Orion Parque

Orion Parque Tecnológico

O que a sua empresa precisa para acelerar o crescimento

Vamos propor uma reflexão para começar o texto: Quantas das empresas que você conhece, com mais de uma década de existência, cresceu mais que 10% no último ano? E quantas com mais de um século de existência? Se parar um momento para refletir vai perceber que todas as empresas que crescem muito são inovadoras em suas soluções. Como exemplos podemos citar as que estão altamente atreladas à tecnologia, como iFood, Uber, 99taxi, Nubank, entre outras.  Todas essas empresas mais que dobraram seus tamanhos nos últimos anos. O que todas elas têm em comum? Elas vendem mais que produtos – vendem inovações, conforto, agilidade e tudo isso com qualidade. Como você pode ter percebido, grande parte das inovações não é oriunda de grandes empresas, mas sim de startups. Grandes empresas até podem ser robustas e sólidas, mas isso não significa agilidade e estruturas aptas à rápida transformação que o mercado vem requisitando junto com a tecnologia.  Uma startup, por definição, consiste numa empresa emergente com grande poder de crescimento. Existem características predominantes em startups bem definidas. Entre elas podem ser destacadas a ausência do poder estrutural, como grandes empresas na área industrial ainda se mantém. O principal produto das startups, na maioria das vezes, é algo que não é físico, mas sim uma tecnologia, um serviço ou ainda uma solução. Mas o que essas empresas emergentes fazer para acelerar o crescimento? Existe alguma fórmula ou passo a passo? A resposta é que existem várias condições que podem auxiliar sua empresa a crescer mais rapidamente. Confira alguns exemplos: Utilização de coworkings Coworkings podem ser entendidos como escritórios compartilhados. É praticamente um local dividido entre várias empresas que desejam reduzir custos e compartilhar tanto a infraestrutura quanto os serviços. No quesito infraestrutura temos como exemplo o espaço físico, as mesas, cadeiras, computadores, salas e tudo mais. Nos serviços, os custos que podem ser compartilhados incluem meios como energia elétrica, internet, água e até mesmo secretariado. A utilização de coworking traz uma série de benefícios como redução dos custos, aumento do número de relações da sua empresa, isso é, com as empresas que dividem o mesmo local, entre outros. Outro interessante exemplo é que existem planos de coworking espalhados por todo mundo. No Brasil, por exemplo, é possível contratar um plano e então utilizar diferentes escritórios em diferentes regiões, de acordo com a necessidade e disponibilidade. Participar de uma incubação Uma das principais dificuldades no início de um empreendimento é dar o start. No começo é preciso descobrir as burocracias, formas de trabalho, métodos de solução de problemas, entre muitas outras dificuldades. Para isso existem as incubadoras de empresas, que tem como principal objetivo auxiliar novas empresas fortalecendo-as e guiando-as nos primeiros passos. Sendo assim as incubadoras de empresa tem um ambiente que é totalmente planejado para desenvolvimento e execução de novos projetos. Para atingir o objetivo as incubadoras oferecem todo suporte técnico, administrativo e gerencial  com o intuito de auxiliar novos empresários em seus primeiros passos. Existem várias empreendimentos como o Orion Parque Tecnológico que oferecem suporte para novas empresas. O Orion Parque Tecnológico conta com inúmeros projetos que vão desde parcerias com governo estadual e federal até incubação de empresas e espaços de coworking. Aconselhamos melhor a leitura de alguns de nossos projetos para que possamos construir um empreendimento frutífero, próspero e inovador. E você, leitor, qual acha que é a principal ferramenta de sucesso das startups e pequenas empresas? É todo o suporte, é a ausência de uma estrutura física que em muitas vezes é onerosa ou alguma outras? Deixe suas dúvidas ou respostas nos comentários para que possamos melhor debater sobre o métodos para acelerar o crescimento de empresas.

O que a sua empresa precisa para acelerar o crescimento Read More »

\”Boas cabeças provocam um desconforto produtivo umas nas outras\” – Entrevista com Arthur Igreja

Um dos nomes mais reconhecidos quando falamos em inovação, tecnologia e tendências para os próximos anos, Arthur Schuler da Igreja é categórico: “falar de inovação é um esporte radical, porque ou você está em forma todo dia ou, se você não tiver treinado, vai sofrer um acidente e vai passar vergonha”. Empresário, investidor anjo e professor da FGV, com experiência profissional e acadêmica em mais de 25 países, Arthur Igreja é certificado em Negociação pela Harvard University (EUA) e Cambridge University (Inglaterra), além de mestre pela Georgetown University (EUA), ESADE (Espanha) e FGV/EBAPE, doutorando em Business Administration na Universidade ESC de Rennes, na França. Arthur, juntamente com Ricardo Amorim e Allan Costa é um dos cofundadores da plataforma AAA Inovação, que mostra diariamente, em vídeos curtos, o que de mais relevante acontece no mundo sobre inovação, negócios e tecnologia. Igreja esteve recentemente em Lages, onde deu uma palestra no Orion Parque. O evento foi uma parceria do parque tecnológico com o Sebrae SC, e teve o patrocínio do CDL e da NDD. Confira como foi o bate-papo com Arthur Igreja Você falou na sua palestra de transformação digital, sobre pessoas digitais e as mudanças que você tem observado no Brasil e no mundo. Aqui na Serra Catarinense vemos muitas pessoas querendo empreender e inovar. Que dica você poderia dar a elas com base nas mudanças que você vê acontecendo? Primeiro, observar as transformações que estão acontecendo em outras regiões. O que eu quero dizer com isso é que, tanto em Santa Catarina como em outras regiões, o empreendedor por vezes se coloca numa zona de perigo quando ele fala: “ninguém pensou nisso”. O primeiro passo é fazer sempre uma boa pesquisa. Uma das coisas que mais acontece, e eu percebo viajando por “n regiões”, é aqui em SC a solução de um problema que a pessoa tá achando que é completamente inédito, mas que já foi resolvido num outro canto do Brasil ou em outro canto do mundo. Então, primeiro de tudo deve se fazer uma pesquisa muito cuidadosa. Segundo, que uma ideia não precisa ser absolutamente inédita. Muita gente acha que inovação é ineditismo. Se outras pessoas já fizeram algo semelhante, uma das opções que você tem é inovar ou trazer para a sua região – mas não necessariamente gastando energia para fazer aquilo do zero. É importante é tentar entender se essa solução tem aderência com a sua região. Feito isso, tem que se ir para prática o mais rapidamente possível. O que eu quero dizer é que se você vai vender qualquer tipo de serviço ou produto, tentar ofertar da maneira mais barata possível. Por vezes, é simplesmente criar um site, fazer uma prototipagem rápida, colocar no mercado para saber se tem interesse. Exemplo: eu fiz uma publicação e teve muita gente que respondeu àquilo. Puxa, parece que é uma dor da população. Porque se você tentar planejar a empresa perfeita, vão existir tantos potenciais riscos no meio do caminho, que você vai gastar muito dinheiro e muito tempo para eventualmente falhar lá na frente. Então, o segredo é errar rápido, mas com bons experimentos e um bom critério. Além disso, o ideal é buscar pessoas mais experientes. Não faz sentido nessa era de startups fazer tudo muito rápido, mas ignorar o aprendizado de quem já passou por esse caminho. Eu diria que é basicamente isso: encontrar o mercado mais rapidamente possível, e ver se ele reponde a essa tua inovação. Em relação a pessoas, você está unido com dois grandes feras, Ricardo Amorim e Allan Costa, na plataforma AAA Inovação. Falando um pouco sobre o associativismo, como você enxerga a importância de estar junto com pessoas, seja aqui no Orion Parque, seja em entidades e instituições? Qual a importância disso, na sua opinião? Durante aqui o evento, eu estava contabilizando que esta foi a 100ª palestra minha do ano. Essa é um grata chance que tenho, de circular o Brasil e o que eu digo, sem medo de errar, é que nos lugares que eu chego, em que a economia sofre mais desafios, em que ela está num estágio anterior de desenvolvimento, eu não encontro cooperativas, associativismo, e entidades tentando brigar brigas justas, de forma unida. O Brasil já tem tantos desafios. Se a gente tentar brigar, superar esse atraso, esse gap, de informação, de educação, de mindset, e cada um puxar para um lado, a batalha fica muito mais complicada. Nas regiões que eu vou, que são mais prósperas, o elo comum que está inequívoco para mim é isso: pessoas que se uniram pra tentar resolver problemas maiores. Parece um chavão terrível falar isso, mas aquela ideia de que a gente se torna a média daquelas pessoas que a gente convive, eu tenho a oportunidade de me cercar daquelas pessoas que são referências pra mim. Quando a gente soma boas cabeças, o que acontece é que uma provoca a outra, um causa desconforto no outro – um desconforto produtivo. Além daquela história de que a gente economiza muito tempo. Eu não preciso descobrir tudo sozinho. Eu vou achar um pedacinho do quebra-cabeça. Os outros vão achando as outras peças e a gente vai fazendo uma paisagem bacana. Você falou de marcas de produtos que viraram serviços. Cada uma dessas marcas tem suas particularidades e peculiaridades. De toda forma tem alguma tendência que circula por todas essas referências de marcas que podem ser muito agregadoras para as pessoas? Eu diria que é a capacidade de entregar com mais facilidade, de entender as pessoas. É a experiência do usuário. Quando eu faço a pergunta aqui na plateia de quantos usam o Nubank, as pessoas levantam a mão com sorriso. Quando elas encontram eco, quando elas encontram uma empresa que a pessoa diz que ela me respeitou, isso faz todo sentido. Quando o usuário diz que não gosta de fila, e a empresa responde a essa demanda, a pessoa se torna uma promotora da marca. Esse é o elo comum que eu vejo. A pessoa se sente

\”Boas cabeças provocam um desconforto produtivo umas nas outras\” – Entrevista com Arthur Igreja Read More »

\\\”Boas cabeças provocam um desconforto produtivo umas nas outras\\\” – Entrevista com Arthur Igreja

Um dos nomes mais reconhecidos quando falamos em inovação, tecnologia e tendências para os próximos anos, Arthur Schuler da Igreja é categórico: “falar de inovação é um esporte radical, porque ou você está em forma todo dia ou, se você não tiver treinado, vai sofrer um acidente e vai passar vergonha”. Empresário, investidor anjo e professor da FGV, com experiência profissional e acadêmica em mais de 25 países, Arthur Igreja é certificado em Negociação pela Harvard University (EUA) e Cambridge University (Inglaterra), além de mestre pela Georgetown University (EUA), ESADE (Espanha) e FGV/EBAPE, doutorando em Business Administration na Universidade ESC de Rennes, na França. Arthur, juntamente com Ricardo Amorim e Allan Costa é um dos cofundadores da plataforma AAA Inovação, que mostra diariamente, em vídeos curtos, o que de mais relevante acontece no mundo sobre inovação, negócios e tecnologia. Igreja esteve recentemente em Lages, onde deu uma palestra no Orion Parque. O evento foi uma parceria do parque tecnológico com o Sebrae SC, e teve o patrocínio do CDL e da NDD. Confira como foi o bate-papo com Arthur Igreja Você falou na sua palestra de transformação digital, sobre pessoas digitais e as mudanças que você tem observado no Brasil e no mundo. Aqui na Serra Catarinense vemos muitas pessoas querendo empreender e inovar. Que dica você poderia dar a elas com base nas mudanças que você vê acontecendo? Primeiro, observar as transformações que estão acontecendo em outras regiões. O que eu quero dizer com isso é que, tanto em Santa Catarina como em outras regiões, o empreendedor por vezes se coloca numa zona de perigo quando ele fala: “ninguém pensou nisso”. O primeiro passo é fazer sempre uma boa pesquisa. Uma das coisas que mais acontece, e eu percebo viajando por “n regiões”, é aqui em SC a solução de um problema que a pessoa tá achando que é completamente inédito, mas que já foi resolvido num outro canto do Brasil ou em outro canto do mundo. Então, primeiro de tudo deve se fazer uma pesquisa muito cuidadosa. Segundo, que uma ideia não precisa ser absolutamente inédita. Muita gente acha que inovação é ineditismo. Se outras pessoas já fizeram algo semelhante, uma das opções que você tem é inovar ou trazer para a sua região – mas não necessariamente gastando energia para fazer aquilo do zero. É importante é tentar entender se essa solução tem aderência com a sua região. Feito isso, tem que se ir para prática o mais rapidamente possível. O que eu quero dizer é que se você vai vender qualquer tipo de serviço ou produto, tentar ofertar da maneira mais barata possível. Por vezes, é simplesmente criar um site, fazer uma prototipagem rápida, colocar no mercado para saber se tem interesse. Exemplo: eu fiz uma publicação e teve muita gente que respondeu àquilo. Puxa, parece que é uma dor da população. Porque se você tentar planejar a empresa perfeita, vão existir tantos potenciais riscos no meio do caminho, que você vai gastar muito dinheiro e muito tempo para eventualmente falhar lá na frente. Então, o segredo é errar rápido, mas com bons experimentos e um bom critério. Além disso, o ideal é buscar pessoas mais experientes. Não faz sentido nessa era de startups fazer tudo muito rápido, mas ignorar o aprendizado de quem já passou por esse caminho. Eu diria que é basicamente isso: encontrar o mercado mais rapidamente possível, e ver se ele reponde a essa tua inovação. Em relação a pessoas, você está unido com dois grandes feras, Ricardo Amorim e Allan Costa, na plataforma AAA Inovação. Falando um pouco sobre o associativismo, como você enxerga a importância de estar junto com pessoas, seja aqui no Orion Parque, seja em entidades e instituições? Qual a importância disso, na sua opinião? Durante aqui o evento, eu estava contabilizando que esta foi a 100ª palestra minha do ano. Essa é um grata chance que tenho, de circular o Brasil e o que eu digo, sem medo de errar, é que nos lugares que eu chego, em que a economia sofre mais desafios, em que ela está num estágio anterior de desenvolvimento, eu não encontro cooperativas, associativismo, e entidades tentando brigar brigas justas, de forma unida. O Brasil já tem tantos desafios. Se a gente tentar brigar, superar esse atraso, esse gap, de informação, de educação, de mindset, e cada um puxar para um lado, a batalha fica muito mais complicada. Nas regiões que eu vou, que são mais prósperas, o elo comum que está inequívoco para mim é isso: pessoas que se uniram pra tentar resolver problemas maiores. Parece um chavão terrível falar isso, mas aquela ideia de que a gente se torna a média daquelas pessoas que a gente convive, eu tenho a oportunidade de me cercar daquelas pessoas que são referências pra mim. Quando a gente soma boas cabeças, o que acontece é que uma provoca a outra, um causa desconforto no outro – um desconforto produtivo. Além daquela história de que a gente economiza muito tempo. Eu não preciso descobrir tudo sozinho. Eu vou achar um pedacinho do quebra-cabeça. Os outros vão achando as outras peças e a gente vai fazendo uma paisagem bacana. Você falou de marcas de produtos que viraram serviços. Cada uma dessas marcas tem suas particularidades e peculiaridades. De toda forma tem alguma tendência que circula por todas essas referências de marcas que podem ser muito agregadoras para as pessoas? Eu diria que é a capacidade de entregar com mais facilidade, de entender as pessoas. É a experiência do usuário. Quando eu faço a pergunta aqui na plateia de quantos usam o Nubank, as pessoas levantam a mão com sorriso. Quando elas encontram eco, quando elas encontram uma empresa que a pessoa diz que ela me respeitou, isso faz todo sentido. Quando o usuário diz que não gosta de fila, e a empresa responde a essa demanda, a pessoa se torna uma promotora da marca. Esse é o elo comum que eu vejo. A pessoa se sente

\\\”Boas cabeças provocam um desconforto produtivo umas nas outras\\\” – Entrevista com Arthur Igreja Read More »

Conheça a Reconsidere

A separação correta do lixo e a destinação dele nem sempre são realizadas de maneira eficaz. Na maioria das vezes, acabam sendo descartadas de forma irregular, permanecendo nas lixeiras expostas nas ruas. Para acabar com esse transtorno, um aplicativo foi desenvolvido para exercer a gestão sustentável de resíduos sólidos pela reengenharia do processo de reciclagem, consultoria e prestação de contas, com um inovador modelo de coleta, trazendo novos benefícios aos envolvidos: cidadãos, empresas, indústrias e municípios. O Reconsidere é um aplicativo multiplataforma, que permite o agendamento de coletas em domicílio e empresas, sem a necessidade de um contato pessoal, e com a garantia de que o material sempre será coletado, pois a logística de transporte é baseada em análise de dados e a coleta será realizada sob demanda. Atualmente a coleta de lixo destinada para reciclagem é quatro vezes mais cara do que a coleta de lixo comum. O alto custo da coleta seletiva se dá por não haver boa comunicação entre as partes. Acompanhe o nosso bate-papo com o Raul Capistrano, sócio proprietário da Reconsidere É possível um aplicativo que pudesse facilitar a coleta de lixo e amenizar os problemas? Essa é a proposta da Reconsidere, uma gestão sustentável de resíduos pela reengenharia do processo de reciclagem, prestação de contas, com um inovador modelo de coleta, trazendo benefícios aos envolvidos. De um lado temos o doador, que não encontra o destino para o seu material, e do outro temos o coletor que não conhece seus doadores e tem dificuldade na logística da coleta. Isso pode mudar através do aplicativo Reconsidere. Quais são as vantagens? Com eles, os doadores poderão agendar sua coleta e com isso poderá ser montado uma rota de coleta. Assim, são melhores administrados os custos de transporte do material e o tempo dedicado a essa tarefa. Além disso haverá agilidade na triagem dos materiais, evitando desperdício e contaminação e também reconsidera a forma de como indústrias e empresas tratam o material produzido, fornecendo consultoria e gerando relatório dos matérias reciclados. O que proporciona o Reconsidere? Proporciona aos doadores facilidade, sentimento de recompensa, e uma nova forma de descarte. A logística aplicada ao transporte otimiza as rotas, o tempo e o esforço gasto, para coletar materiais, gerando assim um aumento na arrecadação para empresas de reciclagem, que obtém maior segurança ao receber o material já pré-selecionado em um novo nível qualidade, exigindo menos da sua linha de triagem, pois o material é classificado na fonte tendo mais agilidade e eficiência. E para as indústrias? Essas ganham agilidade, visibilidade, eficiência e economia. Como funciona? Para dar fim ao lixo misturado, o aplicativo dispõe de um cadastro, direcionando o coletor ao endereço da residência específica, que deseja fazer a destinação correta desses materiais. A novidade é que quando mais pessoas se cadastrarem pelo aplicativo, será possível organizar rotas de coletas, com isso haverá otimização de custos e da rota a ser seguida pelo catador. Quando estará em prática? Nosso cronograma é entregar em janeiro o Mínimo Produto Viável (MVP) e em parceria com a prefeitura de Lages, realizar testes com os catadores e a cooperativa de reciclagem. Com o tempo vamos percebendo o que realmente será viável.

Conheça a Reconsidere Read More »

Orion Review, último CHIMAtalks de 2018 e lançamento de livro foram os destaques da semana no Orion

Orion Review, lançamento de livro e o último CHIMAtalks da temporada foram os destaques da semana aqui no Orion. Confira!! Orion Review 2018 A semana começou com o Orion Review 2018. A proposta do evento foi chamar a imprensa e convidados pra marcarmos as conquistas e resultados obtidos pelo único Parque Tecnológico da região. Confira a matéria completa com os números e resultados, e também o nosso vídeo institucional. Tá imperdível ? Lançamento de Livro No mesmo dia, nosso primeiro presidente Dr. Roberto Rogério do Amaral lançou o livro “Lideranças em Parques Científicos e Tecnológicos – o caso de Santa Catarina e suas similitudes com a Catalunha“, com os resultados de estudo do seu pós-doutorado. Conheça a obra, que fala do Orion Parque, aqui. 11º CHIMAtalks Na terça-feira (11/12), foi dia do último CHIMatalks da temporada. A tradicional roda de conversa, que mistura chimarrão com inovação, abordou o tema “Planejando 2019 com foco em resultados”.  Reveja o programa. Google: Máquina de Vendas Nosso pessoal parceiro da Vizz, agência que trabalha com estratégias para redes sociais, de Novo Hamburgo (RS), esteve mais uma vez aqui no Orion Parque para mais um curso incrível. O Google: Máquinas de Vendas foi um sucesso. Voltado à empreendedores, o curso abordou as plataformas Google e como utilizar elas para extrair delas todo o potencial de vendas. Reunião com SENAC para fortalecimento da parceria com o Orion Parque Na quinta-feira (13/12), recebemos aqui no Orion Parque o pessoal do SENAC de Lages, para uma reunião super produtiva. Na pauta, a equipe do Senac discutiu futuras ações integradas entre as duas instituições e os números do Orion Parque em 2018. Parte da equipe também conheceu o Centro de Inovação.

Orion Review, último CHIMAtalks de 2018 e lançamento de livro foram os destaques da semana no Orion Read More »

Orion Review lembra conquistas do Parque Tecnológico em 2018

A noite de segunda-feira (10/12) foi muito especial para o Orion Parque. Representantes da imprensa, do poder público, residentes de empresas incubadas no Centro de Inovação, além de outros convidados vieram prestigiar um dos últimos eventos no ano no nosso Parque Tecnológico. Reveja aqui os números apresentados pela equipe. No mesmo dia também foi lançado o livro \”Lideranças em Parques Científicos e Tecnológicos – o caso de Santa Catarina e suas similitudes com a Catalunha\”, do ex-presidente do Conselho Administrativo do Orion Parque, Roberto Amaral. Foram grandes as conquistas e resultados ao longo do último ano. De outubro de 2017 até agora, o Centro de Inovação aumentou de quatro para 27 o número de empresas residentes – um crescimento de mais de 500% no período. Um dos principais caminhos abertos no último ano, que está consolidando o único parque tecnológico da região, foi o OrionLab. A iniciativa se trata de um programa de pré-incubação com o objetivo de estimular o desenvolvimento de novas ideias e negócios inovadores. A ideia é dar oportunidade para que essas ideias ou negócios possam crescer de forma contínua, melhorando os aspectos tecnológicos e financeiros desses projetos com a finalidade de fazer um produto ou serviço que se adapte ao mercado. As inscrições para o OrionLab podem ser feitas por pessoas físicas ou jurídicas, e estão abertas todo o ano.  Os benefícios do OrionLab incluem: Espaço físico, individual ou compartilhado; Mentorias; Capacitações; Participação em eventos; Networking; Apoio à integração entre universidades e entidades públicas; Aproximação com entidades financiadoras e investidores, Juntamente com estes benefícios, os projetos selecionados pelo programa ainda recebem serviços integrados como espaços coletivos do Centro de Inovação, recepção, internet, segurança eletrônica e limpeza das áreas de uso comum. Claiton Camargo, diretor-executivo do Orion, comenta sobre essa forma de ingresso no Parque: “A inscrição para participar pode ser realizada por pessoas físicas ou jurídicas, sem custo, a qualquer momento. Se o projeto for aprovado, além dos benefícios, o OrionLab possibilita que os empreendedores recebam subsídios para custear sua permanência no programa, permitindo que empresas recebam todos os serviços por valores de R$ 150 a R$ 350 reais, em média. Isso é possível é graças a captação de recursos que o Orion Parque busca, para manter os programas sempre ativos. O OrionLab recebe recursos da FAPESC, que são utilizados na manter as mentorias e profissionais que prestam serviços para o desenvolvimento dos projetos participantes do programa. Além de aumentar o número de novas empresas, o Orion Parque trabalha ativamente para fortalecer o ecossistema de inovação na região, apoiando projetos e novas ideias, fomentando o empreendedorismo e o networking, com a meta de consolidar um legítimo desenvolvimento econômico regional endógeno, que leve em conta a estrutura e os fatores próprios da região serrana. “O OrionLab foi um acerto para o ecossistema, pois foi desenvolvido para atender a demanda e a realidade dos projetos de inovação da região. Grande parte dos projetos que recebíamos não tinham maturidade para entrar direto na Incubadora. Dissemos não para muitos empreendedores até a criação do programa, e tínhamos espaços desocupados no prédio. Isso nos fez repensar e entendemos que necessitávamos adequar o Centro de Inovação à realidade e principalmente à necessidade do território. O resultado disso foi a criação do OrionLab, e hoje estamos com o prédio cheio de empresas com grande potencial de crescimento, o que nos leva acreditar que estamos no caminho certo”, observa Claiton. A instalação dessas novas empresas, potencializou um crescimento do fluxo de investimentos para o setor de startups na região como nunca antes. Onze empresas da Serra Catarinense receberão aporte de recursos na casa de R$ 100 mil durante 12 meses. Nove delas estão sediadas no Orion Parque. Além disso, duas das cinco empresas selecionadas pelo segundo ciclo de aceleração da Spin Capital, de Jaraguá do Sul, são do Orion Parque, sendo uma delas residente e outra virtual. Outra boa notícia foi a aprovação, pelo edital de inovação da Confederação Nacional da Industria, de quatro empresas da Serra. Cada uma recebeu aporte de investimento no valor de R$ 400 mil. “Eu acredito que investir no empreendedorismo e inovação é o caminho para o desenvolvimento econômico de Lages e da Serra, e vejo que nestes dois últimos anos muitas pessoas começam a acreditar também. O Centro de inovação no Orion Parque foi criticado no início, muitos apostaram que seria um elefante branco e que não teríamos empreendedores com projetos para preencher o prédio. Mas os resultados mostram que em menos de três anos estamos devolvendo à comunidade o investimento feito, pois já estamos com 89% de ocupação do prédio”, analisa Claiton. “Em 2018, somente as empresas residentes, já faturaram mais de R$1.8 milhões, e arrecadaram mais de R$ 250 mil para o município. Elas captaram mais de R$ 1.9 milhões para pesquisa e desenvolvimento em inovação, em diversas fontes e investiram mais de R$ 650 mil para o desenvolvimento de suas pesquisas. Hoje mais de 100 pessoas estão trabalhando no Centro de Inovação, e circulam muito mais, pois muitos eventos são realizados semanalmente. A média salarial dos funcionários das empresas residente é cerca de R$ 2 mil e 75% destes tem nível superior, sendo uma média acima da cidade e região”, ressaltou o diretor. Inovação em diversas frentes O CHIMAtalks é uma roda de conversa que a cada 15 dias discute temáticas relacionadas à inovação e o empreendedorismo, já se tornou sucesso de público nas nossas redes socias. Transmitido através do Facebook, e com patrocínio da Erva Mate Bela Vista e Cerumar, desde meados de julho já foram 10 edições debatendo ações impactam no desenvolvimento da comunidade, principalmente em aspectos da cultura empreendedora. O último evento da temporada será dia 11/12. Outra mobilização de calibre que o Orion está encampando regionalmente é o Dazideia. Trata-se de uma iniciativa que promove o compartilhamento de negócios inovadores e conexões no mercado de empreendedorismo e inovação, proporcionando aos pitchers (aqueles que apresentam) e aos entusiastas (aqueles que apostam um dinheiro fictício nos negócios apresentados) a oportunidade de validar, divulgar

Orion Review lembra conquistas do Parque Tecnológico em 2018 Read More »

Como iniciar um projeto inovador

Criar um projeto novo nem sempre é fácil. Por mais que a ideia esteja formada em sua mente, que você já tenha analisado as variáveis e chegado à conclusão de que o seu plano é viável, ainda assim fazer a implementação de um novo empreendimento não é algo simples de se fazer. Empreendedores natos estão sempre fervilhando de ideias. A inquietude desses indivíduos, misturado com um espírito sonhador e um bom tino comercial, pode os levar a criações magníficas, que surgem dos meios mais diferentes possíveis. Quantos casos você já ouviu falar de empreendedores que criaram seu negócio a partir de uma simples conversa de bar, com os amigos? Esses indivíduos são reconhecidos pela capacidade de inovar, ou até mesmo de simplificar métodos já existentes. A habilidade de gerar ideias é algo que, para eles, são coisas comuns de se imaginar. Por vezes, porém, elas acabam esbarrando na execução dos projetos. Existem vários centros empresariais que disponibilizam apoio aos novos projetos de empreendedorismo. Entre eles, está o Gênesis, que estimula essa capacidade criativa dos indivíduos que tenham um bom plano. Com isso, é possível que os empreendedores encontrem o impulso que faltava para implementar a sua criação. Para dar início ao desenvolvimento de um novo projeto, é fundamental que os empreendedores e seus parceiros trilhem um caminho de inserção do plano no mundo dos negócios. Essa trilha vai desde- reconhecer os possíveis pontos de melhoria do projeto, até vinculá-los a novas formas de inovar. Se a sua equipe de criação está focada em investir em um novo projeto, confira essas cinco dicas que poderão te ajudar a gerar uma inovação. Conheça seu público-alvo Quando iniciamos qualquer projeto, é fundamental definir qual a importância que ele terá no mercado. Para isso, nada melhor que abrir contato com os seus consumidores e com aqueles que podem vir a ser clientes do seu produto. Por vezes, os empreendedores se preocupam em implantar ideias visionárias, trazidas de estudos de casos. Ocorre que, na prática, muitas vezes essas ideias não se aplicam na realidade de seu mercado. Por isso ouvir seus clientes é importante. Só assim será possível adequar sua ideia à necessidade do público, garantindo o sucesso na empreitada. Reúna sua equipe e deixe as ideias fluírem. Tendo em mãos as considerações do público-alvo, liberte as mentes criativas para gerar os complementos necessários para a execução de seu projeto. O brainstorming é uma das ferramentas mais eficazes no momento de determinação de novos caminhos empreendedores. Resolva os problemas que – ainda – podem surgir Quando estamos com as possíveis demandas, é fundamental olhar para os problemas que elas podem vir a gerar. Para isso, inclua o Design Thinking. Pautado na experimentação do cliente, é possível encontrar e solucionar dificuldades futuras, de acordo com a análise do retorno. A partir dessa ferramenta, é possível propor soluções e até impedir o problema de aparecer. Com a experiência do consumo que o Design Thinking propõe, a equipe será capaz de compreender o que seu consumidor deseja na prática, encontrando as brechas para tornar o empreendimento rentável. Assim, além de reconhecer os desejos do cliente, é possível criar um banco de dados sobre possíveis novos negócios – tudo isso baseado no que for possível determinar. Ouça a sua equipe Quando a empresa é voltada para a inovação, é importante que todos tenham voz. Deixe o canal de conversação aberto, para que todos possam dar ideias e colaborar para o crescimento da empresa. Para isso, sempre use o brainstorming e se surpreenda com as mentes criativas de sua equipe. Isso gera espaço para aumentar sua capacidade competitiva em relação à concorrência, já que a sua equipe está sempre conectada e comprometida com o sucesso do projeto inovador. Faça gestão de projetos. Após ouvir seus clientes, determinar soluções e criar os caminhos de implantação de seu projeto, é necessário fazer a gestão do mesmo. Tire as ideias do papel e dê forma a eles, utilizando uma ferramenta famosa do marketing, o chamado 6W+3H. O mecanismo irá te ajudar a criar um panorama completo da implementação do seu projeto, dentro do cenário de mercado a que está inserido. Para encontrar o melhor método para seguir, faça com que o seu projeto “responda” à essas questões: Who (quem): Para quem seu projeto é destinado? What (o quê): Como define seu projeto? O que ele é? O que faz? Why (por quê): Por que ele deve ser desenvolvido? When (quando): Quando ele deve ser implementado? Para suprir qual necessidade? Where (onde): Onde é o melhor local para inserir seu projeto? Whom (para quem?): Para quem você está desenvolvendo esse projeto? How (como): Como ele deve ser inserido? O que se espera alcançar? How much (quanto): Quanto ele irá custar? How Many (quantos): Quantas pessoas/recursos serão necessários? Aplicando essas sete questões ao projeto, é ainda mais fácil conseguir apoio de locais como o Gênesis, que verá de que modo a sua ideia está embasada e como ela pode impactar positivamente o seu mercado. Crie uma equipe para executar o seu projeto. Escolha as melhores pessoas que tem à sua disposição, pois serão elas que darão forma ao projeto que, até então, está apenas no plano ideal. Procure criar um time dedicado e complementar, para que competências individuais sirvam para o benefício da coletividade.

Como iniciar um projeto inovador Read More »

Arthur Igreja e novos projetos aprovados marcaram a semana do Orion Parque

A última semana foi super movimentada aqui no Orion Parque. Confira os destaques: Lei de Inovação na Câmara de Vereadores Na segunda-feira (03/12), uma comitiva de representantes do Orion Parque acompanhou, na Câmara de Vereadores, a apresentação de um anteprojeto de Lei para a criação de normas de incentivo às atividades tecnológicas e de inovação na cidade. A iniciativa foi apresentada pelo vereador Jean Pierre. Transformação Digital Na terça-feira (04/12), o Orion recebeu um dos maiores nomes no cenário nacional quando falamos de inovação e tecnologia. Arthur Igreja veio falar sobre Transformação Digital para cerca de 100 pessoas que lotaram os auditórios do Centro de Inovação. Fique ligado que teremos uma entrevista inédita com ele no nosso blog. Incubada aprovada no edital de Incubação Na quarta-feira, a empresa Cowtrol, que entrou no Orion Parque pelo edital do OrionLab, foi aprovada no edital de incubação. A empresa pretende utilizar tecnologia para proteger e agregar valor ao rebanho, utilizando sensores ativos nos animais, que de tempos em tempos emitem sinais utilizando a tecnologia bluetooth. Evento corporativo – Klabin Na quinta e sexta-feira (06 e 07/12) um grande evento corporativo da Klabin S.A envolveu mais de 100 pessoas no Centro de Inovação, discutindo e projetando o ano seguinte dessa gigante do setor. Incubada aprovada no edital de Incubação 2 Na sexta-feira também foi dia da Scienco ser aprovada no edital de incubação do Orion Parque. A Scienco, que também havia entrado pelo OrionLab, trabalha a utilização de técnicas de engenharia de proteínas para gerar moléculas híbridas capazes de reconhecer e purificar anticorpos de maneira mais eficiente e com custo de produção muito menor. Os anticorpos são moléculas capazes de detectar agentes patogênicos como vírus, bactérias e células tumorais, entre outros, utilizadas para fins de diagnóstico, pesquisa e tratamento.

Arthur Igreja e novos projetos aprovados marcaram a semana do Orion Parque Read More »

Conselho reunido e visita importante no Orion Parque nessa semana

Visita de deputado federal eleito A semana começou com a visita na segunda-feira (26/11) do deputado federal eleito em Santa Catarina Gilson Marques (NOVO). Gilson, que é empresário e advogado em Pomerode, passou pela cidade visitando entidades como o Orion Parque, Uniplac, CDL Lages, ACIL e AMPE. Reunião do Conselho Administrativo Mensalmente o Conselho Administrativo do Instituto Orion reúne seus conselheiros para debater questões mais importantes do nosso parque tecnológico. Nesta última reunião do ano, na terça (27/11), uma das pautas foi a apresentação dos resultados do Orion Parque em 2018. 10º CHIMAtalks A semana que passou também foi palco da penúltima edição do ano do CHIMAtalks – roda de conversa que discute inovação e empreendedorismo com um gostoso mate amargo. A temática dessa edição foi Como Empreender e Inovar de Forma Sustentável?. O CHIMAtalks tem patrocínio da FAPESC e erva-mate Bela Vista. Evento – MGTEK Na quarta-feira (28) foi dia de evento interno da MGTEK, uma das nossas empresas virtuais aqui do Orion parque Tecnológico. Saiba mais sobre as vantagens de se associar virtualmente ao parque Tecnológico acesso a página no nosso blog.

Conselho reunido e visita importante no Orion Parque nessa semana Read More »

Conheça a Quiron

A Quiron utiliza monitoramento remoto via satélite, utilizando-se de recursos de big data e ferramentas analíticas para florestas e lavouras. A solução permite um serviço que possibilite a utilização precisa de defensivos e insumos agrícolas e florestais, oferecendo ferramentas que prevejam situações e identifiquem problemas. A solução foi aprovada pelo Sinapse da Inovação em 2018 e agora é uma das startups incubadas no Orion Parque e teve a primeira parcela dos recursos liberada. “A ideia surgiu após o Gênesis receber alguns projetos, sendo um deles do professor Marcos Benedito Schimalski, eu achei interessante e daí surgiu uma grande parceria e começamos a conhecer a linha de pesquisa que o professor já tinha na área, até desenvolver o projeto e sermos aprovados”, explicou Gil Augusto Pletsch, sócio proprietário da Quiron. Com esse protótipo ativo nas lavouras será possível identificar a ocorrência de pragas e assim gerar a aplicação de insumos e defensivos de forma gradual, inibindo os impactos ambientais e com baixo custo. O Sistema de Monitoramento Remoto da Quiron é realizado através da captação de imagens via satélite. Com isso, dispensa a necessidade de estar no local, e sim, trabalhar de maneira remota. “O sistema está sendo testado em alguns parceiros que disponibilizaram as áreas para fazer acompanhamento das lavouras durante a safra de verão de soja, milho, pinus e eucalipto”, disse Pletsch. A Quiron, agora, tramita para validação de mercado e tenta transformar o que foi utilizado em pesquisa para aplicação efetiva. Outra novidade de empresa é que entre os meses de setembro e outubro participaram do programa de inovação da Vallourec -Open Brasil, onde permaneceram durante 10 dias num processo de imersão para acompanhar os trabalhos e modelar a solução de acordo com a necessidade de mercado. Em novembro participaram do 2º Fórum da Industria Espacial Brasileira onde cinco startups foram selecionas para apresentar seus pitchs.  A Quiron se destacou dentre os 300 inscritos. O evento aconteceu em São José dos Campos, onde foi implantado um dos primeiros Parques Tecnológicos do Brasil. “Estas oportunidades estão surgindo porque estamos no Orion Parque. Sem ele, a Quiron não existiria. A troca de experiencias, mentorias e planejamentos nos fortalece e nos dá credibilidade. Para 2019 desejamos alcançar as validações até maio, depois fazer a conversão para clientes e no segundo semestre firmar efetivamente” finaliza Pletsch.

Conheça a Quiron Read More »