Orion Parque

Como inscrever projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I)?

O processo de seleção de projetos PD&I ocorre no Centro de Inovação de Lages, Santa Catarina. Inicialmente é preciso compreender o que é um centro de inovação. Entende-se por Centro de Inovação toda comunidade que promove cultura e inovação e, no meio do processo, é responsável por capacitação pessoal. Além disso conecta inúmeros agentes inovadores, profissionais liberais, startups, laboratórios e, assim, cria um centro com espaço físico para desenvolver, produzir e comercializar novos produtos. Pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) consiste em um trabalho com o objetivo de aumentar o conhecimento de toda sociedade. A partir dos novos conhecimentos são possíveis o desenvolvimento de novas aplicações, inovando no mercado. As atividades englobadas pelo PD&I, como o próprio nome sugere, são: pesquisa básica, pesquisa aplicada e desenvolvimento experimental. A pesquisa básica tem como principal finalidade o aprendizado de novos conhecimentos. A pesquisa aplicada também tem como uma das finalidades o aprendizado, mas a principal diferença é que ela tem um objetivo prático de aplicar o conhecimento. O desenvolvimento experimental é o uso dos conhecimentos básicos e aplicados para promover produtos, serviços, procedimentos ou dispositivos inovadores. À seguir apresentaremos alguns itens fundamentais para que conheça ainda melhor do processo de seleção. Objetivo do projeto PD&I O projeto busca como resultados uma maior propagação do conhecimento e, consequentemente, uma maior aplicação do mesmo para desenvolver novos produtos, serviços ou quaisquer outros processos capazes de agregar valores ao Centro de Inovação, à sociedade e a toda economia da região. Vagas para o projeto PD&I São disponibilizadas até três vagas para ingressar no Centro de Inovação. Os candidatos elegíveis para as vagas são empresas que têm a capacidade de utilizar a infraestrutura, ambiente e toda a ampla variedade de serviços oferecidos para tornar viável a pesquisa e desenvolvimento do projeto. Inscrição do projeto PD&I A inscrição tem uma taxa de R$ 100,00 para cobrir os custos de avaliação do projeto. No ato da inscrição existe a necessidade de entregar uma série de documentos em duas cartas distintas. Os documentos incluem: cópia do RG, CPF, título de eleitor, comprovante de residência, CNPJ, prova de regularidade com FGTS, entre outros. O processo de seleção do projeto PD&I O processo de seleção pode ser dividido em duas partes: homologação e seleção dos projetos. Na primeira é analisada toda a documentação de cada projeto PD&I entregue na inscrição. A segunda etapa por sua vez é um processo seletivo que é conduzido por uma comissão de avaliadores ad-hoc, que avalia apenas as empresas aprovadas na primeira etapa. Regulamentos adicionais do PD&I A empresa tem prazo de permanência de até quatro anos para desenvolvimento do PD&I no Centro de Inovação. Apesar de não ser um requisito obrigatório, é desejável que os projetos sejam relacionados às áreas de TI, Comunicação, Biotecnologia, Automação, Economia Verde e Tecnologia da Madeira. Além disso, todas as empresas selecionadas dispõem de espaços físicos reservados, individuais ou compartilhados, dependendo da necessidade. O uso dos espaços coletivos do Centro de Inovação como salas de reunião, áreas de lazer, sala de treinamento e auditório podem ser utilizados pelas empresas selecionadas. As empresas com o projeto de PD&I selecionados têm a responsabilidade de arcar com os custos que superem o dimensionamento estabelecido. Acrescentando-se que toda alteração nas instalações com itens como equipamentos, acabamentos ou semelhantes necessitam de prévia autorização formal do Centro de Inovação. Sobretudo a empresa selecionada deve cumprir com todas as cláusulas presente no edital e no contrato. Empresas ainda em processo de desenvolvimento, mas com maturidade suficiente para ingresso no programa ÓrionLab, podem entrar no programa através de modalidade PD&I, facultando assim a possibilidade de ingresso no edital de residência do Centro de Inovação desta mesma modalidade. Compreendeu o que é a projeto de pesquisa, desenvolvimento e inovação do Órion Parque? O que achou? Gostaria de participar? Deixe a sua dúvida ou sugestão nos comentários para que possamos responder da forma mais rápida possível.

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Conheça a Pitfall Sistemas

Tecnologia aplicada para soluções em áreas de Assistência Social e Habitação A Pitfall Sistemas é uma das empresas de tecnologia sediadas no Orion Parque Tecnológico especialista em desenvolvimento e implantação de softwares e soluções para áreas de assistência social e habitação dos municípios. Trata-se de uma nova ferramenta de trabalho desenvolvida para gestão da Secretaria de Assistência Social, com soluções inovadoras, combinando ferramentas e estratégias de maneira dinâmica e interativa com o objetivo de quantificar e dar visibilidade ao trabalho executado. Instalada no Orion Parque desde fevereiro deste ano, conta com nove colaboradores sendo quatro sócios. Em poucos meses, a Pitfall triplicou o número de clientes. “Antes tínhamos cinco clientes, hoje graças ao apoio em consultorias, gestão e infraestrutura oferecida pelo Orion, estamos atendendo 14 empresas”, comenta o diretor administrativo, Olinto Melo Vertuoso. Com este salto, a meta para encerrar 2018 é totalizar 20 clientes, sendo que cinco novos contratos serão efetivados ainda no mês de outubro. “Vejo Órion como uma inteligência de mercado, a porta da frente, queremos disseminar o máximo desta oportunidade e assim desenvolver mais produtos e soluções”, reitera Vertuoso. Há duas semanas a Pitfall lançou o segundo produto que ainda passa por uma fase de testes, trata-se da primeira versão da Regularização Fundiária, implantada na prefeitura de Ibirama. “Nossos valores é trabalhar sempre com ética. Podemos perder negócios sim, mas nunca a ética profissional”, finaliza.  

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5 dicas para um evento de sucesso

Planejar um evento requer muita organização e trabalho para que tudo saia conforme o planejado e seja um sucesso. Nesse sentido, encontrar bons fornecedores e espaço para que o evento aconteça é quase uma missão. Mas fique tranquilo: nesse artigo traremos algumas dicas de como organizar o seu evento e fazer com que ele se torne um grande sucesso. Dica 1 – Use tecnologia Atualmente, a tecnologia está em todos os lugares e quase todas as pessoas têm acesso a algum tipo de tecnologia, sejam tablets ou smartphones. Quando falamos de tecnologia, não nos referimos apenas a uso de projetor e apresentações em PowerPoint, mas sim, usar a tecnologia nos detalhes do evento. Por exemplo, você pode inovar e criar um aplicativo único do seu evento. Nele podem conter as informações básicas sobre local, horário, programação, bem como confirmação de presença, informações úteis sobre o evento, preparando os convidados para o evento. Você pode também utilizar alertas para quando o evento se aproximar. A tecnologia pode também te auxiliar na organização do evento, como por exemplo com os dados dos fornecedores e dos convidados. A tecnologia pode muito bem trabalhar a seu favor: encontre o que há disponível neste tipo de mercado e escolha o que melhor irá te auxiliar. Dica 2 – Organização (organize-se!) Quem organiza um evento deve, primeiramente, organizar-se. É necessário ter muita organização e comprometimento para garantir que tudo ocorra conforme o planejado. Para isso, ter uma equipe eficiente e de confiança faz toda a diferença. É fundamental que o responsável pela organização do evento tenha habilidade para lidar com um grande volume de pessoas e informações, para se comunicar com pessoas das mais diversas áreas de atuação e, além disso, saiba lida com imprevistos, pois eles sempre ocorrem. É importante também ter uma agenda com tudo anotado, como cronograma, datas importantes, contatos de fornecedores e de convidados. O organizador deve ser calmo e exigente, ser um líder. Portanto, é essencial que ele tenha controle de todos os processos do evento, pois caso ocorra algum erro, o responsável será sempre ele. Dica 3 – Local do evento A escolha de um bom local para o evento é essencial e um dos aspectos fundamentais para que ele seja um sucesso. Para a escolha do local você deve levar em consideração a quantidade de convidados e o tipo de evento que será realizado. Os locais não podem ser nem muito grandes e nem pequenos, acomodando os convidados confortavelmente. Ambientes muito grandes para a quantidade de convidados sugere que o evento está vazio ou que muitos faltaram, assim como ambientes pequenos, que dão a sensação de desorganização. Nunca é bom deixar essas impressões em seus convidados. Eventos corporativos sugerem locais mais formais, como por exemplo, os Auditórios do Órion Parque, que apresentam toda a estrutura que o evento da sua empresa precisa, como ambientes climatizados, áreas de convivência e lanchonete, oferecendo o máximo de conforto para o seu convidado. Além disso, o local do evento não pode ser muito distante dos centros urbanos, ainda mais para eventos noturnos, por questões de segurança. Locais que já tenham espaços para estacionamento deve ser considerado na hora da escolha. Dica 4 – Escolha bem os fornecedores Escolher quem irá trabalhar com e para você é extrema importância para não ser surpreendido no momento em que mais precisar. Para isso, não privilegie apenas a questão econômica, os menores preços, mas trabalhe com quem já tem tradição na área. Busque empresas de qualidade, que sejam reconhecidos pelo mercado, mesmo que isso custe algum dinheiro a mais. É melhor aumentar o orçamento e ter a garantia de qualidade na prestação de serviço do que se arrepender de alguma escolha mal feita no dia do evento. Dica 5 – Feedbacks É fundamental que o organizador do evento ouça dos convidados o que eles acharam do seu evento. Isso significa saber sobre a recepção, buffet, iluminação, som, disposição das mesas, atendimento dos garçons, entre outros itens. E para facilitar essa avaliação você pode disponibilizar alguns questionários no rol de saída do evento, para que o convidado avalie anonimamente. Os feedbacks serão de grande valia para os próximos eventos que você organizará, podendo direcionar melhor alguns itens que por algum motivo deixaram a desejar aos convidados. Gostou das nossas dicas? Utilizou-as no seu evento? Nos conte como foi! Vamos receber os seus feedbacks.

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Órion Parque presente num dos maiores cases de empreendedorismo do sul do país

Na última semana, o Órion Parque Tecnológico se conectou a um dos maiores eventos de empreendedorismo e inovação do estado: o Evento Hoje 2018, realizado em Concórdia entre os dias 20 e 22 de setembro de 2018. Na terceira edição da iniciativa, o Hoje 2018 reuniu mais de 140 palestrantes e quase três mil participantes, discutindo cases de empreendedorismo, ações sociais e inovadoras, marketing, startups, redes sociais e o mundo da tecnologia, entre outras temáticas. Responsável pela produção do evento e toda programação, a Ódoisgo Multicomunicação, de Concórdia, foi parceira do Órion Parque Tecnológico, que levou à cidade parte da equipe do Instituto Órion, além de colaboradores e empreendedores de empresas do Centro de Inovação. Órion presente no Hoje 2019 No espaço reservado ao Órion Parque no evento Hoje 2018, foram apresentados números, detalhes de ações e alguns vídeos de empresas incubadas pelo Centro de Inovação, além da divulgação de publicações e outros dados sobre o Parque Tecnológico. O Órion já é presença confirmada na edição 2019 da iniciativa.                

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Órion Parque sedia 2ª Edição do Mulheres Connect

Empoderamento feminino e a participação efetiva das mulheres na política. Este, será um dos assuntos discutidos na 2ª Edição do Mulheres Connect realizado no próximo sábado (29), às 9h30, no Centro de Inovação do Órion Parque Tecnológico. Uma roda de conversa com mulheres debatendo questões da atualidade e causando impacto na sociedade e revelando a força da mulher serrana perante a sociedade. O tema escolhido para este encontro será “Mulheres na Política” com a historiadora Suzane Faita, e mediado pela coordenadora do Mulheres Connect, Nina Severo. Com a proximidade do período eleitoral, a escolha consciente definirá o futuro político dos próximos anos. “Para as pautas das mulheres serem levadas a sério é necessária a presença delas na política. Por isso é preciso fomentar a formação de lideranças, para que as possamos disputar os cargos eletivos com chances reais de vencer. E essa formação deve ser feminista, porque, o entendimento do papel das mulheres na sociedade, levando em consideração as diferenças de raça, classe e cultura, é fundamental”, comenta Suzane. Na primeira edição do evento, realizada em agosto, participaram aproximadamente 40 mulheres. Desta vez a expectativa é que mais pessoas sintam-se engajadas com a causa. “É importante promover encontros porque neles é que se estabelecem conversas, trocas de experiências, empatia a vivências diferentes. É necessário conhecimento para enfrentar a realidade que se deseja mudar e, também, porque cada realidade precisa de um enfrentamento diferente. Encontros aproximam pessoas e assim começam as grandes transformações, pois ninguém faz nada sozinho”, comenta a coordenadora Nina Severo. A ação faz parte do ÓrionConnect Dentre os programas e projetos desenvolvidos pelo Órion Parque está o ÓrionConnect, que atua com três frentes: Empoderamento da Melhor Idade, Empoderamento Jovem e Empoderamento Feminino. A proposta desta edição do Mulheres Connect será uma roda de conversa, mostrando diferentes possibilidades de trabalhos relacionados a conhecimentos básicos e orientações sobre emancipação feminina, saúde, emprego, empreendedorismo e outras questões que se apresentarem necessárias ao público interessado. De acordo com o coordenador do Órion Connect, Pedro Ceron, o Mulheres Connect é um ambiente de conexão de lideranças femininas. “Neste ambiente cria-se a possibilidade para formação de novas líderes e de criação de impacto com suporte de mulheres líderes. São mulheres que causam impacto na sociedade”, ressalta

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Órion Parque e ACATE reforçam parceria para o crescimento da inovação

Em encontro realizado na noite desta segunda-feira (24/09) na ACIL, em Lages, a Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) e o Órion Parque Tecnológico celebraram acordo para a dinamização de ações e desenvolvimento de iniciativas em parceria entre as duas entidades. A iniciativa engloba o núcleo de ações de aceleração do desenvolvimento de Lages, que fazem parte do movimento Inova Serra SC. O Órion e a ACATE são já são parceiros há mais de dois anos, desde a inauguração do Parque Tecnológico. Com a atualização dos termos de convênio, novas empresas integradas no Centro de Inovação automaticamente serão associadas ACATE, tendo a seu dispor de benefícios como: networking, representatividade, incentivo financeiro, apoio à pesquisa, desenvolvimento e inovação, internacionalização, capacitação empresarial, Empreendedorismo, Saúde (oferta de planos de assistência médica e odontológica), infraestrutura, responsabilidade social, apoio à comunicação e convênios em diversos setores. “Ainda temos que nos vender melhor. Se juntarmos os dados do Órion Parque e da MIDILages, mais de 40 empresas foram iniciadas. Queremos estar cada vez mais próximos à ACATE e esse incremento vai reforçar ainda mais nossa parceria”, comentou Claiton Camargo, diretor-executivo do Órion Parque. Além dessas vantagens, com o reforço na parceria entre Órion e a ACATE, a entidade catarinense indicará e incentivará o Parque Tecnológico como referência em tecnologia na região para operacionalizar projetos, eventos e ações que desenvolvam o avanço da Tecnologia da Informação e Comunicação, bem como a inclusão social e digital da população da Serra Catarinense, através de projetos e programas de capacitação, visando a geração de emprego e renda. “Acreditamos que a tecnologia vai ser a principal economia do estado. Tanto no aspecto das novas iniciativas que surgem, como as tradicionais que se transformam. Essas transformações têm um lado bom e outro ruim. Se ficarmos acomodados, isso pode ser negativo. Se pensarmos em mudança, isso será revolucionário e muito positivo”, afirmou Daniel Leipnitz, presidente da ACATE. Com a formalização, outro diferencial para as empresas da Serra será um desconto de 50% nos valores de mensalidade da ACATE. Também ficou determinado que a entidade informará todos os eventos, feiras, missões, cursos e projetos desenvolvidos no âmbito da associação que possam ser aproveitados pelo Órion Parque e a comunidade da região. Incremento de cerca de R$ 15 bilhões na economia catarinense O presidente da ACATE reforçou os grandes números do setor em Santa Catarina. “São mais de 2 mil empresas na área e cerca de 19 mil pessoas trabalhando diretamente com empresas do setor na região de Florianópolis. Cerca de R$ 6 bilhões são movimentados atualmente com empresas vinculadas pela ACATE. No estado são cerca de R$ 15,53 bilhões. Santa Catarina tem a maior proporção de startups do país. Temos grandes números, trabalhamos para \’estadualizar\’ a ACATE, e isso é muito gratificante”, reforçou Leipnitz, que também é diretor corporativo e de relações humanas na Visto Sistemas. Branding de território Diogo Machado, sócio e gestor de criatividade da Glóbulo, consultoria especializada em diferenciação para marcas, comentou sobre como desenvolver um conceito para uma marca, de acordo com os aspectos sensoriais que podem ser a ele atrelados. “Propósito busca fazer algo diferente para realizar uma tarefa, seja ela que for. Propósito não é algo que você tem. É algo que você acredita. Pensamos ver as coisas de forma única e, assim, tentar entender qual o propósito de Lages”, comentou.

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Como funciona o Reuni Experience?

Sem sombra de dúvidas, o empreendedorismo é um tema que vem sendo abordado com cada vez mais frequência em nosso cotidiano, panorama amplamente reconhecido pelo Reuni Experience. Além disso, a valorização do comportamento empreendedor também se apresenta em ascensão, fazendo com que jovens no mundo todo trabalhem seu potencial em novos caminhos. Ano após ano, empreender tem se tornado uma forma de abrir portas para um futuro promissor. Desse modo, a introdução de ideias inovadoras e soluções é uma das propostas do Reuni Experience. Caso você ainda não conheça o evento, mas se interessa pela área em questão, é extremamente válido que busque saber mais sobre o assunto. Pensando nisso, trouxemos nesse artigo alguns pontos importantes a respeito de como funciona o Reuni Experience. Confira a seguir. O que é o Reuni Experience? O Reuni Experience se trata, primordialmente, de um projeto que busca estimular cada vez mais o empreendedorismo no ambiente universitário. Numa análise geral, os jovens se destacam por todo o seu potencial criativo e inovador. Desse modo, o projeto busca trabalhar com essas peculiaridades de jovens adultos para proporcionar melhoras definitivas no cotidiano de grandes marcas e empresas. Como funciona o Reuni Experience? O Reuni Experience é uma imersão inspiracional empreendedora pela qual os alunos recebem treinamentos para tirar suas ideias do papel, tendo a oportunidade de “pôr a mão na massa” durante o processo, recebendo mentorias de professores, consultores e outros empreendedores da comunidade. O Reuni Experience atua em um sistema cíclico de desenvolvimento, a partir do qual são colocados em prática múltiplos processos. Trata-se de uma espécie de gincana de empreendedorismo, que ocorre em faseadas etapas, durante cerca de três dias: 1. Inspiração A mais importante das etapas trata-se da escolha de um projeto. Assim, a partir de sua idealização, o projeto é pensado e escrutinado entre todos. Nesta fase de inspiração, os alunos recebem treinamentos e motivações para novos projetos 2. Ideação Nesta fase são definidos os times e, dentro deles, sessões de brainstorming de ideias sugerem diferentes ações e iniciativas que reforçam o processo de amadurecimento dos negócios, que são orientados por professores, empreendedores e demais profissionais da área. 3. Apresentar A próxima etapa é apresentar os resultados à investidores em um evento público, de modo que os mesmos possam demonstrar seu interesse para investir na ideia. 4. Construção Nesta fase, há a criação de um modelo de negócio definido pela equipe. Ainda contando com a ajuda de professores e empreendedores, nesta fase os participantes pensam numa marca, identidade visual, plano de negócio e estratégias de vendas do produto ou serviço imaginado. 5. Apresentação Na apresentação, são pensadas formas criativas de apresentar a ideia empreendedora para a comunidade. Com a elaboração e apresentação de um pitch de poucos minutos, os jovens empreendedores precisam resumir todas as estratégias para convencer uma banca de jurados que o projeto apresentado pode ser viável e coerente. Em paralelo com as atividades de ideação e construção do modelo de negócio, acontece o Reuni Game, uma gincana com o intuito de estimular o espirito de equipe e a criatividade dos participantes. Ao final do evento acontece duas premiações, uma para o melhor projeto e outra para a equipe ganhadora do Reuni Game. Para que foi criado o Reuni Experience? Dado que uma enorme parcela do reconhecimento de um projeto é dada por seus objetivos, apresentá-los passa a constituir uma tarefa fundamental. Dizemos que, no mundo empreendedor, constantemente nos deparamos com dificuldades em concretizar boas ideias elaboradas individualmente ou em conjunto. Contudo, essa se trata da porção mais importante de um projeto. O foco do projeto não se restringe apenas à formação de novos e promissores negócios, passando a abranger de maneira igualmente importante questões que promovam a construção de um mundo melhor. Foi pensando nisso que o Reuni Experience decidiu trabalhar, através de incentivos e gameficação, promovendo o apoio necessário para fazer jovens se apaixonar por empreendedorismo. Quem organiza o Reuni Experience? Vale destacar que, por trás de todo grande evento, existem também grandes organizadores. O Reuni Experience é uma iniciativa do Parque Tecnológico da Serra Catarinense, amplamente conhecido como Órion Parque. O Órion Parque preza pelo desenvolvimento de ferramentas de destaque para o desenvolvimento econômico da região em que está instalado. Como um parque tecnológico, trabalha impulsionando empresas em diversas áreas, tais como Tecnologia da Informação, Biotecnologia e demais interessados no avanço da área de inovação A partir do Reuni, todos os objetivos e perspectivas cultivados pelo Órion Parque passam a ser difundidos para o público universitário. Desse modo, torna-se possível trabalhar as novas gerações para que desenvolvam um empreendedorismo voltado para soluções de mercado e otimização de processos. Conheça mais sobre o Órion Parque e o Reuni Experience.

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Conheça a Sul Florestas Geo Engenharia

Há quase um ano presente no Órion Parque Tecnológico, a Sul Florestas Geo Engenharia atua com um tripé de diferentes atividades: Geoprocessamento – Levantamento georreferenciado e produção de bases cartográficas para subsidiar o processo de tomadas de de decisões; Florestas – Uso de geotecnologias para geração de dados e informações de povoamentos florestais, sendo essas uma das epsecialidades da empresa Meio ambiente – Execução de estudos e projetos para compatibilizar atividades potencialmente poluidoras coma legislação ambiental vigente. Confira nosso bate-papo com André Bortolotto e Matheus Nunes, empreendedores da Sul Florestas Geo Engenharia A Sul Florestas começou em 2012. Isso foi logo depois que vocês terminaram a faculdade? André Bortolotto – Na realidade iniciou a partir do nosso mestrado, quando nos conhecemos, na UFPR, de Curitiba. Lá a gente percebeu que tinha futuro a parte de geotecnologias aplicadas ao setor florestal. Parte dos conhecimentos que aplicamos hoje vieram da parte acadêmica, do mestrado. O Matheus veio primeiro a Lages, na sequência eu vim pra cá. Tivemos algumas oportunidades de negócios e nós resolvemos abrir a empresa e, desde então, estamos trabalhando na parte de geoprocessamento. Na parte acadêmica, no mestrado, vocês tiveram o incentivo ao empreendedorismo, ou nem tanto? André Bortolotto – Não, na verdade foi ao contrário. Tínhamos muito trabalho e incentivos na vida acadêmica. Era muita pesquisa, mas resolvemos aplicar os conhecimentos na prática para aliar as duas coisas: a parte acadêmica com o empreendedorismo. Resolvemos terminar o mestrado mas não ir direto a uma empresa. Tivemos várias oportunidades, de muitas empresas. No início tivemos dificuldades, mas com o passar do tempo vimos que conseguimos que o negócio desse certo.   A área de silvicultura aqui na região é muito forte. São empresas grandes, consolidadas. Apesar disso, o trabalho de vocês é muito inovador. Como vocês encaram a concorrência? André Bortolotto – Já temos alguns concorrentes, sim. Mas existe também uma quebra de paradigmas, do método convencional para o ser inovador. Agora podemos mostrar o que pode ser diferente, o que pode ser feito. Qual a principal vantagem e o diferencial do sistema de vocês, que é totalmente informatizado? André Bortolotto – Um dos trabalhos que fazemos é esse, do Veículo Aéreo Não Tripulado (VANT), uma vez que graças a essa tecnologia temos como cobrir áreas enormes perto do que conseguimos fazer através do método convencional, que seria a pé, para levantar e mapear essas informações. Dessa forma inovadora, usando as aeronaves, podemos ganhar em escala de quantidade de árvores mapeadas a cada vez. A qualidade das informações são bem melhores. Isso dá uma segurança para o produtor, já que usando o equipamento ele ou a empresa podem ter uma redução de custos bem grande. O produtor tem também a necessidade de fazer essa avaliação de forma periódica, não é? André Bortolotto – Esse é um dos paradigmas que estamos tentando quebrar. Muitas vezes os produtores faziam a contagem apenas uma vez, e pronto. Pensava-se que, sabendo quantas árvores se tem, não precisaria mais se preocupar. Mas agora propomos uma mudança nesse aspecto, já que com o VANT podemos fazer um monitoramento periódico, em determinadas épocas. A silvicultura está sempre sujeita a vários tipos de problemas… André Bortolotto – Exato, as árvores podem ter pragas, doenças, uma série de fatores podem condicionar a necessidade de periodicamente vermos as condições reais delas através dessa forma. Matheus Nunes Silva – Um exemplo prático é que, recentemente, nós fizemos o recobrimento de uma área e, por interesse nosso, acabamos sobrevoando novamente. Com isso, vimos focos de doenças que caminhando por baixo da floresta não eram visíveis. Nesse aspecto é muito importante. No ÓrionLab nós entramos com um foco mas agora estamos amadurecendo essa ideia inicial. Até por questão de concorrências, do que tem sido desenvolvido ao longo do tempo. Qual foi essa grande mudança? André Bortolotto – A mudança foi que a gente aqui no Órion, com as assessorias e mentorias, desenvolvendo o modelo de negócio, aprimoramos nossas capacidades, resgatando algumas coisas da área acadêmica que tivemos, mais voltado à pesquisa, e agora pensamos em implementar isso no negócio. Seria uma outra forma de fazermos o inventário florestal. Normalmente usa-se apenas o VANT e drones, mas pensamos também em fazer o inventário florestal dentro da floresta, in loco, trabalhando com equipamentos diferenciados, modificando a forma de fazer inventário florestal. Um dos equipamentos que vocês utilizam é o VANT – veículo aéreo não tripulado. Foram vocês mesmos que desenvolveram o modelo utilizado? André Bortolotto – O nosso foi produzido por nós mesmos. Fomos juntando as peças e as partes. Depois fizemos as configurações necessárias. Tivemos um período de testes, muito angustiante, porque aconteceram várias coisas, mas tudo foi um aprendizado. Isso fez com que acreditássemos na ideia, tivéssemos persistência e força de vontade. Fizemos muita pesquisa, mas tivemos etapas de tentativa e erro também. Quem são os clientes em potencial hoje, em Lages e na região? André Bortolotto – A gente já atuou em outros estados. Fizemos um trabalho grande em Minas Gerais, com nossos equipamentos. Aqui na região temos atendido a região da AMURES e clientes em potencial são empresas de reflorestamento, nesse primeiro momento em que falamos de florestas, mas agora estamos atuando também na parte de mineração. Algumas empresas que tem extração de minério tem feito levantamento de informações através do VANT, já que eles precisam ter o plano altimétrico das áreas, e também empresas de engenharia, que trabalham com movimentação de terras. Isso tudo leva em conta os mapeamentos que vocês fazem o mapeamento, tanto do VANT como com o drone… André Bortolotto – Exato. Usamos um ou outro de acordo com o tamanho da área a ser coberta. Quanto maior a área, passamos do quadricóptero para o VANT. O VANT tem uma autonomia maior, em torno de 1h15min, é elétrico e cobre cerca de 1.000 hectares. O quadricóptero tem autonomia de voo de cerca de 70 minutos.  

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Líderes da Associação Catarinense de Tecnologia vem a Lages divulgar potencialidades para o desenvolvimento da inovação

Em mais uma das ações para aceleração do desenvolvimento da cidade, a diretoria da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) vêm a Lages, no próximo dia 24 de setembro, falar sobre o Desenvolvimento de Ecossistemas Inovadores. O evento, realizado na Associação Comercial e Industrial de Lages (ACIL) é aberto ao público e demais interessados. Um dos presentes no evento é Daniel Leipnitz, Presidente da ACATE e diretor corporativo e de relações humanas na Visto Sistemas. Graduado em administração pela Universidade do Estado de Santa Catarina – ESAG (1997), Daniel tem MBA em Administração Global pela Universidade Independente de Lisboa e mestrado em administração de empresas pela Universidade do Estado de Santa Catarina (2002). Foi Diretor Financeiro do i3 Instituto Internacional de Inovação de 2012 a 2016. Ocupa a Diretoria de Novos Ambientes de Inovação na Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec). É Conselheiro da FAPESC (Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina) e Diretor de Tecnologia da ADVB/SC (Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil). Tem experiência na área de Administração, com ênfase em estratégia, estruturação de empresas, financeira e sistemas de gestão empresarial. Leipnitz e os diretores da entidade foram reeleitos para a diretoria da entidade em julho deste ano. Além dele, outro palestrante confirmado é Gabriel Sant\’Ana Palma Santos, doutor em Gestão do Conhecimento no Programa de Engenharia e Gestão do Conhecimento (EGC) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), mestre em Direito e Relações Internacionais pela UFSC e graduado em Direito pela UFSC e em Relações Internacionais pela Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI). Exerce a função de Diretor Executivo na Associação Catarinense de Tecnologia – ACATE e de Coordenador da Incubadora Miditec, eleita a 5ª melhor do mundo em 2018 (UBI Global). Na oportunidade ele falará sobre os números compilados pelo Observatório ACATE, ferramenta que disponibiliza dados inéditos e específicos sobre o ecossistema de inovação e tecnologia de Santa Catarina, segmentados por região. Os dados do Observatório são referentes ao ano de 2017 e podem ser acessados aqui. Fechando a programação, Diogo Machado, sócio e gestor de criatividade da Glóbulo, consultoria especializada em diferenciação para marcas, falará sobre branding de território. Órion é um dos parceiros O Órion Parque é parceiro desta iniciativa, que reúne também ACIL e o projeto Inova Serra SC. A inscrição para o evento pode ser feita pelo site: https://www.sympla.com.br/painel-sobre-desenvolvimento-de-ecossistemas-inovadores__364156 Painel sobre Desenvolvimento de Ecossistemas Inovadores Dia: 24/09 Horário: 19h30 Local: ACIL – sala de treinamentos 1

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Incubação de empresas: o suporte que o seu negócio precisa

A incubação de empresas é uma característica de indução de instituições inovadoras. O Órion Parque Tecnológico tem como objetivo fomentar o desenvolvimento de novos empreendimentos, onde os resultados esperados a longo prazo deverão garantir a autossustentação e a autonomia da empresa, em determinado prazo. O processo fornece serviços assistenciais, como mentorias, além de outras condições e suporte de sobrevivência para negócios que precisam ser “incubados” até que estejam preparados e maduros para inserção no mercado. O processo de incubação tem como principal objetivo selecionar propostas de empresas voltadas preferencialmente para as áreas de Tecnologia da Informação e Tecnologia da Informação e Comunicação, Biotecnologia, Automação e Metalmecânica, Economia Verde e Tecnologia da Madeira, nas quais o Centro de Inovação tem atuação com capacidade para dar suporte. Com a função de estimular e dar suporte ao crescimento de empresas inovadoras, a incubadora de empresas é um importante mecanismo no ecossistema dos startups. Neste artigo, você vai conhecer as principais características do modelo e entender as condições necessárias para uma empresa ser incubada. Requisitos mínimos de uma incubadora de empresas Suporte técnico O suporte técnico da incubação estará disponível à sua empresa objetivando garantir o potencial para que haja uma efetiva contribuição – por parte do Parque Tecnológico – para a sociedade. Esse suporte engloba consultoria em assuntos específicos e espaço físico para trabalho. Porém, é importante saber que não é qualquer empresa que pode ser incubada. A Órion criou um processo de seleção e são estabelecidos alguns critérios para escolha das empresas que serão beneficiadas. Para mais informações, aconselhamos acessar o edital, para entender os benefícios e deveres estabelecidos às empresas que se juntarem a este projeto. A seguir, observe o procedimento de incubação virtual e os principais benefícios que a Órion poderá trazer a sua empresa: Inovação de produtos Devido ao crescimento no âmbito tecnológico, a inovação é uma das maiores vantagens no mercado. Nesse aspecto, o Órion possui um arsenal de ideias que farão com que sua empresa prospere em negócios, tendo como ponto de partida a ideia concebida pelo empreendedor. Viabilização econômica É claro que serão necessários gastos para o engajamento de sua empresa no mercado. O Órion apresentará as melhores viabilidades financeiras e econômicas, visando tanto o fluxo de entrada, como a saída de capital. Procedimentos O primeiro procedimento é destinado a atender os problemas do cliente. Nesta fase, a principal questão é garantir que o produto realmente resolva um problema da empresa. O Órion e sua empresa planejarão todas essas etapas, mapeando, testando e analisando os respectivos refinamentos dos modelos de negócio, objetivando a inovação e comercialização do novo produto no mercado. O Órion fará com que o processo de vendas seja viável e rentável. O maior objetivo desta fase de incubação é garantir o engajamento do seu negócio, através de diversas formas e estratégias, como o marketing de vendas. A próxima fase é o estágio de maturidade da incubação, onde o equipamento de vendas da empresa é validado. Neste momento deve haver um esforço maior para captar investimentos, além de estruturar melhorar canais de venda e distribuição. Através desta iniciativa, a Incubadora do Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, no Órion Parque, juntamente com seus parceiros, objetivam o estímulo ao desenvolvimento de negócios inovadores com alto potencial de crescimento, visando à contínua melhora de aspectos tecnológicos, além de aspectos de gestão, de mercado, de capital e de recursos humanos, de modo a assegurar o fortalecimento e a melhoria de seu desempenho. Para melhor compreensão de quais direitos e deveres as empresas devem seguir e relação ao Órion Parque, sugerimos que dê uma olhada do Edital Nº. 01/2017. Nele, você poderá conhecer as vantagens de incrementar o crescimento de sua empresa a partir de novas ideias, logística, marketing e demais processos que fomentam o aumento do seu negócio.

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