre universidades, empresas, organizações governamentais e não governamentais, agências de fomento nacionais e internacionais, de forma a estimular a inovação, o desenvolvimento tecnológico e o desenvolvimento sustentável e a melhor qualidade de vida para a sociedade em geral.      

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O que caracteriza um projeto inovador?

O que faz um projeto ser inovador em relação a outros? Podemos selecionar atitudes ou ideias que fazem um projeto ser inovador? Existe uma receita para fazer um projeto inovador? Alguns estudos mostram que existe alguns pontos que podem ajudar na criação de um projeto inovador e fazer, assim, que ele se torne sucesso. Na construção de um projeto inovador não basta apenas pensarmos na viabilidade do projeto, no seu custo e retorno financeiro. É necessário pensar na venda do seu projeto ainda em construção, para que ele seja patrocinado e você consiga recursos para colocá-lo em funcionamento, em prática. Nesse artigo, vamos trazer algumas dicas retiradas do livro “Made To Stick: Why Some Ideias Survive and Others Die” (em português, Ideias que Colam: Por que algumas ideias pegam e outras não), de Chip Heath e Dan Heath, para que você consiga entender por que alguns projetos se tornam inovadores e obtém sucesso mundial. Mas o que todos esses projetos têm em comum? Quem sabe você não cria um projeto de sucesso? O que um projeto precisa ter para ser inovador? Simplicidade  Antes de tudo, um projeto inovador tem que partir de uma ideia simples. Ou seja, para construir um projeto inovador e fazer com ele cole e faça sucesso, é necessário retirar todos os pontos que sejam superficiais. O projeto inovador tem que ter uma essência e ser condensado. A simplicidade, trabalhada com a essência daquilo que se faz, são duas das principais dicas para inovar em determinada área. Surpresa Para o seu projeto fazer sucesso ele precisa causar curiosidade e interesse para seu público-alvo. Primeiro é necessário mostrar a necessidade para as pessoas, para depois então trazer a solução. Preenchendo essa necessidade, só assim ele irá colar. Projeto concreto Para fazer sucesso, um projeto inovador deve ser concreto, palpável aos consumidores. A concretude é muito importante para o ser o humano, pois ele traz segurança e confiabilidade. Pense em projetos que tragam praticidade e concretude para os consumidores que deseja alcançar. Confiabilidade As pessoas têm que confiar no seu projeto, mas como faz isso? Como fazer com as pessoas confiem e acreditem no seu projeto? Você tem que sustentar as suas ideias e a confiabilidade e credibilidade do seu projeto só vem com o tempo, depois que ele for posto em prática, à prova. Sentimentalismo Para o projeto ser inovador e fazer sucesso, as pessoas têm que se preocupar com ele. Seu projeto tem que despertar algum tipo de sentimento nas pessoas. E esse sentimento deve ser bom, influindo na questão de produzir a necessidade nas pessoas. Por exemplo: “Eu preciso disso, pois esse objeto me faz querer ou me faz sentir determinado sentimento” Criar histórias sobre o seu projeto Utilizar histórias para referenciar o seu projeto é uma excelente estratégia. As histórias fazem com que as pessoas pensem em suas próprias vidas e muitas vezes se sintam colocadas naquela situação. Assim, quando por exemplo, o produto conta a história que você já passou ou que seja algo que te sensibilize, fica muito mais fácil fazer com que ele cole nos consumidores alvos. Isso se chama storytelling. Sendo assim, esperamos que com as dicas do livro “Ideias que colam” você tenha compreendido melhor sobre como os projetos ser tornam inovadores. Compartilhe esse texto e nos conte sobre o que achou dele. Será que em 2019 você será um novo empreendedor inovador? Arrisque, talvez aquela ideia antiga e escondida possa se tornar um projeto inovador e mudar a vida de muitas pessoas que estão ao seu redor e, quiçá, gerar impacto no mundo inteiro.  

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Fim de ano movimentado e com San Francisco Sunset no Orion

Na nossa última semana de trabalho, o Orion ainda teve espaço para inovar e projetar 2019. Confira Reconsidere Conversamos com o pessoal do Reconsidere, empresa que criou um aplicativo multiplataforma que permite o agendamento de coletas em domicílio e empresas, sem a necessidade de um contato pessoal, e com a garantia de que o material sempre será coletado, pois a logística de transporte é baseada em análise de dados e a coleta será realizada sob demanda. Confira aqui. Último CHIMAtalks no You Tube Nossa última edição da temporada do CHIMAtalks terminou de ser editada e já está no You Tube. Confere lá clicando aqui. Reunião de planejamento Na quinta-feira (20/12) iniciamos um dos momentos mais importantes no início de cada ano: o planejamento estratégico de 2019 começou a sair do papel. Após esse momento, que terá prosseguimento nas primeiras semanas de janeiro, o Conselho Administrativo do Orion deverá referendá-lo. ImagemTV Conversamos também com os responsáveis pela ImagemTV. A produtora de vídeo também é uma das empresas instaladas no Orion Parque Tecnológico. Chegou por meio do OrionLab e executa programas digitais de forma independente, atendendo a demanda da região serrana. Confira aqui. San Francisco Sunset O dia 20/12 ainda reservou um grande evento aqui no Orion Parque! O que, você não ficou sabendo?? Era a nossa festinha da firma =D. O San Francisco Sunset (uma alusão ao nome do bairro onde estamos) contou com a participação de quase todas as empresas residentes, com churrasco e chopp. O evento fortaleceu a união do parque e mostrou que 2019 será ainda melhor e mais produtivo!!

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Conheça a Imagem TV

A produtora de vídeo Imagem TV também é uma das empresas instaladas no Orion Parque Tecnológico. Chegou por meio do Orion Lab e executa programas digitais de forma independente, atendendo a demanda da região serrana. A proposta de mercado da Imagem TV, que está no mercado há 17 anos, além dos programas veiculados diariamente, é desenvolver um aplicativo onde o usuário possa ter acesso a conteúdo em qualquer local do mundo. Acompanhe nosso bate-papo com o sócio proprietário da Imagem TV Rainwald Muller. Como podemos definir a linha de trabalho da Imagem TV? A Imagem TV foi fundada em 2001. Ao longo destes 17 anos, criamos muitos programas pensando nos serranos. Somos uma produtora de vídeo e canal local em tv fechada (mva), para atender a demanda da região serrana. No ano de 2011, a Imagem TV foi reconhecida mundialmente? Sim, nos tornamos a segunda TV do Brasil a gerar conteúdo local 24 horas na internet por streaming. A produção desta forma tem um alto custo e grande envolvimento da equipe. Como é realizar produções digitais independentes? Produzir conteúdos digitais de forma independente exige produções e atualizações momentâneas de vídeos na internet. Buscamos desenvolver um método para vender assinaturas aos internautas e usuários interessados em conteúdos exclusivos sobre notícias da Serra Catarinense. Junto às mentorias executadas pelo Orion Lab, como será a criação do aplicativo para usuários locais? A ideia é criar um aplicativo para Smart TV e Smartphone, permitindo que o usuário acesse o conteúdo local de qualquer lugar do mundo e sem propagandas. Oferecer também serviços para retenção de clientes na plataforma. Será cobrado um valor mensal. Já está definido o público alvo? Sim, o potencial de mercado serão os serranos de origem que por ventura moram em outras cidades, mas que gostam de ficar antenados sobre tudo o que acontece na sua cidade. Nossa área de cobertura abrangerá os 18 municípios de compõem a Amures. No estado, nenhuma emissora apresenta proposta de geração de conteúdo pensando no internauta serrano para que possam acompanhar, por exemplo, os jogos das Leoas da Serra, Inter de Lages, JOCOL (Jogos Comunitários de Lages), eventos locais, notícias do cotidiano que possam suprir a ausência dos canais televisivos. Como você avalia o mercado digital? Os conteúdos digitais não param de crescer no mundo e na Serra Catarinense não é diferente. A internet se tornou um facilitador pois tudo acontece em tempo real, sem precisar sair de casa. É o grande catalizador do sucesso dos serviços de streaming. Tudo isso, segmentado à notícia exclusiva da região onde você mora. Isso é o que pretendemos oferecer futuramente com a Imagem TV Play, um conteúdo local com acesso global. Como é estar no Orion Parque? Estou muito contente em fazer parte do Orion Parque. Vejo o compromisso e cumplicidade de todos na execução das atividades e mentorias. Isso está fortalecendo ainda mais nosso trabalho.  

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O que a sua empresa precisa para acelerar o crescimento

Vamos propor uma reflexão para começar o texto: Quantas das empresas que você conhece, com mais de uma década de existência, cresceu mais que 10% no último ano? E quantas com mais de um século de existência? Se parar um momento para refletir vai perceber que todas as empresas que crescem muito são inovadoras em suas soluções. Como exemplos podemos citar as que estão altamente atreladas à tecnologia, como iFood, Uber, 99taxi, Nubank, entre outras.  Todas essas empresas mais que dobraram seus tamanhos nos últimos anos. O que todas elas têm em comum? Elas vendem mais que produtos – vendem inovações, conforto, agilidade e tudo isso com qualidade. Como você pode ter percebido, grande parte das inovações não é oriunda de grandes empresas, mas sim de startups. Grandes empresas até podem ser robustas e sólidas, mas isso não significa agilidade e estruturas aptas à rápida transformação que o mercado vem requisitando junto com a tecnologia.  Uma startup, por definição, consiste numa empresa emergente com grande poder de crescimento. Existem características predominantes em startups bem definidas. Entre elas podem ser destacadas a ausência do poder estrutural, como grandes empresas na área industrial ainda se mantém. O principal produto das startups, na maioria das vezes, é algo que não é físico, mas sim uma tecnologia, um serviço ou ainda uma solução. Mas o que essas empresas emergentes fazer para acelerar o crescimento? Existe alguma fórmula ou passo a passo? A resposta é que existem várias condições que podem auxiliar sua empresa a crescer mais rapidamente. Confira alguns exemplos: Utilização de coworkings Coworkings podem ser entendidos como escritórios compartilhados. É praticamente um local dividido entre várias empresas que desejam reduzir custos e compartilhar tanto a infraestrutura quanto os serviços. No quesito infraestrutura temos como exemplo o espaço físico, as mesas, cadeiras, computadores, salas e tudo mais. Nos serviços, os custos que podem ser compartilhados incluem meios como energia elétrica, internet, água e até mesmo secretariado. A utilização de coworking traz uma série de benefícios como redução dos custos, aumento do número de relações da sua empresa, isso é, com as empresas que dividem o mesmo local, entre outros. Outro interessante exemplo é que existem planos de coworking espalhados por todo mundo. No Brasil, por exemplo, é possível contratar um plano e então utilizar diferentes escritórios em diferentes regiões, de acordo com a necessidade e disponibilidade. Participar de uma incubação Uma das principais dificuldades no início de um empreendimento é dar o start. No começo é preciso descobrir as burocracias, formas de trabalho, métodos de solução de problemas, entre muitas outras dificuldades. Para isso existem as incubadoras de empresas, que tem como principal objetivo auxiliar novas empresas fortalecendo-as e guiando-as nos primeiros passos. Sendo assim as incubadoras de empresa tem um ambiente que é totalmente planejado para desenvolvimento e execução de novos projetos. Para atingir o objetivo as incubadoras oferecem todo suporte técnico, administrativo e gerencial  com o intuito de auxiliar novos empresários em seus primeiros passos. Existem várias empreendimentos como o Orion Parque Tecnológico que oferecem suporte para novas empresas. O Orion Parque Tecnológico conta com inúmeros projetos que vão desde parcerias com governo estadual e federal até incubação de empresas e espaços de coworking. Aconselhamos melhor a leitura de alguns de nossos projetos para que possamos construir um empreendimento frutífero, próspero e inovador. E você, leitor, qual acha que é a principal ferramenta de sucesso das startups e pequenas empresas? É todo o suporte, é a ausência de uma estrutura física que em muitas vezes é onerosa ou alguma outras? Deixe suas dúvidas ou respostas nos comentários para que possamos melhor debater sobre o métodos para acelerar o crescimento de empresas.

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\\\”Boas cabeças provocam um desconforto produtivo umas nas outras\\\” – Entrevista com Arthur Igreja

Um dos nomes mais reconhecidos quando falamos em inovação, tecnologia e tendências para os próximos anos, Arthur Schuler da Igreja é categórico: “falar de inovação é um esporte radical, porque ou você está em forma todo dia ou, se você não tiver treinado, vai sofrer um acidente e vai passar vergonha”. Empresário, investidor anjo e professor da FGV, com experiência profissional e acadêmica em mais de 25 países, Arthur Igreja é certificado em Negociação pela Harvard University (EUA) e Cambridge University (Inglaterra), além de mestre pela Georgetown University (EUA), ESADE (Espanha) e FGV/EBAPE, doutorando em Business Administration na Universidade ESC de Rennes, na França. Arthur, juntamente com Ricardo Amorim e Allan Costa é um dos cofundadores da plataforma AAA Inovação, que mostra diariamente, em vídeos curtos, o que de mais relevante acontece no mundo sobre inovação, negócios e tecnologia. Igreja esteve recentemente em Lages, onde deu uma palestra no Orion Parque. O evento foi uma parceria do parque tecnológico com o Sebrae SC, e teve o patrocínio do CDL e da NDD. Confira como foi o bate-papo com Arthur Igreja Você falou na sua palestra de transformação digital, sobre pessoas digitais e as mudanças que você tem observado no Brasil e no mundo. Aqui na Serra Catarinense vemos muitas pessoas querendo empreender e inovar. Que dica você poderia dar a elas com base nas mudanças que você vê acontecendo? Primeiro, observar as transformações que estão acontecendo em outras regiões. O que eu quero dizer com isso é que, tanto em Santa Catarina como em outras regiões, o empreendedor por vezes se coloca numa zona de perigo quando ele fala: “ninguém pensou nisso”. O primeiro passo é fazer sempre uma boa pesquisa. Uma das coisas que mais acontece, e eu percebo viajando por “n regiões”, é aqui em SC a solução de um problema que a pessoa tá achando que é completamente inédito, mas que já foi resolvido num outro canto do Brasil ou em outro canto do mundo. Então, primeiro de tudo deve se fazer uma pesquisa muito cuidadosa. Segundo, que uma ideia não precisa ser absolutamente inédita. Muita gente acha que inovação é ineditismo. Se outras pessoas já fizeram algo semelhante, uma das opções que você tem é inovar ou trazer para a sua região – mas não necessariamente gastando energia para fazer aquilo do zero. É importante é tentar entender se essa solução tem aderência com a sua região. Feito isso, tem que se ir para prática o mais rapidamente possível. O que eu quero dizer é que se você vai vender qualquer tipo de serviço ou produto, tentar ofertar da maneira mais barata possível. Por vezes, é simplesmente criar um site, fazer uma prototipagem rápida, colocar no mercado para saber se tem interesse. Exemplo: eu fiz uma publicação e teve muita gente que respondeu àquilo. Puxa, parece que é uma dor da população. Porque se você tentar planejar a empresa perfeita, vão existir tantos potenciais riscos no meio do caminho, que você vai gastar muito dinheiro e muito tempo para eventualmente falhar lá na frente. Então, o segredo é errar rápido, mas com bons experimentos e um bom critério. Além disso, o ideal é buscar pessoas mais experientes. Não faz sentido nessa era de startups fazer tudo muito rápido, mas ignorar o aprendizado de quem já passou por esse caminho. Eu diria que é basicamente isso: encontrar o mercado mais rapidamente possível, e ver se ele reponde a essa tua inovação. Em relação a pessoas, você está unido com dois grandes feras, Ricardo Amorim e Allan Costa, na plataforma AAA Inovação. Falando um pouco sobre o associativismo, como você enxerga a importância de estar junto com pessoas, seja aqui no Orion Parque, seja em entidades e instituições? Qual a importância disso, na sua opinião? Durante aqui o evento, eu estava contabilizando que esta foi a 100ª palestra minha do ano. Essa é um grata chance que tenho, de circular o Brasil e o que eu digo, sem medo de errar, é que nos lugares que eu chego, em que a economia sofre mais desafios, em que ela está num estágio anterior de desenvolvimento, eu não encontro cooperativas, associativismo, e entidades tentando brigar brigas justas, de forma unida. O Brasil já tem tantos desafios. Se a gente tentar brigar, superar esse atraso, esse gap, de informação, de educação, de mindset, e cada um puxar para um lado, a batalha fica muito mais complicada. Nas regiões que eu vou, que são mais prósperas, o elo comum que está inequívoco para mim é isso: pessoas que se uniram pra tentar resolver problemas maiores. Parece um chavão terrível falar isso, mas aquela ideia de que a gente se torna a média daquelas pessoas que a gente convive, eu tenho a oportunidade de me cercar daquelas pessoas que são referências pra mim. Quando a gente soma boas cabeças, o que acontece é que uma provoca a outra, um causa desconforto no outro – um desconforto produtivo. Além daquela história de que a gente economiza muito tempo. Eu não preciso descobrir tudo sozinho. Eu vou achar um pedacinho do quebra-cabeça. Os outros vão achando as outras peças e a gente vai fazendo uma paisagem bacana. Você falou de marcas de produtos que viraram serviços. Cada uma dessas marcas tem suas particularidades e peculiaridades. De toda forma tem alguma tendência que circula por todas essas referências de marcas que podem ser muito agregadoras para as pessoas? Eu diria que é a capacidade de entregar com mais facilidade, de entender as pessoas. É a experiência do usuário. Quando eu faço a pergunta aqui na plateia de quantos usam o Nubank, as pessoas levantam a mão com sorriso. Quando elas encontram eco, quando elas encontram uma empresa que a pessoa diz que ela me respeitou, isso faz todo sentido. Quando o usuário diz que não gosta de fila, e a empresa responde a essa demanda, a pessoa se torna uma promotora da marca. Esse é o elo comum que eu vejo. A pessoa se sente

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\”Boas cabeças provocam um desconforto produtivo umas nas outras\” – Entrevista com Arthur Igreja

Um dos nomes mais reconhecidos quando falamos em inovação, tecnologia e tendências para os próximos anos, Arthur Schuler da Igreja é categórico: “falar de inovação é um esporte radical, porque ou você está em forma todo dia ou, se você não tiver treinado, vai sofrer um acidente e vai passar vergonha”. Empresário, investidor anjo e professor da FGV, com experiência profissional e acadêmica em mais de 25 países, Arthur Igreja é certificado em Negociação pela Harvard University (EUA) e Cambridge University (Inglaterra), além de mestre pela Georgetown University (EUA), ESADE (Espanha) e FGV/EBAPE, doutorando em Business Administration na Universidade ESC de Rennes, na França. Arthur, juntamente com Ricardo Amorim e Allan Costa é um dos cofundadores da plataforma AAA Inovação, que mostra diariamente, em vídeos curtos, o que de mais relevante acontece no mundo sobre inovação, negócios e tecnologia. Igreja esteve recentemente em Lages, onde deu uma palestra no Orion Parque. O evento foi uma parceria do parque tecnológico com o Sebrae SC, e teve o patrocínio do CDL e da NDD. Confira como foi o bate-papo com Arthur Igreja Você falou na sua palestra de transformação digital, sobre pessoas digitais e as mudanças que você tem observado no Brasil e no mundo. Aqui na Serra Catarinense vemos muitas pessoas querendo empreender e inovar. Que dica você poderia dar a elas com base nas mudanças que você vê acontecendo? Primeiro, observar as transformações que estão acontecendo em outras regiões. O que eu quero dizer com isso é que, tanto em Santa Catarina como em outras regiões, o empreendedor por vezes se coloca numa zona de perigo quando ele fala: “ninguém pensou nisso”. O primeiro passo é fazer sempre uma boa pesquisa. Uma das coisas que mais acontece, e eu percebo viajando por “n regiões”, é aqui em SC a solução de um problema que a pessoa tá achando que é completamente inédito, mas que já foi resolvido num outro canto do Brasil ou em outro canto do mundo. Então, primeiro de tudo deve se fazer uma pesquisa muito cuidadosa. Segundo, que uma ideia não precisa ser absolutamente inédita. Muita gente acha que inovação é ineditismo. Se outras pessoas já fizeram algo semelhante, uma das opções que você tem é inovar ou trazer para a sua região – mas não necessariamente gastando energia para fazer aquilo do zero. É importante é tentar entender se essa solução tem aderência com a sua região. Feito isso, tem que se ir para prática o mais rapidamente possível. O que eu quero dizer é que se você vai vender qualquer tipo de serviço ou produto, tentar ofertar da maneira mais barata possível. Por vezes, é simplesmente criar um site, fazer uma prototipagem rápida, colocar no mercado para saber se tem interesse. Exemplo: eu fiz uma publicação e teve muita gente que respondeu àquilo. Puxa, parece que é uma dor da população. Porque se você tentar planejar a empresa perfeita, vão existir tantos potenciais riscos no meio do caminho, que você vai gastar muito dinheiro e muito tempo para eventualmente falhar lá na frente. Então, o segredo é errar rápido, mas com bons experimentos e um bom critério. Além disso, o ideal é buscar pessoas mais experientes. Não faz sentido nessa era de startups fazer tudo muito rápido, mas ignorar o aprendizado de quem já passou por esse caminho. Eu diria que é basicamente isso: encontrar o mercado mais rapidamente possível, e ver se ele reponde a essa tua inovação. Em relação a pessoas, você está unido com dois grandes feras, Ricardo Amorim e Allan Costa, na plataforma AAA Inovação. Falando um pouco sobre o associativismo, como você enxerga a importância de estar junto com pessoas, seja aqui no Orion Parque, seja em entidades e instituições? Qual a importância disso, na sua opinião? Durante aqui o evento, eu estava contabilizando que esta foi a 100ª palestra minha do ano. Essa é um grata chance que tenho, de circular o Brasil e o que eu digo, sem medo de errar, é que nos lugares que eu chego, em que a economia sofre mais desafios, em que ela está num estágio anterior de desenvolvimento, eu não encontro cooperativas, associativismo, e entidades tentando brigar brigas justas, de forma unida. O Brasil já tem tantos desafios. Se a gente tentar brigar, superar esse atraso, esse gap, de informação, de educação, de mindset, e cada um puxar para um lado, a batalha fica muito mais complicada. Nas regiões que eu vou, que são mais prósperas, o elo comum que está inequívoco para mim é isso: pessoas que se uniram pra tentar resolver problemas maiores. Parece um chavão terrível falar isso, mas aquela ideia de que a gente se torna a média daquelas pessoas que a gente convive, eu tenho a oportunidade de me cercar daquelas pessoas que são referências pra mim. Quando a gente soma boas cabeças, o que acontece é que uma provoca a outra, um causa desconforto no outro – um desconforto produtivo. Além daquela história de que a gente economiza muito tempo. Eu não preciso descobrir tudo sozinho. Eu vou achar um pedacinho do quebra-cabeça. Os outros vão achando as outras peças e a gente vai fazendo uma paisagem bacana. Você falou de marcas de produtos que viraram serviços. Cada uma dessas marcas tem suas particularidades e peculiaridades. De toda forma tem alguma tendência que circula por todas essas referências de marcas que podem ser muito agregadoras para as pessoas? Eu diria que é a capacidade de entregar com mais facilidade, de entender as pessoas. É a experiência do usuário. Quando eu faço a pergunta aqui na plateia de quantos usam o Nubank, as pessoas levantam a mão com sorriso. Quando elas encontram eco, quando elas encontram uma empresa que a pessoa diz que ela me respeitou, isso faz todo sentido. Quando o usuário diz que não gosta de fila, e a empresa responde a essa demanda, a pessoa se torna uma promotora da marca. Esse é o elo comum que eu vejo. A pessoa se sente

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