Orion Parque

Inovação

Encontro reúne mulheres de coragem

Com o propósito de disseminar os direitos, deveres e, principalmente, empoderamento feminino, um grupo de mulheres se reuniu no último sábado, 24, no Centro Cultural do Sesc para a última edição de 2018 do Mulheres Connect, evento esse, idealizado pelo Orion Parque Tecnológico. A cada edição, o número de mulheres que se sentem motivadas a vestir a camisa e lutar pela causa é maior. Nesta roda de conversa, cada uma com sua peculiaridade consegue disseminar o que viveu e a forma que encontrou para não permitir que as agressões de todos os gêneros continuassem. Outras, simplesmente no seu cantinho, ouviram atentas todas as informações. Dentre os temas abordados, estão: – Panorama da violência contra a mulher em Lages – como resolver essa chaga? – Saúde emocional, danos psicológicos e ajuda à Mulher Participaram do encontro, profissionais de diversas áreas, dentre elas, médicas, psicólogas, responsáveis pelo departamento da Delegacia da Mulher, líderes de entidades, entre outros . Um momento para fomentar o networking. “Foi um evento bastante acolhedor, foi realmente uma conversa sobre segurança e experiências. As mulheres que estiveram conosco se sentiram seguras para falar e para continuar agindo pela coletividade, ali encontramos parceiras para continuar rodas como esta, incentivando mais conversas, desconstruções e inovação à comunidade”, ressaltou a coordenadora do Mulheres Connect Nina Severo. O Mulheres Connect é vinculado ao OrionConnect. O próximo Mulheres Connect deve acontecer em fevereiro de 2019. O tema ainda será definido pela organização em breve.    

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Órion Parque e ACATE reforçam parceria para o crescimento da inovação

Em encontro realizado na noite desta segunda-feira (24/09) na ACIL, em Lages, a Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) e o Órion Parque Tecnológico celebraram acordo para a dinamização de ações e desenvolvimento de iniciativas em parceria entre as duas entidades. A iniciativa engloba o núcleo de ações de aceleração do desenvolvimento de Lages, que fazem parte do movimento Inova Serra SC. O Órion e a ACATE são já são parceiros há mais de dois anos, desde a inauguração do Parque Tecnológico. Com a atualização dos termos de convênio, novas empresas integradas no Centro de Inovação automaticamente serão associadas ACATE, tendo a seu dispor de benefícios como: networking, representatividade, incentivo financeiro, apoio à pesquisa, desenvolvimento e inovação, internacionalização, capacitação empresarial, Empreendedorismo, Saúde (oferta de planos de assistência médica e odontológica), infraestrutura, responsabilidade social, apoio à comunicação e convênios em diversos setores. “Ainda temos que nos vender melhor. Se juntarmos os dados do Órion Parque e da MIDILages, mais de 40 empresas foram iniciadas. Queremos estar cada vez mais próximos à ACATE e esse incremento vai reforçar ainda mais nossa parceria”, comentou Claiton Camargo, diretor-executivo do Órion Parque. Além dessas vantagens, com o reforço na parceria entre Órion e a ACATE, a entidade catarinense indicará e incentivará o Parque Tecnológico como referência em tecnologia na região para operacionalizar projetos, eventos e ações que desenvolvam o avanço da Tecnologia da Informação e Comunicação, bem como a inclusão social e digital da população da Serra Catarinense, através de projetos e programas de capacitação, visando a geração de emprego e renda. “Acreditamos que a tecnologia vai ser a principal economia do estado. Tanto no aspecto das novas iniciativas que surgem, como as tradicionais que se transformam. Essas transformações têm um lado bom e outro ruim. Se ficarmos acomodados, isso pode ser negativo. Se pensarmos em mudança, isso será revolucionário e muito positivo”, afirmou Daniel Leipnitz, presidente da ACATE. Com a formalização, outro diferencial para as empresas da Serra será um desconto de 50% nos valores de mensalidade da ACATE. Também ficou determinado que a entidade informará todos os eventos, feiras, missões, cursos e projetos desenvolvidos no âmbito da associação que possam ser aproveitados pelo Órion Parque e a comunidade da região. Incremento de cerca de R$ 15 bilhões na economia catarinense O presidente da ACATE reforçou os grandes números do setor em Santa Catarina. “São mais de 2 mil empresas na área e cerca de 19 mil pessoas trabalhando diretamente com empresas do setor na região de Florianópolis. Cerca de R$ 6 bilhões são movimentados atualmente com empresas vinculadas pela ACATE. No estado são cerca de R$ 15,53 bilhões. Santa Catarina tem a maior proporção de startups do país. Temos grandes números, trabalhamos para \’estadualizar\’ a ACATE, e isso é muito gratificante”, reforçou Leipnitz, que também é diretor corporativo e de relações humanas na Visto Sistemas. Branding de território Diogo Machado, sócio e gestor de criatividade da Glóbulo, consultoria especializada em diferenciação para marcas, comentou sobre como desenvolver um conceito para uma marca, de acordo com os aspectos sensoriais que podem ser a ele atrelados. “Propósito busca fazer algo diferente para realizar uma tarefa, seja ela que for. Propósito não é algo que você tem. É algo que você acredita. Pensamos ver as coisas de forma única e, assim, tentar entender qual o propósito de Lages”, comentou.

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Líderes da Associação Catarinense de Tecnologia vem a Lages divulgar potencialidades para o desenvolvimento da inovação

Em mais uma das ações para aceleração do desenvolvimento da cidade, a diretoria da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) vêm a Lages, no próximo dia 24 de setembro, falar sobre o Desenvolvimento de Ecossistemas Inovadores. O evento, realizado na Associação Comercial e Industrial de Lages (ACIL) é aberto ao público e demais interessados. Um dos presentes no evento é Daniel Leipnitz, Presidente da ACATE e diretor corporativo e de relações humanas na Visto Sistemas. Graduado em administração pela Universidade do Estado de Santa Catarina – ESAG (1997), Daniel tem MBA em Administração Global pela Universidade Independente de Lisboa e mestrado em administração de empresas pela Universidade do Estado de Santa Catarina (2002). Foi Diretor Financeiro do i3 Instituto Internacional de Inovação de 2012 a 2016. Ocupa a Diretoria de Novos Ambientes de Inovação na Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec). É Conselheiro da FAPESC (Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina) e Diretor de Tecnologia da ADVB/SC (Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil). Tem experiência na área de Administração, com ênfase em estratégia, estruturação de empresas, financeira e sistemas de gestão empresarial. Leipnitz e os diretores da entidade foram reeleitos para a diretoria da entidade em julho deste ano. Além dele, outro palestrante confirmado é Gabriel Sant\’Ana Palma Santos, doutor em Gestão do Conhecimento no Programa de Engenharia e Gestão do Conhecimento (EGC) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), mestre em Direito e Relações Internacionais pela UFSC e graduado em Direito pela UFSC e em Relações Internacionais pela Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI). Exerce a função de Diretor Executivo na Associação Catarinense de Tecnologia – ACATE e de Coordenador da Incubadora Miditec, eleita a 5ª melhor do mundo em 2018 (UBI Global). Na oportunidade ele falará sobre os números compilados pelo Observatório ACATE, ferramenta que disponibiliza dados inéditos e específicos sobre o ecossistema de inovação e tecnologia de Santa Catarina, segmentados por região. Os dados do Observatório são referentes ao ano de 2017 e podem ser acessados aqui. Fechando a programação, Diogo Machado, sócio e gestor de criatividade da Glóbulo, consultoria especializada em diferenciação para marcas, falará sobre branding de território. Órion é um dos parceiros O Órion Parque é parceiro desta iniciativa, que reúne também ACIL e o projeto Inova Serra SC. A inscrição para o evento pode ser feita pelo site: https://www.sympla.com.br/painel-sobre-desenvolvimento-de-ecossistemas-inovadores__364156 Painel sobre Desenvolvimento de Ecossistemas Inovadores Dia: 24/09 Horário: 19h30 Local: ACIL – sala de treinamentos 1

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Conheça a Scienco Biotech

Empresa de biotecnologia, com perspectiva de exportar insumos para diagnósticos laboratoriais de alta complexidade, a Scienco Biotech está presente no Órion desde novembro de 2017. A empresa produz reagentes para imunoensaios e indicadores de análise de proteínas que atendem o mercado nacional, sem deixar de lado o rigor com marcos regulatórios e indicadores específicos de qualidade internacionais, como certificados de análises – necessários para o controle de qualidade dessas ferramentas. A proposta da Scienco Biotech é justamente inovar no desenho de moléculas híbridas com multifuncionalidade de forma a gerar ferramentas moleculares superiores para procedimentos de pesquisa, diagnóstico e manufatura de medicamentos. A Scienco Biotech foi a primeira empresa a entrar no programa ÓrionLab, alternativa de entrada no Órion Parque para projetos e empresas recém lançadas, com potencial para se desenvolver, mas que ainda não estejam em fase avançada de maturidade empresarial. Já atuando comercialmente, depois de um período inicial de pesquisa e desenvolvimento de produtos, a empresa prevê estar consolidada no mercado nacional em até dois anos. Contemplada no programa Sinapse da Inovação V, em 2015, ainda com o nome de i9 Biotec, a Scienco produz diversos produtos, como: Reagentes Para Imunoensaios REAGENTE SCIENCO ONESTEP- TMB REAGENTE SCIENCO STREPTAVIDINA Indicadores de Análise De Proteínas MARCADOR DE PESO MOLECULAR DE PROTEÍNAS COLORIDO SCIENCO BIOTECH REAGENTE SCIENCO FAST BLUE STAIN REAGENT MARCADOR DE PESO MOLECULAR DE PROTEÍNAS NÃO CORADO SCIENCO BIOTECH REAGENTE SCIENCO BRADFORD Confira nosso bate-papo com Maria de Lourdes Borba Magalhães, uma das sócio-fundadoras da Scienco Biotech A história da Scienco começou antes mesmo de vocês virem aqui para o Órion. Como foi esse processo? A Scienco começou com a ideia de alguns professores do CAV no desenvolvimento de produtos inovadores, e baseado em toda a questão de fomento à inovação e necessidade de fomento dela, de investimento nisso, do país como um todo, mas especialmente de Santa Catarina, nós começamos a focar no desenvolvimento de uma startup para conseguir colocar em prática muito do conhecimento gerado na academia. Um dos objetivos é preencher a lacuna que existe no Brasil de fornecimento de produto biotecnológico, de origem nacional, para o mercado de diagnóstico. A empresa foi criada com o advento do Sinapse da Inovação, e, nesse meio tempo, nós tentamos organizar a estrutura da empresa em outras incubadoras. Nossa startup demanda estrutura própria, diferenciada, um espaço laboratorial. Tivemos dificuldade com relação a isso em outros espaços, que são mais voltados a startups da área de Tecnologia da Informação (TI). Tentamos adequar a situação, mas não conseguimos. O Órion, mesmo estando voltado a receber empresas mais estruturadas, num primeiro momento, como incubadora, graças ao ÓrionLab tivemos a motivação e a certeza de nos estabelecermos aqui. Você falou que encontraram dificuldades de achar incubadoras que se adaptassem à necessidade que vocês tem de um laboratório, de um espaço físico específico…. Aqui na região tudo era muito voltado à TI, e apesar do Órion ser também voltado a isso, o Parque propiciou a existência de espaços nos quais fossem possíveis a implementação de um laboratório. Não temos como \”existir\”, digamos, sem essa estrutura física específica. A expectativa de vocês começarem a entregar produtos no mercado era de até dois anos, mais ou menos, por volta de 2020. Essa estimativa persiste ainda? Já estamos com entrada no mercado, uma entrada modesta, verdade, mas já estamos trabalhando e vendendo para que ganhemos mais mercado ao longo do tempo. Estamos com comercialização, mas ainda não com a saída desejada. Já temos, inclusive, um representante comercial em São Paulo, que faz essa ponte conosco. Estamos tendo um início modesto, mas com perspectiva de crescimento maior para 2019. Vocês têm algum tipo de concorrência nacional no desenvolvimento do produto que vocês fazem ou a única \”competição\” é internacional mesmo? Existe alguma coisa de concorrência no mercado brasileiro, mas não exatamente daquilo que estamos produzindo. No mercado nacional temos produtos semelhantes, mas nesse caso estamos fazendo parcerias, junto a esses empreendedores, para vendermos um produto mais completo possível, com reagentes complementares. A concorrência é muito maior de componentes importados. Para que são, exatamente, os produtos que vocês produzem? São principalmente componentes para atividade laboratorial. Nosso foco maior é do mercado de diagnóstico, que tem uma abrangência e mercado maiores, mas também muito mais difíceis de serem acessados, porque existem uma série de marcos regulatórios e certificados de análise que temos que dar conta…. Sobre essa questão dos marcos regulatórios e especificidades técnicas, vocês têm conseguido avançar com relação a isso? É uma grande dificuldade para vocês? Estamos avançando bastante, com bons resultados. A grande questão é que existem muitas exigências, por isso temos que ter uma semelhança muito grande com os produtos importados, que são os grandes players desse mercado. Muitas vezes, nossos potenciais clientes usam os mesmos reagentes, dos mesmos tradicionais fabricantes norte-americanos e europeus, há mais de 20 anos. Esses fabricantes estão no mercado há mais de 50 anos. Nossos potenciais clientes têm interesse em usar produtos nacionais, mas tem de ser atendidas todas essas exigências deles, principalmente nesse mercado de diagnóstico, que é um mercado maior. O objetivo de vocês é atingir, primeiramente, o mercado brasileiro? Sim, o mercado brasileiro, mas existe muita América Latina que seria um bom mercado também. Além do espaço físico que vocês conseguiram, graças ao Órion, como o Parque auxiliou vocês através de assessorias e mentorias? Com certeza esse trabalho que existe no Órion também nos ajudou muito. No planejamento estratégico da empresa, no entendimento de como deveríamos organizar a estrutura do novo negócio, tudo isso foi fundamental. Somos cinco sócios e mais três funcionários. O que temos é a formação técnica, e para nós da Scienco temos uma carência grande nesse aspecto de pensar nosso trabalho como um negócio. Foi através do Órion que conseguimos, também, parcerias, uma equipe mais multidisciplinar, que conseguisse atuar nas diversas áreas necessárias.  

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