Orion Parque

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Como está a gestão do tempo e a produtividade da sua equipe?

Para uma equipe de marketing, a gestão do tempo e da produtividade são essenciais. Muitas vezes, o gerente não está em sua estação de trabalho e não tem meios para gerenciar o tempo e as tarefas dos seus colaboradores. Se você está com dificuldades para entender o que cada membro da sua equipe está fazendo, ou se não está sabendo realmente gerenciar seu tempo com efetividade, leia esse artigo até o final. Controlar o tempo é necessário sempre! Seja em casa, no trabalho, faculdade, vida pessoal, não devemos, apenas, organizar o que iremos fazer, mas também precisamos encontrar maneiras para que tais tarefas possam ser executadas, com eficácia, dentro do prazo necessário. Confira abaixo quatro dicas que podem te auxiliar a gerenciar o tempo da sua equipe: 1) Planeje o seu dia No dia anterior, ou logo no começo da manhã, organize as atividades que precisará realizar. Assim, você terá uma prévia abrangente do que será necessário fazer e, eventualmente, remanejar alguma tarefa. Não deixe as tarefas simplesmente “atropelarem” você na sua rotina diária. A grande vantagem do planejamento, na gestão de tempo, é que o colaborador tome decisões antecipadas e não prejudique o próprio desempenho em suas tarefas agendadas. 2) Não permaneça muito tempo em um só processo Todos os dias possuímos novos desafios, tarefas, problemas, dificuldades e o mínimo aceitável é sempre fazer tudo com excelência! Se você está há muito tempo em um mesmo processo e não está mais rendendo, pause, descanse e dê o start em outra tarefa. Esse é um dos grandes princípios que utilizamos dentro da nossa agência. Você já ouviu falar no método Kaizen? Você deve buscar sempre melhoria contínua em seus processos. Não aceitamos um site “meia-boca”, nem um e-mail “mais ou menos”. Para essa melhoria, você deve ter o envolvimento e o comprometimento dos funcionários com a organização. 3) Utilize a Tríade do Tempo A Tríade do Tempo é uma das mais conhecidas metodologias de organização, desenvolvida por Christian Barbosa. Serve para ajudar a organizar e medir a produtividade de um profissional. Trata-se de uma metodologia de planejamento pessoal que ajuda o indivíduo a organizar sua vida e, dessa forma, se tornar mais produtivo e ter uma vida mais equilibrada. Porém, como colocar em ação? O primeiro passo é a classificação de cada uma das tarefas. Sempre comece pelas tarefas importantes e urgentes: as importantes possuem prazos e resultados, enquanto as tarefas urgentes já passaram do tempo em que deveriam ser realizadas ou possuem uma janela de tempo pequena. As tarefas circunstanciais, por sua vez, são aquelas que não passam de desperdício de tempo. 4) Tenha um software para controle do tempo Por fim, a última e mais valiosa dica! Não basta querer controlar tudo em uma agenda ou em uma planilha do Excel. Hoje no mercado temos vários softwares que ajudam no processo de controle de tempo como: Neotriad, Runrun.it e o Bitrix24. Este último (Bitrix) é o que utilizamos atualmente na agência e é muito completo. Nele, além de gerenciar tempos e tarefas, temos integrações com projetos, CRM, marketing e muitas outras características. Utilizar ferramentas como essas pode parecer querer controlar muito o ambiente de trabalho, ou parecer regrado em demasia, mas o fato é que isso ajuda muito no fator produtividade (a Lands é a prova disso). Ter controle sobre algo que precisa ser feito, e saber administrar seu tempo, é algo valioso para entregar melhores resultados e obter altos níveis de excelência em seus trabalhos. Quais são suas dificuldades em relação à organização do tempo da sua equipe? Você usa algum método específico como SCRUM ou algo do gênero? Deixe seu comentário abaixo, adoraremos debater sobre o assunto! Por Felipe Zimmermann Arruda, Gerente de Marketing da Lands Agência Web, mentor parceiro do Órion Parque Tecnológico

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Principais vantagens do Coworking

Você sabe o que é coworking? Coworking consiste em um modelo de trabalho baseado no compartilhamento do espaço com diferentes empreendedores. Sendo assim, é como se fosse um escritório compartilhado, podendo ser utilizado por empreendedores, profissionais liberais, estudantes ou qualquer outro público interessado. Além disso, não é necessário que os profissionais que utilizem o mesmo ambiente tenham a mesma área de atuação. A ideia do coworking é muito recente, começando por volta do ano 2000. Apesar disso, tem crescido muito em todo mundo, inclusive no Brasil. Sabendo o que é coworking, temos que nos perguntar, quais as vantagens do coworking? O coworking possui inúmeras vantagens, entre elas: um maior contato com outras empresas e funcionários, aumento da produtividade, desenvolvimento de novas ideias e maior economia financeira. Desenvolvimento do networking Vamos então destacar, uma a uma, as vantagens do coworking? Vamos começar pelo maior contato com um maior número de empresas e funcionários. Criar e estabelecer uma rede de contatos é chamado também de networking. O networking por si só tem outras tantas vantagens. Veja um exemplo da utilização de networking. Imagine que você precisa contratar alguém. Se você conhece poucas pessoas, terá poucas pessoas para oferecer a vaga de emprego. Se conhecer mais pessoas, a possibilidade de o perfil de uma das pessoas atender à vaga que disponibiliza aumenta. Sendo assim, quanto mais pessoas conhece, maior seu networking. Aumento da produtividade Outra importante vantagem do coworking é o aumento de produtividade. O aumento de produtividade é resultante de inúmeros fatores. Um deles é um ambiente, na maioria das vezes, mais focado. Outro é a competitividade natural do ambiente. Podemos destacar também o compartilhamento de métodos de trabalho, que pode ser muito útil para aprender a realizar tarefas de forma mais eficiente, economizando tempo e, consequentemente, diminuindo os gastos financeiros. O aumento da produtividade pode ser também de outra forma. Imagine que tenha uma empresa que precise de uma solução de tecnologia. Se tiver uma empresa do ramo tecnológico no mesmo local de coworking ela pode lhe ajudar em seus problemas de forma mais amigável que uma empresa que não compartilha do mesmo espaço. Podemos perceber assim que as empresas que compartilham um mesmo local tendem a priorizar empresas próximas para que possam crescer juntas. Dinâmicas em grupo Conhecer pessoas de outras áreas e ramos faz com que seja possível aprender com seus sucessos e fracassos e, assim, a possiblidade de incorporar o conhecimento do próximo no próprio empreendimento. Conhecer novas pessoas, conversar e desenvolver novas experiências podem resultar em um fruto muito importante: ideias. Ideias são extremamente importante no mundo de hoje. A maioria das ideias é resultante da observação de uma situação ou da tentativa de resolver um problema. Mas note que é necessária uma situação ou um problema, e ambos você pode conseguir conversando com outras pessoas da mesma área ou de diferentes ramos de trabalho. Diminuição de gastos Uma vantagem de compartilhar um escritório é uma redução de gastos. Imagine uma recepção integrada para todas as empresas do coworking. Assim é necessária apenas uma despesa em comum, como uma recepção, que pode ser dividida proporcionalmente para cada empresa que utiliza o serviço. O mesmo pensamento é possível fazer quanto aos móveis, serviços como telefonia e internet, entre muitos outros. Mas, agora chega uma importante pergunta: onde encontrar um coworking? Existem poucos locais no Brasil que disponibilizam coworking, mas podemos citar, como referência, o espaço Bellatrix e o Coworking Centro de Inovação do Órion Parque. Ambos os locais são extremamente indicados e vale a pena dar uma olhada, as vantagens. Você pode conferir mais sobre o espaço Bellatrix clicando aqui e sobre o Coworking Centro de Inovação clicando aqui. Ficaram claras as vantagens de aderir ao coworking? Ficou alguma dúvida? Deixe sua opinião ou comentário a respeito dos benefícios do coworking.

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Conheça a Scienco Biotech

Empresa de biotecnologia, com perspectiva de exportar insumos para diagnósticos laboratoriais de alta complexidade, a Scienco Biotech está presente no Órion desde novembro de 2017. A empresa produz reagentes para imunoensaios e indicadores de análise de proteínas que atendem o mercado nacional, sem deixar de lado o rigor com marcos regulatórios e indicadores específicos de qualidade internacionais, como certificados de análises – necessários para o controle de qualidade dessas ferramentas. A proposta da Scienco Biotech é justamente inovar no desenho de moléculas híbridas com multifuncionalidade de forma a gerar ferramentas moleculares superiores para procedimentos de pesquisa, diagnóstico e manufatura de medicamentos. A Scienco Biotech foi a primeira empresa a entrar no programa ÓrionLab, alternativa de entrada no Órion Parque para projetos e empresas recém lançadas, com potencial para se desenvolver, mas que ainda não estejam em fase avançada de maturidade empresarial. Já atuando comercialmente, depois de um período inicial de pesquisa e desenvolvimento de produtos, a empresa prevê estar consolidada no mercado nacional em até dois anos. Contemplada no programa Sinapse da Inovação V, em 2015, ainda com o nome de i9 Biotec, a Scienco produz diversos produtos, como: Reagentes Para Imunoensaios REAGENTE SCIENCO ONESTEP- TMB REAGENTE SCIENCO STREPTAVIDINA Indicadores de Análise De Proteínas MARCADOR DE PESO MOLECULAR DE PROTEÍNAS COLORIDO SCIENCO BIOTECH REAGENTE SCIENCO FAST BLUE STAIN REAGENT MARCADOR DE PESO MOLECULAR DE PROTEÍNAS NÃO CORADO SCIENCO BIOTECH REAGENTE SCIENCO BRADFORD Confira nosso bate-papo com Maria de Lourdes Borba Magalhães, uma das sócio-fundadoras da Scienco Biotech A história da Scienco começou antes mesmo de vocês virem aqui para o Órion. Como foi esse processo? A Scienco começou com a ideia de alguns professores do CAV no desenvolvimento de produtos inovadores, e baseado em toda a questão de fomento à inovação e necessidade de fomento dela, de investimento nisso, do país como um todo, mas especialmente de Santa Catarina, nós começamos a focar no desenvolvimento de uma startup para conseguir colocar em prática muito do conhecimento gerado na academia. Um dos objetivos é preencher a lacuna que existe no Brasil de fornecimento de produto biotecnológico, de origem nacional, para o mercado de diagnóstico. A empresa foi criada com o advento do Sinapse da Inovação, e, nesse meio tempo, nós tentamos organizar a estrutura da empresa em outras incubadoras. Nossa startup demanda estrutura própria, diferenciada, um espaço laboratorial. Tivemos dificuldade com relação a isso em outros espaços, que são mais voltados a startups da área de Tecnologia da Informação (TI). Tentamos adequar a situação, mas não conseguimos. O Órion, mesmo estando voltado a receber empresas mais estruturadas, num primeiro momento, como incubadora, graças ao ÓrionLab tivemos a motivação e a certeza de nos estabelecermos aqui. Você falou que encontraram dificuldades de achar incubadoras que se adaptassem à necessidade que vocês tem de um laboratório, de um espaço físico específico…. Aqui na região tudo era muito voltado à TI, e apesar do Órion ser também voltado a isso, o Parque propiciou a existência de espaços nos quais fossem possíveis a implementação de um laboratório. Não temos como \”existir\”, digamos, sem essa estrutura física específica. A expectativa de vocês começarem a entregar produtos no mercado era de até dois anos, mais ou menos, por volta de 2020. Essa estimativa persiste ainda? Já estamos com entrada no mercado, uma entrada modesta, verdade, mas já estamos trabalhando e vendendo para que ganhemos mais mercado ao longo do tempo. Estamos com comercialização, mas ainda não com a saída desejada. Já temos, inclusive, um representante comercial em São Paulo, que faz essa ponte conosco. Estamos tendo um início modesto, mas com perspectiva de crescimento maior para 2019. Vocês têm algum tipo de concorrência nacional no desenvolvimento do produto que vocês fazem ou a única \”competição\” é internacional mesmo? Existe alguma coisa de concorrência no mercado brasileiro, mas não exatamente daquilo que estamos produzindo. No mercado nacional temos produtos semelhantes, mas nesse caso estamos fazendo parcerias, junto a esses empreendedores, para vendermos um produto mais completo possível, com reagentes complementares. A concorrência é muito maior de componentes importados. Para que são, exatamente, os produtos que vocês produzem? São principalmente componentes para atividade laboratorial. Nosso foco maior é do mercado de diagnóstico, que tem uma abrangência e mercado maiores, mas também muito mais difíceis de serem acessados, porque existem uma série de marcos regulatórios e certificados de análise que temos que dar conta…. Sobre essa questão dos marcos regulatórios e especificidades técnicas, vocês têm conseguido avançar com relação a isso? É uma grande dificuldade para vocês? Estamos avançando bastante, com bons resultados. A grande questão é que existem muitas exigências, por isso temos que ter uma semelhança muito grande com os produtos importados, que são os grandes players desse mercado. Muitas vezes, nossos potenciais clientes usam os mesmos reagentes, dos mesmos tradicionais fabricantes norte-americanos e europeus, há mais de 20 anos. Esses fabricantes estão no mercado há mais de 50 anos. Nossos potenciais clientes têm interesse em usar produtos nacionais, mas tem de ser atendidas todas essas exigências deles, principalmente nesse mercado de diagnóstico, que é um mercado maior. O objetivo de vocês é atingir, primeiramente, o mercado brasileiro? Sim, o mercado brasileiro, mas existe muita América Latina que seria um bom mercado também. Além do espaço físico que vocês conseguiram, graças ao Órion, como o Parque auxiliou vocês através de assessorias e mentorias? Com certeza esse trabalho que existe no Órion também nos ajudou muito. No planejamento estratégico da empresa, no entendimento de como deveríamos organizar a estrutura do novo negócio, tudo isso foi fundamental. Somos cinco sócios e mais três funcionários. O que temos é a formação técnica, e para nós da Scienco temos uma carência grande nesse aspecto de pensar nosso trabalho como um negócio. Foi através do Órion que conseguimos, também, parcerias, uma equipe mais multidisciplinar, que conseguisse atuar nas diversas áreas necessárias.  

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Conheça a Platon Tecnologia em Nuvem

Empresa que ambiciona tornar-se referência nacional em computação na nuvem, a Platon busca, a cada dia, proporcionar novidades a seus clientes. Dentro do Órion há 15 meses, a empresa oferece múltiplas soluções em armazenamento na nuvem, como por exemplo: Hospedagem de sites Hospedagem ou criação de sites, com ilimitadas contas de emails personalizadas. Construtor de sites Montagem passo-a-passo de páginas, podendo levar sua criação para onde quiser. Certificado SSL Certificação de site com SSL, garantindo a segurança em transações para os consumidores. Backup em nuvem Facilidade de integração de dados com solução em nuvem automática. Email marketing Envios de emails em massa, sabendo o resultado real de suas campanhas. Ponto do Negócio Compra, divulgação e venda os veículos semi-novos; no portal e hotsite. Lages Imóveis Divulgação de imóveis e alavancagem de vendas e locações. Platonic Cloud Possibilidade de virtualização em nuvem, de acordo com demanda e serviços. Platonic Gerenciamento Formato que possibilita a especialistas gerenciar os servidores de sua empresa para você. DVR Cloud Armazenamento de gravações de suas câmeras de segurança em nuvem. Confira nosso bate-papo com Eduardo Broering, fundador e diretor de tecnologia da Platon Vocês começarem 2012. Foi logo depois que você terminaram a faculdade? Como foi esse início? Não, na verdade eu não tenho formação. Fiz a faculdade, mas não cheguei a concluir o ensino superior. Isso foi bem depois. Quando eu montei a empresa eu tinha 24 anos. A Platon foi montada em 2012. Na época ainda eu tentei tocar junto com o emprego que eu tinha, que era gerente de TI em uma empresa de segurança eletrônica de Lages. Eu tentei, até o final do ano até dezembro de 2012, tocar as duas coisas junto, mas não foi possível. Em janeiro e fevereiro, de 2013, eu tomei a decisão de sair totalmente de lá e tocar só a Platon. Então foi a partir de 2013 que começou a engrenar o negócio. Na época até era só eu, o Vinícius entrou depois. Essa questão de softwares na nuvem é uma coisa bem recente e é o grande foco do trabalho de vocês. Como ele funciona na prática? Exatamente. É um negócio que cresceu de forma tão rápida que, quando a gente montou empresa em 2012, ainda era muito pouco falado em nuvem. Inclusive, no início, a gente tinha servidores físicos também. Apenas depois a gente fez o processo de migração, e colocamos tudo dentro de nuvem. Hoje a gente é 100% nuvem. Toda nossa estrutura, desde hospedagem de site, todas as plataformas que a gente tem, tudo é em nuvem. Pensando em escalabilidade, desde o início nossa empresa vem sendo pensada para funcionar sem depender de estrutura física e, dessa forma, procurando atender o Brasil inteiro. Qual é o principal mercado de vocês agora? Construção de sites ou mesmo o gerenciamento de todos os departamentos de uma empresa de forma online e na nuvem? Hoje, os principais são os setores de Tecnologia da Informação, porque ele permite tanto a questão de infraestrutura de um site, para serviço de email corporativo, como para outras demandas. A gente oferece um construtor de sites, mas ele não é o nosso principal produto, até porque a gente mesmo não constrói sites, apenas temos essa plataforma para isso. A partir do que a gente lançou esse ano, que já era um projeto que eu tinha vontade de lançar há muito tempo, quase no início da empresa, é a Platonic Cloud, nossa nuvem computacional Platon. Isso a gente conseguiu viabilizar aqui dentro do Órion. Quais as principais oportunidades que existem com a Platonic Cloud? A Platonic Cloud é totalmente personalizada. A gente consegue atender qualquer demanda do cliente. Montamos uma virtualização, uma máquina especificamente para ele. Só ele vai utilizar aquela máquina virtual, dentro da nossa nuvem pública, e conseguimos, desde escolher para determinado cliente qual o sistema operacional que ele precisa, quais aplicações vai rodar, quais as suas funcionalidades. Tudo é totalmente personalizado para o cliente. Essa é uma área bastante promissora que a gente enxergou. Até porque, cada vez mais os setores de TI estão buscando tirar os servidores físicos das empresas. Ali conseguimos rodas APIs ou qualquer outra coisa. Não somente pensando nos desenvolvedores, mas temos clientes que toda a infraestrutura deles, em TI, está indo para a nuvem. Desde arquivos mesmo, nada mais fica localmente na empresa. Tudo está na nuvem. Esse é um exemplo, mas conseguimos rodar banco de dados, aplicações, sistemas, APIs, enfim…. A quantidade de espaço na nuvem, hoje em dia, não é mais um problema? Não porque hoje a nossa estrutura é totalmente escalável, aumentando conforme a demanda. Podemos aumentar a nossa nuvem conforme a demanda. Mas ela é preparada já para esse upgrade. Como o Órion ajudou vocês a consolidar, ainda mais a empresa, ao longo do tempo desses seis anos que vocês estão em atividade? Até mesmo a vivência que a gente tem aqui dentro do Órion, com outras empresas, ajuda bastante. Logo que a Platon entrou no Parque, que foi em 2017, em junho ou julho, a gente fez uma parceria, bem bacana, com a Softecsul. Era uma empresa que estava aqui dentro, desenvolvemos uma parceria e, se a gente não tivesse vindo pro Órion, a gente não tinha fechado essa parceria. Hoje eles são revendedores de um dos nossos produtos e isso é muita bom para a gente. Percebemos também outros tipos de ganhos vindo aqui para o Órion. Além das consultorias e mentorias que a gente pode ter acesso aqui dentro, o networking que a gente faz, até tomando café ali embaixo na lanchonete com o pessoal das empresas, mas a gente percebeu também que a visibilidade da Platon começou a ser outra quando as pessoas sabiam que a gente estava no Órion. Tem um caso especificamente, de uma grande empresa aqui de Lages, que é uma das maiores do ramo e que estávamos em negociação desde antes, quando estávamos ainda no nosso antigo escritório. Quando viemos para cá, botamos na cabeça que uma das primeiras coisas

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Por que a sua empresa pode crescer no Órion?

O Órion Parque é responsável pelo crescimento de ideias locais das mais variadas formas. Editais são abertos para que empresas se reúnam conosco e decidam em conjunto o que deve ser feito em relação às ideias, negócios e gestões em geral. Neste artigo falaremos sobre como nossa estrutura física abrange tantas empresas e quais as principais características do nosso parque tecnológico. Iremos esclarecer de que forma recebemos todo o apoio do governo do estado de Santa Catarina, bem como as parcerias que cultivamos com empresas locais. Como a estrutura física do Órion Parque se mantém? O Órion Parque faz parte de uma estratégia de desenvolvimento econômico, social e ambiental do estado de Santa Catarina. Focando no desenvolvimento tecnológico de Santa Catarina, o governo investe recursos todos os anos para que o parque funcione da forma como deve funcionar. A ideia é que as empresas utilizem do espaço físico do Órion para desenvolver ideias de gestão, negócios e soluções novas para o mercado da região e do estado. A FAPESC, Fundação de Amparo a Pesquisa de Santa Catarina, investe recursos junto com o governo federal para que o Órion Parque seja cada vez mais viável, tanto para sua manutenção quanto aos recursos investid0s para sua construção. A Prefeitura Municipal de Lages também integra essa estrutura de mantenedores. A área do terreno é de 90 mil metros quadrados e a distância do centro da cidade é de quase 1 km. O prédio central é ao lado do IFSC de Lages e abriga incubadoras, um auditório, estruturas de apoio, áreas de convivência e praças de alimentação. Os recursos do governo do estado vão até R$ 5 milhões. Os recursos oferecidos pelo município vão até R$ 1,5 milhão. Para quê serve? O Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, instalado no Órion Parque Tecnológico, se trata de uma estrutura física e estratégica para iniciar um processo de desenvolvimento e inovação nas empresas dentro do município e da região. A qualificação profissional vinda de empresas impulsiona a competitividade e melhora a economia. As empresas, universidades e o governo se unem para formar uma tríplice hélice de desenvolvimento dentro da região da serra catarinense. As empresas dentro do parque contribuem para o desenvolvimento de setores em potencial e a atração de investimentos para a região catarinense. O Órion Parque conta com o Instituto Órion para realizar toda a estratégia e a interação entre a tríplice hélice citada anteriormente. A cooperação e a capacidade de inovação de empresas, universidades e organizações do governo e ONGs mostra que o desenvolvimento é possível dentro da região serrana catarinense e que o Órion Parque é o local que oferece a estrutura necessária para a revolução econômica da região. Essa é a ideia geral do Órion Parque: juntar as empresas, universidades e o governo para montar uma integração tríplice que ajuda no desenvolvimento da economia da região, na geração de empregos, riquezas e qualificações dentro da serra catarinense. Quer conhecer melhor a estrutura do Órion Parque? Confere o material completo aqui!

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Conheça cinco dicas para um projeto de sucesso

Muito empreendedores têm dúvidas e incertezas antes de começar um novo projeto, assim como eu tive no início da minha jornada, o que é totalmente normal. Com o passar do tempo, a gente percebe que as dúvidas e incertezas que tiraram nosso sono no começo, evoluem durante o trajeto de desenvolvimento de um novo negócio. As dúvidas são sempre uma constante nos negócios. Precisamos estar preparados para enfrentá-las quando elas surgirem. No início da minha caminhada como empreendedor cometi diversos erros, e hoje, como mentor, quando os novos empreendedores me procuram, percebo que muitos de seus projetos morrem pelos mesmos erros que eu já cometi no passado. Com a experiência que adquiri pela estrada do empreendedorismo consegui constatar cinco pontos fundamentais para o sucesso de um projeto. Pesquisa Faça pesquisas com as palavras-chave do seu negócio, busque ideias e projetos semelhantes ao seu. Isso vai fazer você refletir e ter diversos insights! Faça um estudo de mercado básico, com o objetivo de conhecer o tamanho do nicho em que você vai atuar, se tem potencial e como estão as empresas que atuam no mesmo segmento. Modelo de negócio Após as pesquisas básicas você pode começar a estruturar seu modelo de negócio utilizando o Business Model Canvas. Ele é uma ferramenta simples e que te dará uma visão geral do seu projeto. Nela você poderá identificar diferenciais competitivos e encontrará a alma do seu negócio. Dividir para conquistar Esqueça a história de que você precisa ter um produto 100% pronto e perfeito para começar a vender. Ao invés disso, valide hipóteses de negócio e faça protótipos do seu projeto. Acredite: com isso você gasta menos tempo, dinheiro e diminui a frustração! Utilize o Método TBC Tudo o que foi falado acima, talvez pareça mágica, uma receita de bolo, mas a verdade é que não existe uma bala de prata para o sucesso do projeto. Porém existe uma única característica que está presente em grandes projetos: o Método TBC – Tire a Bunda da Cadeira. Mão-na-massa, engajamento e dedicação são os fatores que realmente vão fazer do seu projeto um sucesso. Portanto, evite procrastinar ao máximo, evite pôr a culpa em tudo com desculpas como “Aaaah, mas o governo é isso”, “minha família não apoia”, “eu não tenho dinheiro”. Pare com o mimimi e bora trabalhar! Contato constante com usuários/clientes: O termo “resolva a dor do seu cliente” é muito utilizado. Isto porque esta prática traz muitos resultados. Por falta de visão, muitos projetos não têm uma proposta de valor real. Isso simplesmente acontece pelo fato do empreendedor não ter TBC. Ele gasta meses para criar uma solução mágica, que vai resolver o problema do mundo, mas olha que engraçado: o empreendedor não foi lá “trocar uma ideia” com seus potenciais cliente, criando assim algo baseado no “achismo”, que na prática não serve pra nada. O contato com possíveis clientes é de extrema importância para um projeto de sucesso, pois com essa aproximação você consegue refinar o seu modelo de negócio, fazendo com que seja uma solução que resolva um problema real. Lembrando que o contato com o cliente não deve ser apenas no início, e sim a todo momento.

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Conheça mais a Softecsul Tecnologia

Uma empresa que decidiu se reinventar ao longo do tempo, sempre de olho nas tendências e descobertas que o mundo da tecnologia traz para contemporaneidade. Essas são as premissas da Softecsul Tecnologia. Criada em 1993 como Plongez Tecnologia, a Softecsul foi uma das primeiras empresas em Santa Catariana a desenvolver soluções para o sistema Windows. A partir de 2013 a empresa decidiu se reinventar e passou a ser conhecida como Softecsul Tecnologia. Em 2015 abriu unidade em Pompano Beach, Flórida (EUA), passando a desenvolver soluções que exigem mais conhecimento em software, hardware e um maior grau de dedicação em todos os processos. Hoje, depois de todo este tempo de caminhada, continua buscando inovação, tecnologia e pessoas como fonte de inspiração para a criação de novos projetos. São atualmente três os softwares desenvolvidos e comercializados pela Softecsul Tecnologia: Company – Projetado para auxiliar gestores a gerirem seus negócios com eficiência, simplicidade e praticidade. Homologado e de acordo com as regras tributárias atuais que definem ferramentas como NF-e, NFS-e, CT-e, PAF/ECF, Sped Fiscal, SINTEGRA e TEF, o Company garante a tranquilidade tributária fiscal às empresas. ScannPrice – Ferramenta de marketing de relacionamento, composta de três sistemas integrados: um aplicativo mobile, desenvolvido com a identidade visual de sua empresa; um website administrativo para que sua equipe possa ter acesso às informações estatísticas comportamentais de seus clientes e um sistema de leitura e gestão de dados necessários para as funcionalidades do aplicativo. A proposta do ScannPrice é aumentar as vendas, conquistar e fidelizar mais clientes e fortalecer a marca no mercado com uma solução inovadora, capaz de ampliar o canal marketing e relacionamento dos clientes. TargetID – Plataforma IoT (sigla em inglês para Internet of Things, ou Internet das Coisas) pioneira em monitoramento da segurança do trabalhador. O TargetID propõe a monitorar o uso de equipamentos de proteção individual, com o objetivo de cuidar das pessoas e diminuir os riscos de acidentes nos ambientes de trabalho, validando a entrada de pessoas não autorizadas em locais controlados e as datas de vencimento dos EPIs (equipamentos de proteção individual) em uso, além de controlar o tempo máximo de permanência de funcionários em locais sob exposição térmica, química ou biológica. Confira nosso bate-papo com Nelissa Gevaerd Colossi Branco, diretora de gestão na Softecsul Tecnologia, uma das primeiras residentes do Órion Parque. Vocês começaram, em 1993, com a Plongez. Como foi esse início? Quando a gente começou, na verdade, trabalhávamos com a parte de computação gráfica, como ela era chamada. Hoje é o popular web design. A gente fazia toda a parte de verificação, desde livros, apostilas, marcas, desenvolvimento de marcas, e era com isso que a gente trabalhava. Nossa intenção era, na época, fazer de tudo na área de tecnologia. Depois passamos para a parte de cursos de tecnologia. Na época tinha apenas os cursos extremamente demorados, todos com duração de até um ano para concluí-los. Nós viemos com uma proposta bem inovadora. Nossos cursos eram rápidos, de uma semana inteira, bem intensivos, e isso conquistou um mercado. Fomos muito bem aceitos, tendo em nossa carteira clientes como AMBEV, Klabin e outras indústrias de grande porte. A principal dificuldade que eles tinham era essa demanda de conhecimento mais básico e demorava até o profissional dar resultado. Tínhamos cursos, desde os básicos até AUTOCAD e programação. Como fazíamos a parte de diagramação e de computação gráfica, buscamos também os cursos e, nesse meio tempo, as coisas foram agregando. Também começamos a desenvolver sistemas. Num primeiro momento era uma necessidade nossa, porque tínhamos uma loja de tecnologia, que vendia suprimentos. Fomos uma das primeiras a fazer programas em Windows, onde tínhamos conseguido uma ferramenta para isso nos EUA. Começamos a desenvolver sistemas, tínhamos os cursos, vendíamos equipamento e fazíamos manutenção, porque uma coisa foi puxando a outra…. Em 2015 o perfil da empresa mudou completamente… A gente passou por uma grande dificuldade da empresa há dezoito anos atrás, porque ampliamos demais o leque de mercado. Ficamos muito diversificados. Esse foi então, o momento de olharmos o mercado e decidirmos que não venderíamos mais equipamento, porque já tinha os grandes magazines varejistas que faziam isso. Como tínhamos essa concorrência direta nessa questão de venda no varejo, optamos por só trabalhar com o desenvolvimento de sistemas. Uma parte do nosso trabalho ficou, apenas, com CRM (Customer Relationship Management, ou Gestão de Relacionamento com o Cliente). Chegou em um determinado momento, há uns cinco anos, e disse para meus sócios – que precisávamos diversificar e inovar na área de desenvolvimento, foi quando eu sugeri que fizéssemos um EMPRETEC. Meus sócios fizeram primeiro e eu fiz depois. Ali começou a abrir os nossos horizontes. Começamos a procurar um ramo de negócio diferente. Foi realmente um marco para acordarmos e fazermos algo novo. Além do software Company, que vocês desenvolveram, novas tecnologias, como o ScannPrice, surgiram dessa necessidade de mudança…. O ScannPrice já vem numa linha totalmente diferente. Agora estamos com projetos de trabalharmos com grandes corporações. O Company, por sua vez, tem o perfil de pequenas e médias empresas. Tivemos que nos adaptar, porque trabalhávamos com os pequenos. Reconheço que os pequenos são mais fáceis de trabalhar que os grandes. A grande corporação quer tirar sangue, suor e lágrimas da gente… ?? Estamos com o ScannPrice, que é mais na área de Business Intelligence, em lojas de departamento e supermercados, e ele trabalha basicamente com dados. A ideia é buscar o que o consumidor quer realmente consumir. O que ocorre é que nem sempre o que ele quer consumir, ele consome. Estamos buscando justamente essa união.

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Conheça mais a Melhore Gestão e Processos

Uma das mais antigas empresas vinculadas ao Órion Parque Tecnológico, a Melhore Gestão e Processos é uma consultoria empresarial que nasceu com os olhos apontados para o futuro. Nascida em 2016 e há quase dois anos fazendo parte do ecossistema do Centro de Inovação, a Melhore trabalha em diferentes linhas de atuação: Diagnóstico empresarial (levantamento dos principais pontos de melhoria e oportunidades de negócio); Planejamento Empresarial (desenvolvimento de estratégias e alinhamento dos propósitos empresariais com a equipe de forma consistente e aplicável); Consultoria Financeira (identificação e resolução de problemas financeiros em sua causa raiz); Gestão de Projetos (desenvolvimento e acompanhamento de projetos empresariais); Gestão por Processos e Desenho Organizacional (implantação de uma abordagem de processos na empresa, ampliando a qualidade e maximizando os resultados operacionais); Gestão de Mudança Organizacional (gerenciamento de mudança organizacional e administração de conflitos através de ferramentas e conceitos consolidados); Implantação de ERP (empresa credenciada para implantação do sistema de informação gratuito MarketUP); Gestão da Inovação (desenvolvimento de um sistema de gestão da inovação que fomente novas oportunidades para o negócio).   O grande processo inovador que fez a Melhore chegar até o Órion foi o desenvolvimento de uma plataforma online, em que o usuário terá um controle mais facilitado de todo o processo de consultoria. “A ideia é que ele faça uma auto-consultoria”, comentou Emerson Lourenço, um dos sócios da Melhore. “Com isso ele vai ter autonomia em todo o processo para auxiliar na gestão. Uma inteligência por trás da plataforma vai direcionar o usuário para o caminho que a gente quer que ele siga”, destacou o empreendedor. Outro sócio da Melhore, Rafael Clauberg comenta um dos benefícios da ferramenta que vem sendo desenvolvida pela Melhore. “Qualquer consultoria tradicional, hoje em dia, sai caro. Essas empresas com pouco tempo de mercado não têm capacidade para, logo no início, desembolsar um valor alto para isso. Essa é uma forma de deixar mais acessível para as pessoas, a um número maior de empresários, e de uma forma padronizada, nós conseguimos ganhar em escala e número de pessoas que utilizam a plataforma”, afirmou. A expectativa é de que a versão beta do projeto seja lançado até o final do ano.   Confira a entrevista completa com os empreendedores da Melhore: Como que surgiu a empresa e porquê o Órion entrou na vida de vocês? Rafael Clauberg – Nossa empresa foi criada para prestar consultoria para o SEBRAE. Foi o primeiro objetivo dela. Quando iniciamos, nós também vimos algumas alternativas para termos retorno financeiro. E surgiu a ideia de criar essa plataforma a partir de um trabalho que a gente fez no passado de inovação na Serra catarinense. Nós construímos uma prévia de uma metodologia de consultoria que deu certo. Chegamos a resultados muito bons com algumas empresas. Daí surgiu o Órion Parque, conversamos sobre a possibilidade de nos inscrevermos. A ideia do Órion seria nos ajudar a desenvolver a nossa plataforma. Eu não entendo nada de plataforma, o Emerson entende, ele trabalha com sistemas o que permitiu desenvolvermos o projeto. Eu entendo de gestão. O Emerson também já trabalhou com consultoria, mais para grandes empresas. Tudo que a gente tem de ideia foi desenvolvido aqui. Tínhamos uma ideia vaga de como iria funcionar. Emerson Lourenço – Mas o método todo foi nós que criamos. Tínhamos a ideia em fragmentos, em arquivos esparsos, em Excel, Word, em diferentes fontes. Agora tentamos reescrever para tentar deixar numa linguagem mais padronizada e mais compreensível para o nosso usuário. Agora vamos parar de atuar presencialmente numa consultoria, para levarmos o conceito para um sistema. Por isso que a linguagem tinha que ser de mais compreensão. A ideia é que, com a plataforma, o usuário possa ter um processo mais facilitado disso? Emerson Lourenço – A ideia é que ele faça uma auto-consultoria. Ele vai ter autonomia em todo o processo para auxiliar ele na gestão. Uma inteligência por trás da plataforma vai direcionar ele para o caminho onde obterá melhores resultados. Rafael Clauberg – Isso tudo é uma tendência. Tudo converge hoje para o digital, e a consultoria não deixa de seguir esse caminho. Daqui poucos anos não vai mais haver consultoria presencial. Emerson Lourenço – É para ser mais acessível, inclusive para as micro e pequenas empresas. Qualquer consultoria, hoje em dia, sai caro. Essas empresas não têm capacidade para, logo no início, desembolsar um valor alto para isso. Essa é uma forma de deixar mais acessível para as pessoas, a um número maior de empresários, e de uma forma padronizada, nós conseguimos ganhar em escala e número de pessoas que utilizam a plataforma. Rafael Clauberg – Já temos o modelo de negócio bem definido para isso. A plataforma será vendida diretamente às empresas? Como ela funcionará? Rafael Clauberg – Sim, será pelo modelo Saas (Software as a Service, que significa software como um serviço. Ou seja, são aplicações online que podem ser usadas no computador, tablet ou celular, de maneira simples e remota). Emerson Lourenço – Pretendemos ofertar diretamente às empresas. Com ela pronta, trabalhada, faremos uma atuação em propaganda específica para atrair mais seguidores. A ideia é que ela seja genérica e consigamos atender vários públicos. Rafael Clauberg – A gente buscou as melhores práticas de mercado e estamos colocando tudo isso dentro de uma plataforma para que as pessoas possam evoluir. Muitas vezes, quando se presta uma consultoria, não temos o total engajamento do empresário. Ele recebe a informação, mas não executa. A plataforma vai incentivar que ele execute. Emerson Lourenço – Nossa forma de ofertar o trabalho é um pouco diferente da consultoria convencional. Na consultoria tradicional, o consultor chega num cliente, faz o primeiro diagnóstico, deixa um plano de ação e, depois de um tempo, ele volta e checa se a ação foi feita. Só que muitas vezes essa tarefa de casa que deixamos para o empresário ele não consegue fazer sozinho. Quando se volta lá ele não fez. Ele tem dificuldade, existe esse vai e vem que algumas vezes nos impede de demonstrar o resultado

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