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Startups de Lages são destaque nacional neste início de 2021 

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Apesar dos efeitos da pandemia, as startups do Orion estão voando neste início do ano! Nossas startups inseridas no ecossistema de inovação da região serrana foram destaque nacional em grandes veículos, mostrando resultados impactantes. Confira abaixo nossa retrospectiva dos três meses históricos com empreendedores que fizeram o Orion Parque Tecnológico decolar! Neste mês de março, mostramos um dos maiores resultados para o nosso ecossistema, ao trazermos que a Quiron, startup especializada no monitoramento remoto de ameaças florestais, utilizando tecnologias para predição de incêndios e sanidade florestal, recebeu aporte de R$ 750 mil reais de investidores da Anjos do Brasil. O dinheiro aportado agora, vindo de um grupo de entusiastas investidores, consolida o mercado do monitoramento de ameaças de sanidade florestal, que está em ascensão, mesmo no período de pandemia.  A startup foi notícia em vários portais nacionais, como o PEGN e Globo Rural. Em Portugal, onde a Quiron já atua, saímos no AgroPortal, um dos mais acessados portais do agronegócio por lá. Por aqui, também aparecemos em vários outros sites voltados para o mundo startup, como SC Inova, Economia SC, Baguete e ACATE, e também sites especializados como o Mais Floresta. Outra grande projeção se deu quando o ecossistema de inovação da região foi notícia no Infomoney – o maior site especializado em mercados, investimentos e negócios do Brasil e um dos 15 maiores do planeta. A Serra Catarinense entrou no radar do portal destacando os resultados do investimento em inovação na região, graças ao apoio do Orion Parque e parceiros locais. Nossos representantes do ecossistema ilergic e NDD deram entrevista, mostrando-se como representantes de empresas referências em ecossistemas do interior, na matéria que analisa as “fábricas de startups” no interior do estado. Mais um ótimo desempenho foi o resultado conseguido pela startup Beer Hub, empresa incubada no Orion que montou um clube de assinatura para apreciadores de cerveja. Depois de ser  campeã do programa Nascer em Lages, em 2020, ela passou no edital de seleção do Programa Inovatur, desenvolvido em cooperação entre a Agência de Desenvolvimento do Turismo de Santa Catarina (Santur), Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação (Fapesc) e a empresa Gestalt Open Innovation. Os projetos selecionados vão receber entre R$19 mil e R$23 mil de apoio financeiro para concretizar a ideia de negócio. No domingo, dia 07, a startup incubada do Orion que está revolucionando o mercado imobiliário, com o Test Drive do Imóvel, da Camaro Imobiliária, foi destaque no Tech SC, contando como foi o desenvolvimento de um novo modelo de venda de imóvel. A startup oportuniza que locatários possam, no futuro, utilizar o dinheiro investido no pagamento de aluguel como valor de entrada, caso queiram adquirir o imóvel.   Já na quarta-feira (17), nossa empreendedora Maria de Lourdes Magalhães, da Scienco, foi destaque na matéria da revista Época Negócios, com o projeto de um novo teste para detecção do novo coronavirus, causador da covid-19. A iniciativa indica o diagnóstico da doença através da saliva, e já está em análise na Anvisa, podendo chegar ao mercado em dois meses. Ano passado trouxemos a notícia que a Scienco tinha sido contemplada com um edital para viabilizar recursos para o desenvolvimento de formulações sinalizadoras para a detecção do novo coronavírus.    Nas palavras de Hemerson Schenato, líder de startups e empresas do Orion Parque, isso é um indicativo do impacto que novas startups e empreendedores dedicados trazem para nosso ecossistema em desenvolvimento. “Essas notícias nos deixam muito orgulhosos, porque é o reflexo da dedicação e do trabalho duro dos nossos empreendedores. Isso mostra que o nosso ecossistema fica cada vez mais maduro e que as nossas soluções, os negócios desenvolvidos localmente, também tem uma força e podem ser competitivos em âmbito nacional e até mesmo internacional. Nós estamos conseguindo mostrar a nossa força e ter o nosso espaço, o que é diferente de quando estamos em um ecossistema já desenvolvido”, comenta.  [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Quiron, startup do Orion, recebe aporte de R$ 750 mil

Com crescimento consolidado há dois anos, startup especializada no monitoramento de ameaças florestais recebe aporte de 750 mil reais de investimento. \”É um marco no nosso ecossistema\”. Startup investida é hoje uma das únicas startups no país e poucas no mundo com atuação voltada, exclusivamente, para algoritmos no setor florestal Depois de um 2020, com resultados que superaram as expectativas, os empreendedores da Quiron – startup que está incubada no Orion Parque, em Lages – já tem muito o que comemorar em 2021. A empresa, que é especializada no monitoramento remoto de ameaças florestais, utilizando tecnologias para predição de incêndios e sanidade florestal, recebeu aporte de R$ 750 mil reais de investidores da Anjos do Brasil, organização sem fins lucrativos, criada para fomentar o investimento anjo e apoiar o empreendedorismo de inovação no país. O investimento anjo tem como finalidade proporcionar aos investidores interessados a aplicação financeira em negócios com alto potencial de retorno que, consequentemente, tem um grande impacto positivo para a sociedade, trazendo oportunidade de trabalho e de renda. O termo \”anjo\” é utilizado pelo fato de não ser um investidor, exclusivamente financeiro, que fornece apenas o capital necessário para o negócio, mas por apoiar o empreendedor, aplicando seus conhecimentos, experiência e rede de relacionamento para orientá-lo e aumentar suas chances de sucesso, conforme explica a entidade. A possibilidade da Quiron receber o investimento – apoio tradicionalmente comum entre as startups – foi viabilizada pela Rede de Investimentos Anjo (RIA), uma iniciativa conjunta da Anjos do Brasil e da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE). A RIA SC é uma comunidade que aproxima pessoas físicas que querem investir em startups a empreendedores que desenvolvem produtos e serviços com potencial de crescimento em escala “Nós recebemos o contato deles num dia, e dois dias depois, o pitch foi apresentado a mais de 80 investidores da Anjos do Brasil. Na sequência, mais de 30 deles demonstraram interesse. Passamos por comissões internas que fizeram todo o processo de verificação, de modelagem de negócios, de tração, avaliando todos os parâmetros da nossa empresa, que são levados em conta na hora de procurarmos um aporte financeiro. Se não fosse a Anjos do Brasil, com certeza não conseguiríamos chegar até aqui”, lembra Diogo Machado, responsável pelos novos negócios da Quiron. Segundo Celso Sensini, investidor líder, a Quiron tem muito a crescer com o novo aporte. \”Enxergamos, após extensa avaliação da empresa, um ótimo potencial da Quiron no setor Florestal, não apenas no Brasil, mas em diversos países do mundo, como: Estados Unidos, Europa e Austrália. Este é um segmento com muitas oportunidades e estamos confiantes na capacidade de entrega dos sócios fundadores”. Crescimento em escala, com tração de investimento  Indicativo de riscos de incêndio Segundo Diogo, a Quiron é hoje uma das únicas startups no país e poucas no mundo com atuação voltada, exclusivamente, para algoritmos no setor florestal, um segmento com grande demanda por inovações. “É muito interessante essa visibilidade que podemos obter. Na verdade, somos uma das únicas startups do Brasil e do mundo que trabalha com algoritmos e sensoriamento via satélite para florestas. Existem várias startups para o agro tradicional, com um mercado mais consolidado, mas com foco em floresta, são poucas”, ressalta ele. A tecnologia desenvolvida pela Quiron, via monitoramento remoto, permite mitigar perdas com ameaças florestais, como pragas, doenças e incêndios. Via algoritmos próprios, é possível analisar grandes extensões de terras e identificar áreas de ataque de pragas e doenças em florestas plantadas e também identificar áreas com maior risco de ignição de incêndios florestais. A empresa tem parcerias com players de todo o mundo para obter dados de satélites e nano satélites, colocando todas essas variáveis dentro dos seus modelos. Dessa forma, empresas florestais, de celulose e outros territórios podem monitorar ameaças de uma forma totalmente remota, dando às equipes de campo maiores subsídios na tomada de decisão. Apoio do Orion fomenta startups na região Com apoio do Orion Parque Tecnológico, o setor de startups e empresas do Instituto auxilia as startups a se desenvolverem, inserindo elas aos editais que integram ao Centro de Inovação, oferecendo suporte técnico para transformar ideias em projetos para ingresso nos editais de residência. Foi nesta modalidade, chamada OrionLab, que a Quiron entrou, em 2018, no Orion.   “A Quiron sempre teve um potencial, tanto nas hipóteses de negócios, tanto no capital intelectual dos empreendedores, o time deles de empreendedores é muito forte – isso contribuiu muito para a evolução da solução. A nível de ecossistema, esse aporte que eles estão recebendo é um marco para a gente, porque é a primeira startup que vai receber esse montante em investimento externo, por mérito total dos empreendedores, e da solução, do negócio deles”, salienta Hemerson Schenato, líder de startups e empresas do Orion. Sobre Anjos do Brasil A Anjos do Brasil é uma organização sem fins lucrativos de fomento ao investimento anjo e apoio ao empreendedorismo de inovação. Fundada em 2011, atua em três verticais, rede de investidores anjo, produção de conhecimento e políticas públicas. Participam da rede da Anjos do Brasil mais de 560 investidores em 16 Estados nos quais conta com o suporte de líderes que exercem atividades voluntárias para incentivar o investimento anjo. Mantém parcerias com redes internacionais, como a GBAN – uma comunidade global de redes de investimento anjo, que tem como objetivo fundamental a colaboração e investimento entre investidores anjo de diversos países, além de trazer conhecimento e engajamento sobre o papel fundamental de investidores anjo no crescimento de startups. Com informações assessoria de imprensa da Anjos do Brasil    Core Group (coregroup.com.br) 

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Reuni Experience entrega prêmios aos vencedores da última edição

[vc_row][vc_column][vc_empty_space][vc_column_text]A celebração de uma conquista, quase quatro meses depois da vitória. Essa foi a sensação da equipe vitoriosa do Reuni Challenge – evento de empreendedorismo universitário, realizado pelo Orion Parque, no início de novembro de 2020, que conectou mais de 80 acadêmicos de universidades da Serra e Meio-Oeste Catarinense. A equipe campeã, da Uniplac, foi a ADA (All Data Analytics), que desenvolveu uma solução dentro da problemática de saúde, para coletar, de forma mais rápida e eficaz, a satisfação setorizada de cada paciente. Com a coleta dessas informações, serão gerados indicadores à Secretaria Municipal de Saúde para a tomada de decisões, avaliando a satisfação entre a população e o sistema de saúde público. A cerimônia de premiação foi realizada no auditório da MIDILages, na última sexta-feira (26/02), no Micro Distrito de Base Tecnológica de Lages, mantido pela Fundação Uniplac – que em janeiro de 2021 firmou parceria com a incubadora Épsilon, do Orion Parque. Na oportunidade, foram entregues os troféus para os participantes da equipe (alunos Rafael Venturini e Leandro Veiga, do curso de Administração, Kleberson de Oliveira (Ciências Contábeis) e Catarine Maltauro (Sistema da Informação) e professora Sayonara Varela, também da Administração. A equipe levou para casa a premiação de R$1.500,00, pelo primeiro lugar, para colocar a ideia em prática. Além disso, a ADA também conquistou o título de vencedora da Gincana, pela divulgação da iniciativa. A Uniplac levou o troféu com o título de Universidade Mais Empreendedora da Serra e Meio-Oeste Catarinense. Parabenização pelo resultado Além da equipe vencedora, participaram do ato o reitor da Uniplac, prof. Kaio Amarante e a Pró-Reitora de Pesquisa e Extensão, Lilia Kanan, além da coordenadora do curso de Administração, Kelli Gotardo. Representando o Orion, o presidente do parque, Valmir Tortelli e Raul Capistrano, líder de programas e ações do Instituto Orion, também estiveram presentes. Nas palavras do Reitor, a região ainda precisa se posicionar como polo de atração de startups, e fomentar o desenvolvimento regional. “Precisamos desenvolver o empreendedorismo regional e precisamos criar a cultura. O Reuni é um grande projeto fomentador. Esse é o sentimento de nos alinharmos e nos aliarmos dessa forma. Vencer esse desafio foi o resultado de um trabalho contínuo dos nossos professores e alunos. Só temos que agradecer e parabenizar a equipe, organização do evento e os mentores. A Uniplac e os Cursos de Administração, Ciências Contábeis e Sistemas de Informação só têm motivos para se sentirem muito orgulhosos de seus representantes”, ressaltou Kaio.  O Presidente do Orion Parque, empresário Valmir Tortelli, destacou a importância do perfil empreendedor, que começa a se destacar justamente nessas iniciativas.  “Quero dar os parabéns para quem foi protagonista. A primeira ação do empreendedor sempre é tomar a frente dos processos, e isso é o que de mais significativo acontece quando se corre atrás de algo. Essas iniciativas formam a personalidade do bom empreendedor. Parabéns para Uniplac e aos participantes do grupo”, comentou. Relembre como foram os momentos finais do Reuni Challenge aqui. [/vc_column_text][vc_empty_space][/vc_column][/vc_row]

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Abertura da VI Conferência Estadual de CTI dá início à análise do ecossistema de ciência, tecnologia e inovação

[vc_row][vc_column][vc_empty_space][vc_column_text] A abertura da VI Conferência Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (CECTI), que ocorreu nesta quinta-feira, iniciou uma caminhada para analisar o ecossistema de CTI em Santa Catarina e gerar estratégias de crescimento para o setor. Até o encerramento, marcado para o dia 10 de junho, serão realizadas 12 reuniões online em seis regiões do Estado. Na Regional Serrana, o Centro de Inovação do Orion Parque será um dos articuladores da iniciativa. A VI CECTI é organizada pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE) e pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) e conta com a importante parceria da Rede Catarinense de Centros de Inovação e está prevista na Lei de Inovação. “A conferência é mais que uma obrigação legal. É uma oportunidade para que possamos avaliar as políticas públicas de Santa Catarina, monitorar o ecossistema de CTI e planejar ações de desenvolvimento sustentável para o nosso Estado, de forma regional e responsável”, afirmou o presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen. Em abril e maio, estão marcados eventos online em seis regiões do Estado: Grande Florianópolis, Serra, Sul, Oeste e Meio Oeste, Norte e Planalto Norte e Vale e Alto Vale do Itajaí. Na primeira etapa, serão coletadas as percepções dos atores do ecossistema de CTI; na segunda, serão apresentados os resultados. “A conferência tem objetivo de organizar um mapa estratégico para o desenvolvimento e execução de um plano estadual de ciência, tecnologia e inovação. Esse plano é regionalizado e precisa contemplar as várias dimensões e eixos estratégicos em cada região. É essencial para que o planejamento de Santa Catarina dê certo e para que possamos, cada vez mais, construir um Estado inovador”, explicou Holthausen. O secretário da SDE e presidente do Conselho Superior da Fapesc, Luciano José Buligon, representou o governador de Santa Catarina, Carlos Moisés da Silva. Segundo Buligon, a conferência é um momento importante para refletir sobre a importância do setor, sobretudo devido à pandemia. “A ciência, inovação e tecnologia sempre foram importantes, mas no pós-pandemia serão muito mais importantes do que possamos imaginar. Essa conferência se reveste de caráter definitivo para que Santa Catarina continue sendo uma solução inspiradora para o país e, porque não dizer, para o mundo. Se pudéssemos fazer um recorte territorial em SC, poderíamos estar nos comparando com alguns países da Europa, como Bélgica”. Exemplo nacional O presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), professor doutor Evaldo Ferreira Vilela, afirmou que Santa Catarina é um exemplo para o Brasil na constituição de um ecossistema de ciência e tecnologia acoplado à inovação. Ressaltou também a metodologia da conferência, desenvolvida pelo Programa de Pós-graduação de Engenharia e Gestão do Conhecimento (PPGEGC) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). “Após a abertura da conferência vão ter as etapas regionais e, então, serão buscados novos rumos a partir de uma avaliação. Algo que nós brasileiros não estamos muito acostumados. E é uma cultura que precisa se firmar entre nós, a da avaliação e do planejamento pós-avaliação”. Marcelo Bortolini, diretor Científico e Tecnológico da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), que representou o presidente General Waldemar Barroso, disse que a importância da ciência, tecnologia e inovação ficou ainda mais clara para a sociedade durante a pandemia. “É isso que a Finep busca. E graças a Deus, ao longo de alguns anos, temos uma parceria de grande sucesso com a Fapesc. Com muito trabalho de ambas as equipes, foram construídos diversos instrumentos, ferramentas e programas”, afirmou. Ele lembrou, por exemplo, os programas Tecnova e o Centelha. “Gostaria de parabenizar pela sexta conferência e dizer que a Finep está sempre pronta e apta para apoiar e trabalhar em conjunto”. Flávio Camargo, diretor de Avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), desejou sucesso à conferência e reafirmou a importância da inovação. “Acredito que ainda não entramos no século 21 como um país desenvolvido exatamente porque precisamos desenvolver essa cultura da inovação. Enquanto não for uma regra, e neste momento ainda é exceção, vamos continuar patinando nesta busca da independência tecnológica e da liderança em muitas áreas do conhecimento”. O presidente do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs), cumprimentou o Estado pelo protagonismo em realizar a conferência. “Essa conferência certamente é um instrumento importante de coleta de informações, de diagnóstico. São informações que vão servir para fomentar políticas públicas, para conduzir a política no caminho certo para que alcance os melhores resultados para o estado e para o país”. Também participaram da abertura da conferência, representando o ecossistema de CTI catarinense, Amarildo Niles, diretor para Assuntos de Inovação da Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc); Maurício Cappra Pauletti, gerente de Inovação e Competitividade da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc); Luciano Pinheiro, diretor técnico do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/SC); a reitora da Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc), Luciane Ceretta; Luiz Antonio Ferreira Coelho, vice-reitor da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc); Ainda pelo Zoom, Plataforma da CECTI e no Canal da Fapesc no Youtube, participaram atores do ecossistema de todas as regiões de Santa Catarina A abertura da conferência também marcou o início de uma série de comemorações pelos 25 anos da Fapesc, que vai ocorrer em janeiro de 2021. Até lá uma série de eventos e entregas serão realizados. Assista à abertura da conferência Confira a programação da conferência e faça sua inscrição Confira a programação completa:  Com informações FAPESC.[/vc_column_text][vc_empty_space][/vc_column][/vc_row]

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Plug Pets, startup do Cocreation, promove dia de Cão Terapia no Orion Parque

Interação com cães diminui o estresse, aumenta a produtividade e melhora os relacionamentos entre os colaboradores de uma empresa. Pensando nesses benefícios, as empresas e startups do Orion Parque Tecnológico receberam, nesta terça-feira (09), a visita da Hanna, cão-terapeuta da Plug Pets – startup que está em processo de pré-incubação por meio do Cocreation Lab Serra.  Hanna foi a grande estrela do momento realizado com as empresas incubadas no Orion Parque. Ela visitou os empreendedores, esbanjando simpatia e promovendo a descontração e alívio da tensão causada pelas demandas do dia a dia. “No ambiente de trabalho normalmente ficamos mais focados nas atividades e quando recebemos um animalzinho, ficamos mais pra cima. O animal transmite uma energia diferente, é um sentimento puro”, comenta a colaboradora do Escritório do Núcleo de Desenvolvimento Digital – NDD, Laryssa Mota. Hanna é a cão-terapeuta da Plug Pets, startup que atua como intermediadora no mercado Pet, conectando donos de animais de estimação que não possuem tempo disponível para passear e brincar com seus pets, com pessoas disponíveis para realizar a ação, além de outras frentes de atuação para a causa animal, como a Cão Terapia.   Como forma de Terapia Assistida com Animais, a Cão terapia é uma prática onde os cães promovem diversos benefícios para a saúde mental da pessoa que entra em contato com o animal. A prática é realizada como tratamento para pacientes com doenças graves, comportamentais ou transtornos.  Além disso, tem ganhado espaço dentro de empresas e instituições por seus benefícios no meio corporativo, como a redução do estresse, aumento da satisfação e felicidade no trabalho, produtividade e relacionamento entre colaboradores, além da diminuição da pressão arterial, “até mesmo quem estava receoso em parar de trabalhar para receber a Hanna, não resistiu e parou um pouquinho”, conta a Co-fundadora da Plug Pets, Camila de Liz.  A Plug Pets está em fase de pré-incubação por meio da metodologia do Cocreation Lab, que acompanha as equipes classificadas do edital Nascer, da Fapesc, durante a fase de maturação e validação da ideia. Ao longo dos seis meses de acompanhamento, as equipes têm acesso a mentorias e ferramentas que podem ser utilizadas para o desenvolvimento da empresa, visando prepará-las para submissão da ideia em editais de incubação.  A Cão Terapia realizada com as empresas do Orion Parque foi uma forma de validação de uma das frentes de atuação da Plug Pets. A startup foi construída a partir de uma ideia proposta no maior evento de imersão empreendedora, o Startup Weekend, e iniciou seu desenvolvimento pós-classificação no edital Nascer da Fapesc, vinculado ao programa Cocreation Lab Serra, que está instalado no Centro de Inovação do Orion Parque.  A visita foi bem recebida e resultou em muitos sorrisos dos colaboradores que sugeriram repetir a ação mais vezes. “Os bichinhos têm uma energia que só eles têm. Com certeza melhorou nosso dia”, conta a colaboradora da startup Sul Florestas, Isabella Branco.  Assessoria de Imprensa e Comunicação do Orion Parque Tecnológico

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Orion Parque inaugura espaço público de coworking

Primeiro do gênero da região, parceria do Orion e Prefeitura de Lages, iniciativa possibilita o uso sem restrição do espaço – com mesas de escritório com tomadas, cadeiras e wifi gratuito – para toda a comunidade. Após um período em que os espaços do Orion Parque foram alargados a mais pessoas, possibilitando o fácil acesso a empresários, empreendedores, profissionais liberais, estudantes e público em geral, o Centro de Inovação apresenta uma estrutura que possibilitará a versatilidade de coworking com a adaptação de mesas para utilização de trabalho compartilhado – até mesmo eventos em geral. Cerca de 50 novos espaços de coworking estão disponíveis no hall de entrada do Centro de Inovação, no Orion Parque, com acesso e utilização gratuitos para a comunidade em geral. Todos os cuidados possíveis para diminuir a chance de propagação do novo coronavírus foram tomados. “Inicialmente ele será disponibilizado com 50% de sua capacidade para mantermos as normas de segurança” ressalta Claiton Camargo, diretor-executivo do Orion Parque. “Com a implantação do Plano de Mitigação em 2020, com o intuito de amenizar os efeitos da COVID-19, aderimos à ideia de Coworking Público, mediante a percepção de uma carência desse tipo de utilização no Ecossistema, para que pequenos negócios e empreendedores, além de negócios locais, pudessem manter suas atividades com intuito de aproximação da comunidade ao Ecossistema e também às atividades do Orion. Atualmente o Orion Parque possui condições de manter um Coworking Público estruturado, totalmente gratuito e em parceria da Prefeitura Municipal de Lages”, lembra o CEO. As mesas coletivas possuem cadeiras tipo escritório e tomada para uso de notebooks. O Orion Parque conta com wifi gratuito, mediante cadastro. Também há possiblidade de empréstimo de computadores pelo Centro de Inovação, sob reserva, que deve ser feita através deste link – também  para uso do coworking. Inauguração  A inauguração do novo espaço do coworking do Orion Parque aconteceu nesta quarta-feira, 03 de fevereiro, no hall do Orion Parque. Na oportunidade, autoridades destacaram a importância do espaço para fomentar a cultura empreendedora da região. Álvaro Mondadori (Joinha) – Secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo – \”Este é o meu primeiro ato público como secretário, e me dá muita satisfação ver o que se conseguiu fazer aqui. A palavra é gratidão\”. Ver. Gerson Omar dos Santos – Presidente da Câmara de Vereadores de Lages – \”Este é um projeto extremamente importante para o município. Grandes cidades de SC tem esse mercado de coworking extremamente positivo. Queremos oportunizar as pessoas a dinamizar a criatividade. A Câmara reconhece esse esforço\”. Nelissa Branco – Vice-presidente de Integração da Acate – \”O Orion foi criado pensando na inovação. Gostaria de agradecer a prefeitura e a Câmara pela participação. IO coworking público para nós é muito importante, para que possamos fomentar a inovação. Isso é muito importante para o Ecossistema\”.

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Startup catarinense desenvolve biotecnologia inovadora para diagnóstico de infecções em aves

Residente no Orion Parque desde 2017, quando ingressou no edital OrionLab, Scienco Biotech não deixou de registrar patentes e acumular grandes resultados no desenvolvimento de biotecnologia. A Scienco Biotech desenvolveu e patenteou, em parceria com a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), uma biotecnologia para identificar anticorpos em aves. O método inovador será usado, por exemplo, para detectar doenças infecciosas em galinhas e codornas e para verificar a eficácia de imunizações nesses animais. “Essa nova ferramenta molecular será muito importante para melhorar o custo, a eficiência e a rapidez dos diagnósticos em aviários”, explica Maria de Lourdes Borba Magalhães, sócia-fundadora da startup com sede em Lages. Segundo Maria de Lourdes, que também é professora de Produção Animal e Alimentos do Departamento de Ciências Agroveterinárias da Udesc, o próximo passo é utilizar a biotecnologia em testes comerciais de diagnósticos. “Estamos fazendo parcerias com outras instituições para que possamos substituir a parte de detecção do anticorpo pela nossa tecnologia”, conta. De acordo com Maria de Lourdes Borba, a startup desenvolveu uma proteína inovadora que se liga aos anticorpos das aves. Usada em testes de diagnóstico, a biotecnologia poderá ser usada de duas formas nos aviários: mostrará se as aves estão doentes ou, após uma vacinação, se estão devidamente imunizadas.  Nos humanos, os anticorpos que ajudam o organismo a se proteger de infecções são do tipo IgG (imunoglobulinas G) – nas aves, do tipo Y (IgY). “As aves, que têm uma importância econômica para o nosso Estado, também precisam ter a sanidade monitorada através da detecção de anticorpos em testes de diagnóstico. Os métodos existentes atualmente são imprecisos, que envolvem uso de animais de laboratório, com produção onerosa e pouco eficientes”, informou a professora. Inicialmente, a proteína foi desenhada a partir dos conhecimentos teóricos. Em seguida, passou a ser produzida em laboratório com o uso de bactérias. “Buscamos no genoma da galinha uma proteína com capacidade de se ligar aos anticorpos. Na verdade, criamos uma proteína meio Frankstein – pegamos o pedaço de uma e juntamos com outra. Ela já se mostrou funcional, provou que detecta anticorpos de galinha e de codorna e não detecta anticorpos de várias outras espécies. E desenvolvemos um protótipo onde determinamos a sensibilidade do teste, para ver o mínimo de anticorpos que ela pode detectar”, explicou a professora. Futuramente, a biotecnologia também poderá ser utilizada em testes de diagnóstico de doenças em outros animais, inclusive humanos.   A importância dos testes de diagnóstico usados para detectar doenças infecciosas causadas por vírus, bactérias ou fungos ficou evidente por causa da crise provocada pelo novo coronavírus. A Scienco Biotech, inclusive, está desenvolvendo uma tecnologia para detectar a presença do Sars-Cov-2, vírus que causa a Covid-19. Criada dentro do ambiente de inovação do Centro de Ciências Agroveterinárias (CAV), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) em Lages, e residente no Centro de Inovação do Orion Parque Tecnológico, a Scienco foi contemplada no Edital de Inovação para a Indústria, do Senai, na categoria “Missão contra Covid-19“, que visa gerar soluções de impacto contra os problemas causados pela pandemia do novo coronavírus. A partir do edital, a Scienco foi notícia com a criação de um novo teste para identificação da COVID-19, através de uma parceria com o Instituto Senai de Química Verde, do Rio de Janeiro.   Biotecnologia a serviço do desenvolvimento inovador  A biotecnologia para o diagnóstico de infecções em aves também tem relação com a Fapesc. A empresa recebeu R$ 150 mil por meio do Tecnova II, programa que é voltado para  desenvolvimento de novos produtos. Ao todo, mais de R$ 7,5 milhões foram destinados para contemplar 28 empresas em todo o Estado pela Fapesc e Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Segundo a professora Maria de Lourdes, o Tecnova está sendo fundamental para o desenvolvimento do projeto. “Conseguimos direcionar uma bolsista de P&D exclusiva para trabalhar no projeto, o que possibilitou avançarmos. Também investimos em matéria-prima. Sem esses recursos, o projeto estaria parado”, afirmou. Para o professor Amauri Bogo, diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação e presidente em exercício da Fapesc, a trajetória e as conquistas da Scienco Biotech demonstram a importância de aliar ciência, tecnologia e inovação. “Parabenizamos a startup, que, em parceria com a Udesc, tem conseguido mostrar a força catarinense no sistema de CTI. E ficamos feliz em ter feito parte e dado suporte para este desenvolvimento”, afirmou. Com informações FAPESC .

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Mantenedor – ATPlus Telecom: Case Vaportec

Expandindo cada vez mais o campo de atuação e entregando serviços de qualidade a seus clientes, com atendimento diferenciado, próximo e facilitado, trazemos o depoimento do cliente da ATPlus Telecom Felipe Vaccari, da Vaportec Equipamentos Industriais Ltda, da cidade de Caxias do Sul/RS, contando um pouco como vem sendo sua experiência com a ATPlus Telecom. Entre em contato pelo 0800 789 0800 ou se preferir pelo WhatsApp 49 3240-0800. Ou acesse nosso site www.atplus.com.br.

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Parceria Épsilon e MIDILages reforça potencial de startups da região

Priorizando resultados e qualificando novos negócios, incubadora MIDILages e Orion Parque seguirão mesma trilha de acompanhamento consolidado pelo Parque Tecnológico há quase dois anos Potencializar as parcerias com instituições que agreguem para o desenvolvimento regional sempre foi um dos motes do Orion Parque Tecnológico nestes mais de quatro anos de atividades. Iniciando o ano de 2021, essas iniciativas, mais uma vez, consolidam o Parque Tecnológico e demais agentes como promotores do ecossistema regional de inovação. A novidade, dessa vez, é o reforço no desenvolvimento de canais próprios e específicos para a criação de empresas inovadoras: as chamadas incubadoras. Afinal, é graças a elas que o empreendedor consegue apoio para o desenvolvimento do seu negócio, como conceitos de gestão, assessoria contábil, aspectos jurídicos e muitas outras demandas que mentores técnicos podem oferecer, além acompanhamento constante para o desenvolvimento do negócio.  Nesta perspectiva, a Uniplac e o Orion Parque anunciaram neste dia 19/01 a integração das atividades de suas duas incubadoras: O Micro Distrito de Base Tecnológica de Lages – Incubadora MIDILages e a Incubadora Épsilon, do Orion Parque. “O benefício maior será para o Ecossistema, que faz com que todos os empreendedores saiam ganhando. Vamos integralizar a forma de trabalho, das duas incubadoras, teremos esses dois pontos de trabalho, mas trabalharemos juntos, o que gerará muito valor para o Ecossistema”, ressalta o líder de Empresas e Startups do Orion, Hemerson Schenato.  O trabalho integrado entre as duas incubadora terá como foco a utilização da metodologia de trabalho da Épsilon, que desde meados de 2019 já desenvolve capacitações para o crescimento de negócios estreantes no Orion Parque.  Desde lá, todas as empresas vinculadas a qualquer edital de residência do Parque (seja em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação, Projetos Inovadores e Incubação) passam por uma trilha de atividades e fluxo de ações que tem a proposta de avaliar constantemente o desempenho dos empreendedores. No OrionLab, fase que antecede os editais de residência, as startups são escrutinadas com base nas hipóteses de problemas a serem resolvidos, como validação de problemas, hipóteses/validação da solução e estruturação para incubação. O desenvolvimento de uma metodologia para que todas as empresas residentes do Orion Parque pudessem ser acompanhadas em um formato mais aproximado fez com que as empresas vinculadas evoluíssem com o passar do tempo, sendo assim necessário criar processos de acompanhamento mais estruturados e pró-ativos, ou seja, que não dependessem diretamente da procura das empresas sob demanda.  “Como aqui dentro do Orion Parque estamos com uma metodologia de acompanhamento, essa parceria tem como objetivo que a gente traga essas empresas que estão dentro da MIDI Lages para que sejam acompanhadas pela nossa metodologia, pelo nosso modelo de trabalho”, indica Hemerson.   A maturidade de um negócio é um dos fatores que indicam o quanto uma empresa está preparada para enfrentar os desafios do mercado, cada vez mais concorrido e disputado. Quando pensamos nas startups – empresas iniciantes que operam um modelo de negócio repetível e escalável, trabalhando em condições de extrema incerteza – a taxa das que fecham as portas é expressiva. Segundo dados compilados pela plataforma de investimentos Apex Partners, cerca de 90% das novas startups fracassam. Destas, 20% fecham as portas ainda no primeiro ano e 34% das startups encerram atividades nos primeiros dois anos. Pouco mais de 50% das empresas chegam ao quinto ano. Apenas 25% das empresas chegam à marca dos 15 anos e somente 1 em cada 10 sobrevive a longo prazo.  Sofrer reveses durante a criação de uma startup é normal, e é importante que os empreendedores tenham consciência dos desafios e da ajuda para superar os problemas que aparecem. “Quando desenvolvemos a metodologia da Épsilon, a gente criou isso como uma visão de ativação de Ecossistema, isso é diferente de como você trabalha numa incubadora de um grande centro urbano. Aqui na região serrana a gente teve que ‘descer a régua´, e isso funcionou. A gente viu evoluir muito bem os empreendedores que estavam em estágio inicial, e fizemos isso através da metodologia. Acreditamos que isso vai funcionar com o pessoal da MIDI”, lembrou Schenato. O Orion, hoje, tem números robustos sobre o acompanhamento de startups e negócios: mais de 100 projetos e empresas são acompanhadas nos programas de aceleração (Pequenos Negócios/MEIs e Projetos Sociais); mais de 1000 horas em mentorias, orientações e aconselhamentos realizadas com empresas e projetos e mais de 60 empresas vinculadas ao Orion Parque. Potencial da MIDILages e expectativas de resultados da aproximação Com quase 16 anos de trabalho, o Micro Distrito de Base Tecnológica de Lages – Incubadora MIDILages, na Uniplac, apoia projetos de incubação e pré-incubação, atuantes em setores tecnologicamente dinâmicos e que tenham na inovação tecnológica o diferencial de seus negócios. Atualmente a incubadora possui 24 empresas Incubadas sendo que destas 11 são empresas residentes, 04 são empresas pré-incubadas e 09 empresas não residentes. A Incubadora MIDILages possui estruturas ativas como sala de incubação, administração da incubadora, laboratório de empreendedorismo tecnológico, sala de treinamento, sala de reuniões e auditório. Falando sobre o impacto da parceria, o Diretor Administrativo da Incubadora, Carlos Eduardo de Liz comentou sobre a expectativa do alinhamento com o Orion, tendo em conta que, na visão dele, os maiores desafios em promover o empreendedorismo acadêmico é a região sofrer com a baixa estima empreendedora e limitações de recursos financeiros.  “Esta aproximação é muito favorável tendo em vista que o princípio dos ecossistemas de inovação são de que as empresas tenham seu nascimento dentro de uma Incubadora dentro de um período de tempo pré estabelecido, e após seu desenvolvimento sejam encaminhadas para um parque tecnológico onde terão continuidade. Além disso as mentorias e tutorias aproximações com instituições fomentadoras de recursos que seriam facilitadas pelo fato de estarem junto a um parque tecnológico”, ressalta o empresário, também presidente da ACIL.  Evento online selou o compromisso das incubadoras Em evento online, realizado na noite de terça-feira (19), a MIDLages e o Orion Parque selaram a parceria, ressaltando que tudo isso só foi possível graças a um edital da FAPESC, que destinou R$ 150 mil para essa

Parceria Épsilon e MIDILages reforça potencial de startups da região Read More »