Orion Parque

Centro de Inovação

CHIMAtalks discute Lei de Inovação e provoca representatividade do ecossistema para o desenvolvimento de Lages 

Com o objetivo de esclarecer a Lei de Inovação para a população lageana e o seu impacto no desenvolvimento econômico do município, o Orion Parque realizou na última quinta-feira (01), a tradicional roda de conversa regada a chimarrão, o CHIMAtalks, com a presença de autoridades municipais, empresas de tecnologia e comunidade que puderam sanar suas dúvidas acerca da Lei que dispõe de normas de incentivo às atividades tecnológicas e de inovação realizadas pelas organizações e cidadãos estabelecidos em Lages.  Estiveram presentes o Vereador Agnelo Miranda que articulou entre os Poderes Legislativo e Executivo para a tramitação e aprovação da Lei, representantes do Senac, Celesc, SEBRAE, Senai, Fiesc, membros dos Conselhos do Orion Parque, além das empresas vinculadas ao Orion como a Connect Carbon, a Hub2Us e a Bem Protegido, como também a empresa de tecnologia e mantenedora do Orion Parque, ATPlus Digital, juntamente com representantes das Universidades como a Sabrina Bet da Universidade do Planalto Catarinense – UNIPLAC e o André Thales, Diretor do CAV/UDESC.     A Lei que é de autoria do Poder Executivo foi aprovada na Câmara de Vereadores por unanimidade e sancionada no mês de dezembro de 2023, se tornando a Lei 4722/2023. A Lei de Inovação prevê a constituição de um Conselho Municipal de Inovação que fará a gestão do Fundo de Inovação, ambos sob o escopo da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo, sendo o gestor do fundo, o Secretário da pasta. Também é previsto Incentivos a empresas e instituições que realizam atividades de inovação.  André Thales, Diretor do CAV/UDESC comentou que a universidade tem um papel essencial no cenário de inovação e que é importante incrementar o núcleo de inovação e tecnologia da universidade “ Lages vive um momento especial de debate sobre inovação, que é fundamental. Só o CAV da UDESC  já concluiu mais de 1600 teses e dissertações e à medida que a produção científica começa a ter estabilidade, o grande desafio é a inovação a partir desse conhecimento gerado. A UDESC quer muito participar do desenvolvimento de Lages e região” A grande dúvida foi a respeito da criação e operacionalização do Fundo de Inovação. Na Lei prevê que o Conselho Municipal tem autonomia para deliberar sobre a aplicação e destinação do recurso do Fundo de Inovação, podendo ser aplicado em eventos, pesquisas, programas e atividades de inovação e tecnologia para residentes do município de Lages, sendo pessoa física ou jurídica. A Lei oferece uma amplitude nos meios para a destinação, podendo ser realizados inclusive editais para chamada pública.  A discussão acerca do Fundo de Inovação não é uma novidade, já se falava a respeito quando a inovação passou a ser um viés de desenvolvimento econômico para a cidade de Lages “Independente do valor de aporte que o município faria, era importante ter o Fundo. Ao longo dos últimos oito anos, queríamos discutir o aporte, mas o fundo não existia” destacou o Diretor Executivo do Orion Parque, Claiton Camargo.  Quanto à destinação de recursos, a conversa levantou a possibilidade de captação de recursos parlamentares que podem ser destinados para o Fundo e a importância de constituir o Conselho Municipal representado pelas 12 cadeiras sendo o Poder Público, Instituições de Ensino superior público e privado e Organizações da Sociedade Civil de forma a estabelecer o cumprimento da função com responsabilidade e compreensão do cenário do ecossistema de inovação da Serra Catarinense.  O Diretor do Comitê de Inovação da CELESC, Juliano Françosi, destacou que a Lei de Inovação vem para fomentar todas as ações que possam reverter a ações do ecossistema e ao movimento de inovação que a empresa quer promover “Faço uma ligação alinhada com três fatores: Educação, Oportunidade e Empreendedorismo. Educação por que precisamos ter a academia pensando em tecnologia, oportunidade por que precisamos ter empresas como a CELESC abrindo as suas portas para inovação aberta e que possam trazer startups e a própria academia para resolver os problemas que temos e o empreendedorismo justamente para ter essa veia de buscar os recursos necessários para que isso seja realizado” A responsabilidade dos atores de inovação do ecossistema, ou seja, das empresas de tecnologia, das entidades que visam atividades de inovação, das universidades e da comunidade em geral, foi tema de grande discussão entre os presentes, considerando a importância do envolvimento de todos para que a Lei seja cumprida principalmente a partir da constituição do conselho e criação do fundo. A indicação dos nomes para composição das cadeiras do conselho deve ser realizada por meio do gestor da pasta onde o conselho e o fundo ficam alocados, sendo a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo.  Com uma provocação do Presidente do Instituto Orion, Thiago Mazuhy, que levantou a importância do envolvimento do ecossistema com o Conselho de Inovação, destacou questionamentos relevantes que afirmam a necessidade da construção de relacionamento “ Já que estou provocando que a gente tem que participar, quero devolver algumas perguntas para o grupo, são dúvidas que também me corroem algumas vezes. Quem vocês acham que são as pessoas da organização civil que vão representar todo o ecossistema no conselho? A gente vai ter que ter uma contrapartida com esse pessoal e inseri-los nesse processo. Segundo, vamos supor que sobrou um dinheiro na Prefeitura e o Prefeito resolveu investir no Fundo de Inovação da cidade de Lages, o que nós empreendedores temos preparado para fazer esse fundo funcionar? Quais as justificativas que a gente tem para solicitar esse recurso financeiro público?” Para iniciar a consolidação da Lei de Inovação, é necessário constituir o Conselho Municipal de Inovação e o Fundo de Inovação, sendo uma responsabilidade da pasta gestora, conforme a legalidade. Por se tratar de um ano eleitoral, muitas são as restrições em relação à destinação e aplicação de recursos, por isso é de extrema importância a constituição do que a prevê a Lei antes do período de restrição eleitoral. A movimentação do ecossistema é essencial para a garantia do direito adquirido conforme a Lei 4722/2023.  Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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Lei de Inovação é o tema do primeiro CHIMAtalks de 2024, do Orion Parque

A primeira edição do CHIMAtalks 2024 já tem data, na próxima quinta-feira, 01 de fevereiro, a roda de conversa regada a chimarrão debate um tema super importante para o desenvolvimento econômico da região serrana e para a comunidade lageana: a Lei de Inovação. O momento acontecerá no Orion Parque, às 18h40 e será transmitido via Youtube para quem não puder participar de forma presencial.  A roda de conversa será dedicada ao esclarecimento da Lei que ainda é uma novidade para os empreendedores e entusiastas do ecossistema de inovação, considerando que foi sancionada em dezembro de 2023. Lages era a única cidade com Centro de Inovação que ainda não possuía uma Lei de Inovação, ainda que o Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, no Orion Parque, seja o primeiro da Rede Catarinense de Centros de Inovação e o primeiro em cidade interiorana.  Além da equipe do Instituto Orion, estarão presentes o Vereador Agnelo Miranda, articulador entre os poderes executivo e legislativo para a tramitação do Projeto de Lei na Câmara de Vereadores, o Secretário de Desenvolvimento Econômico, Álvaro Mondadori, gestor da pasta onde o Conselho e o Fundo de Inovação ficarão alocados, além do Presidente do Orion Parque, Thiago Mazuhy e empresas vinculadas ao Orion Parque e empresas do ramo de inovação.  O momento será dedicado ao esclarecimento da Lei e como será aplicada na prática, considerando que a Lei prevê a constituição de um Conselho Municipal de Inovação que fará a gestão do Fundo Municipal de Inovação, ambos sob o escopo da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo. O Conselho deverá ser composto por doze membros, sendo quatro do Poder público, quatro de instituições de ensino superior do município e  quatro de Organizações da Sociedade Civil, constituindo o grupo que tem autonomia para deliberar sobre a aplicação do recurso do Fundo.  O Fundo Municipal de Inovação terá como gestor o Secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo. O Fundo possui autonomia administrativa e financeira e poderá atender ao fluxo contínuo e a edital de chamada pública de projetos, além de poder se orientar segundo regramento de eventual financiador/patrocinador que tenha aportado recursos. O Capítulo 3 da Lei de Inovação que explora sobre o Fundo de Inovação também traz sobre a constituição de receitas e a aplicabilidade do recurso.  Toda a Lei 4722/2023, a Lei de Inovação, será amplamente discutida para esclarecer ao público empreendedor e à comunidade lageana sobre a sua aplicabilidade e impacto no desenvolvimento, principalmente econômico, do município. Por isso, é de extrema importância a participação dos membros das entidades locais, imprensa, empresas de tecnologia e inovação e comunidade em geral, a fim de pautar seus benefícios.  Para participar inscreva-se: http://plid.in/chimatalks Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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Sancionada a Lei 4722/23 que garante a sustentabilidade das atividades de Inovação no Município de Lages

Para encerrar o ano com chave de ouro e a esperança em um 2024 ainda mais próspero, foi sancionada na manhã desta sexta-feira (22), No Orion Parque, a Lei de Inovação Nº 4722/2023 que garante a sustentabilidade dos atores de inovação do município de Lages para o desenvolvimento de atividades de fomento à inovação,  por meio da constituição do Conselho Municipal de Inovação e o Fundo de Inovação.   Em um momento de emoção para os agentes e atores do ecossistema de inovação do município, o Prefeito de Lages, Antonio Ceron, sancionou a Lei de Inovação nº4722/2023 na presença Vice-prefeito do município, Juliano Polese, do Secretário de Desenvolvimento e Turismo, Álvaro Mondadori, representantes do Poder Legislativo, Vereadores Agnelo Miranda e Gerson Omar, além do Presidente do Instituto Orion, Thiago Mazuhy e do CEO do Orion Parque, Claiton Camargo.  Prestigiaram o momento os empreendedores vinculados ao Orion Parque, empreendedores incubados na MIDILages, membros dos Conselhos do Orion Parque, colaboradores do Instituto Orion, além dos ex-presidentes do Instituto Orion, Roberto Amaral e Valmir Tortelli. Com falas de reconhecimento do Poder Público para a importância e impacto da inovação para o município de Lages e região, foi destacada a árdua luta dos agentes do ecossistema e apoiadores para que a Lei de Inovação fosse uma realidade municipal, visto que Lages era a única cidade com Centro de Inovação, que ainda não possuia uma Lei de Inovação para suporte de suas atividades.  Para Hemerson Schenatto, CEO da Ilergic, empresa vinculada ao Orion Parque a sanção da Lei é um importante momento principalmente para a perspectiva futura “ quando a gente vê novas ideias surgindo no âmbito de Lages e região do nosso ecossistema, essa lei fortalece o incentivo das execuções dessas ideias através do Orion Parque e outras ações. A lei é uma importante ferramenta para as novas gerações de empreendedores que vão ter mais apoio financeiro e de estrutura para poder executar e validar essas ideias no mercado” Hemerson também destaca que espera para o próximo ano a continuação das atividades do Orion Parque que é um importante agente de transformação e a constituição do Conselho e funcionamento do Fundo para concretizar os efeitos da Lei.  A Lei de Inovação vem sendo trabalhada a muitos anos, por muitas mãos apoiadoras do potencial tecnológico e de inovação do município de Lages, como destaca o Vice-prefeito de Lages, Juliano Polese “ esse é um momento que dá a garantia tanto de recursos como de possíveis novas captações e fomento para o ecossistema de inovação. Aquilo que vinha por convênio agora vem por Lei, para que não tenha essa instabilidade passando a ser uma política de estado e não uma política de governo” Juliano Polese ainda destaca acreditar que novas empresas buscarão se instalar em Lages por conta dessa garantia de financiamento para as atividades de inovação, já que a lei garante mais segurança e estabilidade. Lages já possui um número significativo de empresas de base tecnológica e geração de mais de três mil empregos, e o faturamento de 140 milhões no ano de 2022, considerando as empresas virtuais e residentes vinculadas ao Orion Parque, além da arrecadação de ISS do município, que representa aproximadamente quatro milhões.  O Presidente do Instituto Orion, Thiago Mazuhy, o Tite, destaca que a Lei de Inovação é uma grande oportunidade para desenvolver ainda mais as empresas, pensando sempre em inovação e tecnologia, desenvolvimento econômico e social da nossa cidade, sendo uma oportunidade também para professores, pesquisadores e outras pessoas interessadas em criar negócios e fortalecer ainda mais o que já muito bem feito em Lages pelo Orion, MIDILages, Núcleo de Inovação pelos parceiros da governança do ecossistema local de inovação “ a gente vai se fortalecer cada vez mais e fazer com o que nosso ecossistema dê mais retorno e resultados, por que estamos falando de 4 milhões de reais em impostos e com a lei um reinvestimento desses impostos para  potencializar ainda mais esse desenvolvimento”  A partir do início de 2024 serão organizados os trâmites para constituição do Conselho Municipal de Inovação e Fundo Municipal de Inovação “ Antes era uma política de governo e agora é uma política de estado onde o Fundo será gerido pelo conselho e não dependerá do gestor público. A partir de 2024 podemos esperar uma programação melhor para os objetivos sem depender do gestor, pois com o Fundo que é obrigatório por lei, é preciso destinar esses recursos possibilitando que os conselheiros façam uma programação a longo prazo” comenta o Secretário de Desenvolvimento e Turismo, Álvaro Mondadori.

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Aprovada Lei de Inovação que sustentará o desenvolvimento do ecossistema de inovação na Serra Catarinense

Lages era a única cidade de Santa Catarina a possuir Centro de Inovação sem amparo da Lei de Inovação. Agora, com a aprovação do Projeto de Lei 0202/2023, pela Câmara de Vereadores de Lages, na terça-feira (12), o município passa a contar com um Conselho Municipal de Inovação e um Fundo de Inovação para o amparo à operação de atividades de inovação. O ecossistema de inovação da Serra Catarinense aguarda ansiosamente pela sanção da Lei de Inovação em Lages, o que deve ocorrer ainda em 2023. O Projeto de Lei 0202/2023, foi aprovado por unanimidade na terça-feira (12), pela Câmara de Vereadores de Lages. A Lei de inovação é um importante marco para o fortalecimento do ecossistema de inovação da Serra Catarinense, sendo Lages o polo desse desenvolvimento por meio do Orion Parque, principal ator de inovação. O documento prevê a criação do Conselho Municipal de Inovação (CMI) e do Fundo de Inovação (FMI) para o amparo à operação de atividades tecnológicas de inovação no município e o Programa de Incentivo à Inovação(PII). Ainda, a Instituição de Ciência, Tecnologia e Inovação (ICTI) a incubadora de empresas, Centro de Inovação, Parque Tecnológico e outras denominações da área de inovação que se estabelecem enquanto conceito e atores do ecossistema.  Lages era a única cidade do estado de Santa Catarina, que possui Centro de Inovação, que não tinha aprovada no município a Lei de Inovação que assegura a realização de atividades para o fomento e desenvolvimento do ecossistema de inovação. O município possui desde 2011 o Instituto Orion que faz a gestão do Orion Parque Tecnológico, onde se encontra o Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, que se estabelece hoje como parte da Rede Catarinense de Centros de Inovação e se consolida como Polo da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE).  O Orion desenvolve atividades de fomento e desenvolvimento do ecossistema de empreendedorismo e inovação, promovendo o auxílio a ideias empreendedoras e desenvolvimento de startups, além de se conectar com a academia e realizar atividades para o desenvolvimento do comportamento empreendedor e de inovação com a comunidade, sendo um importante ator para o desenvolvimento social, econômico e cultural do município.  A constituição do Conselho Municipal de Inovação (CMI) fica responsável por promover a democratização do conhecimento, contribuindo com a política de inovação implementada por meio da sugestão de políticas de captação e alocação de recursos, além de atuar na fiscalização, avaliação e articulação das ações entre os vários organismos públicos e privados envolvidos na política de inovação. O Conselho deverá ser constituído por doze membros representantes do Poder Público, Instituições de ensino superior e organizações da sociedade civil e será vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Lages. Já o Fundo Municipal de Inovação tem como objetivo a promoção de atividades inovadoras para o desenvolvimento econômico do município, por meio do aporte de recursos. O Fundo também é vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo como delimitado pelo CMI e tem autonomia administrativa e financeira para apoio de programas e projetos inovadores de interesse do município. São estabelecidas receitas do FMI quando recebidas transferências do Governo Federal e do Governo do Estado de Santa Catarina, além de consórcios, convênios e dotações orçamentárias destinadas pelo Poder Público.  O líder do Governo na Câmara, vereador Agnelo Miranda, comemora a aprovação do projeto de lei e acredita que a maior importância para o município é a cultural, além de político-administrativa, considerando a conscientização de que a inovação e a tecnologia devem estar fortemente presentes nas decisões do Poder Público. “Podemos esperar, sim que o Poder Público cada vez mais incentive a atração de empresas tecnológicas, invista no ecossistema de inovação, gerando um círculo virtuoso de empreendedorismo, com o desenvolvimento mais sustentável da nossa economia”  Qual o impacto da Lei de Inovação para o município?  A Lei de Inovação assegura ao município a promoção de atividades e ações de fortalecimento das empresas de tecnologia e do ecossistema de inovação, implicando numa nova alternativa de economia regional, geração de empregos, alto valor agregado e construção de empresas com receitas consistentes. O impacto desse movimento é a melhoria da receita municipal e o desenvolvimento econômico da região que vai ao encontro diretamente dos indicadores estaduais.  A partir da Lei de Inovação, é possível promover o incentivo para a criação de novas startups e a instalação de empresas de base tecnológica em nosso município, considerando o terreno fértil amparado pela academia, indústria e governo, essencial para o crescimento exponencial do ecossistema. Além do movimento realizado pelo Orion Parque Tecnológico, por meio do Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, que atua para o desenvolvimento da inovação, inserção da comunidade no ambiente inovador, além da formação e capacitação para o comportamento inovador.  Para o CEO do Orion Parque Tecnológico, Claiton Camargo, a aprovação da lei significa a segurança para continuar desenvolvendo as atividades de inovação, contando a partir da Lei, com o financiamento para essa execução “ A criação do fundo garante que o Orion Parque como um todo tenha uma garantia de custeio de suas atividades, de investimento de recurso de fonte pública, e parte desse recurso pode ser aportado para ações de fomento dentro do próprio ecossistema como por exemplo, o Nascer de Lages e Editais de Incubação” Após o sancionamento da lei, prevista para acontecer ainda em 2023, o primeiro passo é a implementação do Conselho Municipal que tem um papel essencial no cumprimento da lei, direcionando a aplicação do recurso do fundo e deliberando de outras iniciativas que envolvam inovação. A constituição dos membros do Conselho é de extrema importância para a plena execução da lei, no que tange o recurso do fundo e a sua aplicabilidade, impactando na receita e desenvolvimento do município.  Antes da aprovação da Lei de Inovação, o Orion Parque não obtinha recurso próprio para operação e dependia sobretudo da decisão do governo para receber recursos para continuação do desenvolvimento das atividades e o principal impacto da Lei para o ecossistema é a garantia de recurso para operação do

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Orion Parque forma 40 Futuros Programadores

Já pensou ter só 12 anos e já saber programar jogos de computador? Os participantes do projeto Futuros Programadores, do Orion Parque, aprenderam a programar jogos durante um mês de atividades e receberam nesta quinta-feira (14) o certificado de conclusão de curso. A Cerimônia de formatura contou com a participação de familiares e amigos das crianças que com emoção, concluíram uma etapa de formação para o futuro.  Realizada no Orion Parque, estiveram presentes na Formatura o Vice Prefeito do Município de Lages, Juliano Polese e o Secretário de Desenvolvimento e Turismo, Álvaro Joinha que deixaram seus cumprimentos aos formandos e pais, além do Presidente do Instituto Orion, Thiago Mazuhy e o CEO do Orion Parque, Claiton Camargo que compuseram a mesa de autoridades juntamente dos professores Alexandre Rech e Robson Wiggers, que ministraram as aulas durante o período de curso.  Foram duas turmas de 20 alunos cada, com idades entre 10 e 12 anos de idade, estudantes do sistema público e privado de ensino. Os estudantes inscritos passaram por um processo de seleção para definição das turmas e iniciaram as atividades no mês de novembro. Ao longo do curso, os pequenos aprenderam a programar jogos por meio da metodologia Scratch, que garante um aprendizado de forma lúdica e pedagógica, de acordo com a maturidade das crianças.  Com as constantes evoluções tecnológicas e a rapidez da informação, os jogos de computador e aparelhos celular se fazem cada vez mais  presentes nas rotinas das crianças e influenciam nos sonhos e objetivos para o futuro profissional. Como ator de inovação no ecossistema regional, o Orion Parque tem o compromisso de promover ações e programas de estímulo ao desenvolvimento de profissionais das áreas de tecnologia, seja por meio de capacitações para inserção no mercado de trabalho ou aproximação da comunidade ao ecossistema.  A emoção e a felicidade no rosto de cada criança confirma a importância do aprendizado da introdução à lógica de programação para jogos que além de ser uma tendência para o futuro, é um caminho que se abre para novas possibilidades. O Projeto foi desenvolvido por meio de recurso da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (FAPESC) que acredita na capacitação para o futuro e estimula a realização de ações como esta. O Presidente da FAPESC em visita ao Orion Parque acompanhou um pouco da aula dos Futuros Programadores e ressaltou a importância do ecossistema se aproximar da para o seu fortalecimento. 

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Ação de Natal do Orion Parque contempla mais de 425 crianças dos bairros São Francisco e São Paulo, no último domingo

A magia do natal  está nas luzes piscando e nas estrelas ao topo dos pinheiros enfeitados com bolas vermelhas e douradas, mas essencialmente está no sorriso das crianças e nos abraços apertados no bom velhinho que tem como missão trazer presentes para aqueles que se comportaram durante o ano. Foi nesse clima de amor e alegria que no último domingo (03) o Orion Parque realizou a Ação de Natal para as comunidades dos bairros São Francisco e São Paulo e atendeu as mais de 425 crianças em um dia de brincadeiras, guloseimas e muitos presentes.  Em parceria com a NDD Tech, o Laboratório Saldanha, a Secretaria Municipal de Saúde de Lages e o Secretário de Meio Ambiente, Jean Felipe, as famílias dos bairros São Francisco e São Paulo tiveram um domingo diferente no Orion Parque. Cada criança recebeu um voucher para a retirada do presente e pôde brincar nos brinquedos infláveis, se deliciar com cachorro quente, pipoca e algodão doce, fazer um cabelo maluco e pintura facial e ainda aprender sobre a importância da escovação correta dos dentes com a equipe de saúde do município. Também foi disponibilizado a auriculoterapia, realizada pela equipe de saúde, a fim de contribuir para a qualidade de vida e bem estar das pessoas por meio das práticas integrativas, incluindo toda a família no evento.  Mas quem roubou a cena foi o Papai Noel que recebeu inúmeros abraços e cartinhas com pedidos de presentes, tornando a magia do natal ainda mais real neste ano.  Para finalizar o evento e garantir a alegria das crianças, o Corpo de Bombeiros Militar esteve presente refrescando as atividades com o tradicional banho de mangueira.  Este é o segundo ano de realização da Ação de Natal com os bairros São Paulo e São Francisco, com o objetivo de conectar a comunidade ao parque e promover um momento de alegria e descontração com as famílias, fortalecendo os laços e estimulando a parceria entre o ecossistema e os bairros do entorno.

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Workchopp realiza roda de conversa com representantes do BRDELabs sobre Growth e Vendas para as empresas vinculadas ao Orion Parque

Com representantes da ACATE e do BRDELabs, as empresas receberam capacitação sobre Growth e vendas. O Orion Parque tem cinco empresas aceleradas pelo BRDELabs  Para encerrar as atividades do mês de outubro, o Orion Parque Tecnológico realizou na noite desta terça-feira (31), uma roda de conversa do BRDELabs com participação de representações regionais e agentes de inovação da Associação Catarinense de Tecnologia – ACATE  aliado ao tradicional evento voltado para a capacitação das empresas do Parque, o Workchopp. Participaram as empresas vinculadas ao Orion Parque e empresas aceleradas pelo Banco Regional do Extremo Sul (BRDE) por meio do instrumento Labs que foi criado para contribuir na aceleração do desenvolvimento do ambiente de inovação na região sul.  O Programa é composto por projetos realizados em nível de estado e vinculados às necessidades dos ecossistemas locais, além de estarem alinhados às diretrizes dos Governos estaduais.  O workchopp é um tradicional evento de capacitação dos empreendedores vinculados ao Parque, que tem como objetivo levantar temas voltados para as demandas das empresas, conforme identificação do grupo. Neste mês, o Workchopp trouxe como temática “Growth e Vendas” com Kayuá Freitas, pensando nas necessidades das empresas vinculadas, “ é atual falar sobre vendas por que ela tende a guiar a empresa para onde ela quer chegar, as pessoas ignoram esse fator, elas tem processos muito bons, pessoas muito boas, mas se não conseguir guiar essas pessoas para o sucesso, é só metade do caminho”  “A base do ecossistema é fazer conexões, trocas. Não acredito que um negócio pode funcionar com a pessoa isolada dentro da empresa dela. O negócio só vai funcionar a partir do momento que ela se conecta com pessoas, parceiros, clientes, pessoas que passam pelas mesmas coisas para poder aprender nessa jornada empreendedora” pontua o Presidente do Instituto Orion, Thiago Mazuhy.  O momento contou com a participação ativa do BRDELabs que trouxe como pauta os processos que envolvem a aceleração, os próximos passos para aquelas empresas que já estão no processo e cases de sucesso.  Para o representante regional Ricardo Silveira de Faria, o evento foi uma boa dinâmica para repassar informações de como o banco pode apoiar o setor.  “O BRDE vem ao longo dos anos tendo um desempenho excelente no apoio a projetos inovadores e nada melhor que um lugar como este para a gente poder demonstrar cases de sucesso de projetos que a gente apoiou e incentivar o pessoal a entender a forma do recurso, preservando caixas e alavancando o crescimento das empresas” conta, Ricardo. O Orion Parque conta com cinco empresas vinculadas que são acompanhadas pelo BRDELabs, sendo elas a Plant Colab, Hub2hus, Ilergic, Scienco e Bem Protegido.  O programa Labs do BRDE oferece mentorias técnica e de negócios para a criação de empresas, rodadas de aceleração para os empreendedores, conexão entre empresas maduras e startups, atividades de capacitação para elaboração de projetos de investimento, captação de recursos e bancabilidade dos investimentos, entre outras frentes de trabalho para o desenvolvimento de empresas. O Orion Parque Tecnológico é um Polo ACATE e carrega a representatividade da Associação para a serra catarinense. Na ocasião foi explanado sobre as  possibilidades que a ACATE oferece para o desenvolvimento de negócios, além dos inúmeros benefícios para as empresas associadas “momentos como esse são importantes não apenas pelo conteúdo que compartilhamos aqui, mas pelas conexões que fazemos com os empreendedores e as empresas. A gente aprende muita coisa compartilhando os nossos desafios, as dores que a gente tem no dia a dia e abre a possibilidade dos empreendedores se conhecerem e gerar negócios, se conectando com o ecossistema” comenta, Isabela Pim, agente de inovação da ACATE.   Assessoria de Comunicação Orion Parque | Foto: Rafael Bueno

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Hoje é o dia da Inovação! Você sabe de onde surgiu essa data?

O Dia Nacional da Inovação é celebrado em alusão ao feito do aeronauta e inventor brasileiro Alberto Santos Dumont. No dia 19 de outubro de 1901, Santos Dumont convocou os juízes para a prova do seu dirigível e que pós muitas discussões e dificuldades, foi declarado ganhador da prova e o prêmio no dia 4 de novembro daquele ano. Fonte: History UOL A inovação faz parte do nosso DNA, do nosso nome e é o nosso combustível. Aqui no Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, o qual faz parte do Orion Parque Tecnológico, é onde tudo acontece. Somos movidos pela inovação e pelos modelos do crescimento econômico que ela pode trazer para a nossa cidade, região, estado, país e mundo. Existimos como Centro de Inovação e Parque Tecnológico para iniciar, desenvolver, fomentar e auxiliar todos os atores envolvidos dentro do ecossistema, através de programas, ações e parcerias. A inovação não se faz sozinha e para isso contamos com todos os nossos parceiros: Prefeitura de Lages, Secretaria de Desenvolvimento, Governo do Estado de Santa Catarina, FAPESC, SCTI, Rede, ACATE, ATPlus e todas as empresas, startups e empreendedores conectados ao ecossistema do Orion Parque Tecnológico! Inovar é criar algo novo, é introduzir novidades, renovar, recriar. A inovação é um dos principais motores do crescimento econômico e não se baseia apenas no desenvolvimento de novos produtos, mas na melhoria de serviços e processos. Nos diferentes modelos de negócio existentes, a inovação pode impactar de diversas formas, as principais são: Crescimento econômico; Competitividade; Eficiência; Criação de empregos; Desenvolvimento de tecnologia; Melhoria da qualidade de vida; Sustentabilidade; Desenvolvimento de capital humano; Atração de investimentos. A inovação tem se tornado cada vez mais um motor vital para o desenvolvimento de pessoas, comunidades, negócios, cidades e países. Quer inovar no seu negócio? Vem para o Orion Parque!

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Empresa de tecnologia do Orion Parque lança software de gestão pública

O sistema promete transformar a forma de comunicar das prefeituras com os cidadãos, tornando o atendimento mais ágil, inovador econômico. O lançamento do aplicativo Gerencit, ocorreu no hall do Orion Parque Tecnológico, na última terça-feira, 31, às 14h. Na terça-feira (31), às 14h, no Orion Parque Tecnológico ocorreu o lançamento do aplicativo Gerencit. Desenvolvido pela empresa residente UEEK Soluções Digitais, o software promete conectar de forma ágil administração pública e cidadãos. O sistema transforma a forma como cidadãos e poder público se relacionam, por meio do seu fácil acesso de qualquer navegador e um sistema de gestão inteligente. O Gerencit foi idealizado como um modelo de referência. A CEO da UEEK, Aryana Daboit Valcanaia, relata que, por meio de pesquisa a empresa identificou que a maioria dos cidadãos desconhecem processos de ouvidoria e acabam reportando demandas de forma descentralizada, por meio de redes sociais, rádio ou tv por exemplo. Por isso, muitas vezes essas informações não chegam até a administração pública “Centralizar essas demandas é uma oportunidade de aumentar a satisfação dos cidadãos em relação a cidade em que eles vivem e coletar dados para a gestão pública com inteligência”. Como um produto criado para atender às necessidades de smart cities, o sistema vendido visa garantir uma boa experiência ao cidadão, tornando o processo de ouvidoria mais rápido e desburocratizado, para reportar uma ocorrência às secretarias e mais setores municipais. Entre as soluções realizadas para às prefeituras, por meio do Gerencit, está um painel de acompanhamento de desempenho, possibilidade de filtro por localização, relatórios com categorias personalizadas de acordo com a necessidade e feedback facilitado com resposta automática, entre outros serviços. Sobre a UEEK A UEEK iniciou no mercado há 10 anos como uma agência digital. Dentre ciclos de negócio, é especializada em produzir soluções tecnológicas para o desenvolvimento de empresas que visam reduzir custos, aumentar a eficiência de um ou mais processos, vender mais, comunicar-se com o cliente, lançar novos produtos e estar à frente da concorrência. São atendidas empresas de todos os segmentos com dedicação diária, para oferecer o melhor trabalho. Com sede no Orion Parque Tecnológico em Lages/SC, a empresa de software possui portfólio internacional e ampla experiência em atendimento remoto, além do Brasil, atendendo clientes dos Estados Unidos, Canadá, Alemanha, Arábia Saudita, Portugal e tem disponibilidade para atender outros de qualquer parte do mundo. Por Assessoria de Imprensa | Orion Parque

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Startup lageana, Bem Protegido, no TOP 10 startups de SC no programa BRDE Labs

A Bem Protegido, criada ao final de 2021 em Lages/SC e incubada no Orion Parque ficou em 10º lugar no Programa BRDE Labs. O foco do BRDE Labs SC foi em vendas, tendo várias atividades como workshops, mentorias, acesso a ferramentas e durou quatro meses. Quase 100 startups foram selecionadas em todo o estado. \”É um orgulho pra gente, com apenas 11 meses de empresa, estarmos no top 10. E com certeza o programa foi um divisor de águas pra gente. Gostaria de agradecer nosso time comercial, que se empenhou para que esse resultado fosse possível. \” disse Diego Bárbosa, o fundador e CEO da Bem Protegido. Os critérios de avaliação foram product market fit (ajuste do produto ao mercado), grau de inovação, nível de maturidade, perfil dos clientes, análise dos concorrentes, modelo de negócio, modelo comercial e equipe. Para Thiago Wolf, também sócio da Bem Protegido, o programa também fez muita diferença. \”É nítida a mudança em nosso setor comercial. As ferramentas proporcionadas pelo BRDE Labs, bem como as capacitações, nos deu um novo olhar sobre vendas e com certeza toda a equipe já sentiu que mudanças positivas estão chegando\”. A Bem Protegido é a primeira insurtech (startup no nicho de seguros) do Brasil focada na proteção dos pertences pessoais dos caminhoneiros. O caminhão e a carga geralmente tem seguro, mas não existia nada para assegurar os pertences do motorista. Em caso de sinistro, eles teriam que readquirir tudo novamente. \”Nossa missão é amenizar o sofrimento dos motoristas na estrada. Sermos úteis tanto nas horas boas, quanto nas ruins\” afirma Diego. \”Além do seguro dos pertences, estamos lançando o Clube Bem Protegido, onde nossos clientes contam com grandes descontos em mais de 30 mil estabelecimentos pelo País. É preciso agregar valor ao produto\”. As 10 empresas premiadas, entre 18 finalistas, foram anunciadas no dia 15/12 na ACATE, em Florianópolis. Por Assessoria de Imprensa | Orion Parque

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