Orion Parque

Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira recebe etapa importante para Indicação Geográfica do Queijo Serrano

O Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira recebeu na tarde desta sexta-feira (04), o “Seminário de Indicação Geográfica com foco no Queijo Artesanal Serrano”. O evento recebeu representantes de entidades de toda a região serrana, além de produtores do queijo artesanal. O objetivo do evento é a entrega ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), através da Federação das Associações de Produtores de Queijo Artesanal Serrano de SC e RS – Faproqas, a requisição de registro da Indicação Geográfica (IG) do Queijo Artesanal Serrano. A região geográfica delimitada compreende 18 municípios da Serra Catarinense e 16 municípios da região nordeste de altitude do Rio Grande do Sul, totalizando 34 mil quilometros quadrados e foi denominada Campos de Cima da Serra. Nessa área existem aproximadamente 3.500 pecuaristas familiares que produzem o QAS. Utiliza-se somente leite da propriedade, com predominância de gado de corte e a pastagem nativa como base forrageira. De acordo com o presidente do Instituto Órion e co-idealizador do projeto, Roberto Amaral, o evento é uma ação decisiva para o crescimento da região serrana. “É muito importante que os produtos da nossa região sejam protegidos pelo INPI, tenham Identificação Geográfica e Denominação de Origem para que isso traga mais valor para nossos artigos”, afirma. Para o deputado Gabriel Ribeiro, também co-idealizador do projeto, o evento representou um divisor de águas para o desenvolvimento da Indicação Geográfica do Queijo Serrano. “Legalizamos o produto, este foi um processo que demorou um ano e agora com a certificação nacional com Identificação Geográfica, poderemos fazer com que este queijo entre em todos os mercados do Brasil. Isso envolve mais de cinco mil famílias em Santa Catarina, tradição histórica e preservação cultural da região serrana. É uma vitória do pequeno produtor rural”, comenta. Este é um processo importante, sendo o primeiro que envolve uma denominação de origem para um queijo. O trabalho desenvolvido foi profundo, contou com instituições do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina envolvendo até as famílias de pequenos produtores rurais. O Chefe da Seção de Difusão Regional de Santa Catarina do INPI, Araken Alvez de Lima, se surpreendeu com a qualidade da requisição e aguarda, com otimismo, a conclusão do processo. “A integração destas instituições foi além da divisa dos estados. Este é um momento importante para o INPI, que também aprende com pedidos que chegam com a qualidade como esta que estamos vendo hoje. A expectativa é que ele seja conferido e tenhamos outro evento bacana como este para entregar o certificado”, complementa. A EPAGRI teve a função de coordenar, organizar e contruir todo o processo da Indicação Geográfica do queijo serrano. Em média, um trabalho como este demora 10 anos para ser concluído, mas a entidade realizou em quatro anos, juntamente com o apoio da EMATER do Rio Grande do Sul. O Pesquisador da Estação Experimental da EPAGRI de Lages, Ulisses Arruda Córdova, comenta que o processo está em vias de ser finalizado. “Conseguimos construir uma rede de parcerias que envolve instituições de ensino, de desenvolvimento regional e associações de produtores rurais, o que foi essencial para o sucesso do projeto. Esta é a primeira requisição do país que envolve Denominação de Origem e Indicação Geográfica para queijo. A organização do projeto está finalizada e tem tudo para dar certo”, afirma. O produtor rural e presidente da Aprocampos de São José dos Ausentes (RS), Antonio Luiz Lopes, afirma que a união dos pequenos produtos e apoio de entidades faz com que a tradição e cultura do queijo serrano sejam preservadas. “A história do nosso queijo tem mais de 200 anos, isso vem do berço da família e da união das pessoas. Nós estamos tentando continuar e para isso possuímos todas as condições de temperatura e de clima para fazer com que nosso produto tenha um diferencial ainda maior. Agora é focar no mercado, não somente regional, mas brasileiro”, completa. Amaral completa que o apoio do Órion Parque a este projeto, representa um passo a mais para o objetivo principal da instituição, que é fomentar ainda mais o desenvolvimento econômico da região. “Este é um trabalho feito a muitas mãos e nós nos orgulhamos disso. Através do Órion e seu Escritório de Projetos, estamos atuando fortemente em conjunto com a Epagri e o INPI para que este projeto ainda dê muitos resultados. Sentimos que estamos cumprindo a nossa missão, que é o apoio à inovação”, finaliza. Mais informações: imprensa@orionparque.com Informações básicas: Epagri/Emater

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IFSC recebe palestra internacional sobre gestão da inovação

O Instituto Federal de Santa Catarina promove na próxima terça-feira (8) a palestra “Gestão da Inovação no século XXI”, com professor italiano Roberto Panzarani. O palestrante está no Brasil para o lançamento de seu mais novo livro, intitulado “Global: tribos, limites, líderes, redes, ecossistemas” (Editora E-papers, 2017), que tenta entender a globalização no novo século. Em Lages, a atividade será realizada em parceria com a CDL Lages, o Órion Parque Tecnológico e as empresas GTS do Brasil e NDD. A palestra é gratuita e aberta ao público e será realizada no auditório do Câmpus Lages do IFSC (Rua Heitor Villa Lobos, 222, bairro São Francisco), às 19h. O palestrante participará ainda de outros eventos fechados na cidade, com as empresas parceiras da atividade. “Lages está se preparando para o futuro entendendo melhor os processos relacionados à inovação. A chegada do IFSC e do Órion Parque, por exemplo, são importantes investimentos ocorridos na região e que têm potencial de alavancar a inovação e, com isso, promover um verdadeiro desenvolvimento regional. Trazer a Lages o professor Roberto Panzarani está associado a tudo isso. Como uma referência em gestão da inovação na Itália, na Europa e em todo o mundo ele tem muito a contribuir com esse nosso momento”, completa o diretor-geral do Câmpus Lages do IFSC, Thiago Meneghel. Panzarani é professor de Gestão da Inovação e especialista em Inovação Empresarial. Atualmente se dedica ao desenvolvimento de programas de inovação para a grandes empresas e instituições. No Brasil, já publicou os livros “A Viagem das Ideias” (Editora Gente, 2006), e “Luxo for all”, com José Luiz Tejon e Victor Megido (Editora Gente, 2010). Clique aqui para inscrições. Se você não for aluno do IFSC, ignore a parte da inscrição que pede dados do aluno e continue. Após, insira seu e-mail, no qual será enviado um código, somente com este código você conclui a inscrição. Se ainda houver dúvidas, entrar em contato pelo telefone (49) 3221-4200. Por Rafael Xavier dos Passos | Jornalista IFSC

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CNPq divulga chamada para projetos de biotecnologia

Com o intuito de apoiar projetos que visem contribuir significativamente para o desenvolvimento científico e tecnológico e a inovação do País, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) divulgou uma chamada para interessados em enviar seus projetos relacionados à área de Biotecnologia. O programa visa apoiar cursos na área de biotecnologia em nível de pós-graduação nos seguintes temas: biotecnologia aplicada à saúde animal e humana, biotecnologia agropecuária e aquicultura, biotecnologia ambiental, biotecnologia industrial e outros temas em biotecnologia. Serão oferecidos (através de seleção) de cursos em três modalidades: presencial de curta duração; presencial no modelo de Escola de Inverno e à distância. Após a análise dos critérios de elegibilidade (que podem ser conferidos em: https://goo.gl/tf63tm), o resultado será divulgado na página eletrônica do CNPq, disponível na Internet no endereço www.cnpq.br e publicado, por extrato, no Diário Oficial da União conforme o cronograma. As inscrições podem ser realizadas até dia 31 de agosto. Para mais informações: imprensa@orionparque.com

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IG do Queijo Serrano, a primeira denominação de origem para queijos do Brasil

No dia 04 de agosto de 2017, às 14h30, será realizado em Lages o Seminário sobre Indicação Geográfica, tendo como local o Órion Parque Tecnológico da Serra Catarinense, tendo como foco o queijo artesanal serrano (QAS). Além de palestras técnicas, na oportunidade a Federação das Associações de Produtores de Queijo Artesanal Serrano de SC e RS – Faproqas, entregará ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial – INPI, a requisição de registro da indicação geográfica (IG) do Queijo Artesanal Serrano. Os produtores e suas associações, definiram por uma IG na modalidade de denominação de origem (DO), que uma vez sendo certificada pelo INPI, constituir-se-á na primeira do Brasil para queijos, pois as características do QAS se devem essencialmente ao meio geográfico que é produzido, incluindo fatores naturais (clima, solo, vegetação) e humanos. A região geográfica delimitada compreende 18 municípios da Serra Catarinense e 16 municípios da região nordeste de altitude do RS, totalizando 34.000 km2 e foi denominada Campos de Cima da Serra. Nessa área existem aproximadamente 3.500 pecuaristas familiares que produzem o QAS. Utiliza-se somente leite da propriedade, com predominância de gado de corte e a pastagem nativa como base forrageira.  A solicitação de uma IG para o QAS se justifica pelos seguintes motivos: é um produto com reconhecida notoriedade e tradição; caracteriza-se por um saber fazer que está sendo transmitido de geração a geração por mais de dois séculos; é produzido num território com especificidades edafoclimáticas únicas no Brasil, caracterizando-se como um produto terroir, sem possibilidades de ser produzido de modo identitário em outras regiões; para milhares de produtores é a principal fonte de renda; devido a notoriedade, tradição e qualidade tem maior demanda e alcança preços mais elevados. Assim produtores de outras regiões do Sul do Brasil, que não possuem as características necessárias, têm denominando o seu produto com “queijo serrano”, denotando o uso inadequado e usurpação de um nome reconhecido. Com a concessão da indicação geográfica a Faproqas pretende alcançar os seguintes objetivos:  aumentar o valor agregado ao QAS; estimular investimentos na área de produção (valorização das propriedades, apoio ao turismo, elevação do padrão tecnológico e oferta de emprego); criar vínculo de confiança com o consumidor (qualidade própria com características regionais); melhorar a comercialização do QAS;  conferir maior competitividade no mercado (garantia institucional, reputação e identidade do produto);  evitar a concorrência desleal;  facilitar obtenção do selo SISBI; redução tempo de maturação;  valorizar a identidade da região junto ao mercado consumidor nacional e  contribuir para a preservação de valores culturais e históricos. Todo o processo de obtenção da indicação geográfica foi coordenado pela Epagri (através da Estação e Gerência Regional de Lages) e Emater, com a participação dos produtores e suas entidades representativas, além de diversas instituições parceiras e com apoio financeiro e técnico do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Informações: Ulisses de Arruda Córdova (ulisses@epagri.sc.gov.br) e Andréia Meira (andreiameira@epagri.sc.gov.br).

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Representantes do Instituto Órion relatam a diretoria da ACIL o primeiro ano de atividades do parque tecnológico

O Órion Parque nasceu do sonho de alguns empresários da área de tecnologia com o apoio e suporte da ACIL para concretização deste projeto. Após um ano da inauguração deste Parque Tecnológico, a diretoria da ACIL recebeu Roberto Amaral, presidente do Instituto Órion, e Claiton Camargo, diretor executivo, que repassaram informações referentes ao primeiro ano de funcionamento do parque. O presidente do Instituto Órion, relembrou que a ideia de um parque tecnológico para Lages foi apresentada a ele em 2007, quando era presidente da ACIL e, logo, conseguiu o apoio do Governo do Estado, da Prefeitura de Lages e do então secretário de Agricultura, Antonio Ceron, para a viabilização do projeto. O Órion Parque é considerado referência em inovação. Foi o primeiro dos 13 Centros de Inovação e Tecnologia de Santa Catarina projetados no Governo Raimundo Colombo a ser inaugurado e tem como objetivos fomentar a inovação e apoiar o desenvolvimento de uma ideia, um projeto ou um negócio. Para o diretor executivo do Instituto Órion, trabalhar com inovação é um grande desafio, pois muitas pessoas confundem inovação com tecnologia. “Um projeto de inovação pode ser de qualquer área de conhecimento”, explicou ele. A escolha das empresas para integrar o Órion Parque se dá através de chamada pública e podem ser por meio da Incubadora, Coworking, Projetos Inovadores, PD&I, Concessão de Terreno, Empresas Virtuais ou Programas de apoio ao desenvolvimento de projetos e ideias, como o Genesis e o Reuni. Camargo relatou que, atualmente o Órion Parque conta com 3 empresas incubadas, 12 empresas virtuais, 2 projetos inovadores, 3 empresas âncoras além de 21 empresas que já confirmaram sua inserção no parque. Texto: Acil

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Estar no Órion ajuda a sua empresa a ir mais longe

O Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira foi pensado, em todos os seus aspectos, para oferecer um ambiente de inovação para quem se instala. Aqui, são oferecidas assessorias e mentorias nas mais diversas áreas que podem contribuir para a evolução rápida do modelo de negócio do seu empreendimento. Para ter acesso ao ambiente, existem diversas modalidades de entrada, vamos te explicar melhor a seguir: 1. Coworking Um Coworking pode ser descrito como um modelo ou um ambiente de trabalho que tem como objetivo unir profissionais para a troca ou compartilhamento de ideias ou de projetos, criação de networking e/ou colaboração. Dessa forma, profissionais liberais e independentes buscam lugares como o Coworking para desenvolverem seus projetos sem o isolamento de um home office. Permitindo que parcerias possam ser fechadas e amizades possam ser criadas. Os benefícios de um Coworking tendem a ser o Networking, Colaboração, Parceria, Convívio Social, Amizades e o custo-benefício é muito maior se comparado a alugar uma sala comercial. O acesso à sala de Coworking pode ser agendado através do telefone: (49) 3099 9408 Para consultar a tabela de valores, clique aqui. 2. Incubadora Incubação é a fase na qual a empresa se instala fisicamente no local destinado a Incubadora do Centro de Inovação, e utiliza a infraestrutura e os serviços oferecidos. Ele é voltado para empresas com menos de 4 anos no mercado, objetivando que ela tenha apoio nos seus primeiros anos de vida, ajudando no seu desenvolvimento e crescimento. Dentro da Incubação, o dono da empresa contará com mentorias, poderá utilizar o espaço físico, terá o apoio de entidades públicas, acesso à treinamentos e capacitações voltadas para a empresa. Os editais são divulgados através das nossas redes sociais e aqui pelo site. 3. Projetos Inovadores Projetos Inovadores são o conjunto de atividades capazes de transformar, inovar, causar algum tipo de impacto, proporcionando resoluções de problemas e criação de novas e melhores situações, ainda não pensadas no desenvolvimento de produtos, processos ou serviços inovadores e escaláveis. É voltado para empresas de base tecnológica, a qual é intensiva em conhecimento cujos produtos, processos ou serviços são gerados a partir dos resultados de pesquisas aplicadas, e nos quais a tecnologia representa alto valor agregado e com alto potencial de crescimento. Dentro deste projeto, a empresa que firma sua base para pesquisas dentro do Centro de Inovação, pode utilizar o espaço físico e apoio a integração entre Universidades e Entidades Públicas, aproximação com entidades financiadoras e investidores. Os editais são divulgados através das nossas redes sociais e aqui pelo site. 4. PD&I O edital de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação, PD&I, é um programa que permite que empresas possam estar atuando dentro do Centro de Inovação com uma equipe que é voltada para a criação ou aprimoramento de novos materiais, equipamentos, produtos, processos e sistemas. No PD&I, é fomentado o trabalho criativo, empregado de forma sistemática, com o objetivo de aumentar o volume de ideias, abrangendo o conhecimento do homem, da cultura e da sociedade, bem como a utilização destes conhecimentos para novas aplicações. Classificam-se como PD&I a construção e o teste de um protótipo se seu objetivo principal é a realização de novos melhoramentos (resolução de incertezas científicas ou tecnológicas, evolução, novos conhecimentos). Os editais são divulgados através das nossas redes sociais e aqui pelo site. 5. Empresas virtuais Processo proposto por empresa já constituída e atuante no mercado, independentemente do tempo de atuação, a qual possui um projeto inovador e não estará instalada fisicamente no Centro de Inovação do Órion Parque, porém pode utilizar a infraestrutura e os serviços oferecidos, além de apoiarem no desenvolvimento e sustentabilidade do Centro de Inovação. A ficha de inscrição está disponível em www.orionparque.com. 6. Concessão de terreno Para a concessão de terreno dentro do Órion Parque Tecnológico, é necessário o contato através da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo aqui de Lages através do telefone: (49) 3224-0600.

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Fontes de fomento: principais formas de conseguir financiamento para seu projeto

Na hora de financiar um projeto, muitas vezes os empreendedores enfrentam dificuldades diversas: carência de apoiadores, burocracia e desconhecimento sobre o funcionamento de processos ou mesmo a inviabilidade de investimento. Neste contexto, o Escritório de Projetos do Gênesis, o Núcleo de Projetos, Negócios e Propriedade Intelectual do Órion Parque Tecnológico, pode ser uma alternativa que garanta o sucesso do empreendimento. Funcionando há quase um mês, o Escritório favorece o surgimento, desenvolvimento, implantação e escrutínio de uma longa cadeia de etapas necessárias para o acesso a recursos, via editais e/ou outras fontes de financiamento, que talvez não fossem alcançadas se não por atividades coordenadas e coerentes a esse fim. No aspecto dos editais, mesmo que o empreendedor não seja relacionado diretamente a uma Universidade ou centro de pesquisa, a vinculação da entidade como parceira do negócio pode ajudar a facilitar o acesso ao recurso. No plano federal, por exemplo, uma gama de entidades organizadas apresentam diferentes focos de acesso a financiamento público. A Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) apoia e seleciona projetos de Ciência, Tecnologia e Inovação de Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs). Já o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, tem como principal atribuição fomentar a pesquisa científica, tecnológica e incentivar a formação de pesquisadores brasileiros. No plano estadual, a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (FAPESC) concede recursos para atividades de pesquisa, inovação, capacitação de recursos humanos e difusão de conhecimentos. Fundos particulares, idealizados pela inciativa privada e geridos de forma independente de recursos e financiamento públicos, também são caminhos para idealizar iniciativas ou fomentar propostas já em desenvolvimento. Independentemente do foco, os editais são normalmente o caminho mais procurado na prospecção por recursos. A transparência dos gastos é fundamental e nem sempre os valores cobrem totalmente os gastos estipulados nos projetos, porém o dinheiro pode vir numa boa hora e com a garantia de ser bem investido. Em alguns casos o repasse dos valores se dá sem a necessidade de contrapartidas (valor que deve retornar à fonte financiadora). Marque o seu horário através do telefone: 3099-9408 e desenvolva o seu projeto. Para mais informações: imprensa@orionparque.com

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Mostra de design apresenta história e inovação no Órion Parque

O Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira está com a exposição D’Vinties Exhibiton, realizada pelo Centro Design Catarina, com objetos que são verdadeiros ícones de design classificados nas categorias Vintage, Retrô e Redesign. De acordo com a curadora da exposição e presidente do Centro Design Catarina, Roselie de Faria Lemos, a mostra é diferenciada das demais relacionadas ao tema. “A exposição apresenta produtos de design que foram projetados e fabricados a partir do século XX, especificamente depois de 1915. Todos possuem uma história interessante sobre seus criadores, fabricantes ou designers. É uma mostra histórica, informativa e prazerosa de ser vista”, afirma. O recorte na escolha dos produtos aconteceu mexendo-se com o acervo do Museu de Design do Centro Design Catarina, localizado em Florianópolis, acrescido de alguns objetos especiais e significativos das diversas épocas. Foram selecionados a partir da criação da Cama Patente (1915), até o aparecimento do iCube (2000) e do PT Cruiser da Chrysler (2001). A intenção é fazer da mostra uma conexão entre os produtos do cotidiano das pessoas há mais de um século e o emocional do público. “Muitos deles serão lembrados por terem sido vistos na casa da mãe, da avó, de tios, amigos ou primos. O conhecimento da estrutura desses produtos, sua funcionalidade, os materiais empregados na sua fabricação e finalmente, porque foram criados, podem proporcionar uma visão ampla e cultural dos hábitos e estilos de vida mutantes da população nesses últimos 100 anos”, comenta Roselie. Para o Diretor Executivo do Órion Parque Tecnológico, Claiton Camargo, a exposição traz um olhar diferenciado e inovador junto ao Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira. “O Design inspira a criatividade e a criatividade é o alicerce da inovação”, afirma. A exposição está no hall do Órion Parque e ficará disponível até 28 de julho. A entrada é gratuita. Para mais informações: imprensa@orionparque.com Foto: Equipe Órion

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Empresa de projeto inovador se instala no Centro de Inovação: conheça a Platon

Fundada em 27 de julho de 2012 por Eduardo Broering, a Platon é uma empresa especializada em tecnologia em nuvem, explorando soluções que possam ser aplicadas neste ramo. No último mês, a empresa entrou no Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira com um projeto inovador. De acordo com Eduardo Broering, trazer o projeto para o Centro de Inovação foi um passo a mais para desenvolver a ideia e fazer com que a empresa cresça. “Como é um projeto em andamento e ainda temos muito o que desenvolver e trabalhar, buscamos apoio do Órion. As consultorias e mentorias que o Centro oferece, a própria questão de estarmos inseridos num ecossistema de inovação, isso com certeza contribui muito para que tanto o produto quanto a empresa alcance o resultado almejado, que é o crescimento nos próximos anos”, afirma. Em quase 5 anos de funcionamento, a empresa já acumula mais de 400 clientes em Lages e região. “Os nossos maiores diferenciais estão no contato com o cliente, que possui atendimento personalizado, bem como na nossa constituição, apesar da Platon ser uma empresa pequena temos estrutura própria dentro dos maiores Data Centers do Brasil e do mundo, todos com as melhores certificações relativas à estabilidade e à segurança da informação”, completa Eduardo. Com menos de um mês instalada no Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, a empresa já colhe os frutos. “Na última semana, negociamos com a Softecsul, empresa de base tecnológica que está também no Centro. Isto trouxe credibilidade e crescimento para o nosso negócio”, comenta o sócio da empresa, Vinícius Chaves. De acordo com o diretor executivo do Órion Parque Tecnológico, Claiton Camargo, a empresa possui todas as características para crescer rapidamente a partir de agora. “Receber a Platon aqui no Centro de Inovação é gratificante para nós, e com certeza contribuiremos diretamente para alavancar o negócio. O projeto inovador deles tem tudo para alcançar o sucesso em breve”, diz. Para conhecer mais sobre a empresa, acesse: https://www.platon.com.br/ e https://www.facebook.com/PlatonBrasil/ Mais informações: imprensa@orionparque.com  

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Empresas residentes do Órion Parque realizam negócio entre elas

O Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, situado no Órion Parque Tecnológico, tem como um de seus objetivos criar um ambiente propício para que as empresas criem conexões entre elas. Para firmar isto, na última semana, duas empresas residentes no Centro realizaram negociação entre si, sendo ambas beneficiadas. Platon é uma das empresas e, recém-instalada no Centro de Inovação já vê resultados positivos. “Vir para o Órion só nos propiciou benefícios, faz um mês que nos instalamos aqui e já negociamos com a Softecsul, empresa destaque em inovação e tecnologia. Este ambiente tem o poder de ser um catalisador para estas empresas aqui inseridas”, afirma o sócio da empresa, Vinícius Chaves. De acordo com a CEO da Softecsul, Nelissa Branco, a proximidade que o Centro de Inovação possibilita às empresas facilita as negociações. “Trabalhávamos com uma prestadora de serviços de São Paulo, mas vimos na Platon a possibilidade de trabalhar em conjunto, pois a empresa atende nossas necessidades e ainda nos surpreendeu. O maior cerne do Órion é conectar as pessoas e as empresas, e isto não tem preço”, comenta. De acordo com o presidente do Órion Parque, Roberto Amaral, a instituição está cumprindo seu papel como mediador do contato entre os empreendimentos. “Este tipo de ação prova o quanto o nosso Órion Parque está beneficiando as empresas que aqui residem, o nosso propósito é cada vez mais oferecer um ambiente para que os empreendedores dos mais diversos ramos possam conversar entre si, fazendo com que a inovação aconteça com ainda mais força”, afirma.   Sobre as empresas Softecsul: Criada em 1993 como Plongez Tecnologia, é uma das primeiras empresas em Santa Catariana a desenvolver soluções \”for Windows\” (para Windows). A partir de 2013 a empresa se reinventa e passa a ser SOFTECSUL Tecnologia. Em 2015 abre sua primeira unidade fora do país, em Pompano Beach – Flórida (EUA) e passa a desenvolver soluções que exigem mais conhecimento em software e hardware. (Para mais informações, acesse http://site.softecsul.com/br/). Platon: A Platon Tecnologia em Nuvem Ltda foi fundada em 27 de Julho de 2012 em Lages, na Serra Catarinense, com o intuito de desenvolver soluções que auxiliem os setores de Tecnologia da Informação e Comunicação das empresas, assim como prover serviços em nuvem para empresas de pequeno, médio e grande porte de todo o Brasil. (Para mais informações, acesse www.platon.com.br) Para mais informações: imprensa@orionparque.com  

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