Orion Parque

Projeto Serra Mar: turismo que une o litoral e a Serra Catarinense

No último sábado (12), na Praia do Rosa, em Imbituba-SC, foi realizada a primeira reunião para discutir o Roteiro Serra Mar, projeto que visa a criação de uma rota de turismo para Santa Catarina que una a região de Imbituba e a Serra Catarinense. A solenidade aconteceu na pousada Vida, Sol e Mar, dentro da programação do evento “Del Vino”, que ofereceu aos convidados a apreciação de diferentes tipos de vinhos, música ao vivo e discussão de temas relacionados ao turismo. De acordo com o dono da pousada e Diretor Vice-Presidente da Les Plus Belles Baies du Monde – associação internacional das mais belas baías mundiais – Enrique Litman, a ideia já está sendo desenvolvida há algum tempo e visa prolongar a estadia dos turistas também na baixa temporada. “O projeto visa fazer com que o turista da serra visite o litoral, e que o que passa a alta temporada nas praias, suba a serra. Cidades como Lages, Imbituba, São Joaquim, Urubici e Bom Jardim da Serra já estão unidas para começar a escrever o projeto”, afirma. Este é um projeto que visa a integração da serra catarinense com o litoral sul, com rotas turísticas voltadas para o desenvolvimento das regiões. A ideia não envolve a construção de novas estruturas e sim, utilizar o que as regiões já oferecem como atrativo, tais como parques naturais de aventura, hotéis, restaurantes e rotas de vinho. O Secretário de Relacionamento da Câmara de Dirigentes Logistas (CDL) de Lages, Celio Bueno Jr., afirma não será necessário a busca de capital externo para desenvolver o projeto. “Através do Governo do Estado e do Secretário de Turismo, Leonel Pavan, conseguimos uma verba para cursos de capacitação, para que a população possa se adequar à nova realidade. Vamos utilizar os recursos que temos aqui, queremos valorizar o nosso povo e fazer com que eles estejam preparados para esta nova demanda. ” Para apoiar o desenvolvimento do Projeto Serra Mar, o Órion Parque Tecnológico, situado em Lages, colocou à disposição o Gênesis – Núcleo de Projetos, Negócios e Propriedade Intelectual. O Diretor Executivo, Claiton Camargo, afirma que aliar a instituição ao desenvolvimento da ideia, trará benefícios para o turismo. “Nosso papel se cumpre quando colocamos nossas ferramentas à disposição de projetos como esse, que farão com que a nossa região se consolide ainda mais no turismo serrano e litorâneo. ” Para o empresário Jaime Gabriel, a ideia possibilita novos horizontes para a valorização do que os locais têm a oferecer. \”Este projeto traz a possibilidade de integrar culturas e benefícios, além de divulgar as belezas naturais que temos. O nosso potencial é gigante, a palavra-chave neste processo é integração”, afirma. Já a Secretária de Turismo do município de São Joaquim, Sara Dutra Correa, afirma ser de suma importância a integração dos dois destinos turísticos para desenvolver ainda mais o turismo das duas regiões. “Isso irá diminuir a sazonalidade de cada destino, mas para isso é preciso nos aproximarmos, nos conhecermos e nos indicarmos para os visitantes que atendemos.\” Como surgiu a ideia: O Roteiro Serra Mar surgiu entre os anos de 2009 e 2010 como uma proposta da Associação Empresarial de Tubarão (ACIT). De acordo com um dos idealizadores e Superintendente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Regional (ADRAM), Ruben Cesar Reinoso, a ideia visa diminuir a sazonalidade da atividade turística, especialmente na região litoral e da serra. “Temos como objetivo, unir dois atrativos naturais que se complementam:  neve no inverno da serra, e sol e praia no verão do litoral. ”, diz. Os próximos passos: o último sábado (12), foi o pontapé inicial onde os idealizadores e apoiadores do projeto realizaram a primeira integração. Agora, eles irão compartilhar suas experiências e mostrar os atrativos de suas regiões para o grupo. A próxima reunião está marcada para o próximo fim de semana (19,20), em Lages. “Vamos apresentar a serra ao pessoal do litoral e iremos trocar ideias de acordo com o objetivo principal do projeto, que é integrar as regiões”, completa Celio.   Laís Casa de Cordova Imprensa Órion Parque Tecnológico Para mais informações: imprensa@orionparque.com

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Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira recebe etapa importante para Indicação Geográfica do Queijo Serrano

O Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira recebeu na tarde desta sexta-feira (04), o “Seminário de Indicação Geográfica com foco no Queijo Artesanal Serrano”. O evento recebeu representantes de entidades de toda a região serrana, além de produtores do queijo artesanal. O objetivo do evento é a entrega ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), através da Federação das Associações de Produtores de Queijo Artesanal Serrano de SC e RS – Faproqas, a requisição de registro da Indicação Geográfica (IG) do Queijo Artesanal Serrano. A região geográfica delimitada compreende 18 municípios da Serra Catarinense e 16 municípios da região nordeste de altitude do Rio Grande do Sul, totalizando 34 mil quilometros quadrados e foi denominada Campos de Cima da Serra. Nessa área existem aproximadamente 3.500 pecuaristas familiares que produzem o QAS. Utiliza-se somente leite da propriedade, com predominância de gado de corte e a pastagem nativa como base forrageira. De acordo com o presidente do Instituto Órion e co-idealizador do projeto, Roberto Amaral, o evento é uma ação decisiva para o crescimento da região serrana. “É muito importante que os produtos da nossa região sejam protegidos pelo INPI, tenham Identificação Geográfica e Denominação de Origem para que isso traga mais valor para nossos artigos”, afirma. Para o deputado Gabriel Ribeiro, também co-idealizador do projeto, o evento representou um divisor de águas para o desenvolvimento da Indicação Geográfica do Queijo Serrano. “Legalizamos o produto, este foi um processo que demorou um ano e agora com a certificação nacional com Identificação Geográfica, poderemos fazer com que este queijo entre em todos os mercados do Brasil. Isso envolve mais de cinco mil famílias em Santa Catarina, tradição histórica e preservação cultural da região serrana. É uma vitória do pequeno produtor rural”, comenta. Este é um processo importante, sendo o primeiro que envolve uma denominação de origem para um queijo. O trabalho desenvolvido foi profundo, contou com instituições do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina envolvendo até as famílias de pequenos produtores rurais. O Chefe da Seção de Difusão Regional de Santa Catarina do INPI, Araken Alvez de Lima, se surpreendeu com a qualidade da requisição e aguarda, com otimismo, a conclusão do processo. “A integração destas instituições foi além da divisa dos estados. Este é um momento importante para o INPI, que também aprende com pedidos que chegam com a qualidade como esta que estamos vendo hoje. A expectativa é que ele seja conferido e tenhamos outro evento bacana como este para entregar o certificado”, complementa. A EPAGRI teve a função de coordenar, organizar e contruir todo o processo da Indicação Geográfica do queijo serrano. Em média, um trabalho como este demora 10 anos para ser concluído, mas a entidade realizou em quatro anos, juntamente com o apoio da EMATER do Rio Grande do Sul. O Pesquisador da Estação Experimental da EPAGRI de Lages, Ulisses Arruda Córdova, comenta que o processo está em vias de ser finalizado. “Conseguimos construir uma rede de parcerias que envolve instituições de ensino, de desenvolvimento regional e associações de produtores rurais, o que foi essencial para o sucesso do projeto. Esta é a primeira requisição do país que envolve Denominação de Origem e Indicação Geográfica para queijo. A organização do projeto está finalizada e tem tudo para dar certo”, afirma. O produtor rural e presidente da Aprocampos de São José dos Ausentes (RS), Antonio Luiz Lopes, afirma que a união dos pequenos produtos e apoio de entidades faz com que a tradição e cultura do queijo serrano sejam preservadas. “A história do nosso queijo tem mais de 200 anos, isso vem do berço da família e da união das pessoas. Nós estamos tentando continuar e para isso possuímos todas as condições de temperatura e de clima para fazer com que nosso produto tenha um diferencial ainda maior. Agora é focar no mercado, não somente regional, mas brasileiro”, completa. Amaral completa que o apoio do Órion Parque a este projeto, representa um passo a mais para o objetivo principal da instituição, que é fomentar ainda mais o desenvolvimento econômico da região. “Este é um trabalho feito a muitas mãos e nós nos orgulhamos disso. Através do Órion e seu Escritório de Projetos, estamos atuando fortemente em conjunto com a Epagri e o INPI para que este projeto ainda dê muitos resultados. Sentimos que estamos cumprindo a nossa missão, que é o apoio à inovação”, finaliza. Mais informações: imprensa@orionparque.com Informações básicas: Epagri/Emater

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IFSC recebe palestra internacional sobre gestão da inovação

O Instituto Federal de Santa Catarina promove na próxima terça-feira (8) a palestra “Gestão da Inovação no século XXI”, com professor italiano Roberto Panzarani. O palestrante está no Brasil para o lançamento de seu mais novo livro, intitulado “Global: tribos, limites, líderes, redes, ecossistemas” (Editora E-papers, 2017), que tenta entender a globalização no novo século. Em Lages, a atividade será realizada em parceria com a CDL Lages, o Órion Parque Tecnológico e as empresas GTS do Brasil e NDD. A palestra é gratuita e aberta ao público e será realizada no auditório do Câmpus Lages do IFSC (Rua Heitor Villa Lobos, 222, bairro São Francisco), às 19h. O palestrante participará ainda de outros eventos fechados na cidade, com as empresas parceiras da atividade. “Lages está se preparando para o futuro entendendo melhor os processos relacionados à inovação. A chegada do IFSC e do Órion Parque, por exemplo, são importantes investimentos ocorridos na região e que têm potencial de alavancar a inovação e, com isso, promover um verdadeiro desenvolvimento regional. Trazer a Lages o professor Roberto Panzarani está associado a tudo isso. Como uma referência em gestão da inovação na Itália, na Europa e em todo o mundo ele tem muito a contribuir com esse nosso momento”, completa o diretor-geral do Câmpus Lages do IFSC, Thiago Meneghel. Panzarani é professor de Gestão da Inovação e especialista em Inovação Empresarial. Atualmente se dedica ao desenvolvimento de programas de inovação para a grandes empresas e instituições. No Brasil, já publicou os livros “A Viagem das Ideias” (Editora Gente, 2006), e “Luxo for all”, com José Luiz Tejon e Victor Megido (Editora Gente, 2010). Clique aqui para inscrições. Se você não for aluno do IFSC, ignore a parte da inscrição que pede dados do aluno e continue. Após, insira seu e-mail, no qual será enviado um código, somente com este código você conclui a inscrição. Se ainda houver dúvidas, entrar em contato pelo telefone (49) 3221-4200. Por Rafael Xavier dos Passos | Jornalista IFSC

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CNPq divulga chamada para projetos de biotecnologia

Com o intuito de apoiar projetos que visem contribuir significativamente para o desenvolvimento científico e tecnológico e a inovação do País, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) divulgou uma chamada para interessados em enviar seus projetos relacionados à área de Biotecnologia. O programa visa apoiar cursos na área de biotecnologia em nível de pós-graduação nos seguintes temas: biotecnologia aplicada à saúde animal e humana, biotecnologia agropecuária e aquicultura, biotecnologia ambiental, biotecnologia industrial e outros temas em biotecnologia. Serão oferecidos (através de seleção) de cursos em três modalidades: presencial de curta duração; presencial no modelo de Escola de Inverno e à distância. Após a análise dos critérios de elegibilidade (que podem ser conferidos em: https://goo.gl/tf63tm), o resultado será divulgado na página eletrônica do CNPq, disponível na Internet no endereço www.cnpq.br e publicado, por extrato, no Diário Oficial da União conforme o cronograma. As inscrições podem ser realizadas até dia 31 de agosto. Para mais informações: imprensa@orionparque.com

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IG do Queijo Serrano, a primeira denominação de origem para queijos do Brasil

No dia 04 de agosto de 2017, às 14h30, será realizado em Lages o Seminário sobre Indicação Geográfica, tendo como local o Órion Parque Tecnológico da Serra Catarinense, tendo como foco o queijo artesanal serrano (QAS). Além de palestras técnicas, na oportunidade a Federação das Associações de Produtores de Queijo Artesanal Serrano de SC e RS – Faproqas, entregará ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial – INPI, a requisição de registro da indicação geográfica (IG) do Queijo Artesanal Serrano. Os produtores e suas associações, definiram por uma IG na modalidade de denominação de origem (DO), que uma vez sendo certificada pelo INPI, constituir-se-á na primeira do Brasil para queijos, pois as características do QAS se devem essencialmente ao meio geográfico que é produzido, incluindo fatores naturais (clima, solo, vegetação) e humanos. A região geográfica delimitada compreende 18 municípios da Serra Catarinense e 16 municípios da região nordeste de altitude do RS, totalizando 34.000 km2 e foi denominada Campos de Cima da Serra. Nessa área existem aproximadamente 3.500 pecuaristas familiares que produzem o QAS. Utiliza-se somente leite da propriedade, com predominância de gado de corte e a pastagem nativa como base forrageira.  A solicitação de uma IG para o QAS se justifica pelos seguintes motivos: é um produto com reconhecida notoriedade e tradição; caracteriza-se por um saber fazer que está sendo transmitido de geração a geração por mais de dois séculos; é produzido num território com especificidades edafoclimáticas únicas no Brasil, caracterizando-se como um produto terroir, sem possibilidades de ser produzido de modo identitário em outras regiões; para milhares de produtores é a principal fonte de renda; devido a notoriedade, tradição e qualidade tem maior demanda e alcança preços mais elevados. Assim produtores de outras regiões do Sul do Brasil, que não possuem as características necessárias, têm denominando o seu produto com “queijo serrano”, denotando o uso inadequado e usurpação de um nome reconhecido. Com a concessão da indicação geográfica a Faproqas pretende alcançar os seguintes objetivos:  aumentar o valor agregado ao QAS; estimular investimentos na área de produção (valorização das propriedades, apoio ao turismo, elevação do padrão tecnológico e oferta de emprego); criar vínculo de confiança com o consumidor (qualidade própria com características regionais); melhorar a comercialização do QAS;  conferir maior competitividade no mercado (garantia institucional, reputação e identidade do produto);  evitar a concorrência desleal;  facilitar obtenção do selo SISBI; redução tempo de maturação;  valorizar a identidade da região junto ao mercado consumidor nacional e  contribuir para a preservação de valores culturais e históricos. Todo o processo de obtenção da indicação geográfica foi coordenado pela Epagri (através da Estação e Gerência Regional de Lages) e Emater, com a participação dos produtores e suas entidades representativas, além de diversas instituições parceiras e com apoio financeiro e técnico do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Informações: Ulisses de Arruda Córdova (ulisses@epagri.sc.gov.br) e Andréia Meira (andreiameira@epagri.sc.gov.br).

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Representantes do Instituto Órion relatam a diretoria da ACIL o primeiro ano de atividades do parque tecnológico

O Órion Parque nasceu do sonho de alguns empresários da área de tecnologia com o apoio e suporte da ACIL para concretização deste projeto. Após um ano da inauguração deste Parque Tecnológico, a diretoria da ACIL recebeu Roberto Amaral, presidente do Instituto Órion, e Claiton Camargo, diretor executivo, que repassaram informações referentes ao primeiro ano de funcionamento do parque. O presidente do Instituto Órion, relembrou que a ideia de um parque tecnológico para Lages foi apresentada a ele em 2007, quando era presidente da ACIL e, logo, conseguiu o apoio do Governo do Estado, da Prefeitura de Lages e do então secretário de Agricultura, Antonio Ceron, para a viabilização do projeto. O Órion Parque é considerado referência em inovação. Foi o primeiro dos 13 Centros de Inovação e Tecnologia de Santa Catarina projetados no Governo Raimundo Colombo a ser inaugurado e tem como objetivos fomentar a inovação e apoiar o desenvolvimento de uma ideia, um projeto ou um negócio. Para o diretor executivo do Instituto Órion, trabalhar com inovação é um grande desafio, pois muitas pessoas confundem inovação com tecnologia. “Um projeto de inovação pode ser de qualquer área de conhecimento”, explicou ele. A escolha das empresas para integrar o Órion Parque se dá através de chamada pública e podem ser por meio da Incubadora, Coworking, Projetos Inovadores, PD&I, Concessão de Terreno, Empresas Virtuais ou Programas de apoio ao desenvolvimento de projetos e ideias, como o Genesis e o Reuni. Camargo relatou que, atualmente o Órion Parque conta com 3 empresas incubadas, 12 empresas virtuais, 2 projetos inovadores, 3 empresas âncoras além de 21 empresas que já confirmaram sua inserção no parque. Texto: Acil

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Estar no Órion ajuda a sua empresa a ir mais longe

O Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira foi pensado, em todos os seus aspectos, para oferecer um ambiente de inovação para quem se instala. Aqui, são oferecidas assessorias e mentorias nas mais diversas áreas que podem contribuir para a evolução rápida do modelo de negócio do seu empreendimento. Para ter acesso ao ambiente, existem diversas modalidades de entrada, vamos te explicar melhor a seguir: 1. Coworking Um Coworking pode ser descrito como um modelo ou um ambiente de trabalho que tem como objetivo unir profissionais para a troca ou compartilhamento de ideias ou de projetos, criação de networking e/ou colaboração. Dessa forma, profissionais liberais e independentes buscam lugares como o Coworking para desenvolverem seus projetos sem o isolamento de um home office. Permitindo que parcerias possam ser fechadas e amizades possam ser criadas. Os benefícios de um Coworking tendem a ser o Networking, Colaboração, Parceria, Convívio Social, Amizades e o custo-benefício é muito maior se comparado a alugar uma sala comercial. O acesso à sala de Coworking pode ser agendado através do telefone: (49) 3099 9408 Para consultar a tabela de valores, clique aqui. 2. Incubadora Incubação é a fase na qual a empresa se instala fisicamente no local destinado a Incubadora do Centro de Inovação, e utiliza a infraestrutura e os serviços oferecidos. Ele é voltado para empresas com menos de 4 anos no mercado, objetivando que ela tenha apoio nos seus primeiros anos de vida, ajudando no seu desenvolvimento e crescimento. Dentro da Incubação, o dono da empresa contará com mentorias, poderá utilizar o espaço físico, terá o apoio de entidades públicas, acesso à treinamentos e capacitações voltadas para a empresa. Os editais são divulgados através das nossas redes sociais e aqui pelo site. 3. Projetos Inovadores Projetos Inovadores são o conjunto de atividades capazes de transformar, inovar, causar algum tipo de impacto, proporcionando resoluções de problemas e criação de novas e melhores situações, ainda não pensadas no desenvolvimento de produtos, processos ou serviços inovadores e escaláveis. É voltado para empresas de base tecnológica, a qual é intensiva em conhecimento cujos produtos, processos ou serviços são gerados a partir dos resultados de pesquisas aplicadas, e nos quais a tecnologia representa alto valor agregado e com alto potencial de crescimento. Dentro deste projeto, a empresa que firma sua base para pesquisas dentro do Centro de Inovação, pode utilizar o espaço físico e apoio a integração entre Universidades e Entidades Públicas, aproximação com entidades financiadoras e investidores. Os editais são divulgados através das nossas redes sociais e aqui pelo site. 4. PD&I O edital de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação, PD&I, é um programa que permite que empresas possam estar atuando dentro do Centro de Inovação com uma equipe que é voltada para a criação ou aprimoramento de novos materiais, equipamentos, produtos, processos e sistemas. No PD&I, é fomentado o trabalho criativo, empregado de forma sistemática, com o objetivo de aumentar o volume de ideias, abrangendo o conhecimento do homem, da cultura e da sociedade, bem como a utilização destes conhecimentos para novas aplicações. Classificam-se como PD&I a construção e o teste de um protótipo se seu objetivo principal é a realização de novos melhoramentos (resolução de incertezas científicas ou tecnológicas, evolução, novos conhecimentos). Os editais são divulgados através das nossas redes sociais e aqui pelo site. 5. Empresas virtuais Processo proposto por empresa já constituída e atuante no mercado, independentemente do tempo de atuação, a qual possui um projeto inovador e não estará instalada fisicamente no Centro de Inovação do Órion Parque, porém pode utilizar a infraestrutura e os serviços oferecidos, além de apoiarem no desenvolvimento e sustentabilidade do Centro de Inovação. A ficha de inscrição está disponível em www.orionparque.com. 6. Concessão de terreno Para a concessão de terreno dentro do Órion Parque Tecnológico, é necessário o contato através da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo aqui de Lages através do telefone: (49) 3224-0600.

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Fontes de fomento: principais formas de conseguir financiamento para seu projeto

Na hora de financiar um projeto, muitas vezes os empreendedores enfrentam dificuldades diversas: carência de apoiadores, burocracia e desconhecimento sobre o funcionamento de processos ou mesmo a inviabilidade de investimento. Neste contexto, o Escritório de Projetos do Gênesis, o Núcleo de Projetos, Negócios e Propriedade Intelectual do Órion Parque Tecnológico, pode ser uma alternativa que garanta o sucesso do empreendimento. Funcionando há quase um mês, o Escritório favorece o surgimento, desenvolvimento, implantação e escrutínio de uma longa cadeia de etapas necessárias para o acesso a recursos, via editais e/ou outras fontes de financiamento, que talvez não fossem alcançadas se não por atividades coordenadas e coerentes a esse fim. No aspecto dos editais, mesmo que o empreendedor não seja relacionado diretamente a uma Universidade ou centro de pesquisa, a vinculação da entidade como parceira do negócio pode ajudar a facilitar o acesso ao recurso. No plano federal, por exemplo, uma gama de entidades organizadas apresentam diferentes focos de acesso a financiamento público. A Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) apoia e seleciona projetos de Ciência, Tecnologia e Inovação de Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs). Já o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, tem como principal atribuição fomentar a pesquisa científica, tecnológica e incentivar a formação de pesquisadores brasileiros. No plano estadual, a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (FAPESC) concede recursos para atividades de pesquisa, inovação, capacitação de recursos humanos e difusão de conhecimentos. Fundos particulares, idealizados pela inciativa privada e geridos de forma independente de recursos e financiamento públicos, também são caminhos para idealizar iniciativas ou fomentar propostas já em desenvolvimento. Independentemente do foco, os editais são normalmente o caminho mais procurado na prospecção por recursos. A transparência dos gastos é fundamental e nem sempre os valores cobrem totalmente os gastos estipulados nos projetos, porém o dinheiro pode vir numa boa hora e com a garantia de ser bem investido. Em alguns casos o repasse dos valores se dá sem a necessidade de contrapartidas (valor que deve retornar à fonte financiadora). Marque o seu horário através do telefone: 3099-9408 e desenvolva o seu projeto. Para mais informações: imprensa@orionparque.com

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Mostra de design apresenta história e inovação no Órion Parque

O Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira está com a exposição D’Vinties Exhibiton, realizada pelo Centro Design Catarina, com objetos que são verdadeiros ícones de design classificados nas categorias Vintage, Retrô e Redesign. De acordo com a curadora da exposição e presidente do Centro Design Catarina, Roselie de Faria Lemos, a mostra é diferenciada das demais relacionadas ao tema. “A exposição apresenta produtos de design que foram projetados e fabricados a partir do século XX, especificamente depois de 1915. Todos possuem uma história interessante sobre seus criadores, fabricantes ou designers. É uma mostra histórica, informativa e prazerosa de ser vista”, afirma. O recorte na escolha dos produtos aconteceu mexendo-se com o acervo do Museu de Design do Centro Design Catarina, localizado em Florianópolis, acrescido de alguns objetos especiais e significativos das diversas épocas. Foram selecionados a partir da criação da Cama Patente (1915), até o aparecimento do iCube (2000) e do PT Cruiser da Chrysler (2001). A intenção é fazer da mostra uma conexão entre os produtos do cotidiano das pessoas há mais de um século e o emocional do público. “Muitos deles serão lembrados por terem sido vistos na casa da mãe, da avó, de tios, amigos ou primos. O conhecimento da estrutura desses produtos, sua funcionalidade, os materiais empregados na sua fabricação e finalmente, porque foram criados, podem proporcionar uma visão ampla e cultural dos hábitos e estilos de vida mutantes da população nesses últimos 100 anos”, comenta Roselie. Para o Diretor Executivo do Órion Parque Tecnológico, Claiton Camargo, a exposição traz um olhar diferenciado e inovador junto ao Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira. “O Design inspira a criatividade e a criatividade é o alicerce da inovação”, afirma. A exposição está no hall do Órion Parque e ficará disponível até 28 de julho. A entrada é gratuita. Para mais informações: imprensa@orionparque.com Foto: Equipe Órion

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Empresa de projeto inovador se instala no Centro de Inovação: conheça a Platon

Fundada em 27 de julho de 2012 por Eduardo Broering, a Platon é uma empresa especializada em tecnologia em nuvem, explorando soluções que possam ser aplicadas neste ramo. No último mês, a empresa entrou no Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira com um projeto inovador. De acordo com Eduardo Broering, trazer o projeto para o Centro de Inovação foi um passo a mais para desenvolver a ideia e fazer com que a empresa cresça. “Como é um projeto em andamento e ainda temos muito o que desenvolver e trabalhar, buscamos apoio do Órion. As consultorias e mentorias que o Centro oferece, a própria questão de estarmos inseridos num ecossistema de inovação, isso com certeza contribui muito para que tanto o produto quanto a empresa alcance o resultado almejado, que é o crescimento nos próximos anos”, afirma. Em quase 5 anos de funcionamento, a empresa já acumula mais de 400 clientes em Lages e região. “Os nossos maiores diferenciais estão no contato com o cliente, que possui atendimento personalizado, bem como na nossa constituição, apesar da Platon ser uma empresa pequena temos estrutura própria dentro dos maiores Data Centers do Brasil e do mundo, todos com as melhores certificações relativas à estabilidade e à segurança da informação”, completa Eduardo. Com menos de um mês instalada no Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, a empresa já colhe os frutos. “Na última semana, negociamos com a Softecsul, empresa de base tecnológica que está também no Centro. Isto trouxe credibilidade e crescimento para o nosso negócio”, comenta o sócio da empresa, Vinícius Chaves. De acordo com o diretor executivo do Órion Parque Tecnológico, Claiton Camargo, a empresa possui todas as características para crescer rapidamente a partir de agora. “Receber a Platon aqui no Centro de Inovação é gratificante para nós, e com certeza contribuiremos diretamente para alavancar o negócio. O projeto inovador deles tem tudo para alcançar o sucesso em breve”, diz. Para conhecer mais sobre a empresa, acesse: https://www.platon.com.br/ e https://www.facebook.com/PlatonBrasil/ Mais informações: imprensa@orionparque.com  

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