Orion Parque

Conheça a Sul Florestas Geo Engenharia

Há quase um ano presente no Órion Parque Tecnológico, a Sul Florestas Geo Engenharia atua com um tripé de diferentes atividades: Geoprocessamento – Levantamento georreferenciado e produção de bases cartográficas para subsidiar o processo de tomadas de de decisões; Florestas – Uso de geotecnologias para geração de dados e informações de povoamentos florestais, sendo essas uma das epsecialidades da empresa Meio ambiente – Execução de estudos e projetos para compatibilizar atividades potencialmente poluidoras coma legislação ambiental vigente. Confira nosso bate-papo com André Bortolotto e Matheus Nunes, empreendedores da Sul Florestas Geo Engenharia A Sul Florestas começou em 2012. Isso foi logo depois que vocês terminaram a faculdade? André Bortolotto – Na realidade iniciou a partir do nosso mestrado, quando nos conhecemos, na UFPR, de Curitiba. Lá a gente percebeu que tinha futuro a parte de geotecnologias aplicadas ao setor florestal. Parte dos conhecimentos que aplicamos hoje vieram da parte acadêmica, do mestrado. O Matheus veio primeiro a Lages, na sequência eu vim pra cá. Tivemos algumas oportunidades de negócios e nós resolvemos abrir a empresa e, desde então, estamos trabalhando na parte de geoprocessamento. Na parte acadêmica, no mestrado, vocês tiveram o incentivo ao empreendedorismo, ou nem tanto? André Bortolotto – Não, na verdade foi ao contrário. Tínhamos muito trabalho e incentivos na vida acadêmica. Era muita pesquisa, mas resolvemos aplicar os conhecimentos na prática para aliar as duas coisas: a parte acadêmica com o empreendedorismo. Resolvemos terminar o mestrado mas não ir direto a uma empresa. Tivemos várias oportunidades, de muitas empresas. No início tivemos dificuldades, mas com o passar do tempo vimos que conseguimos que o negócio desse certo.   A área de silvicultura aqui na região é muito forte. São empresas grandes, consolidadas. Apesar disso, o trabalho de vocês é muito inovador. Como vocês encaram a concorrência? André Bortolotto – Já temos alguns concorrentes, sim. Mas existe também uma quebra de paradigmas, do método convencional para o ser inovador. Agora podemos mostrar o que pode ser diferente, o que pode ser feito. Qual a principal vantagem e o diferencial do sistema de vocês, que é totalmente informatizado? André Bortolotto – Um dos trabalhos que fazemos é esse, do Veículo Aéreo Não Tripulado (VANT), uma vez que graças a essa tecnologia temos como cobrir áreas enormes perto do que conseguimos fazer através do método convencional, que seria a pé, para levantar e mapear essas informações. Dessa forma inovadora, usando as aeronaves, podemos ganhar em escala de quantidade de árvores mapeadas a cada vez. A qualidade das informações são bem melhores. Isso dá uma segurança para o produtor, já que usando o equipamento ele ou a empresa podem ter uma redução de custos bem grande. O produtor tem também a necessidade de fazer essa avaliação de forma periódica, não é? André Bortolotto – Esse é um dos paradigmas que estamos tentando quebrar. Muitas vezes os produtores faziam a contagem apenas uma vez, e pronto. Pensava-se que, sabendo quantas árvores se tem, não precisaria mais se preocupar. Mas agora propomos uma mudança nesse aspecto, já que com o VANT podemos fazer um monitoramento periódico, em determinadas épocas. A silvicultura está sempre sujeita a vários tipos de problemas… André Bortolotto – Exato, as árvores podem ter pragas, doenças, uma série de fatores podem condicionar a necessidade de periodicamente vermos as condições reais delas através dessa forma. Matheus Nunes Silva – Um exemplo prático é que, recentemente, nós fizemos o recobrimento de uma área e, por interesse nosso, acabamos sobrevoando novamente. Com isso, vimos focos de doenças que caminhando por baixo da floresta não eram visíveis. Nesse aspecto é muito importante. No ÓrionLab nós entramos com um foco mas agora estamos amadurecendo essa ideia inicial. Até por questão de concorrências, do que tem sido desenvolvido ao longo do tempo. Qual foi essa grande mudança? André Bortolotto – A mudança foi que a gente aqui no Órion, com as assessorias e mentorias, desenvolvendo o modelo de negócio, aprimoramos nossas capacidades, resgatando algumas coisas da área acadêmica que tivemos, mais voltado à pesquisa, e agora pensamos em implementar isso no negócio. Seria uma outra forma de fazermos o inventário florestal. Normalmente usa-se apenas o VANT e drones, mas pensamos também em fazer o inventário florestal dentro da floresta, in loco, trabalhando com equipamentos diferenciados, modificando a forma de fazer inventário florestal. Um dos equipamentos que vocês utilizam é o VANT – veículo aéreo não tripulado. Foram vocês mesmos que desenvolveram o modelo utilizado? André Bortolotto – O nosso foi produzido por nós mesmos. Fomos juntando as peças e as partes. Depois fizemos as configurações necessárias. Tivemos um período de testes, muito angustiante, porque aconteceram várias coisas, mas tudo foi um aprendizado. Isso fez com que acreditássemos na ideia, tivéssemos persistência e força de vontade. Fizemos muita pesquisa, mas tivemos etapas de tentativa e erro também. Quem são os clientes em potencial hoje, em Lages e na região? André Bortolotto – A gente já atuou em outros estados. Fizemos um trabalho grande em Minas Gerais, com nossos equipamentos. Aqui na região temos atendido a região da AMURES e clientes em potencial são empresas de reflorestamento, nesse primeiro momento em que falamos de florestas, mas agora estamos atuando também na parte de mineração. Algumas empresas que tem extração de minério tem feito levantamento de informações através do VANT, já que eles precisam ter o plano altimétrico das áreas, e também empresas de engenharia, que trabalham com movimentação de terras. Isso tudo leva em conta os mapeamentos que vocês fazem o mapeamento, tanto do VANT como com o drone… André Bortolotto – Exato. Usamos um ou outro de acordo com o tamanho da área a ser coberta. Quanto maior a área, passamos do quadricóptero para o VANT. O VANT tem uma autonomia maior, em torno de 1h15min, é elétrico e cobre cerca de 1.000 hectares. O quadricóptero tem autonomia de voo de cerca de 70 minutos.  

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Líderes da Associação Catarinense de Tecnologia vem a Lages divulgar potencialidades para o desenvolvimento da inovação

Em mais uma das ações para aceleração do desenvolvimento da cidade, a diretoria da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) vêm a Lages, no próximo dia 24 de setembro, falar sobre o Desenvolvimento de Ecossistemas Inovadores. O evento, realizado na Associação Comercial e Industrial de Lages (ACIL) é aberto ao público e demais interessados. Um dos presentes no evento é Daniel Leipnitz, Presidente da ACATE e diretor corporativo e de relações humanas na Visto Sistemas. Graduado em administração pela Universidade do Estado de Santa Catarina – ESAG (1997), Daniel tem MBA em Administração Global pela Universidade Independente de Lisboa e mestrado em administração de empresas pela Universidade do Estado de Santa Catarina (2002). Foi Diretor Financeiro do i3 Instituto Internacional de Inovação de 2012 a 2016. Ocupa a Diretoria de Novos Ambientes de Inovação na Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec). É Conselheiro da FAPESC (Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina) e Diretor de Tecnologia da ADVB/SC (Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil). Tem experiência na área de Administração, com ênfase em estratégia, estruturação de empresas, financeira e sistemas de gestão empresarial. Leipnitz e os diretores da entidade foram reeleitos para a diretoria da entidade em julho deste ano. Além dele, outro palestrante confirmado é Gabriel Sant\’Ana Palma Santos, doutor em Gestão do Conhecimento no Programa de Engenharia e Gestão do Conhecimento (EGC) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), mestre em Direito e Relações Internacionais pela UFSC e graduado em Direito pela UFSC e em Relações Internacionais pela Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI). Exerce a função de Diretor Executivo na Associação Catarinense de Tecnologia – ACATE e de Coordenador da Incubadora Miditec, eleita a 5ª melhor do mundo em 2018 (UBI Global). Na oportunidade ele falará sobre os números compilados pelo Observatório ACATE, ferramenta que disponibiliza dados inéditos e específicos sobre o ecossistema de inovação e tecnologia de Santa Catarina, segmentados por região. Os dados do Observatório são referentes ao ano de 2017 e podem ser acessados aqui. Fechando a programação, Diogo Machado, sócio e gestor de criatividade da Glóbulo, consultoria especializada em diferenciação para marcas, falará sobre branding de território. Órion é um dos parceiros O Órion Parque é parceiro desta iniciativa, que reúne também ACIL e o projeto Inova Serra SC. A inscrição para o evento pode ser feita pelo site: https://www.sympla.com.br/painel-sobre-desenvolvimento-de-ecossistemas-inovadores__364156 Painel sobre Desenvolvimento de Ecossistemas Inovadores Dia: 24/09 Horário: 19h30 Local: ACIL – sala de treinamentos 1

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Incubação de empresas: o suporte que o seu negócio precisa

A incubação de empresas é uma característica de indução de instituições inovadoras. O Órion Parque Tecnológico tem como objetivo fomentar o desenvolvimento de novos empreendimentos, onde os resultados esperados a longo prazo deverão garantir a autossustentação e a autonomia da empresa, em determinado prazo. O processo fornece serviços assistenciais, como mentorias, além de outras condições e suporte de sobrevivência para negócios que precisam ser “incubados” até que estejam preparados e maduros para inserção no mercado. O processo de incubação tem como principal objetivo selecionar propostas de empresas voltadas preferencialmente para as áreas de Tecnologia da Informação e Tecnologia da Informação e Comunicação, Biotecnologia, Automação e Metalmecânica, Economia Verde e Tecnologia da Madeira, nas quais o Centro de Inovação tem atuação com capacidade para dar suporte. Com a função de estimular e dar suporte ao crescimento de empresas inovadoras, a incubadora de empresas é um importante mecanismo no ecossistema dos startups. Neste artigo, você vai conhecer as principais características do modelo e entender as condições necessárias para uma empresa ser incubada. Requisitos mínimos de uma incubadora de empresas Suporte técnico O suporte técnico da incubação estará disponível à sua empresa objetivando garantir o potencial para que haja uma efetiva contribuição – por parte do Parque Tecnológico – para a sociedade. Esse suporte engloba consultoria em assuntos específicos e espaço físico para trabalho. Porém, é importante saber que não é qualquer empresa que pode ser incubada. A Órion criou um processo de seleção e são estabelecidos alguns critérios para escolha das empresas que serão beneficiadas. Para mais informações, aconselhamos acessar o edital, para entender os benefícios e deveres estabelecidos às empresas que se juntarem a este projeto. A seguir, observe o procedimento de incubação virtual e os principais benefícios que a Órion poderá trazer a sua empresa: Inovação de produtos Devido ao crescimento no âmbito tecnológico, a inovação é uma das maiores vantagens no mercado. Nesse aspecto, o Órion possui um arsenal de ideias que farão com que sua empresa prospere em negócios, tendo como ponto de partida a ideia concebida pelo empreendedor. Viabilização econômica É claro que serão necessários gastos para o engajamento de sua empresa no mercado. O Órion apresentará as melhores viabilidades financeiras e econômicas, visando tanto o fluxo de entrada, como a saída de capital. Procedimentos O primeiro procedimento é destinado a atender os problemas do cliente. Nesta fase, a principal questão é garantir que o produto realmente resolva um problema da empresa. O Órion e sua empresa planejarão todas essas etapas, mapeando, testando e analisando os respectivos refinamentos dos modelos de negócio, objetivando a inovação e comercialização do novo produto no mercado. O Órion fará com que o processo de vendas seja viável e rentável. O maior objetivo desta fase de incubação é garantir o engajamento do seu negócio, através de diversas formas e estratégias, como o marketing de vendas. A próxima fase é o estágio de maturidade da incubação, onde o equipamento de vendas da empresa é validado. Neste momento deve haver um esforço maior para captar investimentos, além de estruturar melhorar canais de venda e distribuição. Através desta iniciativa, a Incubadora do Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, no Órion Parque, juntamente com seus parceiros, objetivam o estímulo ao desenvolvimento de negócios inovadores com alto potencial de crescimento, visando à contínua melhora de aspectos tecnológicos, além de aspectos de gestão, de mercado, de capital e de recursos humanos, de modo a assegurar o fortalecimento e a melhoria de seu desempenho. Para melhor compreensão de quais direitos e deveres as empresas devem seguir e relação ao Órion Parque, sugerimos que dê uma olhada do Edital Nº. 01/2017. Nele, você poderá conhecer as vantagens de incrementar o crescimento de sua empresa a partir de novas ideias, logística, marketing e demais processos que fomentam o aumento do seu negócio.

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Conheça a Salvo Soluções Digitais e o projeto Cowtrol

Incubadas no Órion desde novembro de 2017, a Salvo Soluções Digitais e o projeto Cowtrol prometem revolucionar aspectos da cultura tradicional da Serra Catarinense. Com inovação e tecnologia, as iniciativas pensadas pelo empreendedor paulista Marcus Moreno ainda não estão disponíveis no mercado, mas os projetos seguem em elevado nível de desenvolvimento. Confira nosso bate-papo com Marcus Moreno, empreendedor da Salvo Soluções Digitais e do projeto Cowtrol Você é de São Paulo. Você já tinha a Salvo antes de vir para a cidade? Há quanto tempo está em Lages? Bom, estou há três anos aqui. A Salvo tem pouco mais de um ano . Quando eu me mudei de São Paulo pra cá eu resolvi empreender. Minha família veio para cá antes e, logo depois que cheguei, o Órion começou a funcionar, em 2016. Eu já estava envolvido com empreendedorismo, esse tipo de coisa, lá em São Paulo. Participava de eventos do SEBRAE, me interessava muito por tudo isso. Era, basicamente, o mesmo modelo de um Centro de Inovação e Parque Tecnológico como o Órion. Como tínhamos um amigo em comum, meu sócio comentou estar precisando de um sistema. Como em São Paulo eu já fazia isso, porque eu trabalhava numa financeira, já tinha feito um sistema para a captura de imagens sobre opções de financiamento. Esse material todo ia para a internet. Tinha a empresa que fazia toda a digitalização, mas não tinha quem fizesse o sistema. Assim surgiu a Salvo, num aspecto complementar às demandas que apareceram pra mim. E o Cowtrol, como ele nasceu? Logo depois da Salvo, tive também o projeto do Cowtrol. Brinco dizendo que ele saiu \”meio sem querer\”, porque meu cunhado e meu filho estavam conversando e aí eles falaram que tinha uma vaca nossa, chamada de \”barrosa do chifre torto\”, que ia dar cria, e por isso precisava de cuidados. Olhei para os dois e fiquei curioso, pensando na denominação que ouvi. Pensei que se fosse pra eu saber, estaria em problemas para diferenciar e entender qual dos animais seria esse. Isso que estávamos no sítio. A partir disso, pensei que se eu tivesse um sistema, que incluísse a foto da vaca, o \”nome dela\” e o número do brinco, eu conseguiria identificá-la rapidamente, de forma muito mais segura e sem a necessidade de conhecer as características físicas do animal. O Cowtrol começou assim. Uma vez que podíamos ter a possibilidade de identificação, podíamos controlar a necessidade de vacinas, verificar o peso e idade de cada um dos animais, por exemplo. Com o tempo e conversas com os produtores, vimos que o projeto foi ganhando credibilidade. As pessoas iam se interessando e vi que tinha viabilidade também a virar uma startup.

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Como está a gestão do tempo e a produtividade da sua equipe?

Para uma equipe de marketing, a gestão do tempo e da produtividade são essenciais. Muitas vezes, o gerente não está em sua estação de trabalho e não tem meios para gerenciar o tempo e as tarefas dos seus colaboradores. Se você está com dificuldades para entender o que cada membro da sua equipe está fazendo, ou se não está sabendo realmente gerenciar seu tempo com efetividade, leia esse artigo até o final. Controlar o tempo é necessário sempre! Seja em casa, no trabalho, faculdade, vida pessoal, não devemos, apenas, organizar o que iremos fazer, mas também precisamos encontrar maneiras para que tais tarefas possam ser executadas, com eficácia, dentro do prazo necessário. Confira abaixo quatro dicas que podem te auxiliar a gerenciar o tempo da sua equipe: 1) Planeje o seu dia No dia anterior, ou logo no começo da manhã, organize as atividades que precisará realizar. Assim, você terá uma prévia abrangente do que será necessário fazer e, eventualmente, remanejar alguma tarefa. Não deixe as tarefas simplesmente “atropelarem” você na sua rotina diária. A grande vantagem do planejamento, na gestão de tempo, é que o colaborador tome decisões antecipadas e não prejudique o próprio desempenho em suas tarefas agendadas. 2) Não permaneça muito tempo em um só processo Todos os dias possuímos novos desafios, tarefas, problemas, dificuldades e o mínimo aceitável é sempre fazer tudo com excelência! Se você está há muito tempo em um mesmo processo e não está mais rendendo, pause, descanse e dê o start em outra tarefa. Esse é um dos grandes princípios que utilizamos dentro da nossa agência. Você já ouviu falar no método Kaizen? Você deve buscar sempre melhoria contínua em seus processos. Não aceitamos um site “meia-boca”, nem um e-mail “mais ou menos”. Para essa melhoria, você deve ter o envolvimento e o comprometimento dos funcionários com a organização. 3) Utilize a Tríade do Tempo A Tríade do Tempo é uma das mais conhecidas metodologias de organização, desenvolvida por Christian Barbosa. Serve para ajudar a organizar e medir a produtividade de um profissional. Trata-se de uma metodologia de planejamento pessoal que ajuda o indivíduo a organizar sua vida e, dessa forma, se tornar mais produtivo e ter uma vida mais equilibrada. Porém, como colocar em ação? O primeiro passo é a classificação de cada uma das tarefas. Sempre comece pelas tarefas importantes e urgentes: as importantes possuem prazos e resultados, enquanto as tarefas urgentes já passaram do tempo em que deveriam ser realizadas ou possuem uma janela de tempo pequena. As tarefas circunstanciais, por sua vez, são aquelas que não passam de desperdício de tempo. 4) Tenha um software para controle do tempo Por fim, a última e mais valiosa dica! Não basta querer controlar tudo em uma agenda ou em uma planilha do Excel. Hoje no mercado temos vários softwares que ajudam no processo de controle de tempo como: Neotriad, Runrun.it e o Bitrix24. Este último (Bitrix) é o que utilizamos atualmente na agência e é muito completo. Nele, além de gerenciar tempos e tarefas, temos integrações com projetos, CRM, marketing e muitas outras características. Utilizar ferramentas como essas pode parecer querer controlar muito o ambiente de trabalho, ou parecer regrado em demasia, mas o fato é que isso ajuda muito no fator produtividade (a Lands é a prova disso). Ter controle sobre algo que precisa ser feito, e saber administrar seu tempo, é algo valioso para entregar melhores resultados e obter altos níveis de excelência em seus trabalhos. Quais são suas dificuldades em relação à organização do tempo da sua equipe? Você usa algum método específico como SCRUM ou algo do gênero? Deixe seu comentário abaixo, adoraremos debater sobre o assunto! Por Felipe Zimmermann Arruda, Gerente de Marketing da Lands Agência Web, mentor parceiro do Órion Parque Tecnológico

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Conheça o Orion Connect

O Órion Connect faz parte de um projeto do Órion Parque Tecnológico. Antes de falar sobre o Órion Connect vamos apresentar brevemente o Órion Parque Tecnológico. Órion Parque Tecnológico A principal função do Parque Tecnológico é promover as riquezas de uma determinada comunidade, incentivando a competitividade e inovação de instituições e empresas. Sendo assim, fornece suporte estrutural, administrativo e gerencial e estimula eventos e projetos que incentivam o desenvolvimento de empreendedores. O entrosamento mútuo da universidade, indústria, governo e sociedade tem grandes benefícios. Os benefícios são resultantes da tecnologia da universidade, da estrutura das indústrias, do apoio do governo e da participação da sociedade. Mas quais são os benefícios? Entre eles, podemos citar: inovações para mazelas sociais, empregabilidade, atividades e eventos de capacitação e muitos outros. Órion Connect: Conceito O termo Connect simboliza o projeto como um todo. Existe a conexão de pessoas, organizações e ambientes que produzem, em sincronia, ótimos resultados para a sociedade. Mas como o Órion Connect realiza toda a interação? O Órion Connect utiliza de workshops, reuniões, palestras, rodas de conversa e outros diferentes eventos para incentivar o público alvo a desenvolver perspectivas, transformações e assim os auxilia através de caminhos e conexões com outras pessoas. Órion Connect: Atuação Entre as inúmeras iniciativas e projetos presentes no Órion Parque Tecnológico destacamos o Órion Connect. O Órion Connect trata-se de um projeto inovador de cunho social que objetiva empoderar três importantes grupos: Melhor Idade, Jovem e Feminino. Para todos os grupos a ideia é algo similar a uma roda de conversa para apresentar conhecimentos, estudos e orientações que podem ser interessantes para um deles. Empoderamento Feminino: Pode ser compreendido como a contextualização e desenvolvimento da emancipação e independência da mulher. Para isso, o grupo conta com pessoas as quais tem como objetivo ser parte da mudança em suas respectivas realidades. Sendo assim, são compartilhados conhecimentos para que o empoderamento feminino possa ser fortalecido e ampliado. Empoderamento da Melhor Idade: O grupo consiste nas pessoas acima de 50 anos que tem interesse em adaptar ao meio digital. A adaptação da Melhor Idade ao meio digital resulta em uma maior facilidade de reingresso ao mercado de trabalho, facilitação nas tarefas diárias e permitir que conectem ao gigantesco mundo das mídias sociais. Empoderamento Jovem: O grupo dos jovens visa compartilhar experiências de empreendedorismo e unir conhecimentos teóricos e a práticos para sanar problemas comuns da comunidade. Órion Connect: Projetos O objetivo de empoderar diferentes grupos têm como ideal, em larga escala, criar um ambiente para desenvolver, através de conhecimento e ações conjuntas, os indivíduos de cada grupo. É um projeto desafiador tanto por sua dimensão quanto por sua audácia. Apesar disso já aconteceram inúmeros eventos frutos do Órion Connect como destacamos a seguir. Cursos de informática: Com o objetivo de informatizar a melhor idade foi feita uma parceria com a Uniplac e o Centro de Inovação. Coleta da ação Tampet’s: O evento consistiu na coleta de tampinhas plásticas que foram recicladas. Todo o dinheiro arrecadado foi revertido para auxiliar cuidados com animais de ruas como castração e alimentação. Como podemos ver o Órion Connect abrange eventos de tecnologia, inovação, empreendedorismo, sustentabilidade e liderança. Os eventos também aproximam, engajam, e faz com que o público compartilhe de boas experiências e práticas. O resultado de toda a interação é um impacto extremamente positivo em vários setores da sociedade. Entendeu quais são os objetivos do projeto Órion Connect do Órion Parque Tecnológico? Você gostaria de participar ou conhecer mais informações? Caso desejar clique aqui para conhecer tudo sobre o Órion Connect, como participar, como ajudar e muito mais!

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Principais vantagens do Coworking

Você sabe o que é coworking? Coworking consiste em um modelo de trabalho baseado no compartilhamento do espaço com diferentes empreendedores. Sendo assim, é como se fosse um escritório compartilhado, podendo ser utilizado por empreendedores, profissionais liberais, estudantes ou qualquer outro público interessado. Além disso, não é necessário que os profissionais que utilizem o mesmo ambiente tenham a mesma área de atuação. A ideia do coworking é muito recente, começando por volta do ano 2000. Apesar disso, tem crescido muito em todo mundo, inclusive no Brasil. Sabendo o que é coworking, temos que nos perguntar, quais as vantagens do coworking? O coworking possui inúmeras vantagens, entre elas: um maior contato com outras empresas e funcionários, aumento da produtividade, desenvolvimento de novas ideias e maior economia financeira. Desenvolvimento do networking Vamos então destacar, uma a uma, as vantagens do coworking? Vamos começar pelo maior contato com um maior número de empresas e funcionários. Criar e estabelecer uma rede de contatos é chamado também de networking. O networking por si só tem outras tantas vantagens. Veja um exemplo da utilização de networking. Imagine que você precisa contratar alguém. Se você conhece poucas pessoas, terá poucas pessoas para oferecer a vaga de emprego. Se conhecer mais pessoas, a possibilidade de o perfil de uma das pessoas atender à vaga que disponibiliza aumenta. Sendo assim, quanto mais pessoas conhece, maior seu networking. Aumento da produtividade Outra importante vantagem do coworking é o aumento de produtividade. O aumento de produtividade é resultante de inúmeros fatores. Um deles é um ambiente, na maioria das vezes, mais focado. Outro é a competitividade natural do ambiente. Podemos destacar também o compartilhamento de métodos de trabalho, que pode ser muito útil para aprender a realizar tarefas de forma mais eficiente, economizando tempo e, consequentemente, diminuindo os gastos financeiros. O aumento da produtividade pode ser também de outra forma. Imagine que tenha uma empresa que precise de uma solução de tecnologia. Se tiver uma empresa do ramo tecnológico no mesmo local de coworking ela pode lhe ajudar em seus problemas de forma mais amigável que uma empresa que não compartilha do mesmo espaço. Podemos perceber assim que as empresas que compartilham um mesmo local tendem a priorizar empresas próximas para que possam crescer juntas. Dinâmicas em grupo Conhecer pessoas de outras áreas e ramos faz com que seja possível aprender com seus sucessos e fracassos e, assim, a possiblidade de incorporar o conhecimento do próximo no próprio empreendimento. Conhecer novas pessoas, conversar e desenvolver novas experiências podem resultar em um fruto muito importante: ideias. Ideias são extremamente importante no mundo de hoje. A maioria das ideias é resultante da observação de uma situação ou da tentativa de resolver um problema. Mas note que é necessária uma situação ou um problema, e ambos você pode conseguir conversando com outras pessoas da mesma área ou de diferentes ramos de trabalho. Diminuição de gastos Uma vantagem de compartilhar um escritório é uma redução de gastos. Imagine uma recepção integrada para todas as empresas do coworking. Assim é necessária apenas uma despesa em comum, como uma recepção, que pode ser dividida proporcionalmente para cada empresa que utiliza o serviço. O mesmo pensamento é possível fazer quanto aos móveis, serviços como telefonia e internet, entre muitos outros. Mas, agora chega uma importante pergunta: onde encontrar um coworking? Existem poucos locais no Brasil que disponibilizam coworking, mas podemos citar, como referência, o espaço Bellatrix e o Coworking Centro de Inovação do Órion Parque. Ambos os locais são extremamente indicados e vale a pena dar uma olhada, as vantagens. Você pode conferir mais sobre o espaço Bellatrix clicando aqui e sobre o Coworking Centro de Inovação clicando aqui. Ficaram claras as vantagens de aderir ao coworking? Ficou alguma dúvida? Deixe sua opinião ou comentário a respeito dos benefícios do coworking.

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Conheça a Scienco Biotech

Empresa de biotecnologia, com perspectiva de exportar insumos para diagnósticos laboratoriais de alta complexidade, a Scienco Biotech está presente no Órion desde novembro de 2017. A empresa produz reagentes para imunoensaios e indicadores de análise de proteínas que atendem o mercado nacional, sem deixar de lado o rigor com marcos regulatórios e indicadores específicos de qualidade internacionais, como certificados de análises – necessários para o controle de qualidade dessas ferramentas. A proposta da Scienco Biotech é justamente inovar no desenho de moléculas híbridas com multifuncionalidade de forma a gerar ferramentas moleculares superiores para procedimentos de pesquisa, diagnóstico e manufatura de medicamentos. A Scienco Biotech foi a primeira empresa a entrar no programa ÓrionLab, alternativa de entrada no Órion Parque para projetos e empresas recém lançadas, com potencial para se desenvolver, mas que ainda não estejam em fase avançada de maturidade empresarial. Já atuando comercialmente, depois de um período inicial de pesquisa e desenvolvimento de produtos, a empresa prevê estar consolidada no mercado nacional em até dois anos. Contemplada no programa Sinapse da Inovação V, em 2015, ainda com o nome de i9 Biotec, a Scienco produz diversos produtos, como: Reagentes Para Imunoensaios REAGENTE SCIENCO ONESTEP- TMB REAGENTE SCIENCO STREPTAVIDINA Indicadores de Análise De Proteínas MARCADOR DE PESO MOLECULAR DE PROTEÍNAS COLORIDO SCIENCO BIOTECH REAGENTE SCIENCO FAST BLUE STAIN REAGENT MARCADOR DE PESO MOLECULAR DE PROTEÍNAS NÃO CORADO SCIENCO BIOTECH REAGENTE SCIENCO BRADFORD Confira nosso bate-papo com Maria de Lourdes Borba Magalhães, uma das sócio-fundadoras da Scienco Biotech A história da Scienco começou antes mesmo de vocês virem aqui para o Órion. Como foi esse processo? A Scienco começou com a ideia de alguns professores do CAV no desenvolvimento de produtos inovadores, e baseado em toda a questão de fomento à inovação e necessidade de fomento dela, de investimento nisso, do país como um todo, mas especialmente de Santa Catarina, nós começamos a focar no desenvolvimento de uma startup para conseguir colocar em prática muito do conhecimento gerado na academia. Um dos objetivos é preencher a lacuna que existe no Brasil de fornecimento de produto biotecnológico, de origem nacional, para o mercado de diagnóstico. A empresa foi criada com o advento do Sinapse da Inovação, e, nesse meio tempo, nós tentamos organizar a estrutura da empresa em outras incubadoras. Nossa startup demanda estrutura própria, diferenciada, um espaço laboratorial. Tivemos dificuldade com relação a isso em outros espaços, que são mais voltados a startups da área de Tecnologia da Informação (TI). Tentamos adequar a situação, mas não conseguimos. O Órion, mesmo estando voltado a receber empresas mais estruturadas, num primeiro momento, como incubadora, graças ao ÓrionLab tivemos a motivação e a certeza de nos estabelecermos aqui. Você falou que encontraram dificuldades de achar incubadoras que se adaptassem à necessidade que vocês tem de um laboratório, de um espaço físico específico…. Aqui na região tudo era muito voltado à TI, e apesar do Órion ser também voltado a isso, o Parque propiciou a existência de espaços nos quais fossem possíveis a implementação de um laboratório. Não temos como \”existir\”, digamos, sem essa estrutura física específica. A expectativa de vocês começarem a entregar produtos no mercado era de até dois anos, mais ou menos, por volta de 2020. Essa estimativa persiste ainda? Já estamos com entrada no mercado, uma entrada modesta, verdade, mas já estamos trabalhando e vendendo para que ganhemos mais mercado ao longo do tempo. Estamos com comercialização, mas ainda não com a saída desejada. Já temos, inclusive, um representante comercial em São Paulo, que faz essa ponte conosco. Estamos tendo um início modesto, mas com perspectiva de crescimento maior para 2019. Vocês têm algum tipo de concorrência nacional no desenvolvimento do produto que vocês fazem ou a única \”competição\” é internacional mesmo? Existe alguma coisa de concorrência no mercado brasileiro, mas não exatamente daquilo que estamos produzindo. No mercado nacional temos produtos semelhantes, mas nesse caso estamos fazendo parcerias, junto a esses empreendedores, para vendermos um produto mais completo possível, com reagentes complementares. A concorrência é muito maior de componentes importados. Para que são, exatamente, os produtos que vocês produzem? São principalmente componentes para atividade laboratorial. Nosso foco maior é do mercado de diagnóstico, que tem uma abrangência e mercado maiores, mas também muito mais difíceis de serem acessados, porque existem uma série de marcos regulatórios e certificados de análise que temos que dar conta…. Sobre essa questão dos marcos regulatórios e especificidades técnicas, vocês têm conseguido avançar com relação a isso? É uma grande dificuldade para vocês? Estamos avançando bastante, com bons resultados. A grande questão é que existem muitas exigências, por isso temos que ter uma semelhança muito grande com os produtos importados, que são os grandes players desse mercado. Muitas vezes, nossos potenciais clientes usam os mesmos reagentes, dos mesmos tradicionais fabricantes norte-americanos e europeus, há mais de 20 anos. Esses fabricantes estão no mercado há mais de 50 anos. Nossos potenciais clientes têm interesse em usar produtos nacionais, mas tem de ser atendidas todas essas exigências deles, principalmente nesse mercado de diagnóstico, que é um mercado maior. O objetivo de vocês é atingir, primeiramente, o mercado brasileiro? Sim, o mercado brasileiro, mas existe muita América Latina que seria um bom mercado também. Além do espaço físico que vocês conseguiram, graças ao Órion, como o Parque auxiliou vocês através de assessorias e mentorias? Com certeza esse trabalho que existe no Órion também nos ajudou muito. No planejamento estratégico da empresa, no entendimento de como deveríamos organizar a estrutura do novo negócio, tudo isso foi fundamental. Somos cinco sócios e mais três funcionários. O que temos é a formação técnica, e para nós da Scienco temos uma carência grande nesse aspecto de pensar nosso trabalho como um negócio. Foi através do Órion que conseguimos, também, parcerias, uma equipe mais multidisciplinar, que conseguisse atuar nas diversas áreas necessárias.  

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Conheça o futuro do seu projeto: Reuni!

Você tem algum objetivo, projetos, ideias e inovações em mente, mas não sabe como expandi-los? O que acha de realizar o empreendedorismo que você tanto planeja e ganhar investidores? A resposta que você estava aguardando é o Projeto Reuni. O Projeto Reuni é uma plataforma que tem o objetivo de promover o empreendedorismo Universitário. Esta plataforma permite acesso tanto à acadêmicos, como professores, alunos e técnicos. Sejam eles de outras instituições ou escolas públicas e privadas. Todas as pessoas que possuem inovações e gostariam de expandi-las para o ambiente empreendedor terão finalmente esta oportunidade. O objetivo principal da Reuni é fomentar o máximo de ideias e projetos possíveis. Estes, depois de apresentados, estarão disponíveis a investidores e empresas interessadas, que poderão avaliar os projetos e investir nas novas ideias que o ambiente de universidades e escolas podem oferecer. Cadastro de Novas ideias Antes de publicar suas ideias ao Reuni, você deve se cadastrar na plataforma. Basta inserir seu CPF e e-mail, que suas ideias já poderão ser compartilhadas. Após realizar o cadastro e compartilhar na plataforma, seu projeto ainda não estará visível ao público, mas sim pelos investidores validados. Aconselhamos que antes de publicar ou cadastrar qualquer coisa, seja observado o Termo de Confidencialidade disponível no site. Como criar? O primeiro passo é, caso ainda não tiver nada em mente, idealizar algo inovador que poderá revolucionar um problema ou criar uma solução que avance a tecnologia atualmente existente. Caso tiver alguma dificuldade em criar projetos, o Reuni disponibilizou o Jogo, para que você possa tirar as suas dúvidas. Elas podem ser referentes a estágios, e o Jogo mostrará como cadastrar todas as suas ideias no Portal. Após o devido cadastro, você poderá escolher a categoria de suas ideias e explicar os problemas ou informar as soluções que ela poderá resolver, além de anexar as respectivas áreas que essa resolução corresponderá, como arquitetura, ciência de alimentos, educação, enfermagem, entre outros. Como funciona? Ao se cadastrar na plataforma, você poderá compartilhar todas suas ideias para inovações e tecnologias no Portal do Reuni. Suas criações ficarão armazenadas, aguardando as avaliações de respectivas empresas e investidores. Caso sua ideia seja aprovada, ela receberá o apoio necessário de professores e consultores que poderão amadurecê-la. Isso significa que quaisquer detalhes que poderão e precisarão ser alterados, serão melhorados. Porém, sem tirar a essência de sua criação, mantendo-a original e única. Após a validação do projeto, ela será apresentada, como numa exposição, em um evento organizado pelo Reuni. Caso sua nova ideia seja aprovada, o investidor que a escolheu, juntamente com o Reuni, formalizará um contrato para fechar o negócio com você. Seu projeto, se bem desenvolvido, poderá fazer parte de diferentes estágios de amadurecimento de um novo negócio: Incubadora, Parque Tecnológico, Universidades e Empresas. Quem pode participar? O objetivo principal do Portal Reuni é agrupar a maior quantidade de ideias possível. Como muitas vezes as ideias e projetos que surgem são vigentes em escolas e faculdades, algumas pessoas pensam que estes serão o único público alvo. O que é um equívoco, tendo em conta de que qualquer ideia será bem recebida, e todas elas têm perspectiva de crescer e ampliar seu público-alvo. Não há pré-condições para esses alunos ou professores. Qualquer representante educacional poderá fazer parte do empreendedorismo universitário. Sejam eles professores, ou alunos de escolas públicas ou privadas, universidades ou escolas técnicas, pessoas da comunidade geral ou outras instituições. Poderão também participar os profissionais autônomos ou acadêmicos. Resumindo, qualquer pessoa, ou até mesmo equipe, que tenha um projeto com o potencial de mudar o meio a sua volta. Contatos Se tiver qualquer dúvida ou sugestão que possa melhorar a Plataforma, o Reuni disponibiliza aos usuários o máximo de contatos possíveis. O endereço físico da iniciativa é no Órion Parque Tecnológico, localizado na Rua Heitor Villa Lobos, 525 – São Francisco.

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Conheça a Platon Tecnologia em Nuvem

Empresa que ambiciona tornar-se referência nacional em computação na nuvem, a Platon busca, a cada dia, proporcionar novidades a seus clientes. Dentro do Órion há 15 meses, a empresa oferece múltiplas soluções em armazenamento na nuvem, como por exemplo: Hospedagem de sites Hospedagem ou criação de sites, com ilimitadas contas de emails personalizadas. Construtor de sites Montagem passo-a-passo de páginas, podendo levar sua criação para onde quiser. Certificado SSL Certificação de site com SSL, garantindo a segurança em transações para os consumidores. Backup em nuvem Facilidade de integração de dados com solução em nuvem automática. Email marketing Envios de emails em massa, sabendo o resultado real de suas campanhas. Ponto do Negócio Compra, divulgação e venda os veículos semi-novos; no portal e hotsite. Lages Imóveis Divulgação de imóveis e alavancagem de vendas e locações. Platonic Cloud Possibilidade de virtualização em nuvem, de acordo com demanda e serviços. Platonic Gerenciamento Formato que possibilita a especialistas gerenciar os servidores de sua empresa para você. DVR Cloud Armazenamento de gravações de suas câmeras de segurança em nuvem. Confira nosso bate-papo com Eduardo Broering, fundador e diretor de tecnologia da Platon Vocês começarem 2012. Foi logo depois que você terminaram a faculdade? Como foi esse início? Não, na verdade eu não tenho formação. Fiz a faculdade, mas não cheguei a concluir o ensino superior. Isso foi bem depois. Quando eu montei a empresa eu tinha 24 anos. A Platon foi montada em 2012. Na época ainda eu tentei tocar junto com o emprego que eu tinha, que era gerente de TI em uma empresa de segurança eletrônica de Lages. Eu tentei, até o final do ano até dezembro de 2012, tocar as duas coisas junto, mas não foi possível. Em janeiro e fevereiro, de 2013, eu tomei a decisão de sair totalmente de lá e tocar só a Platon. Então foi a partir de 2013 que começou a engrenar o negócio. Na época até era só eu, o Vinícius entrou depois. Essa questão de softwares na nuvem é uma coisa bem recente e é o grande foco do trabalho de vocês. Como ele funciona na prática? Exatamente. É um negócio que cresceu de forma tão rápida que, quando a gente montou empresa em 2012, ainda era muito pouco falado em nuvem. Inclusive, no início, a gente tinha servidores físicos também. Apenas depois a gente fez o processo de migração, e colocamos tudo dentro de nuvem. Hoje a gente é 100% nuvem. Toda nossa estrutura, desde hospedagem de site, todas as plataformas que a gente tem, tudo é em nuvem. Pensando em escalabilidade, desde o início nossa empresa vem sendo pensada para funcionar sem depender de estrutura física e, dessa forma, procurando atender o Brasil inteiro. Qual é o principal mercado de vocês agora? Construção de sites ou mesmo o gerenciamento de todos os departamentos de uma empresa de forma online e na nuvem? Hoje, os principais são os setores de Tecnologia da Informação, porque ele permite tanto a questão de infraestrutura de um site, para serviço de email corporativo, como para outras demandas. A gente oferece um construtor de sites, mas ele não é o nosso principal produto, até porque a gente mesmo não constrói sites, apenas temos essa plataforma para isso. A partir do que a gente lançou esse ano, que já era um projeto que eu tinha vontade de lançar há muito tempo, quase no início da empresa, é a Platonic Cloud, nossa nuvem computacional Platon. Isso a gente conseguiu viabilizar aqui dentro do Órion. Quais as principais oportunidades que existem com a Platonic Cloud? A Platonic Cloud é totalmente personalizada. A gente consegue atender qualquer demanda do cliente. Montamos uma virtualização, uma máquina especificamente para ele. Só ele vai utilizar aquela máquina virtual, dentro da nossa nuvem pública, e conseguimos, desde escolher para determinado cliente qual o sistema operacional que ele precisa, quais aplicações vai rodar, quais as suas funcionalidades. Tudo é totalmente personalizado para o cliente. Essa é uma área bastante promissora que a gente enxergou. Até porque, cada vez mais os setores de TI estão buscando tirar os servidores físicos das empresas. Ali conseguimos rodas APIs ou qualquer outra coisa. Não somente pensando nos desenvolvedores, mas temos clientes que toda a infraestrutura deles, em TI, está indo para a nuvem. Desde arquivos mesmo, nada mais fica localmente na empresa. Tudo está na nuvem. Esse é um exemplo, mas conseguimos rodar banco de dados, aplicações, sistemas, APIs, enfim…. A quantidade de espaço na nuvem, hoje em dia, não é mais um problema? Não porque hoje a nossa estrutura é totalmente escalável, aumentando conforme a demanda. Podemos aumentar a nossa nuvem conforme a demanda. Mas ela é preparada já para esse upgrade. Como o Órion ajudou vocês a consolidar, ainda mais a empresa, ao longo do tempo desses seis anos que vocês estão em atividade? Até mesmo a vivência que a gente tem aqui dentro do Órion, com outras empresas, ajuda bastante. Logo que a Platon entrou no Parque, que foi em 2017, em junho ou julho, a gente fez uma parceria, bem bacana, com a Softecsul. Era uma empresa que estava aqui dentro, desenvolvemos uma parceria e, se a gente não tivesse vindo pro Órion, a gente não tinha fechado essa parceria. Hoje eles são revendedores de um dos nossos produtos e isso é muita bom para a gente. Percebemos também outros tipos de ganhos vindo aqui para o Órion. Além das consultorias e mentorias que a gente pode ter acesso aqui dentro, o networking que a gente faz, até tomando café ali embaixo na lanchonete com o pessoal das empresas, mas a gente percebeu também que a visibilidade da Platon começou a ser outra quando as pessoas sabiam que a gente estava no Órion. Tem um caso especificamente, de uma grande empresa aqui de Lages, que é uma das maiores do ramo e que estávamos em negociação desde antes, quando estávamos ainda no nosso antigo escritório. Quando viemos para cá, botamos na cabeça que uma das primeiras coisas

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