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Mantenedor – Turma da Árvore: Expedições

O maior desastre ambiental do Brasil Atenta aos problemas e pensando em soluções, a Turma da Árvore busca ver de perto o maior desastre ambiental do Brasil e unir forças para ajudar o que ainda não pode ser recuperado. Cerca de 32 milhões de m³ de rejeitos foram depositados ao longo de 650 km até a foz do Rio Doce, em Minas Gerais, no encontro com o Oceano Atlântico. Uma das maiores tragédias ambientais evitáveis da história, o rompimento da barragem de Fundão, ocorrido em novembro de 2015, foi o desastre industrial que causou o maior impacto ambiental da história brasileira e o maior do mundo envolvendo barragens de rejeitos, com um volume total despejado de 62 milhões de metros cúbicos. A lama chegou ao rio Doce, cuja bacia hidrográfica abrange 230 municípios dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo, muitos dos quais abastecem sua população com a água do rio. PROJETO MARIANASolução para plantio de árvores em solo contaminado, desértico ou pobre; Mudas encasuladas em vasos de polpa de celulose com barreira vegetal. Os nutrientes proporcionam sobrevida de 3 a 5 anos (depois desse período o casulo se decompõe e é consumido pela árvore). Os casulos (vasos) são 100% biodegradáveis – não agridem o solo. Protege a muda nos primeiros anos de vida do rejeito do solo (até que a árvore tenha força suficiente para atravessar o rejeito e alcançar solo fértil); Fizemos com sucesso um laboratório de plantio de 1,5 hectare durante dois anos. Aldeia Te’Ýikue Marcada por décadas de desmatamentos e vizinha de indústrias agropecuárias, a Aldeia Te’Ýikue, nome guarani que significa “aldeia antiga”, abriga mais de 6 mil indígenas das famílias Guarani-Kaiowá que lutam para preservar sua identidade cultural e os 3.594 mil hectares de terra localizados no município de Caarapó/MS. A TDA desenvolveu um protótipo de moradia que utiliza madeira engenheirada e oriunda de reflorestamento feito para neutralização de emissão de CO², dando a ela um fim útil e social. Esse modelo de moradia, totalmente inovador, pode ser construído em apenas 3 dias. As lideranças da Aldeia aprovaram o sistema e o método. Estamos auxiliando a criação de uma cooperativa Indígena para que eles possam obter os recursos necessários para a construção de 600 casas. Com informações: Turma da Árvore

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Startups do Orion são avaliadas em Demoday com potenciais investidores

Atividades recorrentes e de preparação para as startups do Orion, DemoDays e Pitch Trainings, realizados em versão online, oportunizam troca de conhecimento e capacitações sobre como melhor apresentar o seu próprio negócio para comunidade e possíveis investidores.  Na lista de desafios que as startups e pequenos negócios precisam superar, conseguir gerar interesse de investidores e potenciais parceiros é algo fundamental. Ao entrar no Orion Parque, e fazer parte das empresas residentes, os empreendedores sabem que isso é parte do processo de desenvolvimento de qualquer um que queira crescer enquanto negócio.  Por isso, o setor de Empresas e Startups trabalha para desenvolver ainda mais o potencial dos empreendedores. Uma das ações é a realização de treinamentos de Pitch Training (treinamento de comunicação de venda e apresentação da empresa) e DemoDays (evento de apresentação de startups para potenciais investidores).   Na última quarta-feira (18) o Orion Parque realizou o último Demoday da temporada. Na oportunidade, sete empresas residentes (Acropolis/Platon, Cowtrol, ALM, Difusa Cultivares, ilergic, SFMAPP/Sul Florestas e Scienco), que foram as melhores no Pitch Training realizado na semana anterior, apresentaram seus negócios para três potenciais investidores: Isabel Baggio, presidente do Banco da Família, Fabio Ferrari, investidor anjo e Diretor do RIA – Rede de Investidores Anjo – uma parceria entre a ACATE e a Anjos do Brasil que já investiu em startups promissoras – e Marcelo Waloski, sócio e fundador da Invisto, o maior círculo de investimentos em venture capital (capital de risco) no sul do Brasil. O Demoday pode ser revisto na íntegra aqui:  Para Hemerson Schenato, líder de startups e empresas do Orion Parque, a importância de eventos assim é notar o quanto de evolução e crescimento do negócio há entre os participantes.    “Tivemos então sete startups apresentando. Todas elas dos segmentos que temos aqui dentro do Orion: biotecnologia, agronegócio, health, apresentando suas soluções para uma banca de possíveis investimento. O bacana é se notar o nível de maturidade das empresas, que evoluiu bastante desde o último Demoday, que aconteceu em fevereiro deste ano, demonstrando uma maior maturidade do ponto de vista dos negócios, na forma de se expressar e na melhora do argumento de venda. Nós temos muitas coisas para evoluir. Como próximos passos, algumas startups que estão buscando investimento procurando estreitar essas relações com esses investidores. Esse vai ser o próximo passo, para que as startups possam começar a receber seus aportes”, ressaltou.  Na opinião do diretor-executivo do Orion, Claiton Camargo, a avaliação por pessoas externas do impacto das empresas desenvolvidas pelo Orion é fator chave para a maturidade a longo prazo dos negócios.  “É muito importante a avaliação dessas pessoas que são externas do Orion Parque. A gente sempre teve como convicção que esse networking que nos envolve, networking que a gente consegue através do Parque com os nossos apoiadores e parceiros faz com que as nossas startups ganhem projeções maiores do que se elas estejam apenas presencialmente no Parque”, lembra. 

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Em nova edição, Festival Gastronômico Sabores de Lages traz de volta opções com pratos exclusivos e inéditos

Edição especial do evento, realizado entre os dias 20 de novembro e 10 de dezembro, comemora os 254 anos de Lages; aplicativo O Delivery é a plataforma oficial de pedidos No próximo dia 20 de novembro começa mais uma edição do Festival Gastronômico Sabores de Lages ?. A iniciativa – uma realização do Núcleo de Gastronomia, com apoio da Associação Empresarial de Lages (ACIL) e Câmara de Dirigentes Lojistas de Lages (CDL) – terá novamente o aplicativo O Delivery, desenvolvido pelo Orion em parceria com outras entidades, como ferramenta oficial de entregas durante o período do festival – que vai até 10 de dezembro.  O maior evento gastronômico da Serra Catarinense, o Festival se destaca por oferecer um cardápio diversificado e diferenciado. A combinação de ingredientes e temperos, típicos da Serra Catarinense, dão um toque especial ao prato e surpreendem no sabor. Serão mais de 30 pratos inéditos e exclusivos, com preços fixos de R$ 19,90, R$ 29,90 e R$ 39,90. O Festival também será online. Além do consumo no estabelecimento, haverá a opção de pedidos pelo aplicativo O Delivery, ficando a critério do restaurante a cobrança ou não da taxa de entrega.  Ruan Rangel, diretor do Núcleo de Gastronomia, comenta que existe uma grande expectativa sobre o Festival, devido às condições da pandemia no momento. \”O Festival traz um diferencial e mobiliza toda uma cadeia, desde o produtor até chegar na mesa do cliente. E a nossa expectativa é que superemos todas as edições anteriores, já que não temos eventos presenciais e brindaremos o aniversário da cidade. Assim um festival gastronômico vem muito bem a calhar até porque já temos um nome fortalecido\”, afirma, lembrando que os restaurantes são dos setores que mais foram afetados com o problema de saúde pública. O Festival homenageia nesta edição de fim de ano os 254 anos de Lages, comemorado no dia 22 de novembro. A cada pedido de prato do Festival o participante recebe um selo. Juntando seis selos, é possível trocar por um kit para petiscos frios, exclusivo do Festival Sabores de Lages. Além disso, cada uma das postagens dos pratos contará um pouco da história da cidade. \”Além de se ter essa questão dos brindes do Festival e dos nomes dos pratos, que fazem referência à Lages, a ideia é ter um envolvimento cultural junto, já que todas as postagens nas redes sociais contam algo sobre a cidade, além de valorizarem nossa gastronomia típica local\”, enaltece Rangel. O Sabores de Lages é uma realização do Núcleo de Gastronomia de Lages, com o apoio da Associação Empresarial de Lages (ACIL) e Câmara de Dirigentes Lojistas de Lages (CDL). – Cerca de 2.500 pedidos; – Mais de 2.500 usuários cadastrados; – 73 restaurantes; – Mais de 4.000 opções de bebidas e comidas.  Para Marco Cevey, um dos desenvolvedores da ferramenta, muitas novidades devem chegar ao aplicativo em breve:  “Temos novas funcionalidades sendo desenvolvidas, como poder compartilhar pratos e restaurantes com amigos, além de novos recursos integrando o aplicativo com promoções locais”, destaca. O Núcleo de Gastronomia também parabeniza O Delivery pela trajetória até aqui. \”O Festival é um grande catalisador para O Delivery. Ele impulsiona muito as vendas. Tenho certeza que nesse segundo festival que o aplicativo está participando vai alavancar ainda mais, já que mais pessoas vão fazer o download nos seus celulares. De forma geral os restaurantes estão bem satisfeitos com o app. Estamos num processo de crescimento, e com certeza a gente vai conseguir fazer o aplicativo ser ainda mais sucesso\”, ressaltou Ruan. O Delivery é o resultado de parceria entre CDL, ACIL, Ronnin e Instituto Orion, organização da sociedade civil de interesse público (OSCIP) e gestora do Parque Tecnológico. O Delivery é o primeiro negócio em que o Orion atua diretamente como sócio de parceiros locais e outras entidades. 

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Reuni Challenge mobiliza mais de 80 estudantes em três dias de imersão empreendedora

Alunos de onze diferentes instituições de ensino superior reuniram-se à distância para pensar em discutir soluções inovadoras e criar startups  Criar uma startup do zero, em 72 horas, foi o objetivo do Reuni Challenge, evento de empreendedorismo universitário, realizado pelo Orion Parque, que conectou nesta edição mais de 80 acadêmicos de universidades da Serra e Meio-Oeste Catarinense.  Os dias 06, 07 e 08 de novembro foram intensos para os acadêmicos do Instituto Federal de Santa Catarina – IFSC Lages, Udesc/Cav, Universidade do Planalto Catarinense-Uniplac e Unifacvest, representando as universidades da Serra Catarinense, com doze equipes, e Unoesc e IFC – Caçador, Joinville e Luzerna representando as universidades do Meio Oeste com sete equipes, que competiram entre si pelo título de Universidade mais Empreendedora. O evento tem como propósito fomentar o empreendedorismo universitário por meio da aplicação dos conhecimentos adquiridos dentro das universidades para o desenvolvimento de uma ideia, que deve ser transformada em negócio durante três dias. ”O empreendedorismo universitário é a fonte de mudança no ecossistema e na região, pois é onde o jovem se capacita para abrir negócios e gerar renda para a cidade” comenta o coordenador do evento e líder de Programas e Ações do Orion, Raul Capistrano. Para essa edição, foram apresentados problemas de segmentos específicos de mercado, como Turismo, Saúde e Comércio, e as equipes puderam escolher o problema que gostariam de trabalhar para solucioná-lo, criando um novo negócio. Diante dessa problemática, os universitários precisam fazer pesquisas, entender melhor o problema, validá-lo, validar a solução e criar o modelo de negócio. Durante os três dias de evento, as equipes recebem acompanhamento de um quadro de mentores que auxiliam ao longo das etapas, desde a ideação até o pitch final (apresentação para jurados), além de capacitações para criar uma base de conhecimento antes de cada atividade e da participação de um professor da instituição, ajudando os alunos ao longo do desafio.  O Reuni Challenge proporciona aos acadêmicos as vivências e emoções de todas as etapas da criação de um negócio.  ”O evento é muito bacana! estou tão instigada que desde sexta feira eu nem durmo. Viro a noite imaginando e criando” conta a participante, Ester Oliveira. Além de desenvolver competências comportamentais como a adaptabilidade para trabalhar em grupo, empatia e autodisciplina, mais aprendizados são consolidados. “Os acadêmicos aprendem a empreender suas vidas também, serem empreendedores deles mesmos, tomar o controle de suas vidas”, conta a professora do IFSC de Caçador, Franciele Murer.  Além de contribuir para o desenvolvimento do acadêmico, o evento colabora para o desempenho das universidades participantes, já que, segundo a professora Franciele, os alunos ficam mais engajados e comprometidos, expandindo seus horizontes e ajudando inclusive em suas definições de carreira e preparação para o mercado de trabalho.  Confira a relação completa dos vencedores  Primeiro lugar: Startup ADA –  representante da universidade: prof. M.ª Sayonara Varela (Administração) composta pelos acadêmicos:  Rafael Venturini  (Curso de Administração), Kleberson de Oliveira (Ciências Contábeis), Catarine Maltauro (Sistema da Informação), Leandro Veiga (Administração) que escolheram como problemática a saúde e desenvolveram a startup ADA: All Data Analitics – Solução: coletar de forma rápida e eficaz a satisfação setorizada de cada paciente. Com a coleta dessas informações, serão gerados indicadores à secretaria municipal de saúde para a tomada de decisões.  Segundo lugar: Startup b.ridge -composta pelos acadêmicos: Bianca Vieira (Engenharia Elétrica) , Giordano Miolo (Direito), Hian Simionato (Arquitetura) e Lucas Sandri (Agronomia) que escolheram como problemática a ser desenvolvida o aumento do protagonismo e a participação em aulas presenciais e online, desenvolvendo a startup b.ridge, que tem como solução: o desenvolvimento de um aplicativo de contratação de empregados para grandes e pequenas empresas, solucionando também o problema de contratação de funcionários, que nem sempre são totalmente eficientes e ideais para a empresa. Assim, os empresários podem ter acesso a um banco de dados de estudantes, classificados de acordo com suas melhores habilidades, priorizando as soft skills. Terceiro lugar: Startup Nexus – representante da universidade: prof. Franciele Murer e Samuel Feitosa, que escolheram como problemática a ser desenvolvida: o aumento do protagonismo e a participação em aulas presenciais e online, que tem como solução: a criação de um site otimizado com métodos aplicáveis em sala de aula.

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Sebrae fomenta cultura empreendedora de inovação na Serra Catarinense

O evento, promovido pelo Sebrae/SC em parceria com o Orion Parque de Lages, foi transmitido ao vivo via You Tube e fez parte da Semana da Inovação 2020 Referência em inovação, o especialista em design experiencial e mestre em desenvolvimento socioeconômico, Igor Drudi, ministrou palestra sobre cultura empreendedora e inovação transformando cenários. O evento, promovido pelo Sebrae/SC em parceria com o Orion Parque de Lages, foi transmitido ao vivo via YouTube. O objetivo é fomentar a cultura empreendedora de inovação na Serra.  A palestra pode ser revista aqui. Drudi fez abordagens sobre a cultura empreendedora e comportamento dos empreendedores. Ele fez reflexões acerca das chamadas hard skills (habilidades técnicas) e as soft skills (habilidades comportamentais e sociais). Ambos dizem respeito às competências das organizações e dos profissionais.  O especialista alerta para os princípios que podem ajudar o empreendedor a tomar decisões: São eles: “pássaro na mão, perda tolerável, do limão, uma limonada e colcha de retalho”. Eles foram desenvolvidos por desenvolvidos por Saras Sarasvathy, indiana radicada nos Estados Unidos.   O princípio do “pássaro na mão” fala, basicamente, sobre o início da carreira do empreendedor. Ao iniciar seu negócio, o empresário se pergunta “Quem sou eu? O que eu sei? Quem eu conheço?”, para, então, definir quais seriam os seus primeiros passos. O princípio da “perda tolerável” tem como foco não os possíveis lucros com o negócio, mas sim a possibilidade de perdas.   “Do limão, uma limonada”, por sua vez, indica que o empreendedor está aberto a testar ideias e, caso elas deem errado, este se adapta a partir da análise dos resultados obtidos. Já o princípio da “colcha de retalho” diz que o empresário constrói parcerias, somando forças com pessoas e organizações que possam ajudar o negócio a se concretizar.  Drudi também fala sobre o conhecimento tático e conhecimento explícito, recursos que podem ajudar o empreendedor na tomada de decisões. O primeiro é aquele que o indivíduo adquiriu ao longo da vida (experiência), difícil de ser formalizado ou explicado a outra pessoa. Já o conhecimento explícito é aquele que é fácil de ser formalizado, podendo ser apropriado com maior facilidade.  O especialista orienta que a pessoa que quer inovar precisa buscar parceiros, ativar sua rede, juntando-se a pessoas e organizações com a habilidades e conhecimentos. “O Sebrae é um ótimo parceiro. Com a entidade, você pode dar os primeiros passos para empreender. Aprenda, não fique parado”, destaca.  Reveja a palestra  Inscrições para o Agentes locais de Inovação estão abertas  O gerente Regional do Sebrae, Altenir Agostini , informa que o Sebrae lançou mais uma edição do Projeto Agentes Locais da Inovação (ALI) em todo o estado. O programa está com as inscrições abertas. Para participar, os interessados devem acessar o site do programa (www.sebrae.sc/ali) e preencher o auto-diagnóstico da sua empresa.  O público-alvo do ALI são microempresas e empresas de pequeno porte, dos setores de comércio e serviços. O objetivo é promover a melhoria da produtividade dos pequenos negócios, a partir de ações de inovação, em produtos e serviços, práticas sustentáveis e digitalização, reduzir os custos e aumentar o faturamento dos empreendimentos.  Altenir explica que, para aplicar as ações do projeto, os Agentes Locais de Inovação precisam fazer o diagnóstico do empreendimento. Após, são apresentadas soluções e oferecem respostas às demandas do negócio. “Na Serra, vamos atender cinco cidades. Os processos serão curtos e ágeis, com soluções a curto prazo”, disse. A previsão é que a primeira turma comece em novembro desse ano. Com informações Catarinas/Sebrae-SC

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Mantenedor – Turma da Árvore: Conheça um pouco mais a empresa

Nossa Identidade Missão Colaborar para um mundo melhor. Visão Ser reconhecida mundialmente como uma empresa sustentável alinhada como plano de ação: Agenda 30 da ONU e seus 17 objetivos até 2022.  Valores Sustentabilidade; Inovação; Confiança; Novos mercados; Trabalho em equipe; Desenvolver pessoas; Ecologicamente correto; Melhoria contínua; Comprometimento com o cliente. Qual o modelo de negócio da Turma da Árvore? A monetização ocorre através de fontes de receitas distintas, seguindo nosso próprio ecossistema, sendo assim, nosso modelo de negócio se baseia em 4 raízes: Causa Cria o censo de  comunidade,  proporciona uma ideologia, mantém a união dos multiplicadores e atrai os investidores. Catalizadores Identificam oportunidades, desenvolvem projetos adequados e buscam financiadores. Fazem acontecer. Financiadores Proveem os recursos necessários obtendo lucros financeiros ou de imagem Multiplicadores Promovem as causas, divulgam os conteúdos, tornam-se clientes dos financiadores. Transformam o planeta. Conheça as empresas da Turma da Árvore: Saiba mais no site da Turma da Árvore #cta #ctahaus #tda #tdaconcretosustentáve l#tdareciclo #tobeemel #condomíniolaélias #barnmoradia

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Anbiotec Brasil empossa diretoria com desafio de fortalecer o setor de biotecnologia

Posse da nova presidente, Vanessa Silva da Silva, ocorreu na segunda-feira, dia 28, em evento online; empreendedora no Orion Parque, Maria de Lourdes Borba Magalhães, da Scienco Biotech, foi empossada como diretora nacional de Life Sciences e Insumos Estratégicos na entidade A empresária Vanessa Silva da Silva tomou posse na segunda-feira, dia 28 de setembro, em evento online, na presidência da Anbiotec Brasil, associação nacional que representa as empresas de Biotecnologia e Ciências da Vida. Criada há 10 anos com o objetivo de oferecer canal de integração de associados e fortalecer o setor, apoiando a inovação e o empreendedorismo como ferramentas de fortalecimento e competitividade, a instituição conta hoje com mais de 100 empresas associadas, que movimentam anualmente um mercado de bilhões de reais. Empreendedora no Orion Parque Tecnológico, Maria de Lourdes Borba Magalhães, proprietária da Scienco Biotech, foi empossada como diretora nacional de Life Sciences e Insumos Estratégicos na entidade. Para a empreendedora, que na Scienco desenvolve insumos para diagnóstico in vitro para todo Brasil, participar da diretoria da entidade será um importante networking para a região e contribui para disseminar a troca de experiências.  “Como diretora de Life Science e Insumos estratégicos, teremos o compromisso de fortificar a cadeia produtiva de insumos produzidos nacionalmente para atender a indústria farmacêutica, o setor Agropecuário e Meio Ambiente. Dessa forma, minha atuação no Ecossistema de Inovação de SC e como representante do NIT Lages vai ser muito benéfico, pois teremos a capacidade de conectar-nos nacionalmente, através de uma ampla rede de conexões, as demandas dos setores às tecnologias criadas por Universidades e startups assim como as oportunidades e iniciativas de fomento”, ressaltou a pesquisadora.  A posse coincide com o momento em que a pandemia provocada pelo Covid-19 coloca em evidência a necessidade de dar prioridade para as ciências da vida, dentro do contexto geral das ciências e tecnologia. Hoje, em todo o planeta organizações envolvidas com pesquisa correm contra o tempo para desenvolver a vacina que pode oferecer alguma normalidade para as populações. O Brasil inclui desafios adicionais, que vão demandar posicionamento estratégico de lideranças e empresários brasileiros. Criada dentro do ambiente de inovação do Centro de Ciências Agroveterinárias (CAV), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) em Lages, e residente no Centro de Inovação do Orion Parque Tecnológico, a Scienco foi contemplada no Edital de Inovação para a Indústria, do Senai, na categoria “Missão contra Covid-19“, que visa gerar soluções de impacto contra os problemas causados pela pandemia do novo coronavírus. A partir do edital, a Scienco foi notícia com a criação de um novo teste para identificação da COVID-19, através de uma parceria com o Instituto Senai de Química Verde, do Rio de Janeiro. “Nosso maior objetivo é inovar a gestão da Anbiotec Brasil, transformando-a na maior rede de negócios do setor de biotecnologia e ciências da vida do País”, assinala Vanessa Silva. Para viabilizar o projeto ambicioso, ela conta com a rede de apoio dos diretores e a experiência de 10 anos à frente de diferentes atividades na entidade. No período, ela teve oportunidade de conhecer o mercado e as empresas que, como ela reconhece, compartilharam, com confiança, estratégias e seus desafios, em busca de apoio para o seu crescimento, fortalecimento e competitividade. Estratégico para qualquer país preocupado com o futuro, o setor de biotecnologia e ciências da vida não tem, de fato, a notoriedade de outros segmentos inovadores, como as áreas de tecnologia da informação. A constatação leva à necessidade de unificação de toda a cadeia de produção. “Vamos trabalhar com todas as instâncias, da saúde humana e animal ao meio ambiente”, assinala Vanessa Silva. Segundo ela, o “desafio é ouvir e entender a comunidade, dos pesquisadores aos empresários, para gerar informações e iniciativas de fortalecimento.

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Parceria entre Softecsul e Centrium promove gestão de estoque para pequenas e médias empresas

A preocupação com o estoque é algo que está presente na realidade das empresas. Por isso, otimizar os processos de contagem e controle de estoque, principalmente reduzindo os custos, é o sonho de qualquer empreendedor. Foi pensando nesta necessidade que a Softecsul Inovação, empresa residente no Orion Parque, iniciou mais uma nova parceria. Desta vez, com Centrium Sistema de Gestão. A empresa, de Jaraguá do Sul (SC), atua desde 1993 com sistemas de gestão empresarial (ERPs) para as pequenas e médias empresas, de modo a proporcionar-lhes ganhos de produtividade na gestão de seus negócios. Com o conhecimento adquirido com implantações em mais de 500 projetos nos mais diversos segmentos, além da inovação, a empresa fornece aos seus clientes processos de gestão e de administração alinhados com as melhores práticas empresariais. A parceria entre as empresas reforça o objetivo de proporcionar aos clientes uma maior produtividade por meio da tecnologia e inovação. Segundo o sócio-proprietário da Centrium, Maurício de Carvalho, o que levou a parceria entre as empresas foi a possibilidade de utilizar uma única solução para diferentes necessidades. “Nossos clientes que trabalham com estoque, seja indústria, comércio ou distribuidores, possuem a necessidade de uma maior automação para o controle do seu estoque. Mesmo a Centrium possuindo vários controles na retaguarda, a contagem física é uma atuação que ainda não é otimizada”, comenta o sócio proprietário. Além disso, Maurício destaca que os ganhos e resultados de utilizar o ColetorPro estão principalmente na possibilidade de reduzir custos. “Existem situações onde nossos clientes chegam a gastar entre R$ 3 a 4 mil em coletores, isso é caríssimo. A situação muda quando ele tem a possibilidade de usar um celular para fazer isso, uma ferramenta extremamente poderosa. São duas empresas que darão apoio, e resultados realmente eficazes”, comenta, falando sobre o Coletor Pro, da Softecsul.  Saiba mais sobre a solução Coletor Pro O Coletor Pro é uma solução capaz de resultados verdadeiramente rápidos e eficazes, sem a necessidade de compra ou locação de coletores de dados caros, além de não ter os custos que integrações complexas com seu ERP (sistema de gestão integrado) teria. Na prática, o Coletor Pro transforma celulares Android em poderosas ferramentas de controle, comunicação e dados, integrados com uma plataforma web que dá a gestão e o controle que você está procurando. Confira mais detalhes no site do Coletor Pro. Com informações Softecsul

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Fapesc divulga aprovados para o edital do programa Programa Nascer 2020/2

Webinar de abertura da segunda turma do Cocreation Lab Serra foi nesta terça-feira (15/09) , de forma online A Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) divulgou as propostas que integração o Programa Nascer nos próximos cinco meses. São projetos que serão incubados em 15 cidades catarinenses: Blumenau, Brusque, Caçador, Chapecó, Criciúma, Florianópolis, Itajaí, Jaraguá do Sul, Joaçaba, Joinville, Lages, Rio do Sul, São Bento do Sul, Tubarão e Videira. Em Lages, o Orion Parque é polo do Cocreation Lab Serra. O Programa Nascer é uma iniciativa da Fapesc e Sebrae/SC e tem como objetivo dar o suporte necessário para que as ideias possam passar por um período de pré-incubação. Durante cinco meses, os participantes passarão por diversas atividades por meio da metodologia exclusiva TXM Business, além de mentorias, palestras e networking. Os projetos serão desenvolvidos dentro do Cocreation Lab, espaços colaborativos, que estimulam a criatividade e o empreendedorismo, que estão dentro dos Centros de Inovação. Depois, estarão prontos para serem incubados ou receberem investimento. Na última edição, foram aprovadas 150 ideias em 15 cidades. Cada turma recebe pré-incubação gratuita com mentorias, palestras, workshops, além de criar uma rede de contatos entre os participantes, que depois poderá viabilizar a abertura da empresa. O Nascer é realizado dentro dos núcleos da pré-incubadora Cocreation Lab, que ficam nas cidades de Blumenau, Brusque, Caçador, Chapecó, Criciúma, Florianópolis, Itajaí, Jaraguá do Sul, Joaçaba, Joinville, Lages, Rio do Sul, São Bento do Sul, Tubarão e Videira. São ambientes colaborativos e que estimulam a criatividade, onde os participantes farão os encontros online e terão acesso a diversas ações que os ajudarão a transformarem os planos em realidade. Confira aqui a lista final de todos os selecionados O Cocreation Lab, que está associado também aos Centros de Inovação do Governo do Estado, é quem viabiliza a plataforma da metodologia exclusiva TXM Business. “Mais uma etapa do Programa Nascer de empreendedorismo inovador está se concretizando. Temos um número expressivo de ideias aprovadas e isso com certeza vai auxiliar na retomada da economia de Santa Catarina nesse período que estamos enfrentando por causa da pandemia da Covid-19. No Programa, os empreendedores poderão estruturar melhor seus planos de negócio e com isso teremos novas empresas catarinenses no futuro”, celebra Fábio Zabot Holthausen, presidente da Fapesc. No Cocreation Lab os empreendedores utilizam um ambiente colaborativo voltado para pessoas que tenham ideias nas áreas de economia criativa com potencial de gerar novos empreendimentos. Os negócios são amadurecidos através de mentorias, consultorias técnicas e mercadológicas, palestras, ferramentas e materiais de apoio que transformam a ideia em um negócio viável. “Recebemos muitas ideias criativas. Agora, os empreendedores passarão por cinco meses intensos de muito aprendizado. Esperamos que ao fim desse período os projetos saiam bem preparados para o mercado, prontos para oferecerem soluções inovadoras a Santa Catarina”, comenta o professor da UFSC e idealizador do Cocreation Lab Luiz Salomão Ribas Gomez, que foi entrevistado quando esteve em Lages, no último mês de junho. Propostas selecionadas para Lages Julia Rodrigues, gestora do Cocreation Lab Serra no Orion Parque , comenta que, mesmo com a pandemia, as atividades tiveram poucas modificações decorrentes do planejamento inicial das atividades, que devem ser mantidas com a nova turma. Serão 12 ideias que passarão pelo processo de pré-incubação, com duração de cinco meses. \”Buscaremos continuar de forma híbrida, com atividades presenciais e online. Serão cinco meses de acompanhamento dos projetos, através de webinars, mentorias e eventos de cocriação\”, ressaltou. A primeira turma do Cocreation Lab Serra, que iniciou em março, encerra as atividades agora no final do mês. \”Já estamos marcando data para apresentação do pitch final dos participantes. Será através de uma banca em parceria do Cocreation Lab e FAPESC\”, lembrou Julia. Plataforma de Arquitetura e cápsula de álcool em gel Arquiteto e urbanista, Anderson Faccin teve um projeto aprovado para a segunda turma do Cocreation Lab Serra. Trata-se do Coarq – Arquitetura Colaborativa. A ideia é a criação de um sistema online de captação e redistribuição de projetos na área de construção civil. \”Estou bastante ansioso e tenho certeza que esse período de pré-incubação no Orion Parque, juntamente com o pessoal do Cocreation, será fundamental para o desenvolvimento dessa ideia\” Outra ideia que vai ser desenvolvida será a de Kauana Ribeiro de Freitas. Estudante do IFSC, ela participou no início do ano do Reuni Challenge Covid-19 e agora continuará na ideia que foi previamente desenvolvida na edição de maio do evento: cápsula biodegradável de álcool em gel, que ficou com o segundo lugar. \”Contamos com a ajuda do programa Nascer par a fazer uma bela estruturação desse negócio, colocar no papel de forma clara para que depois isso ajude alavancar essa ideia e tornar um grande negócio\”, disse. Com informações FAPESC

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Prêmio Inovação Catarinense da Fapesc está com inscrições abertas

Professores, pesquisadores, empresas e governos com trajetória de destaque na inovação serão homenageados pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc). Já estão abertas as inscrições para uma das mais tradicionais premiações do Estado, o Prêmio Inovação Catarinense – Professor Caspar Erich Stemmer, edição 2020. Os interessados em participar podem se inscrever até 3 de novembro diretamente na plataforma da fundação. Os detalhes do edital podem ser visualizados no site da Fapesc. Serão destinados R$ 330 mil para os primeiros colocados em 11 categorias. Quem ganhar o primeiro lugar recebe R$ 15 mil, o segundo, R$ 10 mil e o terceiro, R$ 5 mil, além de certificado e troféu. O presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen, lembra que o objetivo desse prêmio é reconhecer diferentes trabalhos realizados em cada canto do Estado. “Temos um ecossistema muito forte e que segue se expandindo. Nosso propósito é valorizar essas histórias e fortalecer a importância de todos, desde o aluno até o professor, o pesquisador e a empresa que está lá na ponta produzindo. Todos estão engajados na construção do setor de inovação de Santa Catarina, que já é referência para o Brasil e desponta internacionalmente”, comenta. As categorias do prêmio são: Agente da Inovação (pesquisadores catarinenses), Professor Inovador (docentes), Jovem Inovador (estudantes da educação básica),  Projeto Acadêmico Inovador (estudantes de graduação), Inventor Independente (sem vínculo com instituições), Empresa Inovadora (iniciativa privada), ICT Inovadora (instituições de ensino, pesquisa e tecnologia), Inovação em Produtos (iniciativa privada), Inovação em Serviço ou Processo (empresas), Inovação de Impacto Socioambiental (iniciativa privada e organizações da sociedade civil) e Governo Inovador (órgãos públicos municipais e estaduais). O Prêmio Inovação Catarinense foi criado pela Lei 14.328, de 2008 (Lei Catarinense de Inovação) e dispõe sobre incentivos à pesquisa científica e tecnológica e à inovação no ambiente produtivo, visando à capacitação em ciência, tecnologia e inovação, permitindo o equilíbrio regional e o desenvolvimento econômico e social sustentável do Estado de Santa Catarina. A premiação homenageia a memória do Professor Caspar Erich Stemmer, personalidade catarinense de destaque nacional no desenvolvimento da ciência, da tecnologia e da inovação. A gerente de Inovação da Fapesc, Gabriela Mager, reforça a importância de divulgar essas histórias para que os catarinenses conheçam e valorizem quem produz inovação em Santa Catarina. “A ideia é premiar os estudantes, professores, pesquisadores, empresas e instituições governamentais por suas ideias inovadoras e, ao mesmo tempo, divulgá-las para que a sociedade catarinense tenha conhecimento e se surpreenda com o desenvolvimento científico e tecnológico de nosso Estado”, defende. Edições anteriores A Fapesc já realizou oito edições do Prêmio Inovação Catarinense – Professor Caspar Erich Stemmer. Desde 2009, foram homenageadas mais de 100 personalidades e instituições e destinados. A fundação também destinou mais de R$ 2,3 milhões para esses trabalhos e trajetórias de destaque na inovação catarinense. Só na edição de 2019, que teve cerimônia de premiação em fevereiro de 2020, foram 30 homenageados. Entre eles está a professora Giselle Araújo e Silva de Medeiros, vencedora na categoria Professor Inovador. Ela incentivou estudantes da rede pública de ensino de Florianópolis a entrar no mundo da tecnologia, aprendendo e criando soluções para os problemas da comunidade. “O orgulho é muito grande porque a gente já tem alunas que estão no mercado de trabalho, que estão atuando como jovem aprendiz na área de tecnologia e desenvolvendo seu potencial. A riqueza é a escola pública de qualidade”, defendeu a professora ao saber do resultado da premiação. Também fez parte da lista de vencedores, na última edição, a prof. Maria de Lourdes Borba Magalhães, da empresa Scienco Biotech, residente no Orion Parque. Na oportunidade, a prof. Maria foi uma das premiadas na categoria Agente de Inovação, que destaca pesquisadores com atuação em Santa Catarina que tenham, ao longo de sua trajetória, contribuído na conversão do conhecimento em inovação, gerando significativa contribuição ou impacto para a sociedade. A Defesa Civil de Estado também esteve entre os reconhecidos, levando o primeiro lugar na categoria Governo Inovador com o Centro Integrado de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cigerd). A estrutura é responsável por integrar diferentes regiões do Estado em momentos de desastre. \”É um projeto moderno, inovador e que traz 20 regionais de Santa Catarina, todas interligadas por videoconferência. Todos ao mesmo tempo podendo conversar e resolver os problemas. É um projeto reconhecido internacionalmente”, destacou o diretor da Gestão da Educação da Defesa Civil, Alexandre Correia Dutra, durante a cerimônia. A lista dos finalistas dessa edição será divulgada em 1º de março de 2021. Com informações FAPESC.

Prêmio Inovação Catarinense da Fapesc está com inscrições abertas Read More »

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