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Parceria com polos regionais e compartilhamento de ações: a estratégia de estadualização da inovação em SC

Santa Catarina, estado que cresceu a partir da diversificação econômica regional, cria uma nova dinâmica para desenvolver o setor de tecnologia, independente do grau de maturidade de cada polo. A diversidade econômica e a formação de vários polos regionais marcou a história, a cultura e o desenvolvimento de Santa Catarina. Ao longo do século XX, diferentes segmentos da indústria (metal-mecânica, têxtil, carbonífera, moveleira, agronegócios) moldaram as característica econômicas do Oeste, Serra, Norte, Vale do Itajaí, Sul e Litoral. E se essas regiões pudessem, à época, fazer um intercâmbio de informações e melhores práticas entre si, para entender o que poderia ser replicado e criar conexões entre as diferentes realidades locais? O que não foi possível fazer no passado hoje se tornou uma estratégia para estadualizar iniciativas e programas de desenvolvimento de tecnologia e inovação em Santa Catarina, reduzindo a disparidade regional neste setor. Enquanto algumas regiões do estado já despontam no cenário nacional com ecossistemas em expansão, outras ainda dão os primeiros passos em termos de programas e iniciativas de inovação. Segundo o estudo Tech Report 2020, três regiões – Grande Florianópolis, Vale do Itajaí e Norte – concentram 78,6% do total de empresas de tecnologia e 89,1% do faturamento do setor de Santa Catarina. “Existe uma disparidade de maturidade entre os polos, mas isso é natural. Florianópolis teve que acelerar, porque a vocação econômica local não suportava o setor industrial, então a tecnologia foi o caminho que a cidade encontrou para se desenvolver de maneira sustentável, sem depender da sazonalidade do turismo e também saindo um pouco do setor público”, avalia Iomani Engelmann, presidente da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE). Em termos de estado, comenta, “há um potencial natural se os polos aproveitarem suas vocações e é o que está acontecendo”. O Planalto Serrano e a região Sul do estado são as que percentualmente mais estão crescendo no mercado de tecnologia do estado, aponta anualmente o estudo Tech Report. Outras cidades do interior também se destacam com suas empresas-referência, como Brusque, sede da Hiper, startup de tecnologia para o varejo comprada em 2019 pela Linx; e Concórdia, berço da Compufour, vendida em setembro por R$ 100 milhões para uma multinacional italiana. Uma das formas que a entidade buscou para apoiar o desenvolvimento regional foi estadualizar suas ações, a partir de parcerias com polos locais e do compartilhamento de experiências, metodologias e benefícios às empresas associadas, além de um programa de apoio à governança e captação de receitas. A adesão é crescente: em 2018, a ACATE tinha 117 empresas associadas por meio da parceria com os polos regionais, número que chegou a 230 no final de 2019 e, até setembro, era de aproximadamente 350. REDE DE POLOS REGIONAIS CONVENIADOS À ACATE:  BLUSOFT Médio Vale do Itajaí (Blumenau) NIAVI/ACIRS Alto Vale do Itajaí (Rio do Sul) NUTI/ACII Vale do Itajaí/Litoral (Itajaí) ORION PARQUE Planalto Serrano (Lages) DEATEC Oeste (Chapecó) SOFTVILLE Norte (Joinville) NTI / ACIT Sul (Tubarão) NBT/ ACIC Sul (Criciúma) CITI Brusque ACATE Grande Florianópolis A partir de entrevistas com os diretores regionais, a ACATE está desenvolvendo um mapeamento completo e inédito do ecossistema de Santa Catarina. “Precisamos levar inovação para todo o estado. Algumas regiões já têm um mercado maduro, outras estão em fases bem distintas do desenvolvimento, mas todas essas experiências precisam ser compartilhadas. Por isso estamos fazendo reuniões quinzenais com todos os polos”, comenta Nelissa Branco, vice-presidente de Integração da ACATE e também do Orion Parque Tecnológico, inaugurado em 2016 e que tem sido um ponto de referência para a criação de um ecossistema de tecnologia em Lages. A região Serrana conta com apenas 3% do total de empresas do setor em SC, mas nos últimos três anos tem desenvolvido uma série de programas de inovação envolvendo mercado, comunidade e academia. Hoje o Orion conta com 140 empresas vinculadas, onde trabalham 1,8 mil pessoas, com um faturamento total de R$ 155 milhões e R$ 12 milhões de impostos recolhidos. ENCONTROS ONLINE AJUDAM A CONECTAR EMPREENDEDORES DE TODO O ESTADO O “novo normal” digital tem sido um aliado nesse processo. “Como todos os eventos e encontros agora são virtuais, acabamos conectando empreendedores de todo o estado, por exemplo, para reuniões como as das Verticais de Negócio, que até a pandemia eram somente presenciais. Isto foi um grande diferencial para empresas de outras regiões do estado”, ressalta Nelissa. Há vários programas que foram validados em algumas regiões e podem ser aplicados em outras, como o Entra 21, iniciativa de formação profissional liderada há 15 anos pela Blusoft, em Blumenau, e que capacita cerca de 350 jovens/ano na região. Agora, está sendo estruturado pela vice-presidência de Talentos da ACATE, liderada pelo cofundador da Softplan, Moacir Marafon, para atender outras regiões do estado. “Com o mapeamento, podemos entender o que cada região precisa de acordo com sua fase de desenvolvimento e o que pode ser replicado para cada necessidade. Essa integração e o fortalecimento regional são preocupações que temos para ajudar no crescimento de todo o estado”, diz a vice-presidente. Em Chapecó, por exemplo, o polo local associado DEATEC vai inaugurar em novembro deste ano um Centro de Inovação nos mesmos moldes e conceito do CIA ACATE Primavera, em Florianópolis. “O setor de tecnologia no Oeste fatura R$ 1 bilhão por ano e o total de empresas representa 10% do estado, mas estamos muito espalhados. Nem todos vão se mudar, mas queremos concentrar ações e encontros no local, materializar nosso ecossistema”, diz Sinara Perosa, presidente do Deatec. No Norte do estado, a ACATE levou o programa de inovação aberta LinkLab para o Ágora Tech Park – em uma iniciativa que ajudou a conectar grandes indústrias da região ao ambiente de startups, projeto já consolidado em Florianópolis e que, desde 2019, também roda no município de São José. “Um dos grandes diferenciais do ecossistema de Santa Catarina é que ele está se mantendo descentralizado, aproveitando a vocação econômica de cada região para que os polos de tecnologia também se mantenham diversificados”, conclui Iomani. ECOSSISTEMAS SÃO REGIONAIS, NÃO MUNICIPAIS “Os ambientes globais de inovação não são formados por uma única cidade, mas sim por uma região, como o Vale do Silício e outras referências. Por isso temos que

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Reuni Challenge mobiliza mais de 80 estudantes em três dias de imersão empreendedora

Alunos de onze diferentes instituições de ensino superior reuniram-se à distância para pensar em discutir soluções inovadoras e criar startups  Criar uma startup do zero, em 72 horas, foi o objetivo do Reuni Challenge, evento de empreendedorismo universitário, realizado pelo Orion Parque, que conectou nesta edição mais de 80 acadêmicos de universidades da Serra e Meio-Oeste Catarinense.  Os dias 06, 07 e 08 de novembro foram intensos para os acadêmicos do Instituto Federal de Santa Catarina – IFSC Lages, Udesc/Cav, Universidade do Planalto Catarinense-Uniplac e Unifacvest, representando as universidades da Serra Catarinense, com doze equipes, e Unoesc e IFC – Caçador, Joinville e Luzerna representando as universidades do Meio Oeste com sete equipes, que competiram entre si pelo título de Universidade mais Empreendedora. O evento tem como propósito fomentar o empreendedorismo universitário por meio da aplicação dos conhecimentos adquiridos dentro das universidades para o desenvolvimento de uma ideia, que deve ser transformada em negócio durante três dias. ”O empreendedorismo universitário é a fonte de mudança no ecossistema e na região, pois é onde o jovem se capacita para abrir negócios e gerar renda para a cidade” comenta o coordenador do evento e líder de Programas e Ações do Orion, Raul Capistrano. Para essa edição, foram apresentados problemas de segmentos específicos de mercado, como Turismo, Saúde e Comércio, e as equipes puderam escolher o problema que gostariam de trabalhar para solucioná-lo, criando um novo negócio. Diante dessa problemática, os universitários precisam fazer pesquisas, entender melhor o problema, validá-lo, validar a solução e criar o modelo de negócio. Durante os três dias de evento, as equipes recebem acompanhamento de um quadro de mentores que auxiliam ao longo das etapas, desde a ideação até o pitch final (apresentação para jurados), além de capacitações para criar uma base de conhecimento antes de cada atividade e da participação de um professor da instituição, ajudando os alunos ao longo do desafio.  O Reuni Challenge proporciona aos acadêmicos as vivências e emoções de todas as etapas da criação de um negócio.  ”O evento é muito bacana! estou tão instigada que desde sexta feira eu nem durmo. Viro a noite imaginando e criando” conta a participante, Ester Oliveira. Além de desenvolver competências comportamentais como a adaptabilidade para trabalhar em grupo, empatia e autodisciplina, mais aprendizados são consolidados. “Os acadêmicos aprendem a empreender suas vidas também, serem empreendedores deles mesmos, tomar o controle de suas vidas”, conta a professora do IFSC de Caçador, Franciele Murer.  Além de contribuir para o desenvolvimento do acadêmico, o evento colabora para o desempenho das universidades participantes, já que, segundo a professora Franciele, os alunos ficam mais engajados e comprometidos, expandindo seus horizontes e ajudando inclusive em suas definições de carreira e preparação para o mercado de trabalho.  Confira a relação completa dos vencedores  Primeiro lugar: Startup ADA –  representante da universidade: prof. M.ª Sayonara Varela (Administração) composta pelos acadêmicos:  Rafael Venturini  (Curso de Administração), Kleberson de Oliveira (Ciências Contábeis), Catarine Maltauro (Sistema da Informação), Leandro Veiga (Administração) que escolheram como problemática a saúde e desenvolveram a startup ADA: All Data Analitics – Solução: coletar de forma rápida e eficaz a satisfação setorizada de cada paciente. Com a coleta dessas informações, serão gerados indicadores à secretaria municipal de saúde para a tomada de decisões.  Segundo lugar: Startup b.ridge -composta pelos acadêmicos: Bianca Vieira (Engenharia Elétrica) , Giordano Miolo (Direito), Hian Simionato (Arquitetura) e Lucas Sandri (Agronomia) que escolheram como problemática a ser desenvolvida o aumento do protagonismo e a participação em aulas presenciais e online, desenvolvendo a startup b.ridge, que tem como solução: o desenvolvimento de um aplicativo de contratação de empregados para grandes e pequenas empresas, solucionando também o problema de contratação de funcionários, que nem sempre são totalmente eficientes e ideais para a empresa. Assim, os empresários podem ter acesso a um banco de dados de estudantes, classificados de acordo com suas melhores habilidades, priorizando as soft skills. Terceiro lugar: Startup Nexus – representante da universidade: prof. Franciele Murer e Samuel Feitosa, que escolheram como problemática a ser desenvolvida: o aumento do protagonismo e a participação em aulas presenciais e online, que tem como solução: a criação de um site otimizado com métodos aplicáveis em sala de aula.

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Anbiotec Brasil empossa diretoria com desafio de fortalecer o setor de biotecnologia

Posse da nova presidente, Vanessa Silva da Silva, ocorreu na segunda-feira, dia 28, em evento online; empreendedora no Orion Parque, Maria de Lourdes Borba Magalhães, da Scienco Biotech, foi empossada como diretora nacional de Life Sciences e Insumos Estratégicos na entidade A empresária Vanessa Silva da Silva tomou posse na segunda-feira, dia 28 de setembro, em evento online, na presidência da Anbiotec Brasil, associação nacional que representa as empresas de Biotecnologia e Ciências da Vida. Criada há 10 anos com o objetivo de oferecer canal de integração de associados e fortalecer o setor, apoiando a inovação e o empreendedorismo como ferramentas de fortalecimento e competitividade, a instituição conta hoje com mais de 100 empresas associadas, que movimentam anualmente um mercado de bilhões de reais. Empreendedora no Orion Parque Tecnológico, Maria de Lourdes Borba Magalhães, proprietária da Scienco Biotech, foi empossada como diretora nacional de Life Sciences e Insumos Estratégicos na entidade. Para a empreendedora, que na Scienco desenvolve insumos para diagnóstico in vitro para todo Brasil, participar da diretoria da entidade será um importante networking para a região e contribui para disseminar a troca de experiências.  “Como diretora de Life Science e Insumos estratégicos, teremos o compromisso de fortificar a cadeia produtiva de insumos produzidos nacionalmente para atender a indústria farmacêutica, o setor Agropecuário e Meio Ambiente. Dessa forma, minha atuação no Ecossistema de Inovação de SC e como representante do NIT Lages vai ser muito benéfico, pois teremos a capacidade de conectar-nos nacionalmente, através de uma ampla rede de conexões, as demandas dos setores às tecnologias criadas por Universidades e startups assim como as oportunidades e iniciativas de fomento”, ressaltou a pesquisadora.  A posse coincide com o momento em que a pandemia provocada pelo Covid-19 coloca em evidência a necessidade de dar prioridade para as ciências da vida, dentro do contexto geral das ciências e tecnologia. Hoje, em todo o planeta organizações envolvidas com pesquisa correm contra o tempo para desenvolver a vacina que pode oferecer alguma normalidade para as populações. O Brasil inclui desafios adicionais, que vão demandar posicionamento estratégico de lideranças e empresários brasileiros. Criada dentro do ambiente de inovação do Centro de Ciências Agroveterinárias (CAV), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) em Lages, e residente no Centro de Inovação do Orion Parque Tecnológico, a Scienco foi contemplada no Edital de Inovação para a Indústria, do Senai, na categoria “Missão contra Covid-19“, que visa gerar soluções de impacto contra os problemas causados pela pandemia do novo coronavírus. A partir do edital, a Scienco foi notícia com a criação de um novo teste para identificação da COVID-19, através de uma parceria com o Instituto Senai de Química Verde, do Rio de Janeiro. “Nosso maior objetivo é inovar a gestão da Anbiotec Brasil, transformando-a na maior rede de negócios do setor de biotecnologia e ciências da vida do País”, assinala Vanessa Silva. Para viabilizar o projeto ambicioso, ela conta com a rede de apoio dos diretores e a experiência de 10 anos à frente de diferentes atividades na entidade. No período, ela teve oportunidade de conhecer o mercado e as empresas que, como ela reconhece, compartilharam, com confiança, estratégias e seus desafios, em busca de apoio para o seu crescimento, fortalecimento e competitividade. Estratégico para qualquer país preocupado com o futuro, o setor de biotecnologia e ciências da vida não tem, de fato, a notoriedade de outros segmentos inovadores, como as áreas de tecnologia da informação. A constatação leva à necessidade de unificação de toda a cadeia de produção. “Vamos trabalhar com todas as instâncias, da saúde humana e animal ao meio ambiente”, assinala Vanessa Silva. Segundo ela, o “desafio é ouvir e entender a comunidade, dos pesquisadores aos empresários, para gerar informações e iniciativas de fortalecimento.

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Parceria entre Softecsul e Centrium promove gestão de estoque para pequenas e médias empresas

A preocupação com o estoque é algo que está presente na realidade das empresas. Por isso, otimizar os processos de contagem e controle de estoque, principalmente reduzindo os custos, é o sonho de qualquer empreendedor. Foi pensando nesta necessidade que a Softecsul Inovação, empresa residente no Orion Parque, iniciou mais uma nova parceria. Desta vez, com Centrium Sistema de Gestão. A empresa, de Jaraguá do Sul (SC), atua desde 1993 com sistemas de gestão empresarial (ERPs) para as pequenas e médias empresas, de modo a proporcionar-lhes ganhos de produtividade na gestão de seus negócios. Com o conhecimento adquirido com implantações em mais de 500 projetos nos mais diversos segmentos, além da inovação, a empresa fornece aos seus clientes processos de gestão e de administração alinhados com as melhores práticas empresariais. A parceria entre as empresas reforça o objetivo de proporcionar aos clientes uma maior produtividade por meio da tecnologia e inovação. Segundo o sócio-proprietário da Centrium, Maurício de Carvalho, o que levou a parceria entre as empresas foi a possibilidade de utilizar uma única solução para diferentes necessidades. “Nossos clientes que trabalham com estoque, seja indústria, comércio ou distribuidores, possuem a necessidade de uma maior automação para o controle do seu estoque. Mesmo a Centrium possuindo vários controles na retaguarda, a contagem física é uma atuação que ainda não é otimizada”, comenta o sócio proprietário. Além disso, Maurício destaca que os ganhos e resultados de utilizar o ColetorPro estão principalmente na possibilidade de reduzir custos. “Existem situações onde nossos clientes chegam a gastar entre R$ 3 a 4 mil em coletores, isso é caríssimo. A situação muda quando ele tem a possibilidade de usar um celular para fazer isso, uma ferramenta extremamente poderosa. São duas empresas que darão apoio, e resultados realmente eficazes”, comenta, falando sobre o Coletor Pro, da Softecsul.  Saiba mais sobre a solução Coletor Pro O Coletor Pro é uma solução capaz de resultados verdadeiramente rápidos e eficazes, sem a necessidade de compra ou locação de coletores de dados caros, além de não ter os custos que integrações complexas com seu ERP (sistema de gestão integrado) teria. Na prática, o Coletor Pro transforma celulares Android em poderosas ferramentas de controle, comunicação e dados, integrados com uma plataforma web que dá a gestão e o controle que você está procurando. Confira mais detalhes no site do Coletor Pro. Com informações Softecsul

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Prêmio Inovação Catarinense da Fapesc está com inscrições abertas

Professores, pesquisadores, empresas e governos com trajetória de destaque na inovação serão homenageados pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc). Já estão abertas as inscrições para uma das mais tradicionais premiações do Estado, o Prêmio Inovação Catarinense – Professor Caspar Erich Stemmer, edição 2020. Os interessados em participar podem se inscrever até 3 de novembro diretamente na plataforma da fundação. Os detalhes do edital podem ser visualizados no site da Fapesc. Serão destinados R$ 330 mil para os primeiros colocados em 11 categorias. Quem ganhar o primeiro lugar recebe R$ 15 mil, o segundo, R$ 10 mil e o terceiro, R$ 5 mil, além de certificado e troféu. O presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen, lembra que o objetivo desse prêmio é reconhecer diferentes trabalhos realizados em cada canto do Estado. “Temos um ecossistema muito forte e que segue se expandindo. Nosso propósito é valorizar essas histórias e fortalecer a importância de todos, desde o aluno até o professor, o pesquisador e a empresa que está lá na ponta produzindo. Todos estão engajados na construção do setor de inovação de Santa Catarina, que já é referência para o Brasil e desponta internacionalmente”, comenta. As categorias do prêmio são: Agente da Inovação (pesquisadores catarinenses), Professor Inovador (docentes), Jovem Inovador (estudantes da educação básica),  Projeto Acadêmico Inovador (estudantes de graduação), Inventor Independente (sem vínculo com instituições), Empresa Inovadora (iniciativa privada), ICT Inovadora (instituições de ensino, pesquisa e tecnologia), Inovação em Produtos (iniciativa privada), Inovação em Serviço ou Processo (empresas), Inovação de Impacto Socioambiental (iniciativa privada e organizações da sociedade civil) e Governo Inovador (órgãos públicos municipais e estaduais). O Prêmio Inovação Catarinense foi criado pela Lei 14.328, de 2008 (Lei Catarinense de Inovação) e dispõe sobre incentivos à pesquisa científica e tecnológica e à inovação no ambiente produtivo, visando à capacitação em ciência, tecnologia e inovação, permitindo o equilíbrio regional e o desenvolvimento econômico e social sustentável do Estado de Santa Catarina. A premiação homenageia a memória do Professor Caspar Erich Stemmer, personalidade catarinense de destaque nacional no desenvolvimento da ciência, da tecnologia e da inovação. A gerente de Inovação da Fapesc, Gabriela Mager, reforça a importância de divulgar essas histórias para que os catarinenses conheçam e valorizem quem produz inovação em Santa Catarina. “A ideia é premiar os estudantes, professores, pesquisadores, empresas e instituições governamentais por suas ideias inovadoras e, ao mesmo tempo, divulgá-las para que a sociedade catarinense tenha conhecimento e se surpreenda com o desenvolvimento científico e tecnológico de nosso Estado”, defende. Edições anteriores A Fapesc já realizou oito edições do Prêmio Inovação Catarinense – Professor Caspar Erich Stemmer. Desde 2009, foram homenageadas mais de 100 personalidades e instituições e destinados. A fundação também destinou mais de R$ 2,3 milhões para esses trabalhos e trajetórias de destaque na inovação catarinense. Só na edição de 2019, que teve cerimônia de premiação em fevereiro de 2020, foram 30 homenageados. Entre eles está a professora Giselle Araújo e Silva de Medeiros, vencedora na categoria Professor Inovador. Ela incentivou estudantes da rede pública de ensino de Florianópolis a entrar no mundo da tecnologia, aprendendo e criando soluções para os problemas da comunidade. “O orgulho é muito grande porque a gente já tem alunas que estão no mercado de trabalho, que estão atuando como jovem aprendiz na área de tecnologia e desenvolvendo seu potencial. A riqueza é a escola pública de qualidade”, defendeu a professora ao saber do resultado da premiação. Também fez parte da lista de vencedores, na última edição, a prof. Maria de Lourdes Borba Magalhães, da empresa Scienco Biotech, residente no Orion Parque. Na oportunidade, a prof. Maria foi uma das premiadas na categoria Agente de Inovação, que destaca pesquisadores com atuação em Santa Catarina que tenham, ao longo de sua trajetória, contribuído na conversão do conhecimento em inovação, gerando significativa contribuição ou impacto para a sociedade. A Defesa Civil de Estado também esteve entre os reconhecidos, levando o primeiro lugar na categoria Governo Inovador com o Centro Integrado de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cigerd). A estrutura é responsável por integrar diferentes regiões do Estado em momentos de desastre. \”É um projeto moderno, inovador e que traz 20 regionais de Santa Catarina, todas interligadas por videoconferência. Todos ao mesmo tempo podendo conversar e resolver os problemas. É um projeto reconhecido internacionalmente”, destacou o diretor da Gestão da Educação da Defesa Civil, Alexandre Correia Dutra, durante a cerimônia. A lista dos finalistas dessa edição será divulgada em 1º de março de 2021. Com informações FAPESC.

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Programação do FICASC traz mais de 60 filmes, 10 lives e duas exposições fotográficas

O Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra Catarinense (FICASC) exibe mais de 60 filmes na programação da edição de 2020. Entre os dias 14 e 20 de setembro, no site do festival, são exibidos gratuitamente curtas, médias e longas-metragens produzidos em 21 países. Além das exibições, divididas em sete mostras não-competitivas, o festival apresenta lives, exposições fotográficas e uma homenagem ao cineasta ambiental André D’Elia. Em parceria com a Rede Primeiro Plano, Cinema Sem Fronteiras e Casa do Povo de Vila Franco do Campo, nos dias 17 e 18 de setembro o FICASC também exibe sessões na Ilha dos Açores, em Portugal. As inscrições para assistir aos filmes são gratuitas e todos os dias o festival tem uma programação diferente, ambos disponíveis no site do FICASC. O Orion Parque é apoiador e divulgador da iniciativa. As exibições são organizadas dentro de sete mostras: Mostra Contemporânea é o resultado da pesquisa em festivais do mundo todo, traçando um panorama do cinema socioambiental nos dias de hoje; Mostra Amazônia, com um recorte de filmes de vários países amazônicos, tratando de seus problemas e buscando soluções; Mostra Povos de Lutas, com filmes sobre questões urbanas, ativismo ambiental e trabalhadores sem terra; Mostra Latina, com uma seleção de obras cinematográficas das Américas do Sul, Central e Caribenha dos últimos anos; Mostra Espanha, com um recorte refinado da produção audiovisual espanhola no contexto socioambiental. Mostra Homenagem, um reconhecimento ao trabalho de André D’elia, ambientalista, diretor e produtor brasileiro que dirigiu alguns dos mais importantes filmes ambientais brasileiros na última década, através do que ele chama de “cinema pedrada\”; Mostra Infância, filmes cuidadosamente selecionados para dialogar com os pequenos sobre a importância de se cuidar, desde a infância, do planeta. O FICASC também transmite uma programação de lives através do Youtube, Instagram e Facebook. Além das transmissões de Tela Preta, um debate sobre raça, classe e cultura e Conservação da biodiversidade brasileira em tempos de crise, já disponível nas redes do FICASC, estão programadas mais oito lives, com convidados como o cineasta Silvio Tendler, a atriz e diretora de Amazônia, o despertar da Florestania, Christiane Torloni e Ângela Mendes, filha do ambientalista e líder sindical Chico Mendes. No sábado, dia 5 de setembro, é transmitida a live “Imagens Amazônicas”, com participação dos cineastas Estevão Ciavatta, diretor de Amazônia Sociedade Anônima, e Wolney Oliveira, diretor de Soldados da Borracha. Ambos os filmes estão na programação do FICASC. Esta live é mediada pelo jornalista Rodrigo Chagas, diretor do curta Castanhal, também na programação do festival. No domingo, 6 de setembro, é transmitida a live “Chico Mendes, um Legado de Luta”, com a participação de Rafa Calil, diretor do documentário Povo da Floresta que faz sua estreia mundial no FICASC. Além dele, durante a transmissão Ângela Mendes, filha do ambientalista e líder sindical Chico Mendes, faz uma leitura ao vivo da carta de seu pai, “Carta aos Jovens do Futuro”. A mediação desta live é feita pelo biólogo e diretor de curadoria do FICASC, Cristovam Muniz. Além disso, duas exposições de fotografia já estão disponíveis no site. Komerobi, de Maria Cristina Viero de Oliveira, que usa o conceito japonês komorebi (木漏れ日), fenômeno que ocorre quando a luz do sol é filtrada pelas copas das árvores, para mostrar a relação da luz e a mata na região de Garopaba, Santa Catarina. E Tons da Serra, de Marcus Zilli, uma viagem fotográfica pelo relevo, clima e a cultura que se fundem criando cores e tons da Serra Catarinense.

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Chamada Pública finaliza inscrições com mais de 20 projetos cadastrados e quase 60 voluntários

Encerrada na terça-feira (25), a Chamada Pública aberta pelo Orion para cadastro de ideias e projetos de combate à violência contra a mulher, além de voluntários para as iniciativas, repercutiu na comunidade, engajando ainda mais pessoas na promoção das ações.  Com os números fechados, foram 22 projetos para Ideias e Projetos e 58 voluntários para ajudar nos projetos – nove homens e 49 mulheres.  Dos proponentes das ideias, seis são de homens e 16 de mulheres. Além disso, 61% (13) delas estão na fase de ideação, 35% (8) em projeto elaborado e uma já tem o projeto em execução.  A partir de agora, os projetos passarão por uma Comissão de Avaliação, que analisará as propostas dos participantes conforme os critérios citados no edital, que pode ser visto aqui. Os aspectos analisados serão:  Adequação da Ideia ou Projeto ao tema: Combate à violência contra a mulher; Clareza e objetividade da proposta apresentada; Adequação do perfil aos objetivos e atividades da proposta; Coerências da proposta com o prazo disponibilizado para acompanhamento;  Ao final do processo de avaliação, a Comissão indicará as propostas aceites e aptas a participar do Programa de Aceleração de Projetos Sociais e Acompanhamento. A avaliação será feita em até 20 dias após a inscrição. Na opinião de Evertom Waltrick, do setor de Programas e Ações do Orion Parque, a chamada cumpriu seu papel, trazendo ideias para o enfrentamento do problema na região. “Todos os projetos ou ideias cadastradas estão dentro da temática. Depois da nossa avaliação, cada um dos responsáveis poderão decidir se seguem a metodologia do Reuni, transformando ideias e projetos em negócios sociais, ou se já vão para a Aceleradora de Projetos Sociais Saiph. Dentro das ferramentas que temos disponíveis no Orion, queremos ajudar e ser útil dentro dos aspectos possíveis. A chamada já se encerrou, mas quem quiser ainda participar, de alguma forma, pode procurar o Orion”. 

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Mantenedor: Geladeira Solidária – Turma da Árvore

Neste momento em que muitas pessoas e famílias passam por extrema necessidade, tendo em vista o período de pandemia, o Instituto Dorvalino Comandolli (IDC) teve uma ideia muito interessante e elogiável. Implantou a “Geladeira Solidária”, que se constitui em ponto de coleta de donativos e ao mesmo tempo de local onde os mais necessitados podem se abastecer dos alimentos ali depositados voluntariamente. A “Geladeira Solidária” está instalada em frente ao IDC, localizado na rua Cirilo Vieira Ramos, 1434, no bairro Bom Jesus, próximo à ponte de acesso ao bairro Caça e Tiro, em Lages. A ideia, segundo explica o diretor executivo do IDC, Wilson Barros, é que esta ação solidária se multiplique e ganhe contornos comunitários, pois é sabido que muitas são as pessoas que precisam de ajuda nesta época de pandemia. “Recebemos a doação de mais três geladeiras e implantaremos mais três pontos, um no bairro Coral e dois no Centro, aqui mesmo em Lages”, anuncia Wilson. “As pessoas necessitadas podem se servir da “Geladeira Solidária” levando a quantidade de alimentos que precisam, momentaneamente. E aquelas pessoas que desejarem doar alimentos poderão fazer isso também a qualquer hora, depositando suas doações na geladeira”, fala Wilson. Podem ser depositados na geladeira alimentos diversos, acondicionados, desde frutas, verduras, lacticínios, embutidos, sanduíches, pães etc. Além disso as pessoas que desejarem doar alimentos em maior quantidade podem procurar o IDC, no endereço informado acima no texto, ou então entrar em contato direto com o instituto através do site http://www.idcbrasil.com.  Saiba mais sobre o IDC Brasil O Instituto Dorvalino Comandolli faz parte da Turma da Árvore, sendo uma entidade cujo lema é “Fazer o bem não tem contraindicação”. Na atualidade desenvolve uma série de atividades voltadas a ajudar as pessoas e famílias mais necessitadas, oferecendo serviços de assistência social, com atendimento médico-odontológico e vários cursos gratuitos. O IDC está integrado à região Serrana catarinense, interagindo com quem mais precisa e também com o voluntariado, que se sente disposto a contribuir com o trabalho do instituto. “Todos são bem-vindos ao IDC. Deixo o convite para que venham conhecer o nosso trabalho e se integrar a este trabalho que visa atender os mais necessitados de nossa sociedade”, conclui Wilson Barros. Conheça mais sobre o trabalho do IDC nas redes sociais: https://www.facebook.com/dorvalinocomandolli/ https://www.instagram.com/idcbrasil/ Com informações: Portal Revista Visão

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Espaço de Inclusão Digital oferece acesso a computadores no período da pandemia

Com o objetivo de aumentar o acesso da população escolar ao ambiente online, possibilitando o uso adequado por pais, alunos e responsáveis, o Orion Parque oferece mais uma iniciativa para diminuir os efeitos econômicos da pandemia na região. O Espaço de Inclusão Digital, no Centro de Inovação do Orion Parque, foi pensado para permitir que pessoas que tenham dificuldades de acesso a computadores ou celulares, com internet, possam utilizar os equipamentos e também tirar dúvidas sobre como usá-los.  A ideia, com isso, é  facilitar o acesso dos alunos e pais às ferramentas digitais que estão sendo usadas pelas redes de ensino, principalmente as públicas, neste momento de emergência e enfrentamento da pandemia do novo coronavírus. É uma alternativa para buscar diminuir os prejuízos no ano letivo e no desenvolvimento educacional dos alunos que não possuem estas ferramentas.  O espaço, que começa a funcionar a partir de segunda-feira (17), contará com computador (notebook), internet, scanner e impressora, entre outros recursos. A utilização dos espaços e equipamentos é totalmente gratuita.  Para acessar o espaço, pais e alunos devem tomar todos os cuidados preventivos contra a COVID-19 (utilização de máscaras, higienização das mãos e equipamentos, distância, redução número de pessoas e ventilação natural no ambiente, entre outras medidas).  Estrutura e iniciativa Serão disponibilizados, inicialmente, dois notebooks para utilização dos utilizadores nas estações de atendimentos do Hall do Orion Parque. O notebook deve ser solicitado na recepção do Orion, e após o uso devolvido. As pesquisas e impressões devem estar relacionadas exclusivamente a trabalhos escolares. Para um dos responsáveis pela iniciativa no Orion, Evertom Waltrick, do setor de Programas e Ações, comenta que o objetivo é mesmo facilitar a vida de estudantes e comunidade escolar.  “Queremos facilitar a vida de quem precisa ter acesso a essas ferramentas digitais que estão sendo usadas pelas redes de ensino, neste momento de emergência e enfrentamento da pandemia. É uma forma para tentarmos mitigar os prejuízos no ano letivo e no processo de aprendizagem”, ressaltou.  Alunos, pais e professores podem contar com mais essa iniciativa gratuitamente. Quem preferir, pode agendar o horário para usar os computadores através do telefone (49) 3191-0762. O horário de funcionamento é das 9h às 19h, sempre de segunda a sexta-feira.

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Chamada Pública recebe inscrições de voluntários e projetos de combate à violência contra mulher

Durante duas semanas, candidatos e projetos – em execução ou na fase de ideias – poderão se candidatar a receber mentorias e acompanhamento Preocupado com os recentes casos de violência contra mulher, que repercutiram recentemente, ganhando visibilidade nacional e, infelizmente, mostrando o quanto é necessário ainda discutirmos sobre o machismo e diversos aspectos de comportamentos agressivos, o Orion Parque lança uma Chamada Pública para ideias e projetos de combate à violência contra a mulher.  A iniciativa aceita o registro de duas formas: a) cadastro de ideias e projetos de combate à violência contra a mulher – seja ele em execução, na fase de ideias ou ainda com apenas o projeto escrito; e a captação de b) voluntários que desejem participar dessas ações e projetos, gratuitamente, ajudando os responsáveis pelos projetos na estruturação, desenvolvimento e elaboração deles.  O objetivo é mostrar projetos e ações que visem a eliminação de todas as formas de violência contra todas as mulheres e meninas, através da captação de ideias e projetos em andamento, e também para convocação de pessoas físicas, que farão parte de um banco de dados de interessados em participar de futuras ações voltadas ao enfrentamento à violência contra a mulher.  O edital estará aberto para receber candidaturas até o dia 25/08 (terça-feira). Os candidatos inscritos como voluntários das ações serão convidados a participar delas mediante disponibilidade de tempo, podendo optar por auxiliar e definir tempo de dedicação durante o prazo de duração das propostas. Além disso, o acompanhamento dos projetos será realizado conforme necessidade de cada projeto/ação e disponibilidade do Instituto Orion, entidade que gere o edital.  O envio de proposta de ideias de ação ou de projetos em andamento no combate à violência contra a mulher devem ser preenchidas no formulário disponível no link: https://plid.in/chamadapublicaorion.  Já os interessados em participar das futuras ações de combate à violência contra a mulher, sem remuneração, devem se cadastrar no formulário no site https://plid.in/voluntarios.  Os projetos inscritos passarão por uma Comissão de Avaliação, que analisará as propostas dos participantes conforme os critérios citados no edital, que pode ser visto aqui.  Os critérios analisados serão:  Adequação da Ideia ou Projeto ao tema: Combate à violência contra a mulher; Clareza e objetividade da proposta apresentada; Adequação do perfil aos objetivos e atividades da proposta; Coerências da proposta com o prazo disponibilizado para acompanhamento;  Ao final do processo de avaliação, a Comissão indicará as propostas aceites e aptas a participar do Programa de Aceleração de Projetos Sociais e Acompanhamento. A avaliação será feita em até 20 dias após a inscrição. Reforço na inovação social Para Marisa Freitag, do Escritório de Projetos do Orion (Gênesis), mobilizadora do Mulheres Connect e uma das responsáveis por idealizar o edital, a iniciativa busca integrar ainda mais esses projetos ao ecossistema de inovação, que tem também na inovação social uma força mobilizadora.  “O Centro de Inovação e o Parque Tecnológico não poderiam somente repudiar os acontecimentos das últimas semanas sem se esforçar em auxiliar a comunidade e aqueles que lutam para combater a violência contra a mulher. Estamos constantemente trabalhando o ecossistema de inovação e, por isso, chamamos aqueles que trabalham com o tema para que tragam as suas ideias e projetos para serem mentorados e acelerados pelos programas do parque tecnológico. O Orion apoia a inovação, que também passa pela inovação social, já trabalhada na Aceleração de Projetos Sociais. É isso que nos propomos a fazer: tentar deixar a humanidade em constante evolução”, lembra.

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