Orion Parque

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VIA Estação Conhecimento mapeia habitats de inovação em Santa Catarina

[vc_row][vc_column][vc_column_text]O estado de Santa Catarina tem sido reconhecido pelo seu caráter inovador já há algum tempo. Diversas iniciativas colaboram para o desenvolvimento do ecossistema de inovação catarinense e os ambientes de inovação contribuem para essa cultura. Nesse contexto, o grupo VIA mapeou cerca de 250 habitats de inovação em todo o estado. O que são habitats de inovação? Os chamados “habitats de inovação” são ambientes onde há estímulo ao compartilhamento de conhecimento e experiências criativas, infraestrutura adequada para empreender, além de networking e parcerias entre os usuários, os quais permitem minimizar os riscos e maximizar os resultados associados aos negócios inovadores. A cultura de inovação e empreendedorismo ganhou força com o movimento dos habitats de inovação. Eles aparecem como uma maneira de tirar ideias do papel e transformá-las em negócios rentáveis. Dessa maneira, esses espaços procuram unir talento, tecnologia, capital e conhecimento para acelerar o potencial empreendedor e inovador. As tipologias identificadas são: cidades, distritos, parques, centros de inovação, aceleradora, incubadora, pré-incubadora, coworking, núcleo de inovação tecnológica, ambiente maker, hubs e labs. Tipologias presentes no território de Santa Catarina Santa Catarina tem promovido inovação por meio da criação de políticas públicas de fomento à Ciência, Tecnologia e Inovação. Além de lei de inovação própria , o estado possui a Política Catarinense de Ciência, Tecnologia e Inovação, que prevê um direcionamento estratégico de governo, de instituições de ensino, pesquisa e extensão e de agentes econômicos e sociais. Nesse sentido, o foco da estratégia catarinense é o desenvolvimento de novas tecnologias e incorporação de inovações que possam contribuir de forma sustentável para melhoria da qualidade de vida dos habitantes do estado. Desse modo, os habitats de inovação são os espaços onde todo o conhecimento gerado pode ser compartilhado para que soluções sejam aplicadas no mercado gerando, assim, emprego e renda. Para tanto, o estado catarinense conta com  11 aceleradoras, 20 centros de inovação, 9 parques tecnológicos e científicos, 118 coworkings, 18 espaços maker, 22 pré-incubadoras, 27 incubadoras, 26 núcleos de inovação tecnológica e 1 distrito criativo. Habitats de inovação e o desenvolvimento regional No Brasil esses ambientes já são considerados em políticas públicas e no âmbito privado servem de apoio no processo de tomada de decisão tendo em vista fatores como localidade, talentos e investimento. O mapeamento dos habitats de inovação das mesorregiões de Santa Catarina – Oeste, Sul, Norte, Vale do Itajaí e Grande Florianópolis – possibilita que o ecossistema se conheça e, sobretudo, facilita a conexão entre os ambientes bem como a adoção de estratégias pela tríplice hélice que é formada pelo governo, academia e setor privado. Um exemplo de iniciativa da tríplice hélice é a Rede Catarinense de Centros de Inovação . Tendo em vista que os objetivos do Centro de Inovação incluem desenvolvimento da região, cooperação entre pesquisadores e indústria, fornecimento de informações, treinamento técnico e gerencial e fortalecimento do desenvolvimento econômico regional por meio de uma rede de contatos regional e internacional para troca de informações e cooperação entre empresas, o ecossistema de inovação catarinense se mobilizou para a construção de 20 Centros de Inovação. Cada mesorregião conta com um ou mais Centros geridos com base na vocação de cada localidade. Atores do setor acadêmico, privado e público uniram esforços para fortalecer a inovação e o empreendedorismo para a promoção do desenvolvimento regional.  Esses espaços têm a capacidade de abrigar outros habitats de inovação como coworkings, incubadoras e pré-incubadoras. Quer saber mais sobre essa tipologia de habitat de inovação? Acesse a 10ª edição da VIA revista! Conhecendo os habitats de inovação de SC No mapa da VIA  além da localização dos habitats do estado catarinense, encontram-se também as principais informações sobre os ambientes. Caso conheça um habitat que não esteja no mapa entre em contato com o VIA! O estudo detalhado sobre as mesorregiões de SC estão sendo realizados e, atualmente, a região oeste e a de Florianópolis possuem e-books publicados que contextualizam a inovação e o empreendedorismo em cada local a partir de iniciativas regionais, municipais e em rede; legislação e caracterização dos habitats de inovação instalados. E Florianópolis também conta o Museu de Habitats virtual onde é possível visitar os habitats de inovação da cidade por meio de imagens internas dos ambientes em 360º. Além disso, o  Observatório VIA se dedica ao monitoramento sistemático dos habitats de inovação de Santa Catarina e a disseminação dos números gerados da atuação destes no ecossistema catarinense de inovação. O Orion Parque Tecnológico Inaugurado em 2016, o Orion Parque vem desempenhando papel tanto de Centro de Inovação, como de Parque Tecnológico, sendo o primeiro Centro a ser implantado fora de Florianópolis pela Rede Catarinense de Centros de Inovação. Inserido numa das regiões com um dos mais baixos índices de desenvolvimento humano do estado, em Lages, a atuação do local tem sido essencial e estratégica para dinamizar os valores na região de mudança de mentalidade, criando potencial em diversos outros aspectos que não aqueles diretamente envolvidos com o ecossistema de inovação. Futuro dos ambientes inovadores A colaboração e a cooperação tem se tornado cada vez mais evidentes com a prática da inovação aberta nesses espaços. Além disso, a adoção de novas formas de trabalho devido à pandemia do Coronavírus conformou um arranjo digital que possibilita mais parcerias sem limitação ao espaço físico. Outro ponto latente aos habitats de inovação é a valorização da indústria criativa e a importância do engajamento da comunidade em prol de uma causa. Como exemplo disso, podemos citar o Distrito Criativo de Florianópolis. Com informações VIA-UFSC.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Startup do Orion participa de programa de internacionalização em Portugal

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Uma das startups mais promissoras do Orion Parque, a Quiron recebeu mais uma grande oportunidade com a iniciativa StartOut – Ciclo Lisboa 2021, programa de apoio à inserção de startups e empresas brasileiras nos mais promissores ecossistemas de inovação do mundo, que divulgou as selecionadas na última segunda-feira (12).  A startup de Lages foi uma das 40 startups selecionadas para participar da Missão Virtual do Ciclo Lisboa 2021, com possibilidade de participação no evento presencial Web Summit, que será realizado de 1º a 04 de novembro de 2021, em Lisboa, Portugal.  Até meados de agosto, o time da Quiron terá acesso a treinamentos de pitch, mentorias técnicas e webinars com players do mercado. Além disso, os empreendedores também receberão apoio de matchmaker (\”match\” perfeito entre uma empresa e uma startup) para agenda de negócios.  “Nesse processo de capacitação, inclusive já está marcado um demoday. A partir disso eles vão escolher as startups que participarão do Web Summit, que será em novembro de 2021. Participamos de um grupo temático de Internacionalização da ACATE, e por ali conseguimos contato com o pessoal da APEX-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos). Foram eles que sugeriram a participação no StartOut”, lembrou o CEO da Quiron, Gil Pletsch.    O StartOut Brasil é um programa do governo brasileiro que apoia a inserção de startups nos mais promissores ecossistemas de inovação do mundo. O programa é fruto da parceria da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), o Ministério das Relações Exteriores (MRE), o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), o Sebrae e a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec). A tecnologia desenvolvida pela Quiron, via monitoramento remoto, permite mitigar perdas com ameaças florestais, como pragas, doenças e incêndios. Via algoritmos próprios, é possível analisar grandes extensões de terras e identificar áreas de ataque de pragas e doenças em florestas plantadas e também identificar áreas com maior risco de ignição de incêndios florestais. A empresa tem parcerias com players de todo o mundo para obter dados de satélites e nano satélites, colocando todas essas variáveis dentro dos seus modelos. Na opinião de Gil, a facilidade com a conexão de Portugal deve ser ampliada, graças ao apoio que a startup conseguiu. Atualmente três clientes no país europeu contam com os serviços da Quiron.  “Já temos três clientes pagantes: duas câmaras municipais, de Loulé e Fundão, além de uma associação de municípios portugueses. Agora é verão por lá, com a temporada de incêndios. Esse tempo seco é o momento mais perigoso. Toda a informação que facilita o trabalho deles, para prevenção, é super bem válido. Já tivemos algumas situações que a gente orientou a fazer um trabalho preventivo no local. Também já fizemos prova de conceito, eles foram a campo validar e o feedback foi fantástico”, finaliza Gil.  Conheça mais o StartOut Brasil Buscando startups em fases maduras com foco em expansão e internacionalização, e empresas inovadoras de base tecnológica que já tenham produto ou serviço para comercialização finalizado, Produto Viável Mínimo (MPV) ou protótipo, e que já estejam faturando ou que tenham recebido algum tipo de investimento, a seleção do StartOut Brasil analisa projetos em quatro dimensões capacidades: grau de inovação, mapeamento do mercado de destino, maturidade para inserção internacional e equipe No Ciclo Lisboa 2021, 40 negócios inovadores foram selecionados para a Missão Virtual – primeira etapa do Ciclo. Entre os dias 13 de julho a 15 de agosto, os empreendedores terão acesso a uma série de atividades, como mentorias coletivas e individuais, pitch training e pitch feedback, webinars com players do mercado, sprint de internacionalização e consultorias com foco em internacionalização. Depois disso, 15 empresas serão selecionadas para a Missão de Imersão, momento em que existe a possibilidade de participação em missão presencial a Lisboa e no Web Summit, um dos principais eventos de inovação do mundo realizado anualmente em Portugal. Após a segunda etapa, as cinco primeiras startups a comunicarem formalmente o interesse e apresentarem projeto sólido de retorno ao mercado com agenda própria participarão da Missão Follow-up. Essa etapa do Ciclo busca estimular as empresas a desenvolverem e aprofundarem os relacionamentos e oportunidades de negócios prospectados durante a Missão de Imersão. “De um ponto de vista estratégico, o empreendedor brasileiro que se internacionaliza para Portugal está, na verdade, se internacionalizando para todo um continente. Portugal tem sido, ao longo dos anos, a porta para o empreendedor brasileiro na União Europeia” explica Flávio Elias Riche, chefe do Setor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Embaixada do Brasil em Lisboa (SECTEC). Conheça as quarenta selecionadas aqui.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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XV Congresso de Educação do Município de Lages acontecerá em 2021 totalmente on-line

[vc_row][vc_column][vc_column_text]O congresso terá transmissões ao vivo das conferências e atividades pelo canal do You Tube da Secretaria da Educação. Outra novidade deste ano é a gratuidade das inscrições, que poderão ser feitas pelo site https://plid.in/xvcongresso até 28 de julho. O Orion Parque é parceiro na divulgação e realização do XV Congresso Municipal da Educação, totalmente on-line.  A décima quinta edição do tradicional Congresso de Educação do Município de Lages acontecerá nos dias 29 e 30 de julho de 2021, sendo a primeira vez que o evento será realizado de forma totalmente on-line. A pandemia da Covid-19 tem alterado a rotina de todos, principalmente na organização de eventos que reúnem quantidades consideráveis de pessoas, desse modo é preciso continuar respeitando os protocolos sanitários como o distanciamento social e a utilização de máscaras e ao mesmo tempo, adaptar as ações levando em consideração o uso das tecnologias para estreitar as distâncias físicas. Pensando em todos os cuidados necessários e para garantir a participação dos profissionais da educação da cidade de Lages e região, neste ano o congresso será realizado por meio de transmissões ao vivo das conferências e atividades pelo canal do You Tube da Secretaria Municipal da Educação. Outra novidade deste ano é a gratuidade das inscrições para todos os participantes que poderão ser feitas pelo site https://plid.in/xvcongresso até dia 28 de julho. A temática escolhida para esta edição é “Currículo em movimento: mediação e interação nos processos de ensino e aprendizagem” e contará com a participação de importantes conferencistas, entre eles, Paulo Tomazinho, Doutor em Educação e professor da Universidade Paranaense (UNIPAR); Lucia Ceccato de Lima, Pós-doutora em Educação Ambiental e Sustentabilidade e professora da Universidade do Planalto Catarinense (UNIPLAC); Marcia Adriana de Carvalho, especialista em Educação e membro do Conselho Estadual de Educação do Estado do Rio Grande do Sul (CEE/RS) e também, Cássia Ferri, doutora em Educação e professora da Universidade Regional de Blumenau (FURB). Em sua última edição no ano de 2019, o Congresso de Educação do Município de Lages reuniu cerca de duas mil pessoas, que participaram de conferências com renomados professores e pensadores da educação brasileira, além da realização de grupos de trabalhos. Desse modo, a expectativa para 2021 é aumentar o número de participantes, tendo em vista que a modalidade on-line permite o acesso ao evento pelo smartphone, tablet ou computador conectado com a internet. “Aos poucos estamos retomando nossas ações pedagógicas que tanto contribuem para as vivências educativas que são organizadas em nossas unidades de ensino e para tanto, temos a alegria de anunciar a realização em 2021 do décimo quinto Congresso de Educação do Município de Lages”, comenta a secretária municipal da Educação, Ivana Michaltchuk. O XV Congresso de Educação do Município de Lages é uma realização da Prefeitura Municipal de Lages e da Secretaria Municipal da Educação.  É importante informar que a programação completa do evento estará disponível no site da secretaria e o evento fornecerá certificação de 20 horas. Confira as conferências já confirmadas:  Dia 30/07/2021 – 9h DR. PAULO TOMAZINHO – UNIPAR DRA. LÚCIA CECCATO DE LIMA – UNIPLAC ESP. MÁRCIA ADRIANA DE CARVALHO – CEE/RS DRA. CÁSSIA FERRI – FURB Com informações Prefeitura de Lages[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Hackathon do Inova Contestado, de Caçador, traz soluções de problemas para a indústria; evento contou com mentores do Orion Parque

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Maratona tecnológica que busca resolver problemas através de iniciativas inovadoras, o Hackathon é uma maneira de experienciar o empreendedorismo de maneira prática. Pensando nisso, o Centro de Inovação Inova Contestado, em Caçador, realizou no último fim de semana o seu segundo hackathon, dessa vez num formato 100% on-line. Mentores que fazem parte da equipe do Instituto Orion, responsável pela operação do Orion Parque Tecnológico e do Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, em Lages, também participaram da iniciativa.  A atividade foi organizada pelo Centro de Inovação Inova Contestado, em parceria com o IFSC e a Temasa, sendo patrocinado pela FIESC, graças ao edital de popularização da ciência SNCT 2020 e Cocreation Lab. A temática desenvolvida nas soluções foi: resolução de problemas por meio de inovação em negócios e processos. O hackathon foi desenvolvido ao longo do último fim de semana, com a apresentação dos pitches finais no domingo.  O intuito da maratona tecnológica foi buscar soluções para variados temas propostos e premiar as melhores ideias. Ao longo dos três dias de maratona, os inscritos participaram de várias palestras, mentorias e atividades voltadas à resolução dos desafios propostos. Na maratona, os nove desafios foram elaborados pela empresa Temasa, que pesquisa, cria, desenvolve e fabrica móveis com estilos exclusivos, com o objetivo de melhorar fluxos e processos internos. Ao final, cada uma das 10 equipes escolheu um desafio para propor soluções. Confira alguns dos desafios propostos:  Plano de Manutenção: Reduzir a manutenção corretiva de equipamentos através da criação de uma ferramenta, sistemática ou método para planejamento e gerenciamento de manutenção. Gestão de estoque: Criação de uma solução para que a gestão de estoque não prejudique a fábrica, seja auto gerenciável, mantendo seus indicadores dentro das metas estabelecidas. Mão de obra especializada: Encontrar meios de desenvolver mão de obra especializada para operação de máquinas pesadas e meios de treinamento operacional Destinação de Resíduos + Logística Reversa de Pallets: Encontrar um destino melhor para estes materiais. A gestora do Inova Contestado, Giana Silva, comentou sobre a iniciativa, ressaltando os bons resultados alcançados.  “Considerando os dois hackathons que já fizemos, conseguimos um número bem semelhante de participantes, e foi muito bacana. A gente não esperava que o formato on-line tivesse um número tão grande de inscritos. Sentimos uma diferença porque mudamos um pouco o formato, e dessa vez trouxemos o desafio com grandes empresas. De toda a forma recebemos um feedback muito positivo da Temasa, esperamos que essas ideias sejam realmente aplicadas na empresa e que mais ideias de negócios surjam depois desse hackathon”, afirmou ela.  Lembrando de eventos semelhantes que já aconteceram aqui, Raul Capistrano, líder de programas e ações do Orion, valoriza o sentimento de networking e troca de ideias que fomenta a Rede Catarinense de Centros de Inovação com essas iniciativas.  “É fundamental ressaltarmos a importância dos Centros de Inovação fazer eventos como esses, também convidando os outros Centros de Inovação da Rede para participar. Essa integração é muito importante. Além do mais, essa experiência de protagonismo, chamando a comunidade para resolver as soluções,  é muito interessante. Hackathon teve um desempenho muito bom.  Foi muito bem organizado, com equipes bem engajadas durante o fim de semana, mesmo sendo on-line,  e com desafios das empresas bem interessantes para serem resolvidos e apresentações muito boas, que atenderam as expectativas da indústria”, ponderou.  “O mais importante, realmente,  é a participação da comunidade, da universidade, em desafios como esse, achando soluções inovadoras em todos os desafios que tinham ali, seja o Inova Hackthon, seja o Startup Weekend, seja o Reuni Challenge. Quanto mais oportunidades a comunidade tiver, para desenvolver,  para se colocar como protagonista, tendo uma experiência empreendedora, melhor”, finalizou.  A expectativa, em breve, é que um hackathon seja feito em Lages também. “Os feedbacks que tivemos mostram que os participantes eram pessoas bem engajadas e participativas. Já estamos planejando um próximo evento como esse em Lages”, disse Julia Rodrigues, responsável pelo edital NaSCer no Orion Parque.  ? Confira a relação dos premiados: 1º lugar Os ganhadores foram: Sam Anderson Dorisin, Nophaie Viscente da Silva Pires de Morais, Otávio Nathanael Campos de Oliveira e Vitória Bobsin de Moraes. Desafio: solução para gestão de estoque. Premiação: R$ 5 mil e oficina de Lego Serius Play 2º lugar Gabriel de Simas Antunes e Alysson Luis Donaisk Desafio: solução para Logística reversa de Pallets Premiação: R$ 2 mil 3º lugar Katielly Vianna Polkowski, Gabriel Antunes e José Lucas de Lourenssi Oliveira  Desafio: solução para Logística reversa dos Pallets. Premiação: R$ 1 mil [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Programa Nascer de pré-incubação de ideias tem inscrições prorrogadas até 20 de julho

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Os empreendedores que desejam entrar no mundo da inovação terão prazo maior para participar do Programa Nascer de pré-incubação de ideias. As inscrições foram prorrogadas até 20 de julho. Para participar, basta ler atentamente o edital disponível do site da Fapesc e se inscrever na plataforma. O Programa Nascer é realizado pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) junto com o Sebrae/SC. Nele, os participantes recebem gratuitamente mentorias, workshops e apoio de profissionais do mercado para que possam transformar uma ideia em um negócio viável. Segundo o presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen, a prorrogação atende um pedido dos centros de inovação de Santa Catarina – que irão receber as turmas do Nascer – e dos empreendedores. Assim, os proponentes terão mais tempo para articular e submeter os projetos. “Você que tem vontade de empreender, participe do Programa Nascer. Nós daremos apoio metodológico, mentoria coletiva, mentoria individual, palestras, oficinas, workshops. Tudo isso para qualificar suas ideias, transformá-las em um plano de negócio. Estão, assim, mais aptos para oportunidades de mercado e de fomento. Aproveitem a oportunidade e participem!”, convida. Nesta edição, serão contemplados até 360 projetos em 30 polos. São 15 cidades a mais com o programa do que no ano passado. Podem se inscrever moradores de Araranguá, Balneário Camboriú, Blumenau, Brusque, Caçador, Canoinhas, Chapecó, Concórdia, Criciúma, Curitibanos, Florianópolis, Guaramirim, Itajaí, Jaguaruna, Jaraguá do Sul, Joaçaba, Joinville, Lages, Luzerna, Mafra, Palhoça, Rio do Sul, São Bento do Sul, São Joaquim, São José, São Miguel do Oeste, Três Barras, Tubarão, Videira e Xanxerê. O diretor superintendente do Sebrae/SC, Carlos Henrique Ramos Fonseca, destaca a importância do programa. “Ao ver essas ideias saindo do papel, temos a certeza de que cumprimos a nossa missão, que é garantir suporte aos empreendedores para que os seus negócios sigam o caminho do sucesso”, destaca. Para o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), Luciano Buligon, o Nascer é um dos incentivos ao desenvolvimento. “O Estado usa de programas e ações para impulsionar, por meio da inovação, a busca de soluções e novos negócios que gerem riqueza, desenvolvimento, capacitação e consequentemente, emprego. O Nascer é uma destas ferramentas excepcionais no incentivo a negócios inovadores e a abertura de empresas”. Cases regionais Lages, até então único polo regional do NaSCer na Serra Catarinense desde a primeira edição do Programa, passa a contar com mais duas cidades vizinhas fazendo parte do edital na região.  São Joaquim e Curitibanos contarão com ambientes físicos próprios, polos NaSCer disponibilizados pelos parceiros locais nas cidades onde o Programa NaSCer se desenvolve. No primeiro edital foram acompanhados 10 projetos e no segundo, 11, em Lages.  Um dos cases foi de uma equipe de amigos que planejou o desenvolvimento de um aplicativo para auxílio na manutenção de máquinas e equipamentos para a indústria 4.0. Fabio Nunes, Leonardo Almeida e Diego Lopes nunca pensaram em começar o próprio negócio, mas graças ao Edital NaSCer da Fapesc isso foi possível. “Nossa ideia surgiu num bar. Eu pensei: quero ter a minha empresa, quero trabalhar para mim. Resolver os meus problemas, não os dos outros, não de outros gestores. Tivemos mil ideias, conversamos bastante, até chegar nessa ideia”, diz Diego. A ideia deles foi desenvolver um aplicativo que fosse aplicado no desenvolvimento e manutenção, preditiva e preventiva, de máquinas e equipamentos em diferentes indústrias. “Existe uma distância entre a pessoa que vai fazer a manutenção, efetivamente, e os registros que realmente foram feitos da manutenção realizada. É importante saber os passos dessa manutenção. A ideia é mostrar que realmente foi feito o serviço, porque nem sempre ela é demonstrada da maneira correta. A ideia é que o aplicativo possa ser usado em diferentes tipos de equipamentos”, afirmou. A primeira turma do NaSCer, com polo no Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, no Orion Parque Tecnológico, começou em 05 de março de 2020, concentrando as atividades em formato on-line para reduzir riscos de contágio por conta da pandemia. No total, em todo o estado, foram cerca de 150 ideias de negócios estruturadas no laboratório de pré-incubação, em 15 cidades-polos. Já no dia 27 de maio do ano passado, a FAPESC lançou a segunda turma, que teve mais de 160 projetos aprovados. Para Julia Rodrigues, coordenadora do NaSCer em Lages, a expectativa é repetir o sucesso da última edição. “Queremos aumentar ainda mais o número de ideias cadastradas e impulsionar, ainda mais, a inovação e o empreendedorismo regional. ” Acompanhe todas as informações do Programa Nascer e de outros editais da Fapesc no site www.fapesc.sc.gov.br.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Balanço das ações do Orion Week demonstra a grandiosidade e capilaridade de um dos maiores eventos já realizados pelo Parque Tecnológico

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Depois de mais de 31 horas de conteúdo gerado no nosso You Tube do Orion Parque, o balanço das ações do Orion Week – evento gratuito que começou na segunda-feira (21) e terminou no último sábado (26)  -, demonstra a grandiosidade e capilaridade de um dos maiores eventos já realizados pelo Parque Tecnológico.  O evento foi uma realização da Prefeitura de Lages, Governo do Estado de Santa Catarina e Fapesc, com apoio da Turma da Árvore, AT Plus Telecom, ACATE, Rede Catarinense de Centros de Inovação e ImagemTV. Em seis dias de evento, além de mais de 31 horas de conteúdo, mais de 60 painelistas de 15 localidades diferentes (Lages, Balneário Camboriú, Florianópolis, São Paulo (SP), Bom Retiro, Rio do Sul, Caçador, Joinville, Belo Horizonte (MG), Videira, São José, São Francisco/Vale do Silício (EUA), Jaraguá do Sul, Blumenau, Luzerna) prestigiaram o evento, que teve 1.978 visualizações no You Tube do Orion Parque nos últimos sete dias. Reunimos algumas falas de quem esteve no evento, realizado de forma híbrida no Parque Tecnológico, sem público presente.  No último dia do evento, o diretor-executivo do Orion Parque Tecnológico, Claiton Camargo, comentou sobre a satisfação de ver um bom resultado em cinco anos de ações para promover a inovação na região.  “Fechar cinco anos de trabalho, de dedicação, junto aqui do Orion Parque, é um orgulho muito grande. Estamos finalizando esse evento, que comemorou esse aniversário, e para nós é uma satisfação imensa. Quero agradecer todo mundo que veio para Lages, para fazer parte dos nossos painéis, as pessoas que acompanharam a gente através das nossas redes sociais. Para nós é um orgulho gigantesco, porque esses cinco anos foram de grande trabalho, tanto das pessoas que fizeram parte do processo, tanto da construção desse Centro de Inovação, das pessoas que operacionalizaram os primeiros anos, e das que estão aqui hoje”, ressaltou ele, enfatizando que “fechar esse cinco anos, com uma semana de conteúdo, de entrega, de compartilhamento de conhecimento, é de uma satisfação gigantesca”, salientou.   A expectativa, segundo Claiton, é que nos próximos anos o crescimento visto até agora se mantenha, e seja potencializado, não apenas para o desenvolvimento de Lages e região serrana, mas impactando igualmente o estado de Santa Catarina.    Opinião semelhante tem Dr. Roberto Amaral, ex-presidente do Orion Parque e atual Presidente de Inovação, que falou sobre a importância da Orion Week.   “O Orion Week, nesses cinco anos de funcionamento do Orion Parque, do Centro de Inovação, é realmente um motivo de orgulho para nós. Orgulho porque participamos desde as primeiras ideias a respeito do espaço, de um Centro de Inovação,  de um locus onde as pessoas pudessem trocar experiências, tocar as suas empresas, onde a troca de informação e a troca do conhecimento fosse a prioridade. É um orgulho muito grande estar aqui, neste momento, participando dessa festa, que é  uma festa em louvor à juventude da minha cidade, em louvor à inovação, e realmente deixa muito feliz, porque entendemos que a nossa participação, embora a muitas mãos, também foi uma participação significativa”, refletiu.   O prefeito de Lages, Antonio Ceron, aproveitou para também parabenizar o Orion pelas ações realizadas.   “Para quem acompanhou desde o nascimento do projeto do Orion, nós estarmos aqui no quinto aniversário, com o sucesso, o crescimento, desenvolvimento, e principalmente, o Parque Tecnológico atendendo àquelas premissas, para o qual ele foi projetado, particularmente fico muito feliz como prefeito de Lages, cumprimentar todas as pessoas que elaboraram o projeto e, principalmente, a equipe que, com muita eficiência, está conduzindo nesses cinco anos, com a certeza absoluta que o Orion é, de fato, a ferramenta atual, moderna e para o futuro de Lages.”, analisou.  Palestrantes e painelistas que estiveram presentes no Orion Week também parabenizaram o Parque Tecnológico pelos cinco anos de atividades.  Ligia Zotini, que é pesquisadora sobre futurismo, também fundadora do Voicers – ecossistema digital de educação que busca democratizar o acesso às tecnologias e tendências futuras, ajudando a desenvolver pessoas, instigando-as a utilizar de forma exponencial e positiva esses recursos -, com 15 anos de carreira na indústria de tecnologia e 20 anos na educação, participou da Orion Week, no dia do aniversário, em 24 de junho. Ela falou sobre a relevância de ter contato com hubs locais que promovam o pensamento inovador.  “É uma honra ter estado aqui, na comemoração do quinto aniversário do Orion Parque, diretamente no Orion Week. Tantas coisas foram faladas, não só nessa semana mas também nesses cinco anos, do ponto de vista da inovação, startups, ecossistemas. Escutei muito aqui de que quando o Orion Parque começou, “startup” não era ainda uma palavra usada e conhecida aqui na região. Como pesquisadora de cenários de futuros, sempre é importante encontrar, conhecer e celebrar as ilhas de futuros em cada uma das cidades, dos locais, dos ecossistemas, porque geralmente são dessas ilhas de futuro que o futuro chega para aquela cidade, aquele ecossistema, aquele lugar. Que vocês tenham uma ilha de futuro maravilhosa. Parabéns Orion”, destacou. Rafael Silva, investidor anjo, mentor de inovação e líder de startups da Blusoft, de Blumenau, que participou do nosso demoday aos investidores, refletiu sobre o posicionamento do Orion como exemplo para outras regiões.  “Pediram para eu contar um pouquinho sobre o Orion Week e os cinco anos do Orion Parque. Como eu conheço essa jornada lá do começo, eu posso dizer que esse evento aqui demonstra um pouco da maturidade que o próprio Orion fez acontecer com Lages. Para mim é incrível participar disso. O mundo da inovação traz muito empreendedorismo, e impacto social direto na comunidade, então esse evento vem para premiar os cinco anos de jornada que é o Orion Parque, aqui em Lages. Um trabalho magnífico, que eu estou tentando copiar lá na nossa região. Muito obrigado pelo convite, é uma honra ter estado aqui com vocês comemorando o aniversário”, garantiu.              Confira o vídeo dos cinco anos do Orion Parque Tecnológico: https://www.youtube.com/watch?v=FjXFS3WaOQ4[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Projeto Cuide de Você realiza a primeira conversa virtual

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Encontro virtual será realizado no próximo dia 30 de junho.  O Projeto Cuide de Você, que visa dar apoio aos profissionais das redes de atenção à saúde do município de Lages, através de atendimentos psicológicos, práticas integrativas e complementares em saúde (PICS), tais como yoga, acupuntura, reiki, barra de access entre outras, além de parapsicologia clínica e conversas virtuais. Uma equipe de multiprofissionais das redes pública e privada se voluntariou para auxiliar os profissionais de saúde que atuam no combate ao coronavírus e que estão entre os grupos mais vulneráveis às consequências emocionais e psicológicas da pandemia. Eles encaram rotinas exaustivas, onde o foco é dar tudo de si para cuidar dos pacientes infectados. No próximo dia 30 de junho, às 20h, será realizada a primeira conversa virtual “Pensando em você”, voltada para os profissionais da saúde que atuam na Secretaria Municipal de Saúde, Hospital Tereza Ramos, Hospital Nossa Senhora dos Prazeres, Hospital Infantil e Materno Seara do Bem e Samu. A conversa tem o tema Cuidar de mim: → Talvez seja questão de TEMPO, ou talvez o TEMPO seja a questão…” (NEPHS/SMS LAGES) → Sorrisos da quarentena: Você tem tido tempo para sorrir? (Narizes do Riso) Para os profissionais de saúde, as inscrições poderão ser realizadas pelo link: https://plid.in/conversa1 Este será o primeiro de três encontros virtuais. Os próximos serão nos dias: 28 de julho de 2021 25 de agosto de 2021 O encontro terá certificado aos participantes. O Cuide de Você foi viabilizado através de subsídio arrecadado pela campanha estadual de enfrentamento à pandemia, promovido pela Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE), também realizado pelos polos regionais da entidade, como o Orion Parque Tecnológico. Saiba mais sobre o projeto Cuide de Você em: https://cuidedevoce.orionparque.com/ Com informações Prefeitura de Lages [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Orion Week – #dia 6 – Painéis e palestras sobre o desenvolvimento do ecossistema de inovação e RCCI, lançamentos e muito mais

[vc_row][vc_column][vc_column_text]O último dia do Orion Week – evento gratuito que começou na segunda-feira (21) e tem todas as transmissões no You Tube do Orion Parque – foi hoje, com uma série de nove painéis e palestras que trataram de tópicos como: \”Leis de Inovação\”, \”Ativação de Ecossistemas\”, \”Habitats de Inovação\”, \”Formatos jurídicos das instituições Gestoras\”, \”Gestão de equipes nos Habitats de Inovação\”, \”Operação e sustentabilidade financeira dos Centros de Inovação\”, \”Programas de apoio às empresas e formas de incubação\”, \”Fomento ao Empreendedorismo Universitário\” e “Desenvolvimento de comunidades e Give First\”.  O evento foi uma realização da Prefeitura de Lages, Governo do Estado de Santa Catarina e Fapesc, com apoio da Turma da Árvore, AT Plus Telecom, ACATE, Rede Catarinense de Centros de Inovação e ImagemTV. Em seis dias de evento, foram no total mais de 31 horas de conteúdo, mais de 60 painelistas de 15 cidades diferentes e mais de 1.500 visualização no You Tube do Orion Parque. Abrindo o dia, foi o momento de falar sobre “Leis de Inovação”, com a participação do presidente da Câmara de Vereadores de Lages, vereador Gerson Omar dos Santos, vereador Jean Pierre, autor da lei de criação do Orion Parque, Milena M. Corrêa T. Veiga, da Rede de Inovação de Florianópolis, Giana Silva, coordenadora do Inova Contestado, e Marcus Rocha, CEO da 2Grow Habitat de Inovação. Marisa Freitag, do Instituto Orion, conduziu os trabalhos. As leis de Inovação são os instrumentos jurídicos pelos quais os entes públicos, como municípios, têm buscado a criação e fortalecimento de seu sistema de ciência, tecnologia e inovação. Até 2019, já eram quase 50 municípios com lei de inovação própria. Essas leis, muitas vezes, se equiparam às leis estaduais e federais sobre o tema. Já são mais de 22 estados e o Distrito Federal as unidades da federação que contam com Lei de Inovação própria.  Marcus, que atuou até fevereiro desse ano na superintendência de Ciência, Tecnologia e Inovação da prefeitura de Florianópolis, comentou sobre os desafios que a implantação dessas leis nas cidades. \”Quando tive o cargo de gerente de estado, buscamos finalizar nossa lei de inovação, a nível estadual. Isso é fundamental. Em 2015 houve mudança na legislação, falando em inovação, e isso é muito novo. Existe uma dificuldade orçamentaria dos municípios. Por mais que haja tantos mil ou milhares de reais que precisam vir daquele recurso, era muito difícil, até por que é muito irregular a vinda de recursos, normalmente\” Milena, a Milly, da Rede de Inovação de Florianópolis, lembrou o papel das APIs – arranjos promotores da inovação. \”O retorno que estamos tendo para a cidade, pelos APIs (Arranjo Promotor da Inovação), baseado nos Arranjos Produtivos Locais (APLs), que são aglomerações de empresas e empreendimentos, localizados em um mesmo território, que apresentam especialização produtiva, algum tipo de governança e mantêm vínculos de articulação, interação, cooperação e aprendizagem entre si e com outros atores locais. A responsabilidade do API é trabalhar ecossistemicamente para construir bons projetos. Em Florianópolis temos 4 APIs\”, lembrou ela.  Outra temática desenvolvida no dia foi “Ativação de Ecossistemas”, com Gabriel de Borba Neto, Gestor de Inovação na ACIRS Associação Empresarial de Rio do Sul, Luiza Pedroso, Analista de Gestão da Inovação do sistema Ailos, Cárlei Nunes, coordenadora do programa na Future Females, Clarissa Stefani Teixeira, da VIA-UFSC, além de Leandro Hupalo, professor e coordenador de curso do Senac Videira, envolvido com o ecossistema da cidade, e Claiton Camargo, diretor-executivo do Orion Parque.  Identificar as necessidade e potencialidades do ecossistema de inovação local é fundamental para a completa inserção dos atores em seus contextos. Ressalta-se que somente após a ativação de um ecossistema de inovação local é possível identificar como se dá a interação entre os atores, suas ações realizadas pelo ecossistema e definição do papel de seus habitats. Graças a esses dados colhidos, é possível identificar as necessidades e potencialidades do ecossistema de inovação local. Clarissa comentou o papel da da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) enquanto viabilizadora da ativação da inovação na região litorânea. Já em Videira, Leandro comentou sobre qual foi a realidade de lá. \”Videira é uma cidade pequena, e de certa maneira também esse envolvimento começou com universidades, com ações do Sistema S, aos poucos pessoas  descobrem esse potencial, trazem problemas bons pra gente tentar resolver. Videira tem uma realidade muito parecida com municípios menores, e eles precisam ver que ativar o ecossistema faz sentido\”, garantiu. Assunto correlacionado, os Habitats de Inovação também esteve presente no dia, na palestra de Clarissa Stefani Teixeira, da VIA-UFSC, que veio na sequência.  Pós-Doutora e Doutora em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina., Clarissa é professora do Departamento de Engenharia do Conhecimento (EGC) da Universidade Federal de Santa Catarina e líder do Grupo VIA Estação Conhecimento com foco em habitats de inovação e empreendedorismo, além de professora no Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento (Mestrado e Doutorado) e no Mestrado Profissional em Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia para a Inovação (PROFNIT), também da UFSC. Além de Clarissa, participaram também Raul Capistrano e Marisa Freitag, do Instituto Orion, Giana Silva, do Inova Contestado e Udo Schroeder, presidente do conselho de administração na Instituto Gene, de Blumenau. São exemplos de habitats de inovação: Parques (Científicos, Tecnológicos, Científicos e Tecnológicos, de Inovação e de Pesquisa), Centros de Inovação, Pré-incubadoras, Incubadoras, Aceleradoras, Coworkings e laboratórios de prototipagem, como Cocreation e Fablabs, além de Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs).  Na palestra, seguida de um debate, Clarissa apresentou os diferentes tipos de hábitats. \”São muitos os benefícios para todo mundo. Os habitats de inovação vão impactar todo mundo, não só aqueles que são empreendedores. É um espaço para quem quiser ser e mentor, investidor, consultor, empreendedor, ou mesmo um simples usuário\”, lembrou. \”O cidadão sempre é o mais beneficiado. A tecnologia é meio, e não é fim. Porque quando discutimos isso, temos que ver como indicador o impacto disso na população. Como que gente trata isso sem olhar o cidadão? Temos que ver ele. Tipologias de habitats de inovação

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FAPESC lança edital em evento realizado no Orion Parque

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Na noite de ontem (25), penúltimo dia do Orion Week, o presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (FAPESC), Fabio Zabot, aproveitou a participação do Orion Week, evento que  que começou na segunda-feira (21) e tem a programação completa no site plid.in/orionweek, seguindo com atividades até hoje, sábado (26), sempre com transmissões no You Tube do Orion Parque, para lançar mais um edital de fomento da Fundação.  A iniciativa,  Edital de Chamada Pública Fapesc nº 24/2021 – Mapeamento do Processo de Desenvolvimento do Ecossistema de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de Santa Catarina, tem o objetivo de oferecer bolsas de pesquisa que resultem em trabalhos que de caráter histórico e bibliográfico, que se relacionem ao processo histórico de desenvolvimento do Ecossistema Catarinense de Ciência, Tecnologia e Inovação, sobretudo nos últimos 25 anos.   O Programa #Fapesc@25anos_Conectando+Catarinenses faz parte da “Jornada dos 25 anos da FAPESC”, que visa otimizar a difusão e a divulgação técnico-científica e histórico-cultural do estado de Santa Catarina, disponibilizando aos catarinenses as contribuições e a história da fundação e também a história e as contribuições dos principais atores do ecossistema de CTI para o estado. Serão R$ 1,9 milhões investidos, sendo que cada projeto poderá receber até R$ 35 mil. Também serão distribuídas bolsas, que podem chegar a R$ 3 mil. Na oportunidade, Fábio comentou sobre a importância da chamada. “Queremos mostrar para as pessoas um pouco do que aconteceu aqui. Nem todo mundo sabe que temos centenas de programas, muitos correlacionados entre si. Precisamos ressaltar muitas das ações que a FAPESC tem feito ao longo dos anos. Tudo isso é muito importante de ser divulgado”, lembrou ele.  Os projetos contemplados devem estar enquadrados em um dos 25 temas relacionados no edital. A execução e a entrega dos resultados devem ser feitas em até um ano. Temas: A Fapesc e sua jornada de 25 anos; A Rede Catarinense de Tecnologia – RCT; Os Parques Científicos, Tecnológicos e de Inovação catarinenses (Sapiens Parque, ParqTec Alfa, dentre outros); A Rede Catarinense de Centros de Inovação; A Fiesc e a inovação na indústria catarinense; Os programas de Pós-graduação das universidades catarinenses; Programas e parcerias com Agências Nacionais de CTI e seus impactos em Santa Catarina (Finep, Confap, CNPq, Capes, ANA, Embrapii, INPI, MCTI, Ministérios, dentre outros); O Sistema Acafe e sua contribuição para o Ecossistema de CTI; Universidades e Institutos Públicos Federais (UFSC, UFFS, IFC, IFSC) e suas contribuições para o Ecossistema de CTI; As Incubadoras de Empresas em Santa Catarina; Os Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs) de Santa Catarina; Os ativos de Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia dentro do Ecossistema Estadual de CTI; A Acate e sua contribuição para o Ecossistema de CTI; O Sebrae/SC e sua contribuição para o Ecossistema de CTI; A Fundação Certi e sua contribuição para o Ecossistema de CTI; Arcabouço legal de CTI (nacional e estadual) e seus impactos em Santa Catarina; A Facisc e as principais organizações empresariais catarinenses; O Pacto pela Inovação de Santa Catarina; Estudo e levantamento de cases da inserção e/ou alavancagem profissional de mestres e doutores bolsistas egressos da Fapesc; A inovação e os entes públicos do estado SC (Governo do Estado, Alesc, MPSC, TJSC, TCE/SC, Udesc, Programas Municipais, dentre outros); Conexões internacionais em CTI de Santa Catarina e os programas da Fapesc; Os principais laboratórios de CTI de Santa Catarina, vinculados a ICTIs; Programas de Pesquisa da Fapesc (mapeamento de resultados e estudo de impactos); Programas de Inovação da Fapesc (mapeamento de resultados e estudo de impactos); Programas de Difusão da Fapesc (mapeamento de resultados e estudo de impactos). Com informações FAPESC [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Orion Week – #dia 5 – Aceleração de Territórios, impactos da RCCI e Ecossistemas de Inovação pelo estado e Inovação como vetor de desenvolvimento econômico

[vc_row][vc_column][vc_column_text]O penúltimo dia do Orion Week, nesta sexta-feira, foi reservado à Aceleração de Territórios, painéis temáticos sobre os impactos dos Ecossistemas de Inovação nos territórios e debate da Inovação como vetor de desenvolvimento econômico. O Orion Week é um evento gratuito que começou na segunda-feira (21) e tem a programação completa no site plid.in/orionweek, seguindo com atividades até sábado (26), sempre com transmissões no You Tube do Orion Parque.  A palestra de Diogo Machado, sobre Aceleração de Territórios, abriu os trabalhos da tarde. Diogo é co-fundador e líder de marketing na Quiron Agrodigital, startup incubada no Orion que realiza monitoramento de ameaças florestais. Nos últimos anos, Diogo também desenvolveu mais de 60 projetos de posicionamento estratégico para diferenciação de marcas, negócios e ecossistemas, em inúmeros segmentos de mercado. Uma delas resultou no projeto Lages Estreitando Laços.  Na primeira etapa do projeto, ainda em 2019, foi realizada extensa análise de Lages, incluindo levantamento de informações relativas à cultura, população, ameaças e tendências. Essa etapa culminou na atividade de diagnóstico de território, na qual foi possível extrair informações e princípios norteadores para o território. Num segundo momento, foi proposto mudanças de posicionamento, comportamento e place branding para a cidade de Lages, com definições de um propósito único, valores, personalidade, comunicação e estratégias para cada segmento e objetivo do território. \”No trabalho de aceleração de territórios, temos que aos poucos validarmos nossas repostas e mini-entregas que fazemos, porque sem isso não temos um completo entendimento dela. Precisamos definir, selecionar, definirmos objetivos claros, e termos um entendimento do ponto ideal esperado\”, ressaltou Diogo. O trabalho construído em Lages pode ser visualizado, na íntegra, no link: Novos Tropeiros.  Entre os aspectos que Diogo ressaltou como fundamentais para um novo olhar sobre o território, destaca-se a criatividade. \”Criatividade é controle, ela é controlável. Normalmente a gente acha que ela surge do nada, mas não encontra resultados. Criatividade é caos. Esse é o maior fator influenciador de criatividade, e precisamos ter \’acabativa\’, e não só iniciativa\”, exemplificou. No segundo encontro do dia, o painel sobre “A Rede de Centros de Inovação e o desenvolvimento de ecossistemas de inovação pelo estado” teve a participação de Claiton Camargo, Fabio Zabot, Iuana Réus Abella, gerente da Rede Catarinense de Centros de Inovação de Santa Catarina e Clarissa Teixeira, do Programa de Pós-graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento (PPGEGC) da UFSC e VIA Estação Conhecimento,  e Guilherme dos Santos Murara, gerente de formação para profissionais do futuro e negócios inovadores da SDE/SC.  Iuana falou sobre importância do trabalho em rede, que já vem sendo pela rede de Centros há pelo menos 10 anos, marca pela qual o Instituto Orion, gestor do Orion Parque, opera.  \”Os centros tem que trabalhar em rede. Isso desde ei início. Trabalhar em rede significa ampliada capacidades , de forma prática, trabalhando com colaboração. Precisamos desenhar estratégias para cortar caminhos\”, ressaltou. Fabio Zabot lembrou o impacto negativo que fatores particulares podem ter dentro do desenvolvimento da rede de Centros e Ecossistema. \”A gente precisa retirar os egos, essas competições locais que as vezes tem, para ter a maturidade necessária precisamos abrir mão para dar o não, muitas vezes para que não deixem frustrados nossos parceiros do ecossistema\”, ponderou. Guilherme, que veio pela primeira vez no Orion, gostou muito do que encontrou aqui. \”Fiquei contente de conhecer o espaço, imagino que a partir da construção e cada vez mais, da consolidação dele, impulsione outros projetos\”, lembrou. Lançamento de edital da FAPESC Fabio Zabot aproveitou o espaço do Orion Week para fazer uma apresentação especial do novo edital da FAPESC: Edital de Chamada Pública Fapesc nº 24/2021 – Mapeamento do Processo de Desenvolvimento do Ecossistema de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de Santa Catarina. O objetivo da chamada é oferecer bolsas de pesquisa que resultem em trabalhos que de caráter histórico e bibliográfico, que se relacionem  ao processo histórico de desenvolvimento do Ecossistema Catarinense de Ciência, Tecnologia e Inovação, sobretudo nos últimos 25 anos.  Os temas das 25 pesquisas que serão realizadas, oferecidas com recursos pelo edital, versam sobre questões como: A FAPESC e sua jornada de 25 anos; A Rede Catarinense de Tecnologia – RCT; Os Parques Científicos, Tecnológicos e de Inovação catarinenses (Sapiens Parque, ParqTec Alfa, dentre outros); A Rede Catarinense de Centros de Inovação; A FIESC e a inovação na indústria catarinense; Os programas de Pós-graduação das universidades catarinenses; Programas e parcerias com Agências Nacionais de CTI e seus impactos em Santa Catarina (FINEP, CONFAP, CNPq, CAPES, ANA, EMBRAPII, INPI, MCTI, Ministérios, dentre outros); O Sistema ACAFE e sua contribuição para o Ecossistema de CTI; Universidades e Institutos Públicos Federais (UFSC, UFFS, IFC, IFSC) e suas contribuições para o Ecossistema de CTI; As Incubadoras de Empresas em Santa Catarina; Os Núcleos de Inovação Tecnológica (NIT) de Santa Catarina; Os ativos de Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia dentro do Ecossistema Estadual de CTI; A ACATE e sua contribuição para o Ecossistema de CTI; O SEBRAE/SC e sua contribuição para o Ecossistema de CTI; A Fundação CERTI e sua contribuição para o Ecossistema de CTI; Arcabouço legal de CTI (nacional e estadual) e seus impactos em Santa Catarina; A FACISC e as principais organizações empresariais catarinenses; O Pacto pela Inovação de Santa Catarina; Estudo e levantamento de cases da inserção e/ou alavancagem profissional de mestres e doutores bolsistas egressos da FAPESC; A inovação e os entes públicos do estado SC (Governo do Estado, Alesc, MPSC, TJSC, TCE/SC, UDESC, Programas Municipais, dentre outros); Conexões internacionais em CTI de Santa Catarina e os programas da FAPESC; Os principais laboratórios de CTI de Santa Catarina, vinculados a ICTIs; Programas de Pesquisa da FAPESC (mapeamento de resultados e estudo de impactos); Programas de Inovação da FAPESC (mapeamento de resultados e estudo de impactos); Programas de Difusão da FAPESC (mapeamento de resultados e estudo de impactos). Fechando o dia, foi o momento de falar sobre “Inovação como vetor de desenvolvimento econômico”, com Fabio Zabot, Juliano Polese, vice-prefeito de Lages, Gerson Omar dos Santos, presidente da Câmara de Vereadores de

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