Orion Parque

Nascer

Fapesc divulga lista de projetos na segunda fase do programa NaSCer de pré-incubação de ideias

[vc_row][vc_column][vc_column_text]A Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) tornou público a relação de propostas admitidas na Etapa de Análise de Admissibilidade da Chamada Pública Fapesc nº 20/2021 – Programa Nascer de Pré-Incubação de Ideias Inovadoras para o Ecossistema Catarinense de Inovação – II Edição.  O Programa Nascer recebe propostas em fluxo contínuo até completar 360 projetos aprovados. As propostas devem ser submetidas na Plataforma de CTI da Fapesc, sendo obrigatória a disponibilização de um pitch via Youtube: um vídeo de três a cinco minutos, mostrando uma visão geral de uma ideia, produto, serviço, pessoa, ou negócio projetado para atrair rapidamente a atenção e convencer os ouvintes a se interessarem na proposta apresentada. As informações completas estão disponíveis no site da Fapesc. Para essa edição, serão aprovadas até 360 ideias, distribuídas entre 30 cidades-pólos, sendo que 15 destas estão vinculadas aos Centros de Inovação da Rede Catarinense de Centros de Inovação. Ao se inscrever o participante irá indicar a cidade mais próxima de sua residência para que faça parte da turma daquela localidade. É importante considerar que as atividades presenciais, quando demandadas, serão realizadas nas cidades-pólos com Centros de Inovação. Cada cidade terá entre 8 e 12 ideias selecionadas. Em Lages, já foram admitidas 24 ideias. Essas ideias farão a segunda parte das avaliações, que corresponde às entrevistas. Nesta fase, as propostas serão avaliadas por uma banca formada por 03 (três) membros designados pelo Comitê Gestor do Programa Nascer , acompanhados pelo coordenador indicado pelo Comitê de Implantação local. A entrevista será, preferencialmente, com todos os membros da equipe, com o objetivo de esclarecer dúvidas e obter mais informações sobre o projeto. Na região serrana, além de Lages, São Joaquim e Curitibanos também contarão com ambientes físicos próprios, polos NaSCer disponibilizados pelos parceiros locais. Confira a relação das ideias: Alimentação alternativa desenvolvida com matéria prima natural e destinada a cães e gatos. b.yoga – soluções inteligentes para o desenvolvimento humano Bug Nutrição: biofábrica de insetos para alimentação animal Catracapix  CRIAÇÃO DE UM CENTRO DE DIAGNOSE DE DOENÇAS DE PLANTAS E DISTÚRBIOS FISIOLÓGICOS DonaRô Ferramenta para o monitoramento da Restauração Florestal Granulados de madeira (pellets) como cama higiênica para animais domésticos Instituto Catarinense de Relações Internacionais Juburu, saboaria sustentável Mobilidade urbana (APP/Bicicletários) MOOTOMAD Móveis Sob Medida em 24 Horas Portal da Serra Portal de Busca de Serviços Pet Potencialização de micro e pequenas empresas para empreendedorismo de sucesso. Psicólogos da Serra PubliBack Rede de projetos da Serra Catarinense Segurança ao alcance de todos Serraware SOS Lady Start Car Super Dentista – Um jogo digital aplicado à Saúde Bucal Confira a relação completa neste link Com informações  FAPESC[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Seminário de Desenvolvimento Econômico Regional da AMUREL discute inovação na região de Tubarão; Lages e o Orion Parque participam da iniciativa

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Gestores municipais dos mais de 40 municípios das Associações de Municípios da Região de Laguna (AMUREL), da Região Carbonífera (AMREC) e do Extremo Sul Catarinense (AMESC) se reuniram em Tubarão, na manhã da última quarta-feira (14/07), para participar do 1º Seminário de Desenvolvimento Econômico Regional Integrado da AMUREL, promovido em parceria com a Câmara Técnica de Desenvolvimento Econômico da FECAM. Participaram do evento o Presidente da FECAM, Clenilton Pereira (Prefeito de Araquari), o Presidente da AMUREL, Deyvisson da Silva de Souza (Prefeito de Pescaria Brava), o Prefeito de Tubarão, Joares Ponticelli, e o Presidente da AMREC, Jorge Luiz Koch (Prefeito de Orleans). A programação foi formada por quatro apresentações. Giovani Bernardo, secretário de desenvolvimento econômico de Tubarão e representante da macrorregião sul na Câmara Técnica da FECAM, falou sobre o planejamento de cidades inteligentes. Nesse conceito de trabalho, as cidades usam tecnologia para se conectar dinamicamente aos cidadãos com o objetivo de fornecer serviços mais eficientes e melhorar a qualidade de vida. As cidades precisam girar em torno das necessidades das pessoas e não das necessidade de tecnologia. Claiton Camargo de Souza, CEO do Orion Parque, falou sobre a importância do centro de inovação como instrumento de transformação, que tem o objetivo de criar, atrair e desenvolver novos empreendimentos. \”O Centro de Inovação de Tubarão nos convidou para contar um pouco da nossa experiência para os municípios e a atividade do Centro de Inovação Tubarão. Somos uma referência para eles, e isso nos deixa muito orgulhosos. Potencializamos a conexão com a região sul do estado, não só ao falarmos sobre inovação, mas também do turismo , tirando várias dúvidas com a gente\”, afirmou. O Secretário municipal de Desenvolvimento e Turismo de Lages, Álvaro Mondadori, também esteve presente.  Para ele, é super importante mostrar a força da região serrana para outros gestores. \”Uma alegria estar em contato com os gestores da Amurel, passando um pouco da nossa experiência, enquanto Centro de Inovação e Parque Tecnológico, além podermos divulgar positivamente os potenciais do turismo na região serrana\”, lembrou.  Completaram ainda a programação as apresentações do Case Vale Europeu, com foco no turismo como desenvolvedor regional, e as iniciativas do LIDE – Grupo de Líderes Empresariais.  O evento foi realizado na  Faculdade Senac Tubarão – Tubarão, SC. Com informações Amurel. [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Hackathon do Inova Contestado, de Caçador, traz soluções de problemas para a indústria; evento contou com mentores do Orion Parque

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Maratona tecnológica que busca resolver problemas através de iniciativas inovadoras, o Hackathon é uma maneira de experienciar o empreendedorismo de maneira prática. Pensando nisso, o Centro de Inovação Inova Contestado, em Caçador, realizou no último fim de semana o seu segundo hackathon, dessa vez num formato 100% on-line. Mentores que fazem parte da equipe do Instituto Orion, responsável pela operação do Orion Parque Tecnológico e do Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, em Lages, também participaram da iniciativa.  A atividade foi organizada pelo Centro de Inovação Inova Contestado, em parceria com o IFSC e a Temasa, sendo patrocinado pela FIESC, graças ao edital de popularização da ciência SNCT 2020 e Cocreation Lab. A temática desenvolvida nas soluções foi: resolução de problemas por meio de inovação em negócios e processos. O hackathon foi desenvolvido ao longo do último fim de semana, com a apresentação dos pitches finais no domingo.  O intuito da maratona tecnológica foi buscar soluções para variados temas propostos e premiar as melhores ideias. Ao longo dos três dias de maratona, os inscritos participaram de várias palestras, mentorias e atividades voltadas à resolução dos desafios propostos. Na maratona, os nove desafios foram elaborados pela empresa Temasa, que pesquisa, cria, desenvolve e fabrica móveis com estilos exclusivos, com o objetivo de melhorar fluxos e processos internos. Ao final, cada uma das 10 equipes escolheu um desafio para propor soluções. Confira alguns dos desafios propostos:  Plano de Manutenção: Reduzir a manutenção corretiva de equipamentos através da criação de uma ferramenta, sistemática ou método para planejamento e gerenciamento de manutenção. Gestão de estoque: Criação de uma solução para que a gestão de estoque não prejudique a fábrica, seja auto gerenciável, mantendo seus indicadores dentro das metas estabelecidas. Mão de obra especializada: Encontrar meios de desenvolver mão de obra especializada para operação de máquinas pesadas e meios de treinamento operacional Destinação de Resíduos + Logística Reversa de Pallets: Encontrar um destino melhor para estes materiais. A gestora do Inova Contestado, Giana Silva, comentou sobre a iniciativa, ressaltando os bons resultados alcançados.  “Considerando os dois hackathons que já fizemos, conseguimos um número bem semelhante de participantes, e foi muito bacana. A gente não esperava que o formato on-line tivesse um número tão grande de inscritos. Sentimos uma diferença porque mudamos um pouco o formato, e dessa vez trouxemos o desafio com grandes empresas. De toda a forma recebemos um feedback muito positivo da Temasa, esperamos que essas ideias sejam realmente aplicadas na empresa e que mais ideias de negócios surjam depois desse hackathon”, afirmou ela.  Lembrando de eventos semelhantes que já aconteceram aqui, Raul Capistrano, líder de programas e ações do Orion, valoriza o sentimento de networking e troca de ideias que fomenta a Rede Catarinense de Centros de Inovação com essas iniciativas.  “É fundamental ressaltarmos a importância dos Centros de Inovação fazer eventos como esses, também convidando os outros Centros de Inovação da Rede para participar. Essa integração é muito importante. Além do mais, essa experiência de protagonismo, chamando a comunidade para resolver as soluções,  é muito interessante. Hackathon teve um desempenho muito bom.  Foi muito bem organizado, com equipes bem engajadas durante o fim de semana, mesmo sendo on-line,  e com desafios das empresas bem interessantes para serem resolvidos e apresentações muito boas, que atenderam as expectativas da indústria”, ponderou.  “O mais importante, realmente,  é a participação da comunidade, da universidade, em desafios como esse, achando soluções inovadoras em todos os desafios que tinham ali, seja o Inova Hackthon, seja o Startup Weekend, seja o Reuni Challenge. Quanto mais oportunidades a comunidade tiver, para desenvolver,  para se colocar como protagonista, tendo uma experiência empreendedora, melhor”, finalizou.  A expectativa, em breve, é que um hackathon seja feito em Lages também. “Os feedbacks que tivemos mostram que os participantes eram pessoas bem engajadas e participativas. Já estamos planejando um próximo evento como esse em Lages”, disse Julia Rodrigues, responsável pelo edital NaSCer no Orion Parque.  ? Confira a relação dos premiados: 1º lugar Os ganhadores foram: Sam Anderson Dorisin, Nophaie Viscente da Silva Pires de Morais, Otávio Nathanael Campos de Oliveira e Vitória Bobsin de Moraes. Desafio: solução para gestão de estoque. Premiação: R$ 5 mil e oficina de Lego Serius Play 2º lugar Gabriel de Simas Antunes e Alysson Luis Donaisk Desafio: solução para Logística reversa de Pallets Premiação: R$ 2 mil 3º lugar Katielly Vianna Polkowski, Gabriel Antunes e José Lucas de Lourenssi Oliveira  Desafio: solução para Logística reversa dos Pallets. Premiação: R$ 1 mil [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Orion Week – #dia 5 – Aceleração de Territórios, impactos da RCCI e Ecossistemas de Inovação pelo estado e Inovação como vetor de desenvolvimento econômico

[vc_row][vc_column][vc_column_text]O penúltimo dia do Orion Week, nesta sexta-feira, foi reservado à Aceleração de Territórios, painéis temáticos sobre os impactos dos Ecossistemas de Inovação nos territórios e debate da Inovação como vetor de desenvolvimento econômico. O Orion Week é um evento gratuito que começou na segunda-feira (21) e tem a programação completa no site plid.in/orionweek, seguindo com atividades até sábado (26), sempre com transmissões no You Tube do Orion Parque.  A palestra de Diogo Machado, sobre Aceleração de Territórios, abriu os trabalhos da tarde. Diogo é co-fundador e líder de marketing na Quiron Agrodigital, startup incubada no Orion que realiza monitoramento de ameaças florestais. Nos últimos anos, Diogo também desenvolveu mais de 60 projetos de posicionamento estratégico para diferenciação de marcas, negócios e ecossistemas, em inúmeros segmentos de mercado. Uma delas resultou no projeto Lages Estreitando Laços.  Na primeira etapa do projeto, ainda em 2019, foi realizada extensa análise de Lages, incluindo levantamento de informações relativas à cultura, população, ameaças e tendências. Essa etapa culminou na atividade de diagnóstico de território, na qual foi possível extrair informações e princípios norteadores para o território. Num segundo momento, foi proposto mudanças de posicionamento, comportamento e place branding para a cidade de Lages, com definições de um propósito único, valores, personalidade, comunicação e estratégias para cada segmento e objetivo do território. \”No trabalho de aceleração de territórios, temos que aos poucos validarmos nossas repostas e mini-entregas que fazemos, porque sem isso não temos um completo entendimento dela. Precisamos definir, selecionar, definirmos objetivos claros, e termos um entendimento do ponto ideal esperado\”, ressaltou Diogo. O trabalho construído em Lages pode ser visualizado, na íntegra, no link: Novos Tropeiros.  Entre os aspectos que Diogo ressaltou como fundamentais para um novo olhar sobre o território, destaca-se a criatividade. \”Criatividade é controle, ela é controlável. Normalmente a gente acha que ela surge do nada, mas não encontra resultados. Criatividade é caos. Esse é o maior fator influenciador de criatividade, e precisamos ter \’acabativa\’, e não só iniciativa\”, exemplificou. No segundo encontro do dia, o painel sobre “A Rede de Centros de Inovação e o desenvolvimento de ecossistemas de inovação pelo estado” teve a participação de Claiton Camargo, Fabio Zabot, Iuana Réus Abella, gerente da Rede Catarinense de Centros de Inovação de Santa Catarina e Clarissa Teixeira, do Programa de Pós-graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento (PPGEGC) da UFSC e VIA Estação Conhecimento,  e Guilherme dos Santos Murara, gerente de formação para profissionais do futuro e negócios inovadores da SDE/SC.  Iuana falou sobre importância do trabalho em rede, que já vem sendo pela rede de Centros há pelo menos 10 anos, marca pela qual o Instituto Orion, gestor do Orion Parque, opera.  \”Os centros tem que trabalhar em rede. Isso desde ei início. Trabalhar em rede significa ampliada capacidades , de forma prática, trabalhando com colaboração. Precisamos desenhar estratégias para cortar caminhos\”, ressaltou. Fabio Zabot lembrou o impacto negativo que fatores particulares podem ter dentro do desenvolvimento da rede de Centros e Ecossistema. \”A gente precisa retirar os egos, essas competições locais que as vezes tem, para ter a maturidade necessária precisamos abrir mão para dar o não, muitas vezes para que não deixem frustrados nossos parceiros do ecossistema\”, ponderou. Guilherme, que veio pela primeira vez no Orion, gostou muito do que encontrou aqui. \”Fiquei contente de conhecer o espaço, imagino que a partir da construção e cada vez mais, da consolidação dele, impulsione outros projetos\”, lembrou. Lançamento de edital da FAPESC Fabio Zabot aproveitou o espaço do Orion Week para fazer uma apresentação especial do novo edital da FAPESC: Edital de Chamada Pública Fapesc nº 24/2021 – Mapeamento do Processo de Desenvolvimento do Ecossistema de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de Santa Catarina. O objetivo da chamada é oferecer bolsas de pesquisa que resultem em trabalhos que de caráter histórico e bibliográfico, que se relacionem  ao processo histórico de desenvolvimento do Ecossistema Catarinense de Ciência, Tecnologia e Inovação, sobretudo nos últimos 25 anos.  Os temas das 25 pesquisas que serão realizadas, oferecidas com recursos pelo edital, versam sobre questões como: A FAPESC e sua jornada de 25 anos; A Rede Catarinense de Tecnologia – RCT; Os Parques Científicos, Tecnológicos e de Inovação catarinenses (Sapiens Parque, ParqTec Alfa, dentre outros); A Rede Catarinense de Centros de Inovação; A FIESC e a inovação na indústria catarinense; Os programas de Pós-graduação das universidades catarinenses; Programas e parcerias com Agências Nacionais de CTI e seus impactos em Santa Catarina (FINEP, CONFAP, CNPq, CAPES, ANA, EMBRAPII, INPI, MCTI, Ministérios, dentre outros); O Sistema ACAFE e sua contribuição para o Ecossistema de CTI; Universidades e Institutos Públicos Federais (UFSC, UFFS, IFC, IFSC) e suas contribuições para o Ecossistema de CTI; As Incubadoras de Empresas em Santa Catarina; Os Núcleos de Inovação Tecnológica (NIT) de Santa Catarina; Os ativos de Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia dentro do Ecossistema Estadual de CTI; A ACATE e sua contribuição para o Ecossistema de CTI; O SEBRAE/SC e sua contribuição para o Ecossistema de CTI; A Fundação CERTI e sua contribuição para o Ecossistema de CTI; Arcabouço legal de CTI (nacional e estadual) e seus impactos em Santa Catarina; A FACISC e as principais organizações empresariais catarinenses; O Pacto pela Inovação de Santa Catarina; Estudo e levantamento de cases da inserção e/ou alavancagem profissional de mestres e doutores bolsistas egressos da FAPESC; A inovação e os entes públicos do estado SC (Governo do Estado, Alesc, MPSC, TJSC, TCE/SC, UDESC, Programas Municipais, dentre outros); Conexões internacionais em CTI de Santa Catarina e os programas da FAPESC; Os principais laboratórios de CTI de Santa Catarina, vinculados a ICTIs; Programas de Pesquisa da FAPESC (mapeamento de resultados e estudo de impactos); Programas de Inovação da FAPESC (mapeamento de resultados e estudo de impactos); Programas de Difusão da FAPESC (mapeamento de resultados e estudo de impactos). Fechando o dia, foi o momento de falar sobre “Inovação como vetor de desenvolvimento econômico”, com Fabio Zabot, Juliano Polese, vice-prefeito de Lages, Gerson Omar dos Santos, presidente da Câmara de Vereadores de

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Orion Parque: Representantes da prefeitura de São Luís do Maranhão conhecem modelo de parque tecnológico referencial em Lages e pretendem implantar ideia em uma das principais capitais do Nordeste

[vc_row][vc_column][vc_column_text]São Luís possui 1.108.975 habitantes, município mais populoso do Maranhão e o 4º da região Nordeste. Sua economia ludovicense está baseada na indústria de transformação de alumínio, alimentícia, turismo e nos serviços.  Um encontro remoto (online) na quinta-feira (17 de junho) conectou as cidades de São Luís, capital do Maranhão, no Nordeste brasileiro, e Lages, o município mais populoso da Serra Catarinense e o maior em extensão territorial de Santa Catarina. A motivação da reunião virtual entre representantes da prefeitura do município nordestino, a 3.700 quilômetros de distância de Lages, e autoridades de Lages, foi o interesse em conhecer o Orion Parque Tecnológico, o primeiro centro tecnológico público de Santa Catarina, de um total de 13 centros tecnológicos planejados pelo Governo do Estado – para Blumenau, Brusque, Chapecó, Criciúma, Florianópolis, Itajaí, Jaraguá do Sul, Joaçaba, Joinville, Lages, Rio do Sul, São Bento do Sul e Tubarão. Inaugurado em 24 de junho de 2016, o modelo de Lages poderá ser implantado naquela cidade do Nordeste, pois, conforme manifestado na própria conversa digital, o Orion Parque é visto como uma experiência que deu certo a ser seguida em outras partes do Brasil. A prefeitura de Lages apoia e presta suporte à estrutura física e de capital humano técnico e intelectual do Orion. Os secretários municipais do Desenvolvimento Econômico e Turismo, Álvaro Mondadori (Joinha), e da Agricultura e Pesca, Thiago Cordeiro; o presidente do Orion Parque, Valmir Tortelli, e o diretor executivo do Orion Parque, Claiton Camargo de Souza, participaram da reunião. O presidente do Orion Parque, Valmir Tortelli, salienta o prazer em o Orion Parque poder servir de espelho e padrão arquitetônico e de gestão para contribuir com o escopo de uma das capitais mais importantes do país. “Notamos de repente que as necessidades são as mesmas, pois as pessoas precisam evoluir e querem tentar buscar algo novo quando se fala em inovação e criatividade. À exceção dos grandes centros, as dores são as mesmas e as pessoas estão cada vez mais procurando serem mais colaborativas, tentando tirar melhor proveito de todo este conhecimento, que é a criatividade dos profissionais. Desde o início da implantação do Orion, conquistamos a confiança e a credibilidade das instituições, envolvendo setores favoráveis e apoiadores ao projeto, convencendo, com otimismo, de que não seria um plano que ficaria restrito ao papel.” Tortelli complementa: “Percebo que nós podemos ajudar outros municípios e, com esta experiência do Orion, de sermos diferenciados e criativos em um ambiente preparado para isto, tornando Lages um exemplo de tecnologia e inovação, o que tradicionalmente não era sua vocação. Nós fomos nos adaptando e estamos mais maduros para colaborar com outros centros e intenções de novas construções, em plantas arrojadas e ousadas, com a qualificação de mão de obra e aperfeiçoamentos.” O diretor executivo do Orion Parque, Claiton Camargo de Souza, analisa o alcance da visibilidade do Parque Tecnológico serrano, uma vitrine nacional. “O que nos dá mais orgulho é o fato de o Maranhão buscar a nossa experiência, uma capital buscando uma prática positiva de uma cidade de interior. Sabemos como foi desafiador o Orion chegar até onde está hoje e como foi difícil ‘startar’ este projeto. Hoje temos know-how para auxiliar as cidades com nossos conhecimentos. Porém, temos ainda uma vastidão para aprender. Acredito que estas conexões nos dão a certeza que temos bastante trabalho a desenvolver. Obviamente, a gente tem um legado que nos abastece significativamente para trabalhar.” Fôlego financeiro e geração de postos de trabalho. Estas são algumas das vantagens do Orion Parque. “As empresas residentes, ou seja, instaladas hoje dentro do Orion, mesmo com as dificuldades causadas pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19) em 2020, atingiram faturamentos surpreendentes. Já são R$ 11 milhões. As empresas de ecossistema de tecnologia e inovação, que circulam ao redor deste ambiente, faturaram R$ 170 milhões. Além da potência tecnológica e de informação, as empresas movimentam o desenvolvimento econômico de Lages e geram retorno tributário e em forma de empregos. Fatores para serem celebrados. O Orion Parque concebeu moldes a serem multiplicados em todo o país, com ideais em comum. A capital do Maranhão, São Luís, é um dos municípios a embalar estas premissas de contemporaneidade e dinamismo.” O secretário da Agricultura e Pesca, Thiago Cordeiro, comenta ser ímpar “poder participar destas conversações com ‘feras’ da tecnologia e inovação. Temos de somar para aprender. Ninguém consegue fazer nada sozinho, São Luís do Maranhão é um lugar maravilhoso e bem-vindo”. Você conhece o Orion? Primeiro parque tecnológico da Serra Catarinense, o Orion possui o primeiro Centro de Inovação da rede de Santa Catarina. Este polo da Associação Catarinense de Tecnologia (Acate) é o principal vetor de transformação criativa e tecnológica da região serrana. Em menos de cinco anos são mais de 50 empresas e startups de diversos segmentos, que juntas já faturaram mais de R$ 200 milhões. São mais de R$ 160 milhões de faturamento em empresas vinculadas ao ecossistema do Orion; faturamento superior a R$ 10 milhões, por empresas residentes; mais de R$ 2,5 milhões em recursos captados para o Parque Tecnológico, e mais 100 projetos assistidos em programas de aceleração (pequenos negócios/Microempreendedores Individuais – MEIs e projetos sociais). Mais sobre São Luís e a região metropolitana Localizada na Ilha de Upaon-Açu, São Luís do Maranhão é a única cidade brasileira fundada por franceses, em 8 de setembro de 1612. Está localizada no Nordeste do Brasil a 2° ao Sul do Equador, estando a 24 metros acima do nível do mar. Uma das três capitais brasileiras localizadas em ilhas – as outras são Florianópolis e Vitória, no Espírito Santo. Possui 1.108.975 habitantes (estimativa de 2020, do Censo/Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE). Município mais populoso do Maranhão e o 4º da região Nordeste. A capital maranhense tem um forte setor industrial por conta de grandes corporações e empresas de diversas áreas que se instalaram na cidade pela sua privilegiada posição geográfica entre as regiões Norte e Nordeste do país. Seu litoral, estrategicamente localizado bem mais próximo de grandes centros importadores de produtos brasileiros, como Europa e Estados Unidos, permite economia de combustíveis e redução no prazo de entrega de mercadorias provenientes do Brasil pelo Porto de Itaqui, que é o segundo mais

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Orion Week – #dia 1 – Abertura, Marco Legal das Startups e muito mais

[vc_row][vc_column][vc_column_text]O Orion Week, evento comemorativo dos cinco anos do Orion Parque Tecnológico, em Lages, começou hoje (21/06), com uma série de atividades voltadas aos públicos acadêmico e profissional, e, principalmente a comunidade envolvida com o ecossistema de inovação do estado de Santa Catarina. A iniciativa, gratuita, tem inscrições pelo site plid.in/orionweek, e segue com atividades até o próximo sábado (26), sempre com transmissões no You Tube do Orion Parque.  Hoje foi o dia de acompanhar o painel de abertura, com a participação de Claiton Camargo, diretor-executivo, e Valmir Tortelli, presidente do Orion Parque.  O momento foi de apresentação do evento, ao longo da semana, tanto dos Parques Tecnológicos como dos Centros de Inovação pelo estado.    \”Essa é uma semana extremamente incrível, para podermos nos desenvolver cada vez mais a inovação, sejam elas pessoas do ecossistema de inovação de Lages, da Serra Catarinense e também de Santa Catarina. Esse é um evento muito bem pensado, com diversas atrações, durante essa semana\”, ressaltou Claiton, na abertura do evento, invocando os cinco anos do Parque Tecnológico. Valmir complementou:  \”Quero agradecer e, primeiramente, comemorara com vocês, que já não é mais um prédio, mas sim um marco inicial do Orion. É um alegria hoje estarmos falando de pessoas,  de inovação, de conhecimento\”. Na sequência foi momento de bate-papo com Bruno Salmeron, gestor do Núcleo de Startups e Venture Capital do Ágora Tech Park, de Joinville, que falou sobre o Marco Legal das Startups. O trabalho dele é assessorar startups, empresas de base tecnológica e empreendedores no processo decisório, destacando os riscos a que estão sujeitos e sugerindo diferentes caminhos para minimizar ou mitigar os riscos jurídicos envolvidos.  Um dos conteúdos divulgados foi material sobre o Marco Legal das Startups, que pode ser baixado aqui.  Na palestra, participaram também, além dos dois gestores, Daniela Machry, advogada e consultora na Lis Consultoria e Treinamento Empresarial.  “É uma alegria e um prazer estar aqui no evento.  Nos últimos anos estive em contato com mais de 100 startups, e internacionalização de capital.  Esse é um cenário complexo, em que temos que desbravar, mas é sempre um prazer falar sobre o assunto. A ideia é comentar sobre o Marco”, lembrou ele.  Com o objetivo de fomentar a criação de empresas inovadoras no seu modelo de negócio, produto ou serviço, o Marco Legal das Startups foi sancionado em 1º de junho. Entre as mudanças que entraram em vigor a partir da normativa, startups poderão contar com dinheiro de investidores sem que eles necessariamente participem do capital social, direção ou poder decisório da empresa. Além disso, empresas com obrigação de investimento em pesquisa e inovação poderão aplicar recursos também em startups selecionadas em programas ou editais gerenciados por instituições públicas.  Para explorar inovações experimentais com mais liberdade de atuação, as startups poderão contar ainda com um ambiente regulatório experimental, conhecido como Sandbox Regulatório. “Sandbox é a possibilidade da empresa conseguir uma facilidade na abertura de capital de empresas. Essa aproximação com as startups tem impactos, em outros países que adotaram. A gente sabe o quanto isso é eficiente e como o poder público pode se beneficiar disso”, ressaltou lembrou Salmeron.  O Orion Week segue até o próximo sábado (26), totalmente on-line, com transmissão ao vivo no YouTube do Orion Parque, trazendo muito conteúdo em palestras, demoday e painéis temáticos.  Amanhã, terça-feira, rolam três painéis:  16h – Painel “LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados” 18h – Painel “Comunidade de Startups” 19h30 – Painel “Projetos de Impacto” O Orion Week é uma realização da Prefeitura de Lages, Governo do Estado de Santa Catarina e Fapesc, com apoio de Turma da Árvore, AT Plus Telecom, ACATE, Rede Catarinense de Centros de Inovação e ImagemTV. Confira como foi a live de hoje: https://www.youtube.com/watch?v=HKuueMR_dz0[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Programa Nascer recebe propostas para pré-incubação de ideias inovadoras

[vc_row][vc_column][vc_column_text]O Programa Nascer de Pré-incubação de Ideias Inovadoras – Edição II recebe propostas até 30 de junho. O objetivo é dar suporte para que ideias passem por um período de pré-incubação e se consolidem como negócios. O programa é uma iniciativa da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Santa Catarina (Sebrae/SC). “Esta é uma importante ação do Governo do Estado realizada pela Fapesc em parceria com o Sebrae/SC. Queremos qualificar os empreendedores para que possam futuramente gerar novos negócios nas diversas regiões do Estado e aproveitar editais de fomento da Fapesc e de outras agências nacionais para subsidiar suas ideias e projetos”, afirma o presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen. “A Fapesc investe nas pessoas de Santa Catarina para gerar a retenção e atração de talentos não só nos grandes centros, mas também no interior do Estado.” As propostas precisam se caracterizar como ideias de produtos (bens e/ou serviços) ou processos inovadores, com potencial para se transformar startups que envolvam a conversão de conhecimento tecnológico em novos produtos, processos ou serviços aptos para a introdução e exploração no mercado. Serão aprovadas até 360 ideias, distribuídas entre 30 cidades-polo, 15 destas vinculadas aos Centros de Inovação (Confira, abaixo, a lista das cidades). As turmas terão no mínimo oito e no máximo 12 proponentes. Cada proposta poderá contar com uma equipe de até cinco componentes. Os encontros, como oficinas, cursos e palestras, serão feitos de modo híbrido (on-line e presencial).   A proposta deverá ser submetida na Plataforma de CTI da FAPESC, sendo obrigatória a disponibilização de um pitch via YouTube: um vídeo de três a cinco minutos, mostrando uma visão geral de uma ideia, produto, serviço, pessoa, ou negócio projetado para atrair rapidamente a atenção e convencer os ouvintes a se interessar no objeto apresentado.  “Os selecionados passarão cinco meses em processo de pré-incubação, apoiados por ferramentas, consultoria técnica e mercadológica, mentorias, assessorias e apoio institucional. Basta ter uma ideia inovadora, motivação para iniciar um negócio e mais de 18 anos para participar”, explica Gabriela Botelho Mager, gerente de Tecnologia e Inovação da Fapesc. “Com o Programa Nascer, esperamos cultivar a cultura do empreendedorismo e inovação em todas as regiões de Santa Catarina.” Resultados da primeira edição Na primeira edição, o Programa NaSCer teve duas turmas, com 329 projetos selecionados, alcançando 619 empreendedores. Foram mais de 4,5 mil horas de mentorias. “Esse Processo de Pré-incubação foi determinante para que a gente desse o primeiro passo, foi esse processo de mentoria e suporte que permitiu que a Sete+1 ‘startasse’ com sucesso a nível regional, estadual e nacional”, avalia Patricia Crestani, da Agência Sete+1, de Videira, participante da edição do NaSCer. Ademar Tibola, da Latina Control, de Chapecó, afirma que o programa foi fundamental para a evolução do negócio. “O projeto contribuiu significativamente para um melhor planejamento do empreendimento. Durante esse período evoluímos bastante o projeto, mas a evolução pessoal sobre negócios foi ainda maior. Entrar nesse mundo de negócios foi uma experiência incrível e muito enriquecedora.” O diretor superintendente do Sebrae/SC, Carlos Henrique Ramos Fonseca, destaca a importância do programa. “Ficamos muito felizes ao ver esses cases de sucesso, que nos provam que investir em projetos que incentivem o empreendedorismo valem a pena. Parabéns aos empresários que aproveitaram a estrutura e a capacitação oferecidas pelo Programa NaSCer e criaram uma nova empresa, que tem tudo para crescer e se desenvolver.”, comenta. “Ao ver essas ideias saindo do papel, temos a certeza de que cumprimos a nossa missão, que é garantir suporte aos empreendedores para que os seus negócios sigam o caminho do sucesso”.  Para o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), Luciano Buligon, o NaSCer é um dos incentivos ao desenvolvimento do Estado. “Quando detectamos habilidades específicas em uma pessoa, incentivamos que ela se desenvolva, prospere e cresça. Desta mesma forma, o Estado usa de programas e ações para impulsionar, por meio da inovação, a busca de soluções e novos negócios que gerem riqueza, desenvolvimento, capacitação e consequentemente, emprego. O NaSCer é uma destas ferramentas excepcionais no incentivo a negócios inovadores e a abertura de empresas”. Cidades-Polo Confira a relação das cidades polos do programa NaSCer: Araranguá, Balneário Camboriú, Blumenau, Brusque, Caçador, Canoinhas, Chapecó, Concórdia, Criciúma, Curitibanos, Florianópolis, Guaramirim, Itajaí, Jaguaruna, Jaraguá do Sul, Joaçaba, Joinville, Lages, Luzerna, Mafra, Palhoça, Rio do Sul, São Bento do Sul, São Joaquim, São José, São Miguel do Oeste, Três Barras, Tubarão, Videira e Xanxerê. Confira o cronograma das atividades Cases regionais Lages, até então único polo regional do NaSCer na Serra Catarinense desde a primeira edição do Programa, passa a contar com mais duas cidades vizinhas fazendo parte do edital na região.  São Joaquim e Curitibanos contarão com ambientes físicos próprios, polos NaSCer disponibilizados pelos parceiros locais nas cidades onde o Programa NaSCer se desenvolve. No primeiro edital foram acompanhados 10 projetos e no segundo, 11, em Lages.  Um dos cases foi de uma equipe de amigos que planejou o desenvolvimento de um aplicativo para auxílio na manutenção de máquinas e equipamentos para a indústria 4.0. Fabio Nunes, Leonardo Almeida e Diego Lopes nunca pensaram em começar o próprio negócio, mas graças ao Edital NaSCer da Fapesc isso foi possível. “Nossa ideia surgiu num bar. Eu pensei: quero ter a minha empresa, quero trabalhar para mim. Resolver os meus problemas, não os dos outros, não de outros gestores. Tivemos mil ideias, conversamos bastante, até chegar nessa ideia”, diz Diego. A ideia deles foi desenvolver um aplicativo que fosse aplicado no desenvolvimento e manutenção, preditiva e preventiva, de máquinas e equipamentos em diferentes indústrias. “Existe uma distância entre a pessoa que vai fazer a manutenção, efetivamente, e os registros que realmente foram feitos da manutenção realizada. É importante saber os passos dessa manutenção. A ideia é mostrar que realmente foi feito o serviço, porque nem sempre ela é demonstrada da maneira correta. A ideia é que o aplicativo possa ser usado em diferentes tipos de equipamentos”,

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Startups de Lages são destaque nacional neste início de 2021 

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Apesar dos efeitos da pandemia, as startups do Orion estão voando neste início do ano! Nossas startups inseridas no ecossistema de inovação da região serrana foram destaque nacional em grandes veículos, mostrando resultados impactantes. Confira abaixo nossa retrospectiva dos três meses históricos com empreendedores que fizeram o Orion Parque Tecnológico decolar! Neste mês de março, mostramos um dos maiores resultados para o nosso ecossistema, ao trazermos que a Quiron, startup especializada no monitoramento remoto de ameaças florestais, utilizando tecnologias para predição de incêndios e sanidade florestal, recebeu aporte de R$ 750 mil reais de investidores da Anjos do Brasil. O dinheiro aportado agora, vindo de um grupo de entusiastas investidores, consolida o mercado do monitoramento de ameaças de sanidade florestal, que está em ascensão, mesmo no período de pandemia.  A startup foi notícia em vários portais nacionais, como o PEGN e Globo Rural. Em Portugal, onde a Quiron já atua, saímos no AgroPortal, um dos mais acessados portais do agronegócio por lá. Por aqui, também aparecemos em vários outros sites voltados para o mundo startup, como SC Inova, Economia SC, Baguete e ACATE, e também sites especializados como o Mais Floresta. Outra grande projeção se deu quando o ecossistema de inovação da região foi notícia no Infomoney – o maior site especializado em mercados, investimentos e negócios do Brasil e um dos 15 maiores do planeta. A Serra Catarinense entrou no radar do portal destacando os resultados do investimento em inovação na região, graças ao apoio do Orion Parque e parceiros locais. Nossos representantes do ecossistema ilergic e NDD deram entrevista, mostrando-se como representantes de empresas referências em ecossistemas do interior, na matéria que analisa as “fábricas de startups” no interior do estado. Mais um ótimo desempenho foi o resultado conseguido pela startup Beer Hub, empresa incubada no Orion que montou um clube de assinatura para apreciadores de cerveja. Depois de ser  campeã do programa Nascer em Lages, em 2020, ela passou no edital de seleção do Programa Inovatur, desenvolvido em cooperação entre a Agência de Desenvolvimento do Turismo de Santa Catarina (Santur), Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação (Fapesc) e a empresa Gestalt Open Innovation. Os projetos selecionados vão receber entre R$19 mil e R$23 mil de apoio financeiro para concretizar a ideia de negócio. No domingo, dia 07, a startup incubada do Orion que está revolucionando o mercado imobiliário, com o Test Drive do Imóvel, da Camaro Imobiliária, foi destaque no Tech SC, contando como foi o desenvolvimento de um novo modelo de venda de imóvel. A startup oportuniza que locatários possam, no futuro, utilizar o dinheiro investido no pagamento de aluguel como valor de entrada, caso queiram adquirir o imóvel.   Já na quarta-feira (17), nossa empreendedora Maria de Lourdes Magalhães, da Scienco, foi destaque na matéria da revista Época Negócios, com o projeto de um novo teste para detecção do novo coronavirus, causador da covid-19. A iniciativa indica o diagnóstico da doença através da saliva, e já está em análise na Anvisa, podendo chegar ao mercado em dois meses. Ano passado trouxemos a notícia que a Scienco tinha sido contemplada com um edital para viabilizar recursos para o desenvolvimento de formulações sinalizadoras para a detecção do novo coronavírus.    Nas palavras de Hemerson Schenato, líder de startups e empresas do Orion Parque, isso é um indicativo do impacto que novas startups e empreendedores dedicados trazem para nosso ecossistema em desenvolvimento. “Essas notícias nos deixam muito orgulhosos, porque é o reflexo da dedicação e do trabalho duro dos nossos empreendedores. Isso mostra que o nosso ecossistema fica cada vez mais maduro e que as nossas soluções, os negócios desenvolvidos localmente, também tem uma força e podem ser competitivos em âmbito nacional e até mesmo internacional. Nós estamos conseguindo mostrar a nossa força e ter o nosso espaço, o que é diferente de quando estamos em um ecossistema já desenvolvido”, comenta.  [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Abertura da VI Conferência Estadual de CTI dá início à análise do ecossistema de ciência, tecnologia e inovação

[vc_row][vc_column][vc_empty_space][vc_column_text] A abertura da VI Conferência Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (CECTI), que ocorreu nesta quinta-feira, iniciou uma caminhada para analisar o ecossistema de CTI em Santa Catarina e gerar estratégias de crescimento para o setor. Até o encerramento, marcado para o dia 10 de junho, serão realizadas 12 reuniões online em seis regiões do Estado. Na Regional Serrana, o Centro de Inovação do Orion Parque será um dos articuladores da iniciativa. A VI CECTI é organizada pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE) e pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) e conta com a importante parceria da Rede Catarinense de Centros de Inovação e está prevista na Lei de Inovação. “A conferência é mais que uma obrigação legal. É uma oportunidade para que possamos avaliar as políticas públicas de Santa Catarina, monitorar o ecossistema de CTI e planejar ações de desenvolvimento sustentável para o nosso Estado, de forma regional e responsável”, afirmou o presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen. Em abril e maio, estão marcados eventos online em seis regiões do Estado: Grande Florianópolis, Serra, Sul, Oeste e Meio Oeste, Norte e Planalto Norte e Vale e Alto Vale do Itajaí. Na primeira etapa, serão coletadas as percepções dos atores do ecossistema de CTI; na segunda, serão apresentados os resultados. “A conferência tem objetivo de organizar um mapa estratégico para o desenvolvimento e execução de um plano estadual de ciência, tecnologia e inovação. Esse plano é regionalizado e precisa contemplar as várias dimensões e eixos estratégicos em cada região. É essencial para que o planejamento de Santa Catarina dê certo e para que possamos, cada vez mais, construir um Estado inovador”, explicou Holthausen. O secretário da SDE e presidente do Conselho Superior da Fapesc, Luciano José Buligon, representou o governador de Santa Catarina, Carlos Moisés da Silva. Segundo Buligon, a conferência é um momento importante para refletir sobre a importância do setor, sobretudo devido à pandemia. “A ciência, inovação e tecnologia sempre foram importantes, mas no pós-pandemia serão muito mais importantes do que possamos imaginar. Essa conferência se reveste de caráter definitivo para que Santa Catarina continue sendo uma solução inspiradora para o país e, porque não dizer, para o mundo. Se pudéssemos fazer um recorte territorial em SC, poderíamos estar nos comparando com alguns países da Europa, como Bélgica”. Exemplo nacional O presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), professor doutor Evaldo Ferreira Vilela, afirmou que Santa Catarina é um exemplo para o Brasil na constituição de um ecossistema de ciência e tecnologia acoplado à inovação. Ressaltou também a metodologia da conferência, desenvolvida pelo Programa de Pós-graduação de Engenharia e Gestão do Conhecimento (PPGEGC) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). “Após a abertura da conferência vão ter as etapas regionais e, então, serão buscados novos rumos a partir de uma avaliação. Algo que nós brasileiros não estamos muito acostumados. E é uma cultura que precisa se firmar entre nós, a da avaliação e do planejamento pós-avaliação”. Marcelo Bortolini, diretor Científico e Tecnológico da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), que representou o presidente General Waldemar Barroso, disse que a importância da ciência, tecnologia e inovação ficou ainda mais clara para a sociedade durante a pandemia. “É isso que a Finep busca. E graças a Deus, ao longo de alguns anos, temos uma parceria de grande sucesso com a Fapesc. Com muito trabalho de ambas as equipes, foram construídos diversos instrumentos, ferramentas e programas”, afirmou. Ele lembrou, por exemplo, os programas Tecnova e o Centelha. “Gostaria de parabenizar pela sexta conferência e dizer que a Finep está sempre pronta e apta para apoiar e trabalhar em conjunto”. Flávio Camargo, diretor de Avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), desejou sucesso à conferência e reafirmou a importância da inovação. “Acredito que ainda não entramos no século 21 como um país desenvolvido exatamente porque precisamos desenvolver essa cultura da inovação. Enquanto não for uma regra, e neste momento ainda é exceção, vamos continuar patinando nesta busca da independência tecnológica e da liderança em muitas áreas do conhecimento”. O presidente do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs), cumprimentou o Estado pelo protagonismo em realizar a conferência. “Essa conferência certamente é um instrumento importante de coleta de informações, de diagnóstico. São informações que vão servir para fomentar políticas públicas, para conduzir a política no caminho certo para que alcance os melhores resultados para o estado e para o país”. Também participaram da abertura da conferência, representando o ecossistema de CTI catarinense, Amarildo Niles, diretor para Assuntos de Inovação da Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc); Maurício Cappra Pauletti, gerente de Inovação e Competitividade da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc); Luciano Pinheiro, diretor técnico do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/SC); a reitora da Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc), Luciane Ceretta; Luiz Antonio Ferreira Coelho, vice-reitor da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc); Ainda pelo Zoom, Plataforma da CECTI e no Canal da Fapesc no Youtube, participaram atores do ecossistema de todas as regiões de Santa Catarina A abertura da conferência também marcou o início de uma série de comemorações pelos 25 anos da Fapesc, que vai ocorrer em janeiro de 2021. Até lá uma série de eventos e entregas serão realizados. Assista à abertura da conferência Confira a programação da conferência e faça sua inscrição Confira a programação completa:  Com informações FAPESC.[/vc_column_text][vc_empty_space][/vc_column][/vc_row]

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ACATE lança selo exclusivo para associadas

O Selo Associadas ACATE 2021, lançado na quinta-feira (18), é gratuito e exclusivo para empresas associadas. A iniciativa é uma forma de mostrar o pertencimento e a colaboração que transformam o ecossistema catarinense. Empresas que são vinculadas ao Orion passam, automaticamente, a fazer parte da associação catarinense.  Lançado na quinta-feira (18/02), o Selo Associadas ACATE 2021 é uma iniciativa gratuita e exclusiva para empresas associadas. A iniciativa tem o objetivo de gerar valor para empresas e startups, criar senso de pertencimento e estimular outras empresas a fazerem parte de um dos maiores hubs de inovação e tecnologia do Brasil. Para adquirir o selo, basta acessar o site e preencher as informações necessárias.  O selo é uma imagem que a empresa insere no site ou nos materiais gráficos para mostrar aos clientes que faz parte da entidade, que é referência em empreendedorismo e inovação. O selo é dividido em duas categorias: empresas e startups. As associadas que solicitarem o selo, poderão aproveitar a oportunidade para compartilhar um post em suas redes sociais, reforçando ainda mais seu pertencimento. Dúvidas ou demais informações, entre em contato pelo e-mail: jornadadesucesso@acate.com.br  Quero fazer parte da transformação A ACATE acredita que o sucesso das empresas é feito de colaboração, por isso representa mais de 1.400 empresas que, juntas, impulsionam o ecossistema catarinense. O Selo Associadas ACATE 2021 é uma oportunidade única de mostrar pertencimento ao maior ecossistema de inovação do estado, além de estar conectado a uma rede que trabalha em prol do desenvolvimento e levou o setor de tecnologia e inovação de Santa Catarina a crescer em 2020. Ao fazer parte da ACATE, associados garantem condições especiais na contratação de serviços e benefícios, além de acesso aos programas estratégicos que geram conexões, negócios, oportunidades e crescimento.  Com informações ACATE.

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