Orion Parque

Inovação

Governo do Estado premia iniciativas inovadoras de Santa Catarina; empreendedora Orion Parque é uma das premiadas

Maior premiação da inovação no estado, as 11 categorias do Prêmio Inovação Catarinense – Professor Caspar Erich Stemmer distingue aspectos como Inovação de Impacto Socioambiental, TCC Inovador, Professor e Jovem inovadores Dispositivo de segurança para evitar afogamentos em piscinas, aplicativos desenvolvidos em escolas públicas e pele humana in vitro. Essas foram algumas das soluções inovadoras reconhecidas na quarta-feira, 19/02, pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc) no Prêmio Inovação Catarinense – Professor Caspar Erich Stemmer. A entrega dos troféus ocorreu no auditório da Acate, em Florianópolis, com a presença no governador Carlos Moisés. Com 124 projetos e 30 finalistas em 11 categorias, a premiação homenageia projetos e serviços que impulsionam a inovação no estado. O governador destacou que o prêmio, que é promovido pela Fapesc desde 2008, é uma forma de estimular boas iniciativas. “O objetivo é trazer solução em todas as áreas e diminuir o sofrimento das pessoas. O Governo do Estado também tem esse tom de trabalhar com inovação e estamos conseguindo avançar em diversas áreas, como o Governo sem Papel”, reforçou. O presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen, acrescentou que a premiação englobou vencedores de diversas regiões do estado. “Essas pessoas fazem e transformam nosso Estado no que ele é: um estado inovador, um estado empreendedor. Ficamos muito satisfeitos com todas as categorias premiadas e com os participantes, pessoas e empresas que mostraram que a inovação está no DNA de Santa Catarina”, afirmou. Além de entidades privadas e pesquisadores, órgãos públicos também foram reconhecidos. A Defesa Civil de Santa Catarina, por exemplo, foi a vencedora na categoria Governo Inovador com o Centro Integrado de Gerenciamento de Risco e Desastres. “Passamos a ter uma resposta muito mais rápida a desastres. É um projeto moderno e inovador. É muito importante para nós, como um órgão publico, estar dentro desse prêmio que envolve entidades privadas e outros projetos”, afirma o diretor de Gestão de Capacitação e Educação da Defesa Civil, Alexandre Corrêa Dutra. A farmacêutica e professora da Udesc de Lages Maria de Lourdes Borba Magalhães também foi uma das premiadas da noite. Segunda colocada na categoria Agente de Inovação, ela conta que criou uma startup que está incubada no Orion Parque Tecnológico em Lages, a Scienco Biotech. “O reconhecimento é muito importante. Existem várias políticas públicas que auxiliam, mas esse prêmio reconhece o trabalho no final do processo”, pontuou. E esses exemplos servem de inspiração para os pesquisadores que ainda estão no início desta trajetória, como é o caso de Gustavan Henrique Fainello Pavão, de 15 anos, que ganhou o segundo lugar na categoria Jovem Inovador. O estudante da Escola de Educação Básica Antônio Morandini, em Chapecó, desenvolveu um fone que, por meio da vibração, permite que a pessoa com alguma deficiência ou surda possa escutar. A meta agora é avançar. “Estou muito feliz com o prêmio de hoje e o plano agora é melhorar a solução”, projetou. Participaram da cerimônia secretários de Estado, autoridades e profissionais do ecossistema de inovação. Conheça mais sobre a Scienco e a empreendedora premiada, Prof. Maria Magalhães Empresa residente no Orion Parque, a Scienco possui setor de pesquisa e desenvolvimento que executa diversos projetos de pesquisa para criação de insumos de diagnósticos, que atualmente são produzidos com alto custo em diversos países como Estados Unidos, Alemanha e Inglaterra. A Scienco é focada no desenvolvimento de métodos cromatográficos de purificação de anticorpos humanos e diversas espécies animais, criando metodologias capazes de purificar Imunoglobulina G (IgG) com características superiores às tecnologias atuais, além de sermos a única empresa com tecnologia de purificação de anticorpos de aves (IgY). Além disso, a Scienco é a única empresa nacional que produz reagentes de imunoensaios como TMB pronto para uso para a indústria de diagnóstico in vitro. Sócia-proprietária da Scienco, a professora do CAV-UDESC Maria de Lourdes Borba Magalhães coordena o programa de extensão \”Educação, Inovação e Empreendedorismo\”. Maria também foi eleita Líder em Saúde Humana da Região Sul do Brasil, pela Associação Nacional de Empresas de Biotecnologia (Anbiotec), para trabalhar no engajamento de pessoas e instituições em inovação. Ela comentou a alegria e satisfação em receber a distinção: \”Sou apaixonada por Ciência, Tecnologia e Inovação. Sinto uma grande satisfação em me dedicar a solucionar problemas usando meu conhecimento científico. Apesar de me envolver em todas as ações de inovação por amor ao que faço, receber um reconhecimento institucional de um órgão como a Fapesc tem muito peso pra mim, faz uma diferença muito grande. Esse tipo de reconhecimento profissional nos enche de garra e dedicação. Por isso, esse prêmio está tendo um impacto importante na minha vida profissional\” Sobre o prêmio Esta edição do Prêmio Inovação Catarinense teve 124 projetos inscritos em 11 categorias, vindos de empresas privadas, órgãos públicos e, especialmente, de setores da educação, que estão formando novas gerações de pesquisadores e empreendedores. Há também entre os finalistas jovens talentos de escolas públicas que usam a tecnologia e a inovação para buscar soluções nas áreas sociais e ambientais. Confira a lista dos homenageados no Prêmio Inovação Catarinense: Inovação de Impacto Socioambiental 1º lugar: Ciser – Reaproveitamento de óleo de Têmpera (Joinville) 2º lugar: Candiroo Soluções Sustentáveis (Joaçaba) 3º lugar: Acqua Logic (Joinville) Inovação em Processo ou Serviço 1º lugar: Voltbras – Gerenciamento de eletropostos para inspirar pessoas a dirigirem veículos elétricos (Florianópolis) 2º lugar: Prix Tech Software – PrixNeuron (Luzerna) Inovação em Produto 1º lugar: Biocelltis Biotecnologia – Pele Humana In Vitro (Florianópolis) 2º lugar: Nanoscoping – Zoluções em Nanotecnologia (Florianópolis) 3º lugar: Sienge Go – Softplan (Florianópolis) ICT Inovadora 1º lugar: Instituto Ânima Sociesc – Transformar a Educação do País (Joinville) 2º lugar: Sinova – UFSC – Startup Mentoring 2019 (Florianópolis) 3º lugar: Unochapecó (Chapecó) Inventor Independente 1º lugar: Sebastião Luiz Vieira – Safety Box Dispositivo de Segurança para Piscinas de Uso Residencial ou coletivo para evitar a morte por afogamentos (Blumenau) 2º lugar: Rafael Bach – Piscina Vórtex (Imbituba) 3º lugar: Sonia Regina de Castro – Armadura Tubular (São Pedro de Alcântara) TCC Inovador 1° lugar: Pedro Henrique

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Segunda edição do Startup Weekend Lages tem inscrições abertas

Depois do sucesso de 2019, a segunda edição do maior evento de empreendedorismo do mundo acontece em Lages entre os dias 13 e 15 de março de 2020; as inscrições estão abertas. O Startup Weekend Lages será uma maratona de empreendedorismo e inovação de 54 horas nos dias 13, 14 e 15 de março no Orion Parque Tecnológico. No evento, os participantes são desafiados a transformar uma ideia de negócio em uma startup durante um final de semana. A proposta é que em apenas 54 horas o participante experiencie os altos e baixos, a diversão e as pressões presentes na vida de uma startup. Ao aprender como criar uma empresa real, os startupeiros terão contato com mentores, que estão prontos para ajudá-lo a começar a tirar a empresa do papel.  Evento global acontece em Lages; edição 2019 teve recorde de ideias O Startup Weekend é uma iniciativa da aceleradora americana Techstars, realizado a nível global. É o maior conjunto de eventos de startups do mundo, com edições realizadas em quase 500 cidades em todos os continentes. Toda a organização do evento é feita por voluntários locais. Ao longo dos anos, foram cerca de 3 mil edições e mais de 200 mil pessoas impactadas em todo mundo. Com recorde nacional de ideias apresentadas em um único evento, o SW Lages 2019 contou com a participação de profissionais experientes em áreas como desenvolvimento, design gráfico e de negócios. De vários cantos do país, os mentores, que atuam em empresas como Google e Youse e fazem parte de ecossistemas de inovação já consolidados no estado, como Florianópolis, São José e Chapecó, vieram à Lages compartilhar seu conhecimento com os cerca de 120 participantes. Raiane Macedo, especialista em gestão de projetos, é a coordenadora desta primeira edição de 2020. Para ela, a expectativa para essa edição é manter o foco naquilo que o evento se propõe, mas também pensando numa interpretação mais ampla do que é empreender. “Trabalhamos com foco em mostrar à comunidade que toda ideia pode ser uma boa ideia, desde que seja tirada do papel ou da cabeça do idealizador e executada.  Nós acreditamos que todos podem empreender e que, para isso, são necessárias uma ideia e muita ação. Empreender não é apenas abrir empresa. É resolver problemas, e isso todos podemos fazer”, assegurou.  Nos Startup Weekend, as equipes contam com o auxílio de mentores de diversas partes do Brasil para tirar as ideias do plano das ideias e colocá-las em operação. “Todos os mentores são empreendedores natos. Alguns empreendem em seus próprios negócios e outros atuam em empresas privadas, no meio acadêmico e até no serviço público. O mais importante é que todos tem uma experiência incrível nas suas áreas de atuação, como tecnologia em nuvem, vendas, finanças, UX ou design. O mais importante é que todos tem um ponto em comum: trabalham com a inovação constantemente”, garantiu. A segunda edição do Startup Weekend Lages acontece entre os dias 13, 14 e 15 de março, no Orion Parque Tecnológico. Informações sobre o evento, inscrições e todos os detalhes podem ser conferidos no link: http://swlages.com. ZERO TO HERO! Como funciona o Startup Weekend? O principal objetivo do Startup Weekend é formar empreendedores, demonstrando para os participantes como de forma rápida e simples é possível ter qualquer ideia de negócio, ou projeto e tirar do papel do zero, sem procrastinação e com muita ação. 1º Dia – ZERO Os participantes chegam com apenas uma ideia de alguma coisa que pode vir a se tornar um negócio, essa ideia não pode ser nada além de uma ideia, não pode ser um projeto já criado ou algo já desenvolvido! Eles vão ter 1 minuto para apresentar o potencial dessa ideia para os outros participantes. Os participantes então votam nas ideias que mais gostaram e formam-se os times de fundadores. 2º Dia – TO Este é o momento mais desafiador do evento, onde os times terão que provar que essa ideia de negócio tem potencial para criar uma empresa inovadora e com potencial de escala. Mas eles não estarão sozinhos: um time de mentores (empresários, diretores de empresas, profissionais experientes nas mais diversas áreas) estarão ajudando a criar o modelo de negócio da sua futura startup. 3º Dia – HERO Esse é o momento decisivo! A galera realiza os últimos ajustes em suas startups e as prepara para sua primeira prova de fogo: O pitch! Uma apresentação de 3 a 5 minutos para investidores e empresários.  As três melhores ideias recebem a premiação e quem sabe chame a atenção de investidores e venha a ser o mais novo negócio da cidade, feito em apenas: 54 horas! Diferenciais do evento: Por que participar agora? Você vai aprender a criar um negócio na prática; Esse não é um evento motivacional com palestras. É aprender fazendo! Possibilidade de ver na prática as metodologias ágeis de inovação e gestão como o Lean Startup, Design Sprint e Design Thinking; Ter contato com um time de empreendedores e profissionais de alta performance que dificilmente você conheceria em outro lugar; Nenhum outro curso ou treinamento vai te preparar melhor, para executar qualquer um dos seus projetos, do que o Startup Weekend; Networking é sempre bacana, mas no #swlages você vai ter a chance de conhecer pessoas com uma baita experiência e que estarão disponíveis pra te ajudar a tirar sua ideia do papel; Empreender não é fácil! Nenhum livro ou curso te ensina a ouvir que seu cliente não vai comprar o seu produto. No Startup Weekend você aprende isso na prática, mas conta uma equipe fantástica que auxilia à contornar essas barreiras e persistir! Participar de Startup Weekend te tira da sua zona de conforto habitual e te mostra que é possível sim, fazer muito além do que estamos acostumados. Afinal, você cria uma startup em um final de semana. O SW não só abre portas. Ele ensina a dar valor para as que já estão abertas e ajuda a encontrar chaves para as que ainda trancadas! Inscreva-se também através

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Edital Nascer. Confira o passo a passo para cadastrar ideias na submissão de projetos

Marcado para encerrar no próximo dia 15/02, o edital NASCER, da FAPESC é a chance de ter uma ideia selecionada e de você fazer parte do Orion Parque sem pagar nada, graças à parceria com o CocreationLab – que será instalado no Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, em Lages. A intenção é converter o conhecimento tecnológico em novos produtos, processos ou serviços aptos para a introdução e exploração no mercado. As propostas selecionadas serão apoiadas por meio de ferramentas, consultoria técnica e mercadológica, mentoria, assessorias e apoio institucional para a geração de empresas de base tecnológicas. Em parceria com o Sebrae Santa Catarina e a Fapesc, um novo espaço para ideias será criado no Orion Parque Tecnológico. O Cocreation Serra integra o maior programa de pré-incubação do país – o Nascer -, iniciativa do Governo do Estado de Santa Catarina, através de uma parceria entre Sebrae Santa Catarina e Fapesc, para possibilitar a operação de um programa sem custo para os projetos selecionados, ou seja, os projetos selecionados para o Cocreation Serra não terão nenhum custo para participar do programa. Trata-se de um espaço para 10 projetos selecionados, que receberão cinco meses de mentoria especializada para tornar uma ideia do zero em negócio, através da metodologia TXM, já utilizada no Cocreation Lab Florianópolis. Para ajudar você a preparar sua candidatura, criamos um roteiro passo a passo para ficar mais fácil a inscrição no processo, na plataforma criada pela FAPESC. Clique . Confira o passo a passo: Título da proposta Website da proposta – Informar, se houver. Insira o link do vídeo da proposta – Insira o link de um vídeo do pitch (apresentação) da proposta de até 3 minutos (YouTube ou Vimeo). Resumo da proposta – Apresentar o objeto do projeto; nome da inovação; procedimentos gerais de desenvolvimento; público-alvo; equipe; instituições envolvidas; alcance social, econômico e ecoambiental; impactos na empresa; duração; recursos envolvidos; outras informações relevantes sobre a inovação e sua importância. Este texto poderá ser publicado pela FAPESC. Necessidade de mercado – Apresentar o problema ou dor identificados e as oportunidades existentes nos níveis local, regional, nacional e/ou global. (1.500 caracteres). Segmento de Clientes – Conforme a oportunidade de mercado apresentada, identificar o segmento de clientes atendido pela solução proposta. (5.000 caracteres). Solução proposta – Descrever as características da solução proposta, destacando sua viabilidade técnica e o potencial de escalabilidade, quando houver (1.500 caracteres). Diferencial Inovador – Destacar a inovação na ideia (no produto, no serviço, na forma de comercialização, nos processos internos, etc.). Identificar vantagens competitivas em relação à concorrência (5.000 caracteres). Estágio atual – Estágio atual da ideia: ideia, protótipo conceitual, protótipo testado (5.000 caracteres). Cidade Polo – Escolha uma das cidades listadas no menu. Equipe da proposta – Membro da Equipe; Nível de Formação; Função no Projeto; Tempo de dedicação (em meses);  Atividades desempenhadas.

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\”Sempre tem alguém que bloqueia nossa criatividade\”. Edital NASCER inscreve até dia 15/02

Marcado para encerrar no próximo dia 15/02, o edital NASCER, da FAPESC é a chance de ter uma ideia selecionada e de você fazer parte do Orion Parque sem pagar nada, graças à parceria com o CocreationLab – que será instalado no Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, em Lages, e em outros 14 espaços por todo o estado de Santa Catarina; confira entrevista com Salomão Ribas O Cocreation Lab é um modelo de ambiente colaborativo voltado para pessoas que tenham ideias/projetos de negócios inovadores com potencial de gerar novos empreendimentos. A partir do edital NASCER, em Lages, são selecionados projetos que ao longo de cinco meses passam por um processo de pré-incubação dentro da metodologia TXM Business, no qual se têm à disposição um conjunto de atividades, encontros, eventos e apoio institucional. O Cocreation Serra fará parte do maior programa de pré-incubação do país, o NASCER, que é uma iniciativa do Governo do Estado de Santa Catarina, através de uma parceria entre Sebrae Santa Catarina e Fapesc, para possibilitar a operação deste programa sem custo para os projetos selecionados. Ou seja, os projetos selecionados para o Cocreation Serra não terão nenhum custo para participar do programa. Rodando o estado com o workshop “Como colocar a sua ideia do Papel”, Luiz Salomão Ribas Gomez, um dos responsáveis pela implantação dos Cocreation em todo Estado, conversou conosco sobre o programa, os diferenciais e como ele vai funcionar na prática. Como funciona a metodologia TXM? A metodologia TXM tem uma história. São 14 anos de pesquisa. Ela começou numa proposta de cuidar de marcas, depois passou por tendências e agora chegou em negócios. A metodologia está estruturada em três grandes etapas, que é pensar o negócio, gerar uma experiência (que é o produto que vai entregar) e fazer a gestão. Assim temos o Think, eXperience e Management (TXM), focada nessas diretrizes. Ela é híbrida, ela exige uma ação presencial, para que elas estejam presentes, e isso transforma ela em colaborativa. Todos os participantes dos Cocreation utilizam uma plataforma, que tem acesso a e-books que apresentam, não sendo linear. Eu posso, a qualquer momento, fazer qualquer uma das atividades. Existem projetos que estão em níveis diferentes, ou em posições diferentes nessa linha que a metodologia traz. Ela se “deslineariza”, e cada um pode atuar no momento que está no projeto. Isso é muito legal. A metodologia tem essa base científica. Não é uma achismo. Já foi utilizada na Holanda, em Portugal, na Espanha, e no Brasil em diversos estados. E comprovadamente funciona. A metodologia pode ser usada também em outros aspectos? A estrutura do pensar (think), experienciar (experience) e gestionar (management) tem muito a ver com negócio, mas não quer dizer que ela que ela coloque só aí. O que a gente trabalha também é o tripé Intuição, observação e depois interação com o mercado – validando a observação que eu tive. Eu coloco o que eu acho, depois o que eu observo, e depois o que eu valido. Criamos, inclusive, um Canvas para isso, um modelo próprio. Nele eu consigo primeiro escrever o que eu quero, depois eu chegar no meu MVP, depois validá-lo, e assim por diante. Nesses cinco meses de atividades ele tem total capacidade de fechar esse Canvas. Público externo também tem acesso ao portal do Cocreation? Na plataforma, cada equipe tem a sua senha. O mentor de cada equipe tem a senha. No final, quando ele termina e diz: está pronto, isso gera um e-book, que é como se fosse o negócio dele resumido. Como se trata de um trabalho colaborativo, os outros times vão estar envolvidos. Os negócios são compartilhados também porque na plataforma existe um chat, que faz com que eu possa conversar com qualquer pessoa, de qualquer laboratório. São 20 Cocreations em SC, além de outras seis unidades no Brasil. Cada empreendedor pode se ajudar no caminho. Com todos que fazem parte de uma mesma plataforma temos hoje 250 pessoas. Até março de 2020 esperamos ter de 2 mil a 2.500 pessoas. Falando mais do NASCER, a ideia é que sejam 15 em todo estado. Como eles vão funcionar?  O NASCER é um programa de apoio ao Centro de Inovação, e de outros para que a pré-incubadora traga ação para esses espaços. Porque os Centros estavam muito focados na incubação, que é um passo posterior. Mesmo cidades como Florianópolis, por exemplo, existem três unidades do Cocreation que existem com bastante gente participando. As pessoas que por lá passam conseguem vagas nas incubadoras muito mais facilmente. O programa NASCER tem essa função. FAPESC e Sebrae se uniram e contrataram a metodologia do TXM, que é uma metodologia do laboratório da UFSC, sendo aplicado no estado inteiro. O edital vai até dia 15 de fevereiro para que tenha o máximo de ideias possíveis. Você tá passando pelo estado com esse workshop “Como colocar sua ideia no papel”. Porque você acha que é tão difícil fazer isso, já que é algo que parece ser muito simples, em certo sentido?    Depois que você destrava, é realmente muito simples. O problema é o nosso medo. Nesse workshop, o que eu falo é que sempre tem alguém que bloqueia nossa criatividade. Normalmente esse bloqueio acontece nas escolas, porque normalmente falamos: “não faz isso, não responde isso, faz daquele jeito, não faz aquele outro”. A plataforma que criamos é muito simples. E o que a gente quer é a simplicidade de linguagem, de apresentação. Não é nada acadêmico e científico. É negócio! A gente quer que essa inovação, esse negócio, se transforme em algo concreto. A linguagem pode ser algo bem simples. É algo bem objetivo, apontando marcados consumidores. A simplicidade vai dizer que a tua ideia empreendedora tenha relevância. Se ele é muito justificado, talvez você queira dar pra ele uma relevância que ele não tem. É isso que fizemos na plataforma agora. O legal é que os espaços físicos onde vão acontecer os Cocreation pelo estado são bem divergentes. Desde um museu, até parques tecnológicos, ou casas históricas. A estrutura física dos lugares será

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\\\”Sempre tem alguém que bloqueia nossa criatividade\\\”. Edital NASCER inscreve até dia 15/02

Marcado para encerrar no próximo dia 15/02, o edital NASCER, da FAPESC é a chance de ter uma ideia selecionada e de você fazer parte do Orion Parque sem pagar nada, graças à parceria com o CocreationLab – que será instalado no Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, em Lages, e em outros 14 espaços por todo o estado de Santa Catarina; confira entrevista com Salomão Ribas O Cocreation Lab é um modelo de ambiente colaborativo voltado para pessoas que tenham ideias/projetos de negócios inovadores com potencial de gerar novos empreendimentos. A partir do edital NASCER, em Lages, são selecionados projetos que ao longo de cinco meses passam por um processo de pré-incubação dentro da metodologia TXM Business, no qual se têm à disposição um conjunto de atividades, encontros, eventos e apoio institucional. O Cocreation Serra fará parte do maior programa de pré-incubação do país, o NASCER, que é uma iniciativa do Governo do Estado de Santa Catarina, através de uma parceria entre Sebrae Santa Catarina e Fapesc, para possibilitar a operação deste programa sem custo para os projetos selecionados. Ou seja, os projetos selecionados para o Cocreation Serra não terão nenhum custo para participar do programa. Rodando o estado com o workshop “Como colocar a sua ideia do Papel”, Luiz Salomão Ribas Gomez, um dos responsáveis pela implantação dos Cocreation em todo Estado, conversou conosco sobre o programa, os diferenciais e como ele vai funcionar na prática. Como funciona a metodologia TXM? A metodologia TXM tem uma história. São 14 anos de pesquisa. Ela começou numa proposta de cuidar de marcas, depois passou por tendências e agora chegou em negócios. A metodologia está estruturada em três grandes etapas, que é pensar o negócio, gerar uma experiência (que é o produto que vai entregar) e fazer a gestão. Assim temos o Think, eXperience e Management (TXM), focada nessas diretrizes. Ela é híbrida, ela exige uma ação presencial, para que elas estejam presentes, e isso transforma ela em colaborativa. Todos os participantes dos Cocreation utilizam uma plataforma, que tem acesso a e-books que apresentam, não sendo linear. Eu posso, a qualquer momento, fazer qualquer uma das atividades. Existem projetos que estão em níveis diferentes, ou em posições diferentes nessa linha que a metodologia traz. Ela se “deslineariza”, e cada um pode atuar no momento que está no projeto. Isso é muito legal. A metodologia tem essa base científica. Não é uma achismo. Já foi utilizada na Holanda, em Portugal, na Espanha, e no Brasil em diversos estados. E comprovadamente funciona. A metodologia pode ser usada também em outros aspectos? A estrutura do pensar (think), experienciar (experience) e gestionar (management) tem muito a ver com negócio, mas não quer dizer que ela que ela coloque só aí. O que a gente trabalha também é o tripé Intuição, observação e depois interação com o mercado – validando a observação que eu tive. Eu coloco o que eu acho, depois o que eu observo, e depois o que eu valido. Criamos, inclusive, um Canvas para isso, um modelo próprio. Nele eu consigo primeiro escrever o que eu quero, depois eu chegar no meu MVP, depois validá-lo, e assim por diante. Nesses cinco meses de atividades ele tem total capacidade de fechar esse Canvas. Público externo também tem acesso ao portal do Cocreation? Na plataforma, cada equipe tem a sua senha. O mentor de cada equipe tem a senha. No final, quando ele termina e diz: está pronto, isso gera um e-book, que é como se fosse o negócio dele resumido. Como se trata de um trabalho colaborativo, os outros times vão estar envolvidos. Os negócios são compartilhados também porque na plataforma existe um chat, que faz com que eu possa conversar com qualquer pessoa, de qualquer laboratório. São 20 Cocreations em SC, além de outras seis unidades no Brasil. Cada empreendedor pode se ajudar no caminho. Com todos que fazem parte de uma mesma plataforma temos hoje 250 pessoas. Até março de 2020 esperamos ter de 2 mil a 2.500 pessoas. Falando mais do NASCER, a ideia é que sejam 15 em todo estado. Como eles vão funcionar?  O NASCER é um programa de apoio ao Centro de Inovação, e de outros para que a pré-incubadora traga ação para esses espaços. Porque os Centros estavam muito focados na incubação, que é um passo posterior. Mesmo cidades como Florianópolis, por exemplo, existem três unidades do Cocreation que existem com bastante gente participando. As pessoas que por lá passam conseguem vagas nas incubadoras muito mais facilmente. O programa NASCER tem essa função. FAPESC e Sebrae se uniram e contrataram a metodologia do TXM, que é uma metodologia do laboratório da UFSC, sendo aplicado no estado inteiro. O edital vai até dia 15 de fevereiro para que tenha o máximo de ideias possíveis. Você tá passando pelo estado com esse workshop “Como colocar sua ideia no papel”. Porque você acha que é tão difícil fazer isso, já que é algo que parece ser muito simples, em certo sentido?    Depois que você destrava, é realmente muito simples. O problema é o nosso medo. Nesse workshop, o que eu falo é que sempre tem alguém que bloqueia nossa criatividade. Normalmente esse bloqueio acontece nas escolas, porque normalmente falamos: “não faz isso, não responde isso, faz daquele jeito, não faz aquele outro”. A plataforma que criamos é muito simples. E o que a gente quer é a simplicidade de linguagem, de apresentação. Não é nada acadêmico e científico. É negócio! A gente quer que essa inovação, esse negócio, se transforme em algo concreto. A linguagem pode ser algo bem simples. É algo bem objetivo, apontando marcados consumidores. A simplicidade vai dizer que a tua ideia empreendedora tenha relevância. Se ele é muito justificado, talvez você queira dar pra ele uma relevância que ele não tem. É isso que fizemos na plataforma agora. O legal é que os espaços físicos onde vão acontecer os Cocreation pelo estado são bem divergentes. Desde um museu, até parques tecnológicos, ou casas históricas. A estrutura física dos lugares será

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Darwin Startups lança novo programa de capacitação em parceria com Startup SC; Orion Parque fará parte da iniciativa

Lages e Criciúma serão as primeiras cidades do estado a receber o Programa Galápagos, que tem inscrições abertas Com o objetivo de capacitar empreendedores e startups que estão no período posterior à fase de ideação até o período de captação dos primeiros clientes, a Darwin Startups, em parceria com o Startup SC, do Sebrae/SC, lança o Programa Galápagos. A iniciativa irá abranger todo o estado de Santa Catarina e cada edição terá a duração de quatro semanas. As primeiras turmas acontecem este mês em Criciúma, no dia 22, com o patrocínio da Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC) e apoio da Prefeitura Municipal de Criciúma, e em Lages, dia 23, com o patrocínio do Orion Parque Tecnológico. O programa selecionará entre 10 e 15 startups por turma e, ao longo do ano, chegará nas cidades de acordo com a demanda local. As inscrições tanto para a seleção das startups como para inclusão dos municípios no cronograma podem ser feitas em De acordo com André Hotta, diretor de marketing da Darwin Startups, o Galápagos surgiu com o objetivo de capacitação, mas também, principalmente, para desenvolver as comunidades de startups do interior. “Existem bons empreendedores em todos os lugares do Brasil e do mundo, mas muitos não conseguem dar certo por não estarem em ambientes propícios para crescer. Nós queremos mudar isso dando oportunidade para que as pessoas possam se desenvolver”, diz Hotta. Nas quatro semanas, os participantes passam pela fase de diagnóstico, desenvolvimento e apresentação ao mercado, trabalhando os conceitos de cliente, problema e solução, criando o MVP e aprendendo a abordar e realizar as primeiras vendas. “Com a parceria neste novo programa queremos ir além do que já oferecemos com o Programa de Capacitação Startup SC, podendo impactar empreendedores que estão em fases mais iniciais, como a da ideação, e abranger cidades que não atingiríamos durante o ano”, conta Alexandre Souza, gestor do Startup SC. Sobre o Programa Galápagos O Galápagos inicia a primeira das suas quatro semanas com um diagnóstico 360º, apresentando a metologia lean e falando sobre projeções financeiras, metas e métricas. Na sequência, o tema é customer development, no qual entram temas como ICP (Ideal Customer Profile), problema e solução, MVP (Minimum Viable Product) e validações. Por fim, é hora do Go to Market, com conteúdos sobre precificação, pitch e primeiras vendas. Galápagos no Orion Parque O Orion Parque oferecerá 10 vagas para empresas residentes no Centro de Inovação Luis Henrique da Silveira, em Lages. As startups terão direito a 50% de subsídio (valor integral: R$1.500. Com desconto: R$ 750,00)! É possível inscrever até três pessoas da empresa, mas para manter o subsídio os empreendedores não podem faltar nenhum dos encontros. Caso haja alguma falta o subsídio será cancelado. As vagas serão garantidas pela ordem de inscrição e pagamento. Link para inscrição: https://plid.in/participagalapagosorion Serviço O quê: Programa Galápagos Quando: Início – 22/01 (Criciúma) e 23/01 (Lages) Onde: Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC), em Criciúma, e Orion Parque Tecnológico, em Lages Quanto: Inscrições gratuitas em Com informações Darwin e ACATE.

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ACATE reforça parceria com parque tecnológico de Lages

Fortalecendo o segmento tecnológico do interior, a assinatura do convênio abre portas para novos negócios e promove uma maior união do setor Com o intuito de fortalecer o segmento tecnológico da região serrana e do interior de Santa Catarina, a Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) reafirmou parceria com o Orion Parque Tecnológico, de Lages, para levar cada vez mais benefícios às empresas locais. Agora, os 49 negócios associados ao Parque de Lages passam a contar com ambas entidades. A parceria é assinada sob o novo contrato de convênio da ACATE com os Polos Regionais de Santa Catarina, que tem o objetivo de fomentar o ecossistema de tecnologia em diferentes regiões do estado. Hoje, as empresas associadas ao Orion Parque passam a contar com os benefícios oferecidos pela ACATE, que proporciona maior representatividade regional, estadual e nacional e integra os ecossistemas, unindo o setor e abrindo as portas para novos negócios. Além disso, a parceria oferece acesso aos programas estratégicos, grupos temáticos e oportunidades. De acordo com o Tech Report 2019, estudo realizado pelo Observatório da ACATE e pela Neoway sobre o setor de tecnologia catarinense, a região serrana possui 280 empresas de tecnologia. O objetivo da Associação é descentralizar o setor da capital, fortalecendo o estado como um todo. Para a coordenadora de relacionamento da ACATE, Andreza Amorim, a assinatura reforça o propósito da entidade em ampliar sua presença por todo o Estado. “Esse novo contrato de convênio deixa a ACATE mais integrada com as entidades que a representam nos polos regionais, oportunizando o acesso das empresas aos benefícios que já são oferecidos pela ACATE”, comenta. “A parceria com o Orion representa um passo importante para as empresas do estado. Temos 11.274 negócios em por toda Santa Catarina, então é essencial que, para alavancarmos o crescimento do ecossistema regional, conectemos esses empreendedores, tanto do interior como da capital”, afirma Daniel Leipnitz, presidente da Associação Catarinense de Tecnologia. Para Valmir Tortelli, presidente do Parque Tecnológico de Lages, a parceria com a ACATE é estratégica para a cidade e para a Região Serrana: “Nos conectar às ações de destaque da entidade, além de estar dentro das Verticais de negócios e Grupos temáticos que conectam e apoiam as empresas em seus segmentos específicos, é importantíssimo para nossa necessidade de crescer junto ao ecossistema de tecnologia do estado”. Detalhes da renovação dos termos da parceria Orion-ACATE foram apresentados na festa Alemã, no final de outubro de 2019: Com a renovação dos termos, a ACATE incentivará e indicará o Orion como canal de associação para todos os novos associados que tenha sede na região serrana. Além disso, a ACATE ampliará o acesso das empresas associadas Orion aos serviços oferecidos pela entidade, já que as empresas vinculadas ao Parque Tecnológico, a partir de agora, mantem associação também com a Associação Catarinense de Tecnologia. Entre outras ações, o Orion terá direito também a uma vaga no Conselho Catarinense de Tecnologia da ACATE. Relembre como foi o evento neste link. Encontro, realizado em dezembro de 2019, estreitou ainda mais a parceria ACATE-Orion com a participação de empresas e empreendedores do Parque Tecnológico. Confira algumas fotos: Com informações ACATE.

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Projeto Lixo Orgânico Zero de Lages conquista prêmio nacional; Orion Parque é parceiro do programa

A meta é chegar a 2021 com cerca de 40% do lixo orgânico produzido na cidade sendo desviado do aterro sanitário, através da prática da compostagem caseira O projeto Lixo Orgânico Zero, realizado pela Prefeitura de Lages em parceria com o CAV/Udesc, foi premiado como trabalho destaque na categoria “conscientização” no Prêmio Lixo Zero. A solenidade aconteceu no dia 12 de dezembro, no Rio de Janeiro (capital). Idealizado pelo Instituto Lixo Zero Brasil e co-realizado pela Route Brasil, o Prêmio tem por objetivo promover e disseminar os melhores projetos brasileiros que representam o empoderamento das atitudes sustentáveis em prol do planeta. Ao todo foram 25 projetos de todas as regiões do país premiados em diversas categorias, como educação, melhor produto, compostagem, melhor movimento social, entre outras. “Foi uma experiência muito interessante, pois estivemos três dias em contato com esse pessoal e percebemos o quanto as instituições vindas de várias partes do Brasil estão de olho no projeto lageano. O nosso programa é o único que aposta na conscientização da população como solução para resolver o problema e eliminar o lixo orgânico que é enviado para o aterro sanitário. A compostagem é feita de forma simples e barata, viável para qualquer família”, destaca o professor do departamento de agronomia do CAV, Germano Güitler, um dos idealizadores do projeto. O projeto lageano conta com mais de 20 voluntários trabalhando nas ruas, instituições e escolas no intuito de promover a conscientização da população, ensinando como fazer a compostagem em casa e prestando orientações. “O objetivo é fazer com que os estudantes levem para suas casas o hábito de fazer a compostagem, disseminando a ideia aos familiares. A meta é chegar a 2021 com cerca de 40% do lixo orgânico produzido na cidade sendo desviado do aterro sanitário, através da prática da compostagem caseira. “Em nenhum lugar está dando tão certo como em Lages. Estamos sendo referência nacional”, salienta Germano. O movimento Lixo Zero Brasil envolve mais de dez mil pessoas, entre profissionais e voluntários. “É um movimento muito grande, que está crescendo cada vez mais. E todas as pessoas engajadas que conversei durante o prêmio, afirmaram que o método de compostagem que implantamos em Lages precisa ser disseminado para todo o país. Parceria com o Orion Parque Tecnológico O Lixo Orgânico Zero de Lages firmou parceria com o Orion Parque Tecnológico, que auxiliará no desenvolvimento do projeto nos próximos dois anos. Além da gestão, fará também a avaliação dos trabalhos e como o projeto está sendo disseminado na sociedade lageana. Serão efetuadas diversas etapas, como seminários, reuniões, pesquisas na comunidade e trabalhos interativos. “Vamos avaliar se o movimento está adequado e onde estão as falhas para que possamos melhorar. Termos uma equipe multidisciplinar para nos auxiliar na gestão do projeto”, diz a diretora da Secretaria do Meio Ambiente, Silvia Oliveira. Por: Aline Tives Fotos: Toninho Vieira e Lucio Luiz Com informações: Prefeitura de Lages 

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Inédito no Brasil, Turma da Árvore apresenta condomínio 100% sustentável

No pré-lançamento do empreendimento Condomínio Bosque das Laelias, empresa residente relembrou crescimento e faturamento recordes de 2019  Sempre atenta às novidades de crescimento sustentável e tecnologias amigas do meio-ambiente, a empresa residente no Orion Parque Turma da Árvore e sua parceira Construtora Turma da Árvore, fizeram o pré-lançamento do condomínio Bosque das Laelias na tarde da última terça-feira (17/12), no Hall do Orion Parque. O empreendimento, na cidade de Painel (SC), tem o objetivo de cultivar o contato com a natureza e aprofundar a vida e seu bem-estar. Morar bem está entre os desejos fundamentais da vida contemporânea. Sustentabilidade qualidade de vida, simplicidade, grandes áreas verdes, espaços abertos, segurança e lazer são os princípios do projeto “Condomínio Bosque das Laelias”. De acordo com o presidente da Turma da Árvore, Alessander Comandolli, a proposta é fazer com o que condomínio seja uma experiência para um projeto ainda maior, de cidade sustentável. “A ideia do condomínio é nós aprendermos a fazer o projeto, que nós já temos, de criar uma cidade sustentável. O projeto é esse. O Bosque das Laelias será o primeiro condomínio 100% sustentável do Brasil. Nós já estudamos alguns lugares do mundo e não encontramos nada com essa proposta. Nosso objetivo é aprender com ele, com as 211 famílias morando lá, para que depois possamos replicar isso para cidades maiores e até criar uma cidade 100% sustentável”, afirmou Alessander. Com construções sustentáveis, a Turma da Árvore e a Construtora Turma da Árvore já vem construindo barragens, prédios e casas com o conceito de sustentabilidade e também de economia. “Queremos começar a mudar o mindset das pessoas, para viver num ambiente melhor que a gente vive hoje. Por exemplo, esse condomínio não vai sair lixo dali, de dentro pra fora, tudo vai ser reprocessado ali dentro, incluindo plástico, vidro e tudo mais. Tudo que é orgânico será feito uma horta comunitária, para que as pessoas vivam com uma qualidade de vida melhor. Todas as tecnologias que a Turma da Árvore desenvolveu serão usadas no condomínio, como paredes com isopor, Tuk-Tuck solar, máquina de triturar vidro, ou seja, tudo que impacta menos o meio ambiente. Não faz sentido tirar areia do rio para construir casas, por exemplo. Com isso teremos menos problemas nas casas, que terá menos fissuras, vamos economizar com pintura. Ali conseguimos aplicar 100% das técnicas da Turma da Árvore”, afirmou o líder da equipe. De acordo com Claiton Camargo, diretor-executivo do Orion Parque, a expectativa é que o empreendimento seja mais um sucesso da Turma da Árvore, que em setembro foi a primeira do Parque Tecnológico a alcançar a marca de mais de R$ 1 milhão faturado no ano – e que já conseguiu dobrar esse valor antes mesmo do fim de ano. “Esse empreendimento vai ser um grande sucesso. Como Orion Parque e demais envolvidos, buscamos que o Centro de Inovação seja usado para fomentar ainda mais essas novas descobertas e criações”, ressaltou. Construções amigas do meio-ambiente e da natureza não precisam ser mais caras Uma equipe de projetistas e arquitetos, juntamente com construtores da Turma da Árvore, poderão se responsabilizar por todo projeto e execução das obras nos terrenos comercializados. Mas cada unidade vendida poderá ter a seus empreendimentos construídos de forma independente da Construtora. “Caso o cliente deseje, vamos dar todo o apoio para que esses princípios da casa tenham um custo menor que o custo tradicional. Ao contrário do que as pessoas imaginam, que aumente o preço e o custo. Inicialmente, quando começou esse conceito, há uns seis anos, em Blumenau (SC), por exemplo, foi criado uma casa 100% sustentável, mas que custou R$ 4,5 milhões. Então é sustentável para quem? Apenas para os ricos? O conceito da Turma da Árvore é ser um projeto sustentável para todas as classes sociais – de A à F.”, lembrou Alex. Origem do nome O nome remete à flor Laelia Purpurata, que se tornou a flor símbolo oficial do estado de Santa Catarina.  A sua descoberta para a ciência aconteceu em 1847, por François Devos no litoral da então província imperial de Santa Catarina, hoje, o município de Florianópolis. Muito popular e admirada, a Laelia representa beleza e exuberância. Terreno A área total do condomínio será de 1.400.000 metros quadrados. Cada vila terá o nome de uma árvore. Os terrenos serão de 1.500 metros quadrados, com estradas planejadas. Todas as casas passarão por avaliação, devendo manter critérios sustentáveis. Além dos terrenos, o condomínio contará com áreas comuns, como Salão de Eventos, Capela, Pousada e Torre do Mirante. As vendas já começaram, mas o condomínio será lançado oficialmente em março de 2020. Conheça em detalhes o condomínio

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Movimento Novos Tropeiros quer elevar índices socioeconômicos de Lages até 2028

Depois de um semestre de análises com a colaboração de mais de 2 mil moradores, a Glóbulo entrega à comunidade de Lages um conjunto de ações que até 2028 deverão gerar melhorias ao município, como por exemplo sair do 50º lugar no ranking de IDH e figurar entre os dez melhores índices do Estado. Com atividades direcionadas em oito áreas: agro, comunidade, criatividade, educação, indústria, inovação, saúde e turismo, o projeto confia ao próprio lageano a capacidade de mudança proposta no movimento  #novostropeiros Um movimento inédito unindo a iniciativa pública e privada acaba de elevar Lages à categoria de marca de propósito. O Criaticidade foi o primeiro branding para uma cidade desenvolvido pela Glóbulo, empresa de Florianópolis que há 14 anos ressignifica marcas. Depois de um semestre de estudos, e o levantamento de dados e carências da cidade de 158 mil habitantes, mapeou-se as potencialidades de Lages em oito áreas, chamadas de “tentos”, sendo elas: agro, comunidade, criatividade, educação, indústria, inovação, saúde e turismo. A partir daí foi traçado um plano de diretrizes que apostam no próprio lageano como protagonista desta mudança para a cidade. “Sugerimos o movimento dos #NOVOSTROPEIROS que, através da metodologia dos “8 tentos” vai incentivar o povo serrano, que é forte, destemido e desbravador por natureza, a alcançar as Metas de  2028, com o propósito único de estreitar laços entre o lageano e seu potencial para transformar-set numa terra de oportunidades e potencialidades”, resume Diogo Machado, sócio da Glóbulo que desenvolveu o projeto co-criado por cerca de 2 mil moradores da cidade que contribuíram na fase dos estudos. O Criaticidade resultou numa marca gráfica para a cidade e um conjunto de ações que estão num documento disponível ao público através do portal www.novostropeiros.com.br  os quais  visam tornar Lages próspera, organizada para o futuro e, sobretudo, menos desigual. Atualmente a cidade, que é a 8ª economia no estado, está entre as 15 piores cidades em desigualdade social, e a meta até 2028 é que os Novos Tropeiros a façam ser a primeira de Santa Catarina no índice GINI, uma medida desenvolvida pelo estatístico italiano Corrado Gini que avalia o aumento do volume de empreendedores na cidade e aumento de empregabilidade. Através da criação de comitês para administrar as questões relacionadas a cada um dos “tentos”, o movimento Novos Tropeiros será completamente desenvolvido pela comunidade com conexão entre órgãos públicos ou institucionais competentes. Estas ações irão orbitar entre as sete principais metas do programa que prevê desde a prática de atividades físicas, passando por  transformar a Serra Catarinense no principal destino turístico do estado com direito à candidatura para Capital Mundial do Design, título designado a cada dois anos pela World Design Organization ™ (WDO), que reconhece as cidades pelo uso eficaz do design para impulsionar o desenvolvimento econômico, social, cultural e ambiental. As empresas Klabin, NDD, Flex, Banco da Família, Engie, CJ Automotiva, Transul, Expert Engenharia   , Vossko e Serrana Engenharia, Postos Guarujá e Credicomin bancaram 100% os custos de desenvolvimento do Criaticidade. Com total apoio da Prefeitura de Lages, bem como dos parceiros da Orion Parque Tecnológico, SEBRAE, CDL, ACIL Jovem, FIESC, Sul Florestas, Cisama, Le Canard, MAP Hotel e MsM Imagens Aéreas, Lages tem, a partir dos seu aniversário de 253 anos, um plano inédito no Estado para projetar-se para o futuro organizadamente e com propósito. Confira as sete principais metas do movimento Novos Tropeiros que está  integralmente disponível em www.novostropeiros.com.br 1 – Transformar a Serra Catarinense como principal destino turístico de Santa Catarina Essa meta tem como premissa desenvolver todo o trade turístico da Serra Catarinense, com o pensamento de levantar as vocações de cada um dos 18 municípios da Serra e unir todas as potencialidades locais, criando assim uma rota de turismo que precisa se conectar com outras macro regiões, como Serra Gaúcha, Litoral Catarinense, Balneários e Meio Oeste catarinense. 2 – Lages entre os 10 melhores IDHs do Estado Lages está atualmente em 50º lugar no ranking estadual de IDHs. Como meta de melhora desse índice temos três focos principais: saúde, educação e renda. Muito importante salientar que cada um desses ecossistemas precisa pensar em novas oportunidades de melhoria além dos tradicionais itens de valor investido e força do poder público. Esses índices podem e devem ser melhorados através do estreitar de laços entre a Comunidade. 3 – Melhor índice GINI de Santa Catarina Lages está entre as 15 piores cidades em desigualdade social do Estado. Para mudar essa realidade é necessário acabar com o pensamento de coronelismo existente na cidade, onde poucas famílias detêm todo o poder decisório da cidade e utiliza dessa influência para determinar as empresas e operações existentes na cidade. Várias iniciativas podem ser tomadas, como a volta do lageano para o agro, cursos profissionalizantes nas áreas criativas, abertura da cidade para tecnologias estrangeiras, fomento ao intercâmbio e levantamento de oportunidades de abertura de empresas, com alto valor agregado. 4 – Principal território do Brasil em produtos com Indicação Geográfica Santa Catarina possui apenas dois produtos com registro de Indicação Geográfica (IG) e outros dois em processo de registro, ainda pendentes por inúmeros esclarecimentos. Produtos de indicação geográfica fortalecem as economias locais e o posicionamento de território necessário para o reconhecimento global de um destino turístico. É urgente e necessário focar os esforços da Comunidade junto a entes públicos e privados para registrar o maior número de produtos com suas respectivas indicações geográficas, tornando Lages o maior território do Brasil em número de produtos com IG. 5 – Principal celeiro catarinense de mão de obra remota da indústria da inovação Atualmente Lages está em último lugar em salário médio do profissional de TI e também em nível de escolaridade. O mercado de TI cresce ano após ano e existe uma grande oportunidade de transformar a mão de obra ociosa dos jovens de Lages para o mercado de trabalho no segmento de TI. Atualmente 70% dos desenvolvedores de softwares já preferem o modelo de trabalho home office e o desenvolvimento de potenciais programadores e arquitetos de software, principalmente focados no segmento de Big Data pode ser um caminho que

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