Orion Parque

Órion Parque e ACATE reforçam parceria para o crescimento da inovação

Em encontro realizado na noite desta segunda-feira (24/09) na ACIL, em Lages, a Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) e o Órion Parque Tecnológico celebraram acordo para a dinamização de ações e desenvolvimento de iniciativas em parceria entre as duas entidades. A iniciativa engloba o núcleo de ações de aceleração do desenvolvimento de Lages, que fazem parte do movimento Inova Serra SC. O Órion e a ACATE são já são parceiros há mais de dois anos, desde a inauguração do Parque Tecnológico. Com a atualização dos termos de convênio, novas empresas integradas no Centro de Inovação automaticamente serão associadas ACATE, tendo a seu dispor de benefícios como: networking, representatividade, incentivo financeiro, apoio à pesquisa, desenvolvimento e inovação, internacionalização, capacitação empresarial, Empreendedorismo, Saúde (oferta de planos de assistência médica e odontológica), infraestrutura, responsabilidade social, apoio à comunicação e convênios em diversos setores. “Ainda temos que nos vender melhor. Se juntarmos os dados do Órion Parque e da MIDILages, mais de 40 empresas foram iniciadas. Queremos estar cada vez mais próximos à ACATE e esse incremento vai reforçar ainda mais nossa parceria”, comentou Claiton Camargo, diretor-executivo do Órion Parque. Além dessas vantagens, com o reforço na parceria entre Órion e a ACATE, a entidade catarinense indicará e incentivará o Parque Tecnológico como referência em tecnologia na região para operacionalizar projetos, eventos e ações que desenvolvam o avanço da Tecnologia da Informação e Comunicação, bem como a inclusão social e digital da população da Serra Catarinense, através de projetos e programas de capacitação, visando a geração de emprego e renda. “Acreditamos que a tecnologia vai ser a principal economia do estado. Tanto no aspecto das novas iniciativas que surgem, como as tradicionais que se transformam. Essas transformações têm um lado bom e outro ruim. Se ficarmos acomodados, isso pode ser negativo. Se pensarmos em mudança, isso será revolucionário e muito positivo”, afirmou Daniel Leipnitz, presidente da ACATE. Com a formalização, outro diferencial para as empresas da Serra será um desconto de 50% nos valores de mensalidade da ACATE. Também ficou determinado que a entidade informará todos os eventos, feiras, missões, cursos e projetos desenvolvidos no âmbito da associação que possam ser aproveitados pelo Órion Parque e a comunidade da região. Incremento de cerca de R$ 15 bilhões na economia catarinense O presidente da ACATE reforçou os grandes números do setor em Santa Catarina. “São mais de 2 mil empresas na área e cerca de 19 mil pessoas trabalhando diretamente com empresas do setor na região de Florianópolis. Cerca de R$ 6 bilhões são movimentados atualmente com empresas vinculadas pela ACATE. No estado são cerca de R$ 15,53 bilhões. Santa Catarina tem a maior proporção de startups do país. Temos grandes números, trabalhamos para \’estadualizar\’ a ACATE, e isso é muito gratificante”, reforçou Leipnitz, que também é diretor corporativo e de relações humanas na Visto Sistemas. Branding de território Diogo Machado, sócio e gestor de criatividade da Glóbulo, consultoria especializada em diferenciação para marcas, comentou sobre como desenvolver um conceito para uma marca, de acordo com os aspectos sensoriais que podem ser a ele atrelados. “Propósito busca fazer algo diferente para realizar uma tarefa, seja ela que for. Propósito não é algo que você tem. É algo que você acredita. Pensamos ver as coisas de forma única e, assim, tentar entender qual o propósito de Lages”, comentou.

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Como funciona o Reuni Experience?

Sem sombra de dúvidas, o empreendedorismo é um tema que vem sendo abordado com cada vez mais frequência em nosso cotidiano, panorama amplamente reconhecido pelo Reuni Experience. Além disso, a valorização do comportamento empreendedor também se apresenta em ascensão, fazendo com que jovens no mundo todo trabalhem seu potencial em novos caminhos. Ano após ano, empreender tem se tornado uma forma de abrir portas para um futuro promissor. Desse modo, a introdução de ideias inovadoras e soluções é uma das propostas do Reuni Experience. Caso você ainda não conheça o evento, mas se interessa pela área em questão, é extremamente válido que busque saber mais sobre o assunto. Pensando nisso, trouxemos nesse artigo alguns pontos importantes a respeito de como funciona o Reuni Experience. Confira a seguir. O que é o Reuni Experience? O Reuni Experience se trata, primordialmente, de um projeto que busca estimular cada vez mais o empreendedorismo no ambiente universitário. Numa análise geral, os jovens se destacam por todo o seu potencial criativo e inovador. Desse modo, o projeto busca trabalhar com essas peculiaridades de jovens adultos para proporcionar melhoras definitivas no cotidiano de grandes marcas e empresas. Como funciona o Reuni Experience? O Reuni Experience é uma imersão inspiracional empreendedora pela qual os alunos recebem treinamentos para tirar suas ideias do papel, tendo a oportunidade de “pôr a mão na massa” durante o processo, recebendo mentorias de professores, consultores e outros empreendedores da comunidade. O Reuni Experience atua em um sistema cíclico de desenvolvimento, a partir do qual são colocados em prática múltiplos processos. Trata-se de uma espécie de gincana de empreendedorismo, que ocorre em faseadas etapas, durante cerca de três dias: 1. Inspiração A mais importante das etapas trata-se da escolha de um projeto. Assim, a partir de sua idealização, o projeto é pensado e escrutinado entre todos. Nesta fase de inspiração, os alunos recebem treinamentos e motivações para novos projetos 2. Ideação Nesta fase são definidos os times e, dentro deles, sessões de brainstorming de ideias sugerem diferentes ações e iniciativas que reforçam o processo de amadurecimento dos negócios, que são orientados por professores, empreendedores e demais profissionais da área. 3. Apresentar A próxima etapa é apresentar os resultados à investidores em um evento público, de modo que os mesmos possam demonstrar seu interesse para investir na ideia. 4. Construção Nesta fase, há a criação de um modelo de negócio definido pela equipe. Ainda contando com a ajuda de professores e empreendedores, nesta fase os participantes pensam numa marca, identidade visual, plano de negócio e estratégias de vendas do produto ou serviço imaginado. 5. Apresentação Na apresentação, são pensadas formas criativas de apresentar a ideia empreendedora para a comunidade. Com a elaboração e apresentação de um pitch de poucos minutos, os jovens empreendedores precisam resumir todas as estratégias para convencer uma banca de jurados que o projeto apresentado pode ser viável e coerente. Em paralelo com as atividades de ideação e construção do modelo de negócio, acontece o Reuni Game, uma gincana com o intuito de estimular o espirito de equipe e a criatividade dos participantes. Ao final do evento acontece duas premiações, uma para o melhor projeto e outra para a equipe ganhadora do Reuni Game. Para que foi criado o Reuni Experience? Dado que uma enorme parcela do reconhecimento de um projeto é dada por seus objetivos, apresentá-los passa a constituir uma tarefa fundamental. Dizemos que, no mundo empreendedor, constantemente nos deparamos com dificuldades em concretizar boas ideias elaboradas individualmente ou em conjunto. Contudo, essa se trata da porção mais importante de um projeto. O foco do projeto não se restringe apenas à formação de novos e promissores negócios, passando a abranger de maneira igualmente importante questões que promovam a construção de um mundo melhor. Foi pensando nisso que o Reuni Experience decidiu trabalhar, através de incentivos e gameficação, promovendo o apoio necessário para fazer jovens se apaixonar por empreendedorismo. Quem organiza o Reuni Experience? Vale destacar que, por trás de todo grande evento, existem também grandes organizadores. O Reuni Experience é uma iniciativa do Parque Tecnológico da Serra Catarinense, amplamente conhecido como Órion Parque. O Órion Parque preza pelo desenvolvimento de ferramentas de destaque para o desenvolvimento econômico da região em que está instalado. Como um parque tecnológico, trabalha impulsionando empresas em diversas áreas, tais como Tecnologia da Informação, Biotecnologia e demais interessados no avanço da área de inovação A partir do Reuni, todos os objetivos e perspectivas cultivados pelo Órion Parque passam a ser difundidos para o público universitário. Desse modo, torna-se possível trabalhar as novas gerações para que desenvolvam um empreendedorismo voltado para soluções de mercado e otimização de processos. Conheça mais sobre o Órion Parque e o Reuni Experience.

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Conheça a Sul Florestas Geo Engenharia

Há quase um ano presente no Órion Parque Tecnológico, a Sul Florestas Geo Engenharia atua com um tripé de diferentes atividades: Geoprocessamento – Levantamento georreferenciado e produção de bases cartográficas para subsidiar o processo de tomadas de de decisões; Florestas – Uso de geotecnologias para geração de dados e informações de povoamentos florestais, sendo essas uma das epsecialidades da empresa Meio ambiente – Execução de estudos e projetos para compatibilizar atividades potencialmente poluidoras coma legislação ambiental vigente. Confira nosso bate-papo com André Bortolotto e Matheus Nunes, empreendedores da Sul Florestas Geo Engenharia A Sul Florestas começou em 2012. Isso foi logo depois que vocês terminaram a faculdade? André Bortolotto – Na realidade iniciou a partir do nosso mestrado, quando nos conhecemos, na UFPR, de Curitiba. Lá a gente percebeu que tinha futuro a parte de geotecnologias aplicadas ao setor florestal. Parte dos conhecimentos que aplicamos hoje vieram da parte acadêmica, do mestrado. O Matheus veio primeiro a Lages, na sequência eu vim pra cá. Tivemos algumas oportunidades de negócios e nós resolvemos abrir a empresa e, desde então, estamos trabalhando na parte de geoprocessamento. Na parte acadêmica, no mestrado, vocês tiveram o incentivo ao empreendedorismo, ou nem tanto? André Bortolotto – Não, na verdade foi ao contrário. Tínhamos muito trabalho e incentivos na vida acadêmica. Era muita pesquisa, mas resolvemos aplicar os conhecimentos na prática para aliar as duas coisas: a parte acadêmica com o empreendedorismo. Resolvemos terminar o mestrado mas não ir direto a uma empresa. Tivemos várias oportunidades, de muitas empresas. No início tivemos dificuldades, mas com o passar do tempo vimos que conseguimos que o negócio desse certo.   A área de silvicultura aqui na região é muito forte. São empresas grandes, consolidadas. Apesar disso, o trabalho de vocês é muito inovador. Como vocês encaram a concorrência? André Bortolotto – Já temos alguns concorrentes, sim. Mas existe também uma quebra de paradigmas, do método convencional para o ser inovador. Agora podemos mostrar o que pode ser diferente, o que pode ser feito. Qual a principal vantagem e o diferencial do sistema de vocês, que é totalmente informatizado? André Bortolotto – Um dos trabalhos que fazemos é esse, do Veículo Aéreo Não Tripulado (VANT), uma vez que graças a essa tecnologia temos como cobrir áreas enormes perto do que conseguimos fazer através do método convencional, que seria a pé, para levantar e mapear essas informações. Dessa forma inovadora, usando as aeronaves, podemos ganhar em escala de quantidade de árvores mapeadas a cada vez. A qualidade das informações são bem melhores. Isso dá uma segurança para o produtor, já que usando o equipamento ele ou a empresa podem ter uma redução de custos bem grande. O produtor tem também a necessidade de fazer essa avaliação de forma periódica, não é? André Bortolotto – Esse é um dos paradigmas que estamos tentando quebrar. Muitas vezes os produtores faziam a contagem apenas uma vez, e pronto. Pensava-se que, sabendo quantas árvores se tem, não precisaria mais se preocupar. Mas agora propomos uma mudança nesse aspecto, já que com o VANT podemos fazer um monitoramento periódico, em determinadas épocas. A silvicultura está sempre sujeita a vários tipos de problemas… André Bortolotto – Exato, as árvores podem ter pragas, doenças, uma série de fatores podem condicionar a necessidade de periodicamente vermos as condições reais delas através dessa forma. Matheus Nunes Silva – Um exemplo prático é que, recentemente, nós fizemos o recobrimento de uma área e, por interesse nosso, acabamos sobrevoando novamente. Com isso, vimos focos de doenças que caminhando por baixo da floresta não eram visíveis. Nesse aspecto é muito importante. No ÓrionLab nós entramos com um foco mas agora estamos amadurecendo essa ideia inicial. Até por questão de concorrências, do que tem sido desenvolvido ao longo do tempo. Qual foi essa grande mudança? André Bortolotto – A mudança foi que a gente aqui no Órion, com as assessorias e mentorias, desenvolvendo o modelo de negócio, aprimoramos nossas capacidades, resgatando algumas coisas da área acadêmica que tivemos, mais voltado à pesquisa, e agora pensamos em implementar isso no negócio. Seria uma outra forma de fazermos o inventário florestal. Normalmente usa-se apenas o VANT e drones, mas pensamos também em fazer o inventário florestal dentro da floresta, in loco, trabalhando com equipamentos diferenciados, modificando a forma de fazer inventário florestal. Um dos equipamentos que vocês utilizam é o VANT – veículo aéreo não tripulado. Foram vocês mesmos que desenvolveram o modelo utilizado? André Bortolotto – O nosso foi produzido por nós mesmos. Fomos juntando as peças e as partes. Depois fizemos as configurações necessárias. Tivemos um período de testes, muito angustiante, porque aconteceram várias coisas, mas tudo foi um aprendizado. Isso fez com que acreditássemos na ideia, tivéssemos persistência e força de vontade. Fizemos muita pesquisa, mas tivemos etapas de tentativa e erro também. Quem são os clientes em potencial hoje, em Lages e na região? André Bortolotto – A gente já atuou em outros estados. Fizemos um trabalho grande em Minas Gerais, com nossos equipamentos. Aqui na região temos atendido a região da AMURES e clientes em potencial são empresas de reflorestamento, nesse primeiro momento em que falamos de florestas, mas agora estamos atuando também na parte de mineração. Algumas empresas que tem extração de minério tem feito levantamento de informações através do VANT, já que eles precisam ter o plano altimétrico das áreas, e também empresas de engenharia, que trabalham com movimentação de terras. Isso tudo leva em conta os mapeamentos que vocês fazem o mapeamento, tanto do VANT como com o drone… André Bortolotto – Exato. Usamos um ou outro de acordo com o tamanho da área a ser coberta. Quanto maior a área, passamos do quadricóptero para o VANT. O VANT tem uma autonomia maior, em torno de 1h15min, é elétrico e cobre cerca de 1.000 hectares. O quadricóptero tem autonomia de voo de cerca de 70 minutos.  

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Líderes da Associação Catarinense de Tecnologia vem a Lages divulgar potencialidades para o desenvolvimento da inovação

Em mais uma das ações para aceleração do desenvolvimento da cidade, a diretoria da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) vêm a Lages, no próximo dia 24 de setembro, falar sobre o Desenvolvimento de Ecossistemas Inovadores. O evento, realizado na Associação Comercial e Industrial de Lages (ACIL) é aberto ao público e demais interessados. Um dos presentes no evento é Daniel Leipnitz, Presidente da ACATE e diretor corporativo e de relações humanas na Visto Sistemas. Graduado em administração pela Universidade do Estado de Santa Catarina – ESAG (1997), Daniel tem MBA em Administração Global pela Universidade Independente de Lisboa e mestrado em administração de empresas pela Universidade do Estado de Santa Catarina (2002). Foi Diretor Financeiro do i3 Instituto Internacional de Inovação de 2012 a 2016. Ocupa a Diretoria de Novos Ambientes de Inovação na Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec). É Conselheiro da FAPESC (Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina) e Diretor de Tecnologia da ADVB/SC (Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil). Tem experiência na área de Administração, com ênfase em estratégia, estruturação de empresas, financeira e sistemas de gestão empresarial. Leipnitz e os diretores da entidade foram reeleitos para a diretoria da entidade em julho deste ano. Além dele, outro palestrante confirmado é Gabriel Sant\’Ana Palma Santos, doutor em Gestão do Conhecimento no Programa de Engenharia e Gestão do Conhecimento (EGC) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), mestre em Direito e Relações Internacionais pela UFSC e graduado em Direito pela UFSC e em Relações Internacionais pela Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI). Exerce a função de Diretor Executivo na Associação Catarinense de Tecnologia – ACATE e de Coordenador da Incubadora Miditec, eleita a 5ª melhor do mundo em 2018 (UBI Global). Na oportunidade ele falará sobre os números compilados pelo Observatório ACATE, ferramenta que disponibiliza dados inéditos e específicos sobre o ecossistema de inovação e tecnologia de Santa Catarina, segmentados por região. Os dados do Observatório são referentes ao ano de 2017 e podem ser acessados aqui. Fechando a programação, Diogo Machado, sócio e gestor de criatividade da Glóbulo, consultoria especializada em diferenciação para marcas, falará sobre branding de território. Órion é um dos parceiros O Órion Parque é parceiro desta iniciativa, que reúne também ACIL e o projeto Inova Serra SC. A inscrição para o evento pode ser feita pelo site: https://www.sympla.com.br/painel-sobre-desenvolvimento-de-ecossistemas-inovadores__364156 Painel sobre Desenvolvimento de Ecossistemas Inovadores Dia: 24/09 Horário: 19h30 Local: ACIL – sala de treinamentos 1

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Incubação de empresas: o suporte que o seu negócio precisa

A incubação de empresas é uma característica de indução de instituições inovadoras. O Órion Parque Tecnológico tem como objetivo fomentar o desenvolvimento de novos empreendimentos, onde os resultados esperados a longo prazo deverão garantir a autossustentação e a autonomia da empresa, em determinado prazo. O processo fornece serviços assistenciais, como mentorias, além de outras condições e suporte de sobrevivência para negócios que precisam ser “incubados” até que estejam preparados e maduros para inserção no mercado. O processo de incubação tem como principal objetivo selecionar propostas de empresas voltadas preferencialmente para as áreas de Tecnologia da Informação e Tecnologia da Informação e Comunicação, Biotecnologia, Automação e Metalmecânica, Economia Verde e Tecnologia da Madeira, nas quais o Centro de Inovação tem atuação com capacidade para dar suporte. Com a função de estimular e dar suporte ao crescimento de empresas inovadoras, a incubadora de empresas é um importante mecanismo no ecossistema dos startups. Neste artigo, você vai conhecer as principais características do modelo e entender as condições necessárias para uma empresa ser incubada. Requisitos mínimos de uma incubadora de empresas Suporte técnico O suporte técnico da incubação estará disponível à sua empresa objetivando garantir o potencial para que haja uma efetiva contribuição – por parte do Parque Tecnológico – para a sociedade. Esse suporte engloba consultoria em assuntos específicos e espaço físico para trabalho. Porém, é importante saber que não é qualquer empresa que pode ser incubada. A Órion criou um processo de seleção e são estabelecidos alguns critérios para escolha das empresas que serão beneficiadas. Para mais informações, aconselhamos acessar o edital, para entender os benefícios e deveres estabelecidos às empresas que se juntarem a este projeto. A seguir, observe o procedimento de incubação virtual e os principais benefícios que a Órion poderá trazer a sua empresa: Inovação de produtos Devido ao crescimento no âmbito tecnológico, a inovação é uma das maiores vantagens no mercado. Nesse aspecto, o Órion possui um arsenal de ideias que farão com que sua empresa prospere em negócios, tendo como ponto de partida a ideia concebida pelo empreendedor. Viabilização econômica É claro que serão necessários gastos para o engajamento de sua empresa no mercado. O Órion apresentará as melhores viabilidades financeiras e econômicas, visando tanto o fluxo de entrada, como a saída de capital. Procedimentos O primeiro procedimento é destinado a atender os problemas do cliente. Nesta fase, a principal questão é garantir que o produto realmente resolva um problema da empresa. O Órion e sua empresa planejarão todas essas etapas, mapeando, testando e analisando os respectivos refinamentos dos modelos de negócio, objetivando a inovação e comercialização do novo produto no mercado. O Órion fará com que o processo de vendas seja viável e rentável. O maior objetivo desta fase de incubação é garantir o engajamento do seu negócio, através de diversas formas e estratégias, como o marketing de vendas. A próxima fase é o estágio de maturidade da incubação, onde o equipamento de vendas da empresa é validado. Neste momento deve haver um esforço maior para captar investimentos, além de estruturar melhorar canais de venda e distribuição. Através desta iniciativa, a Incubadora do Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, no Órion Parque, juntamente com seus parceiros, objetivam o estímulo ao desenvolvimento de negócios inovadores com alto potencial de crescimento, visando à contínua melhora de aspectos tecnológicos, além de aspectos de gestão, de mercado, de capital e de recursos humanos, de modo a assegurar o fortalecimento e a melhoria de seu desempenho. Para melhor compreensão de quais direitos e deveres as empresas devem seguir e relação ao Órion Parque, sugerimos que dê uma olhada do Edital Nº. 01/2017. Nele, você poderá conhecer as vantagens de incrementar o crescimento de sua empresa a partir de novas ideias, logística, marketing e demais processos que fomentam o aumento do seu negócio.

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Conheça a Salvo Soluções Digitais e o projeto Cowtrol

Incubadas no Órion desde novembro de 2017, a Salvo Soluções Digitais e o projeto Cowtrol prometem revolucionar aspectos da cultura tradicional da Serra Catarinense. Com inovação e tecnologia, as iniciativas pensadas pelo empreendedor paulista Marcus Moreno ainda não estão disponíveis no mercado, mas os projetos seguem em elevado nível de desenvolvimento. Confira nosso bate-papo com Marcus Moreno, empreendedor da Salvo Soluções Digitais e do projeto Cowtrol Você é de São Paulo. Você já tinha a Salvo antes de vir para a cidade? Há quanto tempo está em Lages? Bom, estou há três anos aqui. A Salvo tem pouco mais de um ano . Quando eu me mudei de São Paulo pra cá eu resolvi empreender. Minha família veio para cá antes e, logo depois que cheguei, o Órion começou a funcionar, em 2016. Eu já estava envolvido com empreendedorismo, esse tipo de coisa, lá em São Paulo. Participava de eventos do SEBRAE, me interessava muito por tudo isso. Era, basicamente, o mesmo modelo de um Centro de Inovação e Parque Tecnológico como o Órion. Como tínhamos um amigo em comum, meu sócio comentou estar precisando de um sistema. Como em São Paulo eu já fazia isso, porque eu trabalhava numa financeira, já tinha feito um sistema para a captura de imagens sobre opções de financiamento. Esse material todo ia para a internet. Tinha a empresa que fazia toda a digitalização, mas não tinha quem fizesse o sistema. Assim surgiu a Salvo, num aspecto complementar às demandas que apareceram pra mim. E o Cowtrol, como ele nasceu? Logo depois da Salvo, tive também o projeto do Cowtrol. Brinco dizendo que ele saiu \”meio sem querer\”, porque meu cunhado e meu filho estavam conversando e aí eles falaram que tinha uma vaca nossa, chamada de \”barrosa do chifre torto\”, que ia dar cria, e por isso precisava de cuidados. Olhei para os dois e fiquei curioso, pensando na denominação que ouvi. Pensei que se fosse pra eu saber, estaria em problemas para diferenciar e entender qual dos animais seria esse. Isso que estávamos no sítio. A partir disso, pensei que se eu tivesse um sistema, que incluísse a foto da vaca, o \”nome dela\” e o número do brinco, eu conseguiria identificá-la rapidamente, de forma muito mais segura e sem a necessidade de conhecer as características físicas do animal. O Cowtrol começou assim. Uma vez que podíamos ter a possibilidade de identificação, podíamos controlar a necessidade de vacinas, verificar o peso e idade de cada um dos animais, por exemplo. Com o tempo e conversas com os produtores, vimos que o projeto foi ganhando credibilidade. As pessoas iam se interessando e vi que tinha viabilidade também a virar uma startup.

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Como está a gestão do tempo e a produtividade da sua equipe?

Para uma equipe de marketing, a gestão do tempo e da produtividade são essenciais. Muitas vezes, o gerente não está em sua estação de trabalho e não tem meios para gerenciar o tempo e as tarefas dos seus colaboradores. Se você está com dificuldades para entender o que cada membro da sua equipe está fazendo, ou se não está sabendo realmente gerenciar seu tempo com efetividade, leia esse artigo até o final. Controlar o tempo é necessário sempre! Seja em casa, no trabalho, faculdade, vida pessoal, não devemos, apenas, organizar o que iremos fazer, mas também precisamos encontrar maneiras para que tais tarefas possam ser executadas, com eficácia, dentro do prazo necessário. Confira abaixo quatro dicas que podem te auxiliar a gerenciar o tempo da sua equipe: 1) Planeje o seu dia No dia anterior, ou logo no começo da manhã, organize as atividades que precisará realizar. Assim, você terá uma prévia abrangente do que será necessário fazer e, eventualmente, remanejar alguma tarefa. Não deixe as tarefas simplesmente “atropelarem” você na sua rotina diária. A grande vantagem do planejamento, na gestão de tempo, é que o colaborador tome decisões antecipadas e não prejudique o próprio desempenho em suas tarefas agendadas. 2) Não permaneça muito tempo em um só processo Todos os dias possuímos novos desafios, tarefas, problemas, dificuldades e o mínimo aceitável é sempre fazer tudo com excelência! Se você está há muito tempo em um mesmo processo e não está mais rendendo, pause, descanse e dê o start em outra tarefa. Esse é um dos grandes princípios que utilizamos dentro da nossa agência. Você já ouviu falar no método Kaizen? Você deve buscar sempre melhoria contínua em seus processos. Não aceitamos um site “meia-boca”, nem um e-mail “mais ou menos”. Para essa melhoria, você deve ter o envolvimento e o comprometimento dos funcionários com a organização. 3) Utilize a Tríade do Tempo A Tríade do Tempo é uma das mais conhecidas metodologias de organização, desenvolvida por Christian Barbosa. Serve para ajudar a organizar e medir a produtividade de um profissional. Trata-se de uma metodologia de planejamento pessoal que ajuda o indivíduo a organizar sua vida e, dessa forma, se tornar mais produtivo e ter uma vida mais equilibrada. Porém, como colocar em ação? O primeiro passo é a classificação de cada uma das tarefas. Sempre comece pelas tarefas importantes e urgentes: as importantes possuem prazos e resultados, enquanto as tarefas urgentes já passaram do tempo em que deveriam ser realizadas ou possuem uma janela de tempo pequena. As tarefas circunstanciais, por sua vez, são aquelas que não passam de desperdício de tempo. 4) Tenha um software para controle do tempo Por fim, a última e mais valiosa dica! Não basta querer controlar tudo em uma agenda ou em uma planilha do Excel. Hoje no mercado temos vários softwares que ajudam no processo de controle de tempo como: Neotriad, Runrun.it e o Bitrix24. Este último (Bitrix) é o que utilizamos atualmente na agência e é muito completo. Nele, além de gerenciar tempos e tarefas, temos integrações com projetos, CRM, marketing e muitas outras características. Utilizar ferramentas como essas pode parecer querer controlar muito o ambiente de trabalho, ou parecer regrado em demasia, mas o fato é que isso ajuda muito no fator produtividade (a Lands é a prova disso). Ter controle sobre algo que precisa ser feito, e saber administrar seu tempo, é algo valioso para entregar melhores resultados e obter altos níveis de excelência em seus trabalhos. Quais são suas dificuldades em relação à organização do tempo da sua equipe? Você usa algum método específico como SCRUM ou algo do gênero? Deixe seu comentário abaixo, adoraremos debater sobre o assunto! Por Felipe Zimmermann Arruda, Gerente de Marketing da Lands Agência Web, mentor parceiro do Órion Parque Tecnológico

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Conheça o Orion Connect

O Órion Connect faz parte de um projeto do Órion Parque Tecnológico. Antes de falar sobre o Órion Connect vamos apresentar brevemente o Órion Parque Tecnológico. Órion Parque Tecnológico A principal função do Parque Tecnológico é promover as riquezas de uma determinada comunidade, incentivando a competitividade e inovação de instituições e empresas. Sendo assim, fornece suporte estrutural, administrativo e gerencial e estimula eventos e projetos que incentivam o desenvolvimento de empreendedores. O entrosamento mútuo da universidade, indústria, governo e sociedade tem grandes benefícios. Os benefícios são resultantes da tecnologia da universidade, da estrutura das indústrias, do apoio do governo e da participação da sociedade. Mas quais são os benefícios? Entre eles, podemos citar: inovações para mazelas sociais, empregabilidade, atividades e eventos de capacitação e muitos outros. Órion Connect: Conceito O termo Connect simboliza o projeto como um todo. Existe a conexão de pessoas, organizações e ambientes que produzem, em sincronia, ótimos resultados para a sociedade. Mas como o Órion Connect realiza toda a interação? O Órion Connect utiliza de workshops, reuniões, palestras, rodas de conversa e outros diferentes eventos para incentivar o público alvo a desenvolver perspectivas, transformações e assim os auxilia através de caminhos e conexões com outras pessoas. Órion Connect: Atuação Entre as inúmeras iniciativas e projetos presentes no Órion Parque Tecnológico destacamos o Órion Connect. O Órion Connect trata-se de um projeto inovador de cunho social que objetiva empoderar três importantes grupos: Melhor Idade, Jovem e Feminino. Para todos os grupos a ideia é algo similar a uma roda de conversa para apresentar conhecimentos, estudos e orientações que podem ser interessantes para um deles. Empoderamento Feminino: Pode ser compreendido como a contextualização e desenvolvimento da emancipação e independência da mulher. Para isso, o grupo conta com pessoas as quais tem como objetivo ser parte da mudança em suas respectivas realidades. Sendo assim, são compartilhados conhecimentos para que o empoderamento feminino possa ser fortalecido e ampliado. Empoderamento da Melhor Idade: O grupo consiste nas pessoas acima de 50 anos que tem interesse em adaptar ao meio digital. A adaptação da Melhor Idade ao meio digital resulta em uma maior facilidade de reingresso ao mercado de trabalho, facilitação nas tarefas diárias e permitir que conectem ao gigantesco mundo das mídias sociais. Empoderamento Jovem: O grupo dos jovens visa compartilhar experiências de empreendedorismo e unir conhecimentos teóricos e a práticos para sanar problemas comuns da comunidade. Órion Connect: Projetos O objetivo de empoderar diferentes grupos têm como ideal, em larga escala, criar um ambiente para desenvolver, através de conhecimento e ações conjuntas, os indivíduos de cada grupo. É um projeto desafiador tanto por sua dimensão quanto por sua audácia. Apesar disso já aconteceram inúmeros eventos frutos do Órion Connect como destacamos a seguir. Cursos de informática: Com o objetivo de informatizar a melhor idade foi feita uma parceria com a Uniplac e o Centro de Inovação. Coleta da ação Tampet’s: O evento consistiu na coleta de tampinhas plásticas que foram recicladas. Todo o dinheiro arrecadado foi revertido para auxiliar cuidados com animais de ruas como castração e alimentação. Como podemos ver o Órion Connect abrange eventos de tecnologia, inovação, empreendedorismo, sustentabilidade e liderança. Os eventos também aproximam, engajam, e faz com que o público compartilhe de boas experiências e práticas. O resultado de toda a interação é um impacto extremamente positivo em vários setores da sociedade. Entendeu quais são os objetivos do projeto Órion Connect do Órion Parque Tecnológico? Você gostaria de participar ou conhecer mais informações? Caso desejar clique aqui para conhecer tudo sobre o Órion Connect, como participar, como ajudar e muito mais!

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Principais vantagens do Coworking

Você sabe o que é coworking? Coworking consiste em um modelo de trabalho baseado no compartilhamento do espaço com diferentes empreendedores. Sendo assim, é como se fosse um escritório compartilhado, podendo ser utilizado por empreendedores, profissionais liberais, estudantes ou qualquer outro público interessado. Além disso, não é necessário que os profissionais que utilizem o mesmo ambiente tenham a mesma área de atuação. A ideia do coworking é muito recente, começando por volta do ano 2000. Apesar disso, tem crescido muito em todo mundo, inclusive no Brasil. Sabendo o que é coworking, temos que nos perguntar, quais as vantagens do coworking? O coworking possui inúmeras vantagens, entre elas: um maior contato com outras empresas e funcionários, aumento da produtividade, desenvolvimento de novas ideias e maior economia financeira. Desenvolvimento do networking Vamos então destacar, uma a uma, as vantagens do coworking? Vamos começar pelo maior contato com um maior número de empresas e funcionários. Criar e estabelecer uma rede de contatos é chamado também de networking. O networking por si só tem outras tantas vantagens. Veja um exemplo da utilização de networking. Imagine que você precisa contratar alguém. Se você conhece poucas pessoas, terá poucas pessoas para oferecer a vaga de emprego. Se conhecer mais pessoas, a possibilidade de o perfil de uma das pessoas atender à vaga que disponibiliza aumenta. Sendo assim, quanto mais pessoas conhece, maior seu networking. Aumento da produtividade Outra importante vantagem do coworking é o aumento de produtividade. O aumento de produtividade é resultante de inúmeros fatores. Um deles é um ambiente, na maioria das vezes, mais focado. Outro é a competitividade natural do ambiente. Podemos destacar também o compartilhamento de métodos de trabalho, que pode ser muito útil para aprender a realizar tarefas de forma mais eficiente, economizando tempo e, consequentemente, diminuindo os gastos financeiros. O aumento da produtividade pode ser também de outra forma. Imagine que tenha uma empresa que precise de uma solução de tecnologia. Se tiver uma empresa do ramo tecnológico no mesmo local de coworking ela pode lhe ajudar em seus problemas de forma mais amigável que uma empresa que não compartilha do mesmo espaço. Podemos perceber assim que as empresas que compartilham um mesmo local tendem a priorizar empresas próximas para que possam crescer juntas. Dinâmicas em grupo Conhecer pessoas de outras áreas e ramos faz com que seja possível aprender com seus sucessos e fracassos e, assim, a possiblidade de incorporar o conhecimento do próximo no próprio empreendimento. Conhecer novas pessoas, conversar e desenvolver novas experiências podem resultar em um fruto muito importante: ideias. Ideias são extremamente importante no mundo de hoje. A maioria das ideias é resultante da observação de uma situação ou da tentativa de resolver um problema. Mas note que é necessária uma situação ou um problema, e ambos você pode conseguir conversando com outras pessoas da mesma área ou de diferentes ramos de trabalho. Diminuição de gastos Uma vantagem de compartilhar um escritório é uma redução de gastos. Imagine uma recepção integrada para todas as empresas do coworking. Assim é necessária apenas uma despesa em comum, como uma recepção, que pode ser dividida proporcionalmente para cada empresa que utiliza o serviço. O mesmo pensamento é possível fazer quanto aos móveis, serviços como telefonia e internet, entre muitos outros. Mas, agora chega uma importante pergunta: onde encontrar um coworking? Existem poucos locais no Brasil que disponibilizam coworking, mas podemos citar, como referência, o espaço Bellatrix e o Coworking Centro de Inovação do Órion Parque. Ambos os locais são extremamente indicados e vale a pena dar uma olhada, as vantagens. Você pode conferir mais sobre o espaço Bellatrix clicando aqui e sobre o Coworking Centro de Inovação clicando aqui. Ficaram claras as vantagens de aderir ao coworking? Ficou alguma dúvida? Deixe sua opinião ou comentário a respeito dos benefícios do coworking.

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Conheça a Scienco Biotech

Empresa de biotecnologia, com perspectiva de exportar insumos para diagnósticos laboratoriais de alta complexidade, a Scienco Biotech está presente no Órion desde novembro de 2017. A empresa produz reagentes para imunoensaios e indicadores de análise de proteínas que atendem o mercado nacional, sem deixar de lado o rigor com marcos regulatórios e indicadores específicos de qualidade internacionais, como certificados de análises – necessários para o controle de qualidade dessas ferramentas. A proposta da Scienco Biotech é justamente inovar no desenho de moléculas híbridas com multifuncionalidade de forma a gerar ferramentas moleculares superiores para procedimentos de pesquisa, diagnóstico e manufatura de medicamentos. A Scienco Biotech foi a primeira empresa a entrar no programa ÓrionLab, alternativa de entrada no Órion Parque para projetos e empresas recém lançadas, com potencial para se desenvolver, mas que ainda não estejam em fase avançada de maturidade empresarial. Já atuando comercialmente, depois de um período inicial de pesquisa e desenvolvimento de produtos, a empresa prevê estar consolidada no mercado nacional em até dois anos. Contemplada no programa Sinapse da Inovação V, em 2015, ainda com o nome de i9 Biotec, a Scienco produz diversos produtos, como: Reagentes Para Imunoensaios REAGENTE SCIENCO ONESTEP- TMB REAGENTE SCIENCO STREPTAVIDINA Indicadores de Análise De Proteínas MARCADOR DE PESO MOLECULAR DE PROTEÍNAS COLORIDO SCIENCO BIOTECH REAGENTE SCIENCO FAST BLUE STAIN REAGENT MARCADOR DE PESO MOLECULAR DE PROTEÍNAS NÃO CORADO SCIENCO BIOTECH REAGENTE SCIENCO BRADFORD Confira nosso bate-papo com Maria de Lourdes Borba Magalhães, uma das sócio-fundadoras da Scienco Biotech A história da Scienco começou antes mesmo de vocês virem aqui para o Órion. Como foi esse processo? A Scienco começou com a ideia de alguns professores do CAV no desenvolvimento de produtos inovadores, e baseado em toda a questão de fomento à inovação e necessidade de fomento dela, de investimento nisso, do país como um todo, mas especialmente de Santa Catarina, nós começamos a focar no desenvolvimento de uma startup para conseguir colocar em prática muito do conhecimento gerado na academia. Um dos objetivos é preencher a lacuna que existe no Brasil de fornecimento de produto biotecnológico, de origem nacional, para o mercado de diagnóstico. A empresa foi criada com o advento do Sinapse da Inovação, e, nesse meio tempo, nós tentamos organizar a estrutura da empresa em outras incubadoras. Nossa startup demanda estrutura própria, diferenciada, um espaço laboratorial. Tivemos dificuldade com relação a isso em outros espaços, que são mais voltados a startups da área de Tecnologia da Informação (TI). Tentamos adequar a situação, mas não conseguimos. O Órion, mesmo estando voltado a receber empresas mais estruturadas, num primeiro momento, como incubadora, graças ao ÓrionLab tivemos a motivação e a certeza de nos estabelecermos aqui. Você falou que encontraram dificuldades de achar incubadoras que se adaptassem à necessidade que vocês tem de um laboratório, de um espaço físico específico…. Aqui na região tudo era muito voltado à TI, e apesar do Órion ser também voltado a isso, o Parque propiciou a existência de espaços nos quais fossem possíveis a implementação de um laboratório. Não temos como \”existir\”, digamos, sem essa estrutura física específica. A expectativa de vocês começarem a entregar produtos no mercado era de até dois anos, mais ou menos, por volta de 2020. Essa estimativa persiste ainda? Já estamos com entrada no mercado, uma entrada modesta, verdade, mas já estamos trabalhando e vendendo para que ganhemos mais mercado ao longo do tempo. Estamos com comercialização, mas ainda não com a saída desejada. Já temos, inclusive, um representante comercial em São Paulo, que faz essa ponte conosco. Estamos tendo um início modesto, mas com perspectiva de crescimento maior para 2019. Vocês têm algum tipo de concorrência nacional no desenvolvimento do produto que vocês fazem ou a única \”competição\” é internacional mesmo? Existe alguma coisa de concorrência no mercado brasileiro, mas não exatamente daquilo que estamos produzindo. No mercado nacional temos produtos semelhantes, mas nesse caso estamos fazendo parcerias, junto a esses empreendedores, para vendermos um produto mais completo possível, com reagentes complementares. A concorrência é muito maior de componentes importados. Para que são, exatamente, os produtos que vocês produzem? São principalmente componentes para atividade laboratorial. Nosso foco maior é do mercado de diagnóstico, que tem uma abrangência e mercado maiores, mas também muito mais difíceis de serem acessados, porque existem uma série de marcos regulatórios e certificados de análise que temos que dar conta…. Sobre essa questão dos marcos regulatórios e especificidades técnicas, vocês têm conseguido avançar com relação a isso? É uma grande dificuldade para vocês? Estamos avançando bastante, com bons resultados. A grande questão é que existem muitas exigências, por isso temos que ter uma semelhança muito grande com os produtos importados, que são os grandes players desse mercado. Muitas vezes, nossos potenciais clientes usam os mesmos reagentes, dos mesmos tradicionais fabricantes norte-americanos e europeus, há mais de 20 anos. Esses fabricantes estão no mercado há mais de 50 anos. Nossos potenciais clientes têm interesse em usar produtos nacionais, mas tem de ser atendidas todas essas exigências deles, principalmente nesse mercado de diagnóstico, que é um mercado maior. O objetivo de vocês é atingir, primeiramente, o mercado brasileiro? Sim, o mercado brasileiro, mas existe muita América Latina que seria um bom mercado também. Além do espaço físico que vocês conseguiram, graças ao Órion, como o Parque auxiliou vocês através de assessorias e mentorias? Com certeza esse trabalho que existe no Órion também nos ajudou muito. No planejamento estratégico da empresa, no entendimento de como deveríamos organizar a estrutura do novo negócio, tudo isso foi fundamental. Somos cinco sócios e mais três funcionários. O que temos é a formação técnica, e para nós da Scienco temos uma carência grande nesse aspecto de pensar nosso trabalho como um negócio. Foi através do Órion que conseguimos, também, parcerias, uma equipe mais multidisciplinar, que conseguisse atuar nas diversas áreas necessárias.  

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