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FAPESC divulga os aprovados na fase de admissibilidade do Prêmio Inovação Catarinense; Orion Parque concorre em quatro categorias

Já são conhecidos os 137 projetos que concorrem ao Prêmio Inovação Catarinense – professor Caspar Erich Stemmer, realizado pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc). A divulgação das propostas aprovadas na fase de admissibilidade ocorreu em dezembro passado. Ainda no início de 2021 serão divulgados os finalistas e os vencedores serão conhecidos em cerimônia sem data definida por enquanto, mas que ocorrerá depois de março de 2021, pelo menos. O Prêmio Inovação Catarinense foi criado pela Lei 14.328, de 2008 (Lei Catarinense de Inovação) e dispõe sobre incentivos à pesquisa científica e tecnológica e à inovação no ambiente produtivo, visando à capacitação em ciência, tecnologia e inovação, permitindo o equilíbrio regional e o desenvolvimento econômico e social sustentável do Estado de Santa Catarina. A premiação homenageia a memória do Professor Caspar Erich Stemmer, personalidade catarinense de destaque nacional no desenvolvimento da ciência, da tecnologia e da inovação. O Prêmio incentiva e reconhece os esforços bem-sucedidos de gestão da inovação que auxiliem no desenvolvimento dos ecossistemas de empreendedorismo inovador no Estado de Santa Catarina. O objetivo do prêmio é destacar trajetórias de personalidades e instituições que colaboraram para o desenvolvimento da inovação em Santa Catarina. Os primeiros lugares serão contemplados com R$ 15 mil, R$ 10 mil e R$ 5 mil, respectivamente. Também serão entregues troféus e certificados aos vencedores. Entre os objetivos, destacam-se selecionar pessoas, equipes de pesquisa, instituições, órgãos públicos estaduais e municipais e empresas catarinenses que se destacaram por seus esforços na conversão do conhecimento em inovação, gerando significativa contribuição ou impacto para a sociedade catarinense, e também agraciar e valorizar a implementação de um produto (bem ou serviço) novo ou significativamente melhorado, ou um processo ou um novo método de marketing ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas. Confira as categorias abaixo e os concorrentes do Orion na premiação, em cada uma delas:

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Quiron Agrodigital conquista primeiro lugar na banca de Aceleração InovAtiva 2.2020

Melhor startup agro do maior programa de aceleração de startups da América Latina, startup residente no Orion já tem clientes internacionais Participando do InovAtiva 2020.2, maior programa de Aceleração de Startups do país, a Quiron Agrodigital, startup residente no Orion Parque, conseguiu um excelente resultado, com o primeiro lugar na Banca de Agronegócio na aceleração 2020.02, que começou em meados de setembro, de forma totalmente online. O resultado saiu ontem (14), no encerramento e premiação das startups destaques do Experience 20.2, no YouTube do InovAtiva.   Focada do agronegócio, a Quiron Agrodigital provê uma solução remota e automatizada para monitoramento de ocorrência de pestes, doenças e incêndios florestais, usando imagens de satélite e tecnologias de visão computacional que possibilita os gestores mais assertividade e precisão em suas tomadas de decisão nas operações a campo. A startup começou no ano de 2018, já incubada no Centro de Inovação do Orion Parque Tecnológico, e desde lá tem acumulado conquistas e bons resultados em oportunidades de investimentos e programas de capacitação do negócio empreendedor.  No mesmo ano, a Quiron foi aprovada no Sinapse da Inovação, promovido pelo Governo do Estado de Santa Catarina.  De lá para cá, também teve a oportunidade de fazer parte do Forest Insight, da UFV, no Brasil, em 2019, e de ser a  única startup brasileira selecionada para o Salto Growth New Norm, promovido por fundadores das principais startups da Estônia, em maio deste ano. Já em setembro, a Flareless, também da Quiron, foi aprovada para o Batch da Plug and Play Insurtech, estando apta a construir produtos e serviços para as maiores seguradoras do mundo.  O maior programa de Aceleração de Startups da América Latina O InovAtiva Brasil é o maior programa de Aceleração de Startups da América Latina.  Em sete anos já foram submetidos mais de 12 mil projetos, com 3 mil startups treinadas e mais de 1.100 startups aceleradas. Fundamental para negócios inovadores e com poucos anos de vida, as acelerações oferecem capacitação, conexão e mentoria para negócios inovadores. Com dois ciclos por ano, em cada edição são selecionadas até 160 startups para uma aceleração online de até 4 meses. No final do processo, as startups participam do InovAtiva Experience, evento de conexão com líderes-chave do mercado em que empreendedores e empreendedoras se apresentam para uma banca de investidores, grandes empresas e aceleradoras. A Quiron foi avaliada como a melhor startup de Agronegócio nesta edição de 20.2, em que 113 startups participaram.   Atualmente, o programa é coordenado pela Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia e pelo Sebrae. A partir do terceiro ciclo, no início de 2015, a Fundação CERTI, com sede em Florianópolis, foi selecionada para operacionalizar o programa. A Fundação possui experiência na elaboração de projetos como Sinapse da Inovação, uma iniciativa que apoia o nascimento de centenas de startups em estados brasileiros e desenvolve Parques Tecnológicos em todo o país.

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Startups do Orion são avaliadas em Demoday com potenciais investidores

Atividades recorrentes e de preparação para as startups do Orion, DemoDays e Pitch Trainings, realizados em versão online, oportunizam troca de conhecimento e capacitações sobre como melhor apresentar o seu próprio negócio para comunidade e possíveis investidores.  Na lista de desafios que as startups e pequenos negócios precisam superar, conseguir gerar interesse de investidores e potenciais parceiros é algo fundamental. Ao entrar no Orion Parque, e fazer parte das empresas residentes, os empreendedores sabem que isso é parte do processo de desenvolvimento de qualquer um que queira crescer enquanto negócio.  Por isso, o setor de Empresas e Startups trabalha para desenvolver ainda mais o potencial dos empreendedores. Uma das ações é a realização de treinamentos de Pitch Training (treinamento de comunicação de venda e apresentação da empresa) e DemoDays (evento de apresentação de startups para potenciais investidores).   Na última quarta-feira (18) o Orion Parque realizou o último Demoday da temporada. Na oportunidade, sete empresas residentes (Acropolis/Platon, Cowtrol, ALM, Difusa Cultivares, ilergic, SFMAPP/Sul Florestas e Scienco), que foram as melhores no Pitch Training realizado na semana anterior, apresentaram seus negócios para três potenciais investidores: Isabel Baggio, presidente do Banco da Família, Fabio Ferrari, investidor anjo e Diretor do RIA – Rede de Investidores Anjo – uma parceria entre a ACATE e a Anjos do Brasil que já investiu em startups promissoras – e Marcelo Waloski, sócio e fundador da Invisto, o maior círculo de investimentos em venture capital (capital de risco) no sul do Brasil. O Demoday pode ser revisto na íntegra aqui:  Para Hemerson Schenato, líder de startups e empresas do Orion Parque, a importância de eventos assim é notar o quanto de evolução e crescimento do negócio há entre os participantes.    “Tivemos então sete startups apresentando. Todas elas dos segmentos que temos aqui dentro do Orion: biotecnologia, agronegócio, health, apresentando suas soluções para uma banca de possíveis investimento. O bacana é se notar o nível de maturidade das empresas, que evoluiu bastante desde o último Demoday, que aconteceu em fevereiro deste ano, demonstrando uma maior maturidade do ponto de vista dos negócios, na forma de se expressar e na melhora do argumento de venda. Nós temos muitas coisas para evoluir. Como próximos passos, algumas startups que estão buscando investimento procurando estreitar essas relações com esses investidores. Esse vai ser o próximo passo, para que as startups possam começar a receber seus aportes”, ressaltou.  Na opinião do diretor-executivo do Orion, Claiton Camargo, a avaliação por pessoas externas do impacto das empresas desenvolvidas pelo Orion é fator chave para a maturidade a longo prazo dos negócios.  “É muito importante a avaliação dessas pessoas que são externas do Orion Parque. A gente sempre teve como convicção que esse networking que nos envolve, networking que a gente consegue através do Parque com os nossos apoiadores e parceiros faz com que as nossas startups ganhem projeções maiores do que se elas estejam apenas presencialmente no Parque”, lembra. 

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Parceria com polos regionais e compartilhamento de ações: a estratégia de estadualização da inovação em SC

Santa Catarina, estado que cresceu a partir da diversificação econômica regional, cria uma nova dinâmica para desenvolver o setor de tecnologia, independente do grau de maturidade de cada polo. A diversidade econômica e a formação de vários polos regionais marcou a história, a cultura e o desenvolvimento de Santa Catarina. Ao longo do século XX, diferentes segmentos da indústria (metal-mecânica, têxtil, carbonífera, moveleira, agronegócios) moldaram as característica econômicas do Oeste, Serra, Norte, Vale do Itajaí, Sul e Litoral. E se essas regiões pudessem, à época, fazer um intercâmbio de informações e melhores práticas entre si, para entender o que poderia ser replicado e criar conexões entre as diferentes realidades locais? O que não foi possível fazer no passado hoje se tornou uma estratégia para estadualizar iniciativas e programas de desenvolvimento de tecnologia e inovação em Santa Catarina, reduzindo a disparidade regional neste setor. Enquanto algumas regiões do estado já despontam no cenário nacional com ecossistemas em expansão, outras ainda dão os primeiros passos em termos de programas e iniciativas de inovação. Segundo o estudo Tech Report 2020, três regiões – Grande Florianópolis, Vale do Itajaí e Norte – concentram 78,6% do total de empresas de tecnologia e 89,1% do faturamento do setor de Santa Catarina. “Existe uma disparidade de maturidade entre os polos, mas isso é natural. Florianópolis teve que acelerar, porque a vocação econômica local não suportava o setor industrial, então a tecnologia foi o caminho que a cidade encontrou para se desenvolver de maneira sustentável, sem depender da sazonalidade do turismo e também saindo um pouco do setor público”, avalia Iomani Engelmann, presidente da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE). Em termos de estado, comenta, “há um potencial natural se os polos aproveitarem suas vocações e é o que está acontecendo”. O Planalto Serrano e a região Sul do estado são as que percentualmente mais estão crescendo no mercado de tecnologia do estado, aponta anualmente o estudo Tech Report. Outras cidades do interior também se destacam com suas empresas-referência, como Brusque, sede da Hiper, startup de tecnologia para o varejo comprada em 2019 pela Linx; e Concórdia, berço da Compufour, vendida em setembro por R$ 100 milhões para uma multinacional italiana. Uma das formas que a entidade buscou para apoiar o desenvolvimento regional foi estadualizar suas ações, a partir de parcerias com polos locais e do compartilhamento de experiências, metodologias e benefícios às empresas associadas, além de um programa de apoio à governança e captação de receitas. A adesão é crescente: em 2018, a ACATE tinha 117 empresas associadas por meio da parceria com os polos regionais, número que chegou a 230 no final de 2019 e, até setembro, era de aproximadamente 350. REDE DE POLOS REGIONAIS CONVENIADOS À ACATE:  BLUSOFT Médio Vale do Itajaí (Blumenau) NIAVI/ACIRS Alto Vale do Itajaí (Rio do Sul) NUTI/ACII Vale do Itajaí/Litoral (Itajaí) ORION PARQUE Planalto Serrano (Lages) DEATEC Oeste (Chapecó) SOFTVILLE Norte (Joinville) NTI / ACIT Sul (Tubarão) NBT/ ACIC Sul (Criciúma) CITI Brusque ACATE Grande Florianópolis A partir de entrevistas com os diretores regionais, a ACATE está desenvolvendo um mapeamento completo e inédito do ecossistema de Santa Catarina. “Precisamos levar inovação para todo o estado. Algumas regiões já têm um mercado maduro, outras estão em fases bem distintas do desenvolvimento, mas todas essas experiências precisam ser compartilhadas. Por isso estamos fazendo reuniões quinzenais com todos os polos”, comenta Nelissa Branco, vice-presidente de Integração da ACATE e também do Orion Parque Tecnológico, inaugurado em 2016 e que tem sido um ponto de referência para a criação de um ecossistema de tecnologia em Lages. A região Serrana conta com apenas 3% do total de empresas do setor em SC, mas nos últimos três anos tem desenvolvido uma série de programas de inovação envolvendo mercado, comunidade e academia. Hoje o Orion conta com 140 empresas vinculadas, onde trabalham 1,8 mil pessoas, com um faturamento total de R$ 155 milhões e R$ 12 milhões de impostos recolhidos. ENCONTROS ONLINE AJUDAM A CONECTAR EMPREENDEDORES DE TODO O ESTADO O “novo normal” digital tem sido um aliado nesse processo. “Como todos os eventos e encontros agora são virtuais, acabamos conectando empreendedores de todo o estado, por exemplo, para reuniões como as das Verticais de Negócio, que até a pandemia eram somente presenciais. Isto foi um grande diferencial para empresas de outras regiões do estado”, ressalta Nelissa. Há vários programas que foram validados em algumas regiões e podem ser aplicados em outras, como o Entra 21, iniciativa de formação profissional liderada há 15 anos pela Blusoft, em Blumenau, e que capacita cerca de 350 jovens/ano na região. Agora, está sendo estruturado pela vice-presidência de Talentos da ACATE, liderada pelo cofundador da Softplan, Moacir Marafon, para atender outras regiões do estado. “Com o mapeamento, podemos entender o que cada região precisa de acordo com sua fase de desenvolvimento e o que pode ser replicado para cada necessidade. Essa integração e o fortalecimento regional são preocupações que temos para ajudar no crescimento de todo o estado”, diz a vice-presidente. Em Chapecó, por exemplo, o polo local associado DEATEC vai inaugurar em novembro deste ano um Centro de Inovação nos mesmos moldes e conceito do CIA ACATE Primavera, em Florianópolis. “O setor de tecnologia no Oeste fatura R$ 1 bilhão por ano e o total de empresas representa 10% do estado, mas estamos muito espalhados. Nem todos vão se mudar, mas queremos concentrar ações e encontros no local, materializar nosso ecossistema”, diz Sinara Perosa, presidente do Deatec. No Norte do estado, a ACATE levou o programa de inovação aberta LinkLab para o Ágora Tech Park – em uma iniciativa que ajudou a conectar grandes indústrias da região ao ambiente de startups, projeto já consolidado em Florianópolis e que, desde 2019, também roda no município de São José. “Um dos grandes diferenciais do ecossistema de Santa Catarina é que ele está se mantendo descentralizado, aproveitando a vocação econômica de cada região para que os polos de tecnologia também se mantenham diversificados”, conclui Iomani. ECOSSISTEMAS SÃO REGIONAIS, NÃO MUNICIPAIS “Os ambientes globais de inovação não são formados por uma única cidade, mas sim por uma região, como o Vale do Silício e outras referências. Por isso temos que

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Reuni Challenge mobiliza mais de 80 estudantes em três dias de imersão empreendedora

Alunos de onze diferentes instituições de ensino superior reuniram-se à distância para pensar em discutir soluções inovadoras e criar startups  Criar uma startup do zero, em 72 horas, foi o objetivo do Reuni Challenge, evento de empreendedorismo universitário, realizado pelo Orion Parque, que conectou nesta edição mais de 80 acadêmicos de universidades da Serra e Meio-Oeste Catarinense.  Os dias 06, 07 e 08 de novembro foram intensos para os acadêmicos do Instituto Federal de Santa Catarina – IFSC Lages, Udesc/Cav, Universidade do Planalto Catarinense-Uniplac e Unifacvest, representando as universidades da Serra Catarinense, com doze equipes, e Unoesc e IFC – Caçador, Joinville e Luzerna representando as universidades do Meio Oeste com sete equipes, que competiram entre si pelo título de Universidade mais Empreendedora. O evento tem como propósito fomentar o empreendedorismo universitário por meio da aplicação dos conhecimentos adquiridos dentro das universidades para o desenvolvimento de uma ideia, que deve ser transformada em negócio durante três dias. ”O empreendedorismo universitário é a fonte de mudança no ecossistema e na região, pois é onde o jovem se capacita para abrir negócios e gerar renda para a cidade” comenta o coordenador do evento e líder de Programas e Ações do Orion, Raul Capistrano. Para essa edição, foram apresentados problemas de segmentos específicos de mercado, como Turismo, Saúde e Comércio, e as equipes puderam escolher o problema que gostariam de trabalhar para solucioná-lo, criando um novo negócio. Diante dessa problemática, os universitários precisam fazer pesquisas, entender melhor o problema, validá-lo, validar a solução e criar o modelo de negócio. Durante os três dias de evento, as equipes recebem acompanhamento de um quadro de mentores que auxiliam ao longo das etapas, desde a ideação até o pitch final (apresentação para jurados), além de capacitações para criar uma base de conhecimento antes de cada atividade e da participação de um professor da instituição, ajudando os alunos ao longo do desafio.  O Reuni Challenge proporciona aos acadêmicos as vivências e emoções de todas as etapas da criação de um negócio.  ”O evento é muito bacana! estou tão instigada que desde sexta feira eu nem durmo. Viro a noite imaginando e criando” conta a participante, Ester Oliveira. Além de desenvolver competências comportamentais como a adaptabilidade para trabalhar em grupo, empatia e autodisciplina, mais aprendizados são consolidados. “Os acadêmicos aprendem a empreender suas vidas também, serem empreendedores deles mesmos, tomar o controle de suas vidas”, conta a professora do IFSC de Caçador, Franciele Murer.  Além de contribuir para o desenvolvimento do acadêmico, o evento colabora para o desempenho das universidades participantes, já que, segundo a professora Franciele, os alunos ficam mais engajados e comprometidos, expandindo seus horizontes e ajudando inclusive em suas definições de carreira e preparação para o mercado de trabalho.  Confira a relação completa dos vencedores  Primeiro lugar: Startup ADA –  representante da universidade: prof. M.ª Sayonara Varela (Administração) composta pelos acadêmicos:  Rafael Venturini  (Curso de Administração), Kleberson de Oliveira (Ciências Contábeis), Catarine Maltauro (Sistema da Informação), Leandro Veiga (Administração) que escolheram como problemática a saúde e desenvolveram a startup ADA: All Data Analitics – Solução: coletar de forma rápida e eficaz a satisfação setorizada de cada paciente. Com a coleta dessas informações, serão gerados indicadores à secretaria municipal de saúde para a tomada de decisões.  Segundo lugar: Startup b.ridge -composta pelos acadêmicos: Bianca Vieira (Engenharia Elétrica) , Giordano Miolo (Direito), Hian Simionato (Arquitetura) e Lucas Sandri (Agronomia) que escolheram como problemática a ser desenvolvida o aumento do protagonismo e a participação em aulas presenciais e online, desenvolvendo a startup b.ridge, que tem como solução: o desenvolvimento de um aplicativo de contratação de empregados para grandes e pequenas empresas, solucionando também o problema de contratação de funcionários, que nem sempre são totalmente eficientes e ideais para a empresa. Assim, os empresários podem ter acesso a um banco de dados de estudantes, classificados de acordo com suas melhores habilidades, priorizando as soft skills. Terceiro lugar: Startup Nexus – representante da universidade: prof. Franciele Murer e Samuel Feitosa, que escolheram como problemática a ser desenvolvida: o aumento do protagonismo e a participação em aulas presenciais e online, que tem como solução: a criação de um site otimizado com métodos aplicáveis em sala de aula.

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Semana da Inovação traz palestras e eventos temáticos de empreendedorismo e inovação

Evento organizado pelo Orion Parque; Semana municipal de inovação entrou no calendário de eventos no ano passado A partir do dia 19 até 23 de outubro, durante a Semana da Inovação, o Orion Parque lhe convida a participar de uma semana toda repleta de aprendizados e vivências com temáticas de inovação, contando com palestras, eventos e muita interatividade.  A série de 15 eventos e webinars, totalmente gratuitos e online, incluem atividades como Workshop Captação de demandas com entidades, com o pessoal do Gênesis – Escritório de Projetos e impactos imediatos da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), além de Painéis sobre Governança dos Centros de Inovação, Cultura Empreendedora; Criatividade, Design e Inovação e eleições e fake news, pra citar apenas algumas iniciativas. “Embora todo o ano a gente saiba que tem a Semana Nacional de Inovação, ano passado foi promulgado uma Lei em Lages, e isso nos provocou a fazer uma ação que envolvesse as instituições de ensino, e um programa, onde não fosse a semana de inovação do Orion, mas sim a Semana de Inovação que está sendo organizada pelo Orion e todo mundo que for parceiro pode divulgar as ações dentro desse grande evento”, comenta o diretor-executivo do Orion Parque, Claiton Camargo.  Instituído com base na Lei Nº 4.363, aprovada pela Câmara de Vereadores e sancionada pelo prefeito municipal, em outubro de 2019 – a partir de um projeto de lei de autoria do vereador Jean Pierre – , a Semana Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação de Lages prevê a realização de “atividades e eventos nas áreas de ciência, tecnologia e inovação, viabilizando a participação de entidades, empresas e expoentes do âmbito local, com o objetivo de apresentar novidades, produtos, tendências e ideias, estimulando a divulgação e o fomento ao empreendedorismo”. Acesse o site do Orion, com página especial sobre a Semana da Inovação, confira a programação completa, inscreva-se e participe você também. #eusouorion #semanadainovação #tecnologia #empreendedorismo #inovação #FAPESC #FAPESC.SC #FapescéSDE #SDEGOVSC #GOVERNOSC #Fapesc.gov

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Você já pensou em desenvolver um negócio em apenas um fim de semana?

Uma competição entre universidades e universitários, com o desafio de criar uma startup do zero em apenas três dias: esse é o objetivo do Reuni Challenge, evento online que ocorre pela segunda vez este ano, promovido pelo Orion Parque.   Entre os dias 06 a 08 de novembro, a iniciativa permite que os envolvidos tenham realmente a oportunidade de “colocar a mão na massa”, passando por todas as fases de uma negócio real: desde a criação da ideia, e construção de modelos de negócios e validações de hipótese, até a apresentação final para uma banca de avaliadores. Na prática, o Reuni Challenge é uma versão reduzida do Startup Weekend, já realizado no Orion Parque. Durante o evento os participantes recebem ajuda de mentores com experiência de mercado, além de capacitações para superar os desafios da criação de um novo negócio. No fim, a equipe vencedora receberá uma premiação em dinheiro e a universidade vinculada o título de instituição mais empreendedora da Serra e Meio-Oeste Catarinense.    “O desenvolvimento de uma região depende muito do potencial empreendedor das universidades e dos universitários da localidade. Quanto mais contatos com o empreendedorismo, mais chances o estudante tem de desenvolver um novo negócio e colocar em prática os conhecimentos adquiridos durante seus estudos. Por isso, eventos como esse são tão importantes para o desenvolvimento regional”, comenta Raul Capistrano, líder do setor de Programas e Ações do Orion. 

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Chamada Pública de combate à violência programa atividades para próximos meses

A Chamada Pública do Orion, para  cadastro de ideias e projetos de combate à violência contra a mulher, que encerrou inscrições no final do mês de agosto, já tem ações definidas para o mês de setembro e outubro.  O evento de integração online, realizado entre a equipe de Programas e Ações do Orion, e os participante inscritos com projetos e voluntários para ajudar nas iniciativas, proporcionou um primeiro momento de interação e troca de experiências por meio da fala sobre Protagonismo Social e Voluntariado, além de dinâmicas realizadas com os participantes, que puderam se conhecer melhor e se identificar uns com os outros. O webinar contou com a participação de conselheiros e membros da direção do Orion Parque. Após essa primeira dinâmica, será realizada uma mini-aceleração durante o mês de outubro, chamada Mulheres Connect-SAIPH. A aceleradora foi criada exclusivamente para trabalhar o desenvolvimento e estruturação dos projetos cadastrados na chamada pública, tendo em vista que grande parte desses projetos ainda está em fase de ideação. Os conteúdos e mentores foram escolhidos para atender a necessidade desses projetos e serão trabalhados ao longo de quatro encontros a ser realizados nos dias 08, 15, 22 e 29 do próximo mês. Saiph é o nome da aceleradora de projetos sociais, que já teve cerca de 20 aulas realizadas até o momento.  Os nomes escolhidos para mentorar esses momentos são profissionais com extensa bagagem em instituições atuantes para projetos sociais. Os temas são Autoconhecimento, Elaboração de Projetos, Negócios de Impacto e Marketing para projetos sociais. Cada tema será trabalhado durante uma aula por aproximadamente duas horas, em formato de webinar.  Segundo Karoline Andrade, atual coordenadora do Mulheres Connect e integrante do setor de Programas e Startups do Orion, a dinâmica permitirá dar sequência aos projetos inscritos na chamada, contando com a expertise do Orion para encaminhamento das iniciativas.   “O Mulheres Connect – SAIPH será realizado durante todo o mês de outubro e ao longo do processo serão apresentados os caminhos dentro do Orion que possam ser interessantes para os projetos, como o Reuni, Saiph – Aceleradora de Projetos Sociais, Escritório de Projetos Gênesis, entre outras possíveis opções. Sobre atividades presenciais, ainda é imaturo afirmar que será realizado um evento presencial com os projetos e voluntários, devido ao momento de distanciamento social. Porém, existe a ideia e a vontade em realizar presencialmente um momento de integração final e devolutiva das atividades, que terá de ser planejado conforme a situação”, ressaltou Ao final da mini-aceleração, os projetos e voluntários que participaram ativa e frequentemente ao longo dos quatro encontros, serão certificados ao final do processo. A continuidade dos projetos, bem como sua execução deles, são inteiramente responsabilidade das equipes idealizadoras. O Orion não se responsabiliza pelos processos do projeto, como sua elaboração, captação de recurso e tomadas de decisão. Assim, cabe ao Orion orientá-los para esses processos, por meio do Mulheres Connect-Saiph e possíveis caminhos após seu encerramento. 

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Prêmio Inovação Catarinense da Fapesc está com inscrições abertas

Professores, pesquisadores, empresas e governos com trajetória de destaque na inovação serão homenageados pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc). Já estão abertas as inscrições para uma das mais tradicionais premiações do Estado, o Prêmio Inovação Catarinense – Professor Caspar Erich Stemmer, edição 2020. Os interessados em participar podem se inscrever até 3 de novembro diretamente na plataforma da fundação. Os detalhes do edital podem ser visualizados no site da Fapesc. Serão destinados R$ 330 mil para os primeiros colocados em 11 categorias. Quem ganhar o primeiro lugar recebe R$ 15 mil, o segundo, R$ 10 mil e o terceiro, R$ 5 mil, além de certificado e troféu. O presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen, lembra que o objetivo desse prêmio é reconhecer diferentes trabalhos realizados em cada canto do Estado. “Temos um ecossistema muito forte e que segue se expandindo. Nosso propósito é valorizar essas histórias e fortalecer a importância de todos, desde o aluno até o professor, o pesquisador e a empresa que está lá na ponta produzindo. Todos estão engajados na construção do setor de inovação de Santa Catarina, que já é referência para o Brasil e desponta internacionalmente”, comenta. As categorias do prêmio são: Agente da Inovação (pesquisadores catarinenses), Professor Inovador (docentes), Jovem Inovador (estudantes da educação básica),  Projeto Acadêmico Inovador (estudantes de graduação), Inventor Independente (sem vínculo com instituições), Empresa Inovadora (iniciativa privada), ICT Inovadora (instituições de ensino, pesquisa e tecnologia), Inovação em Produtos (iniciativa privada), Inovação em Serviço ou Processo (empresas), Inovação de Impacto Socioambiental (iniciativa privada e organizações da sociedade civil) e Governo Inovador (órgãos públicos municipais e estaduais). O Prêmio Inovação Catarinense foi criado pela Lei 14.328, de 2008 (Lei Catarinense de Inovação) e dispõe sobre incentivos à pesquisa científica e tecnológica e à inovação no ambiente produtivo, visando à capacitação em ciência, tecnologia e inovação, permitindo o equilíbrio regional e o desenvolvimento econômico e social sustentável do Estado de Santa Catarina. A premiação homenageia a memória do Professor Caspar Erich Stemmer, personalidade catarinense de destaque nacional no desenvolvimento da ciência, da tecnologia e da inovação. A gerente de Inovação da Fapesc, Gabriela Mager, reforça a importância de divulgar essas histórias para que os catarinenses conheçam e valorizem quem produz inovação em Santa Catarina. “A ideia é premiar os estudantes, professores, pesquisadores, empresas e instituições governamentais por suas ideias inovadoras e, ao mesmo tempo, divulgá-las para que a sociedade catarinense tenha conhecimento e se surpreenda com o desenvolvimento científico e tecnológico de nosso Estado”, defende. Edições anteriores A Fapesc já realizou oito edições do Prêmio Inovação Catarinense – Professor Caspar Erich Stemmer. Desde 2009, foram homenageadas mais de 100 personalidades e instituições e destinados. A fundação também destinou mais de R$ 2,3 milhões para esses trabalhos e trajetórias de destaque na inovação catarinense. Só na edição de 2019, que teve cerimônia de premiação em fevereiro de 2020, foram 30 homenageados. Entre eles está a professora Giselle Araújo e Silva de Medeiros, vencedora na categoria Professor Inovador. Ela incentivou estudantes da rede pública de ensino de Florianópolis a entrar no mundo da tecnologia, aprendendo e criando soluções para os problemas da comunidade. “O orgulho é muito grande porque a gente já tem alunas que estão no mercado de trabalho, que estão atuando como jovem aprendiz na área de tecnologia e desenvolvendo seu potencial. A riqueza é a escola pública de qualidade”, defendeu a professora ao saber do resultado da premiação. Também fez parte da lista de vencedores, na última edição, a prof. Maria de Lourdes Borba Magalhães, da empresa Scienco Biotech, residente no Orion Parque. Na oportunidade, a prof. Maria foi uma das premiadas na categoria Agente de Inovação, que destaca pesquisadores com atuação em Santa Catarina que tenham, ao longo de sua trajetória, contribuído na conversão do conhecimento em inovação, gerando significativa contribuição ou impacto para a sociedade. A Defesa Civil de Estado também esteve entre os reconhecidos, levando o primeiro lugar na categoria Governo Inovador com o Centro Integrado de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cigerd). A estrutura é responsável por integrar diferentes regiões do Estado em momentos de desastre. \”É um projeto moderno, inovador e que traz 20 regionais de Santa Catarina, todas interligadas por videoconferência. Todos ao mesmo tempo podendo conversar e resolver os problemas. É um projeto reconhecido internacionalmente”, destacou o diretor da Gestão da Educação da Defesa Civil, Alexandre Correia Dutra, durante a cerimônia. A lista dos finalistas dessa edição será divulgada em 1º de março de 2021. Com informações FAPESC.

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