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Quais os benefícios das universidades empreendedoras? Reuni Challenge SC favorece instituições que fomentam empreendedorismo universitário

[vc_row][vc_column][vc_column_text]O tripé institucional das universidades brasileiras – ensino, pesquisa e extensão – ultimamente tem sido influenciado pela inovação e empreendedorismo. Metodologias ativas de ensino e aprendizagem, transferência de tecnologia e spinoffs acadêmicas cada vez mais  frequentes e têm gerado valor tanto para a formação dos talentos quanto para o desenvolvimento socio-econômico como benefícios de universidades empreendedoras. Entendendo o que é empreendedorismo Para entender as universidades empreendedoras, é importante apresentar aqui uma definição de empreendedorismo, pois esse conceito vem evoluindo à medida que a dinâmica da sociedade se torna mais complexa. De maneira contemporânea o empreendedorismo pode ser entendido como: “a capacidade que uma pessoa tem para identificar problemas e oportunidades, assumindo um comportamento proativo diante de questões que precisam serem resolvidas, desenvolvendo soluções e investindo recursos na criação de algo positivo para a sociedade, tanto através de um negócio, um projeto ou qualquer movimento que gere mudanças reais e impacto no cotidiano das pessoas” . Desse modo, o empreendedorismo está relacionado à criatividade de encontrar uma solução ao se identificar um problema. Nesse sentido, novos negócios são construídos a partir da capacidade intelectual de materializar o conhecimento. Tal habilidade tem sido valorizada no mercado de trabalho e reconhecida como elemento fundamental para o desenvolvimento dos territórios. Outro termo que aparece é o intraempreendedor, que é aquele que assume a responsabilidade pela criação de inovações de qualquer espécie dentro de uma organização. São aqueles que transformam uma ideia em uma realidade sem sair da organização que se encontram para montar um negócio. Dessa maneira, os intraempreendedores podem garantir inovação contínua em organizações. O que é uma Universidade Empreendedora? Uma universidade empreendedora pode ser caracterizada como uma instituição que adota tanto uma estratégia de formulação de objetivos acadêmicos quanto a de tradução do conhecimento produzido em utilidade econômica e social. Segundo esse autor, algumas desenvolvem o treinamento empreendedor como uma extensão de sua missão de ensino, enquanto outras desenvolvem a transferência de tecnologia como uma extensão da pesquisa. Outras ainda desenvolvem mecanismos de apoio à inovação, facilitando a formação e o crescimento de empresas. Algumas instituições optam por desenvolver todos esses três aspectos ao mesmo tempo, ou progressivamente, ou apenas alguns deles. Para autores como Etzkowitz e Zhou, é essencial que haja maior consciência entre professores, funcionários e alunos do potencial do conhecimento. Práticas empreendedoras nas universidades O primeiro caso pode ser exemplificado pelas metodologias ativas de ensino e aprendizagem, ou seja, a partir de atividades de experimentação, dinâmicas interativas e até a gamificação que envolvam a resolução de problemas reais, o estudante desenvolve um pensamento crítico diante da elaboração de soluções e associações de conhecimento interdisciplinares. Para saber sobre esse tema, acesse a 9ª edição da VIA Revista  sobre Inovação na Educação. O segundo caso pode ser visualizado na  transferência de tecnologia. As tecnologias desenvolvidas nas Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) possuem um valor de mercado muito alto segundo autores como Trzeciak et al (2012). Portanto, conectar o agente que demanda constantemente novas soluções  com o agente que possui a oferta necessária para gerar tais oportunidades, ocasiona a transferência de tecnologia. Ações empreendedoras a partir da Propriedade Intelectual, como distribuição de royalties, vitrine tecnológica e parcerias universidade-empresa são exemplos que tem o apoio dos Núcleos de Inovação Tecnológica (NIT) que acarretam ganhos financeiros para Universidade e o inventor. E para desenvolver a ideia de um produto em um negócio, as Universidades podem apoiar os acadêmicos por meio de atividades das pré-incubadoras e incubadoras que tem a finalidade de fornecer capacitações técnicas e gerenciais ou até instalações físicas para gerar valor para as empresas nascentes. Além disso, as Universidades podem contar com intraempreendedores que inovam nos processos internos, nas tecnologias e nos serviços e assim facilitam o serviço administrativo. Outro ponto que pode se destacar é o arcabouço jurídico que as Universidades podem criar a fim de orientar essas práticas empreendedoras, como uma Política de Inovação e Empreendedorismo. Quer saber quais as universidades mais empreendedoras do Brasil? Confira o ranking aqui!  Aproximação com o ecossistema de inovação Múltiplos relacionamentos helicoidais: universidade-governo, universidade-indústria e indústria-governo se cruzaram, criando o ecossistema de inovação. As universidades tem a missão de retornar à sociedade o investimento recebido. Para tanto, o ensino, a pesquisa e a extensão estão sendo influenciados pela inovação e empreendedorismo na medida em que as soluções estão sendo pensadas a partir da dor dos demais atores do ecossistema. As universidades se tornam empreendedoras quando conseguem traduzir os conhecimentos gerados para o cotidiano das empresas, governo e sociedade civil. As Universidades são, então, importantes para a criação de uma cultura de inovação e empreendedorismo, por meio da formação de talentos e da criação e apoio aos ambientes de inovação, por exemplo. São responsáveis por formar pessoas, promover o espírito empresarial e fomentar a criação de empresas futuras. Fornecem o principal ativo para a inovação: pessoas com conhecimento, os chamados talentos. Possibilitam o desenvolvimento de novas pesquisas, construção de novos conhecimentos e, criação de novas tecnologias. Essas interações mantém o ecossistema ativo e promovem o desenvolvimento sócio-econômico pelo valor criado através do compartilhamento de conhecimento. Reuni Challenge SC Oportunizar que o acadêmico tenha a possibilidade de empreender, ainda dentro da faculdade, é uma necessidade que nem sempre todas as Instituições de Ensino Superior (IES) conseguem suprir! Pensando nisso, o Orion Parque Tecnológico, e outros parceiros pelo estado, estão trazendo o maior evento de Empreendedorismo Universitário do estado. Queremos descobrir qual a universidade mais empreendedora do estado de Santa Catarina! Na competição, em formato on-line, nos dias 10, 11 e 12 de setembro, cada câmpus deverá formar uma equipe de 5 a 8 universitários e de 1 a 2 professores. Serão até três equipes formadas por câmpus de uma mesma IES. Para tirar todas as suas dúvidas sobre a competição que, premiará a equipe vencedora com R$ 10 mil reais, vamos bater um papo super bacana em mais uma super live, nesta sexta-feira (13/08), ao vivo nos canais do Orion Parque Tecnológico, Reuni e Rede Catarinense de Centros de Inovação no You Tube ! ? O Reuni Challenge tem

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Desenvolvimento de negócios inovadores promove reconhecimento acadêmico; conheça cases do Reuni Challenge

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Negócios inovadores marcaram edições da competição; conheça alguns projetos e cabeças por trás deles. Reuni Challenge SC será realizado entre 10 e 12 de setembro de 2021 Grandes ideias nascem dentro das universidades, por meio de trabalhos acadêmicos ou conversas informais entre jovens que caminham com o mesmo propósito: desenvolver suas habilidades. Essas ideias quando não estimuladas para serem desenvolvidas acabam ficando guardadas nas gavetas e perdem a oportunidade de solucionar problemas reais da sociedade. A última edição do Reuni Challenge, realizada no ano de 2020, contou com a participação de 80 acadêmicos representando as universidades da Serra e Meio-Oeste Catarinense. O evento foi realizado de forma on-line e teve um grande número de participantes que trouxeram para dentro do evento seus anseios, visões de negócio e projetos acadêmicos. Os participantes contam sobre os desafios enfrentados para desenvolver a ideia e como as 72 horas de evento impactaram diretamente em suas vidas, como a Ana Angélica Wilske, professora e também acadêmica do curso de Mestrado em Práticas Transculturais da Unifacvest, de Lages, e que tinha uma ideia de negócio voltada para a sua área de estudo acadêmico e precisou desenvolver um pensamento mais inovador para dar corpo ao seu negócio “Eu tinha muitas coisas em mente para tornar meu mestrado algo prático, ou seja, um retorno capaz de contribuir com a sociedade e que atendesse à sua realidade”, conta. Um dos propósitos do evento é, junto da universidade, possibilitar que os trabalhos desenvolvidos, como os trabalhos de conclusão de curso, ganhem um olhar mais empreendedor e inovador para transformá-los em negócio “Muitas vezes, a universidade nos mostra o lado teórico dos nossos objetivos (muito importante), mas o lado prático acaba ficando de lado. Unir conhecimentos às práticas através de nossas competências e habilidades é fundamental para direcionarmos nossos empreendimentos”, comenta Ana Angélica.  Para Rafael Venturini, também participante da última edição do evento e membro da equipe vencedora, representando a Universidade do Planalto Catarinense – Uniplac,  um dos pontos mais importantes da metodologia do evento é exercitar o trabalho em conjunto. “A maioria das pessoas dentro do grupo não se conheciam, então você tem o desafio de trabalhar num problema, tendo que lidar com diversas culturas, comportamentos, pensamentos e atitudes diferentes das suas”, conta.  A equipe vencedora da edição do Reuni Challenge 2020 representava a Uniplac e foi composta por 4 acadêmicos e uma professora representante. A startup criada em 72 horas  chama-se ADA: All Data Analitics e tinha como principal solução a coleta de forma rápida e eficaz a satisfação setorizada de cada paciente. Com a coleta dessas informações, serão gerados indicadores à secretaria municipal de saúde para a tomada de decisões. A ideia surgiu da identificação de um problema: o tempo de espera e o atendimento no setor da saúde. Para a Coordenadora do curso de Administração da Uniplac, Kelli Gotardo, a experiência e o resultado da equipe geraram desejo de engajamento aos estudantes e professores que não participaram do evento \”O resultado impacta ao incluí-los também como responsáveis pela continuidade de resultados positivos\”, lembra. A essência do evento é inserir os acadêmicos no ecossistema de empreendedorismo e inovação, garantindo que compreendam os processos pelos quais a ideia deve passar até tornar-se negócio. “O Reuni tem essa coisa, que é desafiar tudo aquilo que você acha que sabe. Vemos toda hora histórias de startups surgindo e fazendo sucesso com ideias inovadoras. Vemos apenas a parte bonita, o resultado. Não enxergamos todo o trabalho, pesquisa, validação e desenvolvimento por trás de cada empreendimento. Então a visão de negócio de todos os participantes é aguçada, nos permitindo ver o que há por trás das cortinas”, finaliza Rafael.  Reuni Challenge SC O Orion Parque Tecnológico continua engajado na ideia de trabalhar as ideias de estudantes para desenvolver uma potencial startup. Nos dias 10, 11 e 12 de setembro, o Reuni Challenge SC irá conectar o conhecimento universitário com demandas reais da sociedade, mentores com experiência de mercado, o ecossistema de inovação e o Governo do Estado, para o desenvolvimento de projetos inovadores em apenas um final de semana. Em apenas três dias, as equipes terão que desenvolver sua ideia, a fim de solucionar um problema real, passando por todas as etapas e emoções da criação de um negócio.  O Reuni Challenge tem a realização do Orion Parque Tecnológico, Prefeitura de Lages, Governo do Estado de Santa Catarina, Fapesc, Rede Catarinense dos Centros de Inovação e NSC. O Sistema ACAFE apoia o evento. As inscrições começam no dia 15 de agosto, no site: projetoreuni.com.br   Supervisão Afonso Gobbi Rodrigues[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Reuni Challenge SC, maior evento de empreendedorismo universitário do estado, mobiliza estudantes inovadores

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Com o objetivo de estimular a cultura empreendedora dentro das instituições de ensino superior do estado de Santa Catarina, o Reuni Challenge SC, promovido pelo Orion Parque Tecnológico, irá conectar o conhecimento universitário com demandas reais da sociedade, mentores com experiência de mercado, o ecossistema de inovação e o Governo do Estado, para o desenvolvimento de projetos inovadores em apenas um final de semana. A competição será entre 10 e 12 de setembro de 2021. A live de lançamento do Reuni foi realizada nesta sexta-feira (06). O empreendedorismo universitário é fundamental para o desenvolvimento socioeconômico de Santa Catarina, conectar cada vez mais a universidade com o mercado superaquecido do Estado e fomentar o protagonismo universitário são maneiras de atingir este objetivo. A equipe vencedora da competição, que será 100% on-line, receberá uma premiação em dinheiro e levará para a sua universidade o prêmio de \”A Universidade mais Empreendedora do Estado de Santa Catarina\”. O Reuni Challenge tem a realização do Orion Parque Tecnológico, Prefeitura de Lages, Governo do Estado de Santa Catarina, Fapesc, Rede Catarinense dos Centros de Inovação e NSC. O Sistema ACAFE apoia o evento. Desafios do empreendedorismo universitário Segundo dados da Endeavor, nos EUA, apenas o Massachusetts Institute of Technology (MIT), com seus egressos, conta com 30 mil empresas abertas no mercado, em dados de 2014. Elas empregam 4,6 milhões de pessoas e produzem receitas anuais maiores que o PIB do Brasil. O empreendedorismo universitário é fundamental para o desenvolvimento territorial. A ação mais comum é disponibilizar disciplinas de inspiração empreendedora, mas será que isso é suficiente? Os resultados dizem: Não! Quase 60% dos estudantes entrevistados em 2014, de acordo com dados da Endeavor, pretendiam ser empreendedores no futuro – lembrando que, em boa parte, eles eram alunos de professores ligados ao tema (48,7% do total). E quase 30% dos alunos não empreendedores afirmam que o principal motivo para não empreender é nunca ter pensado profundamente no assunto. Reuni Challenge SC Para o desenvolvimento do empreendedorismo universitário é essencial colocar o aluno como protagonista, e é por isso que o Reuni Challenge existe: conectando o universitário com o mercado, resolvendo um problema real da comunidade, estimulando o interesse em participar de outras atividades empreendedoras deste ecossistema.  O objetivo é estimular a cultura do pensamento empreendedor dentro das Instituições de Ensino Superior do Estado de Santa Catarina, inserindo os universitários como protagonistas e aumentando o índice de empreendedorismo dentro das universidades, desenvolvendo o interesse acadêmico pelo assunto. A competição também busca unir a Rede Catarinense dos Centros de Centros de Inovação e Instituições de Ensino Superior, criando o maior evento de empreendedorismo universitário do estado, estimulando a competição entre as instituições e colocando os estudantes para aproveitar o capital intelectual desenvolvido em suas graduações. Na competição o desafio será estadual, em formato on-line, e cada câmpus deverá  formar uma equipe de 5 a 8 universitários e de 1 a 2 professores. Serão até três equipes formadas por câmpus de uma mesma universidade. Durante os três dias as equipes terão que desenvolver sua ideia, a fim de solucionar um problema real, passando por todas as etapas e emoções da criação de um negócio! Os estudantes contarão com a ajuda de capacitações e mentorias durante todo o período.  Julia Rodrigues, uma das mobilizadoras do Projeto Reuni, comenta que o Reuni Challenge é estratégico para o desenvolvimento de competências dos empreendedores. \”Através do Reuni Challenge SC esses universitários poderão vivenciar na prática os comportamentos empreendedores para buscar resolver dores/problemas reais da sociedade. O evento tem uma importância única para o Orion Parque Tecnológico, pois atinge um público que buscamos proximidade, além da integração aos Centros de Inovação das outras regiões\”, lembra ela. As inscrições estão abertas no próximo dia 15/08. Confira mais detalhes do evento no site:  https://orionparque.com/reunichallenge/  Reveja a live de lançamento do Reuni Challenge SC https://www.youtube.com/watch?v=oLrwj4K7IqQ[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Hackathon do Inova Contestado, de Caçador, traz soluções de problemas para a indústria; evento contou com mentores do Orion Parque

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Maratona tecnológica que busca resolver problemas através de iniciativas inovadoras, o Hackathon é uma maneira de experienciar o empreendedorismo de maneira prática. Pensando nisso, o Centro de Inovação Inova Contestado, em Caçador, realizou no último fim de semana o seu segundo hackathon, dessa vez num formato 100% on-line. Mentores que fazem parte da equipe do Instituto Orion, responsável pela operação do Orion Parque Tecnológico e do Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, em Lages, também participaram da iniciativa.  A atividade foi organizada pelo Centro de Inovação Inova Contestado, em parceria com o IFSC e a Temasa, sendo patrocinado pela FIESC, graças ao edital de popularização da ciência SNCT 2020 e Cocreation Lab. A temática desenvolvida nas soluções foi: resolução de problemas por meio de inovação em negócios e processos. O hackathon foi desenvolvido ao longo do último fim de semana, com a apresentação dos pitches finais no domingo.  O intuito da maratona tecnológica foi buscar soluções para variados temas propostos e premiar as melhores ideias. Ao longo dos três dias de maratona, os inscritos participaram de várias palestras, mentorias e atividades voltadas à resolução dos desafios propostos. Na maratona, os nove desafios foram elaborados pela empresa Temasa, que pesquisa, cria, desenvolve e fabrica móveis com estilos exclusivos, com o objetivo de melhorar fluxos e processos internos. Ao final, cada uma das 10 equipes escolheu um desafio para propor soluções. Confira alguns dos desafios propostos:  Plano de Manutenção: Reduzir a manutenção corretiva de equipamentos através da criação de uma ferramenta, sistemática ou método para planejamento e gerenciamento de manutenção. Gestão de estoque: Criação de uma solução para que a gestão de estoque não prejudique a fábrica, seja auto gerenciável, mantendo seus indicadores dentro das metas estabelecidas. Mão de obra especializada: Encontrar meios de desenvolver mão de obra especializada para operação de máquinas pesadas e meios de treinamento operacional Destinação de Resíduos + Logística Reversa de Pallets: Encontrar um destino melhor para estes materiais. A gestora do Inova Contestado, Giana Silva, comentou sobre a iniciativa, ressaltando os bons resultados alcançados.  “Considerando os dois hackathons que já fizemos, conseguimos um número bem semelhante de participantes, e foi muito bacana. A gente não esperava que o formato on-line tivesse um número tão grande de inscritos. Sentimos uma diferença porque mudamos um pouco o formato, e dessa vez trouxemos o desafio com grandes empresas. De toda a forma recebemos um feedback muito positivo da Temasa, esperamos que essas ideias sejam realmente aplicadas na empresa e que mais ideias de negócios surjam depois desse hackathon”, afirmou ela.  Lembrando de eventos semelhantes que já aconteceram aqui, Raul Capistrano, líder de programas e ações do Orion, valoriza o sentimento de networking e troca de ideias que fomenta a Rede Catarinense de Centros de Inovação com essas iniciativas.  “É fundamental ressaltarmos a importância dos Centros de Inovação fazer eventos como esses, também convidando os outros Centros de Inovação da Rede para participar. Essa integração é muito importante. Além do mais, essa experiência de protagonismo, chamando a comunidade para resolver as soluções,  é muito interessante. Hackathon teve um desempenho muito bom.  Foi muito bem organizado, com equipes bem engajadas durante o fim de semana, mesmo sendo on-line,  e com desafios das empresas bem interessantes para serem resolvidos e apresentações muito boas, que atenderam as expectativas da indústria”, ponderou.  “O mais importante, realmente,  é a participação da comunidade, da universidade, em desafios como esse, achando soluções inovadoras em todos os desafios que tinham ali, seja o Inova Hackthon, seja o Startup Weekend, seja o Reuni Challenge. Quanto mais oportunidades a comunidade tiver, para desenvolver,  para se colocar como protagonista, tendo uma experiência empreendedora, melhor”, finalizou.  A expectativa, em breve, é que um hackathon seja feito em Lages também. “Os feedbacks que tivemos mostram que os participantes eram pessoas bem engajadas e participativas. Já estamos planejando um próximo evento como esse em Lages”, disse Julia Rodrigues, responsável pelo edital NaSCer no Orion Parque.  ? Confira a relação dos premiados: 1º lugar Os ganhadores foram: Sam Anderson Dorisin, Nophaie Viscente da Silva Pires de Morais, Otávio Nathanael Campos de Oliveira e Vitória Bobsin de Moraes. Desafio: solução para gestão de estoque. Premiação: R$ 5 mil e oficina de Lego Serius Play 2º lugar Gabriel de Simas Antunes e Alysson Luis Donaisk Desafio: solução para Logística reversa de Pallets Premiação: R$ 2 mil 3º lugar Katielly Vianna Polkowski, Gabriel Antunes e José Lucas de Lourenssi Oliveira  Desafio: solução para Logística reversa dos Pallets. Premiação: R$ 1 mil [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Programa Nascer de pré-incubação de ideias tem inscrições prorrogadas até 20 de julho

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Os empreendedores que desejam entrar no mundo da inovação terão prazo maior para participar do Programa Nascer de pré-incubação de ideias. As inscrições foram prorrogadas até 20 de julho. Para participar, basta ler atentamente o edital disponível do site da Fapesc e se inscrever na plataforma. O Programa Nascer é realizado pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) junto com o Sebrae/SC. Nele, os participantes recebem gratuitamente mentorias, workshops e apoio de profissionais do mercado para que possam transformar uma ideia em um negócio viável. Segundo o presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen, a prorrogação atende um pedido dos centros de inovação de Santa Catarina – que irão receber as turmas do Nascer – e dos empreendedores. Assim, os proponentes terão mais tempo para articular e submeter os projetos. “Você que tem vontade de empreender, participe do Programa Nascer. Nós daremos apoio metodológico, mentoria coletiva, mentoria individual, palestras, oficinas, workshops. Tudo isso para qualificar suas ideias, transformá-las em um plano de negócio. Estão, assim, mais aptos para oportunidades de mercado e de fomento. Aproveitem a oportunidade e participem!”, convida. Nesta edição, serão contemplados até 360 projetos em 30 polos. São 15 cidades a mais com o programa do que no ano passado. Podem se inscrever moradores de Araranguá, Balneário Camboriú, Blumenau, Brusque, Caçador, Canoinhas, Chapecó, Concórdia, Criciúma, Curitibanos, Florianópolis, Guaramirim, Itajaí, Jaguaruna, Jaraguá do Sul, Joaçaba, Joinville, Lages, Luzerna, Mafra, Palhoça, Rio do Sul, São Bento do Sul, São Joaquim, São José, São Miguel do Oeste, Três Barras, Tubarão, Videira e Xanxerê. O diretor superintendente do Sebrae/SC, Carlos Henrique Ramos Fonseca, destaca a importância do programa. “Ao ver essas ideias saindo do papel, temos a certeza de que cumprimos a nossa missão, que é garantir suporte aos empreendedores para que os seus negócios sigam o caminho do sucesso”, destaca. Para o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), Luciano Buligon, o Nascer é um dos incentivos ao desenvolvimento. “O Estado usa de programas e ações para impulsionar, por meio da inovação, a busca de soluções e novos negócios que gerem riqueza, desenvolvimento, capacitação e consequentemente, emprego. O Nascer é uma destas ferramentas excepcionais no incentivo a negócios inovadores e a abertura de empresas”. Cases regionais Lages, até então único polo regional do NaSCer na Serra Catarinense desde a primeira edição do Programa, passa a contar com mais duas cidades vizinhas fazendo parte do edital na região.  São Joaquim e Curitibanos contarão com ambientes físicos próprios, polos NaSCer disponibilizados pelos parceiros locais nas cidades onde o Programa NaSCer se desenvolve. No primeiro edital foram acompanhados 10 projetos e no segundo, 11, em Lages.  Um dos cases foi de uma equipe de amigos que planejou o desenvolvimento de um aplicativo para auxílio na manutenção de máquinas e equipamentos para a indústria 4.0. Fabio Nunes, Leonardo Almeida e Diego Lopes nunca pensaram em começar o próprio negócio, mas graças ao Edital NaSCer da Fapesc isso foi possível. “Nossa ideia surgiu num bar. Eu pensei: quero ter a minha empresa, quero trabalhar para mim. Resolver os meus problemas, não os dos outros, não de outros gestores. Tivemos mil ideias, conversamos bastante, até chegar nessa ideia”, diz Diego. A ideia deles foi desenvolver um aplicativo que fosse aplicado no desenvolvimento e manutenção, preditiva e preventiva, de máquinas e equipamentos em diferentes indústrias. “Existe uma distância entre a pessoa que vai fazer a manutenção, efetivamente, e os registros que realmente foram feitos da manutenção realizada. É importante saber os passos dessa manutenção. A ideia é mostrar que realmente foi feito o serviço, porque nem sempre ela é demonstrada da maneira correta. A ideia é que o aplicativo possa ser usado em diferentes tipos de equipamentos”, afirmou. A primeira turma do NaSCer, com polo no Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, no Orion Parque Tecnológico, começou em 05 de março de 2020, concentrando as atividades em formato on-line para reduzir riscos de contágio por conta da pandemia. No total, em todo o estado, foram cerca de 150 ideias de negócios estruturadas no laboratório de pré-incubação, em 15 cidades-polos. Já no dia 27 de maio do ano passado, a FAPESC lançou a segunda turma, que teve mais de 160 projetos aprovados. Para Julia Rodrigues, coordenadora do NaSCer em Lages, a expectativa é repetir o sucesso da última edição. “Queremos aumentar ainda mais o número de ideias cadastradas e impulsionar, ainda mais, a inovação e o empreendedorismo regional. ” Acompanhe todas as informações do Programa Nascer e de outros editais da Fapesc no site www.fapesc.sc.gov.br.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Orion Week – #dia 3 – Gestão do Conhecimento, Diego Barreto, Mauricio Benvenutti e muito mais

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Nesta quarta (23/06), Gestão do Conhecimento e dois grandes empreendedores passaram pelas lives do Orion Week – evento gratuito que começou na segunda-feira (21) e tem a programação completa no site plid.in/orionweek, seguindo com atividades até o próximo sábado (26), sempre com transmissões no You Tube do Orion Parque.  A primeira live, das 16h, contou com a participação de Cristina Keiko, professora universitária da Uniplac, Rafael Gattino, egresso do Programa de Pós-graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento (PPGEGC), também professor da Uniplac, Frederick Rambush, Oficial na PMSC, que atua diretamente no gabinete do governo do estado, Michel Avila, da Neoway e Luciene de Souza,  analista de gente e gestão da Klabin.  Na oportunidade, Gattino comentou sobre a importância de debatermos a Gestão do Conhecimento ressaltando os diversos locais em que a temática se faz presente,  incluindo o Orion, um dos promotores da Gestão do Conhecimento na região, já que os Parque Tecnológicos são habitats de inovação das cidades.   \”Gestão do Conhecimento trata da gestão e compartilhamento sobre diversas temáticas, principalmente da parte de criação, gestão e organização do conhecimento. São várias áreas de atuantes juntos. É um campo multidisciplinar e interdisciplinar\”, ressaltou o professor. A Gestão do Conhecimento sintetiza o conjunto de tecnologias e processos, com objetivo de apoiar a criação, a transferência e a aplicação do conhecimento nas organizações. O conhecimento e a gestão do conhecimento são conceitos complexos e multifacetados e possuem, ainda, o objetivo de controlar e facilitar o acesso, manter um gerenciamento integrado sobre as informações em seus diversos meios. A professora Cristina Keiko, também egressa do PPGEGC, onde fez seu doutorado, analisou as diferentes estruturas pelas quais gerir dados e informações caminham atualmente. \”Quando falamos em gestão do conhecimentos, ela está posta em diversos locais. O desafio maior está em realmente fazer chegar esse volume de conhecimento científico para que possa ser utilizado pelas organizações.  Atualmente existe muito conhecimento gerado, mas como ele realmente é executado?\”, questionou. Já às 17h, Diego Barreto, vice-presidente de Finanças e Estratégia do iFood, lembrou os desafios de se criar startups e ter um pensamento inovador. Com mais de 15 anos de experiência internacional no desenvolvimento de ideias em diversos setores, e forte histórico em estratégia e desenvolvimento de negócios, levantamento de capital, fusões e aquisições, Diego articula estratégia em colaboração com os principais líderes de negócios, criando alinhamento entre uma ampla gama de partes interessadas. Ele aproveitou para falar do novo livro dele Nova Economia, que revela porque o novo perfil empreendedor está engolindo o empresário tradicional brasileiro.  O livro aproveita para refletir porque a meritocracia de ideias, a diversidade, a inclusão, a sustentabilidade e a transparência radical são fatores determinantes do sucesso das empresas, e quais são os novos modelos de negócios que surgem na Nova Economia, e como adotá-los. \”Estou super feliz, porque esse é um dos livros mais vendidos do Brasil. O brasileiro está sedento por informações que façam com que as pessoas consigam ver caminhos para o sucesso. O que eu busco ser é ser é uma pessoa que incentiva, que fala das pessoas, e da cases brasileiros. Esse é o proposito do livro\”, reconhece Diego. Diego, que também é mentor na Endeavor e na 500 Startups, atua em favor de mais de trinta startups em diferentes países como conselheiro de empresas. Formado em Direito na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, também possui um MBA pelo IMD Business School, na Suíça, e foi executivo sênior da Movile e da Suzano. Ele aproveitou para falar um pouco sobre o processo pela qual as startups conseguem ter potencial de inovação em mercados emergentes, como o Brasil. \”O processo de globalização na economia brasileira igualou a possibilidade dos países conseguirem ter acesso a conhecimento ao mesmo tempo, ao redor do mundo. Quando falamos de nuvem, APIs, quando a gente fala disso tudo, tudo é muito recente, e isso começa a chegar ao país com custo muito barato. Isso faz com que deixamos de precisar de entender contextos mais complexos, que não são tão necessários\”, frisou. Fechando a noite, às 18h30, uma das grandes estrelas do Orion Week fez a seu bate-papo, falando live sobre educação, empreendedorismo e vários assuntos correlatos. O empreendedor Mauricio Benvenutti, direto de São Paulo, lembrou dos perrengues, desafios e oportunidades que o universo do empreendedorismo ajudou ele a ser reconhecido como Personalidade Brasileira de 2017 pelo Congresso Nacional.  Natural de Vacaria (RS), Maurício já esteve em Lages várias vezes.   Escritor, empreendedor, mentor, palestrante e cidadão emérito, Mauricio foi sócio da XP Investimentos, hoje é sócio do StartSe e autor de livros como Incansáveis – best-seller de negócios que está na 5ª edição – e Audaz, lançado recentemente. Esteve no Vale do Silício por três  anos, onde se tornou referência brasileira em inovação. Está lançando um novo livro: Desobedeça.  Falando sobre o contexto da pandemia, Mauricio comentou sobre os desafios da atualidade.  \”A pandemia nos mostrou o quanto podemos obter respostas o mais rápido possível, sem precisar mover montanhas, milhares de pessoas. A gente ainda vive no mundo em que a indústria educacional tem inicio, meio e fim, e na verdade estamos num mundo que o conhecimento é perecível. As pessoas precisam sempre estar se reinventando\” \”Os empreendedores são apaixonados por problemas, e não soluções. É isso que move a construção de algo, e é isso que está por trás de um engajamento que evolui com o tempo. Problemas são o que movem empreendedores. O fato é que eles são apaixonados por problemas, e não por soluções.  De cada 10 startups que nascem no Vale do Silício, 9 encerram em dois anos, por construírem produto que não tem mercado. Se apaixonar por um problema, e encontrar uma dor para resolver, é fundamental, porque 50% dessas nove, ficam pelo caminho por não encontrarem o que resolver, não tendo um público que queira comprar suas soluções\”, constata. O Orion Week segue até sábado (26), totalmente on-line, com transmissão ao vivo no YouTube do Orion Parque.  Amanhã, quinta-feira, será o aniversário dos cinco anos do Orion Parque,

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Orion Week – #dia 1 – Abertura, Marco Legal das Startups e muito mais

[vc_row][vc_column][vc_column_text]O Orion Week, evento comemorativo dos cinco anos do Orion Parque Tecnológico, em Lages, começou hoje (21/06), com uma série de atividades voltadas aos públicos acadêmico e profissional, e, principalmente a comunidade envolvida com o ecossistema de inovação do estado de Santa Catarina. A iniciativa, gratuita, tem inscrições pelo site plid.in/orionweek, e segue com atividades até o próximo sábado (26), sempre com transmissões no You Tube do Orion Parque.  Hoje foi o dia de acompanhar o painel de abertura, com a participação de Claiton Camargo, diretor-executivo, e Valmir Tortelli, presidente do Orion Parque.  O momento foi de apresentação do evento, ao longo da semana, tanto dos Parques Tecnológicos como dos Centros de Inovação pelo estado.    \”Essa é uma semana extremamente incrível, para podermos nos desenvolver cada vez mais a inovação, sejam elas pessoas do ecossistema de inovação de Lages, da Serra Catarinense e também de Santa Catarina. Esse é um evento muito bem pensado, com diversas atrações, durante essa semana\”, ressaltou Claiton, na abertura do evento, invocando os cinco anos do Parque Tecnológico. Valmir complementou:  \”Quero agradecer e, primeiramente, comemorara com vocês, que já não é mais um prédio, mas sim um marco inicial do Orion. É um alegria hoje estarmos falando de pessoas,  de inovação, de conhecimento\”. Na sequência foi momento de bate-papo com Bruno Salmeron, gestor do Núcleo de Startups e Venture Capital do Ágora Tech Park, de Joinville, que falou sobre o Marco Legal das Startups. O trabalho dele é assessorar startups, empresas de base tecnológica e empreendedores no processo decisório, destacando os riscos a que estão sujeitos e sugerindo diferentes caminhos para minimizar ou mitigar os riscos jurídicos envolvidos.  Um dos conteúdos divulgados foi material sobre o Marco Legal das Startups, que pode ser baixado aqui.  Na palestra, participaram também, além dos dois gestores, Daniela Machry, advogada e consultora na Lis Consultoria e Treinamento Empresarial.  “É uma alegria e um prazer estar aqui no evento.  Nos últimos anos estive em contato com mais de 100 startups, e internacionalização de capital.  Esse é um cenário complexo, em que temos que desbravar, mas é sempre um prazer falar sobre o assunto. A ideia é comentar sobre o Marco”, lembrou ele.  Com o objetivo de fomentar a criação de empresas inovadoras no seu modelo de negócio, produto ou serviço, o Marco Legal das Startups foi sancionado em 1º de junho. Entre as mudanças que entraram em vigor a partir da normativa, startups poderão contar com dinheiro de investidores sem que eles necessariamente participem do capital social, direção ou poder decisório da empresa. Além disso, empresas com obrigação de investimento em pesquisa e inovação poderão aplicar recursos também em startups selecionadas em programas ou editais gerenciados por instituições públicas.  Para explorar inovações experimentais com mais liberdade de atuação, as startups poderão contar ainda com um ambiente regulatório experimental, conhecido como Sandbox Regulatório. “Sandbox é a possibilidade da empresa conseguir uma facilidade na abertura de capital de empresas. Essa aproximação com as startups tem impactos, em outros países que adotaram. A gente sabe o quanto isso é eficiente e como o poder público pode se beneficiar disso”, ressaltou lembrou Salmeron.  O Orion Week segue até o próximo sábado (26), totalmente on-line, com transmissão ao vivo no YouTube do Orion Parque, trazendo muito conteúdo em palestras, demoday e painéis temáticos.  Amanhã, terça-feira, rolam três painéis:  16h – Painel “LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados” 18h – Painel “Comunidade de Startups” 19h30 – Painel “Projetos de Impacto” O Orion Week é uma realização da Prefeitura de Lages, Governo do Estado de Santa Catarina e Fapesc, com apoio de Turma da Árvore, AT Plus Telecom, ACATE, Rede Catarinense de Centros de Inovação e ImagemTV. Confira como foi a live de hoje: https://www.youtube.com/watch?v=HKuueMR_dz0[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Rolê empreendedor semeia cultura empreendedora no público jovem

[vc_row][vc_column][vc_column_text] Lançado em 2019, o programa Rolê Empreendedor, iniciativa de fomento ao empreendedorismo jovem do Orion Parque Tecnológico, já atingiu cerca de 2.400 alunos na região. A proposta do Rolê é despertar a cultura empreendedora no público jovem, em idade pré-universitária ou recém iniciados na graduação, mostrando que empreender está relacionado a pensar em soluções para os problemas cotidianos e pode ser muito mais simples do que se imagina. Em pouco mais de dois anos, o projeto já atingiu a marca de mais de 2 mil rolezeiros, com mais de 80 turmas envolvidas no período. Já foram mais de 20 instituições impactadas na região, em momentos de conversa, presencial e on-line, diretamente com os jovens. Nos encontros, a conversa já rolou com diferentes perfis de jovens: desde público de abrigos, turmas de terceiro ano do ensino médio e até cursos de administração da universidade, entre outros. O Rolê busca impactar positivamente esses jovens, despertando o interesse para o empreendedorismo, seja abrindo uma empresa, desenvolvendo um negócio social ou até mesmo provocando o intra-empreendedorismo.  Quem conversa com os alunos são mesmo os “caçulas” que trabalham diretamente no Instituto Orion. Uma delas é Vanessa Giesel, de 22 anos, líder da equipe do Rolê Empreendedor.  A acadêmica de Direito, da oitava fase, depois que conheceu a iniciativa resolveu arregaçar as mangas e botar para rodar o projeto com mais escolas.  “Fui diretamente impactada pela visão que o programa traz. Eu era uma dos muitos jovens que tinha a visão de empreender ligada apenas ao ramo empresarial, a um CNPJ, a abrir um negócio. Com a oportunidade do Rolê pude perceber que empreender também é algo simples, voltado à basicamente solucionar um problema e mudar uma realidade para melhor com algum tipo de solução”, afirmou. Para ela, além do Parque Tecnológico, escolas e colégios deveriam incentivar ainda mais o empreendedorismo jovem.   “As escolas são o lugar ideal, e acredito que elas sejam de suma importância para o desenvolvimento da visão empreendedora. Infelizmente esses ambientes ainda são muito ligados à técnica, ensinando a aprender a ler, por exemplo, mas o que você irá fazer com a leitura? Esse tipo de provocação deve ser trabalhado desde muito cedo. Ou seja, saber como você vai agir com o conhecimento adquirido”, sugeriu a bolsista.   Palavra de quem já participou No Rolê se busca uma comunicação de jovem para jovem com alunos. Nas interações são abordados temas como: empreender sendo jovem, medos que nos impedem de crescer, comportamento, pró-atividade, autogerenciamento, criação de oportunidades, o que é uma startup e a importância do ecossistema. “Queremos mostrar para o jovem que ele é capaz, mostrar que ele tem habilidade e potencial que pode definir sua carreira profissional no futuro, com a visão que sua atuação como profissional não irá depender apenas do conhecimento técnico, mas sim como você reage e atua com a técnica. O mercado atualmente está caminhando para essa aposta comportamental, em um ambiente de trabalho que busque indicar como sou eu como profissional, e essa é a grande chave para se trabalhar no início de uma graduação” ressalta Vanessa.  Em 2021 já foram seis rolês em cinco instituições diferentes. Os resultados esperados nos rolês podem ser vistos no dia a dia, como jovens fazendo trabalho voluntário, indicação para entrevista de empregos e mentoria para projetos, que o próprio Orion pode dar, a partir do Reuni.   Um dos jovens que participou do Rolê e hoje tem boas lembranças de como foi aquele bate-papo é Jean Carlos Tigre, desenvolvedor web e estagiário de analista de suporte no aplicativo O Delivery. Para ele, ter tido contato cedo com o Rolê mudou a visão que ele tinha sobre empreender.  \”Sempre gostei de empreender, e ter estado no Rolê foi o grande start para isso. O Rolê Empreendedor traz uma sensação de que estamos em uma roda de amigos, conversando sobre assuntos inovadores e a evolução do empreendedorismo nos dias atuais, e que isso traz diversos tipos de benefícios. Hoje, muitos jovens tem vontade de empreender, e nem sabem como funciona ou por onde começar. Então o Rolê é uma oportunidade de entender de uma forma descontraída e divertida o que é entrar nesse mundo do empreendedorismo, sempre trazendo assuntos sobre comportamento, voluntariado, medos e inseguranças, tirando várias dúvidas com ótimas pessoas que estão no meio empreendedor, além de ampliar sua rede de contatos criando amizades e conhecendo as oportunidades de perto\”, lembra ele.  A expectativa, agora, é pela retomada dos Rolês presenciais no Orion Parque, que aos poucos – e com todos os cuidados possíveis – começam a voltar a acontecer. “Com a pandemia os encontros aconteceram e ainda acontecem de forma virtual, sendo essa forma trabalhada mais na visão empreendedora. A parte técnica do Rolê interferiu nessa parte do contato, e também com a limitação de não poder apresentar o espaço físico do Orion, nossas salas e espaços de convivência e networking. Fisicamente podemos sentir a reação dos participantes conforme acontece o encontro, sentir muitas vezes qual o seu anseio é mais fácil para podermos auxiliar, mas acredito que as duas modalidades de encontros são produtivas de alguma forma”, finalizou ela.   [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Lives de Inclusão Digital discutem temas direcionados à Melhor Idade

Retomando as ações de Inclusão Digital, que têm aulas suspensas por conta da pandemia,  o Orion Parque lança neste mês de março uma série de lives voltadas para a Melhor Idade, com assuntos de interesse direcionados a este público.  O programa de Inclusão Digital da Melhor Idade do Orion Parque, iniciativa que favorece o protagonismo do público sênior ensinando-os a usar smartphones e recursos de informática, trará mais ações neste mês de março.  Após lançarmos apostilas de conteúdos de informática, disponibilizado com o intuito de favorecer a disseminação de conhecimento, em meados do ano passado, além de uma sequência de lives nas nossas redes sociais, que apresentou um pouco da experiência de quem teve o desafio de incluir a melhor idade na tecnologia, o Orion retoma a divulgação de ações temáticas nessa área.   As lives poderão ser acompanhadas no You Tube e Facebook do Orion, sempre no período da tarde. Serão três dias que contarão com a abordagem de temas que passam por demandas como importância da vacinação, exercícios na pandemia e segurança digital.  Com as aulas para novos participantes totalmente suspensas em função da pandemia da covid-19, o principal objetivo, nesse momento, é focar nos públicos da melhor idade que já sejam ‘maduros digitais’ – ou seja,  aqueles que já tenham algum tipo de contato com a tecnologia.  “A ideia é a gente chegar até os idosos pelo meio digital, fazendo com que eles utilizem a ferramenta on-line para terem acesso a informações relevantes no momento – como por exemplo o medo que ainda existe da vacinação contra o novo coronavírus. Isso também é uma forma de eles buscarem mais informação e entenderem que eles podem fazer uso dessa ferramenta digital para estarem atualizados”, ressalta Raul Capistrano, do setor de Programas e Ações do Orion Parque.   Como as aulas no laboratório de informática serão retomadas apenas depois que a pandemia estiver sob controle, a expectativa é que seja novamente articulada a parceria com o Centro de Convivência do Idoso, unidade municipal que atualmente está sem atividades presenciais. Também deverão ser fortalecidos os contatos com assistentes sociais da região e gerentes, para a divulgação ao público alvo em outras cidades.    “O Centro de Convivência do Idoso está parado no momento, por conta da pandemia, e a ideia de mais essa parceria é levar isso para eles também, é ter essa troca mútua, que os idosos de lá possam ter essas informações e continuem sendo assistidos por eles, por uma outra plataforma. No primeiro semestre queremos continuar fazendo as lives, aqui pelo Orion, trazendo outros temas relevantes ao momento. Também é um objetivo alcançar outras cidades, porque como estamos usando o meio digital, nada nos impede de chegarmos lá”, comenta.      Acesse as apostilas de Inclusão Digital que o Orion desenvolveu aqui. Confira abaixo a programação das lives:

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Reuni Experience entrega prêmios aos vencedores da última edição

[vc_row][vc_column][vc_empty_space][vc_column_text]A celebração de uma conquista, quase quatro meses depois da vitória. Essa foi a sensação da equipe vitoriosa do Reuni Challenge – evento de empreendedorismo universitário, realizado pelo Orion Parque, no início de novembro de 2020, que conectou mais de 80 acadêmicos de universidades da Serra e Meio-Oeste Catarinense. A equipe campeã, da Uniplac, foi a ADA (All Data Analytics), que desenvolveu uma solução dentro da problemática de saúde, para coletar, de forma mais rápida e eficaz, a satisfação setorizada de cada paciente. Com a coleta dessas informações, serão gerados indicadores à Secretaria Municipal de Saúde para a tomada de decisões, avaliando a satisfação entre a população e o sistema de saúde público. A cerimônia de premiação foi realizada no auditório da MIDILages, na última sexta-feira (26/02), no Micro Distrito de Base Tecnológica de Lages, mantido pela Fundação Uniplac – que em janeiro de 2021 firmou parceria com a incubadora Épsilon, do Orion Parque. Na oportunidade, foram entregues os troféus para os participantes da equipe (alunos Rafael Venturini e Leandro Veiga, do curso de Administração, Kleberson de Oliveira (Ciências Contábeis) e Catarine Maltauro (Sistema da Informação) e professora Sayonara Varela, também da Administração. A equipe levou para casa a premiação de R$1.500,00, pelo primeiro lugar, para colocar a ideia em prática. Além disso, a ADA também conquistou o título de vencedora da Gincana, pela divulgação da iniciativa. A Uniplac levou o troféu com o título de Universidade Mais Empreendedora da Serra e Meio-Oeste Catarinense. Parabenização pelo resultado Além da equipe vencedora, participaram do ato o reitor da Uniplac, prof. Kaio Amarante e a Pró-Reitora de Pesquisa e Extensão, Lilia Kanan, além da coordenadora do curso de Administração, Kelli Gotardo. Representando o Orion, o presidente do parque, Valmir Tortelli e Raul Capistrano, líder de programas e ações do Instituto Orion, também estiveram presentes. Nas palavras do Reitor, a região ainda precisa se posicionar como polo de atração de startups, e fomentar o desenvolvimento regional. “Precisamos desenvolver o empreendedorismo regional e precisamos criar a cultura. O Reuni é um grande projeto fomentador. Esse é o sentimento de nos alinharmos e nos aliarmos dessa forma. Vencer esse desafio foi o resultado de um trabalho contínuo dos nossos professores e alunos. Só temos que agradecer e parabenizar a equipe, organização do evento e os mentores. A Uniplac e os Cursos de Administração, Ciências Contábeis e Sistemas de Informação só têm motivos para se sentirem muito orgulhosos de seus representantes”, ressaltou Kaio.  O Presidente do Orion Parque, empresário Valmir Tortelli, destacou a importância do perfil empreendedor, que começa a se destacar justamente nessas iniciativas.  “Quero dar os parabéns para quem foi protagonista. A primeira ação do empreendedor sempre é tomar a frente dos processos, e isso é o que de mais significativo acontece quando se corre atrás de algo. Essas iniciativas formam a personalidade do bom empreendedor. Parabéns para Uniplac e aos participantes do grupo”, comentou. Relembre como foram os momentos finais do Reuni Challenge aqui. [/vc_column_text][vc_empty_space][/vc_column][/vc_row]

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