Orion Parque

Inovação

Inscrições abertas para integração da rede aberta de Internet das Coisas, em Lages,  por meio do IFSC Campus Lages  

 Estão abertas as inscrições para a chamada pública simplificada 01/2024 do Agro Tech Lab, laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias para o Agronegócio do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) para a seleção de empresas e instituições públicas interessadas em integrar a rede aberta de Internet das Coisas, do município de Lages. As inscrições encerram em 25 de abril de 2024.  Situado no Orion Parque Tecnológico, no prédio do Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira,  o Agro Tech Lab é um laboratório de pesquisa, extensão e inovação do IFSC Campus Lages, que trabalha com o propósito de desenvolver tecnologias para o agronegócio, bem como as tecnologias de comunicação que são fundamentais para o desenvolvimento das pesquisas como o protocolo LoRa/LoRaWAN, sendo o segundo o protocolo que define a arquitetura do sistema e os parâmetros de comunicação usando a tecnologia LoRa. O protocolo LoRa/LoRaWAN tem sido adotado como um padrão de comunicação para IoT (Internet das coisas) em ambientes industriais, comerciais, agrícolas, residenciais e no contexto de cidades inteligentes, se tornando um dos principais protocolos LPWAN (Low Power Wide Area Network). Em outras palavras, o protocolo LoRa/LoRaWAN é uma tecnologia de radiofrequência que permite comunicação a longas distâncias, com consumo mínimo de energia, por meio de aplicações do sistema IoT, como sensores e monitores remotos.  O coordenador do Agro Tech Lab, Robson Costa comenta que a Chamada Pública é um marco no desenvolvimento de soluções baseadas em Internet das Coisas (IoT), seja no âmbito de cidades inteligentes, agronegócio, indústria ou comércio e que no contexto de cidades inteligentes, o benefício é direto e claro para toda a população de Lages “ Ao criarmos um ambiente propício e facilitador para o desenvolvimento de soluções IoT, teremos o surgimento de novos produtos, bem como novas empresas na cidade de Lages. Isso resulta na demanda de mão de obra especializadas, novos empregos, aumento do fluxo econômico da cidade e uma melhoria de vida e oportunidades para a população”. O AgroTechLab possui três gateways LoRa/LoRaWAN em operação no município de Lages. A expansão desta rede aberta poderá permitir uma cobertura total da área urbana da cidade, bem como prover redundância em algumas áreas de cobertura, melhorando sua disponibilidade. Espera-se simplificar e incentivar, por parte de empresas e instituições públicas da região, o desenvolvimento, implantação e adoção de soluções IoT que fazem uso desta tecnologia de comunicação, tanto para o agronegócio como para cidades inteligentes.  A grande novidade é que as instituições e empresas selecionadas pelo edital participarão de um workshop, realizado pelo AgroTechLab, sobre a tecnologia LoRa/LoRaWAN direcionado para as demandas de cada uma das instituições. Com a efetivação do edital, as empresas já começam a trabalhar na infraestrutura de comunicação que é um dos principais desafios no desenvolvimento de IoT e com uma infraestrutura aberta e gratuita, o processo de desenvolvimento, teste e validação de novas soluções é potencializado.  “Esperamos observar o surgimento de diversas soluções de IoT pelas empresas da região, assim como esperamos o desenvolvimento de Trabalhos de Conclusão de Curso neste áreas, independentemente de cursos ou instituições de ensino, uma vez que a rede LoRa/LoRaWAN será de acesso público”, finaliza Robson Costa. O lançamento das inscrições para a seleção de empresas e instituições que tenham interesse em participar da ampliação dos protocolos e a efetivação do edital é a fundamentação do desenvolvimento tecnológico da região, mais especificamente do município de Lages, contribuindo para o cenário de agronegócio que representa uma grande parcela do desenvolvimento econômico da região, além de fortalecer a ideia de cidades inteligentes. As inscrições estão abertas e para saber acesse o link:  https://plid.in/vX1qo Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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Pitch Training realizado no último sábado avalia a apresentação das empresas para o Demoday que acontecerá na próxima terça-feira

O pitch perfeito é capaz de convencer investidores e potenciais clientes de que investir no negócio pode gerar um retorno financeiro lucrativo e pensando no desenvolvimento das empresas do ecossistema, o Orion Parque realizou no último sábado (16) um Pitch Training para elevar o nível dos pitchs e garantir que os empreendedores se sintam seguros e prontos para vender suas soluções de negócio.  O evento foi aberto ao público com a possibilidade de apresentar o pitch para uma banca avaliadora ou acompanhar o momento como espectador. Participaram as empresas YouDeserve, Cowtrol, Go77, Scienco, Connect Carbon e Hub2Us além dos empreendedores que estão em processo de acompanhamento do OrionLab e que já participaram de programas como o Cocreation Serra. A banca composta pelo CEO do Orion Parque, Claiton Camargo, pela Head de Empresas e Startups, Jessica Corso e pelo responsável pelo acompanhamento do OrionLab, Salomão Eineck, avaliou os pitchs sem levar em consideração o modelo de negócio, ou seja, os feedbacks foram voltados para a apresentação da ideia, como a postura, oratória, clareza nas informações, entre outras considerações de extrema relevância para elevar a qualidade do pitch.  Para um bom pitch, além de uma ideia de negócio interessante e um modelo de negócio atraente, é necessário apresentar uma série de pontos como o problema a ser solucionado, os concorrentes do mercado, qual a solução e quem são os integrantes da equipe, além de trabalhar todos os pontos com uma apresentação clara onde a banca pode visualizar facilmente e uma boa oratória que permita clareza nas informações.  O Pitch Training foi pensado para contribuir com os empreendedores que buscam aprimorar seu Pitch, principalmente considerando que no dia 20 de março, próxima terça-feira, haverá um Demoday para aproximar os investidores e potenciais clientes das empresas vinculadas ao Orion. Diferente do Pitch Training, os pitchs apresentados no Demoday serão realizados somente pelas empresas vinculadas ao Orion, os demais empreendedores deverão participar como espectadores.  Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti Para participar do Demoday, inscreva-se https://plid.in/demodayorion

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Com vagas limitadas, Orion Parque abre inscrições para turma de Inclusão Digital para a melhor idade 

Estão abertas as inscrições para a turma do curso de Inclusão Digital para a melhor idade, que acontecerá do mês de março ao mês de junho, no período da manhã, no Orion Parque. As aulas de Inclusão Digital tem o objetivo de orientar o público idoso a manusear equipamentos eletrônicos e acessar a internet com segurança, garantindo seu bem estar e qualidade de vida. As aulas iniciam em 20 de março e as vagas para o curso são limitadas.  Neste ano, o curso de Inclusão Digital iniciará ainda no mês de março e seguirá até a primeira quinzena de junho, sempre no período da manhã, no espaço do Orion Parque. Durante o curso os idosos aprendem a manusear equipamentos eletrônicos como o computador e suas ferramentas, por meio da utilização de teclado, mouse e monitor, além do aparelho celular e suas funcionalidades.  É comum os idosos participantes do curso pedirem auxílio para aprender a fazer chamadas de vídeo, acessar sites, fazer ligações,  mandar áudios por meio do whatsapp e até a utilização de ferramentas como a câmera do celular. Apesar do curso possuir uma metodologia e uma sequência de aulas, as necessidades e desejos dos alunos são extremamente importantes e passam a fazer parte do conteúdo das aulas conforme programação.  Já passaram mais de 120 idosos ao longo do Curso de Inclusão Digital, muitos deles moradores da comunidade local e todos em busca de novos conhecimentos para ter a possibilidade de realizar atividades como chamada de vídeo com os filhos e netos, acessar sites, jogar jogos online e realizar pesquisas. Além do aprendizado em sala de aula, a Inclusão Digital oferece um momento de interação com outras pessoas, boas conversas e risadas, além das amizades que se constroem ao longo do período que passam juntos.  O intuito da Inclusão Digital vai além da inserção dos idosos a uma sociedade que se mostra cada vez mais tecnológica, é também proporcionar qualidade de vida e bem estar do público da melhor idade, trabalhando sua saúde mental e física e contribuindo para a sua longevidade. As vagas são limitadas e as inscrições devem ser realizadas na recepção do Orion Parque presencialmente ou por meio do contato (49) 3191-0762. Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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Inscrições abertas para o Programa Jovem Programador 2024

Estão abertas as inscrições para a edição 2024 do Programa Jovem Programador (PJP), uma iniciativa do Sindicato das Empresas de Processamento de Dados do Estado de Santa Catarina (SEPROSC) em parceria com o Senac SC, que atua na formação de profissionais para o mercado de Tecnologia da Informação (TI). As inscrições vão até o dia 18 de fevereiro e as aulas têm previsão de início na segunda quinzena de março. A próxima edição do PJP vai oferecer mais de 920 vagas nas cidades de: Araranguá, Blumenau, Brusque, Caçador, Chapecó, Concórdia, Criciúma, Curitibanos, Florianópolis, Jaraguá do Sul, Joaçaba, Joinville, Lages, Palhoça, Rio do Sul, São Miguel do Oeste, Tubarão, Videira e Xanxerê. Esta abrangência geográfica visa proporcionar capacitação em tecnologia para pessoas em diversas regiões do estado, contribuindo assim para o desenvolvimento profissional e o fortalecimento do setor tecnológico em Santa Catarina.  Quem pode participar:  Podem se inscrever no Programa Jovem Programador pessoas a partir de 16 anos com ensino médio completo ou cursando. Os interessados em participar do Programa Jovem Programador 2024 podem encontrar informações detalhadas, requisitos e realizar a inscrição no site: Jovem Programador. Destaques do programa: Maior número de vagas: o Programa Jovem Programador busca atender à crescente demanda do setor, oferecendo mais de 920 vagas para pessoas que buscam uma carreira na área de TI. Especializações estratégicas: o PJP oferece duas qualificações profissionais – Programador de Sistemas e Programador Web, permitindo que os participantes ampliem suas competências e alcancem um destaque ainda maior no mercado. Parcerias sólidas: o programa mantém parcerias sólidas com empresas importantes do setor, proporcionando aos alunos do PJP uma conexão direta com as demandas e as tendências do mercado de tecnologia. Compromisso com a empregabilidade:  o Jovem Programador mantém seu compromisso em capacitar os participantes não apenas com conhecimentos teóricos, mas também com habilidades práticas essenciais para o sucesso profissional. Sobre o Jovem Programador: O Programa Jovem Programador é uma referência no Estado de Santa Catarina,  oferecendo capacitação tecnológica para jovens a partir de 16 anos e de forma gratuita junto às famílias com renda per capita de até dois salários mínimos. Com um olhar voltado para a empregabilidade, o programa visa preparar os participantes para um futuro de sucesso no setor de tecnologia. O Programa Jovem Programador tem patrocínio das empresas: Datainfo, Exímio, Fácil, Grupo BST, Havan, JB Software, NDD, Quicksoft, Senior, Seti, Softplan, Systêxtil, Trier Sistemas e HartSystem, e apoio de Arco Instituto, Associação Catarinense de Tecnologia (Acate), Communitech, Centro de Inovação Blumenau (CIB), Federação Catarinense de Municípios (Fecam), Gene Conecta, Novale Hub – Centro de Inovação de Jaraguá do Sul, Orion Parque Tecnológico, Inovale – Polo de Inovação do Vale do Rio do Peixe, SOMAR Vale Europeu,  Núcleo de Empresas de Tecnologia de Tubarão e Região (AmurelTec) e e Sindicato das Empresas de Informática e Processamento de Dados da Grande Florianópolis (Seinflo). Serviço: Inscrições abertas para o Programa Jovem Programador Data: até 18 de fevereiro de 2024.  Quem pode se inscrever: pessoas a partir de 16 anos  Inscrições e informações no site: Jovem Programador Texto: Senac Lages | Imagem: Senac Lages

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Desconecta realiza com sucesso a primeira edição de 2024

Com mesas de OneShot RPG, jogos de tabuleiro, dinâmicas, Quiz e mesas de Arena, a primeira edição do Desconecta, realizado neste sábado (27), no Orion Parque, veio para mostrar que 2024 será um ano de muitos desafios e grandes aventuras. O Desconecta acontece mensalmente e reúne entusiastas e jogadores de diversos jogos.  Um universo onde a imaginação e a criatividade tomam conta, gerando novos desafios e criando novas histórias, o Desconecta abre espaço para a expansão da comunidade e espaço para desenvolvimento. Nesta primeira edição de 2024, além dos tradicionais jogos, foram realizadas também rodadas de Quiz sobre os temas Senhor dos Anéis, Harry Potter, Mundo Marvel e conhecimentos gerais para descontrair os participantes e gerar um momento de conexão.  A missão do Desconecta é proporcionar momentos de interação entre as diversas comunidades entusiastas dos jogos de RPG e jogos de mesa, buscando tirar a atenção das telas e jogos online. Com o passar do tempo e o desenvolvimento do programa, novas comunidades foram criadas a partir dos encontros mensais, resultando em novas amizades e novos participantes.  A loja de jogos O Condado segue sendo parceira do Programa e traz a cada edição, novidades para todos os gostos e idades. A expectativa para este ano é conectar ainda mais pessoas e realizar edições temáticas conforme as tendências e novidades do universo geek, a fim de engajar os participantes e trazer ainda mais pessoas não só para a participação no Programa, como também para conhecer os demais programas e ações do Orion.  Estimulando a criatividade  Os jogos são ótimas alternativas para o estímulo da criatividade, que apesar de trabalhado na infância para o desenvolvimento infantil, se faz necessário e essencial em todas as fases do indivíduo, considerando que as facilidades da tecnologia e a rapidez da informação desgastam a importância da imaginação. Albert Einstein dizia que a criatividade é a inteligência se divertindo e proporcionar momentos de interação social onde a imaginação e a criatividade são a base para o relacionamento, é essencial para não perder essa característica humana tão importante.  Para quem ainda se pergunta o que são os jogos de RPG e por que colocamos a criatividade como um dos principais fatores essenciais, é importante destacar que o RPG é um gênero de jogo que trabalha a criatividade e a imaginação associadas a contação de histórias, onde criam-se personagens, características, universos e narrativas. Por isso, o Programa Desconecta se destaca como uma importante ferramenta de estímulo às relações humanas e criativas, acolhendo todos os públicos de todas as idades.   Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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Santa Catarina destina R$ 9,5 milhões para fomentar empreendedorismo universitário inovador

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Fomentar o empreendedorismo universitário inovador junto aos estudantes de graduação, pós-graduação e egressos em Santa Catarina. Esse é objetivo Programa de Apoio ao Empreendedorismo Universitário Inovador, lançado na terça-feira, 21, pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc). O investimento será de R$ 9,5 milhões, sendo que cada proposta poderá receber até R$ 100 mil. “O programa vai possibilitar que as ideias que são muitas vezes elaboradas em laboratórios e em Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC’s) possam ser efetivamente colocadas em prática, gerando oportunidades para aqueles que querem inovar e empreender em Santa Catarina”, afirma o governador Carlos Moisés. “Nós temos convicção de que é mais uma ação do governo para conectar, para fazer a sinapse da tríplice hélice da inovação em Santa Catarina, que tem vocação para a tecnologia, para a inovação e para a criatividade.” O Programa de Apoio ao Empreendedorismo Universitário Inovador de Santa Catarina foi lançado em uma live transmitida na terça-feira (21). É voltado para Instituições de Ensino Superior (IES), públicas ou privadas sem fins lucrativos, sediadas no Estado de Santa Catarina, que poderão submeter até cinco propostas. As inscrições podem ser feitas até 21 de outubro, às 18h, na Plataforma da Fapesc. De acordo com o presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen, o programa foi pensado para potencializar o apoio das universidades às suas regiões, articuladas com todos os atores da tríplice hélice. “O objetivo é auxiliar os estudantes a desenvolver ações de geração de protótipos, de produtos, de propriedade intelectual, de transferência de tecnologia, de novas startups ou de novos negócios. E também envolver os estudantes da pós-graduação, de mestrado e doutorado, que têm um potencial gigantesco em termos de conhecimento, em termos de desenvolvimento de novos negócios. A ideia é que esta chamada possa oportunizar programas dentro das universidades que criem conexão entre estudantes e professores e, assim, gerar novos negócios nas regiões de Santa Catarina.” O diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação (CTI) da Fapesc, Amauri Bogo, afirmou que o programa é uma das iniciativas mais relevantes da fundação. E, ao mesmo tempo, um grande desafio aos gestores das universidades. “Precisamos fazer com que as grandes ideias e propostas de produtos e serviços se tornem realmente um ativo palpável para o Estado de Santa Catarina. E o sucesso destes projetos estará nas mãos de vocês gestores.” A Gerente de Tecnologia e Inovação da Fapesc, Gabriela Botelho Mager, explicou que cada proposta receberá, ainda neste ano, até R$ 100 mil, para iniciar as ações que devem durar até três anos. “A gente espera que todas as áreas do conhecimento possam propor núcleos, estruturas para dar vazão a essas ideias que nossos jovens oferecem, não só nos TCCs, mas em disciplinas, em núcleos de estudo. Projetos que podem se transformar em empresas. E inovação é isso, não é uma ideia na gaveta, é uma ideia executada e colocada no mercado. Sabemos que a universidade é um berço dessas ideias”. Vice-presidente da  Associação Catarinense das Fundações Educacionais (Acafe), a reitora da Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc), Luciane Ceretta, usou uma expressão do cotidiano para falar do programa: um gol de placa. “Estamos muito motivados com o lançamento do programa. Acreditamos que poderá apoiar, sem dúvidas, o desenvolvimento do nosso ecossistema de inovação e empreendedorismo. Os nossos estudantes já estão ávidos com esta temática, muito pujantes nas nossas universidades neste momento, sobretudo naquela que represento neste ato. Eles estão acompanhando e muito ávidos por elaborar suas construções, participar delas, trazer outros estudantes e dar início aos nossos projetos.” O reitor da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), Dilmar Baretta, chamou a iniciativa de momento histórico. “É um edital bastante estratégico para as universidades de Santa Catarina, especialmente para a Udesc. Com o investimento de quase 10 milhões a Fapesc vai permitir a criação de incubadoras e pré-incubadoras nas Instituições de Ensino Superior. Digo que é estratégico porque com esta iniciativa será possível desenvolver mais inovação dentro das universidades, será possível tirar ideias do papel – e aqui na Udesc temos muitas ideias tanto nos cursos de graduação como também nos cursos de pós-graduação. Esta iniciativa vai acelerar estas ideias, vai acelerar os sonhos dos nossos alunos. E permitirá estruturar ambientes para a inovação. Ambientes que vão fomentar as universidades para a inovação.” O vice-reitor da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), Gismael Francisco Perin, destacou que o programa reforça a cultura empreendedora presente em Santa Catarina, reconhecida, inclusive, nacionalmente. Para ele, as universidades também devem focar e desenvolver ações neste caminho. “Este é um momento histórico e emocionante para as Instituições de Ensino do Estado de Santa Catarina. A cultura do empreendedorismo nas universidades ainda é algo muito incipiente. Este programa da Fapesc, com certeza, alavanca e potencializa novas ações”. Para o secretário de Inovação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Alexandre Moraes Ramos, programas como este, que reúnem todas as universidades em torno de uma causa, promovem movimentos de crescimento nas áreas de inovação e empreendedorismo. “É uma das iniciativas mais importantes para o ecossistema de Santa Catarina, pois alimenta a boca do funil, onde nascem as ideias, que depois podem se desmembrar em ações dentro das incubadoras, parques e centros de inovação. Com certeza promoverá transformação e avanços”. A presidente do Comitê de Implantação do Centro de Inovação de São Bento do Sul, Andréa Tamanine, representou os centros de inovação durante a live. “Tenho certeza que o programa é mais um exemplo e mais um case de sucesso nas ações que estão sendo feitas em Santa Catarina. Falando em futuro, prevejo que com o programa haverá um movimento direto para o avanço de um dos grandes desafios dos centros de inovação: que é a criação e um estímulo à cultura da inovação”. Clique aqui para assistir à live Clique aqui para ter acesso ao edital Com informações FAPESC[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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VIA Estação Conhecimento mapeia habitats de inovação em Santa Catarina

[vc_row][vc_column][vc_column_text]O estado de Santa Catarina tem sido reconhecido pelo seu caráter inovador já há algum tempo. Diversas iniciativas colaboram para o desenvolvimento do ecossistema de inovação catarinense e os ambientes de inovação contribuem para essa cultura. Nesse contexto, o grupo VIA mapeou cerca de 250 habitats de inovação em todo o estado. O que são habitats de inovação? Os chamados “habitats de inovação” são ambientes onde há estímulo ao compartilhamento de conhecimento e experiências criativas, infraestrutura adequada para empreender, além de networking e parcerias entre os usuários, os quais permitem minimizar os riscos e maximizar os resultados associados aos negócios inovadores. A cultura de inovação e empreendedorismo ganhou força com o movimento dos habitats de inovação. Eles aparecem como uma maneira de tirar ideias do papel e transformá-las em negócios rentáveis. Dessa maneira, esses espaços procuram unir talento, tecnologia, capital e conhecimento para acelerar o potencial empreendedor e inovador. As tipologias identificadas são: cidades, distritos, parques, centros de inovação, aceleradora, incubadora, pré-incubadora, coworking, núcleo de inovação tecnológica, ambiente maker, hubs e labs. Tipologias presentes no território de Santa Catarina Santa Catarina tem promovido inovação por meio da criação de políticas públicas de fomento à Ciência, Tecnologia e Inovação. Além de lei de inovação própria , o estado possui a Política Catarinense de Ciência, Tecnologia e Inovação, que prevê um direcionamento estratégico de governo, de instituições de ensino, pesquisa e extensão e de agentes econômicos e sociais. Nesse sentido, o foco da estratégia catarinense é o desenvolvimento de novas tecnologias e incorporação de inovações que possam contribuir de forma sustentável para melhoria da qualidade de vida dos habitantes do estado. Desse modo, os habitats de inovação são os espaços onde todo o conhecimento gerado pode ser compartilhado para que soluções sejam aplicadas no mercado gerando, assim, emprego e renda. Para tanto, o estado catarinense conta com  11 aceleradoras, 20 centros de inovação, 9 parques tecnológicos e científicos, 118 coworkings, 18 espaços maker, 22 pré-incubadoras, 27 incubadoras, 26 núcleos de inovação tecnológica e 1 distrito criativo. Habitats de inovação e o desenvolvimento regional No Brasil esses ambientes já são considerados em políticas públicas e no âmbito privado servem de apoio no processo de tomada de decisão tendo em vista fatores como localidade, talentos e investimento. O mapeamento dos habitats de inovação das mesorregiões de Santa Catarina – Oeste, Sul, Norte, Vale do Itajaí e Grande Florianópolis – possibilita que o ecossistema se conheça e, sobretudo, facilita a conexão entre os ambientes bem como a adoção de estratégias pela tríplice hélice que é formada pelo governo, academia e setor privado. Um exemplo de iniciativa da tríplice hélice é a Rede Catarinense de Centros de Inovação . Tendo em vista que os objetivos do Centro de Inovação incluem desenvolvimento da região, cooperação entre pesquisadores e indústria, fornecimento de informações, treinamento técnico e gerencial e fortalecimento do desenvolvimento econômico regional por meio de uma rede de contatos regional e internacional para troca de informações e cooperação entre empresas, o ecossistema de inovação catarinense se mobilizou para a construção de 20 Centros de Inovação. Cada mesorregião conta com um ou mais Centros geridos com base na vocação de cada localidade. Atores do setor acadêmico, privado e público uniram esforços para fortalecer a inovação e o empreendedorismo para a promoção do desenvolvimento regional.  Esses espaços têm a capacidade de abrigar outros habitats de inovação como coworkings, incubadoras e pré-incubadoras. Quer saber mais sobre essa tipologia de habitat de inovação? Acesse a 10ª edição da VIA revista! Conhecendo os habitats de inovação de SC No mapa da VIA  além da localização dos habitats do estado catarinense, encontram-se também as principais informações sobre os ambientes. Caso conheça um habitat que não esteja no mapa entre em contato com o VIA! O estudo detalhado sobre as mesorregiões de SC estão sendo realizados e, atualmente, a região oeste e a de Florianópolis possuem e-books publicados que contextualizam a inovação e o empreendedorismo em cada local a partir de iniciativas regionais, municipais e em rede; legislação e caracterização dos habitats de inovação instalados. E Florianópolis também conta o Museu de Habitats virtual onde é possível visitar os habitats de inovação da cidade por meio de imagens internas dos ambientes em 360º. Além disso, o  Observatório VIA se dedica ao monitoramento sistemático dos habitats de inovação de Santa Catarina e a disseminação dos números gerados da atuação destes no ecossistema catarinense de inovação. O Orion Parque Tecnológico Inaugurado em 2016, o Orion Parque vem desempenhando papel tanto de Centro de Inovação, como de Parque Tecnológico, sendo o primeiro Centro a ser implantado fora de Florianópolis pela Rede Catarinense de Centros de Inovação. Inserido numa das regiões com um dos mais baixos índices de desenvolvimento humano do estado, em Lages, a atuação do local tem sido essencial e estratégica para dinamizar os valores na região de mudança de mentalidade, criando potencial em diversos outros aspectos que não aqueles diretamente envolvidos com o ecossistema de inovação. Futuro dos ambientes inovadores A colaboração e a cooperação tem se tornado cada vez mais evidentes com a prática da inovação aberta nesses espaços. Além disso, a adoção de novas formas de trabalho devido à pandemia do Coronavírus conformou um arranjo digital que possibilita mais parcerias sem limitação ao espaço físico. Outro ponto latente aos habitats de inovação é a valorização da indústria criativa e a importância do engajamento da comunidade em prol de uma causa. Como exemplo disso, podemos citar o Distrito Criativo de Florianópolis. Com informações VIA-UFSC.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Orion Week – #dia 6 – Painéis e palestras sobre o desenvolvimento do ecossistema de inovação e RCCI, lançamentos e muito mais

[vc_row][vc_column][vc_column_text]O último dia do Orion Week – evento gratuito que começou na segunda-feira (21) e tem todas as transmissões no You Tube do Orion Parque – foi hoje, com uma série de nove painéis e palestras que trataram de tópicos como: \”Leis de Inovação\”, \”Ativação de Ecossistemas\”, \”Habitats de Inovação\”, \”Formatos jurídicos das instituições Gestoras\”, \”Gestão de equipes nos Habitats de Inovação\”, \”Operação e sustentabilidade financeira dos Centros de Inovação\”, \”Programas de apoio às empresas e formas de incubação\”, \”Fomento ao Empreendedorismo Universitário\” e “Desenvolvimento de comunidades e Give First\”.  O evento foi uma realização da Prefeitura de Lages, Governo do Estado de Santa Catarina e Fapesc, com apoio da Turma da Árvore, AT Plus Telecom, ACATE, Rede Catarinense de Centros de Inovação e ImagemTV. Em seis dias de evento, foram no total mais de 31 horas de conteúdo, mais de 60 painelistas de 15 cidades diferentes e mais de 1.500 visualização no You Tube do Orion Parque. Abrindo o dia, foi o momento de falar sobre “Leis de Inovação”, com a participação do presidente da Câmara de Vereadores de Lages, vereador Gerson Omar dos Santos, vereador Jean Pierre, autor da lei de criação do Orion Parque, Milena M. Corrêa T. Veiga, da Rede de Inovação de Florianópolis, Giana Silva, coordenadora do Inova Contestado, e Marcus Rocha, CEO da 2Grow Habitat de Inovação. Marisa Freitag, do Instituto Orion, conduziu os trabalhos. As leis de Inovação são os instrumentos jurídicos pelos quais os entes públicos, como municípios, têm buscado a criação e fortalecimento de seu sistema de ciência, tecnologia e inovação. Até 2019, já eram quase 50 municípios com lei de inovação própria. Essas leis, muitas vezes, se equiparam às leis estaduais e federais sobre o tema. Já são mais de 22 estados e o Distrito Federal as unidades da federação que contam com Lei de Inovação própria.  Marcus, que atuou até fevereiro desse ano na superintendência de Ciência, Tecnologia e Inovação da prefeitura de Florianópolis, comentou sobre os desafios que a implantação dessas leis nas cidades. \”Quando tive o cargo de gerente de estado, buscamos finalizar nossa lei de inovação, a nível estadual. Isso é fundamental. Em 2015 houve mudança na legislação, falando em inovação, e isso é muito novo. Existe uma dificuldade orçamentaria dos municípios. Por mais que haja tantos mil ou milhares de reais que precisam vir daquele recurso, era muito difícil, até por que é muito irregular a vinda de recursos, normalmente\” Milena, a Milly, da Rede de Inovação de Florianópolis, lembrou o papel das APIs – arranjos promotores da inovação. \”O retorno que estamos tendo para a cidade, pelos APIs (Arranjo Promotor da Inovação), baseado nos Arranjos Produtivos Locais (APLs), que são aglomerações de empresas e empreendimentos, localizados em um mesmo território, que apresentam especialização produtiva, algum tipo de governança e mantêm vínculos de articulação, interação, cooperação e aprendizagem entre si e com outros atores locais. A responsabilidade do API é trabalhar ecossistemicamente para construir bons projetos. Em Florianópolis temos 4 APIs\”, lembrou ela.  Outra temática desenvolvida no dia foi “Ativação de Ecossistemas”, com Gabriel de Borba Neto, Gestor de Inovação na ACIRS Associação Empresarial de Rio do Sul, Luiza Pedroso, Analista de Gestão da Inovação do sistema Ailos, Cárlei Nunes, coordenadora do programa na Future Females, Clarissa Stefani Teixeira, da VIA-UFSC, além de Leandro Hupalo, professor e coordenador de curso do Senac Videira, envolvido com o ecossistema da cidade, e Claiton Camargo, diretor-executivo do Orion Parque.  Identificar as necessidade e potencialidades do ecossistema de inovação local é fundamental para a completa inserção dos atores em seus contextos. Ressalta-se que somente após a ativação de um ecossistema de inovação local é possível identificar como se dá a interação entre os atores, suas ações realizadas pelo ecossistema e definição do papel de seus habitats. Graças a esses dados colhidos, é possível identificar as necessidades e potencialidades do ecossistema de inovação local. Clarissa comentou o papel da da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) enquanto viabilizadora da ativação da inovação na região litorânea. Já em Videira, Leandro comentou sobre qual foi a realidade de lá. \”Videira é uma cidade pequena, e de certa maneira também esse envolvimento começou com universidades, com ações do Sistema S, aos poucos pessoas  descobrem esse potencial, trazem problemas bons pra gente tentar resolver. Videira tem uma realidade muito parecida com municípios menores, e eles precisam ver que ativar o ecossistema faz sentido\”, garantiu. Assunto correlacionado, os Habitats de Inovação também esteve presente no dia, na palestra de Clarissa Stefani Teixeira, da VIA-UFSC, que veio na sequência.  Pós-Doutora e Doutora em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina., Clarissa é professora do Departamento de Engenharia do Conhecimento (EGC) da Universidade Federal de Santa Catarina e líder do Grupo VIA Estação Conhecimento com foco em habitats de inovação e empreendedorismo, além de professora no Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento (Mestrado e Doutorado) e no Mestrado Profissional em Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia para a Inovação (PROFNIT), também da UFSC. Além de Clarissa, participaram também Raul Capistrano e Marisa Freitag, do Instituto Orion, Giana Silva, do Inova Contestado e Udo Schroeder, presidente do conselho de administração na Instituto Gene, de Blumenau. São exemplos de habitats de inovação: Parques (Científicos, Tecnológicos, Científicos e Tecnológicos, de Inovação e de Pesquisa), Centros de Inovação, Pré-incubadoras, Incubadoras, Aceleradoras, Coworkings e laboratórios de prototipagem, como Cocreation e Fablabs, além de Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs).  Na palestra, seguida de um debate, Clarissa apresentou os diferentes tipos de hábitats. \”São muitos os benefícios para todo mundo. Os habitats de inovação vão impactar todo mundo, não só aqueles que são empreendedores. É um espaço para quem quiser ser e mentor, investidor, consultor, empreendedor, ou mesmo um simples usuário\”, lembrou. \”O cidadão sempre é o mais beneficiado. A tecnologia é meio, e não é fim. Porque quando discutimos isso, temos que ver como indicador o impacto disso na população. Como que gente trata isso sem olhar o cidadão? Temos que ver ele. Tipologias de habitats de inovação

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Com evento estadual, Orion Week fomenta e desperta o ecossistema de inovação na região

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Em seis dias de evento, Orion Week engaja a comunidade promovendo o ecossistema de inovação na região serrana, em palestras, painéis temáticos e um Demoday, com apresentação de algumas startups do Orion para potenciais investidores. Com a proposta de articular mais ainda o ecossistema regional, promovendo o desenvolvimento da Serra catarinense e buscando ser ponto de referência em inovação e conexão para o pensamento inovador, reconhecido e integrado com a comunidade, o Orion Parque Tecnológico completa neste dia 24 de junho de 2021 cinco anos da inauguração do Centro de Inovação de Lages – Luiz Henrique da Silveira. Em 2021, na comemoração do quinquênio, o Parque Tecnológico promove o Orion Week, com o objetivo de desenvolver um evento referência no estado de Santa Catarina quando se fala em inovação de Centros e Parque Tecnológicos, promovendo o ecossistema regional. O evento será totalmente on-line, com transmissão ao vivo no  YouTube do Orion Parque, trazendo muito conteúdo em palestras, painéis temáticos e um Demoday, com apresentação de algumas startups do Orion para potenciais investidores. Queremos incentivar a integração de gestores dos Centros de Inovação, profissionais, empreendedores, agentes públicos e comunidade, encurtando as distâncias para impulsionar o compartilhamento de informações e conhecimento científico, desenvolvendo cada vez mais os habitats de inovação e, consequentemente, a economia de cada região. A expectativa, além de construir ambiente de reconhecimento das ações realizadas pelo Orion em cinco anos de atividades, e de projeção dos próximos anos enquanto polo regional e habitat promotor de inovação regional, é fortalecer ainda mais o Orion Parque – polo precursor da Rede Catarinense de Centro de Inovação – no âmbito estadual, e também polo regional da ACATE. \”Nossa proposta com o Orion Week é integrar o ecossistema de inovação e empreendedorismo do estado, colocando em pauta temas que são importantes para a toda a rede de centros de inovação, para os empreendedores, founders, acadêmicos e pesquisadores, além, é claro, de marcar os cinco anos de operação do Orion.\” comenta Raiane Macedo, Consultora de Inovação FAPESC no Orion Parque. Um dos grandes objetivos é difundir e democratizar as boas práticas da gestão operacional e gestão do conhecimento dos Centros de inovação, das Redes e do Ecossistema de Inovação, estimulando as atividades de desenvolvimento e articulação e governança, incentivando a integração de gestores dos centros de inovação, profissionais, empreendedores e agentes públicos e das experiências produzidas, dessa forma encurtando as distâncias e promovendo o compartilhamento de informações, conhecimento científico e desenvolvimento de habitats de inovação. O evento oportunizará a participação de acadêmicos, empresários, entidades governamentais e da comunidade, de forma a abranger o máximo possível de atores envolvidos no ecossistema e com potencial empreendedor e de inovação. Desde já contamos com o prestígio e colaboração de demais entidades promotoras do ecossistema de inovação da região, como universidades, Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE), Rede Catarinense de Centros de Inovação, Secretaria de Estado da  Prefeitura e para que juntos alcancemos um grande impacto no Ecossistema como um todo. O Orion Week é uma realização da Prefeitura de Lages, Governo do Estado de Santa Catarina e Fapesc, com apoio de Turma da Árvore, AT Plus Telecom, ACATE, Rede Catarinense de Centros de Inovação e ImagemTV. Inscreva-se no site do evento: plid.in/orionweek Confira a programação: [/vc_column_text][vc_column_text][/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Regional Serrana debate o ecossistema de CTI na VI CECTI

[vc_row][vc_column][vc_column_text] Atores do ecossistema de Ciência, Tecnologia e Inovação (CTI) da serra catarinense estiveram reunidos, on-line, na manhã desta quinta-feira, dia 8, na etapa Regional Serrana da VI Conferência Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (CECTI). Os principais desafios elencados serão apresentados em maio, na etapa dos encontros para devolutivas; a equipe do Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, do Orion Parque, é o host do evento. “Queremos ter essa percepção do ecossistema para podermos desenvolver de forma mais assertiva o Estado de Santa Catarina”, destaca o presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), Fábio Zabot Holthausen. “Faço aqui um agradecimento especial à Rede Catarinense de Centros de Inovação e a todos que estão dedicando seus tempos para participar dos Grupos de Trabalho e contribuir para a construção de um Estado mais inovador”, acrescenta o presidente. O diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Fapesc, Amauri Bogo, reforçou o agradecimento a todos que estão contribuindo para a realização do importante documento que será gerado através da VI CECTI. “São pessoas que voluntariamente vão contribuir com a sua intelectualidade, com o seu conhecimento técnico, para gerar o mapa estratégico do ecossistema de CTI em Santa Catarina”, reforçou Bogo. As etapas regionais serão organizadas de forma on-line em dois momentos: um em abril, quando coletadas as percepções dos atores do ecossistema de CTI de Santa Catarina; já em maio serão apresentados os resultados da etapa anterior. Os GTs da Regional Serrana voltam a se reunir em 13 de maio de 2021 para a reunião de devolutivas. Saiba mais sobre a conferência A VI Conferência Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação é organizada pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE) e pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) com apoio do Programa Tecnova e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e Rede Catarinense de Centros de Inovação. A metodologia aplicada é do Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGEGC/UFSC). A abertura foi realizada em 25 de fevereiro e o encerramento será em 10 de junho. Entre esses encontros, ocorrem as etapas regionais, que são realizadas na Grande Florianópolis, Serra, Sul, Oeste e Meio Oeste, Norte e Planalto Norte e Vale e Alto Vale do Itajaí. Confira os vídeos com a abertura e o encerramento da primeira ação da etapa regional:   Com informações FAPESC[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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