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Parceria com polos regionais e compartilhamento de ações: a estratégia de estadualização da inovação em SC

Santa Catarina, estado que cresceu a partir da diversificação econômica regional, cria uma nova dinâmica para desenvolver o setor de tecnologia, independente do grau de maturidade de cada polo. A diversidade econômica e a formação de vários polos regionais marcou a história, a cultura e o desenvolvimento de Santa Catarina. Ao longo do século XX, diferentes segmentos da indústria (metal-mecânica, têxtil, carbonífera, moveleira, agronegócios) moldaram as característica econômicas do Oeste, Serra, Norte, Vale do Itajaí, Sul e Litoral. E se essas regiões pudessem, à época, fazer um intercâmbio de informações e melhores práticas entre si, para entender o que poderia ser replicado e criar conexões entre as diferentes realidades locais? O que não foi possível fazer no passado hoje se tornou uma estratégia para estadualizar iniciativas e programas de desenvolvimento de tecnologia e inovação em Santa Catarina, reduzindo a disparidade regional neste setor. Enquanto algumas regiões do estado já despontam no cenário nacional com ecossistemas em expansão, outras ainda dão os primeiros passos em termos de programas e iniciativas de inovação. Segundo o estudo Tech Report 2020, três regiões – Grande Florianópolis, Vale do Itajaí e Norte – concentram 78,6% do total de empresas de tecnologia e 89,1% do faturamento do setor de Santa Catarina. “Existe uma disparidade de maturidade entre os polos, mas isso é natural. Florianópolis teve que acelerar, porque a vocação econômica local não suportava o setor industrial, então a tecnologia foi o caminho que a cidade encontrou para se desenvolver de maneira sustentável, sem depender da sazonalidade do turismo e também saindo um pouco do setor público”, avalia Iomani Engelmann, presidente da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE). Em termos de estado, comenta, “há um potencial natural se os polos aproveitarem suas vocações e é o que está acontecendo”. O Planalto Serrano e a região Sul do estado são as que percentualmente mais estão crescendo no mercado de tecnologia do estado, aponta anualmente o estudo Tech Report. Outras cidades do interior também se destacam com suas empresas-referência, como Brusque, sede da Hiper, startup de tecnologia para o varejo comprada em 2019 pela Linx; e Concórdia, berço da Compufour, vendida em setembro por R$ 100 milhões para uma multinacional italiana. Uma das formas que a entidade buscou para apoiar o desenvolvimento regional foi estadualizar suas ações, a partir de parcerias com polos locais e do compartilhamento de experiências, metodologias e benefícios às empresas associadas, além de um programa de apoio à governança e captação de receitas. A adesão é crescente: em 2018, a ACATE tinha 117 empresas associadas por meio da parceria com os polos regionais, número que chegou a 230 no final de 2019 e, até setembro, era de aproximadamente 350. REDE DE POLOS REGIONAIS CONVENIADOS À ACATE:  BLUSOFT Médio Vale do Itajaí (Blumenau) NIAVI/ACIRS Alto Vale do Itajaí (Rio do Sul) NUTI/ACII Vale do Itajaí/Litoral (Itajaí) ORION PARQUE Planalto Serrano (Lages) DEATEC Oeste (Chapecó) SOFTVILLE Norte (Joinville) NTI / ACIT Sul (Tubarão) NBT/ ACIC Sul (Criciúma) CITI Brusque ACATE Grande Florianópolis A partir de entrevistas com os diretores regionais, a ACATE está desenvolvendo um mapeamento completo e inédito do ecossistema de Santa Catarina. “Precisamos levar inovação para todo o estado. Algumas regiões já têm um mercado maduro, outras estão em fases bem distintas do desenvolvimento, mas todas essas experiências precisam ser compartilhadas. Por isso estamos fazendo reuniões quinzenais com todos os polos”, comenta Nelissa Branco, vice-presidente de Integração da ACATE e também do Orion Parque Tecnológico, inaugurado em 2016 e que tem sido um ponto de referência para a criação de um ecossistema de tecnologia em Lages. A região Serrana conta com apenas 3% do total de empresas do setor em SC, mas nos últimos três anos tem desenvolvido uma série de programas de inovação envolvendo mercado, comunidade e academia. Hoje o Orion conta com 140 empresas vinculadas, onde trabalham 1,8 mil pessoas, com um faturamento total de R$ 155 milhões e R$ 12 milhões de impostos recolhidos. ENCONTROS ONLINE AJUDAM A CONECTAR EMPREENDEDORES DE TODO O ESTADO O “novo normal” digital tem sido um aliado nesse processo. “Como todos os eventos e encontros agora são virtuais, acabamos conectando empreendedores de todo o estado, por exemplo, para reuniões como as das Verticais de Negócio, que até a pandemia eram somente presenciais. Isto foi um grande diferencial para empresas de outras regiões do estado”, ressalta Nelissa. Há vários programas que foram validados em algumas regiões e podem ser aplicados em outras, como o Entra 21, iniciativa de formação profissional liderada há 15 anos pela Blusoft, em Blumenau, e que capacita cerca de 350 jovens/ano na região. Agora, está sendo estruturado pela vice-presidência de Talentos da ACATE, liderada pelo cofundador da Softplan, Moacir Marafon, para atender outras regiões do estado. “Com o mapeamento, podemos entender o que cada região precisa de acordo com sua fase de desenvolvimento e o que pode ser replicado para cada necessidade. Essa integração e o fortalecimento regional são preocupações que temos para ajudar no crescimento de todo o estado”, diz a vice-presidente. Em Chapecó, por exemplo, o polo local associado DEATEC vai inaugurar em novembro deste ano um Centro de Inovação nos mesmos moldes e conceito do CIA ACATE Primavera, em Florianópolis. “O setor de tecnologia no Oeste fatura R$ 1 bilhão por ano e o total de empresas representa 10% do estado, mas estamos muito espalhados. Nem todos vão se mudar, mas queremos concentrar ações e encontros no local, materializar nosso ecossistema”, diz Sinara Perosa, presidente do Deatec. No Norte do estado, a ACATE levou o programa de inovação aberta LinkLab para o Ágora Tech Park – em uma iniciativa que ajudou a conectar grandes indústrias da região ao ambiente de startups, projeto já consolidado em Florianópolis e que, desde 2019, também roda no município de São José. “Um dos grandes diferenciais do ecossistema de Santa Catarina é que ele está se mantendo descentralizado, aproveitando a vocação econômica de cada região para que os polos de tecnologia também se mantenham diversificados”, conclui Iomani. ECOSSISTEMAS SÃO REGIONAIS, NÃO MUNICIPAIS “Os ambientes globais de inovação não são formados por uma única cidade, mas sim por uma região, como o Vale do Silício e outras referências. Por isso temos que

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Semana da Inovação traz palestras e eventos temáticos de empreendedorismo e inovação

Evento organizado pelo Orion Parque; Semana municipal de inovação entrou no calendário de eventos no ano passado A partir do dia 19 até 23 de outubro, durante a Semana da Inovação, o Orion Parque lhe convida a participar de uma semana toda repleta de aprendizados e vivências com temáticas de inovação, contando com palestras, eventos e muita interatividade.  A série de 15 eventos e webinars, totalmente gratuitos e online, incluem atividades como Workshop Captação de demandas com entidades, com o pessoal do Gênesis – Escritório de Projetos e impactos imediatos da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), além de Painéis sobre Governança dos Centros de Inovação, Cultura Empreendedora; Criatividade, Design e Inovação e eleições e fake news, pra citar apenas algumas iniciativas. “Embora todo o ano a gente saiba que tem a Semana Nacional de Inovação, ano passado foi promulgado uma Lei em Lages, e isso nos provocou a fazer uma ação que envolvesse as instituições de ensino, e um programa, onde não fosse a semana de inovação do Orion, mas sim a Semana de Inovação que está sendo organizada pelo Orion e todo mundo que for parceiro pode divulgar as ações dentro desse grande evento”, comenta o diretor-executivo do Orion Parque, Claiton Camargo.  Instituído com base na Lei Nº 4.363, aprovada pela Câmara de Vereadores e sancionada pelo prefeito municipal, em outubro de 2019 – a partir de um projeto de lei de autoria do vereador Jean Pierre – , a Semana Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação de Lages prevê a realização de “atividades e eventos nas áreas de ciência, tecnologia e inovação, viabilizando a participação de entidades, empresas e expoentes do âmbito local, com o objetivo de apresentar novidades, produtos, tendências e ideias, estimulando a divulgação e o fomento ao empreendedorismo”. Acesse o site do Orion, com página especial sobre a Semana da Inovação, confira a programação completa, inscreva-se e participe você também. #eusouorion #semanadainovação #tecnologia #empreendedorismo #inovação #FAPESC #FAPESC.SC #FapescéSDE #SDEGOVSC #GOVERNOSC #Fapesc.gov

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Você já pensou em desenvolver um negócio em apenas um fim de semana?

Uma competição entre universidades e universitários, com o desafio de criar uma startup do zero em apenas três dias: esse é o objetivo do Reuni Challenge, evento online que ocorre pela segunda vez este ano, promovido pelo Orion Parque.   Entre os dias 06 a 08 de novembro, a iniciativa permite que os envolvidos tenham realmente a oportunidade de “colocar a mão na massa”, passando por todas as fases de uma negócio real: desde a criação da ideia, e construção de modelos de negócios e validações de hipótese, até a apresentação final para uma banca de avaliadores. Na prática, o Reuni Challenge é uma versão reduzida do Startup Weekend, já realizado no Orion Parque. Durante o evento os participantes recebem ajuda de mentores com experiência de mercado, além de capacitações para superar os desafios da criação de um novo negócio. No fim, a equipe vencedora receberá uma premiação em dinheiro e a universidade vinculada o título de instituição mais empreendedora da Serra e Meio-Oeste Catarinense.    “O desenvolvimento de uma região depende muito do potencial empreendedor das universidades e dos universitários da localidade. Quanto mais contatos com o empreendedorismo, mais chances o estudante tem de desenvolver um novo negócio e colocar em prática os conhecimentos adquiridos durante seus estudos. Por isso, eventos como esse são tão importantes para o desenvolvimento regional”, comenta Raul Capistrano, líder do setor de Programas e Ações do Orion. 

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Em cerimônia do Governo do Estado, incubadas do Orion recebem recursos do edital Tecnova II

Em cerimônia realizada na segunda-feira (10), em Lages, o governo do Estado de Santa Catarina trouxe importantes entregas para segmentos essenciais, agora em época de pandemia do novo coronavírus. Entre eles, destacam-se importantes recursos para a saúde, a infraestrutura e a educação da região Serrana, além de 28 leitos de UTI exclusivos para o tratamento da doença provocada pelo novo coronavírus. Isso significa mais nove leitos de terapia intensiva para pacientes da Serra, já que serão realocados 19 leitos exclusivos para Covid-19 hoje instalados na parte antiga do hospital. No total, foram apresentados investimentos de cerca de R$ 78 milhões na região. Dentre esses recursos, está o repasse para duas startups incubadas no Orion Parque Tecnológico, contempladas em maio no edital Tecnova II, da Fundação de Amparo à Pesquisa de Santa Catarina (FAPESC).  Com o investimento em desenvolvimento e inovação, a Fapesc repassou recursos para pesquisa e desenvolvimento de duas empresas: a Scienco Biotech, com o projeto de Desenvolvimento de tecnologia inovadora para imunodiagnóstico aviário, dentro da cadeia produtiva de alimentos, receberá R$ 150 mil. Já a empresa Sul Florestas Geo Engenharia Ltda, com a ideia da Plataforma SFMapp, receberá R$ 200 mil. Ambas as empresas estão vinculadas ao Orion no edital de Projetos Inovadores. Na oportunidade a Fapesc também lançou dois editais de chamada pública para o Programa de Apoio a Projetos de Pesquisas para a Capacitação e Formação de Recursos Humanos em Taxonomia Biológica (R$ 160.000,00) e para o Programa de Pesquisa Ecológica de Longa Duração (R$ 200.000,00).  De acordo com André Leonardo Buck, um dos sócios da Sul Florestas Geo Engenharia, esse recurso será fundamental para o desenvolvimento da plataforma, que terá 24 meses para execução e contará com contra-partida da própria startup.   “O Tecnova II foi super importante para aceleração do desenvolvimento da plataforma SFMapp e será, também, na disponibilização dela no mercado”, lembrou. A SFMapp trata-se de uma solução para coleta, processamento e disponibilização dos dados e informações georreferenciadas, para o mercado de florestas plantadas.  Já o \”Desenvolvimento de tecnologia inovadora para imunodiagnóstico aviário\”, da Scienco, é uma nova molécula para diagnóstico imunológico.  Saiba mais sobre o Programa Tecnova II O Programa TECNOVA foi voltado para empresas, independentemente do tipo societário sob o qual fossem constituídas, que se encaixasse em requisitos como: faturamento bruto anual de até R$ 16 milhões; data de registro na Junta Comercial ou no Registro Civil das Pessoas Jurídicas de sua jurisdição até pelo menos seis meses antes do lançamento do edital (abril de 2019); garantia de oferecimento de Contrapartida Financeira mínima de 5%; demonstração de ter efetuado qualquer atividade operacional, não-operacional, patrimonial ou financeira até pelo menos três meses antes do lançamento do edital (julho de 2019) e objeto social que contemplasse atividade compatível com a que será desempenhada no projeto proposto na data de divulgação do presente edital. As propostas deveriam se encaixar nas seguintes temáticas: Tecnologias da Informação e Comunicação; Saúde; Inovação, Diversificação e Competitividade; Cadeia Produtiva de Alimentos; Gestão Pública e Turismo. Dos R$ 7,5 milhões disponibilizados pelo TECNOVA, R$ 5 milhões são financiados pela Finep e os outros R$ 2,5 milhões serão investidos pela Fapesc. Com informações: Governo do Estado de Santa Catarina e FAPESC

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ACATE elege remotamente nova diretoria para gestão 2020/2022

À frente da nova diretoria, o presidente Iomani Engelmann Gomes pretende capilarizar ainda mais a entidade em todo o estado catarinense. Capacitação de talentos, relações governamentais e o fortalecimento da integração serão os três principais pilares dos próximos dois anos de gestão; conselheira do Orion tem a missão de integrar polos pelo estado. O Orion Parque é o polo da ACATE na região serrana de Santa Catarina.   A nova diretoria da ACATE, gestão 2020/2022, foi eleita na quarta-feira, 20 de maio, em Assembleia Geral Extraordinária, realizada de forma remota e com a participação das das empresas associadas. Tomaram posse no dia 1º de junho o presidente Iomani Engelmann Gomes e seis vice-presidentes: Annalisa Blando Dal Zotto (Financeiro), Arthur Medeiros Nunes (Ecossistema), Diego Brites Ramos (Relacionamento), Henrique Marcos Fava Bilbao (Marketing), Nelissa Gevaerd Colossi Branco (Integração) e Moacir Antônio Marafon (Talentos). Também foram eleitos os novos membros dos Conselhos Deliberativo e Fiscal. Compõem a nova diretoria representantes de diversas regiões de Santa Catarina e associadas de todos os portes, de startups a grandes empresas. Além disso, é a primeira vez que mulheres assumem cargos de vice-presidência. A gestão que se despede foi marcada pela união e pelo fortalecimento do setor de Tecnologia. Por dois mandatos consecutivos, estiveram à frente o presidente Daniel Leipnitz, e os vice-presidentes Iomani Engelmann Gomes (Negócios), Marcos Lichtblau (Finanças) e Silvio Kotujansky (Mercado). A nova gestão chega para solidificar e desenvolver ainda mais o ecossistema catarinense de tecnologia. A nova vice-presidência de Integração, sob o comando de Nelissa Branco, da empresa Softecsul, de Lages, pretende capilarizar ainda mais a entidade em Santa Catarina, estadualizando ações bem sucedidas de cada uma das regiões. A vice-presidência de Marketing terá como desafios o incremento da visibilidade da associação, a comunicação com os associados e a promoção dos eventos, sendo liderada pelo empresário Henrique Bilbao, da Ezok, de Blumenau, onde ocupa também a presidência da Blusoft. Diego Ramos, da Teltec Solutions, fica responsável pela vice-presidência de Relacionamento, buscando estreitar a interação com parceiros e Governo. Arthur Nunes, da Plotkids, assume a vice-presidência de Ecossistema, liderando a relação com os associados e a operação dos programas da entidade. A nova vice-presidência de Talentos, ocupada pelo co-fundador da empresa Softplan, Moacir Marafon, tem como missão trabalhar pela formação, atração e desenvolvimento de profissionais qualificados. Na vice-presidência Financeira, Annalisa Dal Zotto, da ParMais, fica responsável pela gestão financeira da ACATE. Iomani Engelmann, que ocupava a vice-presidência de Negócios, assume a Presidência da entidade. Co-fundador da empresa Pixeon, que nasceu na incubadora MIDITEC, Iomani estabelece os três principais pilares da gestão: capacitação de talentos, estreitamento de relações com as esferas governamentais e o fortalecimento da integração estadual. Nos últimos quatro anos, integrar as empresas e as várias regiões do estado também foi o principal trabalho da gestão presidida por Daniel Leipnitz. Houve uma intensa aproximação com os polos de inovação de Santa Catarina e a reestruturação do modelo de convênio, que ocorreu em 2018. A partir disso, a ACATE alcançou 1.400 empresas associadas, com nove polos conveniados nos municípios de Blumenau (Blusoft), Tubarão (ACIT), Criciúma (ACIC), Rio do Sul (ACIRS), Itajaí (ACII), Brusque (CITI), Chapecó (Deatec), Lages (Orion) e Joinville (Softville). Nestes dois anos de parceria firmada, foram 32 ações realizadas para proporcionar mais desenvolvimento do setor em todo o estado. Durante os dois últimos biênios, a ACATE ultrapassou as fronteiras de Santa Catarina com a abertura de escritórios em São Paulo (Capital) e Boston (Estados Unidos). A partir de uma necessária aproximação com o Governo do Estado e com as Prefeituras Municipais, a relação oportunizou avanços para o setor, como o decreto estadual que definiu a não incidência de ICMS sobre o Software; redução do ISS em São José; parceria entre Prefeitura Municipal de Florianópolis e ACATE na criação do Projeto Rede Municipal de Centros de Inovação de Florianópolis; participação no Pacto pela Inovação, em Joinville, e no Conselho de Inovação de Chapecó; e cocriação do movimento Floripa Conecta. Foram potencializados os trabalhos realizados pelos Programas Estratégicos, como StartLab, MIDITEC, Verticais de Negócios e LinkLabs (Primavera, São José e Joinville). Ao todo, 507 empresas têm sido impactadas diretamente pelas iniciativas. Para estimular a troca de ideias e experiências entre empreendedores e profissionais ligados ao setor, foram criados, ainda, os Grupos Temáticos: Mulheres ACATE, RH.TEC, Internacionalização, RIA e Investimentos, entre 2016 e 2018. Neste mesmo período, a Associação lançou o ACATE Startups, um espaço para novos negócios inovadores voltado para empreendedores que buscam conexões, conhecimento, apoio e mentorias. Reconhecimento também foi palavra-chave nesta última gestão. A Associação foi premiada na categoria Melhor Hub de Inovação, do Startup Awards, nos anos de 2018 e 2019. Esse é  o maior reconhecimento do ecossistema de startups e inovação do Brasil. O MIDITEC foi eleito como uma das cinco melhores incubadoras do mundo, pela UBI Global, nos anos de 2018 e 2019. Além disso, na categoria Tecnologia, a ACATE foi premiada no Top de Marketing e Vendas da ADVB/SC. Conselheira do Orion tem a missão de integrar polos pelo estado Vice-presidente do Conselho de Administração do Instituto Orion, a empreendedora Nelissa Branco, da Softecsul, residente no Orion Parque, assumiu a vice-presidência de Integração da ACATE para a gestão 2020/2022. Comentando sobre os desafios deste novo mandato, Nelissa falou sobre o que planeja em conjunto com a equipe e a área a ser trabalhada. “A nossa intenção é levar o bom exemplo do Orion às outras regiões, juntamente com os programas que o Parque Tecnológico têm a contribuir, que já foram testados. O case do Orion é muito bacana porque Lages não tem, digamos, uma tradição com relação à tecnologia, inovação. Além disso foi um dos primeiros pólos, e por isso é mais inspirador ainda para os outras regiões do estado”, lembrou.  Sobre as primeiras ações a serem tomadas, a equipe gestora recém-eleita prepara uma série de medidas para os três meses iniciais de mandato.  “A ACATE é uma instituição extremamente organizada. Estamos preparando todo projeto para 100 dias, como se fosse um planejamento estratégico, da onde desenvolvemos as

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Em parceria com a Prefeitura de Lages, Orion Parque disponibiliza espaços dentro do Centro de Inovação para comunidade empreendedora

Os espaços dentro do Orion Parque Tecnológico estão abertos para a comunidade empreendedora. A ação faz parte do programa de apoio e reestruturação de pequenos negócios locais do Orion Parque Tecnológico em parceria com a Prefeitura de Lages.  O empreendedor terá acesso às salas do Orion Parque sem se preocupar com o custo de água, energia, internet, fornecimento de notebooks (conforme disponibilidade), serviço de recepção e sala de espera.   A iniciativa tem por objetivo dar apoio para a reconstrução de pequenos negócios locais, visando auxiliar na retomada econômica causada pela crise da COVID-19, permitindo que os pequenos negócios utilizem a estrutura física do Centro de Inovação conforme a disponibilidade.  Segundo o diretor executivo do Orion Parque, Claiton Camargo, essa é uma atitude que o Orion está tomando para auxiliar a sociedade, usando a competência e a estrutura que o Parque Tecnológico tem para auxiliar a cidade nesse momento. “Como exemplo podemos falar da disponibilização do coworking público e dos espaços físicos dentro do Centro de Inovação, medidas que são importantes para empreendimentos que tinham dificuldade de se vincular ao Orion tradicionalmente por não terem um aspecto tão ligado à inovação. Estamos estendendo a parceria que já temos com o município, que é dona do espaço público onde é instalado o Parque Tecnológico”. Além disso, quem utilizar a sala terá acesso à metodologia de acompanhamento já desenvolvida em parceria com a Prefeitura, subsídio para o custo de manutenção do espaço físico, disponibilização de pontos recorrentes do coworking e acesso ao programa de aceleração do Orion Parque para pequenos negócios e MEI’s.  Quem busca utilizar o coworking, pode cadastrar-se no link: Coworking do Orion Como se inscrever Primeiramente, deve-se ler atentamente o edital, disponível em: https://plid.in/Edital-Espacos-Orion. A inscrição deve ser realizada em: https://plid.in/inscricaoespacosorion. O retorno da  solicitação será por e-mail. Depois do preenchimento do formulário a equipe responsável irá analisar situação e fazer o direcionamento de qual espaço é viável para o negócio. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail: contato@orionparque.com e pelo telefone/Whatsapp (49) 3099 – 9408. Assessoria de comunicação Orion Parque

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Acelerações do Orion Parque promovem projetos sociais e negócios com potencial inovador

Acelerações de MEIs, Pequenos Negócios e Projetos Sociais ajudam empresas tradicionais e ações a se fortalecer no período de pandemia. Trinta e sete MEIs e pequenos negócios, além de 20 projetos sociais, estão participando gratuitamente da iniciativa, que ainda tem inscrições abertas O programa de apoio e reestruturação de pequenos negócios locais para retomada econômica e mitigação dos efeitos da crise causada pela Covid-19 – uma parceria entre o Orion Parque e a Prefeitura de Lages, que desde o final de abril tem gerado grandes ações empreendedoras na cidade -, tem nas acelerações de negócios e projetos sociais uma das medidas mais ativas para a economia na região.   As ações de aceleração de pequenos negócios e MEIs (Microempreendedor individual) foram desenvolvidas pelo Orion para fornecer suporte aos micro e pequenos empreendedores e projetos sociais em meio a crise da Covid-19. Os programas de aceleração são feitos através de treinamentos, em plataforma virtuais e aulas online semanais. Ao final da iniciativa os empreendedores serão graduados e acompanhados pelo o Orion Parque. Para um dos idealizadores da aceleradora Hemerson Schenato, líder de empresas e startups do Orion Parque, a medida é interessante porque permite a articulação entre empresas tradicionais – que ainda não tinham vinculação ao Orion – e aquelas que já tem aspectos inovadores e fazem parte do Centro de Inovação. \”Estamos permitindo encontros semanais entre os participantes, de diversos conteúdos que são importantes para o dia a dia desses empreendedores. O maior impacto dessa aceleração que fazemos é a preparação do negócio, porque assim estamos possibilitando que os empreendedores tenham uma visão um pouco mais planejada, estratégica de seu negócio, já que muitas vezes eles não tem tempo para esse diagnóstico\”, lembra. Qualquer tipo de empresa ou MEI pode se inscrever. Após o cadastro no link da Aceleração, os empreendedores terão contato com conteúdos como gestão financeira, recrutamento, contabilidade, jurídico, marketing, vendas e inovação – temas das aulas semanais já feitas ou programadas. Serão pelo menos 20 videoaulas, até setembro, todas gratuitas. As aulas já disponibilizadas podem ser revistas aqui: Já a aceleradora de Projetos Sociais Saiph dá suporte aos projetos sociais da região, instigando-os a pensar fora da sua zona de conforto, buscando sustentabilidade no período pós-Covid-19. A aceleração acontece durante um período de até quatro meses, mas não tem uma data de conclusão definitiva, pois sua metodologia é adaptada conforme as necessidades e dificuldades encontradas ao longo do percurso pelas iniciativas que fazem parte do projeto. \”Projetos sempre precisam de recursos para executar as ações, e a principal queixa é que eles não conseguem ter acesso a esses diferentes auxílios , ou simplesmente não sabem como fazer para buscá-los\”, afirma Raul Capistrano, líder de programas e ações do Orion Parque, e um dos responsáveis pela Saiph. \”A verdade, porém, é que o recurso existe, tanto público como privado. Mas normalmente essa é a queixa dos participantes – que eles não conseguem ter acesso a essas verbas. Os projetos sociais precisam muito de alguns pontos que a gente aborda na aceleração, como gestão de projetos, estratégia, transparência, criação de CNPJ para ser possível captar esses recursos\”, lembra Raul, também empreendedor. Para participar da aceleração, os projetos sociais ainda podem se inscrever pelo link: http://plid.in/orionaceleracao Todas as aulas da Saiph – Aceleradora de Projetos Sociais podem ser revistas aqui: Aquecendo Corações, de Lages, é uma das aceleradas Um dos projetos sociais acelerados é o Aquecendo Corações Lages, que busca ajudar famílias carentes de Lages. A ideia é arrecadar alimentos, verduras e legumes para produzir marmitas que são distribuídas gratuitamente para comunidades desassistidas da região. \”Durante a semana programamos um cardápio e divulgamos nas redes sociais. Nos sábados nos juntamos com vários voluntários, e produzimos mais de 300 marmitas de forma gratuita\”, afirmou Luiz Gustavo Costa, um dos responsáveis pela ação. A expectativa é que a aceleração do projeto, realizada junto ao Orion Parque, possa contribuir e ajudar ainda mais as próximas ações a serem executadas. \”Espero que nos ajude muita a nortear os próximos caminhos que queremos dar, para cada vez mais consigamos crescer e atingir um número maior de pessoas. Contribui muito, pois somos pessoas que não temos experiência em projetos, somente queremos fazer o bem e o projeto está tomando uma proporção enorme nesses 11 meses que estamos operando ele. Acredito que o programa aceleração irá nos trazer um norte de como planejarmos as próximas etapas\”, ressaltou Setor de eventos e turismo busca se reinventar Um dos setores mais atingidos economicamente pela pandemia do novo coronavírus, o nicho de eventos e turismo precisou pensar em diferentes possibilidades depois da proibição de aglomerações. Empreendedora do setor e assessora de Turismo do Sistema Amures, Ana Vieira, proprietária da Chácara Bom Jesus, disse que as aulas da aceleração são ótimas por trazer doses de otimismo nesse momento de incerteza. \”Quando a gente passa por uma crise não conseguimos enxergar tudo. Não vemos alternativas.  Estamos ali só pensando nos problemas, nas contas que chegam, e falta opções, porque a pandemia nos pegou sem opções. Esses encontros semanais, tratando sempre sobre um assunto específico, ligado à operação do negócio, ajuda as empresas a ter otimismo, perceber que não é só ela que está nesse processo, sofrendo esses problemas. E propõe também a busca de alternativas, trabalhando em conjunto\”, comentou. Para Ana, existe uma falta de interesse do empresariado em geral por buscar soluções criativas. \”Infelizmente vejo que alguns empresários acham que não tem tempo, que não vai ter soluções, e muitas coisas apresentadas na aceleração podem tranquilamente caber no meu negócio. Uma sugestão que um outro colega está apresentando também pode ser viável para mim\”, lembrou a empresária.

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Aula-inaugural da Aceleração de Projetos Sociais do Orion debate negócios de impacto

Conversa sobre projetos sociais e negócios de impacto, a aula inaugural da Saiph – Aceleradora de Projetos Sociais foi realizada na última quarta-feira (20/05), no Facebook do Orion Parque. Cerca de 15 projetos sociais da região acompanharam o primeiro módulo do curso. A Aceleração de Projetos Sociais é um programa que dá suporte aos projetos sociais da região, instigando-os a pensar fora da sua zona de conforto, buscando sustentabilidade no período pós-Covid-19. O Programa de aceleração acontecerá durante um período de até quatro meses, mas não tem uma data de conclusão definitiva, pois sua metodologia é adaptada conforme as necessidades e dificuldades encontradas ao longo do percurso pelas iniciativas aceleradas. Na conversa, o líder de Programas e Ações Raul Capistrano, falou sobre o funcionamento da Aceleradora, que teve uma versão piloto em 2019. \”Nessa oportunidade, tivemos quatro ou cinco encontros, onde pudemos trabalhar e notar a dificuldade desses projetos em captar recursos, porque muitas vezes esses projetos sociais ou culturais não tem CNPJ ou qualquer tipo de formalização. São fragilidades que notamos e buscamos agora tentar mitigar isso\”, comentou Raul. Poderão participar projetos sociais e ideias criadas para atender às necessidades específicas da comunidade, como projetos de refeição para famílias necessitadas,  projetos para incentivo de esportes para crianças e adolescentes, projetos culturais para valorização da história local, projetos para ensino de música e dança, projetos com finalidades socioambientais e demais projetos voltados para a comunidade. Pedro Ceron, que trabalha com Gestão Criativa, e também é consultor em planejamento estratégico, inovação e liderança, comentou sobre o que define um negócio de impacto. \”Negócio de impacto é aquele que busca resolver um certo tipo de problema dentro de uma cidade, de uma comunidade, ou até mesmo globalmente. Nunca precisamos tanto de negócios que pensem em impacto como nesse momento de Covid-19\”, comentou. Instituições, gestores de pequenos projetos, mobilizadores e articuladores de iniciativas sociais são exemplos de perfis para o curso de Aceleração de Projetos Sociais. “São pessoas que trabalham sozinhas, muitas vezes. Não sabem como constituir empresas, ou uma empresa específica para projetos sociais. Não sabe fazer uma prestação de contas, gerenciar patrocínio. O perfil de gestores de projetos sociais é um perfil bem genérico. Podemos dar vários exemplos, como o de garotas do IFSC aqui de Lages, que fazem o trabalho de valorização de pessoas que estão em situação de vulnerabilidade, com publicações nas redes sociais da história de vida de catadores de lixo reciclável, que fazem ações em asilos, que tenham mini-projetos, que tenham ideias. O importante é a vontade de participar, para que se aprenda o básico e consigam abrir um negócio de impacto”, comentou Raul Capistrano, líder da iniciativa. Já para Thayne Garcia, fundadora do Impulso Coletivo, um hub de iniciativas de impacto socioambiental e economia criativa criado em 2019, reunindo pessoas que já promoviam ações de inovação social e projetos de impacto socioambiental na cidade de Uberlândia (MG), a discussão sobre isso no Brasil é muito recente. \”Começamos a discutir sobre isso no Brasil há mais ou menos uns cinco anos. É uma mudança na linha de raciocínio das empresas não visar apenas o lucro, mas também um resultado positivo, e que o projeto social gere também um resultado positivo\”, afirma. Evertom Watrick, da Catálise Criativa, articuladora cultural social que promove a transformação social através da Economia Criativa, falou um pouco sobre o que deve ser pensado nos negócios sociais. \”Quando você entra num negócio social, você tem que apaixonado por resolver aquele problema. Não importa muito a solução que você vai fazer, mas resolver o problema. Temos que entender qual é o problema que ele resolve\”, disse. Inscreva-se na Aceleradora através do link: plid.in/orionaceleracao  Reveja a aula inaugural da Aceleradora Saiph Acompanhe o cronograma das próximas aulas Dia 28/05 – 19h – Mindset, Criatividade e Comportamento; Dia 04/06 – 19h – Como vincular os Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis da ONU no meu projeto?; Dia 10/06 – 19h – Protagonismo social; Dia 18/06 – 19h – Estratégia; Dia 25/06 – 19h – Canvas, Lean Startup; Dia 02/07 – 19h – Teoria da mudança, mobilização e engajamento; Dia 09/07 – 19h – Fluxonomia, golden circle; Dia 16/07 – 19h – Novas economias; Dia 23/07 – 19h – Desenvolvimento de Lideranças e parcerias e voluntários; Dia 30/07 – 19h – Sustentabilidade Financeira, planejamento financeiro e fluxo de caixa; Dia 06/08 – 19h – Patrocínios, doação e fontes de receita; Dia 13/08 – 19h – Marco regulatório das OSC\’s, MROSC e sua aplicação no âmbito municipal; Dia 20/08 – 19h – Qual a importância do marketing para projetos sociais?; Dia 27/08 – 19h – Pitch, Storytelling, venda e construção de narrativas; Dia 03/09 – 19h – Como definir a estratégia do meu projeto social e gestão de projetos pelo PMD PRO; Dia 10/09 – 19h – Elaboração de projetos e fontes de recurso; Dia 17/09 – 19h – Captação de recursos por incentivos fiscais; Dia 24/09 – 19h – Execução e prestação de contas; Dia 01/10 – 19h – Indicadores e transparência;

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Programa Nascer da Fapesc concentra atividades online para reduzir riscos de contágio; em Lages, trabalho segue à distância

A quarentena para controle de propagação da Covid-19 tem mudado a rotina dos contemplados nos editais da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc), vinculada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável. Um exemplo é o Programa Nascer, de fomento e desenvolvimento de ideias, que iniciou em março as atividades com 155 equipes. As conversas com mentores são realizadas agora a distância, com ajuda de ferramenta, para reduzir os riscos de contágio com o novo coronavírus e manter o fluxo de trabalho. Já os encontros presenciais foram suspensos e substituídos por videoconferências e webinars. O coordenador do Programa Nascer de Videira, Leandro Hupalo, destaca que além das atividades disponíveis na plataforma há uma agenda semanal de videoconferências com convidados. Já foram realizadas duas palestras e para os próximos dias estão previstas conversas com especialistas sobre carreira e negócios. “Os participantes estão interagindo bem com as atividades propostas. As equipes apresentam muita qualidade e interesse em se desenvolver enquanto empreendedores”. O presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen, destacou o avanço das ações do Programa Nascer com ajuda de ferramenta online. “As capacitações vão ter continuidade para os mais de 150 empreendedores em todas as regiões do Estado. Eles seguirão recebendo orientações, mentorias e conhecimentos para modelar seus negócios e em breve ajudar Santa Catarina a retomar o desenvolvimento”, afirmou. O superintendente do Sebrae/SC, Carlos Henrique Ramos Fonseca, salientou ainda a importância do programa para o desenvolvimento de novas empresas. “Nosso objetivo com o Programa Nascer é criar uma trilha da inovação, incentivar a criação de startups e contribuir para o surgimento de novos empreendedores”, completou. Para o secretário de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Lucas Esmeraldino, é importante que o Estado desenvolva oportunidades em tempos de crise. “Acredito que este momento vai passar, pois temos um povo batalhador e, sobretudo, inovador. E a Fapesc tem esse papel de fomentar o ecossistema de Santa Catarina”, reforça. Em Lages, trabalho segue desenvolvendo ideias inovadoras Mesmo com o isolamento social, as atividades em Lages do Cocreation Serra seguem capacitando os empreendedores, através de webinars e videoconferências. Para Julia Rodrigues, responsável pelo Cocreation Serra, o principal objetivo do Cocreation, que é o networking entre os participantes, consegue ser mantido, mesmo com o isolamento temporário. \”A temática do Cocreation funciona, normalmente, com palestras e workshops, além de consultorias com alguns dos palestrantes, que são voluntários. Com o isolamento, fizemos reuniões de 30, 40 minutos com cada equipe, e todas foram muito produtivas. Assim a coordenadora já conheceu os projetos, os projetos conheceram ela, já tiraram dúvidas, e isso impulsionou eles um pouco mais. Essa semana já tivemos bastante webinars. Isso está ajudando bastante nessa etapa. Na segunda-feira, dia 13, tivemos o primeiro evento online específico para a turma da Serra, de construção do DNA do Negócio. Infelizmente o networking entre os participantes fica prejudicado, mas nessa semana tivemos um participante que queria fazer uma pesquisa de validação, com os colegas, e o incentivamos para que ele mandasse no grupo e compartilhasse conosco, promovendo a troca de ideias e experiências, multiplicando o conhecimento entre todos\”, comentou Julia. Conheça mais sobre o Cocreation, programa em parceria com o Sebrae SC Ao todo, 155 ideias foram aprovadas na última edição do Programa Nascer, que é realizado pela Fapesc em parceria com o Sebrae. As equipes foram distribuídas entre em 15 cidades que já têm ou ainda terão os centros de inovação do Governo do Estado. Os participantes recebem cinco meses de mentoria e apoio de especialistas para desenvolver ideias que poderão ser posteriormente incubadas. Só em Videira, por exemplo, são 12 projetos que envolvem 41 pessoas. Lá, as atividades do Nascer começaram em 5 de março, junto com a inauguração do centro de inovação da cidade. “Durante o programa, temos cerca de 35 palestras, workshops e treinamentos para complementar as atividades disponíveis na plataforma. Agora, os cocreators (participantes) seguem recebendo conteúdo de qualidade durante este período de isolamento social”, destacou o fundador do Cocreation Lab, Luiz Salomão Ribas Gomez, que usa a metodologia TXM na qualificação dos aprovados no Programa Nascer. Confira a lista de todos os projetos aprovados no Programa Nascer Aprovados no Programa NASCER – FAPESC. Abaixo, os selecionados em Lages Com informações: FAPESC

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Startup criada na UDESC Lages, incubada no Orion, conduz pesquisas para detecção do novo coronavírus

A startup Scienco Biotech, criada dentro do ambiente de inovação do Centro de Ciências Agroveterinárias (CAV), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) em Lages, e residente no Centro de Inovação do Orion Parque Tecnológico, foi contemplada no Edital de Inovação para a Indústria, do Senai, na categoria \”Missão contra Covid-19\”, que visa gerar soluções de impacto contra os problemas causados pela pandemia do novo coronavírus. O projeto é coordenado pela professora Maria de Lourdes Magalhães e consiste no desenvolvimento de formulações sinalizadoras para a detecção do novo coronavírus. Os experimentos serão realizados no Laboratório de Bioquímica da Udesc Lages. Os pesquisadores pretendem desenvolver aptâmeros e peptídeos para detecção do vírus, o que contribuirá, especialmente, com laboratórios no diagnóstico da doença. A ideia é usar as formulações para criar um dispositivo que detecte o vírus em superfícies. Outras etapas serão executadas nas universidades parceiras do projeto, que conta com uma equipe formada por especialistas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e Institutos Senai de Inovação do Rio de Janeiro. Além de pesquisadores brasileiros, a equipe conta com a parceria de pesquisadores norte-americanos, especialistas no desenvolvimento de aptâmeros, que é a tecnologia que será usada no desenvolvimento do projeto. Os primeiros resultados devem ser divulgados dentro de três meses. De acordo com Maria de Lourdes, o aporte financeiro do edital permite a mobilização de muitos centros de pesquisa para agir com rapidez. \”Todos os resultados gerados serão disponibilizados para toda comunidade, de forma que as inovações possam ser aplicadas de maneira rápida e eficiente\”, afirma a pesquisadora. \”Cada laboratório irá fazer uma parte do projeto. O Instituto Senai de Inovação Química Verde, no Rio de Janeiro, irá coordenar todas as ações. Aqui em Lages faremos o desenvolvimento de peptídeos e aptâmeros de RNA\”, completou. Esta é a segunda fase do edital, que contemplou nove projetos em todo o País na categoria \”Missão contra Covid-19\”, com aporte financeiro de R$ 20 milhões. O resultado foi divulgado na última terça-feira, 07/04. A primeira fase, divulgada em março, já havia contemplado outros seis projetos. Saiba mais sobre o edital de Inovação para Indústria SENAI O Edital de Inovação para a Indústria financia o desenvolvimento de produtos, processos ou serviços inovadores, com o objetivo de aumentar a produtividade e a competitividade da indústria brasileira, além de promover a otimização da segurança e saúde na indústria. No categoria, o edital propõe soluções de impacto contra os problemas gerados pela pandemia do novo coronavírus. Os projetos serão financiados pelo SENAI e pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). Os projetos devem estar focados em soluções para prevenção, diagnóstico e combate da COVID-19. Conheça mais sobre a Scienco Biotech Empresa residente no Orion Parque, a Scienco possui setor de pesquisa e desenvolvimento que executa diversos projetos de pesquisa para criação de insumos de diagnósticos, que atualmente são produzidos com alto custo em diversos países como Estados Unidos, Alemanha e Inglaterra. A Scienco é focada no desenvolvimento de métodos cromatográficos de purificação de anticorpos humanos e diversas espécies animais, criando metodologias capazes de purificar Imunoglobulina G (IgG) com características superiores às tecnologias atuais, além de ser a única empresa com tecnologia de purificação de anticorpos de aves (IgY). Além disso, a Scienco é a única empresa nacional que produz reagentes de imunoensaios como TMB (tetrametilbenzidina), pronto para uso para a indústria de diagnóstico in vitro. Com informações: Assessoria de Comunicação da Udesc LagesJornalista: Tatiane Rosa Machado da SilvaFotos: Experimentos serão realizados no Laboratório de Bioquímica da Udesc Lages – Foto: Ascom/Udesc LagesMais detalhes: https://plid.in/FpABk

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