Orion Parque

Estrutura

Balanço do Plano de Mitigação entre Orion e Prefeitura mostra resultados positivos em sete meses de atividades na pandemia

Sete meses após o início do Programa de apoio e reestruturação de pequenos negócios locais para retomada econômica e mitigação dos efeitos da crise causada pela COVID-19, realizado pelo Orion Parque em parceria com a Prefeitura de Lages, o balanço de ações articuladas pelo Parque Tecnológico demonstra o dinamismo das iniciativas pensadas a ajudar a comunidade empreendedora serrana neste momento de pandemia. De acordo com levantamento realizado, o número final das atividades construídas desde abril mostra que tivemos a participação de: Mais de 130 pessoas usaram o coworking público; 15 pontos de vinculação para empresas utilizarem as salas do Centro de Inovação e, destes, seis acompanhados para submissão futura ao edital OrionLab. Utilização de salas virtuais de reunião: participaram mais de 4.900 pessoas, em cerca de 130 reuniões online, mediadas pelo Orion, com possibilidade de gravação.  Dois profissionais, que receberam bolsa para contratação de bolsistas do Plano de Mitigação: Um na Scienco e outro na Quiron.  Mais de 80 negócios vinculados na Aceleração de MEIs (Microempreendedor individual) e pequenos negócios, além da realização de 20 encontros virtuais no período, que podem ser conferidas no link: https://plid.in/aulasaceleracao; Mais de 20 projetos e iniciativas sociais vinculadas na Saiph – Aceleradora de Projetos Sociais, um programa que dá suporte aos projetos sociais da região, instigando-os a pensar fora da sua zona de conforto, buscando sustentabilidade no período pós-Covid-19. Os conteúdos gerados durante os encontros estão disponíveis no link: https://plid.in/aulassaiph;  Reuni: Plataforma do programa de Empreendedorismo Universitário (REUNI) foi aberta para toda sociedade cadastrar ideias de novos empreendimentos, para negócios já existentes e desafios para combate a COVID-19. Número de Inscritos: 14 e 36 acompanhamentos realizados. Saiba mais em: https://plid.in/projetoreuni.  Reuni Challenge: 1) Edição  Covid-19: realizado em maio de 2020, fez com que equipes de três universidades fossem desafiadas a criar, do zero, uma startup que pensasse soluções para os problemas causados pela pandemia da Covid-19 na região. Total de envolvidos: 30 universitários, 14 mentores e três universidades participantes. Universidade campeã: UDESC. Confira as apresentações do Reuni no link: https://plid.in/reunicovidfinal .  2) Segunda edição: realizado em novembro de 2020, com mais de 80 acadêmicos de onze instituições de ensino superior, representando as universidades do Meio Oeste e Serra Catarinense, que criaram startups que responderam a problemas de segmentos específicos de mercado, como Turismo, Saúde e Comércio. Total de envolvidos: 80 universitários, 22 mentores e onze universidades participantes. Universidade campeã: Uniplac. Reveja os pitches finais no link: https://plid.in/reunichallenge2  Paralelamente a estas conquistas, todo o trabalho do Instituto Orion teve que ser mudado desde o início do ano, tendo em conta as novas diretrizes estaduais e municipais, que alteraram programações de eventos presenciais planejados e iniciativas que já haviam sido estudadas.       Apesar dos desafios, a adoção das medidas de suporte e capacitação a empreendedores sociais e de negócios descobriu uma nova dinâmica de trabalho para o Instituto.  “O último ano foi para consolidar o modelo do Orion Parque, principalmente do papel do Centro de Inovação. O modelo e metodologia de acompanhamento das empresas e startups foi assertivo, os programas e ações realizadas para o ecossistema de inovação, com cursos, treinamentos, projetos, webinars, CHIMAtalks, todos eles definem o modelo que o Orion funcionou para ativar a cultura de inovação na Serra Catarinense. Mas tudo isso foi apenas o primeiro ciclo, pois agora temos novos desafios e principalmente por causa da pandemia, continuamos aprendendo com tudo que podemos e estamos fazendo”, afirmou o diretor-executivo Claiton Camargo, que no período acumula ainda o cargo de secretário de Saúde de Lages.  Para ele, os desafios que o Orion Parque enfrenta, enquanto Parque Tecnológico numa cidade de interior, com uma dinâmica de Ecossistema que ainda tem muito a amadurecer, podem ser positivos.  “Em cidades menores, trabalhar inovação e ecossistema de inovação é desafiador, mas uma vez conectados e conscientizados os principais atores do território, isso se torna mais fácil de ser operacionalizado do que em grandes centros. Só a partir daí entendemos o potencial das cidades menores que hoje ainda não atuam fortemente com a cultura da inovação, e tem por isso diversos desafios. Estamos falando de mais de 80% das cidades brasileiras”, lembra Claiton.  Reveja a live de apresentação dos resultados

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O papel dos parques científicos e tecnológicos no território – A importância dos parques além de seus muros

Você sabe a diferença a diferença entre os tipos de Parques Tecnológicos que existem? Mais que espaços de convivência, os ambientes de inovação são articuladores de uma dinâmica de conhecimento que ultrapassa as fronteiras de um prédio ou mesmo de uma cidade; aproveite para conhecer ainda mais sobre o Orion Parque e nossos resultados alcançados. Os parques tem um papel a desempenhar no território em que são instalados. Com a globalização, novas experiências foram sendo desenvolvidas visando o desenvolvimento econômico, sendo algumas dessas formas de arranjos locais, os distritos industriais, as incubadoras de empresas e os parques tecnológicos. Os parques são ambientes catalisadores de produtos comercializáveis. O seu objetivos é favorecer a geração de emprego; promover a criação e o fortalecimento de novos empreendimentos de base tecnológica; difundir a cultura e o empreendedorismo; e facilitar a transferência de conhecimento e de tecnologia entre os stakeholders (partes interessadas) envolvidos nesse processo de inovação. Os parques brasileiros devem contribuir de forma relevante para consolidar a formação de uma forte e competitiva “indústria do conhecimento”, bem como para agregar tecnologia e inovação ao setor industrial, agrícola e de serviços já estabelecidos. O sucesso para a implantação e o bom funcionamento dos parques depende de alguns fatores, dentre os quais pode-se citar: o comprometimento dos órgãos do governo (municipal, estadual e federal) e a participação efetiva do setor empresarial, das universidades e de instituições de pesquisa. Os parques têm como missão prover a “inteligência”, a infraestrutura e os serviços necessários ao crescimento e fortalecimento das empresas instaladas no mesmo. Os oito principais benefícios dos parques tecnológicos O Percento Technologies listou oitos benefícios advindos dos parques. 1. Impulsionar a economia2. Fornece espaço abundante para o crescimento3. Incentivar o desenvolvimento de negócios4. Facilitar sessões de treinamento5. Inclusão de tecnologia mais recentes6. Variedade de amenidades7. Promoção de descanso e recreação8. Equipamentos com vários recursos de segurança Conheça mais o papel dos Centros de Inovação! Centros de Inovação são ambientes criados para promover e dar suporte ao empreendedorismo inovador, ajudando a criar e expandir negócios inovadores. Os Centros oferecem serviços que apoiam o empreendedor desde o momento em que o negócio é apenas uma ideia até o momento em que ele está pronto para encarar o mercado, crescer e escalar. O Centros também estimulam a inserção da cultura de inovação nas empresas da região e conectam startups e empreendedores com empresas consolidadas e outros atores importantes. Para operacionalizar esses objetivos, dispõem de serviços como pré-incubação de empresas, incubacão, aceleração, coworking, espaço maker, espaço para eventos e capacitações, espaço para Pesquisa e Desenvolvimento, Marketplace, One Stop Shop, conexão com instituições financeiras e investidores e assim por diante. Esses serviços e atividades são oferecidos diretamente pelo Centro ou por meio de parceiros do ecossistema. Os Centros também fortalecem a cultura da inovação nas organizações locais e conectam os atores do ecossistema regional entre si e com o mundo. Tudo isso para acelerar o necessário desenvolvimento de negócios e organizações rumo à nova economia e ao novo mundo que está se descortinando diante de nós. Saiba mais sobre os conceitos ligados aos Centros de Inovação no livro Centro de Inovação: alinhamento conceitual. Estrutura física 09 salas de reuniões, 04 auditórios, sala de jogos, ampla área de convivência incluindo um deck, cafeteria, coworking e ambiente para videoconferência. Missão Orion Parque  “Criar uma cultura inovadora e empreendedora, articulando ações para ativar o ecossistema de inovação e viabilizar negócios inovadores com alto potencial de crescimento para transformar a economia da região”. Eixos Estratégicos Eixo 1 – Criação, Atração e Desenvolvimento de Novos Empreendimentos; Eixo 2 – Fomento e Qualificação de capital humano para Empreendedorismo, inovação e Competitividade Empresarial; Eixo 3 – Desenvolvimento de Projetos de Cooperação Tecnológica com Instituições de Ensino e Empresas; Eixo 4 – Aperfeiçoamento da Gestão Institucional e Promoção do Centro de Inovação e do Orion Parque. O que já realizamos • Mais de R$ 200 milhões movimentados pelas empresas do Orion Parque; • Mais de R$ 2,5 milhões de recursos captados pelo Escritório de Projetos para ações e empresas do Orion Parque; • Mais de 100 projetos e empresas acompanhadas nos programas de aceleração (Pequenos Negócios/MEls e Projetos Sociais); • Mais de 1000 horas em mentorias, orientações e aconselhamentos realizadas com empresas e projetos; • Mais de 60 empresas vinculadas ao Orion Parque; • Mais de 200 horas de vídeos e conteúdos gerados. Oportunidades Perfeito para você que tem um ideia no papel e precisa de ajuda para fazer acontecer! No OrionLab você recebe acompanhamento e mentorias durante 12 meses para descobrir se a sua ideia tem potencial para se transformar em um grande negócio. Você que já possui uma startup e está na fase de modelagem do negocio ou definição dos processos de operação, a incubadora Épsilon conta com uma metodologia de acompanhamento formada por uma trilha de incubação e mentores especialistas que vão ajudar sua empresa nessa etapa. Sua empresa já está há mais de quatro anos no mercado e você quer desenvolver um novo produto para se manter competitivo? O Edital de Projetos Inovadores é feito para sua empresa receber apoio durante as etapas de criação ou desenvolvimento de um projeto inovador. A sua organização precisa de um ambiente criativo e cheio de oportunidades para que os seus pesquisadores criem inovações? O Edital de PD&I permite que sua equipe faça porte de um ambiente propício à Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação. • Ecossistema de startups; • Rede de mentores e investidores; • Ambiente inovador e criativo. ANPROTEC – Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos de Tecnologias Avançadas.  Parques tecnológicos do Brasil: estudo, análise e proposição. Brasília: Anprotec. 2020. 24p. BARBIERI, José Carlos. Pólos Tecnológicos e de Modernização: notas sobre a experiência brasileira. Revista de Administração de Empresas, v. 34, n. 5, p. 21-31, set-out, 1994. GAINO, Alexandre Augusto Pereira; PAMPLONA, João Batista. Abordagem teórica dos condicionantes da formação e consolidação dos parques tecnológicos. Production, v.24, n.1, p.177-187, 2014. MAGACHO, Lygia A. Magalhães. Parque de Inovação de serviços para as pessoas: metodologias para o planejamento. 2010, 199f. Dissertação (Mestrado)-Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Departamento

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Startups do Orion são avaliadas em Demoday com potenciais investidores

Atividades recorrentes e de preparação para as startups do Orion, DemoDays e Pitch Trainings, realizados em versão online, oportunizam troca de conhecimento e capacitações sobre como melhor apresentar o seu próprio negócio para comunidade e possíveis investidores.  Na lista de desafios que as startups e pequenos negócios precisam superar, conseguir gerar interesse de investidores e potenciais parceiros é algo fundamental. Ao entrar no Orion Parque, e fazer parte das empresas residentes, os empreendedores sabem que isso é parte do processo de desenvolvimento de qualquer um que queira crescer enquanto negócio.  Por isso, o setor de Empresas e Startups trabalha para desenvolver ainda mais o potencial dos empreendedores. Uma das ações é a realização de treinamentos de Pitch Training (treinamento de comunicação de venda e apresentação da empresa) e DemoDays (evento de apresentação de startups para potenciais investidores).   Na última quarta-feira (18) o Orion Parque realizou o último Demoday da temporada. Na oportunidade, sete empresas residentes (Acropolis/Platon, Cowtrol, ALM, Difusa Cultivares, ilergic, SFMAPP/Sul Florestas e Scienco), que foram as melhores no Pitch Training realizado na semana anterior, apresentaram seus negócios para três potenciais investidores: Isabel Baggio, presidente do Banco da Família, Fabio Ferrari, investidor anjo e Diretor do RIA – Rede de Investidores Anjo – uma parceria entre a ACATE e a Anjos do Brasil que já investiu em startups promissoras – e Marcelo Waloski, sócio e fundador da Invisto, o maior círculo de investimentos em venture capital (capital de risco) no sul do Brasil. O Demoday pode ser revisto na íntegra aqui:  Para Hemerson Schenato, líder de startups e empresas do Orion Parque, a importância de eventos assim é notar o quanto de evolução e crescimento do negócio há entre os participantes.    “Tivemos então sete startups apresentando. Todas elas dos segmentos que temos aqui dentro do Orion: biotecnologia, agronegócio, health, apresentando suas soluções para uma banca de possíveis investimento. O bacana é se notar o nível de maturidade das empresas, que evoluiu bastante desde o último Demoday, que aconteceu em fevereiro deste ano, demonstrando uma maior maturidade do ponto de vista dos negócios, na forma de se expressar e na melhora do argumento de venda. Nós temos muitas coisas para evoluir. Como próximos passos, algumas startups que estão buscando investimento procurando estreitar essas relações com esses investidores. Esse vai ser o próximo passo, para que as startups possam começar a receber seus aportes”, ressaltou.  Na opinião do diretor-executivo do Orion, Claiton Camargo, a avaliação por pessoas externas do impacto das empresas desenvolvidas pelo Orion é fator chave para a maturidade a longo prazo dos negócios.  “É muito importante a avaliação dessas pessoas que são externas do Orion Parque. A gente sempre teve como convicção que esse networking que nos envolve, networking que a gente consegue através do Parque com os nossos apoiadores e parceiros faz com que as nossas startups ganhem projeções maiores do que se elas estejam apenas presencialmente no Parque”, lembra. 

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Parceria com polos regionais e compartilhamento de ações: a estratégia de estadualização da inovação em SC

Santa Catarina, estado que cresceu a partir da diversificação econômica regional, cria uma nova dinâmica para desenvolver o setor de tecnologia, independente do grau de maturidade de cada polo. A diversidade econômica e a formação de vários polos regionais marcou a história, a cultura e o desenvolvimento de Santa Catarina. Ao longo do século XX, diferentes segmentos da indústria (metal-mecânica, têxtil, carbonífera, moveleira, agronegócios) moldaram as característica econômicas do Oeste, Serra, Norte, Vale do Itajaí, Sul e Litoral. E se essas regiões pudessem, à época, fazer um intercâmbio de informações e melhores práticas entre si, para entender o que poderia ser replicado e criar conexões entre as diferentes realidades locais? O que não foi possível fazer no passado hoje se tornou uma estratégia para estadualizar iniciativas e programas de desenvolvimento de tecnologia e inovação em Santa Catarina, reduzindo a disparidade regional neste setor. Enquanto algumas regiões do estado já despontam no cenário nacional com ecossistemas em expansão, outras ainda dão os primeiros passos em termos de programas e iniciativas de inovação. Segundo o estudo Tech Report 2020, três regiões – Grande Florianópolis, Vale do Itajaí e Norte – concentram 78,6% do total de empresas de tecnologia e 89,1% do faturamento do setor de Santa Catarina. “Existe uma disparidade de maturidade entre os polos, mas isso é natural. Florianópolis teve que acelerar, porque a vocação econômica local não suportava o setor industrial, então a tecnologia foi o caminho que a cidade encontrou para se desenvolver de maneira sustentável, sem depender da sazonalidade do turismo e também saindo um pouco do setor público”, avalia Iomani Engelmann, presidente da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE). Em termos de estado, comenta, “há um potencial natural se os polos aproveitarem suas vocações e é o que está acontecendo”. O Planalto Serrano e a região Sul do estado são as que percentualmente mais estão crescendo no mercado de tecnologia do estado, aponta anualmente o estudo Tech Report. Outras cidades do interior também se destacam com suas empresas-referência, como Brusque, sede da Hiper, startup de tecnologia para o varejo comprada em 2019 pela Linx; e Concórdia, berço da Compufour, vendida em setembro por R$ 100 milhões para uma multinacional italiana. Uma das formas que a entidade buscou para apoiar o desenvolvimento regional foi estadualizar suas ações, a partir de parcerias com polos locais e do compartilhamento de experiências, metodologias e benefícios às empresas associadas, além de um programa de apoio à governança e captação de receitas. A adesão é crescente: em 2018, a ACATE tinha 117 empresas associadas por meio da parceria com os polos regionais, número que chegou a 230 no final de 2019 e, até setembro, era de aproximadamente 350. REDE DE POLOS REGIONAIS CONVENIADOS À ACATE:  BLUSOFT Médio Vale do Itajaí (Blumenau) NIAVI/ACIRS Alto Vale do Itajaí (Rio do Sul) NUTI/ACII Vale do Itajaí/Litoral (Itajaí) ORION PARQUE Planalto Serrano (Lages) DEATEC Oeste (Chapecó) SOFTVILLE Norte (Joinville) NTI / ACIT Sul (Tubarão) NBT/ ACIC Sul (Criciúma) CITI Brusque ACATE Grande Florianópolis A partir de entrevistas com os diretores regionais, a ACATE está desenvolvendo um mapeamento completo e inédito do ecossistema de Santa Catarina. “Precisamos levar inovação para todo o estado. Algumas regiões já têm um mercado maduro, outras estão em fases bem distintas do desenvolvimento, mas todas essas experiências precisam ser compartilhadas. Por isso estamos fazendo reuniões quinzenais com todos os polos”, comenta Nelissa Branco, vice-presidente de Integração da ACATE e também do Orion Parque Tecnológico, inaugurado em 2016 e que tem sido um ponto de referência para a criação de um ecossistema de tecnologia em Lages. A região Serrana conta com apenas 3% do total de empresas do setor em SC, mas nos últimos três anos tem desenvolvido uma série de programas de inovação envolvendo mercado, comunidade e academia. Hoje o Orion conta com 140 empresas vinculadas, onde trabalham 1,8 mil pessoas, com um faturamento total de R$ 155 milhões e R$ 12 milhões de impostos recolhidos. ENCONTROS ONLINE AJUDAM A CONECTAR EMPREENDEDORES DE TODO O ESTADO O “novo normal” digital tem sido um aliado nesse processo. “Como todos os eventos e encontros agora são virtuais, acabamos conectando empreendedores de todo o estado, por exemplo, para reuniões como as das Verticais de Negócio, que até a pandemia eram somente presenciais. Isto foi um grande diferencial para empresas de outras regiões do estado”, ressalta Nelissa. Há vários programas que foram validados em algumas regiões e podem ser aplicados em outras, como o Entra 21, iniciativa de formação profissional liderada há 15 anos pela Blusoft, em Blumenau, e que capacita cerca de 350 jovens/ano na região. Agora, está sendo estruturado pela vice-presidência de Talentos da ACATE, liderada pelo cofundador da Softplan, Moacir Marafon, para atender outras regiões do estado. “Com o mapeamento, podemos entender o que cada região precisa de acordo com sua fase de desenvolvimento e o que pode ser replicado para cada necessidade. Essa integração e o fortalecimento regional são preocupações que temos para ajudar no crescimento de todo o estado”, diz a vice-presidente. Em Chapecó, por exemplo, o polo local associado DEATEC vai inaugurar em novembro deste ano um Centro de Inovação nos mesmos moldes e conceito do CIA ACATE Primavera, em Florianópolis. “O setor de tecnologia no Oeste fatura R$ 1 bilhão por ano e o total de empresas representa 10% do estado, mas estamos muito espalhados. Nem todos vão se mudar, mas queremos concentrar ações e encontros no local, materializar nosso ecossistema”, diz Sinara Perosa, presidente do Deatec. No Norte do estado, a ACATE levou o programa de inovação aberta LinkLab para o Ágora Tech Park – em uma iniciativa que ajudou a conectar grandes indústrias da região ao ambiente de startups, projeto já consolidado em Florianópolis e que, desde 2019, também roda no município de São José. “Um dos grandes diferenciais do ecossistema de Santa Catarina é que ele está se mantendo descentralizado, aproveitando a vocação econômica de cada região para que os polos de tecnologia também se mantenham diversificados”, conclui Iomani. ECOSSISTEMAS SÃO REGIONAIS, NÃO MUNICIPAIS “Os ambientes globais de inovação não são formados por uma única cidade, mas sim por uma região, como o Vale do Silício e outras referências. Por isso temos que

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Mantenedor – ATPlus Telecom: Conheça as facilidades do App ATPlus

A orientação das autoridades de saúde ainda é ficar em casa, evitando sair na rua e, sendo necessário mesmo sair, proteger-nos de máscara, lavando as mãos frequentemente, e sempre usando álcool gel. ? E para facilitar a sua vida, a #ATPlus oferece mais uma funcionalidade: o APP MEU ATPLUS, onde você pode fazer solicitações, pagamento da sua conta via cartão de crédito, verificação do seu plano, conferir facilmente como está a conexão e qualidade dos seus equipamentos e muito mais, tudo do seu celular. O aplicativo está disponível para Android e IOS ? A ATPlus Telecom oferece soluções completas para facilitar o dia-a-dia da sua empresa e aumentar a sua produtividade, com prestação de serviços em telecomunicações, além de alta tecnologia em serviços de internet fibra óptica, armazenamento em nuvem, link dedicado e PABX Virtual. Para os clientes pessoas físicas, a ATPlus dispõe de internet de fibra ótica, telefonia digital e TV a cabo. Se preferir:Ligue agora 0800 789 0800 ou através da central de atendimento no WhatsApp 49 3240-0800 ? #internetfibraoptica #internet #series #filmes #atplustelecom #lages #appatplus #redeconectada #baixenossoapp #baixenossoaplicativo Mais informações: ATPlus Telecom

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Realizado pelo Gênesis, Workshop de captação de demandas mostra desafios de entidades

Integrando setores públicos, privados, acadêmicos e do terceiro setor, workshop de captação de demandas reúne entidades e discute desafios Durante a Semana da Inovação 2020, o Gênesis – Escritório de Projetos realizou dois encontros virtuais para a acolhida de demandas de entidades representadas pelos Conselhos (Administrativo e Estratégico) do Instituto Orion – entidade gestora e coordenadora das ações do Orion Parque.  Graças às demandas e proposições dos conselheiros, que foram colhidas durante o encontro realizado na tarde desta segunda-feira (19), 28 propostas de projetos/demandas entraram no rol de necessidades acompanhadas pelo escritório de projetos.  Exemplos dessas necessidades acolhidas são ideias para coleta de equipamentos de informática antigos para fornecer acessibilidade tecnológica para alunos em vulnerabilidade social; criação de plataforma que conecte projetos de inovação com as empresas do Orion, para fomentar parcerias; desenvolvimento de aplicativo de comunicação de demandas para atendimento à comunidade; mapeamento de ações de educação empreendedora nas escolas de Lages; desenvolvimento de uma plataforma colaborativa de dados regionais, pra citar apenas algumas das sugestões de propostas discutidas. A ideia, por parte da equipe do Escritório, é a de perceber o impacto das necessidades nas organizações. “Queremos entender quais as principais demandas das entidades e, consequentemente, da comunidade que cada uma representa. Ter esse entendimento, sobre como cada ator interage com suas demandas internas e de que forma elas são tratadas é importante para nosso trabalho no Escritório de Projetos”, comenta Raiane Macedo, coordenadora dos trabalhos do Gênesis. Participaram dos debates, em dois momentos, entidades como: UNIPLAC, IFSC, UDESC-CAV, FIESC, Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Lages, CDL-LAGES, Prefeitura Municipal de Lages, Núcleo Educação/ACIL, ACIL, Fundação Carlos Joffre do Amaral, FIESC, ADREL, Câmara das Empresas do Orion, Associação Serrana dos Deficientes Físicos e Fapesc, que fazem parte do Conselho Administrativo. Pelo Conselho Estratégico, participaram Observatório Social do Brasil – Lages, MidiLages/UNIPLAC, SEBRAE/SC, Núcleo da Mulher/ACIL, CISAMA, ACATE, Flex Relacionamentos Inteligentes S/A, ADREL, SENAC, Núcleo de Tecnologia e Inovação/ACIL, IFSC – Urupema, ACIL Jovem e Rotarys Clube Lages. Justamente para tentar dar resposta a essas demandas, que passam por aspectos como busca por voluntários para as ações das entidades ou parcerias com universidades e cursos estratégicos, o Gênesis busca dar continuidade às demandas recebidas.  “As entidades trouxeram dificuldades do seu cotidiano. A grande maioria buscou priorizar, na apresentação, demandas que imaginavam que poderiam ser solucionadas em conjunto. Ficamos muito felizes com esse resultado, porque demonstra o entendimento de todos a respeito do propósito do trabalho, que é a busca contínua pela resolução de problemas, princípio do processo de inovação. Nesse sentido, os workshops foram o primeiro passo de um trabalho maior, que busca justamente estabelecer conexões entre os atores do nosso ecossistema de inovação e possibilitar que se formem laços para a busca conjunta de soluções, seja por meio de projetos ou ações isoladas”, ressaltou Raiane.  Conheça como funciona o trabalho do Gênesis

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Semana da Inovação traz palestras e eventos temáticos de empreendedorismo e inovação

Evento organizado pelo Orion Parque; Semana municipal de inovação entrou no calendário de eventos no ano passado A partir do dia 19 até 23 de outubro, durante a Semana da Inovação, o Orion Parque lhe convida a participar de uma semana toda repleta de aprendizados e vivências com temáticas de inovação, contando com palestras, eventos e muita interatividade.  A série de 15 eventos e webinars, totalmente gratuitos e online, incluem atividades como Workshop Captação de demandas com entidades, com o pessoal do Gênesis – Escritório de Projetos e impactos imediatos da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), além de Painéis sobre Governança dos Centros de Inovação, Cultura Empreendedora; Criatividade, Design e Inovação e eleições e fake news, pra citar apenas algumas iniciativas. “Embora todo o ano a gente saiba que tem a Semana Nacional de Inovação, ano passado foi promulgado uma Lei em Lages, e isso nos provocou a fazer uma ação que envolvesse as instituições de ensino, e um programa, onde não fosse a semana de inovação do Orion, mas sim a Semana de Inovação que está sendo organizada pelo Orion e todo mundo que for parceiro pode divulgar as ações dentro desse grande evento”, comenta o diretor-executivo do Orion Parque, Claiton Camargo.  Instituído com base na Lei Nº 4.363, aprovada pela Câmara de Vereadores e sancionada pelo prefeito municipal, em outubro de 2019 – a partir de um projeto de lei de autoria do vereador Jean Pierre – , a Semana Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação de Lages prevê a realização de “atividades e eventos nas áreas de ciência, tecnologia e inovação, viabilizando a participação de entidades, empresas e expoentes do âmbito local, com o objetivo de apresentar novidades, produtos, tendências e ideias, estimulando a divulgação e o fomento ao empreendedorismo”. Acesse o site do Orion, com página especial sobre a Semana da Inovação, confira a programação completa, inscreva-se e participe você também. #eusouorion #semanadainovação #tecnologia #empreendedorismo #inovação #FAPESC #FAPESC.SC #FapescéSDE #SDEGOVSC #GOVERNOSC #Fapesc.gov

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Anbiotec Brasil empossa diretoria com desafio de fortalecer o setor de biotecnologia

Posse da nova presidente, Vanessa Silva da Silva, ocorreu na segunda-feira, dia 28, em evento online; empreendedora no Orion Parque, Maria de Lourdes Borba Magalhães, da Scienco Biotech, foi empossada como diretora nacional de Life Sciences e Insumos Estratégicos na entidade A empresária Vanessa Silva da Silva tomou posse na segunda-feira, dia 28 de setembro, em evento online, na presidência da Anbiotec Brasil, associação nacional que representa as empresas de Biotecnologia e Ciências da Vida. Criada há 10 anos com o objetivo de oferecer canal de integração de associados e fortalecer o setor, apoiando a inovação e o empreendedorismo como ferramentas de fortalecimento e competitividade, a instituição conta hoje com mais de 100 empresas associadas, que movimentam anualmente um mercado de bilhões de reais. Empreendedora no Orion Parque Tecnológico, Maria de Lourdes Borba Magalhães, proprietária da Scienco Biotech, foi empossada como diretora nacional de Life Sciences e Insumos Estratégicos na entidade. Para a empreendedora, que na Scienco desenvolve insumos para diagnóstico in vitro para todo Brasil, participar da diretoria da entidade será um importante networking para a região e contribui para disseminar a troca de experiências.  “Como diretora de Life Science e Insumos estratégicos, teremos o compromisso de fortificar a cadeia produtiva de insumos produzidos nacionalmente para atender a indústria farmacêutica, o setor Agropecuário e Meio Ambiente. Dessa forma, minha atuação no Ecossistema de Inovação de SC e como representante do NIT Lages vai ser muito benéfico, pois teremos a capacidade de conectar-nos nacionalmente, através de uma ampla rede de conexões, as demandas dos setores às tecnologias criadas por Universidades e startups assim como as oportunidades e iniciativas de fomento”, ressaltou a pesquisadora.  A posse coincide com o momento em que a pandemia provocada pelo Covid-19 coloca em evidência a necessidade de dar prioridade para as ciências da vida, dentro do contexto geral das ciências e tecnologia. Hoje, em todo o planeta organizações envolvidas com pesquisa correm contra o tempo para desenvolver a vacina que pode oferecer alguma normalidade para as populações. O Brasil inclui desafios adicionais, que vão demandar posicionamento estratégico de lideranças e empresários brasileiros. Criada dentro do ambiente de inovação do Centro de Ciências Agroveterinárias (CAV), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) em Lages, e residente no Centro de Inovação do Orion Parque Tecnológico, a Scienco foi contemplada no Edital de Inovação para a Indústria, do Senai, na categoria “Missão contra Covid-19“, que visa gerar soluções de impacto contra os problemas causados pela pandemia do novo coronavírus. A partir do edital, a Scienco foi notícia com a criação de um novo teste para identificação da COVID-19, através de uma parceria com o Instituto Senai de Química Verde, do Rio de Janeiro. “Nosso maior objetivo é inovar a gestão da Anbiotec Brasil, transformando-a na maior rede de negócios do setor de biotecnologia e ciências da vida do País”, assinala Vanessa Silva. Para viabilizar o projeto ambicioso, ela conta com a rede de apoio dos diretores e a experiência de 10 anos à frente de diferentes atividades na entidade. No período, ela teve oportunidade de conhecer o mercado e as empresas que, como ela reconhece, compartilharam, com confiança, estratégias e seus desafios, em busca de apoio para o seu crescimento, fortalecimento e competitividade. Estratégico para qualquer país preocupado com o futuro, o setor de biotecnologia e ciências da vida não tem, de fato, a notoriedade de outros segmentos inovadores, como as áreas de tecnologia da informação. A constatação leva à necessidade de unificação de toda a cadeia de produção. “Vamos trabalhar com todas as instâncias, da saúde humana e animal ao meio ambiente”, assinala Vanessa Silva. Segundo ela, o “desafio é ouvir e entender a comunidade, dos pesquisadores aos empresários, para gerar informações e iniciativas de fortalecimento.

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Expansão dos Centros de Inovação estimulam conexão entre empresas, universidades e sociedade em Santa Catarina

Quando a cidade de Lages, no planalto serrano catarinense, recebeu em 2016 o primeiro dos Centros de Inovação projetados e construídos pelo governo do estado, a região estava distante de ser um polo de tecnologia ou de ter algum “ecossistema” voltado ao desenvolvimento de negócios inovadores. Quatro anos depois, porém, uma série de iniciativas e projetos mudou a perspectiva local, por meio da articulação entre empreendedores, entidades, universidades e sociedade civil, conectados a partir das ações lideradas pelo Orion Parque Tecnológico. “Diferente de outras regiões de Santa Catarina, Lages não tinha nenhum ecossistema de inovação à época”, lembra Nelissa Gevaerd, vice-presidente do Orion. “Hoje, nós recebemos as demandas locais e fomentamos uma cultura de inovação por meio de iniciativas de relacionamento e programas como o CHIMAtalks, Mulheres Connect, o Escritório de Projetos Gênesis e o Reuni, que aproxima startups às universidades – celeiros de ideias que estão no papel, mas que muitas vezes não chegam para a sociedade, para outros empreendedores”, detalha. Só no campus local da Universidade Estadual (Udesc/CAV), comenta Nelissa, são mais de 80 doutores e cerca de “300 projetos desenvolvidos anualmente e que estamos buscando transformar em negócios para fomentar o mercado local”. Nos últimos meses, em função do impacto social e econômico da pandemia, o Centro de Inovação lançou uma chamada pública para ideias de combate à violência contra mulheres, além de dois projetos de aceleração, um voltado ao desenvolvimento de pequenos negócios e outro para iniciativas sociais, que já somaram 100 ideias e o apoio de 20 mentores. Após este trabalho de base nos últimos anos, o Orion hoje conta com 140 empresas vinculadas, onde trabalham 1,8 mil pessoas, com um faturamento total de R$ 155 milhões e R$ 12 milhões de impostos recolhidos, calcula a vice-presidente. “Para o nosso ecossistema, estes números são bem animadores. Tivemos muitos desafios neste início, especialmente a necessidade de fazer muito com pouco. Isso desenvolveu não apenas resiliência, mas também uma metodologia que poderá auxiliar outros centros de inovação que estão começando em Santa Catarina”, resume. Novos Empreendimentos pelo Estado em 2020 Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS) do Governo do Estado, outras seis cidades catarinenses devem ter seus Centros de Inovação inaugurados ainda em 2020: Blumenau, Brusque, Chapecó, Itajaí, Joaçaba e Tubarão, com obras em fase de finalização. Eles se somarão a outros municípios onde há empreendimentos deste perfil em operação, como Florianópolis (que tem uma rede própria de Centros de Inovação), Joinville, Lages, Jaraguá do Sul, Caçador e Videira. Em Blumenau, foram lançados no dia 29 de setembro três editais para ocupação do Centro de Inovação local: um para incubação, outro para projetos de pesquisa e desenvolvimento (P&D) e outro para empresas inovadoras. “Esta estratégia de desenvolvimento a partir do empreendedorismo inovador é uma política pública fundamental. Ela foi certeira em diversas regiões mundo afora e conseguiu modificar a realidade drasticamente, porque gera impactos reveladores”, comenta o diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da SDS, Rafael Meyer. Em São Bento do Sul, as obras estão 60% concluídas e, nos municípios de Criciúma e Rio do Sul, o projeto dos Centros está na fase de planejamento. “Futuramente, queremos chegar às 21 associações de municípios do estado, para ter uma abrangência de atuação regional completa”. Videira, cidade do meio-oeste catarinense, também se integrou à rede de Centros de Inovação a partir de esforços da iniciativa privada. “É inviável o governo construir estes empreendimentos em todas as regiões. Contudo, temos um modelo, um guia de implantação que ajuda a dar as diretrizes e requisitos para ser credenciado e impulsiona um DNA de inovação. Hoje, Videira recebe recursos para empreendedorismo inovador, editais da Fapesc, movimentos de incubação, pré-incubação e ingressou no cenário estadual de redes de inovação”, ressalta Rafael. Outro exemplo nesse modelo é o Ágora Tech Park, em Joinville, projeto do Perini Business Park, inaugurado em março de 2019, que se tornou ponto de referência para o ecossistema da maior cidade catarinense, reunindo entidades como Acate, Fiesc, Sebrae SC, laboratórios de inovação de grandes empresas, aceleradoras, coworking e espaço para eventos. Como forma de articular ações entre a chamada “quádrupla hélice” (mercado, academia, governo e sociedade) e também promover uma integração entre o que é desenvolvido em outras regiões do estado, a Associação Catarinense de Tecnologia vem atuando em parceria com governo do Estado e os polos regionais neste processo de operação e planejamento dos Centros de Inovação.  “Queremos ser um grande articulador destes centros. Alguns já estão prontos, outros na iminência de serem inaugurados. Acreditamos se fizermos isso a seis mãos, envolvendo os polos regionais, a entidade estadual de tecnologia e o governo catarinense, será muito mais produtivo para que as ações tenham efetividade após a entrega do prédio em cada região”, ressalta Iomani Engelmann, presidente da Acate.   Para Rafael, da SDS, “construir um prédio é a parte mais fácil, é preciso ativar o ecossistema com editais, cursos de formação, fazer esse movimento girar. Hoje, 80% de nossa agenda está voltada a estas ações”. Oeste: Integração do Polo Local com Centro de Inovação Em Chapecó, cidade que deverá receber um Centro de Inovação do governo ainda neste ano, o polo local DEATEC também vai inaugurar em breve uma sede própria aos moldes do CIA Primavera, sede da Acate em Florianópolis, que serviu como impulso para a criação de uma rede de inovação com quatro empreendimentos na cidade. O CIAD – Centro de Inovação Acate Deatec tem inauguração prevista para novembro e deve reunir, em um espaço de 1,5 mil metros quadrados e 30 salas, além de empresas de tecnologia e áreas afins, os principais programas voltados ao desenvolvimento de negócios inovadores do Oeste catarinense. Nos números do estudo Acate Tech Report, a região concentra 1.291 empresas de tecnologia (10% do total do estado), que têm faturamento próximo a R$ 1 bilhão/ano. “Temos muitos associados em outras cidades da região, como Concórdia, Pinhalzinho, Xanxerê, Joaçaba, São Miguel do Oeste, entre outras. Este espaço vai ajudar a concentrar nosso polo, trazer pessoas e projetos que estão espalhados pela

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Prêmio Inovação Catarinense da Fapesc está com inscrições abertas

Professores, pesquisadores, empresas e governos com trajetória de destaque na inovação serão homenageados pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc). Já estão abertas as inscrições para uma das mais tradicionais premiações do Estado, o Prêmio Inovação Catarinense – Professor Caspar Erich Stemmer, edição 2020. Os interessados em participar podem se inscrever até 3 de novembro diretamente na plataforma da fundação. Os detalhes do edital podem ser visualizados no site da Fapesc. Serão destinados R$ 330 mil para os primeiros colocados em 11 categorias. Quem ganhar o primeiro lugar recebe R$ 15 mil, o segundo, R$ 10 mil e o terceiro, R$ 5 mil, além de certificado e troféu. O presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen, lembra que o objetivo desse prêmio é reconhecer diferentes trabalhos realizados em cada canto do Estado. “Temos um ecossistema muito forte e que segue se expandindo. Nosso propósito é valorizar essas histórias e fortalecer a importância de todos, desde o aluno até o professor, o pesquisador e a empresa que está lá na ponta produzindo. Todos estão engajados na construção do setor de inovação de Santa Catarina, que já é referência para o Brasil e desponta internacionalmente”, comenta. As categorias do prêmio são: Agente da Inovação (pesquisadores catarinenses), Professor Inovador (docentes), Jovem Inovador (estudantes da educação básica),  Projeto Acadêmico Inovador (estudantes de graduação), Inventor Independente (sem vínculo com instituições), Empresa Inovadora (iniciativa privada), ICT Inovadora (instituições de ensino, pesquisa e tecnologia), Inovação em Produtos (iniciativa privada), Inovação em Serviço ou Processo (empresas), Inovação de Impacto Socioambiental (iniciativa privada e organizações da sociedade civil) e Governo Inovador (órgãos públicos municipais e estaduais). O Prêmio Inovação Catarinense foi criado pela Lei 14.328, de 2008 (Lei Catarinense de Inovação) e dispõe sobre incentivos à pesquisa científica e tecnológica e à inovação no ambiente produtivo, visando à capacitação em ciência, tecnologia e inovação, permitindo o equilíbrio regional e o desenvolvimento econômico e social sustentável do Estado de Santa Catarina. A premiação homenageia a memória do Professor Caspar Erich Stemmer, personalidade catarinense de destaque nacional no desenvolvimento da ciência, da tecnologia e da inovação. A gerente de Inovação da Fapesc, Gabriela Mager, reforça a importância de divulgar essas histórias para que os catarinenses conheçam e valorizem quem produz inovação em Santa Catarina. “A ideia é premiar os estudantes, professores, pesquisadores, empresas e instituições governamentais por suas ideias inovadoras e, ao mesmo tempo, divulgá-las para que a sociedade catarinense tenha conhecimento e se surpreenda com o desenvolvimento científico e tecnológico de nosso Estado”, defende. Edições anteriores A Fapesc já realizou oito edições do Prêmio Inovação Catarinense – Professor Caspar Erich Stemmer. Desde 2009, foram homenageadas mais de 100 personalidades e instituições e destinados. A fundação também destinou mais de R$ 2,3 milhões para esses trabalhos e trajetórias de destaque na inovação catarinense. Só na edição de 2019, que teve cerimônia de premiação em fevereiro de 2020, foram 30 homenageados. Entre eles está a professora Giselle Araújo e Silva de Medeiros, vencedora na categoria Professor Inovador. Ela incentivou estudantes da rede pública de ensino de Florianópolis a entrar no mundo da tecnologia, aprendendo e criando soluções para os problemas da comunidade. “O orgulho é muito grande porque a gente já tem alunas que estão no mercado de trabalho, que estão atuando como jovem aprendiz na área de tecnologia e desenvolvendo seu potencial. A riqueza é a escola pública de qualidade”, defendeu a professora ao saber do resultado da premiação. Também fez parte da lista de vencedores, na última edição, a prof. Maria de Lourdes Borba Magalhães, da empresa Scienco Biotech, residente no Orion Parque. Na oportunidade, a prof. Maria foi uma das premiadas na categoria Agente de Inovação, que destaca pesquisadores com atuação em Santa Catarina que tenham, ao longo de sua trajetória, contribuído na conversão do conhecimento em inovação, gerando significativa contribuição ou impacto para a sociedade. A Defesa Civil de Estado também esteve entre os reconhecidos, levando o primeiro lugar na categoria Governo Inovador com o Centro Integrado de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cigerd). A estrutura é responsável por integrar diferentes regiões do Estado em momentos de desastre. \”É um projeto moderno, inovador e que traz 20 regionais de Santa Catarina, todas interligadas por videoconferência. Todos ao mesmo tempo podendo conversar e resolver os problemas. É um projeto reconhecido internacionalmente”, destacou o diretor da Gestão da Educação da Defesa Civil, Alexandre Correia Dutra, durante a cerimônia. A lista dos finalistas dessa edição será divulgada em 1º de março de 2021. Com informações FAPESC.

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