Orion Parque

Por que a sua empresa pode crescer no Órion?

O Órion Parque é responsável pelo crescimento de ideias locais das mais variadas formas. Editais são abertos para que empresas se reúnam conosco e decidam em conjunto o que deve ser feito em relação às ideias, negócios e gestões em geral. Neste artigo falaremos sobre como nossa estrutura física abrange tantas empresas e quais as principais características do nosso parque tecnológico. Iremos esclarecer de que forma recebemos todo o apoio do governo do estado de Santa Catarina, bem como as parcerias que cultivamos com empresas locais. Como a estrutura física do Órion Parque se mantém? O Órion Parque faz parte de uma estratégia de desenvolvimento econômico, social e ambiental do estado de Santa Catarina. Focando no desenvolvimento tecnológico de Santa Catarina, o governo investe recursos todos os anos para que o parque funcione da forma como deve funcionar. A ideia é que as empresas utilizem do espaço físico do Órion para desenvolver ideias de gestão, negócios e soluções novas para o mercado da região e do estado. A FAPESC, Fundação de Amparo a Pesquisa de Santa Catarina, investe recursos junto com o governo federal para que o Órion Parque seja cada vez mais viável, tanto para sua manutenção quanto aos recursos investid0s para sua construção. A Prefeitura Municipal de Lages também integra essa estrutura de mantenedores. A área do terreno é de 90 mil metros quadrados e a distância do centro da cidade é de quase 1 km. O prédio central é ao lado do IFSC de Lages e abriga incubadoras, um auditório, estruturas de apoio, áreas de convivência e praças de alimentação. Os recursos do governo do estado vão até R$ 5 milhões. Os recursos oferecidos pelo município vão até R$ 1,5 milhão. Para quê serve? O Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, instalado no Órion Parque Tecnológico, se trata de uma estrutura física e estratégica para iniciar um processo de desenvolvimento e inovação nas empresas dentro do município e da região. A qualificação profissional vinda de empresas impulsiona a competitividade e melhora a economia. As empresas, universidades e o governo se unem para formar uma tríplice hélice de desenvolvimento dentro da região da serra catarinense. As empresas dentro do parque contribuem para o desenvolvimento de setores em potencial e a atração de investimentos para a região catarinense. O Órion Parque conta com o Instituto Órion para realizar toda a estratégia e a interação entre a tríplice hélice citada anteriormente. A cooperação e a capacidade de inovação de empresas, universidades e organizações do governo e ONGs mostra que o desenvolvimento é possível dentro da região serrana catarinense e que o Órion Parque é o local que oferece a estrutura necessária para a revolução econômica da região. Essa é a ideia geral do Órion Parque: juntar as empresas, universidades e o governo para montar uma integração tríplice que ajuda no desenvolvimento da economia da região, na geração de empregos, riquezas e qualificações dentro da serra catarinense. Quer conhecer melhor a estrutura do Órion Parque? Confere o material completo aqui!

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Conheça cinco dicas para um projeto de sucesso

Muito empreendedores têm dúvidas e incertezas antes de começar um novo projeto, assim como eu tive no início da minha jornada, o que é totalmente normal. Com o passar do tempo, a gente percebe que as dúvidas e incertezas que tiraram nosso sono no começo, evoluem durante o trajeto de desenvolvimento de um novo negócio. As dúvidas são sempre uma constante nos negócios. Precisamos estar preparados para enfrentá-las quando elas surgirem. No início da minha caminhada como empreendedor cometi diversos erros, e hoje, como mentor, quando os novos empreendedores me procuram, percebo que muitos de seus projetos morrem pelos mesmos erros que eu já cometi no passado. Com a experiência que adquiri pela estrada do empreendedorismo consegui constatar cinco pontos fundamentais para o sucesso de um projeto. Pesquisa Faça pesquisas com as palavras-chave do seu negócio, busque ideias e projetos semelhantes ao seu. Isso vai fazer você refletir e ter diversos insights! Faça um estudo de mercado básico, com o objetivo de conhecer o tamanho do nicho em que você vai atuar, se tem potencial e como estão as empresas que atuam no mesmo segmento. Modelo de negócio Após as pesquisas básicas você pode começar a estruturar seu modelo de negócio utilizando o Business Model Canvas. Ele é uma ferramenta simples e que te dará uma visão geral do seu projeto. Nela você poderá identificar diferenciais competitivos e encontrará a alma do seu negócio. Dividir para conquistar Esqueça a história de que você precisa ter um produto 100% pronto e perfeito para começar a vender. Ao invés disso, valide hipóteses de negócio e faça protótipos do seu projeto. Acredite: com isso você gasta menos tempo, dinheiro e diminui a frustração! Utilize o Método TBC Tudo o que foi falado acima, talvez pareça mágica, uma receita de bolo, mas a verdade é que não existe uma bala de prata para o sucesso do projeto. Porém existe uma única característica que está presente em grandes projetos: o Método TBC – Tire a Bunda da Cadeira. Mão-na-massa, engajamento e dedicação são os fatores que realmente vão fazer do seu projeto um sucesso. Portanto, evite procrastinar ao máximo, evite pôr a culpa em tudo com desculpas como “Aaaah, mas o governo é isso”, “minha família não apoia”, “eu não tenho dinheiro”. Pare com o mimimi e bora trabalhar! Contato constante com usuários/clientes: O termo “resolva a dor do seu cliente” é muito utilizado. Isto porque esta prática traz muitos resultados. Por falta de visão, muitos projetos não têm uma proposta de valor real. Isso simplesmente acontece pelo fato do empreendedor não ter TBC. Ele gasta meses para criar uma solução mágica, que vai resolver o problema do mundo, mas olha que engraçado: o empreendedor não foi lá “trocar uma ideia” com seus potenciais cliente, criando assim algo baseado no “achismo”, que na prática não serve pra nada. O contato com possíveis clientes é de extrema importância para um projeto de sucesso, pois com essa aproximação você consegue refinar o seu modelo de negócio, fazendo com que seja uma solução que resolva um problema real. Lembrando que o contato com o cliente não deve ser apenas no início, e sim a todo momento.

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Conheça mais a Softecsul Tecnologia

Uma empresa que decidiu se reinventar ao longo do tempo, sempre de olho nas tendências e descobertas que o mundo da tecnologia traz para contemporaneidade. Essas são as premissas da Softecsul Tecnologia. Criada em 1993 como Plongez Tecnologia, a Softecsul foi uma das primeiras empresas em Santa Catariana a desenvolver soluções para o sistema Windows. A partir de 2013 a empresa decidiu se reinventar e passou a ser conhecida como Softecsul Tecnologia. Em 2015 abriu unidade em Pompano Beach, Flórida (EUA), passando a desenvolver soluções que exigem mais conhecimento em software, hardware e um maior grau de dedicação em todos os processos. Hoje, depois de todo este tempo de caminhada, continua buscando inovação, tecnologia e pessoas como fonte de inspiração para a criação de novos projetos. São atualmente três os softwares desenvolvidos e comercializados pela Softecsul Tecnologia: Company – Projetado para auxiliar gestores a gerirem seus negócios com eficiência, simplicidade e praticidade. Homologado e de acordo com as regras tributárias atuais que definem ferramentas como NF-e, NFS-e, CT-e, PAF/ECF, Sped Fiscal, SINTEGRA e TEF, o Company garante a tranquilidade tributária fiscal às empresas. ScannPrice – Ferramenta de marketing de relacionamento, composta de três sistemas integrados: um aplicativo mobile, desenvolvido com a identidade visual de sua empresa; um website administrativo para que sua equipe possa ter acesso às informações estatísticas comportamentais de seus clientes e um sistema de leitura e gestão de dados necessários para as funcionalidades do aplicativo. A proposta do ScannPrice é aumentar as vendas, conquistar e fidelizar mais clientes e fortalecer a marca no mercado com uma solução inovadora, capaz de ampliar o canal marketing e relacionamento dos clientes. TargetID – Plataforma IoT (sigla em inglês para Internet of Things, ou Internet das Coisas) pioneira em monitoramento da segurança do trabalhador. O TargetID propõe a monitorar o uso de equipamentos de proteção individual, com o objetivo de cuidar das pessoas e diminuir os riscos de acidentes nos ambientes de trabalho, validando a entrada de pessoas não autorizadas em locais controlados e as datas de vencimento dos EPIs (equipamentos de proteção individual) em uso, além de controlar o tempo máximo de permanência de funcionários em locais sob exposição térmica, química ou biológica. Confira nosso bate-papo com Nelissa Gevaerd Colossi Branco, diretora de gestão na Softecsul Tecnologia, uma das primeiras residentes do Órion Parque. Vocês começaram, em 1993, com a Plongez. Como foi esse início? Quando a gente começou, na verdade, trabalhávamos com a parte de computação gráfica, como ela era chamada. Hoje é o popular web design. A gente fazia toda a parte de verificação, desde livros, apostilas, marcas, desenvolvimento de marcas, e era com isso que a gente trabalhava. Nossa intenção era, na época, fazer de tudo na área de tecnologia. Depois passamos para a parte de cursos de tecnologia. Na época tinha apenas os cursos extremamente demorados, todos com duração de até um ano para concluí-los. Nós viemos com uma proposta bem inovadora. Nossos cursos eram rápidos, de uma semana inteira, bem intensivos, e isso conquistou um mercado. Fomos muito bem aceitos, tendo em nossa carteira clientes como AMBEV, Klabin e outras indústrias de grande porte. A principal dificuldade que eles tinham era essa demanda de conhecimento mais básico e demorava até o profissional dar resultado. Tínhamos cursos, desde os básicos até AUTOCAD e programação. Como fazíamos a parte de diagramação e de computação gráfica, buscamos também os cursos e, nesse meio tempo, as coisas foram agregando. Também começamos a desenvolver sistemas. Num primeiro momento era uma necessidade nossa, porque tínhamos uma loja de tecnologia, que vendia suprimentos. Fomos uma das primeiras a fazer programas em Windows, onde tínhamos conseguido uma ferramenta para isso nos EUA. Começamos a desenvolver sistemas, tínhamos os cursos, vendíamos equipamento e fazíamos manutenção, porque uma coisa foi puxando a outra…. Em 2015 o perfil da empresa mudou completamente… A gente passou por uma grande dificuldade da empresa há dezoito anos atrás, porque ampliamos demais o leque de mercado. Ficamos muito diversificados. Esse foi então, o momento de olharmos o mercado e decidirmos que não venderíamos mais equipamento, porque já tinha os grandes magazines varejistas que faziam isso. Como tínhamos essa concorrência direta nessa questão de venda no varejo, optamos por só trabalhar com o desenvolvimento de sistemas. Uma parte do nosso trabalho ficou, apenas, com CRM (Customer Relationship Management, ou Gestão de Relacionamento com o Cliente). Chegou em um determinado momento, há uns cinco anos, e disse para meus sócios – que precisávamos diversificar e inovar na área de desenvolvimento, foi quando eu sugeri que fizéssemos um EMPRETEC. Meus sócios fizeram primeiro e eu fiz depois. Ali começou a abrir os nossos horizontes. Começamos a procurar um ramo de negócio diferente. Foi realmente um marco para acordarmos e fazermos algo novo. Além do software Company, que vocês desenvolveram, novas tecnologias, como o ScannPrice, surgiram dessa necessidade de mudança…. O ScannPrice já vem numa linha totalmente diferente. Agora estamos com projetos de trabalharmos com grandes corporações. O Company, por sua vez, tem o perfil de pequenas e médias empresas. Tivemos que nos adaptar, porque trabalhávamos com os pequenos. Reconheço que os pequenos são mais fáceis de trabalhar que os grandes. A grande corporação quer tirar sangue, suor e lágrimas da gente… ?? Estamos com o ScannPrice, que é mais na área de Business Intelligence, em lojas de departamento e supermercados, e ele trabalha basicamente com dados. A ideia é buscar o que o consumidor quer realmente consumir. O que ocorre é que nem sempre o que ele quer consumir, ele consome. Estamos buscando justamente essa união.

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Como fazer o seu projeto ter sucesso? Conheça o Gênesis!

Quando falamos em projetos, ideias ou negócios, sempre falamos em algo que cresce com o tempo e quanto maior a contribuição das pessoas, mais ideias podem surgir e soluções aparecer sobre as ideias. Neste artigo falaremos sobre como o Escritório de Projetos do Gênesis presente dentro do Órion Parque pode ajudar a sua empresa e fomentar a sua ideia. O que é o Gênesis? Desde o início de 2017, o Gênesis está presente no Órion Parque. O Gênesis é o Núcleo de Projetos, Negócios e Propriedade Intelectual que tem como principal objetivo trazer novas ideias para iniciativas que são criadas por empresas ou empreendedores, até mesmo por órgãos públicos. Em outras palavras, a missão do Gênesis é fazer ações para desenvolver toda a região de Lages no geral, unindo esforços e conhecimento de vários indivíduos em prol de uma ideia ou negócio que será aberto. O Gênesis serve para ajudar e reforçar ideias que estão em diferentes áreas, instituições e pessoas dentro do ramo do empreendedorismo. A cultura dentro desse núcleo de projetos é de se pensar em projetos e buscar melhorar a ideia, elevando o nível de qualquer tipo de proposta. Como primeiros resultados, através das ações do Gênesis, foram criadas 11 empresas e destas nove serão incubadas no Órion, impactando um total de cerca de 257 pessoas integrantes das equipes. Entre 21 projetos da Serra Catarinense da terceira e última fase do Sinapse da Inovação, antes da classificação final, 16 deles (76%) tiveram ajuda do Gênesis. Mais de 90% dos projetos serranos “sinápticos” estão instalados no Órion Parque. O Gênesis já teve resultados? Sim. Um resultado que podemos destacar é a aproximação de empresas do ramo de tecnologia da informação relacionadas à eficiência energética. A empresa Consumo Light e a Mais Soluções Inteligentes juntaram suas forças para melhorar o alcance dos seus objetivos enquanto empresas de soluções tecnológicas. Outras demandas já apareceram no Escritório de Projetos. O Consórcio Intermunicipal Serra Catarinense, por exemplo, quer desenvolver melhorias no seu marketing e na venda dos produtos com seus selos. No geral, o Gênesis, Núcleo de Projetos, Negócios e Propriedade Intelectual serve para aproximar pesquisadores e donos de projetos específicos para que eles aumentem e aprimorem cada vez mais as suas ideias. O departamento é responsável por abrir editais, organizar projetos e auxiliar novas ideias e negócios que surgem no cotidiano. Algumas das entidades e instituições presentes no Gênesis são: FIESC, Epagri, Udesc, CDL, Amures, ACIL, IFSC, FACISC e o Sebrae. Quer saber mais sobre o Gênesis? Confere o nosso material completo aqui!

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Conheça mais a Melhore Gestão e Processos

Uma das mais antigas empresas vinculadas ao Órion Parque Tecnológico, a Melhore Gestão e Processos é uma consultoria empresarial que nasceu com os olhos apontados para o futuro. Nascida em 2016 e há quase dois anos fazendo parte do ecossistema do Centro de Inovação, a Melhore trabalha em diferentes linhas de atuação: Diagnóstico empresarial (levantamento dos principais pontos de melhoria e oportunidades de negócio); Planejamento Empresarial (desenvolvimento de estratégias e alinhamento dos propósitos empresariais com a equipe de forma consistente e aplicável); Consultoria Financeira (identificação e resolução de problemas financeiros em sua causa raiz); Gestão de Projetos (desenvolvimento e acompanhamento de projetos empresariais); Gestão por Processos e Desenho Organizacional (implantação de uma abordagem de processos na empresa, ampliando a qualidade e maximizando os resultados operacionais); Gestão de Mudança Organizacional (gerenciamento de mudança organizacional e administração de conflitos através de ferramentas e conceitos consolidados); Implantação de ERP (empresa credenciada para implantação do sistema de informação gratuito MarketUP); Gestão da Inovação (desenvolvimento de um sistema de gestão da inovação que fomente novas oportunidades para o negócio).   O grande processo inovador que fez a Melhore chegar até o Órion foi o desenvolvimento de uma plataforma online, em que o usuário terá um controle mais facilitado de todo o processo de consultoria. “A ideia é que ele faça uma auto-consultoria”, comentou Emerson Lourenço, um dos sócios da Melhore. “Com isso ele vai ter autonomia em todo o processo para auxiliar na gestão. Uma inteligência por trás da plataforma vai direcionar o usuário para o caminho que a gente quer que ele siga”, destacou o empreendedor. Outro sócio da Melhore, Rafael Clauberg comenta um dos benefícios da ferramenta que vem sendo desenvolvida pela Melhore. “Qualquer consultoria tradicional, hoje em dia, sai caro. Essas empresas com pouco tempo de mercado não têm capacidade para, logo no início, desembolsar um valor alto para isso. Essa é uma forma de deixar mais acessível para as pessoas, a um número maior de empresários, e de uma forma padronizada, nós conseguimos ganhar em escala e número de pessoas que utilizam a plataforma”, afirmou. A expectativa é de que a versão beta do projeto seja lançado até o final do ano.   Confira a entrevista completa com os empreendedores da Melhore: Como que surgiu a empresa e porquê o Órion entrou na vida de vocês? Rafael Clauberg – Nossa empresa foi criada para prestar consultoria para o SEBRAE. Foi o primeiro objetivo dela. Quando iniciamos, nós também vimos algumas alternativas para termos retorno financeiro. E surgiu a ideia de criar essa plataforma a partir de um trabalho que a gente fez no passado de inovação na Serra catarinense. Nós construímos uma prévia de uma metodologia de consultoria que deu certo. Chegamos a resultados muito bons com algumas empresas. Daí surgiu o Órion Parque, conversamos sobre a possibilidade de nos inscrevermos. A ideia do Órion seria nos ajudar a desenvolver a nossa plataforma. Eu não entendo nada de plataforma, o Emerson entende, ele trabalha com sistemas o que permitiu desenvolvermos o projeto. Eu entendo de gestão. O Emerson também já trabalhou com consultoria, mais para grandes empresas. Tudo que a gente tem de ideia foi desenvolvido aqui. Tínhamos uma ideia vaga de como iria funcionar. Emerson Lourenço – Mas o método todo foi nós que criamos. Tínhamos a ideia em fragmentos, em arquivos esparsos, em Excel, Word, em diferentes fontes. Agora tentamos reescrever para tentar deixar numa linguagem mais padronizada e mais compreensível para o nosso usuário. Agora vamos parar de atuar presencialmente numa consultoria, para levarmos o conceito para um sistema. Por isso que a linguagem tinha que ser de mais compreensão. A ideia é que, com a plataforma, o usuário possa ter um processo mais facilitado disso? Emerson Lourenço – A ideia é que ele faça uma auto-consultoria. Ele vai ter autonomia em todo o processo para auxiliar ele na gestão. Uma inteligência por trás da plataforma vai direcionar ele para o caminho onde obterá melhores resultados. Rafael Clauberg – Isso tudo é uma tendência. Tudo converge hoje para o digital, e a consultoria não deixa de seguir esse caminho. Daqui poucos anos não vai mais haver consultoria presencial. Emerson Lourenço – É para ser mais acessível, inclusive para as micro e pequenas empresas. Qualquer consultoria, hoje em dia, sai caro. Essas empresas não têm capacidade para, logo no início, desembolsar um valor alto para isso. Essa é uma forma de deixar mais acessível para as pessoas, a um número maior de empresários, e de uma forma padronizada, nós conseguimos ganhar em escala e número de pessoas que utilizam a plataforma. Rafael Clauberg – Já temos o modelo de negócio bem definido para isso. A plataforma será vendida diretamente às empresas? Como ela funcionará? Rafael Clauberg – Sim, será pelo modelo Saas (Software as a Service, que significa software como um serviço. Ou seja, são aplicações online que podem ser usadas no computador, tablet ou celular, de maneira simples e remota). Emerson Lourenço – Pretendemos ofertar diretamente às empresas. Com ela pronta, trabalhada, faremos uma atuação em propaganda específica para atrair mais seguidores. A ideia é que ela seja genérica e consigamos atender vários públicos. Rafael Clauberg – A gente buscou as melhores práticas de mercado e estamos colocando tudo isso dentro de uma plataforma para que as pessoas possam evoluir. Muitas vezes, quando se presta uma consultoria, não temos o total engajamento do empresário. Ele recebe a informação, mas não executa. A plataforma vai incentivar que ele execute. Emerson Lourenço – Nossa forma de ofertar o trabalho é um pouco diferente da consultoria convencional. Na consultoria tradicional, o consultor chega num cliente, faz o primeiro diagnóstico, deixa um plano de ação e, depois de um tempo, ele volta e checa se a ação foi feita. Só que muitas vezes essa tarefa de casa que deixamos para o empresário ele não consegue fazer sozinho. Quando se volta lá ele não fez. Ele tem dificuldade, existe esse vai e vem que algumas vezes nos impede de demonstrar o resultado

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Mulheres Connect centraliza atividades femininas promotoras de inovação social

Ação do ÓrionConnect quer focalizar movimentos que engajam e empoderam mulheres na região No próximo dia 11 de agosto, sábado, o Órion Parque Tecnológico sediará a primeira edição do Mulheres Connect, evento ligado ao empoderamento feminino do projeto ÓrionConnect – iniciativa de inovação social presente no Parque Tecnológico desde o ano passado. Inovação social é mais que um conceito da moda. De acordo com a publicação inglesa Stanford Social Innovation Review, inovação social pode ser traduzida como “uma nova solução para um problema social; uma solução mais efetiva, eficiente, sustentável ou justa do que as soluções já existentes e cujo valor gerado beneficia, prioritariamente, a sociedade como um todo e não apenas alguns indivíduos”. São três os braços de atuação do ÓrionConnect: Empoderamento da Melhor Idade, Empoderamento Jovem e Empoderamento Feminino. A ideia do Mulheres Connect é ser uma roda de conversa, mostrando diferentes possibilidades de trabalhos relacionados a conhecimentos básicos e orientações sobre emancipação feminina, saúde, emprego, empreendedorismo e outras questões que se apresentarem necessárias ao público interessado. “O objetivo do Mulheres Connect é promover conexão entre as iniciativas já existentes na cidade relacionadas às mulheres e feitas por elas. Dessa forma, o projeto terá conhecimento mais amplo do que pode vir a contribuir, fortalecer, e criar junto a essas mulheres. No entanto, o objetivo macro é empoderar através do conhecimento, promovendo ações conjuntas de fortalecimento das mulheres”, comentou Marina Severo, redatora e umas das mediadoras da ação. Região é campeã em casos de violência doméstica A proposta é contextualizar, apresentar e desenvolver a compreensão do conceito de “empoderamento feminino” e os princípios desenvolvidos no engajamento das mulheres, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU). A serra catarinense, infelizmente, é uma das campeãs em preconceitos e conceitos machistas, com um olhar bastante conservador para as questões femininas/feministas. As estatísticas são assustadoras quando avaliamos números de violência doméstica, feminicídio e acesso a programas de saúde. Uma das metas do programa Mulheres Connect é atingir justamente as diferentes atitudes já em curso na região, organizando uma rede atuante que fortaleça e engaje cada vez mais participantes. “Cada mulher que conquista o empoderamento consegue se reconhecer como uma parte importante da sociedade e, principalmente, reconhecer-se, reconciliar-se consigo mesma; é uma conquista para todos. Todos ganham com uma sociedade reconstruída sob bases mais iguais, justas e respeitosas aos direitos das mulheres”, lembrou a engajada Marina, lageana que é conhecida como Nina e há mais de cinco anos atua em causas feministas. ÓrionConnect busca reforçar tripé de atuação Para o coordenador do ÓrionConnect, Pedro Ceron, o trabalho de inovação social está apenas começando a ser desenvolvido na região. “O grande desafio é esse: reunir conteúdo de qualidade com relevância, para exercitar ele de alguma forma, seja via workshop, palestras, reuniões, rodas de conversa, seja em atividades dentro e fora do parque. Nossa meta é que as pessoas que estão inseridas nesses três pilares consigam vislumbrar, nesse mundo de transformações, em caminho para se desenvolver e sentirem-se atraídas para isso”, valorizou o publicitário.

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Você conhece o projeto de Empresas Virtuais?

Recentemente abrimos um edital para o credenciamento de empresas virtuais no nosso parque tecnológico. As empresas que tiverem um projeto inovador, isto é, um conjunto de realizações e atividades que não foram pensadas, mas que transformam e inovam na solução de problemas podem participar do nosso parque tecnológico a partir desse credenciamento. Neste artigo comentaremos sobre as empresas virtuais e como elas podem se credenciar utilizando nosso edital aberto. O que são empresas virtuais? Antes de categorizarmos que tipos de empresas virtuais aceitamos em nossos credenciamentos, precisamos definir o que são essas empresas virtuais e como elas funcionam. As empresas virtuais são aquelas empresas que durante um determinado período desenvolveram produtos, processos ou estratégias e modelos para a resolução de um determinado problema, mas que não poderão estar presentes fisicamente dentro do nosso Centro de Inovação. Essas empresas, depois de credenciadas, poderão utilizar a infraestrutura e os serviços dentro de nosso parque tecnológico, apesar de não estarem fisicamente instaladas. Elas também apoiarão o desenvolvimento geral do Centro de Inovação. Os projetos das empresas virtuais são aqueles que buscam solucionar certos problemas ou prevejam criação de situações mais confortáveis que as anteriores, mas que ainda não foram designadas ou pensadas ainda. Como elas podem ser credenciadas? Depois de credenciada, como a empresa pode agir? As propostas das empresas virtuais a serem credenciadas podem ser feitas por pessoas jurídicas e que se encaixam no edital proposto por nós. Vale lembrar que as vagas são ilimitadas e o credenciamento pode ser solicitado enquanto o edital estiver vigente. Além disso, a validade do credenciamento é de dois anos. As empresas credenciadas podem utilizar os seguintes espaços: áreas de lazer, salas de treinamento, reuniões e auditórios – todos com descontos. Em relação aos serviços que podem ser utilizados pelas empresas credenciadas, temos os suportes operacionais como networking e apoio de investidores, além de suportes operacionais adicionais como consultorias, eventos e assessorias. Para o credenciamento e descontos dos serviços oferecidos às empresas virtuais, é possível ver as categorias das empresas em uma tabela presente no edital que mostra os três pesos (classificações) para a empresa inscrita. Esses pesos definem o valor do desconto dos serviços oferecidos por nós às empresas credenciadas. Para participar do credenciamento e se inscrever, as empresas constituídas por pesquisadores acadêmicos, autônomos e profissionais liberais que satisfazem as condições do edital (se enquadram na definição de empresa virtual) podem apresentar os documentos no e-mail empresasvirtuais@orionparque.com. A empresa interessada precisa mandar os seguintes documentos: A. Ficha de inscrição que está anexada ao edital; B. Cópia do RG e do CPF do(s) proponente(s); C. Cópia do CNPJ da empresa; Os documentos precisam ser enviados em formado PDF para o e-mail acima com o seguinte assunto: “EDITAL Nº03/2016 – CREDENCIAMENTO EMPRESAS VIRTUAIS /NOME DO PROPONENTE”. Todas as empresas virtuais interessadas em se credenciar no Órion Parque e participar do Centro de Inovação podem mandar suas dúvidas e seus documentos para análise no mesmo e-mail: empresasvirtuais@orionparque.com. O assunto do e-mail deve conter a dúvida e será respondido na medida do possível. Para finalizar, destacamos que nosso intuito é aprimorar e trazer inovações a partir dessas novas empresas. Aguardamos a sua submissão de candidatura! Quer saber mais? Confere o nosso material completo sobre as Empresas Virtuais do Órion Parque aqui!

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Comitiva do Centro de Inovação de Jaraguá do Sul conhece o Órion Parque

Articulado numa rede estadual de 13 Centros de Inovação, o Órion Parque foi o primeiro de todos inaugurado, há cerca de dois anos. A ideia de parques e Centros de Inovação, como esses, é fomentar a articulação regional, desenvolvendo ações conjuntas que fomentem o empreendedorismo, a inovação e a integração regional. A Associação de Tecnologia e Centros de Incubação de Negócios da Alemanha (ADT) define um Centro de Inovação como um empreendimento baseado em infraestrutura para estabelecimento e crescimento de empresas. Objetivos relacionados incluem o desenvolvimento da região, cooperação entre pesquisadores e indústria, fornecimento de informações, treinamento técnico e gerencial e fortalecimento do desenvolvimento econômico regional através de uma rede de contatos regional e internacional para troca de informações e cooperação entre empresas. Nessa proposta, uma comitiva de representantes do Centro de Inovação de Jaraguá do Sul – inaugurado há pouco mais de um mês e o segundo da rede a entrar em operação no estado – visitou o Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira e o Órion Parque Tecnológico, em Lages. A proposta da visita foi realizar um intercâmbio de ideias e ver boas práticas realizadas, que podem ser replicadas na cidade do norte catarinense.   “Inauguramos o Centro de Inovação de Jaraguá do Sul há pouco tempo. O Centro de Inovação de Lages está muito à frente. Viemos ver as melhores práticas e ver o que podemos absorver e, talvez, trabalhar em conjunto”, comentou o diretor-executivo do Centro de Inovação de Jaraguá do Sul, Robert Burnett. Na visão do diretor, o Órion é um case de sucesso e serve de inspiração para os próximos espaços construídos com o mesmo propósito. “É melhor aprender com já faz e sabe o que está fazendo. Aqui em Lages vocês já estão com uma caminhada há mais de dois anos. Estamos observando o que poderemos trabalhar em rede”, completou. Órion Parque é a referência em inovação na região Com mais de dois anos de atuação, o Órion Parque e Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira consolida-se como polo estratégico de soluções empreendedoras e que tragam ferramentas para modificar o perfil econômico da região. “Nós temos que criar novas matrizes econômicas, uma matriz diversificada, onde a gente possa ter uma diversificação da atividade econômica do município e da região. Só o modelo atual ele é limitado, e nós temos que dar ingresso a novas tecnologias e novas formas de pensar, agir e novos produtos. Isso faz com que haja uma diversificação da matriz econômica da região onde o Centro de Inovação está inserido”, comentou Anselmo Ramos, presidente do Conselho do Centro de Inovação de Jaraguá do Sul. Para o Órion, é gratificante receber servir de inspiração para replicar grandes ações desenvolvidas, como o Reuni, ÓrionLab e Escritório de Projetos.  “É importante mostrarmos o que já fizemos nesses dois anos, o que já temos aqui e os erros que já cometemos, para que esses problemas não sejam replicados lá na frente. A ideia é que possamos trabalhar em rede, como é a proposta do Centro de Inovação”, referiu Claiton Camargo, diretor-executivo do Órion Parque Tecnológico.

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Órion Parque é ponto de coleta da ação Tampet´s

Iniciativa, que se insere no ÓrionConnect, é também um projeto de Inovação Social Sempre próximo da comunidade, o Órion Parque Tecnológico agora é um ponto de coleta da iniciativa Tampet’s Lages, da Associação Lageana de Proteção aos Animais (ALPA). O projeto consiste na coleta de tampinhas plásticas (de garrafas pet, produtos de limpeza, alimentos, etc) de produtos que usamos no dia-a-dia. A ideia de implantar pontos de coleta em estabelecimentos e entidades que apoiam o projeto, onde é possível colaborar doando tampinhas que serão recolhidas pelos voluntários e posteriormente recicladas, começou no início de 2018 pela entidade. Todo dinheiro arrecadado é revertido para a castração de animais de rua, posteriormente disponíveis para adoção. A ação é a chamada castração social. Atualmente são 126 pontos de arrecadação de tampinhas espalhadas por Lages e região. Desde o início de janeiro de 2018, três toneladas e meia de tampinhas (3.500 kg) foram recolhidas e revendidas – valor que resultou em mais de 20 castrações em animais. A ação de coleta das tampinhas, para o Órion, se insere na chamada Inovação Social, conceito que pode ser definido como as novas estratégias, conceitos e organizações que atendam necessidades sociais de todos tipos – das condições de trabalho e educação até desenvolvimento de comunidades e saúde pública. “Um dos princípios do Parque Tecnológico é a relação com a comunidade. Nós temos uma responsabilidade nisso.  O Órion está estruturado numa quadrúplice hélice, abrangendo universidades, indústrias, instituições governamentais e a sociedade civil. Assim, a gente começa a abraçar essas questões de inovação social porque o mundo entende que esses hábitats de inovação dependem de governos, do conhecimento das instituições e dessa integração total dentro da sociedade e das comunidades”, lembrou Claiton Camargo, diretor-executivo do Parque. ÓrionConnect será o referencial de Inovação Social na região Com algumas ações já desenvolvidas nos anos anteriores, o programa ÓrionConnect terá uma série de atividades iniciadas ainda no ano de 2018. O Tampet´s é uma delas.  “Nós do Órion sempre estamos pensando em como impactar positivamente nosso ambiente, estar atuando com tecnologia e inovação, empreendedorismo, liderança e também sustentabilidade. Nos preocupamos e observamos o que está acontecendo em nossa volta.  Nessas observações, conhecemos o Tampet´s, da ALPA”, comentou Pedro Ceron, coordenador do ÓrionConnect. A ideia do Connect, como o nome diz, é ser um movimento que aproxima e engaja, de forma compartilhada, boas experiências e práticas na sociedade. “Chamamos todo este movimento de ÓrionConnect, conectar pontos e pessoas para impactar positivamente. O Tampet´s é só um primeiro passo de uma caminhada em direção ao desenvolvimento sustentável e impacto positivo em nossa cidade. Nós podemos fazer muito mais conectados”, sugeriu. Quem tiver alguma demanda, interesse, vontade de participar ou criar algum movimento, seja de recolhimento de lixo eletrônico, projeto sustentável ou movimento social, o Órion Parque pode lhe ajudar. Para mais informações, acesse: http://www.orionparque.com/orionconnect

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CHIMAtalks reúne boa conversa, chimarrão e inovação

Iniciativa do Órion Parque mistura interatividade e roda de mate para falar de empreendedorismo e novos negócios Sucesso na primeira edição, o CHIMAtalks vem agora com mais uma roda de conversa e mate, regado à inovação e empreendedorismo. Idealizado pelo Escritório de Negócios, Projetos e Propriedade Intelectual – o Gênesis, do Órion Parque, a proposta é estimular o networking e conhecimento de interessados, com assuntos em inovação na Serra Catarinense. O segundo CHIMAtalks vai ser no próximo dia 24/07, às 19h, no Órion Parque. “A proposta é criar uma roda de conversa, onde as pessoas debatem sobre determinados temas. A cada encontro um assunto e uma roda de chimarrão, que passa de mão em mão nas pessoas. Esse ambiente estimula a troca de ideias e informações”, comentou Gil Pletsch, coordenador do Gênesis, instalado no Órion. Neste segundo CHIMAtalks, a temática discutida será “Como validar meu MVP?”. MVP é a sigla, em inglês, para Menor Produto Viável – conceito que sugere o lançamento de um novo produto ou serviço com o menor investimento possível, de forma que seja feito um teste para o negócio, recém-inaugurado, antes de aportar grandes investimentos. Olhando de forma macro, a expectativa é que ações como essas impactem no desenvolvimento da comunidade, principalmente em aspectos da cultura empreendedora. “Para o Órion, é interessante que as pessoas da comunidade participem das ações do Centro de Inovação, conhecendo a estrutura. Mas também é uma oportunidade direcionada às empresas da região, que podem participar do Órion apresentando seus cases e seus profissionais.  Ganha o Parque Tecnológico, com as empresas que vêm até aqui nos conhecer nesse ambiente inovador, e também a comunidade como um todo, que é estimulada a discutir sobre assuntos relacionados à inovação”, explicou o idealizador da iniciativa. O habito do chimarrão, popular na Serra Catarinense, é um convite a um bate-papo descontraído, mas regado a muito conhecimento e dicas de experientes empreendedores.  “De um lado temos as dicas relacionadas ao chimarrão, ao preparo da erva, dos cuidados com a cuia, por exemplo, e dicas de como tomar chimarrão e também assuntos relacionados à inovação mesmo. Isso é um dos objetivos: fazer esse misto entre esses diferentes temas”, destacou Pletsch, que há mais de um ano dirige as ações do Escritório. O evento é gratuito. Inscreve-se através do link 

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