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Quiron Agrodigital conquista primeiro lugar na banca de Aceleração InovAtiva 2.2020

Melhor startup agro do maior programa de aceleração de startups da América Latina, startup residente no Orion já tem clientes internacionais Participando do InovAtiva 2020.2, maior programa de Aceleração de Startups do país, a Quiron Agrodigital, startup residente no Orion Parque, conseguiu um excelente resultado, com o primeiro lugar na Banca de Agronegócio na aceleração 2020.02, que começou em meados de setembro, de forma totalmente online. O resultado saiu ontem (14), no encerramento e premiação das startups destaques do Experience 20.2, no YouTube do InovAtiva.   Focada do agronegócio, a Quiron Agrodigital provê uma solução remota e automatizada para monitoramento de ocorrência de pestes, doenças e incêndios florestais, usando imagens de satélite e tecnologias de visão computacional que possibilita os gestores mais assertividade e precisão em suas tomadas de decisão nas operações a campo. A startup começou no ano de 2018, já incubada no Centro de Inovação do Orion Parque Tecnológico, e desde lá tem acumulado conquistas e bons resultados em oportunidades de investimentos e programas de capacitação do negócio empreendedor.  No mesmo ano, a Quiron foi aprovada no Sinapse da Inovação, promovido pelo Governo do Estado de Santa Catarina.  De lá para cá, também teve a oportunidade de fazer parte do Forest Insight, da UFV, no Brasil, em 2019, e de ser a  única startup brasileira selecionada para o Salto Growth New Norm, promovido por fundadores das principais startups da Estônia, em maio deste ano. Já em setembro, a Flareless, também da Quiron, foi aprovada para o Batch da Plug and Play Insurtech, estando apta a construir produtos e serviços para as maiores seguradoras do mundo.  O maior programa de Aceleração de Startups da América Latina O InovAtiva Brasil é o maior programa de Aceleração de Startups da América Latina.  Em sete anos já foram submetidos mais de 12 mil projetos, com 3 mil startups treinadas e mais de 1.100 startups aceleradas. Fundamental para negócios inovadores e com poucos anos de vida, as acelerações oferecem capacitação, conexão e mentoria para negócios inovadores. Com dois ciclos por ano, em cada edição são selecionadas até 160 startups para uma aceleração online de até 4 meses. No final do processo, as startups participam do InovAtiva Experience, evento de conexão com líderes-chave do mercado em que empreendedores e empreendedoras se apresentam para uma banca de investidores, grandes empresas e aceleradoras. A Quiron foi avaliada como a melhor startup de Agronegócio nesta edição de 20.2, em que 113 startups participaram.   Atualmente, o programa é coordenado pela Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia e pelo Sebrae. A partir do terceiro ciclo, no início de 2015, a Fundação CERTI, com sede em Florianópolis, foi selecionada para operacionalizar o programa. A Fundação possui experiência na elaboração de projetos como Sinapse da Inovação, uma iniciativa que apoia o nascimento de centenas de startups em estados brasileiros e desenvolve Parques Tecnológicos em todo o país.

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Escola de Leoas planeja volta das atividades presenciais em 2021

Consolidar o esporte como forma de propor novas realidades para a vida de meninas em situação de fragilidade social é o que a Escola de Leoas, projeto social desenvolvido pelas jogadoras da equipe de futsal feminino Leoas da Serra, residente no Orion Parque, em parceria com a Engie, Uniplac e Prefeitura de Lages, realiza desde 2015.  Por conta da pandemia, todo o trabalho planejado para o ano teve que ser suspenso, o que desmotivou as cerca de 300 meninas que participam da iniciativa. Apesar disso, foi importante pensar na inovação como ferramenta para levar adiante o trabalho realizado. “Durante a pandemia foram proporcionados 20 treinos de futsal, no Instagram Escola de Leoas, para que as meninas conseguissem ver e realizar a atividade proposta. Foi uma iniciativa minha, mas que teve muita repercussão, porque o maior impacto em 2020 foi não termos conseguido realizar os treinamentos, por conta da pandemia – também pelas escolas estarem fechadas, e 90% dos polos hoje serem nas escolas municipais e estaduais de Lages”, lembrou Izabelly Woellner, a Bebel, coordenadora da Escola de Leoas. Tudo começou no ano de 2015, quando as jogadoras – bolsistas da Uniplac e do Colégio Santa Rosa de Lima -, passaram a ministrar aulas de futsal feminino para crianças e moças (de cinco a 17 anos), de maneira gratuita. As aulas acontecem em polos escolares onde as próprias atletas profissionais, de alto rendimento, são as monitoras. O rendimento em quadra impressiona. Hoje, algumas das alunas já fazem parte até mesmo do time profissional de futsal. “Conseguimos observar a evolução individual de cada criança, o desenvolvimento dela através do futsal, que é muito evidente. As crianças que sonham em ser jogadoras profissionais de futsal podem realizar esse sonho entrando na escolinha das Leoas, e no futuro ser uma Leoa. Já aconteceu hoje com uma goleira, que já se insere no profissional, a Millena Borssatto, que tem 18 anos de idade. Ela começou nas escolinhas em 2015 e hoje está no time principal. Ela não desistiu do sonho dela, e é isso que a gente sempre passa para as crianças: que nunca desista dos seus sonhos”, evidencia Bebel.   Apesar desses resultados destacados, o balanço que pode ser passado do trabalho desenvolvido e do papel das Leoas na formação das crianças é ainda maior. “O principal ponto do nosso trabalho hoje é desenvolvimento da criança, das capacidades físicas, o desenvolvimento motor, que ela consegue adquirir nesse trabalho do futsal. Ou seja, esse também é um dos objetivos da Escola de Leoas: que exista o desenvolvimento da criança. Através disso a gente consegue observar muitas meninas que hoje começaram desde o inicio conosco e já conseguem desempenhar um futsal de excelência, mas que ainda precisam de lapidação para se ingressar no time profissional”, exemplifica Bebel. Para ela, o grande propósito que se tem é buscar incluir socialmente as crianças que participam dos trabalhos desenvolvidos. “O tipo de vínculo que a Escola de Leoas oferece às crianças, hoje, é a inclusão social, sem dúvida. É através dela que a gente consegue mostrar culturas diferentes, inserirmos sociabilidade entre as crianças – a inclusão propriamente dita, uma vez que as crianças hoje, que não tem um esporte para se praticar, e gostam do futsal, podem, praticá-lo, de forma gratuita, e ainda se beneficiando, ganhando equipamentos necessários para a prática do esporte. Por isso, o maior apoio que o projeto Escola de Leoas oferece hoje é a inclusão social, não visando classe social ou cor. A gente simplesmente quer atingir o maior número de crianças, mulheres, meninas, através do projeto. Essa inclusão social é o marco principal do projeto”, lembrou. Expectativa para 2021 Ainda que a pandemia não tenha acabado, Bebel projeta um 2021 bem mais auspicioso. “Para 2021 a gente espera que as escolas voltem a se normalizar, porém a gente sabe que com a pandemia vai ser muito necessária a vacina. Se ela chegar já em janeiro a gente pretende retomar os treinamentos logo no primeiro trimestre do ano, para que possamos aproveitar o ano perdido de 2020. Mas queremos conseguir continuar levando essa prática e fazer o bem novamente a essas inúmeras crianças e meninas que vão para a escolinha de Leoas. Ou seja, a expectativa para o reinício é a melhor possível, a gente espera muito que essas aulas voltem, que as escolas mesmo voltem a funcionar, e que a gente consiga novamente juntar todas as crianças para que elas consigam desempenhar o futsal”, pondera.

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Balanço do Plano de Mitigação entre Orion e Prefeitura mostra resultados positivos em sete meses de atividades na pandemia

Sete meses após o início do Programa de apoio e reestruturação de pequenos negócios locais para retomada econômica e mitigação dos efeitos da crise causada pela COVID-19, realizado pelo Orion Parque em parceria com a Prefeitura de Lages, o balanço de ações articuladas pelo Parque Tecnológico demonstra o dinamismo das iniciativas pensadas a ajudar a comunidade empreendedora serrana neste momento de pandemia. De acordo com levantamento realizado, o número final das atividades construídas desde abril mostra que tivemos a participação de: Mais de 130 pessoas usaram o coworking público; 15 pontos de vinculação para empresas utilizarem as salas do Centro de Inovação e, destes, seis acompanhados para submissão futura ao edital OrionLab. Utilização de salas virtuais de reunião: participaram mais de 4.900 pessoas, em cerca de 130 reuniões online, mediadas pelo Orion, com possibilidade de gravação.  Dois profissionais, que receberam bolsa para contratação de bolsistas do Plano de Mitigação: Um na Scienco e outro na Quiron.  Mais de 80 negócios vinculados na Aceleração de MEIs (Microempreendedor individual) e pequenos negócios, além da realização de 20 encontros virtuais no período, que podem ser conferidas no link: https://plid.in/aulasaceleracao; Mais de 20 projetos e iniciativas sociais vinculadas na Saiph – Aceleradora de Projetos Sociais, um programa que dá suporte aos projetos sociais da região, instigando-os a pensar fora da sua zona de conforto, buscando sustentabilidade no período pós-Covid-19. Os conteúdos gerados durante os encontros estão disponíveis no link: https://plid.in/aulassaiph;  Reuni: Plataforma do programa de Empreendedorismo Universitário (REUNI) foi aberta para toda sociedade cadastrar ideias de novos empreendimentos, para negócios já existentes e desafios para combate a COVID-19. Número de Inscritos: 14 e 36 acompanhamentos realizados. Saiba mais em: https://plid.in/projetoreuni.  Reuni Challenge: 1) Edição  Covid-19: realizado em maio de 2020, fez com que equipes de três universidades fossem desafiadas a criar, do zero, uma startup que pensasse soluções para os problemas causados pela pandemia da Covid-19 na região. Total de envolvidos: 30 universitários, 14 mentores e três universidades participantes. Universidade campeã: UDESC. Confira as apresentações do Reuni no link: https://plid.in/reunicovidfinal .  2) Segunda edição: realizado em novembro de 2020, com mais de 80 acadêmicos de onze instituições de ensino superior, representando as universidades do Meio Oeste e Serra Catarinense, que criaram startups que responderam a problemas de segmentos específicos de mercado, como Turismo, Saúde e Comércio. Total de envolvidos: 80 universitários, 22 mentores e onze universidades participantes. Universidade campeã: Uniplac. Reveja os pitches finais no link: https://plid.in/reunichallenge2  Paralelamente a estas conquistas, todo o trabalho do Instituto Orion teve que ser mudado desde o início do ano, tendo em conta as novas diretrizes estaduais e municipais, que alteraram programações de eventos presenciais planejados e iniciativas que já haviam sido estudadas.       Apesar dos desafios, a adoção das medidas de suporte e capacitação a empreendedores sociais e de negócios descobriu uma nova dinâmica de trabalho para o Instituto.  “O último ano foi para consolidar o modelo do Orion Parque, principalmente do papel do Centro de Inovação. O modelo e metodologia de acompanhamento das empresas e startups foi assertivo, os programas e ações realizadas para o ecossistema de inovação, com cursos, treinamentos, projetos, webinars, CHIMAtalks, todos eles definem o modelo que o Orion funcionou para ativar a cultura de inovação na Serra Catarinense. Mas tudo isso foi apenas o primeiro ciclo, pois agora temos novos desafios e principalmente por causa da pandemia, continuamos aprendendo com tudo que podemos e estamos fazendo”, afirmou o diretor-executivo Claiton Camargo, que no período acumula ainda o cargo de secretário de Saúde de Lages.  Para ele, os desafios que o Orion Parque enfrenta, enquanto Parque Tecnológico numa cidade de interior, com uma dinâmica de Ecossistema que ainda tem muito a amadurecer, podem ser positivos.  “Em cidades menores, trabalhar inovação e ecossistema de inovação é desafiador, mas uma vez conectados e conscientizados os principais atores do território, isso se torna mais fácil de ser operacionalizado do que em grandes centros. Só a partir daí entendemos o potencial das cidades menores que hoje ainda não atuam fortemente com a cultura da inovação, e tem por isso diversos desafios. Estamos falando de mais de 80% das cidades brasileiras”, lembra Claiton.  Reveja a live de apresentação dos resultados

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O papel dos parques científicos e tecnológicos no território – A importância dos parques além de seus muros

Você sabe a diferença a diferença entre os tipos de Parques Tecnológicos que existem? Mais que espaços de convivência, os ambientes de inovação são articuladores de uma dinâmica de conhecimento que ultrapassa as fronteiras de um prédio ou mesmo de uma cidade; aproveite para conhecer ainda mais sobre o Orion Parque e nossos resultados alcançados. Os parques tem um papel a desempenhar no território em que são instalados. Com a globalização, novas experiências foram sendo desenvolvidas visando o desenvolvimento econômico, sendo algumas dessas formas de arranjos locais, os distritos industriais, as incubadoras de empresas e os parques tecnológicos. Os parques são ambientes catalisadores de produtos comercializáveis. O seu objetivos é favorecer a geração de emprego; promover a criação e o fortalecimento de novos empreendimentos de base tecnológica; difundir a cultura e o empreendedorismo; e facilitar a transferência de conhecimento e de tecnologia entre os stakeholders (partes interessadas) envolvidos nesse processo de inovação. Os parques brasileiros devem contribuir de forma relevante para consolidar a formação de uma forte e competitiva “indústria do conhecimento”, bem como para agregar tecnologia e inovação ao setor industrial, agrícola e de serviços já estabelecidos. O sucesso para a implantação e o bom funcionamento dos parques depende de alguns fatores, dentre os quais pode-se citar: o comprometimento dos órgãos do governo (municipal, estadual e federal) e a participação efetiva do setor empresarial, das universidades e de instituições de pesquisa. Os parques têm como missão prover a “inteligência”, a infraestrutura e os serviços necessários ao crescimento e fortalecimento das empresas instaladas no mesmo. Os oito principais benefícios dos parques tecnológicos O Percento Technologies listou oitos benefícios advindos dos parques. 1. Impulsionar a economia2. Fornece espaço abundante para o crescimento3. Incentivar o desenvolvimento de negócios4. Facilitar sessões de treinamento5. Inclusão de tecnologia mais recentes6. Variedade de amenidades7. Promoção de descanso e recreação8. Equipamentos com vários recursos de segurança Conheça mais o papel dos Centros de Inovação! Centros de Inovação são ambientes criados para promover e dar suporte ao empreendedorismo inovador, ajudando a criar e expandir negócios inovadores. Os Centros oferecem serviços que apoiam o empreendedor desde o momento em que o negócio é apenas uma ideia até o momento em que ele está pronto para encarar o mercado, crescer e escalar. O Centros também estimulam a inserção da cultura de inovação nas empresas da região e conectam startups e empreendedores com empresas consolidadas e outros atores importantes. Para operacionalizar esses objetivos, dispõem de serviços como pré-incubação de empresas, incubacão, aceleração, coworking, espaço maker, espaço para eventos e capacitações, espaço para Pesquisa e Desenvolvimento, Marketplace, One Stop Shop, conexão com instituições financeiras e investidores e assim por diante. Esses serviços e atividades são oferecidos diretamente pelo Centro ou por meio de parceiros do ecossistema. Os Centros também fortalecem a cultura da inovação nas organizações locais e conectam os atores do ecossistema regional entre si e com o mundo. Tudo isso para acelerar o necessário desenvolvimento de negócios e organizações rumo à nova economia e ao novo mundo que está se descortinando diante de nós. Saiba mais sobre os conceitos ligados aos Centros de Inovação no livro Centro de Inovação: alinhamento conceitual. Estrutura física 09 salas de reuniões, 04 auditórios, sala de jogos, ampla área de convivência incluindo um deck, cafeteria, coworking e ambiente para videoconferência. Missão Orion Parque  “Criar uma cultura inovadora e empreendedora, articulando ações para ativar o ecossistema de inovação e viabilizar negócios inovadores com alto potencial de crescimento para transformar a economia da região”. Eixos Estratégicos Eixo 1 – Criação, Atração e Desenvolvimento de Novos Empreendimentos; Eixo 2 – Fomento e Qualificação de capital humano para Empreendedorismo, inovação e Competitividade Empresarial; Eixo 3 – Desenvolvimento de Projetos de Cooperação Tecnológica com Instituições de Ensino e Empresas; Eixo 4 – Aperfeiçoamento da Gestão Institucional e Promoção do Centro de Inovação e do Orion Parque. O que já realizamos • Mais de R$ 200 milhões movimentados pelas empresas do Orion Parque; • Mais de R$ 2,5 milhões de recursos captados pelo Escritório de Projetos para ações e empresas do Orion Parque; • Mais de 100 projetos e empresas acompanhadas nos programas de aceleração (Pequenos Negócios/MEls e Projetos Sociais); • Mais de 1000 horas em mentorias, orientações e aconselhamentos realizadas com empresas e projetos; • Mais de 60 empresas vinculadas ao Orion Parque; • Mais de 200 horas de vídeos e conteúdos gerados. Oportunidades Perfeito para você que tem um ideia no papel e precisa de ajuda para fazer acontecer! No OrionLab você recebe acompanhamento e mentorias durante 12 meses para descobrir se a sua ideia tem potencial para se transformar em um grande negócio. Você que já possui uma startup e está na fase de modelagem do negocio ou definição dos processos de operação, a incubadora Épsilon conta com uma metodologia de acompanhamento formada por uma trilha de incubação e mentores especialistas que vão ajudar sua empresa nessa etapa. Sua empresa já está há mais de quatro anos no mercado e você quer desenvolver um novo produto para se manter competitivo? O Edital de Projetos Inovadores é feito para sua empresa receber apoio durante as etapas de criação ou desenvolvimento de um projeto inovador. A sua organização precisa de um ambiente criativo e cheio de oportunidades para que os seus pesquisadores criem inovações? O Edital de PD&I permite que sua equipe faça porte de um ambiente propício à Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação. • Ecossistema de startups; • Rede de mentores e investidores; • Ambiente inovador e criativo. ANPROTEC – Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos de Tecnologias Avançadas.  Parques tecnológicos do Brasil: estudo, análise e proposição. Brasília: Anprotec. 2020. 24p. BARBIERI, José Carlos. Pólos Tecnológicos e de Modernização: notas sobre a experiência brasileira. Revista de Administração de Empresas, v. 34, n. 5, p. 21-31, set-out, 1994. GAINO, Alexandre Augusto Pereira; PAMPLONA, João Batista. Abordagem teórica dos condicionantes da formação e consolidação dos parques tecnológicos. Production, v.24, n.1, p.177-187, 2014. MAGACHO, Lygia A. Magalhães. Parque de Inovação de serviços para as pessoas: metodologias para o planejamento. 2010, 199f. Dissertação (Mestrado)-Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Departamento

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Mantenedor – Turma da Árvore: Expedições

O maior desastre ambiental do Brasil Atenta aos problemas e pensando em soluções, a Turma da Árvore busca ver de perto o maior desastre ambiental do Brasil e unir forças para ajudar o que ainda não pode ser recuperado. Cerca de 32 milhões de m³ de rejeitos foram depositados ao longo de 650 km até a foz do Rio Doce, em Minas Gerais, no encontro com o Oceano Atlântico. Uma das maiores tragédias ambientais evitáveis da história, o rompimento da barragem de Fundão, ocorrido em novembro de 2015, foi o desastre industrial que causou o maior impacto ambiental da história brasileira e o maior do mundo envolvendo barragens de rejeitos, com um volume total despejado de 62 milhões de metros cúbicos. A lama chegou ao rio Doce, cuja bacia hidrográfica abrange 230 municípios dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo, muitos dos quais abastecem sua população com a água do rio. PROJETO MARIANASolução para plantio de árvores em solo contaminado, desértico ou pobre; Mudas encasuladas em vasos de polpa de celulose com barreira vegetal. Os nutrientes proporcionam sobrevida de 3 a 5 anos (depois desse período o casulo se decompõe e é consumido pela árvore). Os casulos (vasos) são 100% biodegradáveis – não agridem o solo. Protege a muda nos primeiros anos de vida do rejeito do solo (até que a árvore tenha força suficiente para atravessar o rejeito e alcançar solo fértil); Fizemos com sucesso um laboratório de plantio de 1,5 hectare durante dois anos. Aldeia Te’Ýikue Marcada por décadas de desmatamentos e vizinha de indústrias agropecuárias, a Aldeia Te’Ýikue, nome guarani que significa “aldeia antiga”, abriga mais de 6 mil indígenas das famílias Guarani-Kaiowá que lutam para preservar sua identidade cultural e os 3.594 mil hectares de terra localizados no município de Caarapó/MS. A TDA desenvolveu um protótipo de moradia que utiliza madeira engenheirada e oriunda de reflorestamento feito para neutralização de emissão de CO², dando a ela um fim útil e social. Esse modelo de moradia, totalmente inovador, pode ser construído em apenas 3 dias. As lideranças da Aldeia aprovaram o sistema e o método. Estamos auxiliando a criação de uma cooperativa Indígena para que eles possam obter os recursos necessários para a construção de 600 casas. Com informações: Turma da Árvore

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Startups do Orion são avaliadas em Demoday com potenciais investidores

Atividades recorrentes e de preparação para as startups do Orion, DemoDays e Pitch Trainings, realizados em versão online, oportunizam troca de conhecimento e capacitações sobre como melhor apresentar o seu próprio negócio para comunidade e possíveis investidores.  Na lista de desafios que as startups e pequenos negócios precisam superar, conseguir gerar interesse de investidores e potenciais parceiros é algo fundamental. Ao entrar no Orion Parque, e fazer parte das empresas residentes, os empreendedores sabem que isso é parte do processo de desenvolvimento de qualquer um que queira crescer enquanto negócio.  Por isso, o setor de Empresas e Startups trabalha para desenvolver ainda mais o potencial dos empreendedores. Uma das ações é a realização de treinamentos de Pitch Training (treinamento de comunicação de venda e apresentação da empresa) e DemoDays (evento de apresentação de startups para potenciais investidores).   Na última quarta-feira (18) o Orion Parque realizou o último Demoday da temporada. Na oportunidade, sete empresas residentes (Acropolis/Platon, Cowtrol, ALM, Difusa Cultivares, ilergic, SFMAPP/Sul Florestas e Scienco), que foram as melhores no Pitch Training realizado na semana anterior, apresentaram seus negócios para três potenciais investidores: Isabel Baggio, presidente do Banco da Família, Fabio Ferrari, investidor anjo e Diretor do RIA – Rede de Investidores Anjo – uma parceria entre a ACATE e a Anjos do Brasil que já investiu em startups promissoras – e Marcelo Waloski, sócio e fundador da Invisto, o maior círculo de investimentos em venture capital (capital de risco) no sul do Brasil. O Demoday pode ser revisto na íntegra aqui:  Para Hemerson Schenato, líder de startups e empresas do Orion Parque, a importância de eventos assim é notar o quanto de evolução e crescimento do negócio há entre os participantes.    “Tivemos então sete startups apresentando. Todas elas dos segmentos que temos aqui dentro do Orion: biotecnologia, agronegócio, health, apresentando suas soluções para uma banca de possíveis investimento. O bacana é se notar o nível de maturidade das empresas, que evoluiu bastante desde o último Demoday, que aconteceu em fevereiro deste ano, demonstrando uma maior maturidade do ponto de vista dos negócios, na forma de se expressar e na melhora do argumento de venda. Nós temos muitas coisas para evoluir. Como próximos passos, algumas startups que estão buscando investimento procurando estreitar essas relações com esses investidores. Esse vai ser o próximo passo, para que as startups possam começar a receber seus aportes”, ressaltou.  Na opinião do diretor-executivo do Orion, Claiton Camargo, a avaliação por pessoas externas do impacto das empresas desenvolvidas pelo Orion é fator chave para a maturidade a longo prazo dos negócios.  “É muito importante a avaliação dessas pessoas que são externas do Orion Parque. A gente sempre teve como convicção que esse networking que nos envolve, networking que a gente consegue através do Parque com os nossos apoiadores e parceiros faz com que as nossas startups ganhem projeções maiores do que se elas estejam apenas presencialmente no Parque”, lembra. 

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Em nova edição, Festival Gastronômico Sabores de Lages traz de volta opções com pratos exclusivos e inéditos

Edição especial do evento, realizado entre os dias 20 de novembro e 10 de dezembro, comemora os 254 anos de Lages; aplicativo O Delivery é a plataforma oficial de pedidos No próximo dia 20 de novembro começa mais uma edição do Festival Gastronômico Sabores de Lages ?. A iniciativa – uma realização do Núcleo de Gastronomia, com apoio da Associação Empresarial de Lages (ACIL) e Câmara de Dirigentes Lojistas de Lages (CDL) – terá novamente o aplicativo O Delivery, desenvolvido pelo Orion em parceria com outras entidades, como ferramenta oficial de entregas durante o período do festival – que vai até 10 de dezembro.  O maior evento gastronômico da Serra Catarinense, o Festival se destaca por oferecer um cardápio diversificado e diferenciado. A combinação de ingredientes e temperos, típicos da Serra Catarinense, dão um toque especial ao prato e surpreendem no sabor. Serão mais de 30 pratos inéditos e exclusivos, com preços fixos de R$ 19,90, R$ 29,90 e R$ 39,90. O Festival também será online. Além do consumo no estabelecimento, haverá a opção de pedidos pelo aplicativo O Delivery, ficando a critério do restaurante a cobrança ou não da taxa de entrega.  Ruan Rangel, diretor do Núcleo de Gastronomia, comenta que existe uma grande expectativa sobre o Festival, devido às condições da pandemia no momento. \”O Festival traz um diferencial e mobiliza toda uma cadeia, desde o produtor até chegar na mesa do cliente. E a nossa expectativa é que superemos todas as edições anteriores, já que não temos eventos presenciais e brindaremos o aniversário da cidade. Assim um festival gastronômico vem muito bem a calhar até porque já temos um nome fortalecido\”, afirma, lembrando que os restaurantes são dos setores que mais foram afetados com o problema de saúde pública. O Festival homenageia nesta edição de fim de ano os 254 anos de Lages, comemorado no dia 22 de novembro. A cada pedido de prato do Festival o participante recebe um selo. Juntando seis selos, é possível trocar por um kit para petiscos frios, exclusivo do Festival Sabores de Lages. Além disso, cada uma das postagens dos pratos contará um pouco da história da cidade. \”Além de se ter essa questão dos brindes do Festival e dos nomes dos pratos, que fazem referência à Lages, a ideia é ter um envolvimento cultural junto, já que todas as postagens nas redes sociais contam algo sobre a cidade, além de valorizarem nossa gastronomia típica local\”, enaltece Rangel. O Sabores de Lages é uma realização do Núcleo de Gastronomia de Lages, com o apoio da Associação Empresarial de Lages (ACIL) e Câmara de Dirigentes Lojistas de Lages (CDL). – Cerca de 2.500 pedidos; – Mais de 2.500 usuários cadastrados; – 73 restaurantes; – Mais de 4.000 opções de bebidas e comidas.  Para Marco Cevey, um dos desenvolvedores da ferramenta, muitas novidades devem chegar ao aplicativo em breve:  “Temos novas funcionalidades sendo desenvolvidas, como poder compartilhar pratos e restaurantes com amigos, além de novos recursos integrando o aplicativo com promoções locais”, destaca. O Núcleo de Gastronomia também parabeniza O Delivery pela trajetória até aqui. \”O Festival é um grande catalisador para O Delivery. Ele impulsiona muito as vendas. Tenho certeza que nesse segundo festival que o aplicativo está participando vai alavancar ainda mais, já que mais pessoas vão fazer o download nos seus celulares. De forma geral os restaurantes estão bem satisfeitos com o app. Estamos num processo de crescimento, e com certeza a gente vai conseguir fazer o aplicativo ser ainda mais sucesso\”, ressaltou Ruan. O Delivery é o resultado de parceria entre CDL, ACIL, Ronnin e Instituto Orion, organização da sociedade civil de interesse público (OSCIP) e gestora do Parque Tecnológico. O Delivery é o primeiro negócio em que o Orion atua diretamente como sócio de parceiros locais e outras entidades. 

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Reuni Challenge mobiliza mais de 80 estudantes em três dias de imersão empreendedora

Alunos de onze diferentes instituições de ensino superior reuniram-se à distância para pensar em discutir soluções inovadoras e criar startups  Criar uma startup do zero, em 72 horas, foi o objetivo do Reuni Challenge, evento de empreendedorismo universitário, realizado pelo Orion Parque, que conectou nesta edição mais de 80 acadêmicos de universidades da Serra e Meio-Oeste Catarinense.  Os dias 06, 07 e 08 de novembro foram intensos para os acadêmicos do Instituto Federal de Santa Catarina – IFSC Lages, Udesc/Cav, Universidade do Planalto Catarinense-Uniplac e Unifacvest, representando as universidades da Serra Catarinense, com doze equipes, e Unoesc e IFC – Caçador, Joinville e Luzerna representando as universidades do Meio Oeste com sete equipes, que competiram entre si pelo título de Universidade mais Empreendedora. O evento tem como propósito fomentar o empreendedorismo universitário por meio da aplicação dos conhecimentos adquiridos dentro das universidades para o desenvolvimento de uma ideia, que deve ser transformada em negócio durante três dias. ”O empreendedorismo universitário é a fonte de mudança no ecossistema e na região, pois é onde o jovem se capacita para abrir negócios e gerar renda para a cidade” comenta o coordenador do evento e líder de Programas e Ações do Orion, Raul Capistrano. Para essa edição, foram apresentados problemas de segmentos específicos de mercado, como Turismo, Saúde e Comércio, e as equipes puderam escolher o problema que gostariam de trabalhar para solucioná-lo, criando um novo negócio. Diante dessa problemática, os universitários precisam fazer pesquisas, entender melhor o problema, validá-lo, validar a solução e criar o modelo de negócio. Durante os três dias de evento, as equipes recebem acompanhamento de um quadro de mentores que auxiliam ao longo das etapas, desde a ideação até o pitch final (apresentação para jurados), além de capacitações para criar uma base de conhecimento antes de cada atividade e da participação de um professor da instituição, ajudando os alunos ao longo do desafio.  O Reuni Challenge proporciona aos acadêmicos as vivências e emoções de todas as etapas da criação de um negócio.  ”O evento é muito bacana! estou tão instigada que desde sexta feira eu nem durmo. Viro a noite imaginando e criando” conta a participante, Ester Oliveira. Além de desenvolver competências comportamentais como a adaptabilidade para trabalhar em grupo, empatia e autodisciplina, mais aprendizados são consolidados. “Os acadêmicos aprendem a empreender suas vidas também, serem empreendedores deles mesmos, tomar o controle de suas vidas”, conta a professora do IFSC de Caçador, Franciele Murer.  Além de contribuir para o desenvolvimento do acadêmico, o evento colabora para o desempenho das universidades participantes, já que, segundo a professora Franciele, os alunos ficam mais engajados e comprometidos, expandindo seus horizontes e ajudando inclusive em suas definições de carreira e preparação para o mercado de trabalho.  Confira a relação completa dos vencedores  Primeiro lugar: Startup ADA –  representante da universidade: prof. M.ª Sayonara Varela (Administração) composta pelos acadêmicos:  Rafael Venturini  (Curso de Administração), Kleberson de Oliveira (Ciências Contábeis), Catarine Maltauro (Sistema da Informação), Leandro Veiga (Administração) que escolheram como problemática a saúde e desenvolveram a startup ADA: All Data Analitics – Solução: coletar de forma rápida e eficaz a satisfação setorizada de cada paciente. Com a coleta dessas informações, serão gerados indicadores à secretaria municipal de saúde para a tomada de decisões.  Segundo lugar: Startup b.ridge -composta pelos acadêmicos: Bianca Vieira (Engenharia Elétrica) , Giordano Miolo (Direito), Hian Simionato (Arquitetura) e Lucas Sandri (Agronomia) que escolheram como problemática a ser desenvolvida o aumento do protagonismo e a participação em aulas presenciais e online, desenvolvendo a startup b.ridge, que tem como solução: o desenvolvimento de um aplicativo de contratação de empregados para grandes e pequenas empresas, solucionando também o problema de contratação de funcionários, que nem sempre são totalmente eficientes e ideais para a empresa. Assim, os empresários podem ter acesso a um banco de dados de estudantes, classificados de acordo com suas melhores habilidades, priorizando as soft skills. Terceiro lugar: Startup Nexus – representante da universidade: prof. Franciele Murer e Samuel Feitosa, que escolheram como problemática a ser desenvolvida: o aumento do protagonismo e a participação em aulas presenciais e online, que tem como solução: a criação de um site otimizado com métodos aplicáveis em sala de aula.

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Sebrae fomenta cultura empreendedora de inovação na Serra Catarinense

O evento, promovido pelo Sebrae/SC em parceria com o Orion Parque de Lages, foi transmitido ao vivo via You Tube e fez parte da Semana da Inovação 2020 Referência em inovação, o especialista em design experiencial e mestre em desenvolvimento socioeconômico, Igor Drudi, ministrou palestra sobre cultura empreendedora e inovação transformando cenários. O evento, promovido pelo Sebrae/SC em parceria com o Orion Parque de Lages, foi transmitido ao vivo via YouTube. O objetivo é fomentar a cultura empreendedora de inovação na Serra.  A palestra pode ser revista aqui. Drudi fez abordagens sobre a cultura empreendedora e comportamento dos empreendedores. Ele fez reflexões acerca das chamadas hard skills (habilidades técnicas) e as soft skills (habilidades comportamentais e sociais). Ambos dizem respeito às competências das organizações e dos profissionais.  O especialista alerta para os princípios que podem ajudar o empreendedor a tomar decisões: São eles: “pássaro na mão, perda tolerável, do limão, uma limonada e colcha de retalho”. Eles foram desenvolvidos por desenvolvidos por Saras Sarasvathy, indiana radicada nos Estados Unidos.   O princípio do “pássaro na mão” fala, basicamente, sobre o início da carreira do empreendedor. Ao iniciar seu negócio, o empresário se pergunta “Quem sou eu? O que eu sei? Quem eu conheço?”, para, então, definir quais seriam os seus primeiros passos. O princípio da “perda tolerável” tem como foco não os possíveis lucros com o negócio, mas sim a possibilidade de perdas.   “Do limão, uma limonada”, por sua vez, indica que o empreendedor está aberto a testar ideias e, caso elas deem errado, este se adapta a partir da análise dos resultados obtidos. Já o princípio da “colcha de retalho” diz que o empresário constrói parcerias, somando forças com pessoas e organizações que possam ajudar o negócio a se concretizar.  Drudi também fala sobre o conhecimento tático e conhecimento explícito, recursos que podem ajudar o empreendedor na tomada de decisões. O primeiro é aquele que o indivíduo adquiriu ao longo da vida (experiência), difícil de ser formalizado ou explicado a outra pessoa. Já o conhecimento explícito é aquele que é fácil de ser formalizado, podendo ser apropriado com maior facilidade.  O especialista orienta que a pessoa que quer inovar precisa buscar parceiros, ativar sua rede, juntando-se a pessoas e organizações com a habilidades e conhecimentos. “O Sebrae é um ótimo parceiro. Com a entidade, você pode dar os primeiros passos para empreender. Aprenda, não fique parado”, destaca.  Reveja a palestra  Inscrições para o Agentes locais de Inovação estão abertas  O gerente Regional do Sebrae, Altenir Agostini , informa que o Sebrae lançou mais uma edição do Projeto Agentes Locais da Inovação (ALI) em todo o estado. O programa está com as inscrições abertas. Para participar, os interessados devem acessar o site do programa (www.sebrae.sc/ali) e preencher o auto-diagnóstico da sua empresa.  O público-alvo do ALI são microempresas e empresas de pequeno porte, dos setores de comércio e serviços. O objetivo é promover a melhoria da produtividade dos pequenos negócios, a partir de ações de inovação, em produtos e serviços, práticas sustentáveis e digitalização, reduzir os custos e aumentar o faturamento dos empreendimentos.  Altenir explica que, para aplicar as ações do projeto, os Agentes Locais de Inovação precisam fazer o diagnóstico do empreendimento. Após, são apresentadas soluções e oferecem respostas às demandas do negócio. “Na Serra, vamos atender cinco cidades. Os processos serão curtos e ágeis, com soluções a curto prazo”, disse. A previsão é que a primeira turma comece em novembro desse ano. Com informações Catarinas/Sebrae-SC

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Mantenedor – Turma da Árvore: Conheça um pouco mais a empresa

Nossa Identidade Missão Colaborar para um mundo melhor. Visão Ser reconhecida mundialmente como uma empresa sustentável alinhada como plano de ação: Agenda 30 da ONU e seus 17 objetivos até 2022.  Valores Sustentabilidade; Inovação; Confiança; Novos mercados; Trabalho em equipe; Desenvolver pessoas; Ecologicamente correto; Melhoria contínua; Comprometimento com o cliente. Qual o modelo de negócio da Turma da Árvore? A monetização ocorre através de fontes de receitas distintas, seguindo nosso próprio ecossistema, sendo assim, nosso modelo de negócio se baseia em 4 raízes: Causa Cria o censo de  comunidade,  proporciona uma ideologia, mantém a união dos multiplicadores e atrai os investidores. Catalizadores Identificam oportunidades, desenvolvem projetos adequados e buscam financiadores. Fazem acontecer. Financiadores Proveem os recursos necessários obtendo lucros financeiros ou de imagem Multiplicadores Promovem as causas, divulgam os conteúdos, tornam-se clientes dos financiadores. Transformam o planeta. Conheça as empresas da Turma da Árvore: Saiba mais no site da Turma da Árvore #cta #ctahaus #tda #tdaconcretosustentáve l#tdareciclo #tobeemel #condomíniolaélias #barnmoradia

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