Orion Parque

Startups

Orion Week – #dia 4 – Demoday, Aniversário do Orion, Futurismo e muito mais

[vc_row][vc_column][vc_column_text]O dia do aniversário do Orion, hoje, foi reservado para um Demoday para Investidores, que puderam conhecer mais as potencialidades de startups que estão incubadas aqui no Orion Parque, além de um Painel sobre o Orion Parque: passado e futuro, e mais uma palestra muito bacana sobre futurismo! Tudo isso rolou em mais um dia do Orion Week – evento gratuito que começou na segunda-feira (21) e tem a programação completa no site plid.in/orionweek, seguindo com atividades até o próximo sábado (26), sempre com transmissões no You Tube do Orion Parque.  O último Demoday pelo Orion foi realizado em novembro de 2020. Em 2021, o Demoday rolou com a participação de Fabio Ferrari,  diretor da Rede de Investidores Anjos RIA/SC – ACATE/Anjos do Brasil, Rafael Silva, investidor anjo, mentor de inovação e líder de startups da Blusoft, de Blumenau, além de Diego Barreto, vice-presidente de Finanças e Estratégia do iFood. Foi mais uma grande oportunidade de apresentar as startups para potenciais investidores, apresentando seus desafios e soluções. Cinco empresas do Orion participaram: Cowtrol, Quiron, Al-WI, ilergic e Beer.hub., que tiveram quatro minutos de pitch e cinco minutos de perguntas das bancas.  Os potenciais investidores gostaram do que viram:  \”É importante ver que  as startups estão testando novas teses, mas é bacana chegar e fazer pitch, antes mesmo da tese de venda das soluções estar segura. Quebrar a cara e errar muito é o ponto\”, lembrou Fábio. Diego afirmou o quanto é impactante ver bons resultados, trazendo soluções que realmente impactem as pessoas. \”Temos que mudar esse pais, mudar cadeia de valor, mudar a realidade, estou super feliz como brasileiro, foi uma surpresa positiva ver a grandiosidade desses projetos, que saem do Be-abá, falando de rastreamento, florestas, tudo que é muito moderno, que vem com força de quem fazer a diferença\”, constata. Hemerson Schenato, líder de startups do Orion Parque, e mediador do Demoday,  lembrou o quanto cenário local mudou, em cinco, a realidade da percepção local sobre negócios invadores. \”Há cinco anos só duas empresas se consideravam startups na região. Chegarmos nesse nível é muito positivo, é um orgulho muito grande. Temos a clareza de que sempre temos algo a melhorar, mas os feedbacks nós deixam muito orgulhosos\”, celebrou. Na sequência, o atual presidente do Orion, Valmir Tortelli, Claiton Camargo (diretor-executivo), Roberto Rogério do Amaral (ex-presidente), Nelissa Colossi (vice-presidente de Integração da ACATE), Fabio Zabot (presidente da FAPESC) e o prefeito de Lages Antonio Ceron, fizeram um balanço de tudo que o Orion realizou até agora, também projetando o futuro de um dos mais importantes habitats de inovação da região.  De forma resumida, podemos dizer que Parques Tecnológicos são aqueles espaços diferenciados, próprios para que as inovações ocorram, onde o compartilhamento de informações e conhecimento formam networking, permitindo minimizar os riscos e maximizar os resultados de negócios com grande potencial de crescimento acelerado.   \”Quero estar aqui comemorando um projeto que já é de 10 anos, que nos unimos um objetivo único, mostrando para prefeitos, governadores, todas as pessoas envolvidas, que que era um projeto que tinha viabilidade, respaldo, essa conexão, com todo mundo, do meio, do ecossistema. Fomos contando essas histórias ao longo do tempo\”, lembrou Valmir. Lembrando do início do Orion, Roberto Amaral, ex-presidente, lembrou como foi quando viu o prédio do Centro de Inovação cheio pela primeira vez. \”Foi um dia muito feliz quando eu vi empresários realizadores, de sucesso, na área de inovação, mostrando que a gente consegue ter um centro de inovação. O Orion é uma realidade e um orgulho da  minha vida, das coisas que conquistei uma das mais importantes que dei contribuição na minha cidade e da região\”, recorda o empresário. Nelissa Branco, vice-presidente da ACATE. empreendedora da Softecsul, lembrou que nem sempre quem precisa estar conectado ao Centro de de Inovação procurar ajuda. \”Os empresários as vezes não tem essa iniciativa de procurar fazer, mas os Centros de Inovação precisam fazer\”, comentando sobre a importância de estabelecermos parcerias e conexões entre as entidades fomentadoras do Ecossistema de Inovação. Num segundo momento, o presidente da FAPESC se juntou à conversa, com o prefeito de Lages Antonio Ceron, conversando sobre o futuro do Parque Tecnológico. Fábio comentou sobre a importância que o Orion se tornou, sendo o precursor dos Centros de Inovação da Rede Catarinense. \”O Orion se tornou a referência, e cada vez mais isso a vai acontecer, ser a referência. no futuro, queremos ver mais pessoas nos projetos é o grande desafio. Quero voltar aqui e ver vários prédios. Cheios de pessoas, que elas circulem. Ver movimento, ver vida. Queremos e precisamos de boas ideias, de projetos que transformem as pessoas\”, projetou. O prefeito de Lages ressaltou como vê o histórico de Lages, em comparação com o cenário atual. \”Hoje temos empresas lageanas chegando no mundo, e não o contrário. Lages é conservadora, na sua expressão cultural, mas estamos mudando isso, com o pensamento inovador. Eu acredito no Orion porque é um projeto coletivo, não é de pessoas e políticos específicos. A palestra de encerramento do dia trouxe Ligia Zotini Mazurkiewicz, falando sobre Futurismo. Ligia, que é pesquisadora da temática, também é fundadora do Voicers – ecossistema digital de educação que busca democratizar o acesso às tecnologias e tendências futuras, ajudando a desenvolver pessoas, instigando-as a utilizar de forma exponencial e positiva esses recursos -, com 15 anos de carreira na indústria de tecnologia e 20 anos na educação. Ligia comentou sobre desafios que a transformação digital vem impactando em pessoas e futuros. \”Precisamos falar de espaços de futuros, que se encontram já na realidade. A internet via ar permitiu que criássemos uma conexão de conteúdos diferentes. Nessa conversa, busco trazer uma série de tecnologias que estão por vir, para que vocês façam um mapa de transição para vocês\”, provocou a pesquisadora. O Orion Week segue até sábado (26), totalmente on-line, com transmissão ao vivo no You Tube do Orion Parque, trazendo muito conteúdo em palestras, demoday e painéis temáticos.  Amanhã, sexta-feira, penúltimo dia do evento, será de dois painéis e uma

Orion Week – #dia 4 – Demoday, Aniversário do Orion, Futurismo e muito mais Read More »

Orion Week – #dia 3 – Gestão do Conhecimento, Diego Barreto, Mauricio Benvenutti e muito mais

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Nesta quarta (23/06), Gestão do Conhecimento e dois grandes empreendedores passaram pelas lives do Orion Week – evento gratuito que começou na segunda-feira (21) e tem a programação completa no site plid.in/orionweek, seguindo com atividades até o próximo sábado (26), sempre com transmissões no You Tube do Orion Parque.  A primeira live, das 16h, contou com a participação de Cristina Keiko, professora universitária da Uniplac, Rafael Gattino, egresso do Programa de Pós-graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento (PPGEGC), também professor da Uniplac, Frederick Rambush, Oficial na PMSC, que atua diretamente no gabinete do governo do estado, Michel Avila, da Neoway e Luciene de Souza,  analista de gente e gestão da Klabin.  Na oportunidade, Gattino comentou sobre a importância de debatermos a Gestão do Conhecimento ressaltando os diversos locais em que a temática se faz presente,  incluindo o Orion, um dos promotores da Gestão do Conhecimento na região, já que os Parque Tecnológicos são habitats de inovação das cidades.   \”Gestão do Conhecimento trata da gestão e compartilhamento sobre diversas temáticas, principalmente da parte de criação, gestão e organização do conhecimento. São várias áreas de atuantes juntos. É um campo multidisciplinar e interdisciplinar\”, ressaltou o professor. A Gestão do Conhecimento sintetiza o conjunto de tecnologias e processos, com objetivo de apoiar a criação, a transferência e a aplicação do conhecimento nas organizações. O conhecimento e a gestão do conhecimento são conceitos complexos e multifacetados e possuem, ainda, o objetivo de controlar e facilitar o acesso, manter um gerenciamento integrado sobre as informações em seus diversos meios. A professora Cristina Keiko, também egressa do PPGEGC, onde fez seu doutorado, analisou as diferentes estruturas pelas quais gerir dados e informações caminham atualmente. \”Quando falamos em gestão do conhecimentos, ela está posta em diversos locais. O desafio maior está em realmente fazer chegar esse volume de conhecimento científico para que possa ser utilizado pelas organizações.  Atualmente existe muito conhecimento gerado, mas como ele realmente é executado?\”, questionou. Já às 17h, Diego Barreto, vice-presidente de Finanças e Estratégia do iFood, lembrou os desafios de se criar startups e ter um pensamento inovador. Com mais de 15 anos de experiência internacional no desenvolvimento de ideias em diversos setores, e forte histórico em estratégia e desenvolvimento de negócios, levantamento de capital, fusões e aquisições, Diego articula estratégia em colaboração com os principais líderes de negócios, criando alinhamento entre uma ampla gama de partes interessadas. Ele aproveitou para falar do novo livro dele Nova Economia, que revela porque o novo perfil empreendedor está engolindo o empresário tradicional brasileiro.  O livro aproveita para refletir porque a meritocracia de ideias, a diversidade, a inclusão, a sustentabilidade e a transparência radical são fatores determinantes do sucesso das empresas, e quais são os novos modelos de negócios que surgem na Nova Economia, e como adotá-los. \”Estou super feliz, porque esse é um dos livros mais vendidos do Brasil. O brasileiro está sedento por informações que façam com que as pessoas consigam ver caminhos para o sucesso. O que eu busco ser é ser é uma pessoa que incentiva, que fala das pessoas, e da cases brasileiros. Esse é o proposito do livro\”, reconhece Diego. Diego, que também é mentor na Endeavor e na 500 Startups, atua em favor de mais de trinta startups em diferentes países como conselheiro de empresas. Formado em Direito na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, também possui um MBA pelo IMD Business School, na Suíça, e foi executivo sênior da Movile e da Suzano. Ele aproveitou para falar um pouco sobre o processo pela qual as startups conseguem ter potencial de inovação em mercados emergentes, como o Brasil. \”O processo de globalização na economia brasileira igualou a possibilidade dos países conseguirem ter acesso a conhecimento ao mesmo tempo, ao redor do mundo. Quando falamos de nuvem, APIs, quando a gente fala disso tudo, tudo é muito recente, e isso começa a chegar ao país com custo muito barato. Isso faz com que deixamos de precisar de entender contextos mais complexos, que não são tão necessários\”, frisou. Fechando a noite, às 18h30, uma das grandes estrelas do Orion Week fez a seu bate-papo, falando live sobre educação, empreendedorismo e vários assuntos correlatos. O empreendedor Mauricio Benvenutti, direto de São Paulo, lembrou dos perrengues, desafios e oportunidades que o universo do empreendedorismo ajudou ele a ser reconhecido como Personalidade Brasileira de 2017 pelo Congresso Nacional.  Natural de Vacaria (RS), Maurício já esteve em Lages várias vezes.   Escritor, empreendedor, mentor, palestrante e cidadão emérito, Mauricio foi sócio da XP Investimentos, hoje é sócio do StartSe e autor de livros como Incansáveis – best-seller de negócios que está na 5ª edição – e Audaz, lançado recentemente. Esteve no Vale do Silício por três  anos, onde se tornou referência brasileira em inovação. Está lançando um novo livro: Desobedeça.  Falando sobre o contexto da pandemia, Mauricio comentou sobre os desafios da atualidade.  \”A pandemia nos mostrou o quanto podemos obter respostas o mais rápido possível, sem precisar mover montanhas, milhares de pessoas. A gente ainda vive no mundo em que a indústria educacional tem inicio, meio e fim, e na verdade estamos num mundo que o conhecimento é perecível. As pessoas precisam sempre estar se reinventando\” \”Os empreendedores são apaixonados por problemas, e não soluções. É isso que move a construção de algo, e é isso que está por trás de um engajamento que evolui com o tempo. Problemas são o que movem empreendedores. O fato é que eles são apaixonados por problemas, e não por soluções.  De cada 10 startups que nascem no Vale do Silício, 9 encerram em dois anos, por construírem produto que não tem mercado. Se apaixonar por um problema, e encontrar uma dor para resolver, é fundamental, porque 50% dessas nove, ficam pelo caminho por não encontrarem o que resolver, não tendo um público que queira comprar suas soluções\”, constata. O Orion Week segue até sábado (26), totalmente on-line, com transmissão ao vivo no YouTube do Orion Parque.  Amanhã, quinta-feira, será o aniversário dos cinco anos do Orion Parque,

Orion Week – #dia 3 – Gestão do Conhecimento, Diego Barreto, Mauricio Benvenutti e muito mais Read More »

Orion Parque: Representantes da prefeitura de São Luís do Maranhão conhecem modelo de parque tecnológico referencial em Lages e pretendem implantar ideia em uma das principais capitais do Nordeste

[vc_row][vc_column][vc_column_text]São Luís possui 1.108.975 habitantes, município mais populoso do Maranhão e o 4º da região Nordeste. Sua economia ludovicense está baseada na indústria de transformação de alumínio, alimentícia, turismo e nos serviços.  Um encontro remoto (online) na quinta-feira (17 de junho) conectou as cidades de São Luís, capital do Maranhão, no Nordeste brasileiro, e Lages, o município mais populoso da Serra Catarinense e o maior em extensão territorial de Santa Catarina. A motivação da reunião virtual entre representantes da prefeitura do município nordestino, a 3.700 quilômetros de distância de Lages, e autoridades de Lages, foi o interesse em conhecer o Orion Parque Tecnológico, o primeiro centro tecnológico público de Santa Catarina, de um total de 13 centros tecnológicos planejados pelo Governo do Estado – para Blumenau, Brusque, Chapecó, Criciúma, Florianópolis, Itajaí, Jaraguá do Sul, Joaçaba, Joinville, Lages, Rio do Sul, São Bento do Sul e Tubarão. Inaugurado em 24 de junho de 2016, o modelo de Lages poderá ser implantado naquela cidade do Nordeste, pois, conforme manifestado na própria conversa digital, o Orion Parque é visto como uma experiência que deu certo a ser seguida em outras partes do Brasil. A prefeitura de Lages apoia e presta suporte à estrutura física e de capital humano técnico e intelectual do Orion. Os secretários municipais do Desenvolvimento Econômico e Turismo, Álvaro Mondadori (Joinha), e da Agricultura e Pesca, Thiago Cordeiro; o presidente do Orion Parque, Valmir Tortelli, e o diretor executivo do Orion Parque, Claiton Camargo de Souza, participaram da reunião. O presidente do Orion Parque, Valmir Tortelli, salienta o prazer em o Orion Parque poder servir de espelho e padrão arquitetônico e de gestão para contribuir com o escopo de uma das capitais mais importantes do país. “Notamos de repente que as necessidades são as mesmas, pois as pessoas precisam evoluir e querem tentar buscar algo novo quando se fala em inovação e criatividade. À exceção dos grandes centros, as dores são as mesmas e as pessoas estão cada vez mais procurando serem mais colaborativas, tentando tirar melhor proveito de todo este conhecimento, que é a criatividade dos profissionais. Desde o início da implantação do Orion, conquistamos a confiança e a credibilidade das instituições, envolvendo setores favoráveis e apoiadores ao projeto, convencendo, com otimismo, de que não seria um plano que ficaria restrito ao papel.” Tortelli complementa: “Percebo que nós podemos ajudar outros municípios e, com esta experiência do Orion, de sermos diferenciados e criativos em um ambiente preparado para isto, tornando Lages um exemplo de tecnologia e inovação, o que tradicionalmente não era sua vocação. Nós fomos nos adaptando e estamos mais maduros para colaborar com outros centros e intenções de novas construções, em plantas arrojadas e ousadas, com a qualificação de mão de obra e aperfeiçoamentos.” O diretor executivo do Orion Parque, Claiton Camargo de Souza, analisa o alcance da visibilidade do Parque Tecnológico serrano, uma vitrine nacional. “O que nos dá mais orgulho é o fato de o Maranhão buscar a nossa experiência, uma capital buscando uma prática positiva de uma cidade de interior. Sabemos como foi desafiador o Orion chegar até onde está hoje e como foi difícil ‘startar’ este projeto. Hoje temos know-how para auxiliar as cidades com nossos conhecimentos. Porém, temos ainda uma vastidão para aprender. Acredito que estas conexões nos dão a certeza que temos bastante trabalho a desenvolver. Obviamente, a gente tem um legado que nos abastece significativamente para trabalhar.” Fôlego financeiro e geração de postos de trabalho. Estas são algumas das vantagens do Orion Parque. “As empresas residentes, ou seja, instaladas hoje dentro do Orion, mesmo com as dificuldades causadas pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19) em 2020, atingiram faturamentos surpreendentes. Já são R$ 11 milhões. As empresas de ecossistema de tecnologia e inovação, que circulam ao redor deste ambiente, faturaram R$ 170 milhões. Além da potência tecnológica e de informação, as empresas movimentam o desenvolvimento econômico de Lages e geram retorno tributário e em forma de empregos. Fatores para serem celebrados. O Orion Parque concebeu moldes a serem multiplicados em todo o país, com ideais em comum. A capital do Maranhão, São Luís, é um dos municípios a embalar estas premissas de contemporaneidade e dinamismo.” O secretário da Agricultura e Pesca, Thiago Cordeiro, comenta ser ímpar “poder participar destas conversações com ‘feras’ da tecnologia e inovação. Temos de somar para aprender. Ninguém consegue fazer nada sozinho, São Luís do Maranhão é um lugar maravilhoso e bem-vindo”. Você conhece o Orion? Primeiro parque tecnológico da Serra Catarinense, o Orion possui o primeiro Centro de Inovação da rede de Santa Catarina. Este polo da Associação Catarinense de Tecnologia (Acate) é o principal vetor de transformação criativa e tecnológica da região serrana. Em menos de cinco anos são mais de 50 empresas e startups de diversos segmentos, que juntas já faturaram mais de R$ 200 milhões. São mais de R$ 160 milhões de faturamento em empresas vinculadas ao ecossistema do Orion; faturamento superior a R$ 10 milhões, por empresas residentes; mais de R$ 2,5 milhões em recursos captados para o Parque Tecnológico, e mais 100 projetos assistidos em programas de aceleração (pequenos negócios/Microempreendedores Individuais – MEIs e projetos sociais). Mais sobre São Luís e a região metropolitana Localizada na Ilha de Upaon-Açu, São Luís do Maranhão é a única cidade brasileira fundada por franceses, em 8 de setembro de 1612. Está localizada no Nordeste do Brasil a 2° ao Sul do Equador, estando a 24 metros acima do nível do mar. Uma das três capitais brasileiras localizadas em ilhas – as outras são Florianópolis e Vitória, no Espírito Santo. Possui 1.108.975 habitantes (estimativa de 2020, do Censo/Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE). Município mais populoso do Maranhão e o 4º da região Nordeste. A capital maranhense tem um forte setor industrial por conta de grandes corporações e empresas de diversas áreas que se instalaram na cidade pela sua privilegiada posição geográfica entre as regiões Norte e Nordeste do país. Seu litoral, estrategicamente localizado bem mais próximo de grandes centros importadores de produtos brasileiros, como Europa e Estados Unidos, permite economia de combustíveis e redução no prazo de entrega de mercadorias provenientes do Brasil pelo Porto de Itaqui, que é o segundo mais

Orion Parque: Representantes da prefeitura de São Luís do Maranhão conhecem modelo de parque tecnológico referencial em Lages e pretendem implantar ideia em uma das principais capitais do Nordeste Read More »

Orion Week – #dia 2 – LGPD, Comunidades de Startups, Projetos de Impacto e muito mais

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Hoje foi mais um dia cheio de informação e muito conteúdo no Orion Week: LGPD, Comunidades de Startups e Projetos de Impacto. Essas foram as temáticas de três lives realizadas dentro da iniciativa que contou com a participação da comunidade envolvida com o ecossistema de inovação do estado de Santa Catarina, além de inovadores, empresários e estudantes. O Orion Week começou na segunda-feira, tem inscrições gratuitas, e programação completa no site plid.in/orionweek, seguindo com atividades até o próximo sábado (26), sempre com transmissões no You Tube do Orion Parque.  Na primeira live, às 16h, o empreendedor Salomão Eineck, da Beer Hub, Daniela Machry, da Lis Consultoria, Thiago Schütz, sócio fundador da Silva Schütz Advogados e Thaynara Rodrigues Bernardo, fundadora e CEO da Dataguide e Fernando Bousso, da Baptista Luz Advogados comentaram sobre os impactos da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).  A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (nº 13.709/2018) regulamenta as atividades de armazenamento de dados pessoais de clientes de empresas. Ela também altera os artigos 7º e 16º do Marco Civil da Internet. A LGPD garante segurança ao cliente e às empresas, porque praticamente todos nós fazemos transações on-line ou mesmo disponibilizamos dados ao estabelecermos trocas comerciais. O texto da lei prevê devolver ao titular dos dados um controle sobre o que é feito com seus dados pessoais, ou mesmo sobre como algo é feito sobre esse bem individual que nós temos.  A LGPD foi sancionada em setembro de 2020, e multas e penalidades serão aplicadas a partir de agosto de 2021.  \”A LGPD pode trazer regulamentações diferentes para pequenas e médias empresas. O nível de complexidade naturalmente é menor, mas quando pensamos nas diferenciações, uma empresa menor e startups, é importante que a a velocidade dela seja compatível, destacando a necessidade de terceirização dos serviços, que pode ser um serviço a mais disponibilizado. Recomendo que empresa menores tenham em consciência os principais pontos da LGPD, para que eles sempre pensem em privacidade desde o início da operação\”, ressaltou Thaynara. Às 18h, foi o momento de falar sobre Comunidades de Startups, com  Vitor Kuster, Andressa Machado , da comunidade Costa Valley, do litoral norte catarinense, e Danilo Picucci.   Empresário norte-americano, Brad Feld definiu comunidades de startups como “grupo de pessoas que – por meio de suas interações, atitudes, interesses, objetivos, senso de propósito, identidade compartilhada, companheirismo, responsabilidade coletiva e administração do lugar – estão fundamentalmente comprometidas em ajudar os empreendedores a ter sucesso”.  Vitor é um dos entusiastas de Lages que lidera a iniciativa da comunidade de startups Pixurum, em Lages, e lembrou da importância de se falar sobre isso na região.   \”Já conseguimos avaliar alguns \’parâmetros\’ de pessoas, mas não existe um perfil específico de pessoas que podem querer participar de comunidades de startups.  O trabalho de comunidade é algo extremamente humano, e qualquer pessoa que queira participar pode fazer parte\”, atesta. Danilo é gerente de comunidades da Associação Brasileira de Startups (AB Startups), entidade que promove e representa as startups brasileiras, trabalhando para tornar o país uma das cinco maiores potências em inovação e empreendedorismo tecnológico. \”A meu ver, existem três níveis de pessoas envolvidas. Um primeiro nível que é a pessoa curiosa, que participa e comenta dos eventos que existem. Num segundo nível, tem aquelas que são apoiadoras, que estão envolvidas, e ajudam a comunidade pontualmente, quando necessário. E finalmente tem os líderes de comunidade, que lideram iniciativas e fazem isso a longo prazo\”, frisou Danilo. Na sequência, para fechar o dia, o papo foi sobre Projetos de Impacto, com Pedro Ceron, publicitário, Silvia Oliveira, do projeto Lixo Orgânico Zero, Sueli Kraus, professora Universitária e Julia Victória Moura .  Projetos sociais (ou de impacto) são aqueles projetos sociais que tenham como base ajudar a comunidade, ou ajudar um tipo de pessoa, ou setores, que estão em vulnerabilidade, ou que não estão assistidas de forma ideal pelo poder público. Além de membro da comunidade LGBTQIA+, Julia criou seu primeiro negócio virtual aos 14 anos, se encantou pelo mundo digital, levando esse entusiasmo para a política, trabalhando também em agências de publicidade. Depois de participar de um bootcamp de Growth Hacking (crescimento de negócio, com base na construção de melhores práticas a partir de hipóteses e experimentos) na Gama Academy, que a transformou como pessoa, passando a fazer parte do mundo das startups. \”Eu fui um menino LGBT, com vulnerabilidade financeira, e pude conhecer várias pessoas com quem pude ter contato, e vi que todos queriam fazer a diferença em suas comunidades. Preconceito é algo que, infelizmente, sempre existiu. Cheguei até a ser vítima de uma tentativa de assassinato. Trabalhar a diversidade é algo a ser feito. Temos um contexto que merece ser trabalho de várias formas, para superarmos a diversidade\”, comentou ela. Professora universitária, Sueli Kraus encontrou na Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares – ITCP da Uniplac uma forma de rever aspectos da vida pesssoal. \”Quando vim para a Universidade, conheci a incubadora, voltada para um público de empreendimentos informais, e consegui enxergar aquele reconhecimento, aquela bagagem que eu tinha, e aos poucos fui aprendendo um pouco mais, tanto em questões ambientais como sociais. Podemos viver com muito menos, com foco na administração, foco na produtividade. A minha história nasceu disso, foi uma sementinha plantada\”, lembrou.  O Lixo Orgânico Zero é um projeto que tem parceria firmada com o Orion Parque desde 2019. Além da gestão, o Parque Tecnológico auxilia no desenvolvimento do projeto, fazendo também a avaliação dos trabalhos, com seminários, reuniões, pesquisas na comunidade e trabalhos interativos. \”A gente sabe que falar de inovação e tecnologia é o momento. Não só falar, mas também fazer. Nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), o item 17 fala que precisamos buscar parcerias. E isso é fundamental.  Quanto mais a gente conseguir falar sobre o assunto, quanto mais a gente buscar conhecimento, organizar as ideias, planejar, elaborar, buscar parceiros para essa construção, é fundamental\”, afirmou Sílvia. O Orion Week segue até sábado (26), totalmente on-line, com transmissão ao vivo no YouTube do Orion Parque, trazendo muito conteúdo

Orion Week – #dia 2 – LGPD, Comunidades de Startups, Projetos de Impacto e muito mais Read More »

Programa da ACATE, em parceria com o SEBRAE/SC, auxilia no desenvolvimento de startups catarinenses

[vc_row][vc_column][vc_column_text] Programa Jornada Startups iniciou na segunda-feira (07), reunindo 144 empresas. A atual edição do programa, que será realizada entre junho e outubro de 2021, é composta por startups que fizeram parte do processo seletivo do Programa de Capacitação Startup SC e que não foram selecionadas. Para próximas edições, demais startups podem demonstrar interesse através deste link. O programa Jornada Startups, realizado pela parceria entre a ACATE e o SEBRAE/SC, tem o propósito de impulsionar a criação, desenvolvimento e tração de startups catarinenses, que estão desde a fase de ideação até a fase de escala. O programa iniciou atividades na segunda-feira (07) e promove a formação empreendedora, a colaboração e o networking entre empresas, além de oferecer benefícios exclusivos às 144 empresas participantes. O Jornada Startups tem como patrocinadores a Softcon, a Movti e o Asaas. O programa é dividido em três eixos. No primeiro, participam 49 empresas em fase de ideação e validação, que receberão apoio de profissionais que fazem parte da rede de mentores ACATE para validarem suas ideias e modelos de negócios, além de construírem o MVP. O segundo eixo se refere a MVP e funil de vendas, reunindo 62 empresas que receberão apoio para estruturar o processo de vendas e iniciar a alavancagem comercial. No último eixo, de tração e escala, 33 startups maduras serão preparadas para captar investimentos. Além de mentorias e capacitações, as startups participantes são automaticamente associadas à ACATE, tornando-se parte de um dos principais hubs de inovação do país. Com isso, as empresas também poderão participar de programas estratégicos da associação, como o LinkLab, o MIDITEC e as Verticais de Negócios. O programa também oferecerá às startups isenção de mensalidade por 12 meses, além de descontos exclusivos em serviços de nuvem, cursos, gestão financeira, gestão de recursos humanos e gestão administrativa. A atual edição do programa, que será realizada entre junho e outubro de 2021, é composta por startups que fizeram parte do processo seletivo do Programa de Capacitação Startup SC e que não foram selecionadas. Para próximas edições, demais startups podem demonstrar interesse através deste link. Com informações ACATE[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Programa da ACATE, em parceria com o SEBRAE/SC, auxilia no desenvolvimento de startups catarinenses Read More »

Com evento estadual, Orion Week fomenta e desperta o ecossistema de inovação na região

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Em seis dias de evento, Orion Week engaja a comunidade promovendo o ecossistema de inovação na região serrana, em palestras, painéis temáticos e um Demoday, com apresentação de algumas startups do Orion para potenciais investidores. Com a proposta de articular mais ainda o ecossistema regional, promovendo o desenvolvimento da Serra catarinense e buscando ser ponto de referência em inovação e conexão para o pensamento inovador, reconhecido e integrado com a comunidade, o Orion Parque Tecnológico completa neste dia 24 de junho de 2021 cinco anos da inauguração do Centro de Inovação de Lages – Luiz Henrique da Silveira. Em 2021, na comemoração do quinquênio, o Parque Tecnológico promove o Orion Week, com o objetivo de desenvolver um evento referência no estado de Santa Catarina quando se fala em inovação de Centros e Parque Tecnológicos, promovendo o ecossistema regional. O evento será totalmente on-line, com transmissão ao vivo no  YouTube do Orion Parque, trazendo muito conteúdo em palestras, painéis temáticos e um Demoday, com apresentação de algumas startups do Orion para potenciais investidores. Queremos incentivar a integração de gestores dos Centros de Inovação, profissionais, empreendedores, agentes públicos e comunidade, encurtando as distâncias para impulsionar o compartilhamento de informações e conhecimento científico, desenvolvendo cada vez mais os habitats de inovação e, consequentemente, a economia de cada região. A expectativa, além de construir ambiente de reconhecimento das ações realizadas pelo Orion em cinco anos de atividades, e de projeção dos próximos anos enquanto polo regional e habitat promotor de inovação regional, é fortalecer ainda mais o Orion Parque – polo precursor da Rede Catarinense de Centro de Inovação – no âmbito estadual, e também polo regional da ACATE. \”Nossa proposta com o Orion Week é integrar o ecossistema de inovação e empreendedorismo do estado, colocando em pauta temas que são importantes para a toda a rede de centros de inovação, para os empreendedores, founders, acadêmicos e pesquisadores, além, é claro, de marcar os cinco anos de operação do Orion.\” comenta Raiane Macedo, Consultora de Inovação FAPESC no Orion Parque. Um dos grandes objetivos é difundir e democratizar as boas práticas da gestão operacional e gestão do conhecimento dos Centros de inovação, das Redes e do Ecossistema de Inovação, estimulando as atividades de desenvolvimento e articulação e governança, incentivando a integração de gestores dos centros de inovação, profissionais, empreendedores e agentes públicos e das experiências produzidas, dessa forma encurtando as distâncias e promovendo o compartilhamento de informações, conhecimento científico e desenvolvimento de habitats de inovação. O evento oportunizará a participação de acadêmicos, empresários, entidades governamentais e da comunidade, de forma a abranger o máximo possível de atores envolvidos no ecossistema e com potencial empreendedor e de inovação. Desde já contamos com o prestígio e colaboração de demais entidades promotoras do ecossistema de inovação da região, como universidades, Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE), Rede Catarinense de Centros de Inovação, Secretaria de Estado da  Prefeitura e para que juntos alcancemos um grande impacto no Ecossistema como um todo. O Orion Week é uma realização da Prefeitura de Lages, Governo do Estado de Santa Catarina e Fapesc, com apoio de Turma da Árvore, AT Plus Telecom, ACATE, Rede Catarinense de Centros de Inovação e ImagemTV. Inscreva-se no site do evento: plid.in/orionweek Confira a programação: [/vc_column_text][vc_column_text][/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Com evento estadual, Orion Week fomenta e desperta o ecossistema de inovação na região Read More »

Convocação – Edital 01/2021 – ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA INSTITUTO ORION

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Edital 01/2021 – ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA INSTITUTO ORION Ficam os associados do Instituto Órion convocados para Assembleia Geral Ordinária a ser realizada no dia 30 de junho de 2021, com 1° chamada às 17:30 horas, com maioria absoluta dos associados, e a 2ª chamada às 18:00 horas, com qualquer número, de maneira on-line, via Google Meet. Assuntos em Pauta: • Apresentação de Resultados • Apresentação financeira Baixe aqui o edital: Edital 01.2021 – Convocação – Assembleia Geral Ordinária Instituto Orion[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Convocação – Edital 01/2021 – ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA INSTITUTO ORION Read More »

Após dois meses, VI Conferência de CTI encerra com apresentação dos indicadores do Estado

[vc_row][vc_column][vc_column_text] Após um processo iniciado em fevereiro e que contou com mais de 1,2 mil participantes em 12 encontros nas seis mesorregiões de Santa Catarina, foi realizado o encerramento da  VI Conferência Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (CECTI). O evento ocorreu nesta quinta-feira, às 14h, com transmissão on-line. A conferência foi totalmente realizada no formato on-line devido à pandemia. Além da abertura, no dia 25 de fevereiro, ocorreram 12 encontros regionais – seis para a análise de percepção dos atores de CTI e outros seis para a apresentação dos resultados locais nas seguintes dimensões: instituições, infraestrutura, mercado, desenvolvimento regional, educação, ciência, tecnologia e inovação. “Em termos de resultado, esta edição da CECTI nos permitiu atualizar as percepções regionais sobre mais de 60 fatores que afetam o desenvolvimento técnico-científico, em cada mesorregião do Estado. Isso nos permitiu tanto comparar com as percepções da conferência de 2015, quanto verificar o impacto sobre o mapa estratégico da CTI catarinense, elaborado em 2017 por líderes de 27 organizações de Santa Catarina”, avaliou Roberto Pacheco, coordenador do Programa de Pós-graduação de Engenharia e Gestão do Conhecimento (PPGEGC) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), responsável pela metodologia da conferência. Nesta quinta-feira foi apresentado o resultado final englobando as seis regiões: Grande Florianópolis, Serra, Sul, Norte e Planalto Norte, Oeste e Meio-Oeste, Vale e Alto Vale do Itajaí. “Tivemos a oportunidade de apresentar os resultados da grande coprodução que ocorreu em todas as mesorregiões do Estado, nas quais trabalharam acadêmicos, empresários, gestores públicos e colaboradores da sociedade civil, destacando tanto o que esses catarinenses registraram sobre suas percepções como os impactos para as políticas públicas e organizacionais em prol da CTI do Estado”, explica Pacheco. Nas sessões de análises de percepções, houve 1229 participantes, de 67 cidades de Santa Catarina. Essas pessoas estão vinculadas a 417 organizações, sendo 82 do setor acadêmico, 189 do setor empresarial, 58 do setor governamental, 146 da sociedade civil organizada, além dos 16 centros de inovação. A VI CECTI é organizada pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE) e pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) em parceria com a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e com a Rede Catarinense de Centros de Inovação. “A partir dos dados da IV Conferência estadual de CTI, os atores locais poderão organizar seu planejamento com vistas a trilhar numa mesma direção, cooperando e alinhando esforços, recursos e ações em prol do desenvolvimento do Estado. Como executor da Política Pública de CTI, a Fapesc também utilizará as informações para ser mais assertiva em suas ações e proposições, fortalecendo nossas potencialidades e ampliando o apoio aos setores que precisam ser melhorados”, afirma Fábio Zabot Holthausen, presidente da Fapesc. Para o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), Luciano Buligon, a conferência de CTI é uma oportunidade para planejar o desenvolvimento do Estado. “Ao olhar para o passado para planejar o futuro, com base neste diagnóstico de diferentes perspectivas, vamos conseguir traçar metas a curto, médio e longo prazo que, por meio da ciência, pesquisa e inovação, que impulsionarão Santa Catarina na vanguarda do desenvolvimento e de novas oportunidades”. Confira os resultados apresentados no documento:  RESULTADOS FINAIS CECTI 2021. O encontro pode ser acompanhado na Plataforma da VI CECTI ou no link abaixo, no Canal da Fapesc no Youtube Com informações: FAPESC [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Após dois meses, VI Conferência de CTI encerra com apresentação dos indicadores do Estado Read More »

Beer Hub, clube de assinatura de cervejas artesanais, inicia venda de boxes de produtos

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Startup contemplada no edital Nascer no segundo semestre de 2020, e que foi selecionada no Inovatur, da FAPESC, em fevereiro desse ano, a Beer Hub – clube de assinaturas de cervejas artesanais – iniciou a venda de boxes nesta terça-feira (08). A startup, que atualmente está no edital do OrionLab, residente no Centro de Inovação do Orion Parque,  propõe ser um clube de assinaturas que entrega mais do que a simples degustação de diferentes rótulos. A Beer Hub nasceu com um propósito importante: levar aos amantes do puro malte a experiência de provar um pouco do gosto de cada canto do estado de Santa Catarina, que é conhecido por ter ricas e diferentes culturas em cada município. O objetivo é ser, junto aos seus assinantes, o ponto de conexão entre todo o ecossistema cervejeiro do estado. A startup é um projeto pioneiro em Santa Catarina que conecta as melhores cervejarias artesanais do estado, de forma prática, no conforto da sua casa e ainda possibilitando que conhecer as cervejarias de uma forma totalmente diferente e com descontos.  Na opinião de Salomão Eineck, um dos responsáveis pelo projeto, a escolha pelo momento ideal para o lançamento oficial das entregas foi estratégica em vários aspectos.  “Cerveja é bom em qualquer momento, não apenas no verão. As cervejas tradicionais geralmente têm um consumo maior em épocas mais quentes, o que de certa forma limita o consumo em épocas mais frias do ano. Porém, no caso das cervejas artesanais, isso acaba se tornando uma grande oportunidade, pois existem cervejas mais encorpadas, perfeitas para tomar durante o inverno, assistindo um filme ou curtindo a família”, comentou o empreendedor. “Nós investimos um bom tempo estudando o mercado e fechando parcerias chave, o que, de certa forma atrasou o lançamento do primeiro box, mas isso também nos possibilitou entregar mais valor agregado e foco maior na experiência do nosso cliente”, finalizou.  Segundo dados divulgados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em maio de 2021, Santa Catarina é o estado com maior número de cervejarias por habitante. Acreditando no potencial do setor e na ampliação do movimento turístico de forma escalonada, a expectativa da Beer Hub é fazer da Rota uma forma de iniciar movimento de conexão entre produtores e todos que fazem parte da cadeia cervejeira.  “Praticamente todos os estados brasileiros têm suas rotas da cerveja, e acreditamos que podemos ampliar futuramente essa conexão para todo o país. Aqui em SC a Rota da Cerveja funciona, de certa forma, isolada e mais voltada a cada região do estado. Nós vemos isso com uma grande oportunidade de expansão do turismo cervejeiro. Uma das nossas propostas de valor é levar o nosso cliente até a cervejaria e o produtor de lúpulo, conectando todo o ecossistema”, ressaltou Salomão Como funciona A Beer Hub é um clube de assinaturas. Dessa forma, a cada mês, os assinantes irão receber diferentes rótulos de cerveja artesanal, sempre com foco na Rota das Cervejas do estado de Santa Catarina.  Enquanto os imigrantes italianos estão ligados à produção de vinho, os alemães são conhecidos por sua tradição cervejeira. Por isso, nos municípios catarinenses com população de descendência germânica, não é raro encontrar diferentes fábricas e cervejarias artesanais. Buscando passar por diferentes cidades do estado,  o objetivo principal da Beer Hub é conectar assinantes à chamada Rota da Cerveja.   São rótulos de diferentes localidades e temáticas, trazendo toda a riqueza cultural e de sabores do estado, evidenciando visibilidade e parceria às cervejas artesanais de cada região.  Algumas das cervejarias parceiras do projeto são: Serra Forte (Princesa da Serra + Bier Letti) de Lages, Linden Bier (Treze Tílias), Lohn Bier (Lauro Müller), Chopp Gole (Videira), Big John (Descanso) e Cervejaria Faroeste (Brusque), além de diversas outras cervejarias que já passam a participar da Beer Hub. No mês de lançamento da Beer Hub, o primeiro box contém uma seleção de produtos de Treze Tílias, cidade fundada por imigrantes austríacos, no meio-oeste do estado, que além de ser uma cidade turística, com uma das melhores gastronomias de Santa Catarina, possui algumas das cervejas mais premiadas do Brasil. Para adquirir, acesse o link na imagem abaixo:   [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Beer Hub, clube de assinatura de cervejas artesanais, inicia venda de boxes de produtos Read More »

Solucionando problemas do pós-colheita, Grain Solution inova projetando mercados emergentes

[vc_row][vc_column][vc_column_text]As soluções desenvolvidas pela Grain Solution impressionam pela sutileza, e demonstram como ferramentas simples, mas bem pensadas, impactam positivamente em negócios em que os processos de inovação costumam ser lentos e pouco dinâmicos.    Gerar economia, num setor em que a competição pelo menor preço é acirrada, com margens extremamente baixas: essa é a estratégia de uma das mais criativas e promissoras startups que estão incubadas no Centro de Inovação do Orion Parque Tecnológico.  A Grain Solution surgiu da cabeça de dois jovens empreendedores: Roger Briskiewicz, engenheiro mecânico, e Nicolau Chupil, administrador. Ambos perceberam que o mercado do chamado pós-colheita de grãos ainda vive um atraso de anos, quando comparado com o impacto positivo da tecnologia no setor de plantação e colheita de grãos no país.  As soluções desenvolvidas pela Grain Solution impressionam pela sutileza, e demonstram como ferramentas simples, mas bem pensadas, impactam positivamente em negócios em que os processos de inovação costumam ser lentos e pouco dinâmicos.    Uma das ideias desenvolvidas é um centralizador de fluxo, que evita a sujeira, geração de pó e desperdício de material no carregamento e movimentação de grãos.  “O centralizador veio de uma ideia de fazermos um equipamento mais simples, estático, sem nenhum tipo de parte móvel. Conversamos e chegamos à conclusão que tínhamos que achar alguém para fazermos os testes, depois do produto já pronto. Não sabíamos se ele ia funcionar, da forma como imaginávamos. Então fizemos melhorias, fizemos as modificações, para chegar nesse equipamento que temos hoje, e conversamos com uma empresa parceira nossa, que no nosso caso funciona como se fosse um laboratório de testes de produtos”, comentou Roger, diretor de tecnologia da startup.  Caminhões com 30 toneladas geram em média 50 kg de perdas de grãos e finos voláteis, por carga. O equipamento desenvolvido – e já patenteado pela Grain Solution – é dinâmico e autossustentável, minimiza o desperdício e geração de pó no carregamento de grãos. Em outro ponto, e graças ao centralizador, aspectos econômicos, sociais e de meio-ambiente são uma grande vantagem para os utilizadores, já que eles reduzem a manutenção, não necessitam de ligações elétricas, hidráulicas ou pneumáticas e são muito mais baratas que soluções semelhantes internacionais. “Pegamos um produto já existente e promovemos uma série de modificações. O equipamento que temos hoje é dinâmico, que tem partes móveis e  correntes de sustentação. Fizemos um MVP (Produto Minimamente Viável, ou seja, um produto com o mínimo de recursos possíveis, desde que (em sua totalidade) mantenha sua função de solução ao problema para o qual foi criado) clássico, bem simples, o negócio mais fácil possível. Sem nenhum item de manutenção, bem prático, que não dê nenhum tipo de problema”, ressaltou Roger.      Roger comenta que as parcerias são fundamentais para a continuidade das ações, e desde o início elas foram fundamentais para concretizar os equipamentos criados.  “Conseguimos parcerias, para fazermos testes e depois projetarmos o produto. Felizmente deu tudo certo. Como era em outras cidade, voltamos para Lages, fizemos o projeto, desenhamos tudo aqui, nós mesmos fabricamos, cortamos as peças, e fizemos na churrasqueira da casa do Nicolau. Esse primeiro centralizador foi feito dessa forma, artesanalmente. Hoje podemos terceirizar toda a nossa produção, e graças a isso podemos projetar um crescimento muito bom. Às vezes se investe muito tempo para desenvolver uma cultivar que ofereça duas sacas a mais por hectare, mas na hora de secar, armazenar e expedir,  se perde uma saca, por exemplo. A agricultura às vezes está no 5.0 e o pós-colheita ainda está muito para trás”, finalizou.    Semáforo indicativo da operação Outra dor que chamou a atenção dos empreendedores foi como a expedição e os caminhoneiros realizam a carga dos caminhões nos serviços de beneficiamento de sementes. O procedimento é complicado, e exige atenção de todos os envolvidos.  Com sinaleira de carregamento criada pela Grain Solution,  o  processo de escoamento é mais seguro e fácil de fazer, solucionando dificuldades no momento em que o caminhão é enchido. Feita em luzes de LED, com durabilidade de 55 mil horas de uso, o equipamento é operado por controle remoto ou aplicativo para Android, ou iOS, e tem eficiência comprovada. O semáforo possui quatro cores de sinalização com legenda na parte inferior. “Quem mais nos auxilia nessa parte de leitura do problema é o pessoal da operação. Eles sabem muito das dificuldades. Se no local do trabalho tivesse algo bem claro mostrando que o caminhão tem que ir para frente, ou tem que recuar, ia se tornar muito mais seguro, porque a maior parte desses operadores ficam no alto de estruturas, e ficam se movimentando ali. Com o sinaleira que desenvolvemos, eles só precisam ficar com o controle remoto operando o semáforo, remotamente, mudando as cores, sem necessidade de gritar ou falar mais alto”, afirma Nicolau Hiroshi, diretor-comercial da Grain Solution.  Além desses dois, a empresa conta ainda com um exaustor de poço – equipamento para resolver problemas na manutenção em poços de elevador e túneis, realizando a exaustão de particulados finos voláteis em suspensão no ar e gases nocivos existentes no ambiente.  Aposta no futuro, com pensamento em gerar mais conhecimento  Sempre viajando para visitar clientes e prospectar novos mercados, os empreendedores lembram o quanto o mercado pode ser receptivo com as novidades existentes hoje no mercado. A expectativa, a partir de agora, é incrementar o portfólio com novas ideias de equipamentos que melhorem a vida do produtor no pós-colheita.  “Temos uma série de produtos voltados para a agroindústria, que vão seguir na mesma linha. São ideias como a rosca varredora de silo automática, além de vários equipamentos que vão seguir. Já temos quase 40 equipamentos instalados, e nós estamos conseguindo clientes muito bons. Temos atualmente equipamentos em SC, no RS e no MT, essa entrega é muito positiva”, afirmou Roger. Roger e Nicolau, empreendedores da Grain Solution Conheça mais sobre o centralizador de fluxo Conheça mais a Sinaleira de expedição https://www.youtube.com/watch?v=lvdA4XcR6wE[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Solucionando problemas do pós-colheita, Grain Solution inova projetando mercados emergentes Read More »