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A Maior Competição de Empreendedorismo Universitário do Brasil, o REUNI Challenge, acontecerá em setembro, no Orion Parque Tecnológico

Com expectativa de reunir mais de 250 universitários, o REUNI Challenge lança data do evento quatro meses antes, visando contribuir para que as universidades tenham tempo hábil de participar da competição.  A maior competição de empreendedorismo universitário já tem data para acontecer. Nos dias 04, 05, 06 e 07, a cidade de Lages receberá universitários de todos os estados do país para uma imersão de empreendedorismo que promete definir qual universidade é a mais empreendedora do Brasil. Durante o evento, os universitários vão representar suas universidades e mostrar que é possível criar uma startup em quatro dias, solucionando um problema real da sociedade.  O evento acontece no município de Lages, Santa Catarina, sediado e realizado pelo Orion Parque Tecnológico. Em 72 horas de evento, as equipes participam de Talks para orientação das etapas a seguir e são mentorados por um quadro de empreendedores dispostos a contribuir para o sucesso do negócio, além de momentos voltados para a socialização e interação entre os participantes que trás para o evento a imersão de uma experiência única.  Para a edição de 2024, o Coordenador do REUNI Challenge, Salomão Eineck, conta que a expectativa de novas conexões é grande “ esperamos que no REUNI deste ano tenhamos diversas conexões sendo geradas, além de muito empreendedorismo na veia. Que o evento seja incrível para todos os alunos e professores e quem vença a universidade mais empreendedora” O renomado empreendedor, Fernando Seabra, é o principal embaixador do REUNI Challenge e participou presencialmente da edição de 2023, compondo a banca avaliadora e encantando os universitários com o talk mais esperado do evento. Seabra também pode conhecer de perto as equipes e conversar com os universitários que buscam trilhar o caminho do empreendedorismo.   Criado em 2016, o REUNI é um projeto de fomento ao empreendedorismo universitário que tem como objetivo contribuir para a construção do espírito empreendedor e estímulo para que as universidades trabalhem ações e iniciativas de empreendedorismo no campus. No escopo do REUNI existem o REUNI Challenge que se caracteriza como a maior competição de empreendedorismo universitário do Brasil, o REUNI Experience que é uma competição entre os acadêmicos de uma única universidade para descobrir qual equipe é a mais empreendedora e o REUNI Acompanhamento, chamado hoje de Orion Lab, que tem como objetivo trabalhar etapas de acompanhamento para quem tem ideias de negócio ainda em fase de maturação.  Para a professora Gertrudes Dandolini, docente da disciplina de Engenharia e Gestão da Inovação na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), vencedora da edição de 2023, participar de eventos como o REUNI tem um valor imensurável, especialmente para aqueles que têm interesse em empreendedorismo ou que estão incertos sobre suas carreiras futuras “ o evento foi extremamente envolvente e superou minhas expectativas. Destaco a alta qualidade dos mentores, a excelente organização e o ambiente saudável e estimulante que foi criado, facilitando a imersão e a participação ativa de todos os envolvidos” Na edição deste ano, que acontecerá nos dias 04, 05, 06 e 07 de setembro, o REUNI Challenge promete reunir universitários de todos os estados do país em uma competição com desafios reais de grandes empresas e instituições que deverão ser solucionados por meio de uma ideia de negócio, até o final do evento. A metodologia garante a importância da validação da hipótese de problema, validação da solução, Mínimo Produto Viável (MVP), Pesquisa de Mercado e Pitch, apresentado para a banca avaliadora que definirá qual equipe representa a Universidade Mais Empreendedora do Brasil.   O grande diferencial do REUNI Challenge é a experiência para os participantes, sejam eles professores ou universitários. Para além da metodologia, cada minuto do REUNI é planejado para garantir que os participantes sintam-se engajados e se encantem pelo vasto mundo do empreendedorismo que acontece por meio de dinâmicas, interações, momentos de relaxamento,descontração e networking, além do REUNI Game, que é um competição paralela que premia a equipe mais engajada nas atividades e brincadeiras, além de dar o título do Game para o professor destaque da competição.  Com diversos estímulos à criatividade, os universitários respiram empreendedorismo e inovação em um ambiente inspirador que contribui para a fluidez do trabalho em equipe e superação dos desafios que surgem ao longo da trajetória empreendedora. Os momentos criados ao longo do evento garantem aos participantes uma experiência única, com o intuito de impactar positivamente na trajetória acadêmica e profissional dos universitários, apresentando novos caminhos e auxiliando na descoberta de novos horizontes profissionais.   Acesse o site projetoreuni.com.br e confira todas as informações sobre o REUNI, edições anteriores e sobre o REUNI Challenge 2024. Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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Orion Parque firma parceira com Origin Ventures para fomentar a inovação com grandes empresas da Serra Catarinense

Orion Parque firma parceria com a Origin Ventures para alavancar as startups e ampliar a participação de grandes empresas no ecossistema de inovação da região serrana. A cerimônia de oficialização da parceria aconteceu nesta quinta-feira (23), em evento sobre Inovação na Indústria, parte da programação da Semana da Indústria, idealizada pela FIESC e parceiros.  Durante o período diurno, a Origin realizou um treinamento com a equipe de operação do Instituto Orion e no período da noite foi realizado o lançamento da parceria no evento de Inovação da Indústria. Estiveram presentes algumas das maiores empresas instaladas no município de Lages, bem como o Presidente da FIESC Serra e o Presidente do Orion Parque, Thiago Mazuhy.  “Com a Origin chegando no ecossistema, a serra começa a ter um player consolidado na parte de inovação aberta e a gente também consegue fomentar novos negócios, novas ações e iniciativas para dar mais visibilidade ao Orion, trazer mais recursos e startups. Junto da equipe do Orion vamos conseguir rodar os processos de uma forma mais interessante” comenta Bruno Bicca, Gerente de Inovação da Leonora Ventures e gestor da parceria.  Por meio da parceria, o Orion repassará para a Origin os contatos das empresas locais para trabalhar os programas de inovação aberta, além da entrega de eventos, programas de aceleração, capacitação para investidores e para startups que a Origin realizará em conjunto com o Orion para o ecossistema da serra catarinense.  A expectativa para os próximos meses é a capacitação de investidores e startups vinculadas ao Orion para o fomento de novos investimentos “ nós conseguimos enxergar um grande potencial de investimento na serra, e esse é um setor que ainda está engatinhando e a parceria vem pra ajudar a destravar esse processo”  O Presidente do Orion Parque, Thiago Mazuhy, avalia a parceria entre Orion e Origin extremamente importante para as indústrias da região “ O Centro de Inovação tem o papel de fomentar a inovação nas médias e grandes empresas e essa parceria é uma oportunidade de juntar a expertise da Origin com o acesso que o Orion possui na serra, para levarmos essas oportunidades de crescimento para as nossas indústrias”  “Esse é um momento para que as pessoas que estão dentro da indústria possam entender como a inovação pode ser uma oportunidade para elas, seja de  trazer maior produtividade ou acesso a um mercado ampliado, mas realmente iniciar esse relacionamento para que elas compreendam que pode ser feito algo em relação a inovação” finaliza, Thiago. Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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Os acadêmicos do IFSC Campus Lages e UDESC-CAV participam do REUNI Experience onde terão de criar uma startup em quatro noites

A semana começou com a abertura das atividades do REUNI Experience, realizado com os acadêmicos do Instituto Federal de Santa Catarina – IFSC e do CAV-UDESC, que durante quatro noites terão a experiência de uma imersão empreendedora onde deverão construir um negócio do zero a partir de um desafio real da sociedade. A banca avaliadora definirá qual equipe é a mais empreendedora do campus, nesta quinta-feira (09). Serão quatro noites onde os acadêmicos precisam construir uma startup do zero, seguindo a metodologia do REUNI, a fim de convencer a banca avaliadora que a sua ideia de negócio tem potencial para o mercado e mostrar que é a equipe mais empreendedora do campus. O REUNI Experience é uma experiência de competição entre os universitários de um mesmo campus para definir qual equipe é a mais empreendedora. A novidade para esta edição é a junção das duas universidades que viverão integralmente a imersão juntas. As equipes são formadas no primeiro dia com acadêmicos de ambas as universidades, promovendo a troca de experiências e expandindo os horizontes profissionais dos acadêmicos “ a maioria desses universitários não tiveram contato algum com empreendedorismo, se não fosse pelo evento é possível que eles passassem o resto da graduação sem ter contato com o empreendedorismo. A expectativa é que eles despertem o espírito empreendedor e a partir daqui eles despertem outros movimentos e tenham vontade  de abrir seu próprio negócio” conta o Coordenador do REUNI, Salomão Eineck. “Esse espaço é sempre muito importante pra gente como aluno, por que muitas vezes a gente não lida com esse tipo de problema dentro da sala de aula, inclusive é um questionamento que nós fazemos aos professores, como que podemos ter acesso a esses desafios que os produtores enfrentam para que depois do ensino superior, consigamos ajudar. Não só a criação da empresa, mas a parte do problema que impacta na agricultura é muito importante” comenta Wallace Taffarel, acadêmico do curso superior em Gestão do Agronegócio, do IFSC.  Ao longo dos quatro dias os acadêmicos recebem mentoria de um quadro de empreendedores dispostos a contribuir para o desenvolvimento da startup, orientando caminhos e sugerindo alternativas para que as etapas da metodologia sejam concluídas com sucesso. Os professores também participam como mentores durante o processo e para o professor Philipe Soares, docente da disciplina de Economia e Gestão Florestal e Empreendedorismo, a oportunidade é muito importante para o desenvolvimento profissional dos acadêmicos “toda a estrutura que vocês montam no Orion, com os desafios, mentores e tudo mais, ajudam no desenvolvimento das softskills do profissional e isso vai agregar muito na vida profissional dos acadêmicos” O Talk do primeiro dia de trabalho foi sobre validação de problema, com a CEO da UEEK, Aryana Valcanaia, que trouxe a importância de validar corretamente o problema, além de dar dicas para uma validação ideal que seja eficaz no processo e atenda a necessidade da etapa. Quando o problema não é validado corretamente, as etapas seguintes acabam sendo prejudicadas também e a primeira noite do REUNI é exclusiva para esta etapa da metodologia. A expectativa do acadêmico Gabriel Melegari, do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária da UDESC-CAV, é conhecer novas pessoas e ter acesso a novas visões de mundo, para agregar ainda mais conhecimento “ estou bem confiante, acho que vai ser muito boa a experiência no Orion, nesses quatro dias. Estamos acostumados com a similaridade das opiniões por que convivemos com pessoas da mesma área e aqui estamos conhecendo novas pessoas”  Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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CHIMATalks discute oportunidades de empreendimento e inovação durante o período da  Festa Nacional do Pinhão 

A Festa Nacional do Pinhão está quase começando e para as empresas residentes em Lages, esse é um momento importante para alavancar as vendas e aproveitar o fluxo de turistas que visitam a cidade para prestigiar a Festa que é uma das maiores e mais esperadas do estado de Santa Catarina. Com o tema “ Como empreender e inovar na Festa do Pinhão?”, o CHIMAtalks recebeu os empreendedores com uma boa rodada de chimarrão, na última quinta-feira (02), no Orion Parque.  Prevista para acontecer de 24 de maio a 02 de junho,  a Festa Nacional do Pinhão reúne apreciadores da cultura tradicionalista e pessoas de todos os lugares do Brasil para conhecer a Serra Catarinense e aproveitar o frio dos meses de maio e junho. Durante o período da Festa, o comércio lageano é impactado pela movimentação na cidade e para alavancar as vendas, inovar no produto ou serviço, é a melhor alternativa para não passar despercebido.  Ao longo do CHIMATalks, surgiram muitas dúvidas sobre como inovar em um negócio puramente tradicional e na prática, o que pode ser feito de forma rápida e sem grandes custos.  Para responder os questionamentos, algumas ideias foram colocadas para reflexão como as oportunidades que a Festa proporciona para o aumento das vendas, já que os turistas que vem à Lages prestigiar a Festa, buscam também a cultura serrana que pode ser trabalhada como um produto.  Ricardo Avlis, CEO da AME- Arte e Música Ltda., empresa terceirizada que realiza a Festa Nacional do Pinhão, pontua que no Brasil existem inúmeros eventos que ao longo do tempo se tornaram Festivais e que a Festa do Pinhão vem aos poucos mudando a sua cara “ Quando o Rio de Janeiro recebeu o Rock in Rio, muitas pessoas aproveitaram a onda, surfaram nela e se deram bem com outros negócios.  Todo mundo surfou na alegria que é o Rock in Rio e isso é um diferencial”  “É importante que movimentos como esse aconteçam aqui, porque movimenta todo o comércio local e regional. Tratar desse assunto é um passo muito válido! Para esse ano o comércio como um todo pode esperar uma movimentação ainda maior de turistas porque são muitas atrações nacionais esperadas, com nomes que estão bombando e a temática Feat Perfeito abre uma possibilidade enorme “, completa.  Os setores hoteleiro, comércio e áreas voltadas para gastronomia como restaurantes e cafeterias são visados nesse período. No último ano, a Festa do Pinhão impactou positivamente a economia regional, com o ticket médio dos consumidores no setor de comércio que avançou 43,% em comparação a 2022, além do crescimento de 7,4% em faturamento dos setores comerciais e 43,2% no setor hoteleiro, em comparação aos outros meses do ano.  A Festa do Pinhão movimenta em torno de $30 milhões e a expectativa da governança municipal é o crescimento desse valor na edição deste ano, considerando o sucesso de vendas dos ingressos antecipados e a programação que reúne alguns dos maiores nomes da música atual. A expectativa para esse ano é a movimentação de mais de 300 mil pessoas no município de Lages, entre Recanto do Pinhão, Festa do Pinhão e turismo urbano e rural na Serra.  Para além dos setores tradicionais de comércio, a Festa do Pinhão, bem como o Recanto do Pinhão, são oportunidades para divulgação e venda de produtos típicos da região que são muito procurados por turistas, como a famosa paçoca de pinhão e os tradicionais artesanatos que levam o pinhão, a araucária e a Gralha Azul como símbolos da região, além das vestimentas de frio e produtos que representam a cultura serrana.   O Executivo de Comunicação da Prefeitura Municipal de Lages, Greik Pacheco, comenta que iniciativas como essa são importantes não só para os empreendedores mas também para a comunidade em geral “ Para além de qualificar o empreendedor que está aqui dentro ou que está buscando o mercado de trabalho, ajuda a dar um norte para ele também por que a Festa do Pinhão, ela passa e após esse período ele precisa continuar inovando” “É preciso continuar empreendendo para que aquela faísca que surgir no CHIMAtalks gere um resultado depois, na evolução da empresa, na sua ampliação, até para trazer ainda mais ganhos. Todo ano a Festa do Pinhão traz uma novidade e esse ano é o Feat Perfeito, aqui no Chimatalks o feat perfeito é o chimarrão e a roda de conversa e na Festa teremos isso também!” A boa notícia deste ano é que o Recanto do Pinhão será realizado durante 30 dias, possibilitando que as entidades que comercializam seus produtos tenham um ganho ainda maior e o comércio também, considerando que a localização do evento é um importante fator para a geração de vendas e desenvolvimento da economia local.  Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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Orion Parque recebe presidente da Fapesc para apresentação sobre o Edital nº 11/2024 do Programa Tecnova

Na manhã desta terça-feira(23), o Orion Parque Tecnológico recebeu o presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (FAPESC), Fábio Pinto, para apresentar aos empreendedores da Serra Catarinense o edital de chamada pública da FAPESC nº11/2024, do programa FINEP – TECNOVA III/SC que prevê mais de R$31,6 milhões em recursos.  Entre as características para participação no edital estão empresas categorizadas como Projetos que possuam faturamento anual de R$0,00 até R$16 milhões, envolvidos com inovação e tecnologia, associado a oportunidades de mercado. Serão contempladas pelo menos uma empresa das seis mesorregiões do Estado de Santa Catarina, as empresas concorrerão em igualdade de condições dentro da sua mesorregião.  O Orion Parque reuniu nesta terça-feira, empreendedores e gestores de outros Polos Tecnológicos da região para compreender melhor o edital do Tecnova e sanar suas dúvidas a respeito das suas especificações. Para o presidente Fábio Pinto, o edital do Tecnova é rico em recursos e é muito importante para o fortalecimento do ecossistema “ É para aqueles empreendedores que estão saindo de uma micro, pequena, média empresa lançarem novos produtos, conquistarem novos mercados, e entender como se acessa é importante o olho no olho, vir aqui e falar sobre o recurso e detalhes do edital”  “Pegando alguns  exemplos do Tecnova II, temos alguns muito bons, como a Scienco que é uma empresa espetacular, nascendo da universidade que é justamente o ambiente ideal para ter ideias inovadoras e tirar a pesquisa daquele ramo inicial, que pode virar negócio. Aqui em Lages tem universidades com capacidade de gerar ideias ímpares como a professora gerou para a Scienco” comenta, Fábio.  A Scienco é uma empresa incubada no Orion Parque e participante do Tecnova II, realizado no ano de 2022.  A conversa foi produtiva e a equipe da FAPESC sanou as principais dúvidas dos empreendedores que buscam participar do edital para garantir o desenvolvimento de sua empresa. “Esse é o primeiro Centro de Inovação inaugurado,  não é por acaso, há força política, há movimentação, mas Lages tem o capital intelectual enorme e a gente pode sair de uma margem para um protagonismo de inovação, impulsionando, trazendo a proximidade do governo e mostrando caminhos de fomento e financiamento.  Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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Centro de Inovação recebe a visita de 70 estudantes do Colégio Bom Jesus Diocesano  para Rolê do Orion na manhã desta quinta-feira

Com muitas risadas e diversão, as turmas de 8º ano do Colégio Bom Jesus Diocesano, aprendeu um pouco sobre empreendedorismo e conheceu a estrutura do Orion Parque, na manhã desta quinta-feira(18), com o objetivo de saber mais sobre os atores que impulsionam o desenvolvimento da região. A visita ao Orion é parte da programação de um projeto educacional sobre o desenvolvimento socioeconômico da região.  Tradicionalmente o Orion Parque recebe estudantes das mais variadas idades e instituições de ensino para conhecer ase empresas instaladas no Orion Parque, bem como no Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, além de entender qual o papel do Parque Tecnológico para o desenvolvimento social, cultural e econômico da cidade de Lages e região. Esse é um momento descontraído onde os participantes aprendem sobre empreendedorismo e tiram suas dúvidas.  Com a participação de 70 crianças das turmas de 8º ano, o Rolê do Orion contou com a aprendizagem sobre o que é empreendedorismo, startup, sobre medos e desafios, além de estimular os jovens a empreender e resolver problemas conforme o contexto de suas realidades. Daniel Graup, de 13 anos, conta que no Colégio Bom Jesus os estudantes têm a disciplina de empreendedorismo, o que facilitou seu entendimento a respeito das outras informações que foram apresentadas ao longo do encontro. Assim como Daniel, as outras crianças participaram do encontro ativamente, fazendo perguntas e colocações para contribuir com a aprendizagem.  Daniel conta que no Colégio Bom Jesus os estudantes têm a disciplina de empreendedorismo, o que facilitou seu entendimento a respeito das outras informações que foram apresentadas ao longo do encontro. Assim como Daniel, as outras crianças participaram do encontro ativamente, fazendo perguntas e colocações para contribuir com a aprendizagem. Para Daniel, o empreendedorismo já é parte de sua vida, pois pensa em abrir seu negócio após estudar para seguir a profissão de engenheiro e programador. Para ele, o significado de startup ficou muito claro “Startup é uma empresa que está iniciando suas atividades”  O Colégio está desenvolvendo um projeto sobre a evolução socioeconômica de Lages e a visita ao Orion Parque Tecnológico faz parte da programação de análise das coisas que se tinham na cidade para impulsionar a cidade, para o que está sendo desenvolvido neste momento “ a gente vê o Orion como um grande impulsionador das empresas, fazendo uma análise de futuro, do que se pode ter de avanço socioeconômico nos próximos 50 anos” comenta Miriane Waltrick, Assessora Pedagógica do Colégio Bom Jesus.  Como um momento de aprendizagem que pode enriquecer o currículo e expandir as possibilidades, a Professora Andressa, ministrante da disciplina de Ensino Religioso, afirma que é sempre importante sair da sala de aula para que os alunos conheçam o mundo para além dos livros didáticos. A intenção do projeto realizado pela escola é provocar os estudantes para que façam uma análise crítica sobre as coisas que já estão sendo feitas e o que podem ser realizadas nos próximos anos.  Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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Com casa cheia, Orion Parque recebe universidades para discussão sobre a possibilidade de pesquisas acadêmicas virarem negócio, em edição do CHIMAtalks

Que as pesquisas acadêmicas são extremamente importantes para o desenvolvimento da sociedade, não é novidade para ninguém, mas será que essas mesmas pesquisas podem se transformar em negócio? Esse foi o tema discutido no CHIMAtalks do mês de abril, que aconteceu na última quinta-feira (04), no Orion Parque, com a presença das instituições de ensino superior, acadêmicos, pesquisadores e empreendedores da região.  Com casa cheia, o CHIMAtalks levantou a importância das pesquisas acadêmicas e a possibilidade de transformá-la em negócio, sob a perspectiva dos pesquisadores. Marcou presença André Taller, Diretor do CAV-UDESC, Vilson Heck, Diretor do IFSC Campus Lages e a Coordenadora de Pesquisa da Universidade do Planalto Catarinense (Uniplac), Lilia Kanan, além dos docentes, graduandos e pós graduandos destas instituições.  Entre os temas levantados para discussão ao longo da edição, foi a importância de uma educação empreendedora dentro das universidades para que os acadêmicos reconhecem no empreendedorismo uma possibilidade “são muitos os TCC’s realizados que podem se transformar em startups, mas os alunos não tem essa soft skills para identificar e os professores também precisam ficar atentos quanto a isso” comenta o professor Fábio, docente no IFSC Campus Lages.  Outra deficiência identificada no processo de empreendedorismo é a falta de recursos para abrir um negócio com base na pesquisa acadêmica, ainda que se compreenda que há mercado para se trabalhar e o negócio pode ser escalável. A dificuldade em captar recursos para dar o primeiro passo rumo ao empreendedorismo ou mesmo para desenvolver o negócio é um desafio enfrentado pelos empreendedores independente da área “O que falta é a interação entre os órgãos, empreendedores de sucesso e meios de treinamento pra fazer essa troca e auxiliar com investimentos” comenta, Rodrigo, participante do CHIMAtalks.  Em pouco mais de duas horas de conversa, o CHIMAtalks promoveu a troca entre professores, pesquisadores e empreendedores abrindo a discussão sobre os desafios de empreender sendo jovem, a importância de pesquisas acadêmicas para a geração de negócios, a necessidade de trabalhar o empreendedorismo dentro das instituições para que os universitários sintam-se mais preparados para identificar uma oportunidade de negócio e aplicar seus conhecimentos técnicos.  Mas, a tecnicidade da pesquisa acadêmica não é suficiente para desenvolver com sucesso um negócio, considerando que no mundo do empreendedorismo as habilidades comportamentais, chamadas de soft skills, são igualmente importantes para alcançar resultados importantes no mercado. Considerando a academia como uma das hélices para o desenvolvimento do ecossistema de empreendedorismo e inovação, trabalhar as habilidades dos acadêmicos e pesquisadores por meio do estímulo é uma competência.  “Infelizmente o lageano tem a cultura de esperar, a gente esperou por muito tempo que o pinheiro crescesse para dar madeira e investir em Camboriú, mas nunca foi reinvestido em nossa cidade. É uma cultura muito forte da espera, de acreditar que os outros possam resolver os nossos problemas, esse é um, viés muito forte em nossa região e é por isso qyue o jovem prefere estudar bastante pra passar em um concurso público, embora tenhamos inúmeras iniciativas que tentam mudar essa realidade” comenta a Coordenadora de Pesquisa da Uniplac, Lilia Kanan.  Para o Professor e Conselheiro do Orion parque, Thiago Meneghel, são três pontos principais que fazem as inúmeras pesquisas acadêmicas ficam engavetadas e não se transformarem em negócio: a falta de recursos para investimento, a falta de conhecimento dos editais e projetos de fomento e a cultura da academia de não considerar o viés profissional das pesquisas algo igualmente importante às pesquisas básicas “Por fim, falta uma cultura da sociedade de valorização do empreendedorismo” finaliza. Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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Roda de Founders e CEO’s discute os desafios do empreendedorismo

São muitos os desafios de uma startup, seja para encontrar o formato correto para o gerenciamento da equipe até a necessidade de encontrar soluções para resolver os problemas de vendas. Existem situações que só os empreendedores conseguem compreender e é para isso que a primeira Roda de Founders e CEO’s do Orion Parque foi realizada na última quarta-feira (03).  Exclusivo para empresas do Orion Parque, a Roda de Founders e CEO’s acontece a cada dois meses, sob condução de um especialista em determinada área identificada, sendo o tema definido conforme as necessidades das empresas ou pelos próprios empreendedores da casa. Nesta edição, a mediadora foi Ana Paula Schweitzer, especialista em Gestão de Pessoas por Competências. Este é um momento esperado pelos empreendedores que reconhecem na Roda de CEO’s e Founders um espaço seguro para compartilhar os desafios, dificuldades e conquistas da empresa.  Para Jéssica Corso, Head de Empresas e Startups do Orion Parque, a Roda de CEO’s é um momento que possibilita que os empreendedores identifiquem com mais clareza seus desafios e o despertar para a sua resolução. “Empreender é um caminho solitário. Para nós que estamos do outro lado, muitas vezes ouvindo os empreendedores, sabemos que eles passam ou já passaram por desafios semelhantes. Essas rodas de conversa se tornam uma possibilidade de troca de experiências e construção de insights para o negócio”. Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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Evento sobre Vivências e Carreira do Orion Parque em parceria com a NDD Tech e Secretaria de Desenvolvimento marca o encerramento do Mês da Mulher

Para fechar o mês de março, o mês que se comemora o Dia Internacional da Mulher, o Orion Parque realizou nesta quinta-feira(28) um evento sobre Vivências e Carreira, além de uma oficina sobre Gestão e Liderança,  sob a condução das empreendedoras do Orion Parque, no espaço da NDD Tech, a partir das 14 horas.  Com o objetivo de agregar valor para as mulheres empreendedoras e fomentar a importância da liderança feminina para o desenvolvimento da economia e fortalecimento do ecossistema, o evento Mulheres Empreendedoras  foi idealizado junto das empreendedoras do Orion Parque para replicar a importância de mais mulheres no empreendedorismo e a força da Liderança Feminina para as transformações.   A oficina de Gestão e Liderança foi conduzida pela CEO da UEEK Digital, Aryana Valcanaia, residente do Orion Parque, que trouxe as transformações e processos que a empresa passou para chegar até onde está hoje, além de contar um pouquinho sobre os processos de gestão e liderança que fazem a empresa ser reconhecida como uma das referências em desenvolvimento dos colaboradores, focando sempre nos resultados.  Depois, em uma roda de conversa, as empreendedoras Stephanie Chaves, CEO da Connect Carbon  e Janelize Borges, CEO da Catarinas Comunicação, se uniram a Aryana para contar sobre suas empresas e os desafios enfrentados no meio empreendedor, tornando a conversa um ambiente seguro para fazer questionamentos, expressar opiniões e contar suas experiências de trabalho.  Ao longo da conversa foram debatidos temas como a importância de oportunizar que as mulheres tenham perspectiva de carreira, a necessidade de trabalhar mais rodas de conversas e momentos de conscientização para que as mulheres possam compartilhar suas experiências com outras mulheres, além da importância de levantar oportunidades para engajar mais mulheres a ingressar no mundo da tecnologia e empreendedorismo. Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti 

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Pitch Training realizado no último sábado avalia a apresentação das empresas para o Demoday que acontecerá na próxima terça-feira

O pitch perfeito é capaz de convencer investidores e potenciais clientes de que investir no negócio pode gerar um retorno financeiro lucrativo e pensando no desenvolvimento das empresas do ecossistema, o Orion Parque realizou no último sábado (16) um Pitch Training para elevar o nível dos pitchs e garantir que os empreendedores se sintam seguros e prontos para vender suas soluções de negócio.  O evento foi aberto ao público com a possibilidade de apresentar o pitch para uma banca avaliadora ou acompanhar o momento como espectador. Participaram as empresas YouDeserve, Cowtrol, Go77, Scienco, Connect Carbon e Hub2Us além dos empreendedores que estão em processo de acompanhamento do OrionLab e que já participaram de programas como o Cocreation Serra. A banca composta pelo CEO do Orion Parque, Claiton Camargo, pela Head de Empresas e Startups, Jessica Corso e pelo responsável pelo acompanhamento do OrionLab, Salomão Eineck, avaliou os pitchs sem levar em consideração o modelo de negócio, ou seja, os feedbacks foram voltados para a apresentação da ideia, como a postura, oratória, clareza nas informações, entre outras considerações de extrema relevância para elevar a qualidade do pitch.  Para um bom pitch, além de uma ideia de negócio interessante e um modelo de negócio atraente, é necessário apresentar uma série de pontos como o problema a ser solucionado, os concorrentes do mercado, qual a solução e quem são os integrantes da equipe, além de trabalhar todos os pontos com uma apresentação clara onde a banca pode visualizar facilmente e uma boa oratória que permita clareza nas informações.  O Pitch Training foi pensado para contribuir com os empreendedores que buscam aprimorar seu Pitch, principalmente considerando que no dia 20 de março, próxima terça-feira, haverá um Demoday para aproximar os investidores e potenciais clientes das empresas vinculadas ao Orion. Diferente do Pitch Training, os pitchs apresentados no Demoday serão realizados somente pelas empresas vinculadas ao Orion, os demais empreendedores deverão participar como espectadores.  Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti Para participar do Demoday, inscreva-se https://plid.in/demodayorion

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