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Quais os benefícios das universidades empreendedoras? Reuni Challenge SC favorece instituições que fomentam empreendedorismo universitário

[vc_row][vc_column][vc_column_text]O tripé institucional das universidades brasileiras – ensino, pesquisa e extensão – ultimamente tem sido influenciado pela inovação e empreendedorismo. Metodologias ativas de ensino e aprendizagem, transferência de tecnologia e spinoffs acadêmicas cada vez mais  frequentes e têm gerado valor tanto para a formação dos talentos quanto para o desenvolvimento socio-econômico como benefícios de universidades empreendedoras. Entendendo o que é empreendedorismo Para entender as universidades empreendedoras, é importante apresentar aqui uma definição de empreendedorismo, pois esse conceito vem evoluindo à medida que a dinâmica da sociedade se torna mais complexa. De maneira contemporânea o empreendedorismo pode ser entendido como: “a capacidade que uma pessoa tem para identificar problemas e oportunidades, assumindo um comportamento proativo diante de questões que precisam serem resolvidas, desenvolvendo soluções e investindo recursos na criação de algo positivo para a sociedade, tanto através de um negócio, um projeto ou qualquer movimento que gere mudanças reais e impacto no cotidiano das pessoas” . Desse modo, o empreendedorismo está relacionado à criatividade de encontrar uma solução ao se identificar um problema. Nesse sentido, novos negócios são construídos a partir da capacidade intelectual de materializar o conhecimento. Tal habilidade tem sido valorizada no mercado de trabalho e reconhecida como elemento fundamental para o desenvolvimento dos territórios. Outro termo que aparece é o intraempreendedor, que é aquele que assume a responsabilidade pela criação de inovações de qualquer espécie dentro de uma organização. São aqueles que transformam uma ideia em uma realidade sem sair da organização que se encontram para montar um negócio. Dessa maneira, os intraempreendedores podem garantir inovação contínua em organizações. O que é uma Universidade Empreendedora? Uma universidade empreendedora pode ser caracterizada como uma instituição que adota tanto uma estratégia de formulação de objetivos acadêmicos quanto a de tradução do conhecimento produzido em utilidade econômica e social. Segundo esse autor, algumas desenvolvem o treinamento empreendedor como uma extensão de sua missão de ensino, enquanto outras desenvolvem a transferência de tecnologia como uma extensão da pesquisa. Outras ainda desenvolvem mecanismos de apoio à inovação, facilitando a formação e o crescimento de empresas. Algumas instituições optam por desenvolver todos esses três aspectos ao mesmo tempo, ou progressivamente, ou apenas alguns deles. Para autores como Etzkowitz e Zhou, é essencial que haja maior consciência entre professores, funcionários e alunos do potencial do conhecimento. Práticas empreendedoras nas universidades O primeiro caso pode ser exemplificado pelas metodologias ativas de ensino e aprendizagem, ou seja, a partir de atividades de experimentação, dinâmicas interativas e até a gamificação que envolvam a resolução de problemas reais, o estudante desenvolve um pensamento crítico diante da elaboração de soluções e associações de conhecimento interdisciplinares. Para saber sobre esse tema, acesse a 9ª edição da VIA Revista  sobre Inovação na Educação. O segundo caso pode ser visualizado na  transferência de tecnologia. As tecnologias desenvolvidas nas Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) possuem um valor de mercado muito alto segundo autores como Trzeciak et al (2012). Portanto, conectar o agente que demanda constantemente novas soluções  com o agente que possui a oferta necessária para gerar tais oportunidades, ocasiona a transferência de tecnologia. Ações empreendedoras a partir da Propriedade Intelectual, como distribuição de royalties, vitrine tecnológica e parcerias universidade-empresa são exemplos que tem o apoio dos Núcleos de Inovação Tecnológica (NIT) que acarretam ganhos financeiros para Universidade e o inventor. E para desenvolver a ideia de um produto em um negócio, as Universidades podem apoiar os acadêmicos por meio de atividades das pré-incubadoras e incubadoras que tem a finalidade de fornecer capacitações técnicas e gerenciais ou até instalações físicas para gerar valor para as empresas nascentes. Além disso, as Universidades podem contar com intraempreendedores que inovam nos processos internos, nas tecnologias e nos serviços e assim facilitam o serviço administrativo. Outro ponto que pode se destacar é o arcabouço jurídico que as Universidades podem criar a fim de orientar essas práticas empreendedoras, como uma Política de Inovação e Empreendedorismo. Quer saber quais as universidades mais empreendedoras do Brasil? Confira o ranking aqui!  Aproximação com o ecossistema de inovação Múltiplos relacionamentos helicoidais: universidade-governo, universidade-indústria e indústria-governo se cruzaram, criando o ecossistema de inovação. As universidades tem a missão de retornar à sociedade o investimento recebido. Para tanto, o ensino, a pesquisa e a extensão estão sendo influenciados pela inovação e empreendedorismo na medida em que as soluções estão sendo pensadas a partir da dor dos demais atores do ecossistema. As universidades se tornam empreendedoras quando conseguem traduzir os conhecimentos gerados para o cotidiano das empresas, governo e sociedade civil. As Universidades são, então, importantes para a criação de uma cultura de inovação e empreendedorismo, por meio da formação de talentos e da criação e apoio aos ambientes de inovação, por exemplo. São responsáveis por formar pessoas, promover o espírito empresarial e fomentar a criação de empresas futuras. Fornecem o principal ativo para a inovação: pessoas com conhecimento, os chamados talentos. Possibilitam o desenvolvimento de novas pesquisas, construção de novos conhecimentos e, criação de novas tecnologias. Essas interações mantém o ecossistema ativo e promovem o desenvolvimento sócio-econômico pelo valor criado através do compartilhamento de conhecimento. Reuni Challenge SC Oportunizar que o acadêmico tenha a possibilidade de empreender, ainda dentro da faculdade, é uma necessidade que nem sempre todas as Instituições de Ensino Superior (IES) conseguem suprir! Pensando nisso, o Orion Parque Tecnológico, e outros parceiros pelo estado, estão trazendo o maior evento de Empreendedorismo Universitário do estado. Queremos descobrir qual a universidade mais empreendedora do estado de Santa Catarina! Na competição, em formato on-line, nos dias 10, 11 e 12 de setembro, cada câmpus deverá formar uma equipe de 5 a 8 universitários e de 1 a 2 professores. Serão até três equipes formadas por câmpus de uma mesma IES. Para tirar todas as suas dúvidas sobre a competição que, premiará a equipe vencedora com R$ 10 mil reais, vamos bater um papo super bacana em mais uma super live, nesta sexta-feira (13/08), ao vivo nos canais do Orion Parque Tecnológico, Reuni e Rede Catarinense de Centros de Inovação no You Tube ! ? O Reuni Challenge tem

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Desenvolvimento de negócios inovadores promove reconhecimento acadêmico; conheça cases do Reuni Challenge

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Negócios inovadores marcaram edições da competição; conheça alguns projetos e cabeças por trás deles. Reuni Challenge SC será realizado entre 10 e 12 de setembro de 2021 Grandes ideias nascem dentro das universidades, por meio de trabalhos acadêmicos ou conversas informais entre jovens que caminham com o mesmo propósito: desenvolver suas habilidades. Essas ideias quando não estimuladas para serem desenvolvidas acabam ficando guardadas nas gavetas e perdem a oportunidade de solucionar problemas reais da sociedade. A última edição do Reuni Challenge, realizada no ano de 2020, contou com a participação de 80 acadêmicos representando as universidades da Serra e Meio-Oeste Catarinense. O evento foi realizado de forma on-line e teve um grande número de participantes que trouxeram para dentro do evento seus anseios, visões de negócio e projetos acadêmicos. Os participantes contam sobre os desafios enfrentados para desenvolver a ideia e como as 72 horas de evento impactaram diretamente em suas vidas, como a Ana Angélica Wilske, professora e também acadêmica do curso de Mestrado em Práticas Transculturais da Unifacvest, de Lages, e que tinha uma ideia de negócio voltada para a sua área de estudo acadêmico e precisou desenvolver um pensamento mais inovador para dar corpo ao seu negócio “Eu tinha muitas coisas em mente para tornar meu mestrado algo prático, ou seja, um retorno capaz de contribuir com a sociedade e que atendesse à sua realidade”, conta. Um dos propósitos do evento é, junto da universidade, possibilitar que os trabalhos desenvolvidos, como os trabalhos de conclusão de curso, ganhem um olhar mais empreendedor e inovador para transformá-los em negócio “Muitas vezes, a universidade nos mostra o lado teórico dos nossos objetivos (muito importante), mas o lado prático acaba ficando de lado. Unir conhecimentos às práticas através de nossas competências e habilidades é fundamental para direcionarmos nossos empreendimentos”, comenta Ana Angélica.  Para Rafael Venturini, também participante da última edição do evento e membro da equipe vencedora, representando a Universidade do Planalto Catarinense – Uniplac,  um dos pontos mais importantes da metodologia do evento é exercitar o trabalho em conjunto. “A maioria das pessoas dentro do grupo não se conheciam, então você tem o desafio de trabalhar num problema, tendo que lidar com diversas culturas, comportamentos, pensamentos e atitudes diferentes das suas”, conta.  A equipe vencedora da edição do Reuni Challenge 2020 representava a Uniplac e foi composta por 4 acadêmicos e uma professora representante. A startup criada em 72 horas  chama-se ADA: All Data Analitics e tinha como principal solução a coleta de forma rápida e eficaz a satisfação setorizada de cada paciente. Com a coleta dessas informações, serão gerados indicadores à secretaria municipal de saúde para a tomada de decisões. A ideia surgiu da identificação de um problema: o tempo de espera e o atendimento no setor da saúde. Para a Coordenadora do curso de Administração da Uniplac, Kelli Gotardo, a experiência e o resultado da equipe geraram desejo de engajamento aos estudantes e professores que não participaram do evento \”O resultado impacta ao incluí-los também como responsáveis pela continuidade de resultados positivos\”, lembra. A essência do evento é inserir os acadêmicos no ecossistema de empreendedorismo e inovação, garantindo que compreendam os processos pelos quais a ideia deve passar até tornar-se negócio. “O Reuni tem essa coisa, que é desafiar tudo aquilo que você acha que sabe. Vemos toda hora histórias de startups surgindo e fazendo sucesso com ideias inovadoras. Vemos apenas a parte bonita, o resultado. Não enxergamos todo o trabalho, pesquisa, validação e desenvolvimento por trás de cada empreendimento. Então a visão de negócio de todos os participantes é aguçada, nos permitindo ver o que há por trás das cortinas”, finaliza Rafael.  Reuni Challenge SC O Orion Parque Tecnológico continua engajado na ideia de trabalhar as ideias de estudantes para desenvolver uma potencial startup. Nos dias 10, 11 e 12 de setembro, o Reuni Challenge SC irá conectar o conhecimento universitário com demandas reais da sociedade, mentores com experiência de mercado, o ecossistema de inovação e o Governo do Estado, para o desenvolvimento de projetos inovadores em apenas um final de semana. Em apenas três dias, as equipes terão que desenvolver sua ideia, a fim de solucionar um problema real, passando por todas as etapas e emoções da criação de um negócio.  O Reuni Challenge tem a realização do Orion Parque Tecnológico, Prefeitura de Lages, Governo do Estado de Santa Catarina, Fapesc, Rede Catarinense dos Centros de Inovação e NSC. O Sistema ACAFE apoia o evento. As inscrições começam no dia 15 de agosto, no site: projetoreuni.com.br   Supervisão Afonso Gobbi Rodrigues[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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LIF, Embrapii e AgTech Garage anunciam selecionadas no 2º ciclo do Soja Sustentável do Cerrado; startup do Orion faz parte da lista

[vc_row][vc_column][vc_column_text] As quatro empresas escolhidas vão se somar às seis startups do 1º ciclo do programa para compor um portfólio integrado de soluções; Quiron.digital foi uma das selecionadas no segundo ciclo.   SciCrop, Safe Trace, Agrorobótica e Quiron são as selecionadas para o 2º ciclo do “Programa Soja Sustentável do Cerrado – fomentando o empreendedorismo e a inovação para a produção de soja livre de desmatamento”, resultado da parceria entre o hub de inovação AgTech Garage e o Land Innovation Fund, com apoio estratégico da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii). As startups agregam soluções de big data, rastreabilidade e responsabilidade socioambiental, inteligência artificial e monitoramento digital para enfrentar algumas das principais demandas de conservação e restauração ambiental da atualidade. Juntas, as empresas escolhidas se somam às seis integrantes do 1º ciclo do programa para compor um portfólio integrado em favor de uma cadeia de suprimentos da soja sustentável, livre de desmatamento e de conversão da vegetação nativa. Desenvolvido em quatro ciclos, o programa conta com recurso inicial de cerca de R$2,2 milhões para apoio às startups, com a possibilidade de aumento de receita a partir da entrada de novos parceiros interessados em apoiar o ecossistema de inovação pela sustentabilidade do agronegócio. 2° Ciclo Programa Soja Sustentável do Cerrado No 2º ciclo do programa, foram recebidas 51 inscrições vindas de 11 Estados do país e também do exterior. Entre elas, soluções para redução do desmatamento, geração de receita com a floresta em pé e preservação da biodiversidade, prestação de serviços ambientais e uso sustentável da terra, além de ferramentas e metodologias de monitoramento ambiental. Ao todo, 11 finalistas apresentaram suas soluções para um comitê formado pelo time do AgTech Garage e empresas parceiras do programa – Land Innovation Fund, Embrapii e Cargill. Os ganhadores foram escolhidos a partir de critérios como inovação, maturidade e modelo de negócio, perfil da equipe, impacto ambiental e viabilidades técnica e econômica. Também foi levado em consideração o potencial de intercâmbio e complementariedade entre os projetos para enfrentar alguns dos maiores desafios da agenda de sustentabilidade internacional. “Acreditamos que as finalistas compõem um portfólio de serviços complementares entre si e que juntas podem contribuir ainda mais para o desenvolvimento de tecnologias sustentáveis para a cadeia produtiva da soja”, afirma José Tomé, co-founder e CEO do AgTech Garage. As startups selecionadas No ranking final dos projetos selecionados, entraram quatro startups: A líder em analytics e integração de dados para a agroindústria, SciCrop, com soluções de mensuração de receita para além da área plantada e detecção de quantidade de carbono estocado na propriedade rural. A Safe Trace, empresa que utiliza tecnologia blockchain para rastreabilidade e integração de informações de toda a cadeia produtiva de alimentos, do campo à gôndola, levando transparência ao setor. A startup de inovação tecnológica Agrorobótica, responsável pelo desenvolvimento de uma plataforma de inteligência artificial com tecnologia da NASA para monitoramento da fertilidade do solo, certificação dos nutrientes na folha e dos estoques de carbono na propriedade rural. Além da Quiron.Digital, startup de tecnologia digital e monitoramento 100% remoto para detecção e dimensionamento de ataque de pragas e doenças, e de previsão de incêndios com até sete dias de antecedência. A Quiron integra o Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, no Orion Parque Tecnológico, no edital de incubação. Com duração de seis meses, o 2º ciclo começa no próximo dia 11 de agosto e prevê a participação dos  selecionados em uma Jornada de Experiência, com acesso a mentorias estratégicas e técnicas, conexões com executivos da comunidade do AgTech Garage, troca de experiências com empreendedores, participação em eventos, ampla exposição nas redes sociais e acompanhamento de um time de especialistas composto por integrantes de empresas parceiras com foco no desenvolvimento e escala de soluções que possam contribuir com os objetivos do Land Innovation Fund, de fomentar a sustentabilidade na cadeia de suprimentos da soja. As startups que se destacarem poderão receber apoio financeiro para o desenvolvimento das soluções. “As iniciativas selecionadas complementam os projetos apoiados no 1º ciclo e formam um portfólio de soluções integradas capazes de apresentar soluções de sustentabilidade para a propriedade rural como um todo, da área plantada à floresta em pé”, afirma Carlos E. Quintela, diretor do Land Innovation Fund. Parceira estratégia da iniciativa, a Embrapii será responsável pela ponte entre startups e empreendedores com os centros de pesquisas com infraestrutura de ponta e competências técnicas para aprimorar, quando for o caso, o desenvolvimento tecnológico das soluções, além de co-financiar projetos com recursos não reembolsáveis. “Investir em pesquisa e desenvolvimento em tecnologias verdes é levar o Brasil para o futuro. A sustentabilidade é uma agenda estratégica para a indústria nacional e a Embrapii tem o papel de ajudar o setor empresarial brasileiro a alcançar essa agenda de futuro por meio da inovação e, por isso, também vai apoiar o setor agro”, afirma José Luis Gordon, diretor de planejamento e relações institucionais da Embrapii. Para maiores detalhes sobre o Programa, o processo de inscrição e seleção, clique aqui. Com informações AGTechGarage [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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1º Encontro da Rede Catarinense de Centros de Inovação reforça integração entre gestores dos polos

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Realizado no Centro de Inovação Norberto Frahm, de Rio do Sul, na última sexta-feira (23/07), o 1º Encontro da Rede Catarinense de Centros de Inovação reuniu gestores de cerca de 80% de todos os Centros que compõem a Rede Catarinense dos Centros de Inovação. Estiveram presentes 12 dos 15 Centros de Inovação, sendo das cidades: Blumenau, Brusque, Caçador, Criciúma, Florianópolis, Itajaí, Jaraguá do Sul, Joaçaba, Lages, São Bento do Sul, Videira, além de Rio do Sul. O Presidente do Orion Parque, Valmir Tortelli, e o diretor-executivo, Claiton Camargo, também estiveram presentes.  A ação integradora contou também com a participação do presidente da Fapesc, Fabio Zabot Holthausen e da gerente de inovação, Gabriela Mager, que apresentaram informações essenciais sobre os editais com as inscrições abertas nas áreas da Ciência, Tecnologia e Inovação pela Fundação.  O diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação, da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE) Moris Kohl, juntamente com a gerente da Rede Catarinense de Centros de Inovação, Iuana Reus e o gerente de Negócios Inovadores da SDE/SC, Guilherme Murara, falaram sobre ações para melhoria e fortalecimento da Rede de CIs.  O encontro objetivou a discussão das ações desenvolvidas no ecossistema de ciência, tecnologia e inovação de cada região, e mapeamento de carência e potencialidades na atuação de cada Centro de Inovação.  Na opinião de Fabio Zabot, da Fapesc, a iniciativa é essencial para a consolidação da Rede e integração com outros espaços inovadores, fortalecendo a marca e o peso da rede, contribuindo para uma ação cooperada entre os polos.  “A ideia desse encontro é retomar as atividades de formação da Rede de Centros de Inovação. Nós já temos vários Centros de Inovação aqui no estado de Santa Catarina em operação. E a partir da operação deles são gerados novos desafios de cooperação regional, e também estadual. Esse encontro vem para que as pessoas possam ver como são hoje esses gestores que estão a frente desses habitats de inovação, mostrando quais são as suas dificuldades atuais, o que se está fazendo e como que os centros podem estar articulando e cooperando para um trabalho em conjunto”, ressaltou o presidente da entidade. Para Valmir Tortelli, esse foi mais uma oportunidade de integração entre todos os envolvidos na Rede. \”Podemos notar que todos os Centros estão muito envolvidos com a ação da Rede, e isso é muito importante. O envolvimento, e o fato de todos estarem muito engajados, fez a diferença no evento. Todo mundo querendo trabalhar em rede faz a diferença. É muito importante para nós do Orion estarmos envolvidos nisso\”, afirmou Com informações Grupo de Comunicação Difusora e Centro de Inovação Norberto Frahm [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Com inscrições abertas, Programa NaSCer transforma ideias inovadoras em negócios; inscrições serão em fluxo contínuo

[vc_row][vc_column][vc_column_text]O empreendedorismo já é marca dos catarinenses. E o Governo do Estado aposta na capacitação de quem é empresário ou quer se tornar um por meio do Programa NaSCer. A cervejinha gelada, entre uma mentoria e outra, foi o que inspirou os sócios Salomão Eineck e Fernando Blomer a criar um clube de assinatura das produções artesanais. A startup ganhou forma após as orientações do programa desenvolvido em parceria entre Fapesc e Sebrae/SC, com sistema de pré-incubação e suporte para transformar uma ideia inovadora em negócio rentável. Para participar da segunda edição, basta uma ideia inovadora. As inscrições estão abertas e só terminam quando alcançarem 360 projetos. Para se qualificar para o programa, as propostas precisam se caracterizar como ideias de produtos (bens e/ou serviços) ou processos inovadores, com potencial para se transformar em startups que envolvam a conversão de conhecimento tecnológico em novos produtos, processos ou serviços aptos para o mercado. Para conferir, basta acessar www.fapesc.sc.gov.br. “Sem o NaSCer provavelmente não teríamos aberto uma empresa. A gente fez a brincadeira se tornar um negócio. Foi como se a mentoria fosse uma especialização em empreendedorismo. Ali, vimos que o mercado de cervejas artesanais está em ascensão, mas tem limitações. A gente pesquisou e notou uma variedade muito grande no Estado, mas ainda assim, poucas opções eram disponibilizadas para nós. Foi aí que descobrimos que o processo para cervejas artesanais saírem da própria região é complicado e decidimos mudar isso”, conta Eineck, Entre as quase 4,5 mil horas de mentorias oferecidas na primeira edição do projeto, os fundadores da Beer Hub iam até o mercado para comprar cerveja – a dupla não iniciou o programa com a ideia do clube de assinatura. Conforme o tempo passou, Salomão e Fernando perceberam que as opções de bebidas eram limitadas. Assim, surgiu a ideia de reunir cervejas artesanais de todo o estado em uma startup e enviar aos assinantes uma seleção delas regularmente. Satisfeito com o impacto do primeiro NaSCer, o presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen, reitera que o programa garante ferramentas necessárias para que um empreendedor e um negócio nasçam a partir dali. “Nós damos apoio metodológico, mentoria coletiva, mentoria individual, palestras, oficinas, workshops. Tudo isso para qualificar suas ideias, transformá-las em um plano de negócio. Estão, assim, mais aptos para oportunidades de mercado e de fomento. Aproveitem a oportunidade e participem!”, convida. Para o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), Luciano Buligon, a parceria entre Fapesc e Sebrae/SC é mais um exemplo de incentivo ao desenvolvimento do Estado. “Quando detectamos habilidades específicas em uma pessoa, incentivamos que ela se desenvolva, prospere e cresça. Desta mesma forma, o Estado usa de programas e ações para impulsionar, por meio da inovação, a busca de soluções e novos negócios que gerem riqueza, desenvolvimento, capacitação e consequentemente, emprego. O Nascer é uma destas ferramentas excepcionais no incentivo a negócios inovadores e a abertura de empresas”. A startup Beer Hub teve acesso a três incentivos do Governo do Estado A proposta do Beer Hub foi a vencedora da primeira edição do programa NaSCer. Logo após, se qualificou para fazer parte do Inovatur, programa de fomento para ideias inovadores no setor de turismo. A história da cidade catarinense onde a cerveja foi produzida, assim como a história dos produtores, acompanha os rótulos da assinatura da bebida. O programa Inovatur é desenvolvido em cooperação entre a Agência de Desenvolvimento do Turismo de Santa Catarina (Santur), Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação (Fapesc) e a empresa Gestalt Open Innovation Desde então, a startup é sediada no Orion Parque Tecnológico, do Governo de Santa Catarina, onde tem à disposição mentorias e novos contatos. Ao todo, pode usufruir de três incentivos estaduais. Relativamente nova no mercado, a empresa já possui clientes a nível nacional. “O Inovatur veio para dar essa base financeira como empreendimento turístico. A gente acredita na cultura Catarinense e quer que ela vá mais longe. Também é importante ressaltar que o Orion Parque faz toda diferença. Hoje temos uma casa, que é mais do que uma casa. Dá suporte no dia a dia, e quando ocorrem as dúvidas temos acesso a mentorias. Essa troca faz a gente aprender e receber os conselhos que são necessários para crescer”, ressalta Salomão. O lançamento da segunda edição do Inovatur foi nesta terça, 20. Nesta edição, serão contempladas 15 empresas com R$ 60 mil cada, além do suporte completo para inserção no mercado. Como se inscrever Para participar, a proposta deverá ser submetida na Plataforma de CTI da Fapesc, sendo obrigatória a disponibilização de um pitch via You Tube: um vídeo de três a cinco minutos, mostrando uma visão geral de uma ideia, produto, serviço, pessoa, ou negócio projetado para atrair rapidamente a atenção e convencer os ouvintes a se interessar no objeto apresentado. São cinco meses em um processo de pré-incubação, como suporte técnico, mercadológico e institucional. Serão aprovadas até 360 ideias, distribuídas entre 30 cidades-polo, 15 destas vinculadas aos Centros de Inovação. As turmas terão no mínimo oito e no máximo 12 proponentes. Cada proposta poderá contar com uma equipe de até cinco componentes. Os encontros, como oficinas, cursos e palestras, serão feitos de modo híbrido (on-line e presencial). Mudanças no cronograma A Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc) divulgou mudanças no cronograma do edital do Programa Nascer. As inscrições, que deveriam encerrar nesta terça-feira (20), foram prorrogadas. Os interessados podem se inscrever até completar 360 projetos aprovados. As mudanças já foram divulgadas no site da Fapesc. Para conferir, basta acessar o link do edital NaSCer. O Programa Nascer é realizado pela Fapesc junto com o Sebrae/SC. Nele, os participantes recebem gratuitamente mentorias, workshops e apoio de profissionais do mercado para que possam transformar uma ideia em um negócio viável. Nesta edição, serão contemplados até 360 projetos em 30 polos. São 15 cidades a mais com o programa do que no ano passado. Podem se inscrever moradores de Araranguá, Balneário Camboriú, Blumenau, Brusque, Caçador, Canoinhas, Chapecó, Concórdia, Criciúma, Curitibanos, Florianópolis, Guaramirim, Itajaí, Jaguaruna, Jaraguá

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Seminário de Desenvolvimento Econômico Regional da AMUREL discute inovação na região de Tubarão; Lages e o Orion Parque participam da iniciativa

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Gestores municipais dos mais de 40 municípios das Associações de Municípios da Região de Laguna (AMUREL), da Região Carbonífera (AMREC) e do Extremo Sul Catarinense (AMESC) se reuniram em Tubarão, na manhã da última quarta-feira (14/07), para participar do 1º Seminário de Desenvolvimento Econômico Regional Integrado da AMUREL, promovido em parceria com a Câmara Técnica de Desenvolvimento Econômico da FECAM. Participaram do evento o Presidente da FECAM, Clenilton Pereira (Prefeito de Araquari), o Presidente da AMUREL, Deyvisson da Silva de Souza (Prefeito de Pescaria Brava), o Prefeito de Tubarão, Joares Ponticelli, e o Presidente da AMREC, Jorge Luiz Koch (Prefeito de Orleans). A programação foi formada por quatro apresentações. Giovani Bernardo, secretário de desenvolvimento econômico de Tubarão e representante da macrorregião sul na Câmara Técnica da FECAM, falou sobre o planejamento de cidades inteligentes. Nesse conceito de trabalho, as cidades usam tecnologia para se conectar dinamicamente aos cidadãos com o objetivo de fornecer serviços mais eficientes e melhorar a qualidade de vida. As cidades precisam girar em torno das necessidades das pessoas e não das necessidade de tecnologia. Claiton Camargo de Souza, CEO do Orion Parque, falou sobre a importância do centro de inovação como instrumento de transformação, que tem o objetivo de criar, atrair e desenvolver novos empreendimentos. \”O Centro de Inovação de Tubarão nos convidou para contar um pouco da nossa experiência para os municípios e a atividade do Centro de Inovação Tubarão. Somos uma referência para eles, e isso nos deixa muito orgulhosos. Potencializamos a conexão com a região sul do estado, não só ao falarmos sobre inovação, mas também do turismo , tirando várias dúvidas com a gente\”, afirmou. O Secretário municipal de Desenvolvimento e Turismo de Lages, Álvaro Mondadori, também esteve presente.  Para ele, é super importante mostrar a força da região serrana para outros gestores. \”Uma alegria estar em contato com os gestores da Amurel, passando um pouco da nossa experiência, enquanto Centro de Inovação e Parque Tecnológico, além podermos divulgar positivamente os potenciais do turismo na região serrana\”, lembrou.  Completaram ainda a programação as apresentações do Case Vale Europeu, com foco no turismo como desenvolvedor regional, e as iniciativas do LIDE – Grupo de Líderes Empresariais.  O evento foi realizado na  Faculdade Senac Tubarão – Tubarão, SC. Com informações Amurel. [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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VIA Estação Conhecimento mapeia habitats de inovação em Santa Catarina

[vc_row][vc_column][vc_column_text]O estado de Santa Catarina tem sido reconhecido pelo seu caráter inovador já há algum tempo. Diversas iniciativas colaboram para o desenvolvimento do ecossistema de inovação catarinense e os ambientes de inovação contribuem para essa cultura. Nesse contexto, o grupo VIA mapeou cerca de 250 habitats de inovação em todo o estado. O que são habitats de inovação? Os chamados “habitats de inovação” são ambientes onde há estímulo ao compartilhamento de conhecimento e experiências criativas, infraestrutura adequada para empreender, além de networking e parcerias entre os usuários, os quais permitem minimizar os riscos e maximizar os resultados associados aos negócios inovadores. A cultura de inovação e empreendedorismo ganhou força com o movimento dos habitats de inovação. Eles aparecem como uma maneira de tirar ideias do papel e transformá-las em negócios rentáveis. Dessa maneira, esses espaços procuram unir talento, tecnologia, capital e conhecimento para acelerar o potencial empreendedor e inovador. As tipologias identificadas são: cidades, distritos, parques, centros de inovação, aceleradora, incubadora, pré-incubadora, coworking, núcleo de inovação tecnológica, ambiente maker, hubs e labs. Tipologias presentes no território de Santa Catarina Santa Catarina tem promovido inovação por meio da criação de políticas públicas de fomento à Ciência, Tecnologia e Inovação. Além de lei de inovação própria , o estado possui a Política Catarinense de Ciência, Tecnologia e Inovação, que prevê um direcionamento estratégico de governo, de instituições de ensino, pesquisa e extensão e de agentes econômicos e sociais. Nesse sentido, o foco da estratégia catarinense é o desenvolvimento de novas tecnologias e incorporação de inovações que possam contribuir de forma sustentável para melhoria da qualidade de vida dos habitantes do estado. Desse modo, os habitats de inovação são os espaços onde todo o conhecimento gerado pode ser compartilhado para que soluções sejam aplicadas no mercado gerando, assim, emprego e renda. Para tanto, o estado catarinense conta com  11 aceleradoras, 20 centros de inovação, 9 parques tecnológicos e científicos, 118 coworkings, 18 espaços maker, 22 pré-incubadoras, 27 incubadoras, 26 núcleos de inovação tecnológica e 1 distrito criativo. Habitats de inovação e o desenvolvimento regional No Brasil esses ambientes já são considerados em políticas públicas e no âmbito privado servem de apoio no processo de tomada de decisão tendo em vista fatores como localidade, talentos e investimento. O mapeamento dos habitats de inovação das mesorregiões de Santa Catarina – Oeste, Sul, Norte, Vale do Itajaí e Grande Florianópolis – possibilita que o ecossistema se conheça e, sobretudo, facilita a conexão entre os ambientes bem como a adoção de estratégias pela tríplice hélice que é formada pelo governo, academia e setor privado. Um exemplo de iniciativa da tríplice hélice é a Rede Catarinense de Centros de Inovação . Tendo em vista que os objetivos do Centro de Inovação incluem desenvolvimento da região, cooperação entre pesquisadores e indústria, fornecimento de informações, treinamento técnico e gerencial e fortalecimento do desenvolvimento econômico regional por meio de uma rede de contatos regional e internacional para troca de informações e cooperação entre empresas, o ecossistema de inovação catarinense se mobilizou para a construção de 20 Centros de Inovação. Cada mesorregião conta com um ou mais Centros geridos com base na vocação de cada localidade. Atores do setor acadêmico, privado e público uniram esforços para fortalecer a inovação e o empreendedorismo para a promoção do desenvolvimento regional.  Esses espaços têm a capacidade de abrigar outros habitats de inovação como coworkings, incubadoras e pré-incubadoras. Quer saber mais sobre essa tipologia de habitat de inovação? Acesse a 10ª edição da VIA revista! Conhecendo os habitats de inovação de SC No mapa da VIA  além da localização dos habitats do estado catarinense, encontram-se também as principais informações sobre os ambientes. Caso conheça um habitat que não esteja no mapa entre em contato com o VIA! O estudo detalhado sobre as mesorregiões de SC estão sendo realizados e, atualmente, a região oeste e a de Florianópolis possuem e-books publicados que contextualizam a inovação e o empreendedorismo em cada local a partir de iniciativas regionais, municipais e em rede; legislação e caracterização dos habitats de inovação instalados. E Florianópolis também conta o Museu de Habitats virtual onde é possível visitar os habitats de inovação da cidade por meio de imagens internas dos ambientes em 360º. Além disso, o  Observatório VIA se dedica ao monitoramento sistemático dos habitats de inovação de Santa Catarina e a disseminação dos números gerados da atuação destes no ecossistema catarinense de inovação. O Orion Parque Tecnológico Inaugurado em 2016, o Orion Parque vem desempenhando papel tanto de Centro de Inovação, como de Parque Tecnológico, sendo o primeiro Centro a ser implantado fora de Florianópolis pela Rede Catarinense de Centros de Inovação. Inserido numa das regiões com um dos mais baixos índices de desenvolvimento humano do estado, em Lages, a atuação do local tem sido essencial e estratégica para dinamizar os valores na região de mudança de mentalidade, criando potencial em diversos outros aspectos que não aqueles diretamente envolvidos com o ecossistema de inovação. Futuro dos ambientes inovadores A colaboração e a cooperação tem se tornado cada vez mais evidentes com a prática da inovação aberta nesses espaços. Além disso, a adoção de novas formas de trabalho devido à pandemia do Coronavírus conformou um arranjo digital que possibilita mais parcerias sem limitação ao espaço físico. Outro ponto latente aos habitats de inovação é a valorização da indústria criativa e a importância do engajamento da comunidade em prol de uma causa. Como exemplo disso, podemos citar o Distrito Criativo de Florianópolis. Com informações VIA-UFSC.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Startup do Orion participa de programa de internacionalização em Portugal

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Uma das startups mais promissoras do Orion Parque, a Quiron recebeu mais uma grande oportunidade com a iniciativa StartOut – Ciclo Lisboa 2021, programa de apoio à inserção de startups e empresas brasileiras nos mais promissores ecossistemas de inovação do mundo, que divulgou as selecionadas na última segunda-feira (12).  A startup de Lages foi uma das 40 startups selecionadas para participar da Missão Virtual do Ciclo Lisboa 2021, com possibilidade de participação no evento presencial Web Summit, que será realizado de 1º a 04 de novembro de 2021, em Lisboa, Portugal.  Até meados de agosto, o time da Quiron terá acesso a treinamentos de pitch, mentorias técnicas e webinars com players do mercado. Além disso, os empreendedores também receberão apoio de matchmaker (\”match\” perfeito entre uma empresa e uma startup) para agenda de negócios.  “Nesse processo de capacitação, inclusive já está marcado um demoday. A partir disso eles vão escolher as startups que participarão do Web Summit, que será em novembro de 2021. Participamos de um grupo temático de Internacionalização da ACATE, e por ali conseguimos contato com o pessoal da APEX-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos). Foram eles que sugeriram a participação no StartOut”, lembrou o CEO da Quiron, Gil Pletsch.    O StartOut Brasil é um programa do governo brasileiro que apoia a inserção de startups nos mais promissores ecossistemas de inovação do mundo. O programa é fruto da parceria da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), o Ministério das Relações Exteriores (MRE), o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), o Sebrae e a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec). A tecnologia desenvolvida pela Quiron, via monitoramento remoto, permite mitigar perdas com ameaças florestais, como pragas, doenças e incêndios. Via algoritmos próprios, é possível analisar grandes extensões de terras e identificar áreas de ataque de pragas e doenças em florestas plantadas e também identificar áreas com maior risco de ignição de incêndios florestais. A empresa tem parcerias com players de todo o mundo para obter dados de satélites e nano satélites, colocando todas essas variáveis dentro dos seus modelos. Na opinião de Gil, a facilidade com a conexão de Portugal deve ser ampliada, graças ao apoio que a startup conseguiu. Atualmente três clientes no país europeu contam com os serviços da Quiron.  “Já temos três clientes pagantes: duas câmaras municipais, de Loulé e Fundão, além de uma associação de municípios portugueses. Agora é verão por lá, com a temporada de incêndios. Esse tempo seco é o momento mais perigoso. Toda a informação que facilita o trabalho deles, para prevenção, é super bem válido. Já tivemos algumas situações que a gente orientou a fazer um trabalho preventivo no local. Também já fizemos prova de conceito, eles foram a campo validar e o feedback foi fantástico”, finaliza Gil.  Conheça mais o StartOut Brasil Buscando startups em fases maduras com foco em expansão e internacionalização, e empresas inovadoras de base tecnológica que já tenham produto ou serviço para comercialização finalizado, Produto Viável Mínimo (MPV) ou protótipo, e que já estejam faturando ou que tenham recebido algum tipo de investimento, a seleção do StartOut Brasil analisa projetos em quatro dimensões capacidades: grau de inovação, mapeamento do mercado de destino, maturidade para inserção internacional e equipe No Ciclo Lisboa 2021, 40 negócios inovadores foram selecionados para a Missão Virtual – primeira etapa do Ciclo. Entre os dias 13 de julho a 15 de agosto, os empreendedores terão acesso a uma série de atividades, como mentorias coletivas e individuais, pitch training e pitch feedback, webinars com players do mercado, sprint de internacionalização e consultorias com foco em internacionalização. Depois disso, 15 empresas serão selecionadas para a Missão de Imersão, momento em que existe a possibilidade de participação em missão presencial a Lisboa e no Web Summit, um dos principais eventos de inovação do mundo realizado anualmente em Portugal. Após a segunda etapa, as cinco primeiras startups a comunicarem formalmente o interesse e apresentarem projeto sólido de retorno ao mercado com agenda própria participarão da Missão Follow-up. Essa etapa do Ciclo busca estimular as empresas a desenvolverem e aprofundarem os relacionamentos e oportunidades de negócios prospectados durante a Missão de Imersão. “De um ponto de vista estratégico, o empreendedor brasileiro que se internacionaliza para Portugal está, na verdade, se internacionalizando para todo um continente. Portugal tem sido, ao longo dos anos, a porta para o empreendedor brasileiro na União Europeia” explica Flávio Elias Riche, chefe do Setor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Embaixada do Brasil em Lisboa (SECTEC). Conheça as quarenta selecionadas aqui.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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XV Congresso de Educação do Município de Lages acontecerá em 2021 totalmente on-line

[vc_row][vc_column][vc_column_text]O congresso terá transmissões ao vivo das conferências e atividades pelo canal do You Tube da Secretaria da Educação. Outra novidade deste ano é a gratuidade das inscrições, que poderão ser feitas pelo site https://plid.in/xvcongresso até 28 de julho. O Orion Parque é parceiro na divulgação e realização do XV Congresso Municipal da Educação, totalmente on-line.  A décima quinta edição do tradicional Congresso de Educação do Município de Lages acontecerá nos dias 29 e 30 de julho de 2021, sendo a primeira vez que o evento será realizado de forma totalmente on-line. A pandemia da Covid-19 tem alterado a rotina de todos, principalmente na organização de eventos que reúnem quantidades consideráveis de pessoas, desse modo é preciso continuar respeitando os protocolos sanitários como o distanciamento social e a utilização de máscaras e ao mesmo tempo, adaptar as ações levando em consideração o uso das tecnologias para estreitar as distâncias físicas. Pensando em todos os cuidados necessários e para garantir a participação dos profissionais da educação da cidade de Lages e região, neste ano o congresso será realizado por meio de transmissões ao vivo das conferências e atividades pelo canal do You Tube da Secretaria Municipal da Educação. Outra novidade deste ano é a gratuidade das inscrições para todos os participantes que poderão ser feitas pelo site https://plid.in/xvcongresso até dia 28 de julho. A temática escolhida para esta edição é “Currículo em movimento: mediação e interação nos processos de ensino e aprendizagem” e contará com a participação de importantes conferencistas, entre eles, Paulo Tomazinho, Doutor em Educação e professor da Universidade Paranaense (UNIPAR); Lucia Ceccato de Lima, Pós-doutora em Educação Ambiental e Sustentabilidade e professora da Universidade do Planalto Catarinense (UNIPLAC); Marcia Adriana de Carvalho, especialista em Educação e membro do Conselho Estadual de Educação do Estado do Rio Grande do Sul (CEE/RS) e também, Cássia Ferri, doutora em Educação e professora da Universidade Regional de Blumenau (FURB). Em sua última edição no ano de 2019, o Congresso de Educação do Município de Lages reuniu cerca de duas mil pessoas, que participaram de conferências com renomados professores e pensadores da educação brasileira, além da realização de grupos de trabalhos. Desse modo, a expectativa para 2021 é aumentar o número de participantes, tendo em vista que a modalidade on-line permite o acesso ao evento pelo smartphone, tablet ou computador conectado com a internet. “Aos poucos estamos retomando nossas ações pedagógicas que tanto contribuem para as vivências educativas que são organizadas em nossas unidades de ensino e para tanto, temos a alegria de anunciar a realização em 2021 do décimo quinto Congresso de Educação do Município de Lages”, comenta a secretária municipal da Educação, Ivana Michaltchuk. O XV Congresso de Educação do Município de Lages é uma realização da Prefeitura Municipal de Lages e da Secretaria Municipal da Educação.  É importante informar que a programação completa do evento estará disponível no site da secretaria e o evento fornecerá certificação de 20 horas. Confira as conferências já confirmadas:  Dia 30/07/2021 – 9h DR. PAULO TOMAZINHO – UNIPAR DRA. LÚCIA CECCATO DE LIMA – UNIPLAC ESP. MÁRCIA ADRIANA DE CARVALHO – CEE/RS DRA. CÁSSIA FERRI – FURB Com informações Prefeitura de Lages[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Hackathon do Inova Contestado, de Caçador, traz soluções de problemas para a indústria; evento contou com mentores do Orion Parque

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Maratona tecnológica que busca resolver problemas através de iniciativas inovadoras, o Hackathon é uma maneira de experienciar o empreendedorismo de maneira prática. Pensando nisso, o Centro de Inovação Inova Contestado, em Caçador, realizou no último fim de semana o seu segundo hackathon, dessa vez num formato 100% on-line. Mentores que fazem parte da equipe do Instituto Orion, responsável pela operação do Orion Parque Tecnológico e do Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, em Lages, também participaram da iniciativa.  A atividade foi organizada pelo Centro de Inovação Inova Contestado, em parceria com o IFSC e a Temasa, sendo patrocinado pela FIESC, graças ao edital de popularização da ciência SNCT 2020 e Cocreation Lab. A temática desenvolvida nas soluções foi: resolução de problemas por meio de inovação em negócios e processos. O hackathon foi desenvolvido ao longo do último fim de semana, com a apresentação dos pitches finais no domingo.  O intuito da maratona tecnológica foi buscar soluções para variados temas propostos e premiar as melhores ideias. Ao longo dos três dias de maratona, os inscritos participaram de várias palestras, mentorias e atividades voltadas à resolução dos desafios propostos. Na maratona, os nove desafios foram elaborados pela empresa Temasa, que pesquisa, cria, desenvolve e fabrica móveis com estilos exclusivos, com o objetivo de melhorar fluxos e processos internos. Ao final, cada uma das 10 equipes escolheu um desafio para propor soluções. Confira alguns dos desafios propostos:  Plano de Manutenção: Reduzir a manutenção corretiva de equipamentos através da criação de uma ferramenta, sistemática ou método para planejamento e gerenciamento de manutenção. Gestão de estoque: Criação de uma solução para que a gestão de estoque não prejudique a fábrica, seja auto gerenciável, mantendo seus indicadores dentro das metas estabelecidas. Mão de obra especializada: Encontrar meios de desenvolver mão de obra especializada para operação de máquinas pesadas e meios de treinamento operacional Destinação de Resíduos + Logística Reversa de Pallets: Encontrar um destino melhor para estes materiais. A gestora do Inova Contestado, Giana Silva, comentou sobre a iniciativa, ressaltando os bons resultados alcançados.  “Considerando os dois hackathons que já fizemos, conseguimos um número bem semelhante de participantes, e foi muito bacana. A gente não esperava que o formato on-line tivesse um número tão grande de inscritos. Sentimos uma diferença porque mudamos um pouco o formato, e dessa vez trouxemos o desafio com grandes empresas. De toda a forma recebemos um feedback muito positivo da Temasa, esperamos que essas ideias sejam realmente aplicadas na empresa e que mais ideias de negócios surjam depois desse hackathon”, afirmou ela.  Lembrando de eventos semelhantes que já aconteceram aqui, Raul Capistrano, líder de programas e ações do Orion, valoriza o sentimento de networking e troca de ideias que fomenta a Rede Catarinense de Centros de Inovação com essas iniciativas.  “É fundamental ressaltarmos a importância dos Centros de Inovação fazer eventos como esses, também convidando os outros Centros de Inovação da Rede para participar. Essa integração é muito importante. Além do mais, essa experiência de protagonismo, chamando a comunidade para resolver as soluções,  é muito interessante. Hackathon teve um desempenho muito bom.  Foi muito bem organizado, com equipes bem engajadas durante o fim de semana, mesmo sendo on-line,  e com desafios das empresas bem interessantes para serem resolvidos e apresentações muito boas, que atenderam as expectativas da indústria”, ponderou.  “O mais importante, realmente,  é a participação da comunidade, da universidade, em desafios como esse, achando soluções inovadoras em todos os desafios que tinham ali, seja o Inova Hackthon, seja o Startup Weekend, seja o Reuni Challenge. Quanto mais oportunidades a comunidade tiver, para desenvolver,  para se colocar como protagonista, tendo uma experiência empreendedora, melhor”, finalizou.  A expectativa, em breve, é que um hackathon seja feito em Lages também. “Os feedbacks que tivemos mostram que os participantes eram pessoas bem engajadas e participativas. Já estamos planejando um próximo evento como esse em Lages”, disse Julia Rodrigues, responsável pelo edital NaSCer no Orion Parque.  ? Confira a relação dos premiados: 1º lugar Os ganhadores foram: Sam Anderson Dorisin, Nophaie Viscente da Silva Pires de Morais, Otávio Nathanael Campos de Oliveira e Vitória Bobsin de Moraes. Desafio: solução para gestão de estoque. Premiação: R$ 5 mil e oficina de Lego Serius Play 2º lugar Gabriel de Simas Antunes e Alysson Luis Donaisk Desafio: solução para Logística reversa de Pallets Premiação: R$ 2 mil 3º lugar Katielly Vianna Polkowski, Gabriel Antunes e José Lucas de Lourenssi Oliveira  Desafio: solução para Logística reversa dos Pallets. Premiação: R$ 1 mil [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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