Orion Parque

Empreendedorismo

Pitch Training realizado no último sábado avalia a apresentação das empresas para o Demoday que acontecerá na próxima terça-feira

O pitch perfeito é capaz de convencer investidores e potenciais clientes de que investir no negócio pode gerar um retorno financeiro lucrativo e pensando no desenvolvimento das empresas do ecossistema, o Orion Parque realizou no último sábado (16) um Pitch Training para elevar o nível dos pitchs e garantir que os empreendedores se sintam seguros e prontos para vender suas soluções de negócio.  O evento foi aberto ao público com a possibilidade de apresentar o pitch para uma banca avaliadora ou acompanhar o momento como espectador. Participaram as empresas YouDeserve, Cowtrol, Go77, Scienco, Connect Carbon e Hub2Us além dos empreendedores que estão em processo de acompanhamento do OrionLab e que já participaram de programas como o Cocreation Serra. A banca composta pelo CEO do Orion Parque, Claiton Camargo, pela Head de Empresas e Startups, Jessica Corso e pelo responsável pelo acompanhamento do OrionLab, Salomão Eineck, avaliou os pitchs sem levar em consideração o modelo de negócio, ou seja, os feedbacks foram voltados para a apresentação da ideia, como a postura, oratória, clareza nas informações, entre outras considerações de extrema relevância para elevar a qualidade do pitch.  Para um bom pitch, além de uma ideia de negócio interessante e um modelo de negócio atraente, é necessário apresentar uma série de pontos como o problema a ser solucionado, os concorrentes do mercado, qual a solução e quem são os integrantes da equipe, além de trabalhar todos os pontos com uma apresentação clara onde a banca pode visualizar facilmente e uma boa oratória que permita clareza nas informações.  O Pitch Training foi pensado para contribuir com os empreendedores que buscam aprimorar seu Pitch, principalmente considerando que no dia 20 de março, próxima terça-feira, haverá um Demoday para aproximar os investidores e potenciais clientes das empresas vinculadas ao Orion. Diferente do Pitch Training, os pitchs apresentados no Demoday serão realizados somente pelas empresas vinculadas ao Orion, os demais empreendedores deverão participar como espectadores.  Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti Para participar do Demoday, inscreva-se https://plid.in/demodayorion

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Governança Jurídica e Corporativa para Startups é tema do primeiro Workchopp do ano

O Workchopp, evento exclusivo para empresas vinculadas ao Orion Parque, realizou o primeiro encontro do ano com o tema “Princípios da Governança Jurídica e Corporativa para startups” ministrado por Natália Zomer, da ZR Legal Department, na última quinta-feira, 22, no Orion Parque. A temática é considerada um dos pilares do empreendedorismo, no quesito jurídico como LGPD e Propriedade Intelectual e abre com chave de ouro a sequência de oficinas voltadas aos empreendedores.  A ZR Legal Department atua na criação de departamentos jurídicos, num modelo por assinatura, que estejam alinhados ao plano de negócio e estejam presentes nas tomadas de decisão das startups, criando soluções jurídicas adequadas ao planejamento de curto, médio e longo prazo. Natália Zomer conta que é de extrema importância por que existem inúmeras preocupações na vida do empreendedor, como vendas e sucesso do cliente, e acabam ficando para trás questões como os riscos jurídicos e de governança. “Os riscos podem impedir investimentos e fundos, por exemplo, que são essenciais para a startup dar um passo a mais. Conversas como essa são importantes para educar o ecossistema e torná-lo mais forte e saudável para diminuir a rotatividade das startups. Ao invés de criar várias startups problema, a ideia é criar startups sólidas e esse tipo de movimento que o Orion está fazendo é muito importante para garantir a qualidade dos incubados e a vida longa desses empreendimentos” finaliza, Natália.   Uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) aponta que uma média de 54% dos gestores de Startups e Scale-ups afirmam que a empresa não possui regras de governança corporativa como soluções de conflitos por arbitragem, futuros aportes de capital e venda de participação societária. Os que possuem regras, mas não formalizadas, chegam a uma média de 9%. São muitos os riscos que as startups passam pela falta de governança interna.  Ao longo do Workchopp foram abordados temas voltados para LGPD, Governança, Sociedade, Propriedade Intelectual e Registro de Marca. Para o empreendedor Djeison Muller, da startup Connect Things, o tema foi extremamente importante por que a maioria dos empreendedores não vem da área jurídica e precisa de auxílio “ precisamos de muita ajuda na área jurídica por que quando montamos uma startup não pensamos no que pode dar errado, ninguém pensa no risco e em como mitigá-lo. Hoje existe uma grande diferença por que antigamente os advogados não entendiam muito dessa área de empresas e hoje eles falam a mesma língua das startups, de tecnologia” O Workchopp é uma oficina exclusiva para as empresas vinculadas ao Orion, residentes e virtuais, realizada mensalmente com o intuito de capacitar os empreendedores e gerar conteúdo de valor que agregue no desenvolvimento de seus negócios. As temáticas são definidas conforme a identificação das necessidades das empresas, considerando os desafios diários dos empreendedores, como os temas já abordados voltados para Recrutamento e Seleção, Planejamento e Criatividade em equipe.  Jéssica Corso, Head de Empresas e Startups do Instituto Orion avalia a temática trabalhada no primeiro Workchopp do ano como fundamental para o sucesso e longevidade das startups “A governança jurídica e corporativa desempenha um papel crucial no contexto das startups, dos 10 motivos pelos quais startups não sobrevivem, dois são resultados dessa temática, no que tange a conformidade legal, como leis trabalhistas e fiscais, como também no desacordo entre sócios. Está presente desde o princípio da fase de ideação, quando há o founders agreement, até quando se torna mais complexa com contratos de investimentos e políticas de gestão de crise” Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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REUNI Challenge lança enquete para participação dos universitários na sexta edição da Maior Competição de Empreendedorismo Universitário do Brasil

Orion Parque abre enquete para descobrir quais são as melhores datas para os universitários participarem da Maior Competição de Empreendedorismo Universitário. Ação tem como objetivo possibilitar que as universidades tenham tempo hábil para se preparar para a competição.   Já imaginou participar de uma imersão empreendedora durante 75 horas, competindo com universidades de todas as regiões para provar que a sua universidade é a mais empreendedora do Brasil? O REUNI Challenge é a oportunidade de colocar em prática os conhecimentos acadêmicos em uma competição com o objetivo de criar uma startup do zero, em três dias, solucionando problemas reais de grandes empresas e entidades. Além da experiência, a equipe vencedora leva o título de Universidade Mais Empreendedora do Brasil e prêmio em dinheiro. As expectativas para este ano estão voltadas para o mês de setembro, quando ocorrerá a edição 2024 da maior competição de empreendedorismo universitário do Brasil, sediada pelo Orion Parque Tecnológico, localizado no município de Lages, em Santa Catarina. A competição visa o desenvolvimento do empreendedorismo universitário, estimulando o desafio da criação de uma startup por meio de uma metodologia que une os conhecimentos acadêmicos ao processo de idealização e construção de um negócio.  Neste ano, a sexta edição do REUNI Challenge promete movimentar ainda mais o cenário universitário do país com o estímulo à participação das universidades de todas as regiões. E para garantir a melhor experiência aos universitários e possibilitar sua participação representando a universidade em busca do título de Universidade mais empreendedora do Brasil, o Orion Parque lança hoje uma enquete para a participação de universitários, reitores e professores acerca das datas para realização do evento, que acontecerá no mês de setembro.  A grande novidade para este ano é o lançamento do evento que acontecerá ainda no primeiro quadrimestre do ano. A grande preocupação em incluir os universitários no processo de construção do planejamento e lançamento do evento é possibilitar que as universidades tenham tempo hábil para buscar alternativas de participação, considerando a movimentação nacional e a necessidade de deslocamento das universidades para a Serra catarinense, onde o evento é sediado.  O REUNI Challenge é um evento voltado para o público universitário que busca estar inserido no ecossistema de empreendedorismo e inovação, solucionando problemas reais da sociedade em que vivem, independente do curso e área de atuação. A diversificação de conhecimentos e a multidisciplinaridade das equipes tornam a competição ainda mais valiosa, considerando que toda experiência contribui durante o processo que vai da validação do problema ao pitch final. Para participar da competição, são formadas equipes com universitários e professores, que representarão a sua universidade ao longo do evento. Durante as 75 horas, as equipes são orientadas por um time de mentores especialistas em empreendedorismo e participam de talks técnicos a cada etapa do processo, a fim de auxiliar no desenvolvimento do negócio.  Ao final da competição, as equipes  apresentam seu negócio para uma banca avaliadora que definirá qual Universidade é a mais empreendedora do Brasil, concedendo-a o título.  O REUNI Challenge é a maior competição universitária e recebe o apoio e prestígio de personalidades do mundo empreendedor como Fernando Seabra, idealizador do Clube Bora Fazer e um dos avaliadores do Shark Tank Brasil, além de colunista no Economia SC e investidor e Edson Mackeenzy que desenvolve e colabora com inúmeros programas de fomento à inovação no país, além de autor do livro “Pitch Perfeito” que orienta Pitchers a fazer uma apresentação de sucesso. Seabra e Mackeenzy são embaixadores oficiais do REUNI Challenge e replicam a importância de participar do evento para o fomento ao empreendedorismo.   Para participar da enquete e contribuir para o sucesso da edição, acesse: https://plid.in/reuni2024_enquete Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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CHIMAtalks discute Lei de Inovação e provoca representatividade do ecossistema para o desenvolvimento de Lages 

Com o objetivo de esclarecer a Lei de Inovação para a população lageana e o seu impacto no desenvolvimento econômico do município, o Orion Parque realizou na última quinta-feira (01), a tradicional roda de conversa regada a chimarrão, o CHIMAtalks, com a presença de autoridades municipais, empresas de tecnologia e comunidade que puderam sanar suas dúvidas acerca da Lei que dispõe de normas de incentivo às atividades tecnológicas e de inovação realizadas pelas organizações e cidadãos estabelecidos em Lages.  Estiveram presentes o Vereador Agnelo Miranda que articulou entre os Poderes Legislativo e Executivo para a tramitação e aprovação da Lei, representantes do Senac, Celesc, SEBRAE, Senai, Fiesc, membros dos Conselhos do Orion Parque, além das empresas vinculadas ao Orion como a Connect Carbon, a Hub2Us e a Bem Protegido, como também a empresa de tecnologia e mantenedora do Orion Parque, ATPlus Digital, juntamente com representantes das Universidades como a Sabrina Bet da Universidade do Planalto Catarinense – UNIPLAC e o André Thales, Diretor do CAV/UDESC.     A Lei que é de autoria do Poder Executivo foi aprovada na Câmara de Vereadores por unanimidade e sancionada no mês de dezembro de 2023, se tornando a Lei 4722/2023. A Lei de Inovação prevê a constituição de um Conselho Municipal de Inovação que fará a gestão do Fundo de Inovação, ambos sob o escopo da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo, sendo o gestor do fundo, o Secretário da pasta. Também é previsto Incentivos a empresas e instituições que realizam atividades de inovação.  André Thales, Diretor do CAV/UDESC comentou que a universidade tem um papel essencial no cenário de inovação e que é importante incrementar o núcleo de inovação e tecnologia da universidade “ Lages vive um momento especial de debate sobre inovação, que é fundamental. Só o CAV da UDESC  já concluiu mais de 1600 teses e dissertações e à medida que a produção científica começa a ter estabilidade, o grande desafio é a inovação a partir desse conhecimento gerado. A UDESC quer muito participar do desenvolvimento de Lages e região” A grande dúvida foi a respeito da criação e operacionalização do Fundo de Inovação. Na Lei prevê que o Conselho Municipal tem autonomia para deliberar sobre a aplicação e destinação do recurso do Fundo de Inovação, podendo ser aplicado em eventos, pesquisas, programas e atividades de inovação e tecnologia para residentes do município de Lages, sendo pessoa física ou jurídica. A Lei oferece uma amplitude nos meios para a destinação, podendo ser realizados inclusive editais para chamada pública.  A discussão acerca do Fundo de Inovação não é uma novidade, já se falava a respeito quando a inovação passou a ser um viés de desenvolvimento econômico para a cidade de Lages “Independente do valor de aporte que o município faria, era importante ter o Fundo. Ao longo dos últimos oito anos, queríamos discutir o aporte, mas o fundo não existia” destacou o Diretor Executivo do Orion Parque, Claiton Camargo.  Quanto à destinação de recursos, a conversa levantou a possibilidade de captação de recursos parlamentares que podem ser destinados para o Fundo e a importância de constituir o Conselho Municipal representado pelas 12 cadeiras sendo o Poder Público, Instituições de Ensino superior público e privado e Organizações da Sociedade Civil de forma a estabelecer o cumprimento da função com responsabilidade e compreensão do cenário do ecossistema de inovação da Serra Catarinense.  O Diretor do Comitê de Inovação da CELESC, Juliano Françosi, destacou que a Lei de Inovação vem para fomentar todas as ações que possam reverter a ações do ecossistema e ao movimento de inovação que a empresa quer promover “Faço uma ligação alinhada com três fatores: Educação, Oportunidade e Empreendedorismo. Educação por que precisamos ter a academia pensando em tecnologia, oportunidade por que precisamos ter empresas como a CELESC abrindo as suas portas para inovação aberta e que possam trazer startups e a própria academia para resolver os problemas que temos e o empreendedorismo justamente para ter essa veia de buscar os recursos necessários para que isso seja realizado” A responsabilidade dos atores de inovação do ecossistema, ou seja, das empresas de tecnologia, das entidades que visam atividades de inovação, das universidades e da comunidade em geral, foi tema de grande discussão entre os presentes, considerando a importância do envolvimento de todos para que a Lei seja cumprida principalmente a partir da constituição do conselho e criação do fundo. A indicação dos nomes para composição das cadeiras do conselho deve ser realizada por meio do gestor da pasta onde o conselho e o fundo ficam alocados, sendo a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo.  Com uma provocação do Presidente do Instituto Orion, Thiago Mazuhy, que levantou a importância do envolvimento do ecossistema com o Conselho de Inovação, destacou questionamentos relevantes que afirmam a necessidade da construção de relacionamento “ Já que estou provocando que a gente tem que participar, quero devolver algumas perguntas para o grupo, são dúvidas que também me corroem algumas vezes. Quem vocês acham que são as pessoas da organização civil que vão representar todo o ecossistema no conselho? A gente vai ter que ter uma contrapartida com esse pessoal e inseri-los nesse processo. Segundo, vamos supor que sobrou um dinheiro na Prefeitura e o Prefeito resolveu investir no Fundo de Inovação da cidade de Lages, o que nós empreendedores temos preparado para fazer esse fundo funcionar? Quais as justificativas que a gente tem para solicitar esse recurso financeiro público?” Para iniciar a consolidação da Lei de Inovação, é necessário constituir o Conselho Municipal de Inovação e o Fundo de Inovação, sendo uma responsabilidade da pasta gestora, conforme a legalidade. Por se tratar de um ano eleitoral, muitas são as restrições em relação à destinação e aplicação de recursos, por isso é de extrema importância a constituição do que a prevê a Lei antes do período de restrição eleitoral. A movimentação do ecossistema é essencial para a garantia do direito adquirido conforme a Lei 4722/2023.  Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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Empresas vinculadas ao Orion Parque são mentoradas por Fernando Seabra 

A passagem de Fernando Seabra pela Serra Catarinense foi marcada por sua participação no REUNI Challenge e mentoria para as empresas vinculadas ao Orion Parque. O embaixador do REUNI Challenge, Fernando Seabra, esteve presente no Orion Parque Tecnológico para avaliar os projetos desenvolvidos ao longo da Maior Competição de Empreendedorismo Universitário, na última semana. Além de contribuir com as equipes participantes, Seabra se conectou com as empresas do Orion Parque para um momento de mentorias e troca de experiências.  Estiveram presentes as empresas Totall Marcas, Gerencit, Ilergic, Quiron, Catarinas Comunicação, Connect Carbon, Bem Protegido, Plant Colab e Control, startups residentes do Orion Parque,  que compartilharam de suas dores e os desafios que implicam o desenvolvimento de seus negócios “ A mentoria coletiva com o Seabra foi extremamente importante para a plant colab. Com sua visão macro, Seabra nos apresentou uma definição clara do que realmente somos e de que momentos estamos nos auxiliando nesse processo de crescimento. Segundo ele, já não precisamos mais nos adequar a “classificação” de startup pois já evoluímos deste ponto e podemos nos enquadrar como uma empresa de pesquisa e desenvolvimento, o que pra nós foi bastante disruptivo” comenta, Mayra Gonçalves  CEO da Plant Colab. Para Mayra, a visão de agentes externos ao ecossistema de inovação é de grande valia pois este apresenta sua avaliação de forma quase que “as cegas” sem fazer inferência sobre o apresentador, e/ou as conexões que este carrega, olhando somente para a dor que ele resolve e de que forma que ele resolve. “Somos gratos em poder participar de momentos como estes que são verdadeiramente enriquecedores para a jornada empreendedora” Para Seabra, um ponto positivo percebido durante os dias em que esteve em Lages, foi a capacidade dos empreendedores de abrir seus desafios e problemas, em busca de ajuda, possibilitando ampliar os horizontes e buscar novas alternativas para o sucesso da empresa “nós vivemos numa cultura híbrida, com eventos online e presenciais e uma dificuldade que os empreendedores tem é a quantidade imensa de conteúdo. É preciso escolher quais conteúdos são melhores para a sua necessidade e qualidades” Para Rodrigo Lorenzetti, colaborador da Ueek Digital, a mentoria com Seabra foi importante para trazer alguns insights, principalmente considerando a roda de conversa entre os c-level das empresas “ esses encontros são muito produtivos para troca de ideias e networking” Fernando Seabra é conhecido como um dos maiores nomes do empreendedorismo, avaliador do Shark Tank Brasil, colunista do Economia SC e idealizador do Clube Fora Fazer, além de participante assíduos de programas de TV como Planeta Startup e Meet the Drapers. Além de se dedicar a mentorar pessoas e negócios, Fernando é embaixador do REUNI Challenge e segue contribuindo para o empreendedorismo universitário. 

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Abertas as inscrições de interessados em participar do Reuni Challenge SC

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Nos dias 10, 11 e 12 de setembro de 2021, o Reuni Challenge SC – maior competição estadual de empreendedorismo universitário, onde os estudantes em equipes terão três dias para desenvolver uma ideia de negócio, a fim de solucionar um problema real, passando por todas as etapas e emoções da criação de um negócio, contando com a ajuda de capacitações e mentorias durante todo o período – irá conectar o conhecimento universitário com demandas reais da sociedade, mentores com experiência de mercado, o ecossistema de inovação e o Governo do Estado, para o desenvolvimento de projetos inovadores: tudo isso em apenas um final de semana. As inscrições para os interessados em participar do evento – alunos e professores de Instituições de Ensino Superior – já estão disponíveis no site: projetoreuni.com.br. O objetivo do Reuni Challenge SC é estimular a cultura do pensamento empreendedor dentro das Instituições de Ensino Superior do Estado de Santa Catarina, inserindo os universitários como protagonistas e aumentando o índice de empreendedorismo dentro das universidades, desenvolvendo o interesse acadêmico pelo assunto. A competição também busca unir a Rede Catarinense dos Centros de Centros de Inovação e Instituições de Ensino Superior, criando o maior evento de empreendedorismo universitário do estado, estimulando a competição entre as instituições e colocando os estudantes para aproveitar o capital intelectual desenvolvido em suas graduações. A equipe vencedora da competição, que será 100% on-line, receberá uma premiação em dinheiro e levará para a sua universidade o prêmio de “A Universidade mais Empreendedora do Estado de Santa Catarina“. O Reuni Challenge tem a realização do Orion Parque Tecnológico, Prefeitura de Lages, Governo do Estado de Santa Catarina, Fapesc, Rede Catarinense dos Centros de Inovação e NSC. O Sistema ACAFE apoia o evento. Como funcionam as inscrições? Na competição o desafio será estadual, em formato on-line, e cada câmpus deverá formar uma equipe de 5 a 8 universitários e de 1 a 2 professores. Serão até três equipes formadas por câmpus de uma mesma universidade. As inscrições são gratuitas e deverão ser realizadas pelas Universidades através de link a ser divulgado pelo Orion, ocasião em que as equipes serão formadas por estudantes da mesma Universidade/Faculdade. O presente formulário oferece a possibilidade de registro de interesse na participação na competição Reuni Challenge SC, por professores e estudantes de Instituição de Ensino Superior de Santa Catarina devidamente matriculados, cursando regularmente nas instituições. As Instituições de Ensino Superior selecionarão, a seus exclusivos critérios, os participantes (universitários e professores universitários) a comporem as equipes. A inscrição neste formulário não implica na participação efetiva no evento.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Programa Nascer recebe propostas para pré-incubação de ideias inovadoras

[vc_row][vc_column][vc_column_text]O Programa Nascer de Pré-incubação de Ideias Inovadoras – Edição II recebe propostas até 30 de junho. O objetivo é dar suporte para que ideias passem por um período de pré-incubação e se consolidem como negócios. O programa é uma iniciativa da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Santa Catarina (Sebrae/SC). “Esta é uma importante ação do Governo do Estado realizada pela Fapesc em parceria com o Sebrae/SC. Queremos qualificar os empreendedores para que possam futuramente gerar novos negócios nas diversas regiões do Estado e aproveitar editais de fomento da Fapesc e de outras agências nacionais para subsidiar suas ideias e projetos”, afirma o presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen. “A Fapesc investe nas pessoas de Santa Catarina para gerar a retenção e atração de talentos não só nos grandes centros, mas também no interior do Estado.” As propostas precisam se caracterizar como ideias de produtos (bens e/ou serviços) ou processos inovadores, com potencial para se transformar startups que envolvam a conversão de conhecimento tecnológico em novos produtos, processos ou serviços aptos para a introdução e exploração no mercado. Serão aprovadas até 360 ideias, distribuídas entre 30 cidades-polo, 15 destas vinculadas aos Centros de Inovação (Confira, abaixo, a lista das cidades). As turmas terão no mínimo oito e no máximo 12 proponentes. Cada proposta poderá contar com uma equipe de até cinco componentes. Os encontros, como oficinas, cursos e palestras, serão feitos de modo híbrido (on-line e presencial).   A proposta deverá ser submetida na Plataforma de CTI da FAPESC, sendo obrigatória a disponibilização de um pitch via YouTube: um vídeo de três a cinco minutos, mostrando uma visão geral de uma ideia, produto, serviço, pessoa, ou negócio projetado para atrair rapidamente a atenção e convencer os ouvintes a se interessar no objeto apresentado.  “Os selecionados passarão cinco meses em processo de pré-incubação, apoiados por ferramentas, consultoria técnica e mercadológica, mentorias, assessorias e apoio institucional. Basta ter uma ideia inovadora, motivação para iniciar um negócio e mais de 18 anos para participar”, explica Gabriela Botelho Mager, gerente de Tecnologia e Inovação da Fapesc. “Com o Programa Nascer, esperamos cultivar a cultura do empreendedorismo e inovação em todas as regiões de Santa Catarina.” Resultados da primeira edição Na primeira edição, o Programa NaSCer teve duas turmas, com 329 projetos selecionados, alcançando 619 empreendedores. Foram mais de 4,5 mil horas de mentorias. “Esse Processo de Pré-incubação foi determinante para que a gente desse o primeiro passo, foi esse processo de mentoria e suporte que permitiu que a Sete+1 ‘startasse’ com sucesso a nível regional, estadual e nacional”, avalia Patricia Crestani, da Agência Sete+1, de Videira, participante da edição do NaSCer. Ademar Tibola, da Latina Control, de Chapecó, afirma que o programa foi fundamental para a evolução do negócio. “O projeto contribuiu significativamente para um melhor planejamento do empreendimento. Durante esse período evoluímos bastante o projeto, mas a evolução pessoal sobre negócios foi ainda maior. Entrar nesse mundo de negócios foi uma experiência incrível e muito enriquecedora.” O diretor superintendente do Sebrae/SC, Carlos Henrique Ramos Fonseca, destaca a importância do programa. “Ficamos muito felizes ao ver esses cases de sucesso, que nos provam que investir em projetos que incentivem o empreendedorismo valem a pena. Parabéns aos empresários que aproveitaram a estrutura e a capacitação oferecidas pelo Programa NaSCer e criaram uma nova empresa, que tem tudo para crescer e se desenvolver.”, comenta. “Ao ver essas ideias saindo do papel, temos a certeza de que cumprimos a nossa missão, que é garantir suporte aos empreendedores para que os seus negócios sigam o caminho do sucesso”.  Para o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), Luciano Buligon, o NaSCer é um dos incentivos ao desenvolvimento do Estado. “Quando detectamos habilidades específicas em uma pessoa, incentivamos que ela se desenvolva, prospere e cresça. Desta mesma forma, o Estado usa de programas e ações para impulsionar, por meio da inovação, a busca de soluções e novos negócios que gerem riqueza, desenvolvimento, capacitação e consequentemente, emprego. O NaSCer é uma destas ferramentas excepcionais no incentivo a negócios inovadores e a abertura de empresas”. Cidades-Polo Confira a relação das cidades polos do programa NaSCer: Araranguá, Balneário Camboriú, Blumenau, Brusque, Caçador, Canoinhas, Chapecó, Concórdia, Criciúma, Curitibanos, Florianópolis, Guaramirim, Itajaí, Jaguaruna, Jaraguá do Sul, Joaçaba, Joinville, Lages, Luzerna, Mafra, Palhoça, Rio do Sul, São Bento do Sul, São Joaquim, São José, São Miguel do Oeste, Três Barras, Tubarão, Videira e Xanxerê. Confira o cronograma das atividades Cases regionais Lages, até então único polo regional do NaSCer na Serra Catarinense desde a primeira edição do Programa, passa a contar com mais duas cidades vizinhas fazendo parte do edital na região.  São Joaquim e Curitibanos contarão com ambientes físicos próprios, polos NaSCer disponibilizados pelos parceiros locais nas cidades onde o Programa NaSCer se desenvolve. No primeiro edital foram acompanhados 10 projetos e no segundo, 11, em Lages.  Um dos cases foi de uma equipe de amigos que planejou o desenvolvimento de um aplicativo para auxílio na manutenção de máquinas e equipamentos para a indústria 4.0. Fabio Nunes, Leonardo Almeida e Diego Lopes nunca pensaram em começar o próprio negócio, mas graças ao Edital NaSCer da Fapesc isso foi possível. “Nossa ideia surgiu num bar. Eu pensei: quero ter a minha empresa, quero trabalhar para mim. Resolver os meus problemas, não os dos outros, não de outros gestores. Tivemos mil ideias, conversamos bastante, até chegar nessa ideia”, diz Diego. A ideia deles foi desenvolver um aplicativo que fosse aplicado no desenvolvimento e manutenção, preditiva e preventiva, de máquinas e equipamentos em diferentes indústrias. “Existe uma distância entre a pessoa que vai fazer a manutenção, efetivamente, e os registros que realmente foram feitos da manutenção realizada. É importante saber os passos dessa manutenção. A ideia é mostrar que realmente foi feito o serviço, porque nem sempre ela é demonstrada da maneira correta. A ideia é que o aplicativo possa ser usado em diferentes tipos de equipamentos”,

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