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Orion Parque recebe presidente da Fapesc para apresentação sobre o Edital nº 11/2024 do Programa Tecnova

Na manhã desta terça-feira(23), o Orion Parque Tecnológico recebeu o presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (FAPESC), Fábio Pinto, para apresentar aos empreendedores da Serra Catarinense o edital de chamada pública da FAPESC nº11/2024, do programa FINEP – TECNOVA III/SC que prevê mais de R$31,6 milhões em recursos.  Entre as características para participação no edital estão empresas categorizadas como Projetos que possuam faturamento anual de R$0,00 até R$16 milhões, envolvidos com inovação e tecnologia, associado a oportunidades de mercado. Serão contempladas pelo menos uma empresa das seis mesorregiões do Estado de Santa Catarina, as empresas concorrerão em igualdade de condições dentro da sua mesorregião.  O Orion Parque reuniu nesta terça-feira, empreendedores e gestores de outros Polos Tecnológicos da região para compreender melhor o edital do Tecnova e sanar suas dúvidas a respeito das suas especificações. Para o presidente Fábio Pinto, o edital do Tecnova é rico em recursos e é muito importante para o fortalecimento do ecossistema “ É para aqueles empreendedores que estão saindo de uma micro, pequena, média empresa lançarem novos produtos, conquistarem novos mercados, e entender como se acessa é importante o olho no olho, vir aqui e falar sobre o recurso e detalhes do edital”  “Pegando alguns  exemplos do Tecnova II, temos alguns muito bons, como a Scienco que é uma empresa espetacular, nascendo da universidade que é justamente o ambiente ideal para ter ideias inovadoras e tirar a pesquisa daquele ramo inicial, que pode virar negócio. Aqui em Lages tem universidades com capacidade de gerar ideias ímpares como a professora gerou para a Scienco” comenta, Fábio.  A Scienco é uma empresa incubada no Orion Parque e participante do Tecnova II, realizado no ano de 2022.  A conversa foi produtiva e a equipe da FAPESC sanou as principais dúvidas dos empreendedores que buscam participar do edital para garantir o desenvolvimento de sua empresa. “Esse é o primeiro Centro de Inovação inaugurado,  não é por acaso, há força política, há movimentação, mas Lages tem o capital intelectual enorme e a gente pode sair de uma margem para um protagonismo de inovação, impulsionando, trazendo a proximidade do governo e mostrando caminhos de fomento e financiamento.  Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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Centro de Inovação recebe a visita de 70 estudantes do Colégio Bom Jesus Diocesano  para Rolê do Orion na manhã desta quinta-feira

Com muitas risadas e diversão, as turmas de 8º ano do Colégio Bom Jesus Diocesano, aprendeu um pouco sobre empreendedorismo e conheceu a estrutura do Orion Parque, na manhã desta quinta-feira(18), com o objetivo de saber mais sobre os atores que impulsionam o desenvolvimento da região. A visita ao Orion é parte da programação de um projeto educacional sobre o desenvolvimento socioeconômico da região.  Tradicionalmente o Orion Parque recebe estudantes das mais variadas idades e instituições de ensino para conhecer ase empresas instaladas no Orion Parque, bem como no Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, além de entender qual o papel do Parque Tecnológico para o desenvolvimento social, cultural e econômico da cidade de Lages e região. Esse é um momento descontraído onde os participantes aprendem sobre empreendedorismo e tiram suas dúvidas.  Com a participação de 70 crianças das turmas de 8º ano, o Rolê do Orion contou com a aprendizagem sobre o que é empreendedorismo, startup, sobre medos e desafios, além de estimular os jovens a empreender e resolver problemas conforme o contexto de suas realidades. Daniel Graup, de 13 anos, conta que no Colégio Bom Jesus os estudantes têm a disciplina de empreendedorismo, o que facilitou seu entendimento a respeito das outras informações que foram apresentadas ao longo do encontro. Assim como Daniel, as outras crianças participaram do encontro ativamente, fazendo perguntas e colocações para contribuir com a aprendizagem.  Daniel conta que no Colégio Bom Jesus os estudantes têm a disciplina de empreendedorismo, o que facilitou seu entendimento a respeito das outras informações que foram apresentadas ao longo do encontro. Assim como Daniel, as outras crianças participaram do encontro ativamente, fazendo perguntas e colocações para contribuir com a aprendizagem. Para Daniel, o empreendedorismo já é parte de sua vida, pois pensa em abrir seu negócio após estudar para seguir a profissão de engenheiro e programador. Para ele, o significado de startup ficou muito claro “Startup é uma empresa que está iniciando suas atividades”  O Colégio está desenvolvendo um projeto sobre a evolução socioeconômica de Lages e a visita ao Orion Parque Tecnológico faz parte da programação de análise das coisas que se tinham na cidade para impulsionar a cidade, para o que está sendo desenvolvido neste momento “ a gente vê o Orion como um grande impulsionador das empresas, fazendo uma análise de futuro, do que se pode ter de avanço socioeconômico nos próximos 50 anos” comenta Miriane Waltrick, Assessora Pedagógica do Colégio Bom Jesus.  Como um momento de aprendizagem que pode enriquecer o currículo e expandir as possibilidades, a Professora Andressa, ministrante da disciplina de Ensino Religioso, afirma que é sempre importante sair da sala de aula para que os alunos conheçam o mundo para além dos livros didáticos. A intenção do projeto realizado pela escola é provocar os estudantes para que façam uma análise crítica sobre as coisas que já estão sendo feitas e o que podem ser realizadas nos próximos anos.  Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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Connect Carbon é aprovada no Ciclo 2024.1 de aceleração da InovAtiva de Impacto para startups e projetos de impacto socioambiental 

A startup incubada no Orion Parque, Connect Carbon, foi selecionada para participar do Ciclo 2024.1 da InovAtiva de Impacto, um programa de aceleração gratuita para startups e projetos de impacto socioambiental. O programa promete mentorias e capacitações além de gerar conexões com investidores.  Dentro do escopo de trabalho da InovAtiva de Impacto existem programas voltados para Projetos em fases de Ideação ou Validação por meio do Powered by InovAtiva e também para negócios de impacto socioambiental que acontece por meio de conexões, mentorias e capacitações a fim de garantir uma experiência rica para a startup participante gerando visibilidade para o seu negócio.  O Programa de Aceleração é gratuito para empresas inovadoras que tem como objetivo gerar impacto social ou ambiental positivo e é destinado para startups em fases de validação, operação ou tração. Stephanie Chaves, CEO da Connect Carbon, conta com emoção que o time ficou muito orgulhoso em ser aprovado para participar do programa “ Isso representa o reconhecimento do nosso trabalho e da nossa missão de promover a sustentabilidade, na prática. Essa conquista reforça nosso compromisso em buscar constantemente novas formas de fazer a diferença no mercado de ESG, trazendo impacto e resultado significativos” A InovAtiva realiza dois ciclos de aceleração por ano e a Connect Carbon fará parte do primeiro ciclo deste ano que tem duração de dois meses e a segunda etapa voltada para a conexão que inicia no final de maio para aqueles aprovados conforme pontuação. São 40 startups selecionadas que recebem mentorias especializadas, com foco nas necessidades dos empreendedores que encerram o ciclo participando do InovAtiva Experience onde as empresas recebem o feedback sobre seus pitchs e ao final, apresentam para uma banca de investidores do Demoday, suas soluções de impacto socioambiental.  Mas a grande novidade é o processo pós participação no ciclo. As startups certificadas são convidadas a dar um feedback sobre o ciclo de aceleração e recebem dentro de 3 meses, 6 meses e 1 ano após o InovAtiva Experience, a pesquisa de impacto que tem como objetivo acompanhar o crescimento dos empreendimentos e viabilizar a manutenção dos dados atualizados dos empreendedores para oportunidades com os parceiros da InovAtiva, além dos veículos de comunicação e outros benefícios.  “Esperamos também receber feedback valioso dos mentores e especialistas envolvidos no programa, o que nos ajudará a aprimorar a nossa solução, aproveitaremos ao máximo as oportunidades de networking e visibilidade oferecidas pela InovAtiva para expandir nossa presença no mercado e alcançar novos públicos” comenta, Stephanie. Podem participar da InovAtiva projetos e startups que geram impacto socioambiental e resultado financeiro positivo de forma sustentável, que estejam em fase de validação, operação ou tração, com atuação caracterizada pela inovação aplicada e que tenham modelos de negócio com potencial para se tornarem escaláveis e crescer no mercado, que deve ser representativo.  O que são negócios de impacto socioambiental  Buscando impacto socioambiental positivo gerado por meio da atividade principal da startup ou empresa, os negócios de impacto social devem beneficiar as pessoas e o planeta. Hoje são mais de mil negócios mapeados em 2019, no 2º Mapa de Negócios de Impacto Social e Ambiental, com essa proposta, número que cresce à medida que a consciência dos empreendedores para a necessidade de trabalhar negócios que gerem benefícios para o meio ambiente também cresce.  Além da preocupação com as questões ambientais e sociais, são diversas as características que devem ser identificadas para que um negócio possa ser considerado de impacto socioambiental, como a sustentabilidade financeira para geração de receita e o compromisso com o monitoramento do impacto gerado. Quanto ao faturamento das empresas de impacto socioambiental, segundo pesquisa realizada pela CNN Brasil, de 514 negócios que declararam seus ganhos no ano de 2022,  apenas 3% faturou acima de 10 milhões e cerca de 29% faturaram até 50 mil.  Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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Serra Pra Você faz rebranding para Go77 e marca momento de mudança na startup 

Pensando em gerar mais conexão com o cliente, a antiga “Serra Pra Você”, empresa incubada no Orion Parque, passou por um processo de rebranding e assume a partir deste mês a marca de “Go77”. Com a mudança da marca, a Go77 desperta para um novo momento onde a presença digital e a conexão com as pessoas são objetivos que vislumbram o crescimento da marca.  O Sócio da Go77, Felipe Xafranski, comenta que a necessidade de repensar a marca surgiu em paralelo com o desafio de aceleração e escala que representa um novo momento, dando sentido ao “Go” que do inglês significa “ir” e o 77 como número mascote dos sócios que o enxergam como símbolo de perfeição.  Além de buscar estar perto do cliente, compartilhando das melhores experiências turísticas, principalmente na região serrana, a Go77 também acredita na importância de contribuir com a transformação dos parceiros, conectando pessoas do ecossistema para gerar impacto positivo no setor turístico que cresce em grande escala na região sul, considerando Santa Catarina palco de riquezas naturais e a serra catarinense um polo do turismo rural.  A transformação da marca também está relacionada com a presença digital que tem o objetivo de mostrar ao cliente as opções de hospedagens e atividades turísticas que vão de trilhas em cachoeiras a campings e cavalgadas. Acelerar, escalar, validar e vender destinos turísticos para um público que busca por experiências mais qualificadas é uma das metas que compõem a mudança de mindset. A Go77 Criada em 2021 a startup resolve os problemas dos prestadores de serviços que buscam se conectar com pessoas para vender serviços como trilhas, caminhadas, cavalgadas e demais atividades turísticas que são amplamente realizadas e nem sempre chegam até o público ideal. A Go77 é uma plataforma que reúne em um só lugar serviços de lazer, excursões e aventura, facilitando o acesso do cliente e fornecendo possibilidades.  A Go77 se preocupa em explorar as atividades turísticas da região serrana, oferecendo possibilidades para todos os gostos como voo de parapente para quem gosta de adrenalina, turismo a cavalo para aqueles que desejam sentir o gosto do tradicionalismo da região, expedições off-road para quem curte explorar as belas paisagens serranas, além de hospedagens selecionadas para tornar a experiência ainda melhor. Você pode conferir tudo isso e conhecer um pouco mais da Go77 em: https://www.go77destinos.com/ Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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Startup incubada no Orion Parque, YouDeserve, está entre as 40 empresas catarinenses selecionadas para participar do BRDE Labs Venture

Representando a Serra Catarinense, a YouDeserve, startup incubada no Orion Parque, foi aprovada entre as 40 empresas catarinenses para participar do programa de aceleração BRDE Labs na etapa Venture, que tem o objetivo de capacitar os empreendedores para a captação de investimentos. A etapa promete encurtar caminhos e fazer conexões com investidores.  Criado em 2022 pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), o  BRDE Labs Santa Catarina é um programa de aceleração de startups que em parceria com a Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE), forma empreendedores e desenvolve negócios com conhecimentos e recursos financeiros para impulsionar empresas inovadoras, sustentáveis e escaláveis. O BRDE Labs já apoiou mais de 200 negócios nas edições anteriores e para 2024, tem a expectativa de impactar mais de 140 empresas catarinenses em duas etapas de aceleração.  A primeira etapa do programa de aceleração é o BRDE Labs Venture que busca preparar as startups para captação de investimentos por meio de capacitações e mentorias, além de aproximar as empresas participantes de investidores. Já a etapa BRDE Labs Growth é a etapa de aceleração comercial com o objetivo de contribuir no processo de escalar as vendas e na consolidação da viabilidade dos negócios. Em breve as inscrições estarão abertas por meio do site oficial.  Os números do BRDELabs demonstram a importância da participação da startups para o seu crescimento, considerando que das 200 startups aceleradas em duas edições da etapa Growth,  77% estruturam seus times de vendas durante o processo e aproximadamente 35% das startups aumentaram a conversão de leads em clientes na edição de 2022. No ano passado a startup incubada no Orion Parque, Plant Colab, recebeu o investimento no processo final do BRDE Labs representando a Serra Catarinense.  Na próxima semana, as 40 startups selecionadas serão recebidas na sede do BRDE em Florianópolis, para um evento de abertura das atividades do programa. Ainda neste mês de abril, os negócios passarão por um diagnóstico inicial sobre aspectos que precisam desenvolver para então dar início a série de workshops com foco em temáticas voltadas para Venture Capital e fontes de recursos.  A etapa Venture encerra suas atividades no mês de junho quando as empresas são avaliadas por seu desempenho e maturidade ao longo de sua trajetória no programa e as 20 melhores startups serão selecionadas para participar do Investor Day, momento final que tem como objetivo promover a conexão entre empreendedores e investidores. Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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Programa de pré-incubação, OrionLab, é aplicado no Polo Tecnológico Araucária, no município de Curitibanos

O OrionLab, programa de pré incubação do Orion Parque Tecnológico, está operacionalizando uma edição no Polo Araucária no município de Curitibanos para fortalecer o ecossistema de empreendedorismo e inovação de Santa Catarina. São 17 ideias acompanhadas no processo.  O OrionLab é um programa de pré incubação do Orion Parque que tem o objetivo de contribuir no desenvolvimento das ideias de negócio seguindo uma metodologia que visa o amadurecimento das ideias para se tornarem, de fato, negócios. O intuito da realização do programa no Polo Araucária, é fortalecer o ecossistema de empreendedorismo, oferecendo suporte para as novas ideias.  O ecossistema de empreendedorismo e inovação da região de Curitibanos é caracterizado por um grupo de pessoas, empresas, empreendedores individuais e órgãos governamentais que buscam promover  a inovação e o desenvolvimento tecnológico na região. Para Celso Fujiwara, gestor do Polo Araucária, espera-se que haja um aumento na quantidade e qualidade das ideias de inovação sendo desenvolvidas, assim como a maior integração e colaboração entre os diferentes atores do ecossistema.  Com grande expectativa para os resultados da aplicação do OrionLab no Polo, Celso comenta que o programa de pré-incubação servirá como um catalisador para o desenvolvimento e validação de ideias inovadoras dentro do ecossistema tecnológico “espera-se que o programa ajude a identificar projetos com alto potencial de impacto e viabilidade, fornecendo suporte e orientação necessários para impulsionar essas ideias em direção à concretização” A aplicação do programa de pré-incubação no Polo Araucária, em Curitibanos tem o intuito de contribuir, sendo o Orion Parque o mais antigo dos Centros de Inovação da Rede de Centros de Santa Catarina, com a construção do ecossistema de empreendedorismo e inovação da região, gerando oportunidade para aqueles que possuem ideias inovadoras. Para o Orion Parque é importante contribuir para a construção de outros ecossistemas vizinhos, levando em consideração toda a bagagem de experiências.  “O Orion tem apoiado o município de Curitibanos por que eles estão desenvolvendo um Polo, embora eles estejam fora do nosso território de atuação, eles tem demonstrado muito interesse e isso nos faz sentir a responsabilidade de contribuir. Estamos orientando eles a uns dois anos e eles estão motivados, criaram um movimento, legislação no município, criaram o Polo efetivamente e estão estruturando o processo. A gente entendeu que poderia contribuir por meio dessa parceria, entregando uma solução que nós já desenvolvemos aqui no Orion” comenta, Claiton Camargo, CEO do Orion Parque. “A aplicação de uma Pré-Incubação para o ecossistema de Curitibanos é importante por diversos motivos. Primeiramente, ela permite que empreendedores e projetos iniciantes recebam apoio e orientação especializados desde as fases iniciais de desenvolvimento, aumentando suas chances de sucesso a longo prazo e aumentando a atratividade para investidores e parceiros. No final esperamos fornecer recursos e suporte estruturado e contribuir para o fortalecimento do ecossistema empreendedor local, estimulando a criação de novas empresas e o crescimento econômico sustentável da região” finaliza, Celso. Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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Guilda dos Vinte Lados conduz workshop para mestres  sobre condução de mesas de RPG

Para além da criatividade, os jogos de RPG são possibilidades de trabalhar diversos aspectos comportamentais dos jogadores ao longo do cenário. Técnicas para mestrar uma mesa e como criar narrativas interessantes que engajem os jogadores são importantes para um jogo interessante e essa foi a temática da Guilda dos Vinte Lados, que aconteceu na manhã do último sábado (06), no Orion Parque, com a presença dos Desconectados.  Ao longo dos jogos de RPG é possível criar cenários, personagens e trabalhar detalhes específicos de cada elemento para criar uma narrativa e uma história que toma rumos conforme a criatividade e imaginação dos jogadores. Mas saber conduzir uma mesa de RPG não é tão simples assim e a Guilda pôde contribuir para que mestres experientes e mestres iniciantes pudessem trocar informações e conhecimentos para aprimorar ainda mais as edições do Desconecta. Os participantes levantaram pontos importantes ao longo do encontro como a importância de deixar a criatividade dos jogadores fluir solta, mas também a necessidade de trazer os jogadores para dentro do contexto da história. Além disso, João Vitor Pietro, que conduziu o momento, compartilhou dicas e insights com os participantes sobre narrativa e condução.  Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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Com casa cheia, Orion Parque recebe universidades para discussão sobre a possibilidade de pesquisas acadêmicas virarem negócio, em edição do CHIMAtalks

Que as pesquisas acadêmicas são extremamente importantes para o desenvolvimento da sociedade, não é novidade para ninguém, mas será que essas mesmas pesquisas podem se transformar em negócio? Esse foi o tema discutido no CHIMAtalks do mês de abril, que aconteceu na última quinta-feira (04), no Orion Parque, com a presença das instituições de ensino superior, acadêmicos, pesquisadores e empreendedores da região.  Com casa cheia, o CHIMAtalks levantou a importância das pesquisas acadêmicas e a possibilidade de transformá-la em negócio, sob a perspectiva dos pesquisadores. Marcou presença André Taller, Diretor do CAV-UDESC, Vilson Heck, Diretor do IFSC Campus Lages e a Coordenadora de Pesquisa da Universidade do Planalto Catarinense (Uniplac), Lilia Kanan, além dos docentes, graduandos e pós graduandos destas instituições.  Entre os temas levantados para discussão ao longo da edição, foi a importância de uma educação empreendedora dentro das universidades para que os acadêmicos reconhecem no empreendedorismo uma possibilidade “são muitos os TCC’s realizados que podem se transformar em startups, mas os alunos não tem essa soft skills para identificar e os professores também precisam ficar atentos quanto a isso” comenta o professor Fábio, docente no IFSC Campus Lages.  Outra deficiência identificada no processo de empreendedorismo é a falta de recursos para abrir um negócio com base na pesquisa acadêmica, ainda que se compreenda que há mercado para se trabalhar e o negócio pode ser escalável. A dificuldade em captar recursos para dar o primeiro passo rumo ao empreendedorismo ou mesmo para desenvolver o negócio é um desafio enfrentado pelos empreendedores independente da área “O que falta é a interação entre os órgãos, empreendedores de sucesso e meios de treinamento pra fazer essa troca e auxiliar com investimentos” comenta, Rodrigo, participante do CHIMAtalks.  Em pouco mais de duas horas de conversa, o CHIMAtalks promoveu a troca entre professores, pesquisadores e empreendedores abrindo a discussão sobre os desafios de empreender sendo jovem, a importância de pesquisas acadêmicas para a geração de negócios, a necessidade de trabalhar o empreendedorismo dentro das instituições para que os universitários sintam-se mais preparados para identificar uma oportunidade de negócio e aplicar seus conhecimentos técnicos.  Mas, a tecnicidade da pesquisa acadêmica não é suficiente para desenvolver com sucesso um negócio, considerando que no mundo do empreendedorismo as habilidades comportamentais, chamadas de soft skills, são igualmente importantes para alcançar resultados importantes no mercado. Considerando a academia como uma das hélices para o desenvolvimento do ecossistema de empreendedorismo e inovação, trabalhar as habilidades dos acadêmicos e pesquisadores por meio do estímulo é uma competência.  “Infelizmente o lageano tem a cultura de esperar, a gente esperou por muito tempo que o pinheiro crescesse para dar madeira e investir em Camboriú, mas nunca foi reinvestido em nossa cidade. É uma cultura muito forte da espera, de acreditar que os outros possam resolver os nossos problemas, esse é um, viés muito forte em nossa região e é por isso qyue o jovem prefere estudar bastante pra passar em um concurso público, embora tenhamos inúmeras iniciativas que tentam mudar essa realidade” comenta a Coordenadora de Pesquisa da Uniplac, Lilia Kanan.  Para o Professor e Conselheiro do Orion parque, Thiago Meneghel, são três pontos principais que fazem as inúmeras pesquisas acadêmicas ficam engavetadas e não se transformarem em negócio: a falta de recursos para investimento, a falta de conhecimento dos editais e projetos de fomento e a cultura da academia de não considerar o viés profissional das pesquisas algo igualmente importante às pesquisas básicas “Por fim, falta uma cultura da sociedade de valorização do empreendedorismo” finaliza. Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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Roda de Founders e CEO’s discute os desafios do empreendedorismo

São muitos os desafios de uma startup, seja para encontrar o formato correto para o gerenciamento da equipe até a necessidade de encontrar soluções para resolver os problemas de vendas. Existem situações que só os empreendedores conseguem compreender e é para isso que a primeira Roda de Founders e CEO’s do Orion Parque foi realizada na última quarta-feira (03).  Exclusivo para empresas do Orion Parque, a Roda de Founders e CEO’s acontece a cada dois meses, sob condução de um especialista em determinada área identificada, sendo o tema definido conforme as necessidades das empresas ou pelos próprios empreendedores da casa. Nesta edição, a mediadora foi Ana Paula Schweitzer, especialista em Gestão de Pessoas por Competências. Este é um momento esperado pelos empreendedores que reconhecem na Roda de CEO’s e Founders um espaço seguro para compartilhar os desafios, dificuldades e conquistas da empresa.  Para Jéssica Corso, Head de Empresas e Startups do Orion Parque, a Roda de CEO’s é um momento que possibilita que os empreendedores identifiquem com mais clareza seus desafios e o despertar para a sua resolução. “Empreender é um caminho solitário. Para nós que estamos do outro lado, muitas vezes ouvindo os empreendedores, sabemos que eles passam ou já passaram por desafios semelhantes. Essas rodas de conversa se tornam uma possibilidade de troca de experiências e construção de insights para o negócio”. Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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Propriedade intelectual é assunto do Workchopp, conduzido pela Empresa parceira do Orion Parque, Totall Marcas & Patentes

Para as empresas e startups inovadoras, tratar de Propriedade Intelectual é extremamente importante para o desenvolvimento e sucesso do negócio e é pensando em tirar todas as dúvidas dos empreendedores vinculados ao Orion Parque, que o Workchopp deste mês de março trouxe como temática “Propriedade Intelectual para Empresas na Inovação” com o empreendedor e parceiro do Orion Parque, Filipe Melo.  A Propriedade Intelectual é um assunto que tem conquistado cada vez mais espaço no meio empreendedor, visto que é essencial positivar os direitos dos produtos e serviços das empresas, principalmente se tratando de empresas que trabalham com inovação. Como o assunto voltado para empresas de inovação ainda é novo, muitas são as dúvidas dos empreendedores acerca dos processos que envolvem a propriedade intelectual e momentos como o Workchopp contribuem para sanar as dúvidas e compreender melhor sobre.  Filipe é o CEO da Totall Marcas e Patentes, filial residente e parceira do Orion Parque Tecnológico. A empresa trabalha com o registro de marcas, patentes e propriedade intelectual, garantindo os direitos sob os produtos e serviços de seus clientes. Filipe trouxe para o Workchopp o serviço de registro de marca e acompanhamento específico para startups, além de abordar assuntos como o processo que é realizado para garantir o registro e quais são as características que não passam no registro.  O Facebook foi um dos exemplos para demonstrar os impactos de um contrato mal estabelecido e a importância de trabalhar os registros de marca e produto para a sua proteção, além dos problemas que podem ser gerados por conta de marcas parecidas ou registradas de forma errada. Os empreendedores puderam tirar suas dúvidas e compreender melhor como funcionam os trâmites após a entrada com o processo de registro. A grande novidade da noite foi o sorteio de cinco ingressos para as empresas associadas da ACATE que estiveram presentes, para participação no Enableverse, evento de desenvolvimento pessoal e profissional com o intuito de conectar pessoas e empresas, além de um sorteio realizado pela Totall para registro de marca. Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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