Orion Parque

Inovação

Curso de Inclusão Digital da Melhor Idade realiza aula prática de fotos com celular

Colaborar para a qualidade de vida do público idoso é um dos objetivos do Curso de Inclusão Digital para a Melhor Idade, que realizou uma atividade muito esperada pelos alunos: um dia de fotos na fazenda de turismo rural Pedras Brancas, em Lages.   O dia de fotos é uma atividade realizada para os alunos manusearem a câmera de seus aparelhos celular, pois há um grande interesse em aprender a tirar fotos e fazer selfies para encaminhar aos filhos e familiares. Pensando em estreitar laços com o turismo rural e proporcionar aos alunos uma experiência nova, aliada ao conteúdo trabalhado no Curso de Inclusão, o Orion Connect fechou uma parceria com a fazenda Pedras Brancas, localizada no interior de Lages. “O objetivo foi tornar a aula mais dinâmica e prática, fugindo um pouco da teoria e das quatro paredes do Centro de Inovação. Queríamos possibilitar um momento de lazer e aprendizado” conta o líder do setor de Programas e Ações do Orion Parque, Raul Capistrano. Chegando à fazenda, o grupo recebeu as primeiras orientações sobre a câmera de seus aparelhos celulares, iniciando a atividade, explorando o espaço e tirando fotos uns dos outros. Os alunos também participaram de atividades oferecidas pela fazenda, como o Ritual das Grimpas onde todos deveriam achar grimpas no espaço da fazenda e colocar em uma fogueira, representando as coisas ruins que tinham em suas vidas, e a fumaça que subia da fogueira representava as coisas boas que viriam a acontecer. Em um momento de tranquilidade e contato com a natureza, a turma participou da contação de histórias da região, que abordou a fundação da fazenda, a lenda da Serpente do Tanque e do Monge João Maria, figura lendária e mítica que passou por Lages. Depois, o grupo visitou o Museu da Família Gamborgi, fundadores da Fazenda Pedras Brancas e usou da sala de jogos e espaços ao ar livre. Para finalizar o encontro, realizado no mês de março passado, a fazenda ofereceu ao grupo um café colonial regado à música tradicionalista e bingo.

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Dinamizando ações para combater a crise, Orion Parque e Prefeitura de Lages atualizam parceria

Programa de reestruturação de empreendimentos dará nova roupagem ao Parque Tecnológico, que segue criando startups e promovendo a inovação na região Levando em consideração aspectos econômicos e vulnerabilidades encontradas por empreendedores e projetos locais, afetados severamente pela pandemia do coronavírus, o Orion Parque Tecnológico e a Prefeitura de Lages lançam, juntos, o Programa de apoio e reestruturação de pequenos negócios locais para retomada econômica e mitigação dos efeitos da crise causada pela COVID-19.  O novo programa será tema da live de lançamento nas redes sociais do Orion Parque nesta segunda-feira (27/04), às 19h. Participam o prefeito Antonio Ceron e o presidente do Conselho de Administração do Orion Parque Valmir Tortelli. Os objetivos das ações, segundo o diretor-executivo Claiton Camargo de Souza, é ajudar Lages e os lageanos nesse momento de aflição por conta dos problemas que negócios locais podem passar. “Queremos ajudar a cidade e dar suporte para os pequenos negócios e microempreendedores individuais (MEIs), que infelizmente sofreram muito com a parada por conta da COVID-19. Nós resolvemos desenvolver esse programa em parceria com a  prefeitura, para poder dar suporte para esse público, um suporte de apoio de gestão, de necessidade de uso da tecnologia, de se poder capacitar. Isso envolve também os projetos sociais da cidade, que já existem, e podem ser melhor estruturados, com estratégias de gestão, para que eles permaneçam e não sejam ações e iniciativas pontuais, que depois não se conseguem se sustentar”, afirmou.  As sete medidas elaboradas pela equipe do Instituto Orion, durante o mês de isolamento e trabalho de casa, tem as seguintes propostas:   1. Uso facilitado dos espaços do Centro de Inovação: 1.1. Abertura de um Coworking Público, com acesso aos serviços oferecidos às empresas do Orion; 1.2. Disponibilização de espaços para negócios locais com dificuldades de manter seus atuais espaços; 2. Implantação do Programa de Aceleração de Pequenos Negócios Locais; 3. Implantação da Aceleradora de MEIs; 4. Implantação da Aceleradora de Projetos Sociais; 5. Adaptação plataforma online de fomento ao empreendedorismo universitário (Reuni) para apoio remoto de todos os tipos de negócios locais: 5.1. Reuni para todos; 5.2. Reunidos somos mais fortes; 5.3. Reuni Challenge COVID-19; 6. Programa de valorização, incentivo e divulgação de negócios locais; 7. Facilidade na contratação de colaboradores.  Entre os principais problemas identificados, que afetam diretamente não só startups e empresas inovadoras, mas também os pequenos comércios, microempreendedores e  empreendedores individuais, mapeados pela equipe, estão: paralisação das atividades nos pequenos negócios e redução do faturamento; empreendedores locais com dificuldades de manter suas atividades; probabilidade de redução do número de MEI´s e pequenos negócios;  possível aumento na taxa de desemprego regional; desafios em utilizar a tecnologia para redução de custos, maximização de produtividade e vendas; crescimento da vulnerabilidade social e sobrecarga da estrutura de assistência social do município e dificuldade dos projetos sociais independentes de atender as demandas das comunidades neste momento.  Identificação e mapeamento das necessidades A estratégia adotada pela equipe foi a de entender o problema e encontrar hipóteses, buscando soluções que fossem próximas àquelas que já eram iniciativas do Orion Parque, mas que podiam ser adaptadas às realidades do momento. “Essa é uma atitude que o Orion está tomando para auxiliar a sociedade, usando a competência e a estrutura que o Parque Tecnológico tem para auxiliar a cidade nesse momento. Como exemplo podemos falar da disponibilização do coworking público e dos espaços físicos dentro do Centro de Inovação, medidas que são importantes para empreendimentos que tinham dificuldade de se vincular ao Orion tradicionalmente, por não terem um aspecto tão ligado à inovação. Estamos estendendo a parceria que já temos com o município, que é dona do espaço público onde é instalado o Parque Tecnológico”, lembrou o executivo do Orion.   Também atual secretário de saúde de Lages, Claiton ressaltou o quanto as ações impactarão no desenvolvimento do município, lembrando que a prefeitura vai poder ajudar os empreendedores, indiretamente. “A prefeitura será uma das promotoras dessa ação, junto conosco, e isso é muito importante porque graças a eles teremos auxílio, não apenas no processo de divulgação, mas também no acesso à Secretaria de Desenvolvimento, ao cadastro de MEIs da cidade, pra gente saber quem são esses públicos e podermos acompanhá-los no desenvolvimento desses programas. O grande beneficiado, na verdade, será a cidade. Assim, a Prefeitura vai estar, através, do Orion Parque, ajudando o município dessa forma, considerando que, no momento, a administração municipal não tem como executar essa atividade de suporte aos empreendimentos, que é tão necessária”, acrescentou o empreendedor e diretor-executivo do Parque.  Conheça em detalhes o funcionamento de cada um dos programas  Uso facilitado dos espaços do Centro de Inovação Com as medidas de combate a COVID-19 (proibição da realização de eventos e atividades com aglomeração de pessoas), alguns espaços do Centro de Inovação ficarão ociosos, e com a dificuldade de alguns empreendimentos em manter seus espaços atuais, permitiremos o acesso dos empreendedores às salas do Centro de Inovação com os seguintes benefícios: acesso a internet gratuita, água e energia sem custo ao empreendedor; empréstimo de notebooks (quantidade limitada), uso do serviço de recepção e sala de espera e local reservado para atendimentos. Para fazer parte da iniciativa, os empreendedores participarão de um edital simplificado para utilização dos espaços (sem necessidade de inovação), preferencialmente para MEI’s e Pequenos Negócios Locais. Coworking público: Será disponibilizado para pequenos negócios o coworking, que é o ambiente de uso compartilhado do Orion Parque, com cadastro e disponibilização de pontos de trabalho gratuitos, preferencialmente para uso de MEIs e Pequenos Negócios locais e acesso ao programa de pequenos negócios ou MEI’s; Disponibilização de salas e auditórios: Serão disponibilizados as salas e auditórios do Centro de Inovação para pequenos negócios* se instalarem, com acesso a metodologia de acompanhamento, já desenvolvida em parceria com a Prefeitura de Lages, subsídio para o custo de manutenção do espaço físico e acesso ao programa de pequenos negócios ou MEI’s. *Atividades conforme diretrizes estabelecidas Hemerson Schenatto, líder do setor de empresas e startups do Orion Parque, também comentou sobre a iniciativa “Buscaremos fornecer conhecimentos e práticas

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Programa Nascer da Fapesc concentra atividades online para reduzir riscos de contágio; em Lages, trabalho segue à distância

A quarentena para controle de propagação da Covid-19 tem mudado a rotina dos contemplados nos editais da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc), vinculada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável. Um exemplo é o Programa Nascer, de fomento e desenvolvimento de ideias, que iniciou em março as atividades com 155 equipes. As conversas com mentores são realizadas agora a distância, com ajuda de ferramenta, para reduzir os riscos de contágio com o novo coronavírus e manter o fluxo de trabalho. Já os encontros presenciais foram suspensos e substituídos por videoconferências e webinars. O coordenador do Programa Nascer de Videira, Leandro Hupalo, destaca que além das atividades disponíveis na plataforma há uma agenda semanal de videoconferências com convidados. Já foram realizadas duas palestras e para os próximos dias estão previstas conversas com especialistas sobre carreira e negócios. “Os participantes estão interagindo bem com as atividades propostas. As equipes apresentam muita qualidade e interesse em se desenvolver enquanto empreendedores”. O presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen, destacou o avanço das ações do Programa Nascer com ajuda de ferramenta online. “As capacitações vão ter continuidade para os mais de 150 empreendedores em todas as regiões do Estado. Eles seguirão recebendo orientações, mentorias e conhecimentos para modelar seus negócios e em breve ajudar Santa Catarina a retomar o desenvolvimento”, afirmou. O superintendente do Sebrae/SC, Carlos Henrique Ramos Fonseca, salientou ainda a importância do programa para o desenvolvimento de novas empresas. “Nosso objetivo com o Programa Nascer é criar uma trilha da inovação, incentivar a criação de startups e contribuir para o surgimento de novos empreendedores”, completou. Para o secretário de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Lucas Esmeraldino, é importante que o Estado desenvolva oportunidades em tempos de crise. “Acredito que este momento vai passar, pois temos um povo batalhador e, sobretudo, inovador. E a Fapesc tem esse papel de fomentar o ecossistema de Santa Catarina”, reforça. Em Lages, trabalho segue desenvolvendo ideias inovadoras Mesmo com o isolamento social, as atividades em Lages do Cocreation Serra seguem capacitando os empreendedores, através de webinars e videoconferências. Para Julia Rodrigues, responsável pelo Cocreation Serra, o principal objetivo do Cocreation, que é o networking entre os participantes, consegue ser mantido, mesmo com o isolamento temporário. \”A temática do Cocreation funciona, normalmente, com palestras e workshops, além de consultorias com alguns dos palestrantes, que são voluntários. Com o isolamento, fizemos reuniões de 30, 40 minutos com cada equipe, e todas foram muito produtivas. Assim a coordenadora já conheceu os projetos, os projetos conheceram ela, já tiraram dúvidas, e isso impulsionou eles um pouco mais. Essa semana já tivemos bastante webinars. Isso está ajudando bastante nessa etapa. Na segunda-feira, dia 13, tivemos o primeiro evento online específico para a turma da Serra, de construção do DNA do Negócio. Infelizmente o networking entre os participantes fica prejudicado, mas nessa semana tivemos um participante que queria fazer uma pesquisa de validação, com os colegas, e o incentivamos para que ele mandasse no grupo e compartilhasse conosco, promovendo a troca de ideias e experiências, multiplicando o conhecimento entre todos\”, comentou Julia. Conheça mais sobre o Cocreation, programa em parceria com o Sebrae SC Ao todo, 155 ideias foram aprovadas na última edição do Programa Nascer, que é realizado pela Fapesc em parceria com o Sebrae. As equipes foram distribuídas entre em 15 cidades que já têm ou ainda terão os centros de inovação do Governo do Estado. Os participantes recebem cinco meses de mentoria e apoio de especialistas para desenvolver ideias que poderão ser posteriormente incubadas. Só em Videira, por exemplo, são 12 projetos que envolvem 41 pessoas. Lá, as atividades do Nascer começaram em 5 de março, junto com a inauguração do centro de inovação da cidade. “Durante o programa, temos cerca de 35 palestras, workshops e treinamentos para complementar as atividades disponíveis na plataforma. Agora, os cocreators (participantes) seguem recebendo conteúdo de qualidade durante este período de isolamento social”, destacou o fundador do Cocreation Lab, Luiz Salomão Ribas Gomez, que usa a metodologia TXM na qualificação dos aprovados no Programa Nascer. Confira a lista de todos os projetos aprovados no Programa Nascer Aprovados no Programa NASCER – FAPESC. Abaixo, os selecionados em Lages Com informações: FAPESC

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Startup criada na UDESC Lages, incubada no Orion, conduz pesquisas para detecção do novo coronavírus

A startup Scienco Biotech, criada dentro do ambiente de inovação do Centro de Ciências Agroveterinárias (CAV), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) em Lages, e residente no Centro de Inovação do Orion Parque Tecnológico, foi contemplada no Edital de Inovação para a Indústria, do Senai, na categoria \”Missão contra Covid-19\”, que visa gerar soluções de impacto contra os problemas causados pela pandemia do novo coronavírus. O projeto é coordenado pela professora Maria de Lourdes Magalhães e consiste no desenvolvimento de formulações sinalizadoras para a detecção do novo coronavírus. Os experimentos serão realizados no Laboratório de Bioquímica da Udesc Lages. Os pesquisadores pretendem desenvolver aptâmeros e peptídeos para detecção do vírus, o que contribuirá, especialmente, com laboratórios no diagnóstico da doença. A ideia é usar as formulações para criar um dispositivo que detecte o vírus em superfícies. Outras etapas serão executadas nas universidades parceiras do projeto, que conta com uma equipe formada por especialistas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e Institutos Senai de Inovação do Rio de Janeiro. Além de pesquisadores brasileiros, a equipe conta com a parceria de pesquisadores norte-americanos, especialistas no desenvolvimento de aptâmeros, que é a tecnologia que será usada no desenvolvimento do projeto. Os primeiros resultados devem ser divulgados dentro de três meses. De acordo com Maria de Lourdes, o aporte financeiro do edital permite a mobilização de muitos centros de pesquisa para agir com rapidez. \”Todos os resultados gerados serão disponibilizados para toda comunidade, de forma que as inovações possam ser aplicadas de maneira rápida e eficiente\”, afirma a pesquisadora. \”Cada laboratório irá fazer uma parte do projeto. O Instituto Senai de Inovação Química Verde, no Rio de Janeiro, irá coordenar todas as ações. Aqui em Lages faremos o desenvolvimento de peptídeos e aptâmeros de RNA\”, completou. Esta é a segunda fase do edital, que contemplou nove projetos em todo o País na categoria \”Missão contra Covid-19\”, com aporte financeiro de R$ 20 milhões. O resultado foi divulgado na última terça-feira, 07/04. A primeira fase, divulgada em março, já havia contemplado outros seis projetos. Saiba mais sobre o edital de Inovação para Indústria SENAI O Edital de Inovação para a Indústria financia o desenvolvimento de produtos, processos ou serviços inovadores, com o objetivo de aumentar a produtividade e a competitividade da indústria brasileira, além de promover a otimização da segurança e saúde na indústria. No categoria, o edital propõe soluções de impacto contra os problemas gerados pela pandemia do novo coronavírus. Os projetos serão financiados pelo SENAI e pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). Os projetos devem estar focados em soluções para prevenção, diagnóstico e combate da COVID-19. Conheça mais sobre a Scienco Biotech Empresa residente no Orion Parque, a Scienco possui setor de pesquisa e desenvolvimento que executa diversos projetos de pesquisa para criação de insumos de diagnósticos, que atualmente são produzidos com alto custo em diversos países como Estados Unidos, Alemanha e Inglaterra. A Scienco é focada no desenvolvimento de métodos cromatográficos de purificação de anticorpos humanos e diversas espécies animais, criando metodologias capazes de purificar Imunoglobulina G (IgG) com características superiores às tecnologias atuais, além de ser a única empresa com tecnologia de purificação de anticorpos de aves (IgY). Além disso, a Scienco é a única empresa nacional que produz reagentes de imunoensaios como TMB (tetrametilbenzidina), pronto para uso para a indústria de diagnóstico in vitro. Com informações: Assessoria de Comunicação da Udesc LagesJornalista: Tatiane Rosa Machado da SilvaFotos: Experimentos serão realizados no Laboratório de Bioquímica da Udesc Lages – Foto: Ascom/Udesc LagesMais detalhes: https://plid.in/FpABk

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Startup de Lages apresenta ferramenta para prevenir incêndios na Amazônia

Encontro na vice-presidência da República, realizado na quinta-feira (05/03), teve o objetivo inicial de criar um plano de ação da Flareless em parceria com o Governo Federal, buscando prevenir incêndios de grande magnitude como os que consumiram 4,4 milhões de hectares de vegetação na Amazônia em 2019. Ineditismo e eficácia do projeto catarinense também já chamaram atenção de clientes nos Estados Unidos e Europa. Gil Augusto da Silva Pletsch, Marcos Benedito Schimalski, Diogo Ribeiro Machado e Leonardo de Liz Hampel, sócios da start up Flareless, spin-off da Quiron, de de Lages, foram recebidos em Brasília, na vice-presidência da República, nesta quinta-feira, 05 de março. O motivo de representantes do Governo terem chamado o quarteto à Capital Federal é que a empresa catarinense desenvolveu um sistema com algoritmo próprio que, aplicado às imagens de sensores de satélites, são geradas análises preventivas com alertas de até quinze dias antes que os focos de incêndios florestais comecem. Diogo Machado, sócio e diretor de marketing da empresa, explica que o objetivo da reunião é criar em conjunto um plano de ação para a próxima temporada de incêndios na região Norte. \”Foram mais de 4,4 milhões de hectares queimados na Amazônia em 2019. O que queremos é ajudar o Governo Brasileiro combater os problemas ocorridos no ano passado\”, afirmou.  Marcos Schimalski, doutor em Ciências Geodésicas, professor da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), e o sócio fundador da empresa responsável por conduzir os experimentos e aprimorar o algoritmo, explica o potencial da Flareless. “Nenhuma solução atualmente no mercado foca na análise preventiva, com possibilidade de atuação anterior ao incêndio, e de monitoramento remoto de focos em qualquer local do globo”, salienta.  Comprovando a eficácia e ineditismo do projeto, em poucos meses de operação com a ferramenta a startup lageana já chamou a atenção, além do Governo Brasileiro, de clientes nos EUA e na Europa. O desenvolvimento da solução da Flareless envolveu testes do algoritmo com incêndios ocorridos nos últimos anos, incluindo casos em Portugal, no ano de 2017, na Califórnia (EUA), em 2018, e em Santa Catarina, no ano passado. A empresa analisou dados com 15 a 30 dias de antecedência dos eventos e identificou com alta precisão quais seriam as áreas impactadas.  O software desenvolvido pela empresa considera variáveis estáticas, como declividade do solo, material combustível e presença humana, além de variáveis dinâmicas, como precipitação, direção do vento e estresse hídrico. O resultado da combinação dessas e de outras variáveis, rodando no algoritmo, revela com até 15 dias de antecedência a maior probabilidade de áreas passíveis de incêndio florestal, gerando alertas. Dessa forma, as autoridades responsáveis podem tomar medidas preventivas e impedir que o fogo inclusive se inicie. Resultados geram expectativa para que novas tratativas tenham encaminhamento Na volta para Lages, os empreendedores da Flareless comentaram sobre os resultados e as primeiras impressões da agenda de Brasília. \”Tivemos uma boa receptividade. Apresentamos os dados e a capacidade do Flareless. Eles nos deram o direcionamento de como seria a contratação, caso realmente a ideia do governo, de fazer esse monitoramento, tenha aderência. Um segundo passo agora seria estudarmos efetivamente a amazônia da mesma forma que colhemos os dados, que já analisamos, de outras regiões do mundo. Foi um encontro promissor e esperamos que possamos passar novas impressões ao governo federal em breve\”, comentou Gil Pletsch. Sobre a Flareless A Flareless é uma startup incubada no Orion Parque, em Lages, que desenvolveu uma plataforma de monitoramento remoto de incêndios florestais. Por meio de dados históricos e do monitoramento em tempo real, a ferramenta permite agir de forma preventiva à ocorrência de incêndios, oferecendo às equipes de campo maiores subsídios na tomada de decisão no combate ao fogo. Utilizando tecnologia totalmente remota e sem hardwares, a ferramenta possui baixo custo de implementação e grande confiabilidade nas informações. Os dados são obtidos por meio de imagens e sensores de satélites, e combinados com um algoritmo próprio que realiza as análises. Uma vez que o resultado indique alto risco de incêndio, os usuários são alertados através de diferentes canais de comunicação, também acessando uma plataforma para gerenciamento do plano de ação.

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Dia-D dos #NOVOSTROPEIROS será nesta sexta-feira (6)

Com o intuito de divulgar a nova marca da cidade, Lages Estreitando Laços, para a população em geral, um grupo de pessoas, formado por empresários e instituições, irá participar do Dia-D dos Novos Tropeiros, nesta sexta-feira (6).  A data será marcada no calendário anual como um dia de valorização da cidade de Lages. Neste primeiro evento serão entregues cartões com explicação do objetivo da marca, adesivos e balões. Além disso, algumas equipes estarão nas sinaleiras com faixas de identificação do movimento. “Estaremos identificados com camisetas, para que as pessoas realmente vejam a ação. Passem nos pontos em que a equipe estará realizando a divulgação e se questionem sobre o movimento e façam parte dessas ações” diz Claiton Camargo, diretor do Orion Parque Tecnológico. O objetivo do grupo é que a comunidade sinta-se pertencente ao movimento e também esteja à frente dos tentos, grupos segmentados dentro de áreas nomeadas como Agro, Comunidade, Criatividade, Educação, Indústria, Inovação, Saúde e Turismo.  Os pontos em que a equipe estará serão, em frente a NDD, sinaleira do Estádio, na Rua Humberto de Campos, no Calçadão Praça João Costa e Praça do Terminal Urbano, no período matutino e na Sinaleira da Papa João XXIII, na Av. Mal. Castelo Branco, em frente a Uniplac, sinaleira da Av. Duque de Caxias nos períodos matutino e noturno. A marca e a hashtag Novos Tropeiros   A nova marca da cidade, Lages Estreitando Laços, foi apresentada no final do ano de 2019 durante a segunda fase do Criaticidade. Unido ao propósito da marca, também foi divulgada a hashtag #NovosTropeiros, um movimento que visa incentivar a comunidade a valorizar nossa cidade, a praticar atividades ao ar livre em espaços conhecidos e também explorar novos locais, fortalecer a troca entre as pessoas e empresas e o uso de espaços coletivos para a realização de novas iniciativas e negócios. “Todos nós somos novos tropeiros! Nosso objetivo é que essa seja a primeira de muitas ações que envolvam a marca. Almejamos que a comunidade fale bem da nossa cidade. Que acreditem no potencial da nossa terra” comentou o Presidente da CDL Lages, Marcos Tortelli. Estarão participantes da ação o Comitê Gestor Estreitando Laços, a equipe da CDL Lages, Orion Parque Tecnológico, NDD Digital, Credicomin Cooperativa de Crédito, Klabin, MGTEK Soluções e Tecnologia, Ribas Gestão Florestal, Amures, Prefeitura de Lages, Acil Lages, dentre outras instituições. Outras empresas estarão realizando ações internamente. Demais empresas e a comunidade de forma geral podem fazer parte do movimento. Para se inscrever, basta acessar o site:  https://www.novostropeiros.com.br Com informações: CDL Lages Créditos: Agnes Samantha

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Governo do Estado premia iniciativas inovadoras de Santa Catarina; empreendedora Orion Parque é uma das premiadas

Maior premiação da inovação no estado, as 11 categorias do Prêmio Inovação Catarinense – Professor Caspar Erich Stemmer distingue aspectos como Inovação de Impacto Socioambiental, TCC Inovador, Professor e Jovem inovadores Dispositivo de segurança para evitar afogamentos em piscinas, aplicativos desenvolvidos em escolas públicas e pele humana in vitro. Essas foram algumas das soluções inovadoras reconhecidas na quarta-feira, 19/02, pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc) no Prêmio Inovação Catarinense – Professor Caspar Erich Stemmer. A entrega dos troféus ocorreu no auditório da Acate, em Florianópolis, com a presença no governador Carlos Moisés. Com 124 projetos e 30 finalistas em 11 categorias, a premiação homenageia projetos e serviços que impulsionam a inovação no estado. O governador destacou que o prêmio, que é promovido pela Fapesc desde 2008, é uma forma de estimular boas iniciativas. “O objetivo é trazer solução em todas as áreas e diminuir o sofrimento das pessoas. O Governo do Estado também tem esse tom de trabalhar com inovação e estamos conseguindo avançar em diversas áreas, como o Governo sem Papel”, reforçou. O presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen, acrescentou que a premiação englobou vencedores de diversas regiões do estado. “Essas pessoas fazem e transformam nosso Estado no que ele é: um estado inovador, um estado empreendedor. Ficamos muito satisfeitos com todas as categorias premiadas e com os participantes, pessoas e empresas que mostraram que a inovação está no DNA de Santa Catarina”, afirmou. Além de entidades privadas e pesquisadores, órgãos públicos também foram reconhecidos. A Defesa Civil de Santa Catarina, por exemplo, foi a vencedora na categoria Governo Inovador com o Centro Integrado de Gerenciamento de Risco e Desastres. “Passamos a ter uma resposta muito mais rápida a desastres. É um projeto moderno e inovador. É muito importante para nós, como um órgão publico, estar dentro desse prêmio que envolve entidades privadas e outros projetos”, afirma o diretor de Gestão de Capacitação e Educação da Defesa Civil, Alexandre Corrêa Dutra. A farmacêutica e professora da Udesc de Lages Maria de Lourdes Borba Magalhães também foi uma das premiadas da noite. Segunda colocada na categoria Agente de Inovação, ela conta que criou uma startup que está incubada no Orion Parque Tecnológico em Lages, a Scienco Biotech. “O reconhecimento é muito importante. Existem várias políticas públicas que auxiliam, mas esse prêmio reconhece o trabalho no final do processo”, pontuou. E esses exemplos servem de inspiração para os pesquisadores que ainda estão no início desta trajetória, como é o caso de Gustavan Henrique Fainello Pavão, de 15 anos, que ganhou o segundo lugar na categoria Jovem Inovador. O estudante da Escola de Educação Básica Antônio Morandini, em Chapecó, desenvolveu um fone que, por meio da vibração, permite que a pessoa com alguma deficiência ou surda possa escutar. A meta agora é avançar. “Estou muito feliz com o prêmio de hoje e o plano agora é melhorar a solução”, projetou. Participaram da cerimônia secretários de Estado, autoridades e profissionais do ecossistema de inovação. Conheça mais sobre a Scienco e a empreendedora premiada, Prof. Maria Magalhães Empresa residente no Orion Parque, a Scienco possui setor de pesquisa e desenvolvimento que executa diversos projetos de pesquisa para criação de insumos de diagnósticos, que atualmente são produzidos com alto custo em diversos países como Estados Unidos, Alemanha e Inglaterra. A Scienco é focada no desenvolvimento de métodos cromatográficos de purificação de anticorpos humanos e diversas espécies animais, criando metodologias capazes de purificar Imunoglobulina G (IgG) com características superiores às tecnologias atuais, além de sermos a única empresa com tecnologia de purificação de anticorpos de aves (IgY). Além disso, a Scienco é a única empresa nacional que produz reagentes de imunoensaios como TMB pronto para uso para a indústria de diagnóstico in vitro. Sócia-proprietária da Scienco, a professora do CAV-UDESC Maria de Lourdes Borba Magalhães coordena o programa de extensão \”Educação, Inovação e Empreendedorismo\”. Maria também foi eleita Líder em Saúde Humana da Região Sul do Brasil, pela Associação Nacional de Empresas de Biotecnologia (Anbiotec), para trabalhar no engajamento de pessoas e instituições em inovação. Ela comentou a alegria e satisfação em receber a distinção: \”Sou apaixonada por Ciência, Tecnologia e Inovação. Sinto uma grande satisfação em me dedicar a solucionar problemas usando meu conhecimento científico. Apesar de me envolver em todas as ações de inovação por amor ao que faço, receber um reconhecimento institucional de um órgão como a Fapesc tem muito peso pra mim, faz uma diferença muito grande. Esse tipo de reconhecimento profissional nos enche de garra e dedicação. Por isso, esse prêmio está tendo um impacto importante na minha vida profissional\” Sobre o prêmio Esta edição do Prêmio Inovação Catarinense teve 124 projetos inscritos em 11 categorias, vindos de empresas privadas, órgãos públicos e, especialmente, de setores da educação, que estão formando novas gerações de pesquisadores e empreendedores. Há também entre os finalistas jovens talentos de escolas públicas que usam a tecnologia e a inovação para buscar soluções nas áreas sociais e ambientais. Confira a lista dos homenageados no Prêmio Inovação Catarinense: Inovação de Impacto Socioambiental 1º lugar: Ciser – Reaproveitamento de óleo de Têmpera (Joinville) 2º lugar: Candiroo Soluções Sustentáveis (Joaçaba) 3º lugar: Acqua Logic (Joinville) Inovação em Processo ou Serviço 1º lugar: Voltbras – Gerenciamento de eletropostos para inspirar pessoas a dirigirem veículos elétricos (Florianópolis) 2º lugar: Prix Tech Software – PrixNeuron (Luzerna) Inovação em Produto 1º lugar: Biocelltis Biotecnologia – Pele Humana In Vitro (Florianópolis) 2º lugar: Nanoscoping – Zoluções em Nanotecnologia (Florianópolis) 3º lugar: Sienge Go – Softplan (Florianópolis) ICT Inovadora 1º lugar: Instituto Ânima Sociesc – Transformar a Educação do País (Joinville) 2º lugar: Sinova – UFSC – Startup Mentoring 2019 (Florianópolis) 3º lugar: Unochapecó (Chapecó) Inventor Independente 1º lugar: Sebastião Luiz Vieira – Safety Box Dispositivo de Segurança para Piscinas de Uso Residencial ou coletivo para evitar a morte por afogamentos (Blumenau) 2º lugar: Rafael Bach – Piscina Vórtex (Imbituba) 3º lugar: Sonia Regina de Castro – Armadura Tubular (São Pedro de Alcântara) TCC Inovador 1° lugar: Pedro Henrique

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Segunda edição do Startup Weekend Lages tem inscrições abertas

Depois do sucesso de 2019, a segunda edição do maior evento de empreendedorismo do mundo acontece em Lages entre os dias 13 e 15 de março de 2020; as inscrições estão abertas. O Startup Weekend Lages será uma maratona de empreendedorismo e inovação de 54 horas nos dias 13, 14 e 15 de março no Orion Parque Tecnológico. No evento, os participantes são desafiados a transformar uma ideia de negócio em uma startup durante um final de semana. A proposta é que em apenas 54 horas o participante experiencie os altos e baixos, a diversão e as pressões presentes na vida de uma startup. Ao aprender como criar uma empresa real, os startupeiros terão contato com mentores, que estão prontos para ajudá-lo a começar a tirar a empresa do papel.  Evento global acontece em Lages; edição 2019 teve recorde de ideias O Startup Weekend é uma iniciativa da aceleradora americana Techstars, realizado a nível global. É o maior conjunto de eventos de startups do mundo, com edições realizadas em quase 500 cidades em todos os continentes. Toda a organização do evento é feita por voluntários locais. Ao longo dos anos, foram cerca de 3 mil edições e mais de 200 mil pessoas impactadas em todo mundo. Com recorde nacional de ideias apresentadas em um único evento, o SW Lages 2019 contou com a participação de profissionais experientes em áreas como desenvolvimento, design gráfico e de negócios. De vários cantos do país, os mentores, que atuam em empresas como Google e Youse e fazem parte de ecossistemas de inovação já consolidados no estado, como Florianópolis, São José e Chapecó, vieram à Lages compartilhar seu conhecimento com os cerca de 120 participantes. Raiane Macedo, especialista em gestão de projetos, é a coordenadora desta primeira edição de 2020. Para ela, a expectativa para essa edição é manter o foco naquilo que o evento se propõe, mas também pensando numa interpretação mais ampla do que é empreender. “Trabalhamos com foco em mostrar à comunidade que toda ideia pode ser uma boa ideia, desde que seja tirada do papel ou da cabeça do idealizador e executada.  Nós acreditamos que todos podem empreender e que, para isso, são necessárias uma ideia e muita ação. Empreender não é apenas abrir empresa. É resolver problemas, e isso todos podemos fazer”, assegurou.  Nos Startup Weekend, as equipes contam com o auxílio de mentores de diversas partes do Brasil para tirar as ideias do plano das ideias e colocá-las em operação. “Todos os mentores são empreendedores natos. Alguns empreendem em seus próprios negócios e outros atuam em empresas privadas, no meio acadêmico e até no serviço público. O mais importante é que todos tem uma experiência incrível nas suas áreas de atuação, como tecnologia em nuvem, vendas, finanças, UX ou design. O mais importante é que todos tem um ponto em comum: trabalham com a inovação constantemente”, garantiu. A segunda edição do Startup Weekend Lages acontece entre os dias 13, 14 e 15 de março, no Orion Parque Tecnológico. Informações sobre o evento, inscrições e todos os detalhes podem ser conferidos no link: http://swlages.com. ZERO TO HERO! Como funciona o Startup Weekend? O principal objetivo do Startup Weekend é formar empreendedores, demonstrando para os participantes como de forma rápida e simples é possível ter qualquer ideia de negócio, ou projeto e tirar do papel do zero, sem procrastinação e com muita ação. 1º Dia – ZERO Os participantes chegam com apenas uma ideia de alguma coisa que pode vir a se tornar um negócio, essa ideia não pode ser nada além de uma ideia, não pode ser um projeto já criado ou algo já desenvolvido! Eles vão ter 1 minuto para apresentar o potencial dessa ideia para os outros participantes. Os participantes então votam nas ideias que mais gostaram e formam-se os times de fundadores. 2º Dia – TO Este é o momento mais desafiador do evento, onde os times terão que provar que essa ideia de negócio tem potencial para criar uma empresa inovadora e com potencial de escala. Mas eles não estarão sozinhos: um time de mentores (empresários, diretores de empresas, profissionais experientes nas mais diversas áreas) estarão ajudando a criar o modelo de negócio da sua futura startup. 3º Dia – HERO Esse é o momento decisivo! A galera realiza os últimos ajustes em suas startups e as prepara para sua primeira prova de fogo: O pitch! Uma apresentação de 3 a 5 minutos para investidores e empresários.  As três melhores ideias recebem a premiação e quem sabe chame a atenção de investidores e venha a ser o mais novo negócio da cidade, feito em apenas: 54 horas! Diferenciais do evento: Por que participar agora? Você vai aprender a criar um negócio na prática; Esse não é um evento motivacional com palestras. É aprender fazendo! Possibilidade de ver na prática as metodologias ágeis de inovação e gestão como o Lean Startup, Design Sprint e Design Thinking; Ter contato com um time de empreendedores e profissionais de alta performance que dificilmente você conheceria em outro lugar; Nenhum outro curso ou treinamento vai te preparar melhor, para executar qualquer um dos seus projetos, do que o Startup Weekend; Networking é sempre bacana, mas no #swlages você vai ter a chance de conhecer pessoas com uma baita experiência e que estarão disponíveis pra te ajudar a tirar sua ideia do papel; Empreender não é fácil! Nenhum livro ou curso te ensina a ouvir que seu cliente não vai comprar o seu produto. No Startup Weekend você aprende isso na prática, mas conta uma equipe fantástica que auxilia à contornar essas barreiras e persistir! Participar de Startup Weekend te tira da sua zona de conforto habitual e te mostra que é possível sim, fazer muito além do que estamos acostumados. Afinal, você cria uma startup em um final de semana. O SW não só abre portas. Ele ensina a dar valor para as que já estão abertas e ajuda a encontrar chaves para as que ainda trancadas! Inscreva-se também através

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Edital Nascer. Confira o passo a passo para cadastrar ideias na submissão de projetos

Marcado para encerrar no próximo dia 15/02, o edital NASCER, da FAPESC é a chance de ter uma ideia selecionada e de você fazer parte do Orion Parque sem pagar nada, graças à parceria com o CocreationLab – que será instalado no Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, em Lages. A intenção é converter o conhecimento tecnológico em novos produtos, processos ou serviços aptos para a introdução e exploração no mercado. As propostas selecionadas serão apoiadas por meio de ferramentas, consultoria técnica e mercadológica, mentoria, assessorias e apoio institucional para a geração de empresas de base tecnológicas. Em parceria com o Sebrae Santa Catarina e a Fapesc, um novo espaço para ideias será criado no Orion Parque Tecnológico. O Cocreation Serra integra o maior programa de pré-incubação do país – o Nascer -, iniciativa do Governo do Estado de Santa Catarina, através de uma parceria entre Sebrae Santa Catarina e Fapesc, para possibilitar a operação de um programa sem custo para os projetos selecionados, ou seja, os projetos selecionados para o Cocreation Serra não terão nenhum custo para participar do programa. Trata-se de um espaço para 10 projetos selecionados, que receberão cinco meses de mentoria especializada para tornar uma ideia do zero em negócio, através da metodologia TXM, já utilizada no Cocreation Lab Florianópolis. Para ajudar você a preparar sua candidatura, criamos um roteiro passo a passo para ficar mais fácil a inscrição no processo, na plataforma criada pela FAPESC. Clique . Confira o passo a passo: Título da proposta Website da proposta – Informar, se houver. Insira o link do vídeo da proposta – Insira o link de um vídeo do pitch (apresentação) da proposta de até 3 minutos (YouTube ou Vimeo). Resumo da proposta – Apresentar o objeto do projeto; nome da inovação; procedimentos gerais de desenvolvimento; público-alvo; equipe; instituições envolvidas; alcance social, econômico e ecoambiental; impactos na empresa; duração; recursos envolvidos; outras informações relevantes sobre a inovação e sua importância. Este texto poderá ser publicado pela FAPESC. Necessidade de mercado – Apresentar o problema ou dor identificados e as oportunidades existentes nos níveis local, regional, nacional e/ou global. (1.500 caracteres). Segmento de Clientes – Conforme a oportunidade de mercado apresentada, identificar o segmento de clientes atendido pela solução proposta. (5.000 caracteres). Solução proposta – Descrever as características da solução proposta, destacando sua viabilidade técnica e o potencial de escalabilidade, quando houver (1.500 caracteres). Diferencial Inovador – Destacar a inovação na ideia (no produto, no serviço, na forma de comercialização, nos processos internos, etc.). Identificar vantagens competitivas em relação à concorrência (5.000 caracteres). Estágio atual – Estágio atual da ideia: ideia, protótipo conceitual, protótipo testado (5.000 caracteres). Cidade Polo – Escolha uma das cidades listadas no menu. Equipe da proposta – Membro da Equipe; Nível de Formação; Função no Projeto; Tempo de dedicação (em meses);  Atividades desempenhadas.

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\\\”Sempre tem alguém que bloqueia nossa criatividade\\\”. Edital NASCER inscreve até dia 15/02

Marcado para encerrar no próximo dia 15/02, o edital NASCER, da FAPESC é a chance de ter uma ideia selecionada e de você fazer parte do Orion Parque sem pagar nada, graças à parceria com o CocreationLab – que será instalado no Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, em Lages, e em outros 14 espaços por todo o estado de Santa Catarina; confira entrevista com Salomão Ribas O Cocreation Lab é um modelo de ambiente colaborativo voltado para pessoas que tenham ideias/projetos de negócios inovadores com potencial de gerar novos empreendimentos. A partir do edital NASCER, em Lages, são selecionados projetos que ao longo de cinco meses passam por um processo de pré-incubação dentro da metodologia TXM Business, no qual se têm à disposição um conjunto de atividades, encontros, eventos e apoio institucional. O Cocreation Serra fará parte do maior programa de pré-incubação do país, o NASCER, que é uma iniciativa do Governo do Estado de Santa Catarina, através de uma parceria entre Sebrae Santa Catarina e Fapesc, para possibilitar a operação deste programa sem custo para os projetos selecionados. Ou seja, os projetos selecionados para o Cocreation Serra não terão nenhum custo para participar do programa. Rodando o estado com o workshop “Como colocar a sua ideia do Papel”, Luiz Salomão Ribas Gomez, um dos responsáveis pela implantação dos Cocreation em todo Estado, conversou conosco sobre o programa, os diferenciais e como ele vai funcionar na prática. Como funciona a metodologia TXM? A metodologia TXM tem uma história. São 14 anos de pesquisa. Ela começou numa proposta de cuidar de marcas, depois passou por tendências e agora chegou em negócios. A metodologia está estruturada em três grandes etapas, que é pensar o negócio, gerar uma experiência (que é o produto que vai entregar) e fazer a gestão. Assim temos o Think, eXperience e Management (TXM), focada nessas diretrizes. Ela é híbrida, ela exige uma ação presencial, para que elas estejam presentes, e isso transforma ela em colaborativa. Todos os participantes dos Cocreation utilizam uma plataforma, que tem acesso a e-books que apresentam, não sendo linear. Eu posso, a qualquer momento, fazer qualquer uma das atividades. Existem projetos que estão em níveis diferentes, ou em posições diferentes nessa linha que a metodologia traz. Ela se “deslineariza”, e cada um pode atuar no momento que está no projeto. Isso é muito legal. A metodologia tem essa base científica. Não é uma achismo. Já foi utilizada na Holanda, em Portugal, na Espanha, e no Brasil em diversos estados. E comprovadamente funciona. A metodologia pode ser usada também em outros aspectos? A estrutura do pensar (think), experienciar (experience) e gestionar (management) tem muito a ver com negócio, mas não quer dizer que ela que ela coloque só aí. O que a gente trabalha também é o tripé Intuição, observação e depois interação com o mercado – validando a observação que eu tive. Eu coloco o que eu acho, depois o que eu observo, e depois o que eu valido. Criamos, inclusive, um Canvas para isso, um modelo próprio. Nele eu consigo primeiro escrever o que eu quero, depois eu chegar no meu MVP, depois validá-lo, e assim por diante. Nesses cinco meses de atividades ele tem total capacidade de fechar esse Canvas. Público externo também tem acesso ao portal do Cocreation? Na plataforma, cada equipe tem a sua senha. O mentor de cada equipe tem a senha. No final, quando ele termina e diz: está pronto, isso gera um e-book, que é como se fosse o negócio dele resumido. Como se trata de um trabalho colaborativo, os outros times vão estar envolvidos. Os negócios são compartilhados também porque na plataforma existe um chat, que faz com que eu possa conversar com qualquer pessoa, de qualquer laboratório. São 20 Cocreations em SC, além de outras seis unidades no Brasil. Cada empreendedor pode se ajudar no caminho. Com todos que fazem parte de uma mesma plataforma temos hoje 250 pessoas. Até março de 2020 esperamos ter de 2 mil a 2.500 pessoas. Falando mais do NASCER, a ideia é que sejam 15 em todo estado. Como eles vão funcionar?  O NASCER é um programa de apoio ao Centro de Inovação, e de outros para que a pré-incubadora traga ação para esses espaços. Porque os Centros estavam muito focados na incubação, que é um passo posterior. Mesmo cidades como Florianópolis, por exemplo, existem três unidades do Cocreation que existem com bastante gente participando. As pessoas que por lá passam conseguem vagas nas incubadoras muito mais facilmente. O programa NASCER tem essa função. FAPESC e Sebrae se uniram e contrataram a metodologia do TXM, que é uma metodologia do laboratório da UFSC, sendo aplicado no estado inteiro. O edital vai até dia 15 de fevereiro para que tenha o máximo de ideias possíveis. Você tá passando pelo estado com esse workshop “Como colocar sua ideia no papel”. Porque você acha que é tão difícil fazer isso, já que é algo que parece ser muito simples, em certo sentido?    Depois que você destrava, é realmente muito simples. O problema é o nosso medo. Nesse workshop, o que eu falo é que sempre tem alguém que bloqueia nossa criatividade. Normalmente esse bloqueio acontece nas escolas, porque normalmente falamos: “não faz isso, não responde isso, faz daquele jeito, não faz aquele outro”. A plataforma que criamos é muito simples. E o que a gente quer é a simplicidade de linguagem, de apresentação. Não é nada acadêmico e científico. É negócio! A gente quer que essa inovação, esse negócio, se transforme em algo concreto. A linguagem pode ser algo bem simples. É algo bem objetivo, apontando marcados consumidores. A simplicidade vai dizer que a tua ideia empreendedora tenha relevância. Se ele é muito justificado, talvez você queira dar pra ele uma relevância que ele não tem. É isso que fizemos na plataforma agora. O legal é que os espaços físicos onde vão acontecer os Cocreation pelo estado são bem divergentes. Desde um museu, até parques tecnológicos, ou casas históricas. A estrutura física dos lugares será

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