Orion Parque

Empresas Virtuais

CHIMATalks discute oportunidades de empreendimento e inovação durante o período da  Festa Nacional do Pinhão 

A Festa Nacional do Pinhão está quase começando e para as empresas residentes em Lages, esse é um momento importante para alavancar as vendas e aproveitar o fluxo de turistas que visitam a cidade para prestigiar a Festa que é uma das maiores e mais esperadas do estado de Santa Catarina. Com o tema “ Como empreender e inovar na Festa do Pinhão?”, o CHIMAtalks recebeu os empreendedores com uma boa rodada de chimarrão, na última quinta-feira (02), no Orion Parque.  Prevista para acontecer de 24 de maio a 02 de junho,  a Festa Nacional do Pinhão reúne apreciadores da cultura tradicionalista e pessoas de todos os lugares do Brasil para conhecer a Serra Catarinense e aproveitar o frio dos meses de maio e junho. Durante o período da Festa, o comércio lageano é impactado pela movimentação na cidade e para alavancar as vendas, inovar no produto ou serviço, é a melhor alternativa para não passar despercebido.  Ao longo do CHIMATalks, surgiram muitas dúvidas sobre como inovar em um negócio puramente tradicional e na prática, o que pode ser feito de forma rápida e sem grandes custos.  Para responder os questionamentos, algumas ideias foram colocadas para reflexão como as oportunidades que a Festa proporciona para o aumento das vendas, já que os turistas que vem à Lages prestigiar a Festa, buscam também a cultura serrana que pode ser trabalhada como um produto.  Ricardo Avlis, CEO da AME- Arte e Música Ltda., empresa terceirizada que realiza a Festa Nacional do Pinhão, pontua que no Brasil existem inúmeros eventos que ao longo do tempo se tornaram Festivais e que a Festa do Pinhão vem aos poucos mudando a sua cara “ Quando o Rio de Janeiro recebeu o Rock in Rio, muitas pessoas aproveitaram a onda, surfaram nela e se deram bem com outros negócios.  Todo mundo surfou na alegria que é o Rock in Rio e isso é um diferencial”  “É importante que movimentos como esse aconteçam aqui, porque movimenta todo o comércio local e regional. Tratar desse assunto é um passo muito válido! Para esse ano o comércio como um todo pode esperar uma movimentação ainda maior de turistas porque são muitas atrações nacionais esperadas, com nomes que estão bombando e a temática Feat Perfeito abre uma possibilidade enorme “, completa.  Os setores hoteleiro, comércio e áreas voltadas para gastronomia como restaurantes e cafeterias são visados nesse período. No último ano, a Festa do Pinhão impactou positivamente a economia regional, com o ticket médio dos consumidores no setor de comércio que avançou 43,% em comparação a 2022, além do crescimento de 7,4% em faturamento dos setores comerciais e 43,2% no setor hoteleiro, em comparação aos outros meses do ano.  A Festa do Pinhão movimenta em torno de $30 milhões e a expectativa da governança municipal é o crescimento desse valor na edição deste ano, considerando o sucesso de vendas dos ingressos antecipados e a programação que reúne alguns dos maiores nomes da música atual. A expectativa para esse ano é a movimentação de mais de 300 mil pessoas no município de Lages, entre Recanto do Pinhão, Festa do Pinhão e turismo urbano e rural na Serra.  Para além dos setores tradicionais de comércio, a Festa do Pinhão, bem como o Recanto do Pinhão, são oportunidades para divulgação e venda de produtos típicos da região que são muito procurados por turistas, como a famosa paçoca de pinhão e os tradicionais artesanatos que levam o pinhão, a araucária e a Gralha Azul como símbolos da região, além das vestimentas de frio e produtos que representam a cultura serrana.   O Executivo de Comunicação da Prefeitura Municipal de Lages, Greik Pacheco, comenta que iniciativas como essa são importantes não só para os empreendedores mas também para a comunidade em geral “ Para além de qualificar o empreendedor que está aqui dentro ou que está buscando o mercado de trabalho, ajuda a dar um norte para ele também por que a Festa do Pinhão, ela passa e após esse período ele precisa continuar inovando” “É preciso continuar empreendendo para que aquela faísca que surgir no CHIMAtalks gere um resultado depois, na evolução da empresa, na sua ampliação, até para trazer ainda mais ganhos. Todo ano a Festa do Pinhão traz uma novidade e esse ano é o Feat Perfeito, aqui no Chimatalks o feat perfeito é o chimarrão e a roda de conversa e na Festa teremos isso também!” A boa notícia deste ano é que o Recanto do Pinhão será realizado durante 30 dias, possibilitando que as entidades que comercializam seus produtos tenham um ganho ainda maior e o comércio também, considerando que a localização do evento é um importante fator para a geração de vendas e desenvolvimento da economia local.  Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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Com casa cheia, Orion Parque recebe universidades para discussão sobre a possibilidade de pesquisas acadêmicas virarem negócio, em edição do CHIMAtalks

Que as pesquisas acadêmicas são extremamente importantes para o desenvolvimento da sociedade, não é novidade para ninguém, mas será que essas mesmas pesquisas podem se transformar em negócio? Esse foi o tema discutido no CHIMAtalks do mês de abril, que aconteceu na última quinta-feira (04), no Orion Parque, com a presença das instituições de ensino superior, acadêmicos, pesquisadores e empreendedores da região.  Com casa cheia, o CHIMAtalks levantou a importância das pesquisas acadêmicas e a possibilidade de transformá-la em negócio, sob a perspectiva dos pesquisadores. Marcou presença André Taller, Diretor do CAV-UDESC, Vilson Heck, Diretor do IFSC Campus Lages e a Coordenadora de Pesquisa da Universidade do Planalto Catarinense (Uniplac), Lilia Kanan, além dos docentes, graduandos e pós graduandos destas instituições.  Entre os temas levantados para discussão ao longo da edição, foi a importância de uma educação empreendedora dentro das universidades para que os acadêmicos reconhecem no empreendedorismo uma possibilidade “são muitos os TCC’s realizados que podem se transformar em startups, mas os alunos não tem essa soft skills para identificar e os professores também precisam ficar atentos quanto a isso” comenta o professor Fábio, docente no IFSC Campus Lages.  Outra deficiência identificada no processo de empreendedorismo é a falta de recursos para abrir um negócio com base na pesquisa acadêmica, ainda que se compreenda que há mercado para se trabalhar e o negócio pode ser escalável. A dificuldade em captar recursos para dar o primeiro passo rumo ao empreendedorismo ou mesmo para desenvolver o negócio é um desafio enfrentado pelos empreendedores independente da área “O que falta é a interação entre os órgãos, empreendedores de sucesso e meios de treinamento pra fazer essa troca e auxiliar com investimentos” comenta, Rodrigo, participante do CHIMAtalks.  Em pouco mais de duas horas de conversa, o CHIMAtalks promoveu a troca entre professores, pesquisadores e empreendedores abrindo a discussão sobre os desafios de empreender sendo jovem, a importância de pesquisas acadêmicas para a geração de negócios, a necessidade de trabalhar o empreendedorismo dentro das instituições para que os universitários sintam-se mais preparados para identificar uma oportunidade de negócio e aplicar seus conhecimentos técnicos.  Mas, a tecnicidade da pesquisa acadêmica não é suficiente para desenvolver com sucesso um negócio, considerando que no mundo do empreendedorismo as habilidades comportamentais, chamadas de soft skills, são igualmente importantes para alcançar resultados importantes no mercado. Considerando a academia como uma das hélices para o desenvolvimento do ecossistema de empreendedorismo e inovação, trabalhar as habilidades dos acadêmicos e pesquisadores por meio do estímulo é uma competência.  “Infelizmente o lageano tem a cultura de esperar, a gente esperou por muito tempo que o pinheiro crescesse para dar madeira e investir em Camboriú, mas nunca foi reinvestido em nossa cidade. É uma cultura muito forte da espera, de acreditar que os outros possam resolver os nossos problemas, esse é um, viés muito forte em nossa região e é por isso qyue o jovem prefere estudar bastante pra passar em um concurso público, embora tenhamos inúmeras iniciativas que tentam mudar essa realidade” comenta a Coordenadora de Pesquisa da Uniplac, Lilia Kanan.  Para o Professor e Conselheiro do Orion parque, Thiago Meneghel, são três pontos principais que fazem as inúmeras pesquisas acadêmicas ficam engavetadas e não se transformarem em negócio: a falta de recursos para investimento, a falta de conhecimento dos editais e projetos de fomento e a cultura da academia de não considerar o viés profissional das pesquisas algo igualmente importante às pesquisas básicas “Por fim, falta uma cultura da sociedade de valorização do empreendedorismo” finaliza. Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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Roda de Founders e CEO’s discute os desafios do empreendedorismo

São muitos os desafios de uma startup, seja para encontrar o formato correto para o gerenciamento da equipe até a necessidade de encontrar soluções para resolver os problemas de vendas. Existem situações que só os empreendedores conseguem compreender e é para isso que a primeira Roda de Founders e CEO’s do Orion Parque foi realizada na última quarta-feira (03).  Exclusivo para empresas do Orion Parque, a Roda de Founders e CEO’s acontece a cada dois meses, sob condução de um especialista em determinada área identificada, sendo o tema definido conforme as necessidades das empresas ou pelos próprios empreendedores da casa. Nesta edição, a mediadora foi Ana Paula Schweitzer, especialista em Gestão de Pessoas por Competências. Este é um momento esperado pelos empreendedores que reconhecem na Roda de CEO’s e Founders um espaço seguro para compartilhar os desafios, dificuldades e conquistas da empresa.  Para Jéssica Corso, Head de Empresas e Startups do Orion Parque, a Roda de CEO’s é um momento que possibilita que os empreendedores identifiquem com mais clareza seus desafios e o despertar para a sua resolução. “Empreender é um caminho solitário. Para nós que estamos do outro lado, muitas vezes ouvindo os empreendedores, sabemos que eles passam ou já passaram por desafios semelhantes. Essas rodas de conversa se tornam uma possibilidade de troca de experiências e construção de insights para o negócio”. Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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Propriedade intelectual é assunto do Workchopp, conduzido pela Empresa parceira do Orion Parque, Totall Marcas & Patentes

Para as empresas e startups inovadoras, tratar de Propriedade Intelectual é extremamente importante para o desenvolvimento e sucesso do negócio e é pensando em tirar todas as dúvidas dos empreendedores vinculados ao Orion Parque, que o Workchopp deste mês de março trouxe como temática “Propriedade Intelectual para Empresas na Inovação” com o empreendedor e parceiro do Orion Parque, Filipe Melo.  A Propriedade Intelectual é um assunto que tem conquistado cada vez mais espaço no meio empreendedor, visto que é essencial positivar os direitos dos produtos e serviços das empresas, principalmente se tratando de empresas que trabalham com inovação. Como o assunto voltado para empresas de inovação ainda é novo, muitas são as dúvidas dos empreendedores acerca dos processos que envolvem a propriedade intelectual e momentos como o Workchopp contribuem para sanar as dúvidas e compreender melhor sobre.  Filipe é o CEO da Totall Marcas e Patentes, filial residente e parceira do Orion Parque Tecnológico. A empresa trabalha com o registro de marcas, patentes e propriedade intelectual, garantindo os direitos sob os produtos e serviços de seus clientes. Filipe trouxe para o Workchopp o serviço de registro de marca e acompanhamento específico para startups, além de abordar assuntos como o processo que é realizado para garantir o registro e quais são as características que não passam no registro.  O Facebook foi um dos exemplos para demonstrar os impactos de um contrato mal estabelecido e a importância de trabalhar os registros de marca e produto para a sua proteção, além dos problemas que podem ser gerados por conta de marcas parecidas ou registradas de forma errada. Os empreendedores puderam tirar suas dúvidas e compreender melhor como funcionam os trâmites após a entrada com o processo de registro. A grande novidade da noite foi o sorteio de cinco ingressos para as empresas associadas da ACATE que estiveram presentes, para participação no Enableverse, evento de desenvolvimento pessoal e profissional com o intuito de conectar pessoas e empresas, além de um sorteio realizado pela Totall para registro de marca. Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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Empreendedores do Orion Parque apresentam seus negócios para investidores 

Com a participação dos principais investidores de Santa Catarina e potenciais clientes, o Demoday realizado na última terça-feira (19), no Orion Parque, oportunizou um momento de apresentação e aproximação das startups com os investidores Leonora Ventures, Ace Ventures e Distrito a fim de gerar conexões e possíveis negócios.  Participaram do momento as startups vinculadas ao Orion a YouDeserve, Scienco Biotech, Connect Carbon, Gerencit e Cowtrol que fizeram seu pitch de quatro minutos para os avaliadores representantes das empresas investidoras. Para Bruno Bicca, representante da Leonora Ventures, o Demoday é um momento muito importante para que as startups possam validar o pitch, ouvir as críticas e entender que esse momento pode realmente ajudar para que em frente aos investidores ou empresas que possam fornecer algum fomento às startups sintam-se mais preparadas. “Para fortalecer o ecossistema e o Orion faz muito bem isso, existem várias pás dentro de uma hélice e hoje estamos aqui falando de uma dessas pás que são as startups, tivemos aqui a academia presente que é uma dessas pás, e a gente conseguir aproximar todas essas hélices do ecossistema é de fato o mais importante. O Orion faz cada vez mais isso e consegue agregar diferentes atores do ecossistema e consegue trazer mais consciência para o ecossistema ” comenta Bruno.  O Demoday é tradicionalmente realizado no Orion Parque com o intuito de trazer para Lages investidores e potenciais clientes que possam ter interesse em investir nas empresas vinculadas ao Orion. Para apresentar a empresa, os empreendedores fazem o pitch de quatro minutos para a banca de investidores a fim de convencer que o seu negócio tem potencial para receber investimento.  No final do processo, há um momento para networking e trocas de informações para que as empresas e os potenciais investidores possam se aproximar.  A grande novidade do Demoday foi a participação da turma de Administração da Universidade do Planalto Catarinense (Uniplac), que acompanhada dos professores Cristina Keiko, Rafael Peletti e Kelli Gotardo, realizou uma visita no Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira para conhecer a estrutura, as empresas residentes, seus negócios  e entender qual o papel do Orion para o desenvolvimento da Serra Catarinense, além de prestigiar os empreendedores participantes do Demoday.  A Professora Cristina Keiko, regente da disciplina Gestão da Inovação e conselheira do Orion Parque acompanhou a visita dos alunos e ressalta que a inovação só acontece quando os alunos tem conhecimento e espírito empreendedor e viver presencialmente as ações do Orion pode estimular os alunos a enxergar as coisas de outra forma “quando ficamos só na sala de aula, nos livros e apostilas, é uma situação. Entrar no Orion sentir essa energia, viver ao vivo e a cores os empreendedores apresentando seus negócios e trazendo novidades, é fundamental para os nossos alunos, por que são eles o futuro” Além das empresas e universitários, o Demoday também foi prestigiado pelos empreendedores que estão iniciando o processo de pré-incubação por meio do OrionLab “ deu para perceber que todo o caminho que percorremos dentro do OrionLab faz muito sentido. Quando temos uma ideia, a gente acha que já sabe de tudo e acha que é só abrir uma empresa e trabalhar, mas vimos que não é bem assim. Aí a gente leva um balde de água fria e vê que realmente existe toda uma metodologia e agora que estou na pré-incubação tem barreiras que se eu tivesse visto antes e não tivesse pulado algumas etapas, teria evitado prejuízos. E hoje vendo nos pitchs, é muito bacana ver o pessoal que já tem uma empresa formada, produto validado a gente vê que pode chegar lá! É importante estarmos aqui para entender que cada passo que damos tem um fundamento” comenta, Leonardo Bratti.    Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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Pitch Training realizado no último sábado avalia a apresentação das empresas para o Demoday que acontecerá na próxima terça-feira

O pitch perfeito é capaz de convencer investidores e potenciais clientes de que investir no negócio pode gerar um retorno financeiro lucrativo e pensando no desenvolvimento das empresas do ecossistema, o Orion Parque realizou no último sábado (16) um Pitch Training para elevar o nível dos pitchs e garantir que os empreendedores se sintam seguros e prontos para vender suas soluções de negócio.  O evento foi aberto ao público com a possibilidade de apresentar o pitch para uma banca avaliadora ou acompanhar o momento como espectador. Participaram as empresas YouDeserve, Cowtrol, Go77, Scienco, Connect Carbon e Hub2Us além dos empreendedores que estão em processo de acompanhamento do OrionLab e que já participaram de programas como o Cocreation Serra. A banca composta pelo CEO do Orion Parque, Claiton Camargo, pela Head de Empresas e Startups, Jessica Corso e pelo responsável pelo acompanhamento do OrionLab, Salomão Eineck, avaliou os pitchs sem levar em consideração o modelo de negócio, ou seja, os feedbacks foram voltados para a apresentação da ideia, como a postura, oratória, clareza nas informações, entre outras considerações de extrema relevância para elevar a qualidade do pitch.  Para um bom pitch, além de uma ideia de negócio interessante e um modelo de negócio atraente, é necessário apresentar uma série de pontos como o problema a ser solucionado, os concorrentes do mercado, qual a solução e quem são os integrantes da equipe, além de trabalhar todos os pontos com uma apresentação clara onde a banca pode visualizar facilmente e uma boa oratória que permita clareza nas informações.  O Pitch Training foi pensado para contribuir com os empreendedores que buscam aprimorar seu Pitch, principalmente considerando que no dia 20 de março, próxima terça-feira, haverá um Demoday para aproximar os investidores e potenciais clientes das empresas vinculadas ao Orion. Diferente do Pitch Training, os pitchs apresentados no Demoday serão realizados somente pelas empresas vinculadas ao Orion, os demais empreendedores deverão participar como espectadores.  Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti Para participar do Demoday, inscreva-se https://plid.in/demodayorion

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Governança Jurídica e Corporativa para Startups é tema do primeiro Workchopp do ano

O Workchopp, evento exclusivo para empresas vinculadas ao Orion Parque, realizou o primeiro encontro do ano com o tema “Princípios da Governança Jurídica e Corporativa para startups” ministrado por Natália Zomer, da ZR Legal Department, na última quinta-feira, 22, no Orion Parque. A temática é considerada um dos pilares do empreendedorismo, no quesito jurídico como LGPD e Propriedade Intelectual e abre com chave de ouro a sequência de oficinas voltadas aos empreendedores.  A ZR Legal Department atua na criação de departamentos jurídicos, num modelo por assinatura, que estejam alinhados ao plano de negócio e estejam presentes nas tomadas de decisão das startups, criando soluções jurídicas adequadas ao planejamento de curto, médio e longo prazo. Natália Zomer conta que é de extrema importância por que existem inúmeras preocupações na vida do empreendedor, como vendas e sucesso do cliente, e acabam ficando para trás questões como os riscos jurídicos e de governança. “Os riscos podem impedir investimentos e fundos, por exemplo, que são essenciais para a startup dar um passo a mais. Conversas como essa são importantes para educar o ecossistema e torná-lo mais forte e saudável para diminuir a rotatividade das startups. Ao invés de criar várias startups problema, a ideia é criar startups sólidas e esse tipo de movimento que o Orion está fazendo é muito importante para garantir a qualidade dos incubados e a vida longa desses empreendimentos” finaliza, Natália.   Uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) aponta que uma média de 54% dos gestores de Startups e Scale-ups afirmam que a empresa não possui regras de governança corporativa como soluções de conflitos por arbitragem, futuros aportes de capital e venda de participação societária. Os que possuem regras, mas não formalizadas, chegam a uma média de 9%. São muitos os riscos que as startups passam pela falta de governança interna.  Ao longo do Workchopp foram abordados temas voltados para LGPD, Governança, Sociedade, Propriedade Intelectual e Registro de Marca. Para o empreendedor Djeison Muller, da startup Connect Things, o tema foi extremamente importante por que a maioria dos empreendedores não vem da área jurídica e precisa de auxílio “ precisamos de muita ajuda na área jurídica por que quando montamos uma startup não pensamos no que pode dar errado, ninguém pensa no risco e em como mitigá-lo. Hoje existe uma grande diferença por que antigamente os advogados não entendiam muito dessa área de empresas e hoje eles falam a mesma língua das startups, de tecnologia” O Workchopp é uma oficina exclusiva para as empresas vinculadas ao Orion, residentes e virtuais, realizada mensalmente com o intuito de capacitar os empreendedores e gerar conteúdo de valor que agregue no desenvolvimento de seus negócios. As temáticas são definidas conforme a identificação das necessidades das empresas, considerando os desafios diários dos empreendedores, como os temas já abordados voltados para Recrutamento e Seleção, Planejamento e Criatividade em equipe.  Jéssica Corso, Head de Empresas e Startups do Instituto Orion avalia a temática trabalhada no primeiro Workchopp do ano como fundamental para o sucesso e longevidade das startups “A governança jurídica e corporativa desempenha um papel crucial no contexto das startups, dos 10 motivos pelos quais startups não sobrevivem, dois são resultados dessa temática, no que tange a conformidade legal, como leis trabalhistas e fiscais, como também no desacordo entre sócios. Está presente desde o princípio da fase de ideação, quando há o founders agreement, até quando se torna mais complexa com contratos de investimentos e políticas de gestão de crise” Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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Orion Parque recebe visita do Comitê de implantação do Centro de Inovação de Criciúma

O Comitê de implantação do Centro de Inovação de Criciúma esteve na Serra Catarinense nesta quinta-feira(15), para conhecer o Orion Parque Tecnológico, em Lages. O grupo foi recebido pelo Presidente do Instituto Orion, Thiago Mazuhy e o CEO do Orion Parque, Claiton Camargo, que apresentaram o parque e as atividades desenvolvidas.  Com o intuito de compreender o funcionamento do Orion Parque, bem como do Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, foram apresentadas ao Comitê as ações e programas realizados, os desafios enfrentados e a trajetória do Parque ao longo dos sete anos de atividade. O Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira é o primeiro da rede de centros de Santa Catarina e tem um papel fundamental junto ao Orion Parque no fomento ao empreendedorismo e inovação na serra catarinense. O Orion busca sempre contribuir para os estudos de implantação de outros Centros de Inovação, tendo em vista a importância da colaboração para o desenvolvimento de toda Santa Catarina.  Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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Empreendedores vinculados ao Orion Parque realizam o primeiro Almoçorion do ano de 2024

O tradicional almoço oferecido pelas empresas vinculadas ao Orion Parque, o almoçorion, aconteceu no início do mês de fevereiro pela empresa Hub2Us que escolheu o cardápio italiano para o momento. Com macarronada e galeto, o almoço reuniu mais de 30 pessoas entre colaboradores das empresas, CEO’s e colaboradores do Centro de Inovação em uma sexta-feira de muita troca de experiências e descontração. O Almoçorion, como é carinhosamente chamado, foi uma iniciativa do Instituto Orion com o intuito de reunir as empresas no horário do almoço para provocar interações informais entre os colaboradores, fundadores e CEO’s vinculados ao Orion. Com o tempo e a intensa correria diária dos empreendedores, esse momento se tornou escasso, voltando a ser realizado no ano de 2023 quando os empreendedores tomaram a frente do processo.  Em um formato diferente, o Almoçorion passou a ser realizado mensalmente sob a responsabilidade de uma ou duas empresas que em parceria anunciam a data e o cardápio do almoço, organizado e realizado pela empresa. A dedicação e empenho para a realização deste momento estimula a participação dos colaboradores e incentiva as empresas a se disponibilizarem naturalmente para realizar o almoço no próximo mês.  O Orion Parque é parceiro de iniciativas internas e externas que possibilitem a troca de informações e experiências, visando sempre a contribuição para o desenvolvimento não só do negócio mas também das pessoas envolvidas no ecossistema de inovação. Momentos como esse são valiosos para protagonizar o estímulo ao empreendedorismo e novas possibilidades. Assessoria Orion Parque: Karol Kitabayashi | Rafael Peletti

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Projeto Piloto Vivências em Tecnologia foi lançado nesta sexta-feira 

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Uma parceria entre Orion Parque, IFSC e ACIL busca oportunizar práticas e vivências das áreas da tecnologia para estudantes A escolha do caminho profissional a seguir é sempre complexa e cheia de desafios que só são possíveis de compreender por meio da vivência. Para contribuir com as escolhas profissionais dos estudantes, o Orion Parque Tecnológico em parceria com a Associação Empresarial de Lages (ACIL) e o Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), promoveu um evento de integração nesta sexta-feira (17), com a participação dos oito jovens que terão a vivência tecnológica dentro de quatro startups vinculadas ao Parque Tecnológico.  O Projeto Piloto de vivência profissional tem como objetivo proporcionar ao acadêmico a possibilidade de vivenciar a prática na área de Tecnologia e Inovação, através das experiências em empresas locais. Os estudantes  que participarão do Projeto Piloto de Vivências Tecnológicas são alunos do curso técnico de Informática para a internet do IFSC. O intuito do momento é garantir que os jovens descubram as diversas formas de atuação dentro da área de informática junto das quatro startups vinculadas ao Centro de Inovação:  Ronnin, Cowtrol, Quiron e Printway. Serão oito vagas para os alunos do IFSC, que farão encontros presenciais e on-line nas quatro empresas em formato de rodízio. As atividades desenvolvidas pelos aluno serão supervisionadas pelo Orion Parque Tecnológico, junto às empresas, e o aproveitamento pedagógico de cada estudante avaliado e registrado por servidor responsável designado pelo chefe de departamento de ensino, pesquisa e extensão do IFSC, câmpus Lages. O Termo de Parceria para desenvolvimento do projeto, celebrado entre o Orion Parque Tecnológico, IFSC e Associação Comercial de Lages (ACIL) foi firmado em maio passado. O evento de lançamento do Projeto Piloto Vivência em Tecnologia contou com a participação das empresas para uma recepção de boas vindas e início da trajetória, além de representantes do IFSC, Orion Parque, Núcleo de Tecnologia e Inovação da Associação Empresarial de Lages e Acil. Para a integração dos jovens, a equipe realizou um momento de conversa sobre empreendedorismo por meio do Rolê Empreendedor, e também a apresentação de cada empresa participante. “A ideia dessa integração inicial é que os empreendedores conheçam esses jovens, até mesmo pelo fato de algumas das empresas participantes estarem trabalhando de forma remota, então a experiência do jovem será on-line” comenta, Jéssica Corso, uma das responsáveis pelo Projeto.  A vivência dos jovens com as empresas acontecerá por meio de rodízio com encontros presenciais e de forma on-line durante duas semanas, com previsão de dois meses para conclusão. O projeto tem supervisão do Orion Parque, empresas participantes e IFSC que fará o acompanhamento pedagógico dos jovens.  \”O nosso objetivo como instituição é levar o conhecimento, mas quando os alunos conhecem a realidade facilita muito, para evitar até a evasão. Esperamos que o projeto Vivências seja muito interessante, porque muitas vezes os empresários acabam trabalhando com equipes reduzidas. Estamos com uma lacuna gigantesca de profissionais em Sistemas, e entrar neste universo abre muitas portas. A gente agradece muito às associações e entidades que fizeram isso acontecer\”, lembrou o diretor-geral do Câmpus Lages, professor Vison Heck Junior. O professor João Augusto da Silva Bueno, coordenador do curso técnico de Informática para Internet, lembra que a experiência do encontro permitiu conhecer alguns alunos, que até o momento só tiveram aulas on-line.  \”Eu não conhecia meus alunos pessoalmente, mas todos estão aqui hoje. Nossa ideia é pegar esse projeto e fazer ele expandir, talvez até virando uma disciplina geral do curso\”, afirmou. O Núcleo de Tecnologia e Inovação da Associação Empresarial de Lages, uma das idealizadores da iniciativa, também esteve presente. Gil Pletsch, que representou o setor, comentou sobre o projeto: \”O núcleo se envolve diretamente nesse propósito. Esse é um dos legados que existe, de manter um compromisso para a comunidade e, cada vez mais, fortalecer as nossas empresas vinculadas. Naquele momento inicial da pandemia, percebemos que as empresas estavam tendo esse problema de falta de mão-de-obra, e buscamos ver com outras empresas, colégios e núcleos na necessidade de atuarmos nessa forma. Construímos essa ideia de fazermos essa integração entre a ACIL, IFSC e Orion, e esperamos que seja um excelente projeto piloto\”, lembrou. Já Thiago Mazuhy Andrade (Tite), representando a Acil, destacou a importância dos estudantes no projeto. \”Enquanto associação empresarial, é fundamental a participação dos alunos em projetos desse tipo. Não só para que seja aproveitada toda essa experiência, junto às empresas, mas para que busquemos mais ainda ampliar esse projeto, favorecendo e possibilitando que possamos dar oportunidade, às vezes de mudança de destino. Em duplas, os jovens iniciarão a vivência dentro das empresas a partir do próximo dia 20/09, interagindo com elas durante duas semanas. Na sequência, conhecerão outra, e assim sucessivamente.  O encerramento dessa primeira ação do projeto Vivências será no final de novembro. Expectativa de crescimento profissional ainda durante o curso As perspectivas  para a descoberta das áreas e a identificação de afinidades são enormes. É o que conta Augusto Francisco Velho Lima Júnior, aluno do terceiro módulo do curso concomitante de Informática para Internet. Para ele, participar do programa Vivências é uma grande chance de conhecer ainda mais o curso que faz. \”Esse programa é um programa piloto, uma iniciativa de novas oportunidades para os estudantes com as empresas parceiras. Com essas empresas a gente vai ter o objetivo de aprender e fornecer conhecimento também, com aquilo que nos foi passado no curso.  Daqui para frente eu espero muito conhecimento. Eu ainda não ingressei no mercado de trabalho, então olhando isso, com essas empresas, eu quero ter um ótimo contato, e muito conhecimento. Vai ser muito útil até mesmo em outros cursos. Temos um exemplo de um rapaz que começou um curso e não sabia bem como ia seguir a sua vida, e tendo essa experiência, ele já está mais direcionado, e cada vez mais outras pessoas passaram a entender como isso de fato funciona, no desenvolvimento e na forma de trabalhar as pessoas\”, conclui. Colaborou Karoline Kitabayashi [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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