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Presidente da Fapesc visita startups incubadas no Orion Parque por meio do Programa Aproxima+SC

O Orion Parque recebeu nesta terça-feira a visita do Presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), Fábio Wagner Pinto, por meio do Aproxima+SC, que tem como proposta criar sinergia entre os protagonistas do ecossistema de Ciência, Tecnologia e Inovação catarinense.  O evento reuniu as startups Scienco, Ilergic, Plant Colab, You Deserve, Connect Carbon, Bem Protegido, Quiron e Hub2Us, incubadas no Orion Parque, para uma tarde de conversa sobre as oportunidades da Fapesc para fomento e investimento dos negócios, novidades para o próximo ano e compartilhamento de experiências e necessidades das empresas. Na ocasião, as empresas que receberam financiamento da Fapesc puderam realizar seu pitch.  A conversa foi voltada para a importância do financiamento para o desenvolvimento dos negócios, considerando que muitos são os programas para incentivo ao empreendedorismo e impulsionamento de ideias como o Programa Centelha e Programa Nascer que tem como propósito fomentar o desenvolvimento das startups. A grande novidade é que ainda neste mês de dezembro, será lançada mais uma edição do Tech Inova que busca impulsionar empresas que estão começando a faturar, sendo os centros de inovação os grandes multiplicadores da ideia.  Na ocasião, o Presidente Fábio compartilhou das novidades para o próximo ano, como a criação do escritório de projetos junto da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (SCTI) que auxiliará os Centros de Inovação a contribuir ainda mais com as startups, trazendo segurança e facilitando o ambiente de inovação para saber o que é necessário para ter acesso ao recurso.  Os empreendedores do Orion Parque puderam expor os desafios de suas empresas e as deficiências do ecossistema enquanto financiador de ideias inovadoras, levantando discussões relacionadas à importância da conexão entre os Centros de Inovação, as empresas e as universidades para a sinergia entre pesquisa, desenvolvimento e negócio. Fábio contextualiza que a Fapesc está investindo muito em internacionalização e que esta é uma oportunidade para as empresas mostrarem seus projetos.  Como parte da visita, o Presidente conheceu a turma do Projeto Futuros Programadores, iniciativa que obteve incentivo financeiro da Fapesc para realização no segundo semestre de 2023. Em conversa com a equipe do Centro de Inovação, Fábio destacou a importância da iniciativa para o futuro do ecossistema e das empresas, considerando a mão de obra qualificada para trabalhar nos setores de tecnologia.

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Orion Parque inicia movimento de estímulo ao protagonismo feminino

[vc_row][vc_column][vc_column_text]As mulheres estão cada vez mais compondo posições de liderança no Ecossistema de empreendedorismo, mesmo em um cenário ainda desigual. Pensando em estimular o protagonismo feminino, o Programa Mulheres Connect do Orion Parque, lança nesta sexta-feira (12/03) o Ciclo de Liderança Feminina, que contará com seis eventos para desenvolvimento do protagonismo nas mulheres da Serra Catarinense. Criado em 2017, o programa Mulheres Connect trabalha para a conexão entre mulheres e suas histórias por meio da abordagem de assuntos como \”Obstáculos raciais do empreendedorismo, Mulheres na política, Mães empreendedoras, entre outras conexões com mulheres de todo o Brasil\”. O programa atua de forma presencial por meio de rodas de conversa realizadas no espaço do Orion Parque, mas com a situação de distanciamento social causada pela COVID-19, a atuação foi adaptada para o formato on-line, por meio de lives nos canais do Orion Parque. O ano de 2021 foi de ressignificação para o programa Programa já consolidado no portfólio de ações do Orion Parque, o Mulheres Connect ganhou novo significado e assumiu o propósito de inserir mulheres em todos os espaços por meio do protagonismo. Diante dessa ressignificação, a equipe do Mulheres Connect desenvolveu uma sequência de momentos para estimular o protagonismo. É o que comenta a atual coordenadora do programa, Karoline Kitabayashi. “Queremos que as mulheres se descubram líderes. Independente de que forma elas assumirão o seu protagonismo, seja atuando em projeto social, puxando movimentos ou empreendendo”, afirma. A sequência de eventos, carinhosamente intitulada Ciclo de Liderança Feminina, contará com seis momentos realizados de forma on-line, por meio de lives, talkshow e workshop sob a abordagem de assuntos como criatividade e desenvolvimento do protagonismo além de trazer informações sobre as possibilidades da abertura de Micro Empreendimento Individual (MEIs) e cases de mulheres líderes. O quadro de talkers e ministrantes desses eventos foi cuidadosamente composto pensando em criar uma rede segura e de inspiração para as participantes, trazendo personalidades da Serra Catarinense e de outras regiões do Brasil. Entre os nomes confirmados estão a presidente da Rede de Desenvolvimento Comunitário Casa de Gente, empreendedora e ativista social, Jana de Liz e a ativista dos direitos humanos e atual Vereadora do Município de Lages, Katsumi Yamaguchi. “Queremos explorar o grande potencial de liderança feminina que existe em nossa região, além de trazer mulheres de fora para contribuir com uma visão diferente também!”, ressalta Karol. O Workshop será o grande momento do Ciclo de Liderança Feminina. A ideia  é disponibilizar a escuta ativa para as participantes e colaborar para o seu desenvolvimento protagonista, indicando ações que podem ser feitas no dia a dia para assumir a liderança de sua própria vida. Ao longo desse evento, será proposto às participantes um desafio para estimular a prática protagonista. O lançamento O lançamento do Ciclo de Liderança Feminina acontecerá nesta sexta-feira, dia 12 de março, às 19 horas por meio do Facebook e Youtube do Orion Parque. A live contará com a participação da Co-fundadora do primeiro restaurante lixo zero do Brasil, Joana Wosgrau e da Co-fundadora da Camaro TD, startup do ramo imobiliário, Vinéia Koche, que contarão suas experiências com o empreendedorismo e seu desenvolvimento como mulheres protagonistas.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Abertura da VI Conferência Estadual de CTI dá início à análise do ecossistema de ciência, tecnologia e inovação

[vc_row][vc_column][vc_empty_space][vc_column_text] A abertura da VI Conferência Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (CECTI), que ocorreu nesta quinta-feira, iniciou uma caminhada para analisar o ecossistema de CTI em Santa Catarina e gerar estratégias de crescimento para o setor. Até o encerramento, marcado para o dia 10 de junho, serão realizadas 12 reuniões online em seis regiões do Estado. Na Regional Serrana, o Centro de Inovação do Orion Parque será um dos articuladores da iniciativa. A VI CECTI é organizada pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE) e pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) e conta com a importante parceria da Rede Catarinense de Centros de Inovação e está prevista na Lei de Inovação. “A conferência é mais que uma obrigação legal. É uma oportunidade para que possamos avaliar as políticas públicas de Santa Catarina, monitorar o ecossistema de CTI e planejar ações de desenvolvimento sustentável para o nosso Estado, de forma regional e responsável”, afirmou o presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen. Em abril e maio, estão marcados eventos online em seis regiões do Estado: Grande Florianópolis, Serra, Sul, Oeste e Meio Oeste, Norte e Planalto Norte e Vale e Alto Vale do Itajaí. Na primeira etapa, serão coletadas as percepções dos atores do ecossistema de CTI; na segunda, serão apresentados os resultados. “A conferência tem objetivo de organizar um mapa estratégico para o desenvolvimento e execução de um plano estadual de ciência, tecnologia e inovação. Esse plano é regionalizado e precisa contemplar as várias dimensões e eixos estratégicos em cada região. É essencial para que o planejamento de Santa Catarina dê certo e para que possamos, cada vez mais, construir um Estado inovador”, explicou Holthausen. O secretário da SDE e presidente do Conselho Superior da Fapesc, Luciano José Buligon, representou o governador de Santa Catarina, Carlos Moisés da Silva. Segundo Buligon, a conferência é um momento importante para refletir sobre a importância do setor, sobretudo devido à pandemia. “A ciência, inovação e tecnologia sempre foram importantes, mas no pós-pandemia serão muito mais importantes do que possamos imaginar. Essa conferência se reveste de caráter definitivo para que Santa Catarina continue sendo uma solução inspiradora para o país e, porque não dizer, para o mundo. Se pudéssemos fazer um recorte territorial em SC, poderíamos estar nos comparando com alguns países da Europa, como Bélgica”. Exemplo nacional O presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), professor doutor Evaldo Ferreira Vilela, afirmou que Santa Catarina é um exemplo para o Brasil na constituição de um ecossistema de ciência e tecnologia acoplado à inovação. Ressaltou também a metodologia da conferência, desenvolvida pelo Programa de Pós-graduação de Engenharia e Gestão do Conhecimento (PPGEGC) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). “Após a abertura da conferência vão ter as etapas regionais e, então, serão buscados novos rumos a partir de uma avaliação. Algo que nós brasileiros não estamos muito acostumados. E é uma cultura que precisa se firmar entre nós, a da avaliação e do planejamento pós-avaliação”. Marcelo Bortolini, diretor Científico e Tecnológico da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), que representou o presidente General Waldemar Barroso, disse que a importância da ciência, tecnologia e inovação ficou ainda mais clara para a sociedade durante a pandemia. “É isso que a Finep busca. E graças a Deus, ao longo de alguns anos, temos uma parceria de grande sucesso com a Fapesc. Com muito trabalho de ambas as equipes, foram construídos diversos instrumentos, ferramentas e programas”, afirmou. Ele lembrou, por exemplo, os programas Tecnova e o Centelha. “Gostaria de parabenizar pela sexta conferência e dizer que a Finep está sempre pronta e apta para apoiar e trabalhar em conjunto”. Flávio Camargo, diretor de Avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), desejou sucesso à conferência e reafirmou a importância da inovação. “Acredito que ainda não entramos no século 21 como um país desenvolvido exatamente porque precisamos desenvolver essa cultura da inovação. Enquanto não for uma regra, e neste momento ainda é exceção, vamos continuar patinando nesta busca da independência tecnológica e da liderança em muitas áreas do conhecimento”. O presidente do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs), cumprimentou o Estado pelo protagonismo em realizar a conferência. “Essa conferência certamente é um instrumento importante de coleta de informações, de diagnóstico. São informações que vão servir para fomentar políticas públicas, para conduzir a política no caminho certo para que alcance os melhores resultados para o estado e para o país”. Também participaram da abertura da conferência, representando o ecossistema de CTI catarinense, Amarildo Niles, diretor para Assuntos de Inovação da Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc); Maurício Cappra Pauletti, gerente de Inovação e Competitividade da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc); Luciano Pinheiro, diretor técnico do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/SC); a reitora da Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc), Luciane Ceretta; Luiz Antonio Ferreira Coelho, vice-reitor da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc); Ainda pelo Zoom, Plataforma da CECTI e no Canal da Fapesc no Youtube, participaram atores do ecossistema de todas as regiões de Santa Catarina A abertura da conferência também marcou o início de uma série de comemorações pelos 25 anos da Fapesc, que vai ocorrer em janeiro de 2021. Até lá uma série de eventos e entregas serão realizados. Assista à abertura da conferência Confira a programação da conferência e faça sua inscrição Confira a programação completa:  Com informações FAPESC.[/vc_column_text][vc_empty_space][/vc_column][/vc_row]

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Plug Pets, startup do Cocreation, promove dia de Cão Terapia no Orion Parque

Interação com cães diminui o estresse, aumenta a produtividade e melhora os relacionamentos entre os colaboradores de uma empresa. Pensando nesses benefícios, as empresas e startups do Orion Parque Tecnológico receberam, nesta terça-feira (09), a visita da Hanna, cão-terapeuta da Plug Pets – startup que está em processo de pré-incubação por meio do Cocreation Lab Serra.  Hanna foi a grande estrela do momento realizado com as empresas incubadas no Orion Parque. Ela visitou os empreendedores, esbanjando simpatia e promovendo a descontração e alívio da tensão causada pelas demandas do dia a dia. “No ambiente de trabalho normalmente ficamos mais focados nas atividades e quando recebemos um animalzinho, ficamos mais pra cima. O animal transmite uma energia diferente, é um sentimento puro”, comenta a colaboradora do Escritório do Núcleo de Desenvolvimento Digital – NDD, Laryssa Mota. Hanna é a cão-terapeuta da Plug Pets, startup que atua como intermediadora no mercado Pet, conectando donos de animais de estimação que não possuem tempo disponível para passear e brincar com seus pets, com pessoas disponíveis para realizar a ação, além de outras frentes de atuação para a causa animal, como a Cão Terapia.   Como forma de Terapia Assistida com Animais, a Cão terapia é uma prática onde os cães promovem diversos benefícios para a saúde mental da pessoa que entra em contato com o animal. A prática é realizada como tratamento para pacientes com doenças graves, comportamentais ou transtornos.  Além disso, tem ganhado espaço dentro de empresas e instituições por seus benefícios no meio corporativo, como a redução do estresse, aumento da satisfação e felicidade no trabalho, produtividade e relacionamento entre colaboradores, além da diminuição da pressão arterial, “até mesmo quem estava receoso em parar de trabalhar para receber a Hanna, não resistiu e parou um pouquinho”, conta a Co-fundadora da Plug Pets, Camila de Liz.  A Plug Pets está em fase de pré-incubação por meio da metodologia do Cocreation Lab, que acompanha as equipes classificadas do edital Nascer, da Fapesc, durante a fase de maturação e validação da ideia. Ao longo dos seis meses de acompanhamento, as equipes têm acesso a mentorias e ferramentas que podem ser utilizadas para o desenvolvimento da empresa, visando prepará-las para submissão da ideia em editais de incubação.  A Cão Terapia realizada com as empresas do Orion Parque foi uma forma de validação de uma das frentes de atuação da Plug Pets. A startup foi construída a partir de uma ideia proposta no maior evento de imersão empreendedora, o Startup Weekend, e iniciou seu desenvolvimento pós-classificação no edital Nascer da Fapesc, vinculado ao programa Cocreation Lab Serra, que está instalado no Centro de Inovação do Orion Parque.  A visita foi bem recebida e resultou em muitos sorrisos dos colaboradores que sugeriram repetir a ação mais vezes. “Os bichinhos têm uma energia que só eles têm. Com certeza melhorou nosso dia”, conta a colaboradora da startup Sul Florestas, Isabella Branco.  Assessoria de Imprensa e Comunicação do Orion Parque Tecnológico

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Incubadora Épsilon inicia acompanhamento com empresas incubadas na MIDILages

Nesta semana, foi realizada a primeira conversa com as empresas incubadas no Micro Distrito de Base Tecnológica – MIDILages, sob a metodologia de incubação e acompanhamento da Épsilon, incubadora do Orion Parque Tecnológico. O encontro tinha como propósito conhecer os empreendedores, seus projetos, produtos e serviços e apresentar a metodologia de trabalho para cada empresa.  “Como nem todas as empresas têm a característica de startup, a metodologia irá incentivar com que os empreendedores consigam encontrar aspectos inovadores no seu negócio atual” conta a colaboradora da equipe Épsilon, Marisa Freitag. A partir desse primeiro momento de alinhamento com os empreendedores da MIDILages, a equipe da incubadora do Orion Parque prepara-se para os próximos check-ins que serão realizados mensalmente. “Descobrimos que existe grande potencial nas empresas da MidiLages”, finaliza, Marisa.  

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Parceria Épsilon e MIDILages reforça potencial de startups da região

Priorizando resultados e qualificando novos negócios, incubadora MIDILages e Orion Parque seguirão mesma trilha de acompanhamento consolidado pelo Parque Tecnológico há quase dois anos Potencializar as parcerias com instituições que agreguem para o desenvolvimento regional sempre foi um dos motes do Orion Parque Tecnológico nestes mais de quatro anos de atividades. Iniciando o ano de 2021, essas iniciativas, mais uma vez, consolidam o Parque Tecnológico e demais agentes como promotores do ecossistema regional de inovação. A novidade, dessa vez, é o reforço no desenvolvimento de canais próprios e específicos para a criação de empresas inovadoras: as chamadas incubadoras. Afinal, é graças a elas que o empreendedor consegue apoio para o desenvolvimento do seu negócio, como conceitos de gestão, assessoria contábil, aspectos jurídicos e muitas outras demandas que mentores técnicos podem oferecer, além acompanhamento constante para o desenvolvimento do negócio.  Nesta perspectiva, a Uniplac e o Orion Parque anunciaram neste dia 19/01 a integração das atividades de suas duas incubadoras: O Micro Distrito de Base Tecnológica de Lages – Incubadora MIDILages e a Incubadora Épsilon, do Orion Parque. “O benefício maior será para o Ecossistema, que faz com que todos os empreendedores saiam ganhando. Vamos integralizar a forma de trabalho, das duas incubadoras, teremos esses dois pontos de trabalho, mas trabalharemos juntos, o que gerará muito valor para o Ecossistema”, ressalta o líder de Empresas e Startups do Orion, Hemerson Schenato.  O trabalho integrado entre as duas incubadora terá como foco a utilização da metodologia de trabalho da Épsilon, que desde meados de 2019 já desenvolve capacitações para o crescimento de negócios estreantes no Orion Parque.  Desde lá, todas as empresas vinculadas a qualquer edital de residência do Parque (seja em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação, Projetos Inovadores e Incubação) passam por uma trilha de atividades e fluxo de ações que tem a proposta de avaliar constantemente o desempenho dos empreendedores. No OrionLab, fase que antecede os editais de residência, as startups são escrutinadas com base nas hipóteses de problemas a serem resolvidos, como validação de problemas, hipóteses/validação da solução e estruturação para incubação. O desenvolvimento de uma metodologia para que todas as empresas residentes do Orion Parque pudessem ser acompanhadas em um formato mais aproximado fez com que as empresas vinculadas evoluíssem com o passar do tempo, sendo assim necessário criar processos de acompanhamento mais estruturados e pró-ativos, ou seja, que não dependessem diretamente da procura das empresas sob demanda.  “Como aqui dentro do Orion Parque estamos com uma metodologia de acompanhamento, essa parceria tem como objetivo que a gente traga essas empresas que estão dentro da MIDI Lages para que sejam acompanhadas pela nossa metodologia, pelo nosso modelo de trabalho”, indica Hemerson.   A maturidade de um negócio é um dos fatores que indicam o quanto uma empresa está preparada para enfrentar os desafios do mercado, cada vez mais concorrido e disputado. Quando pensamos nas startups – empresas iniciantes que operam um modelo de negócio repetível e escalável, trabalhando em condições de extrema incerteza – a taxa das que fecham as portas é expressiva. Segundo dados compilados pela plataforma de investimentos Apex Partners, cerca de 90% das novas startups fracassam. Destas, 20% fecham as portas ainda no primeiro ano e 34% das startups encerram atividades nos primeiros dois anos. Pouco mais de 50% das empresas chegam ao quinto ano. Apenas 25% das empresas chegam à marca dos 15 anos e somente 1 em cada 10 sobrevive a longo prazo.  Sofrer reveses durante a criação de uma startup é normal, e é importante que os empreendedores tenham consciência dos desafios e da ajuda para superar os problemas que aparecem. “Quando desenvolvemos a metodologia da Épsilon, a gente criou isso como uma visão de ativação de Ecossistema, isso é diferente de como você trabalha numa incubadora de um grande centro urbano. Aqui na região serrana a gente teve que ‘descer a régua´, e isso funcionou. A gente viu evoluir muito bem os empreendedores que estavam em estágio inicial, e fizemos isso através da metodologia. Acreditamos que isso vai funcionar com o pessoal da MIDI”, lembrou Schenato. O Orion, hoje, tem números robustos sobre o acompanhamento de startups e negócios: mais de 100 projetos e empresas são acompanhadas nos programas de aceleração (Pequenos Negócios/MEIs e Projetos Sociais); mais de 1000 horas em mentorias, orientações e aconselhamentos realizadas com empresas e projetos e mais de 60 empresas vinculadas ao Orion Parque. Potencial da MIDILages e expectativas de resultados da aproximação Com quase 16 anos de trabalho, o Micro Distrito de Base Tecnológica de Lages – Incubadora MIDILages, na Uniplac, apoia projetos de incubação e pré-incubação, atuantes em setores tecnologicamente dinâmicos e que tenham na inovação tecnológica o diferencial de seus negócios. Atualmente a incubadora possui 24 empresas Incubadas sendo que destas 11 são empresas residentes, 04 são empresas pré-incubadas e 09 empresas não residentes. A Incubadora MIDILages possui estruturas ativas como sala de incubação, administração da incubadora, laboratório de empreendedorismo tecnológico, sala de treinamento, sala de reuniões e auditório. Falando sobre o impacto da parceria, o Diretor Administrativo da Incubadora, Carlos Eduardo de Liz comentou sobre a expectativa do alinhamento com o Orion, tendo em conta que, na visão dele, os maiores desafios em promover o empreendedorismo acadêmico é a região sofrer com a baixa estima empreendedora e limitações de recursos financeiros.  “Esta aproximação é muito favorável tendo em vista que o princípio dos ecossistemas de inovação são de que as empresas tenham seu nascimento dentro de uma Incubadora dentro de um período de tempo pré estabelecido, e após seu desenvolvimento sejam encaminhadas para um parque tecnológico onde terão continuidade. Além disso as mentorias e tutorias aproximações com instituições fomentadoras de recursos que seriam facilitadas pelo fato de estarem junto a um parque tecnológico”, ressalta o empresário, também presidente da ACIL.  Evento online selou o compromisso das incubadoras Em evento online, realizado na noite de terça-feira (19), a MIDLages e o Orion Parque selaram a parceria, ressaltando que tudo isso só foi possível graças a um edital da FAPESC, que destinou R$ 150 mil para essa

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