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Empresas Virtuais

Incubadora Softville Ágora anuncia as 15 startups selecionadas para a primeira turma em Joinville; empresa virtual do Orion é uma das escolhidas

[vc_row][vc_column][vc_column_text] Startups do Norte, Planalto e Capital farão parte da primeira turma da incubadora com sede no Ágora Tech Park e que une expertise da Softville, metodologia ACATE MIDITEC e apoio do Sebrae/SC No último domingo (28) foram anunciadas as 15 startups selecionadas para a primeira turma da incubadora Softville Ágora, unidade da Softville que conta com metodologia da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) e apoio do Sebrae/SC. Das 15 startups, sete serão incubadas no modelo híbrido (presencial/virtual) e oito participarão do programa na modalidade virtual. Conheça as selecionadas: 121 SMART SHOP (Joinville) Mini mercado inteligente com experiência de compra 100% autônoma, conectando o produtor diretamente ao consumidor final CLIENTE SMILE (Lages) Startup de pesquisa de clientes HAUSEFUL (Florianópolis) Marketplace que seleciona, treina e conecta profissionais com empresas do mercado imobiliário e da construção para realizar serviços sob demanda HOJE EU CASO (Joinville) Aplicativo (marketplace) de busca e contratação de evento de casamento HOLLOX (Joinville) Visualização de projetos e produtos do modelo 3D em Realidade Aumentada e Realidade Mista, organização e gestão de todos os arquivos 3D HYD (Joinville) Empresa voltada a soluções e tecnologia, que utiliza engenharia para redução de perdas na distribuição de água através de sensoriamento e tratamento de dados INBOARDING (Joinville) RHTech que automatiza a jornada de todos os colaboradores com uma perspectiva inclusiva iniciando pelo Onboarding e método Think-Pair-Share INVESTCODE (Joinville) Plataforma web de viabilidade financeira voltada ao desempenho econômico de incorporadores KONZTEC (Joinville) Solução de tecnologia para Indústria 4.0, Internet das Coisas (IoT) e Internet Industrial das Coisas (IIoT) LEARNI (Joinville) Plataforma de treinamento digital para equipes de enfermagem em hospitais MEU REPLAY (Joinville) Plataforma online com hardware próprio, que fornece sistema automático de replays (captura, edição e disponibilização de lances esportivos) para atletas e centros esportivos MULTIPLICAME (Joinville) Rede social privada para comunicação e engajamento de usuários, voltado a associações, coworkings e outras corporações ORGANA BIOTECH (Joinville) Solução para resolver problema de destinação final do lixo, retirando do aterro sanitário a parcela orgânica que gera problemas ambientais RHELLO (Joinville) Tecnologia para otimização de processos e redução de custos do RH, com cálculo automático da folha de pagamento e da integração com fornecedores SERENA (Joinville) Clube de assinatura de saúde que desenvolve jornada personalizada para prevenção e tratamento de doenças, baseada na medicina do estilo de vida “Desenvolver uma startup dentro de um parque tecnológico, ancorada em uma metodologia vencedora e com a expertise de entidades fortes é um diferencial e uma grande oportunidade para os empreendedores. Este modelo, associativo e com foco em resultados, fortalece Santa Catarina no ambiente de inovação”, opina Jean Vogel, diretor executivo do Ágora Tech Park. A qualidade e o nível de maturidade das startups impressionaram os responsáveis pela seleção dos projetos. “Tivemos um grande volume de inscritos e um alto nível de soluções e times. Isso reflete a evolução do ecossistema de inovação de Joinville e o interesse de empreendedores em estarem neste ambiente e participarem de um projeto com players tão importantes para o seu desenvolvimento, como Ágora, Acate e Sebrae”, comenta Fabiano Dell’Agnolo, presidente da Softville. Do total de 47 startups inscritas no processo seletivo, 74% foram das regiões de Joinville e Florianópolis, e 36% de outras regiões. Em termos de maturidade dos negócios, a maioria (78,7%) está nas etapas de Validação e Geração de Demanda, enquanto 21% estão mais avançadas, na etapa de Tração e Escala. Para Iomani Engelmann, presidente da ACATE, “impulsionar o ecossistema como um todo é um dos nossos objetivos como entidade estadual. E este é um exemplo de como podemos, por meio dos Polos Regionais, ampliar este impacto”. Ele lembra que a metodologia de desenvolvimento do MIDITEC evoluiu muito desde quando a incubadora começou, há 22 anos. “A incubadora é um ativo do ecossistema catarinense e precisa ser disseminada para acelerar ainda mais a criação de empresas vencedoras. Levar essa experiência e impacto para outras regiões do estado era um desejo antigo da ACATE e do Sebrae e, por meio da união do ecossistema, conseguimos atingir esse grande marco”, destaca. “Joinville é uma cidade naturalmente empreendedora e vem se destacando também pelo seu ecossistema de inovação, que é consolidado e tende a se fortalecer ainda mais nos próximos anos”, comenta o presidente do Sebrae/SC, Carlos Henrique Ramos da Fonseca. “O município concentra importantes iniciativas como a incubadora Softville Ágora, que incentiva o empreendedorismo e alia importantes atores. Acreditamos e apostamos no potencial inovador da cidade”, finaliza. Empresa virtual do Orion foi uma das selecionadas Medir a afinidade do cliente e a aceitação dele aos produtos desenvolvidos pelas empresas é o foco da Cliente Smile, startup que participa da vinculação não-residente ao Orion Parque, na modalidade de empresa virtual.  A Cliente Smile foi uma das empresas selecionadas que fará incubação na Softville Ágora, na modalidade virtual. Baseando-se no método NPS (Net Promoter Score), a empresa indica os clientes que participarão da pesquisa de satisfação a partir de listagens de consumidores atendidos pelas empresas contratantes da Cliente Smile. A partir desse contato, os utilizadores devem responder duas perguntas: De 0 a 10, qual a chance de você indicar a \”empresa x\” para um amigo?; e, na sequência, mais uma pergunta: Por que desta nota? Os feedbacks dos pesquisados apontam tanto aspectos positivos quanto negativos e possibilita que a empresa direcione seus investimentos para ações que atendam os desejos e necessidades reais dos seus clientes. Inicialmente, a pesquisa é enviada por e-mail. Quando não há retorno por este caminho, os clientes recebem um SMS com a pesquisa. Por fim, é acionado o call center para entrar em contato com quem ainda não deu resposta, até se atingir o percentual de 30% da lista ou a meta contratada para validar a pesquisa, que por fim classifica e gera resultados em gráficos com indicadores de performance. Para Ricardo Rizer, diretor-comercial  da Cliente Smile, a expectativa da fase GrowthLab, na etapa de tração de vendas e escala da startup na incubadora, é trazer ainda mais clientes e focar na oportunidade de crescer na região de Joinville, fomentando o networking que a aceleração pode resultar. \”Toda a incubação ocorrerá entre 12 e

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ACATE lança campanha estadual de arrecadação para o enfrentamento da Covid-19 em SC; Orion Parque programa ação aos profissionais da linha de frente

[vc_row][vc_column][vc_column_text] Ação envolve os 10 polos regionais localizados em todo o estado e as contribuições podem ser sinalizadas até o dia 31 de março. O objetivo é subsidiar ações práticas em cada uma das regiões catarinenses.  Diante do agravamento da pandemia da Covid-19 em todas as regiões de Santa Catarina, a ACATE, em parceria com os 10 polos regionais em todo o estado, lançou uma iniciativa de arrecadação de fundos para subsidiar ações práticas de combate à pandemia em cada uma das regiões. A contribuição pode ser feita pelas empresas associadas e deve ser sinalizada neste formulário. Empresas não associadas e pessoa física também podem doar, via depósito ou PIX. A arrecadação segue até o dia 31 de março. O dados bancários para o depósito são: Banco 085 | Agência 0105-8 | Conta: 2.365.5. Já o PIX pode ser realizado para a seguinte chave: 79307138000198. Ambos são de uma conta da Cooperativa Únilos, parceira da ACATE. Aqueles que desejarem podem enviar o comprovante para o e-mail: secretaria@acate.com.br . Cada Polo Regional destinará a verba arrecadada para instituições da região onde está inserido. A arrecadação do polo Florianópolis será para apoiar o projeto Aliança pela Vida, que viabilizará a instalação de um Centro de Triagem, localizado no Centro de Eventos da Associação Catarinense de Medicina (Rodovia SC-401), para os pacientes com suspeita ou confirmação da Covid-19. O objetivo com esta nova unidade é atender e estabilizar pacientes de baixa complexidade, a fim de evitar internação e consequentemente aliviar a pressão sobre a rede hospitalar. Além da campanha estadual, a ACATE aportará recursos próprios para a ação. Todo o valor arrecadado será destinado exclusivamente para ações de combate à Covid-19, conforme deliberado em comum acordo com os diretores de cada polo. Ação de apoio psicológico aos profissionais da linha de frente   Em Lages, o polo regional ACATE Orion Parque Tecnológico  está arrecadando recursos que serão convertidos para o Plano de Apoio ao Empreendedor, auxiliando no apoio psicológico aos profissionais da saúde que atuam na linha de frente do combate à pandemia. Com informações ACATE.  [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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ACATE lança selo exclusivo para associadas

O Selo Associadas ACATE 2021, lançado na quinta-feira (18), é gratuito e exclusivo para empresas associadas. A iniciativa é uma forma de mostrar o pertencimento e a colaboração que transformam o ecossistema catarinense. Empresas que são vinculadas ao Orion passam, automaticamente, a fazer parte da associação catarinense.  Lançado na quinta-feira (18/02), o Selo Associadas ACATE 2021 é uma iniciativa gratuita e exclusiva para empresas associadas. A iniciativa tem o objetivo de gerar valor para empresas e startups, criar senso de pertencimento e estimular outras empresas a fazerem parte de um dos maiores hubs de inovação e tecnologia do Brasil. Para adquirir o selo, basta acessar o site e preencher as informações necessárias.  O selo é uma imagem que a empresa insere no site ou nos materiais gráficos para mostrar aos clientes que faz parte da entidade, que é referência em empreendedorismo e inovação. O selo é dividido em duas categorias: empresas e startups. As associadas que solicitarem o selo, poderão aproveitar a oportunidade para compartilhar um post em suas redes sociais, reforçando ainda mais seu pertencimento. Dúvidas ou demais informações, entre em contato pelo e-mail: jornadadesucesso@acate.com.br  Quero fazer parte da transformação A ACATE acredita que o sucesso das empresas é feito de colaboração, por isso representa mais de 1.400 empresas que, juntas, impulsionam o ecossistema catarinense. O Selo Associadas ACATE 2021 é uma oportunidade única de mostrar pertencimento ao maior ecossistema de inovação do estado, além de estar conectado a uma rede que trabalha em prol do desenvolvimento e levou o setor de tecnologia e inovação de Santa Catarina a crescer em 2020. Ao fazer parte da ACATE, associados garantem condições especiais na contratação de serviços e benefícios, além de acesso aos programas estratégicos que geram conexões, negócios, oportunidades e crescimento.  Com informações ACATE.

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Parceria Épsilon e MIDILages reforça potencial de startups da região

Priorizando resultados e qualificando novos negócios, incubadora MIDILages e Orion Parque seguirão mesma trilha de acompanhamento consolidado pelo Parque Tecnológico há quase dois anos Potencializar as parcerias com instituições que agreguem para o desenvolvimento regional sempre foi um dos motes do Orion Parque Tecnológico nestes mais de quatro anos de atividades. Iniciando o ano de 2021, essas iniciativas, mais uma vez, consolidam o Parque Tecnológico e demais agentes como promotores do ecossistema regional de inovação. A novidade, dessa vez, é o reforço no desenvolvimento de canais próprios e específicos para a criação de empresas inovadoras: as chamadas incubadoras. Afinal, é graças a elas que o empreendedor consegue apoio para o desenvolvimento do seu negócio, como conceitos de gestão, assessoria contábil, aspectos jurídicos e muitas outras demandas que mentores técnicos podem oferecer, além acompanhamento constante para o desenvolvimento do negócio.  Nesta perspectiva, a Uniplac e o Orion Parque anunciaram neste dia 19/01 a integração das atividades de suas duas incubadoras: O Micro Distrito de Base Tecnológica de Lages – Incubadora MIDILages e a Incubadora Épsilon, do Orion Parque. “O benefício maior será para o Ecossistema, que faz com que todos os empreendedores saiam ganhando. Vamos integralizar a forma de trabalho, das duas incubadoras, teremos esses dois pontos de trabalho, mas trabalharemos juntos, o que gerará muito valor para o Ecossistema”, ressalta o líder de Empresas e Startups do Orion, Hemerson Schenato.  O trabalho integrado entre as duas incubadora terá como foco a utilização da metodologia de trabalho da Épsilon, que desde meados de 2019 já desenvolve capacitações para o crescimento de negócios estreantes no Orion Parque.  Desde lá, todas as empresas vinculadas a qualquer edital de residência do Parque (seja em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação, Projetos Inovadores e Incubação) passam por uma trilha de atividades e fluxo de ações que tem a proposta de avaliar constantemente o desempenho dos empreendedores. No OrionLab, fase que antecede os editais de residência, as startups são escrutinadas com base nas hipóteses de problemas a serem resolvidos, como validação de problemas, hipóteses/validação da solução e estruturação para incubação. O desenvolvimento de uma metodologia para que todas as empresas residentes do Orion Parque pudessem ser acompanhadas em um formato mais aproximado fez com que as empresas vinculadas evoluíssem com o passar do tempo, sendo assim necessário criar processos de acompanhamento mais estruturados e pró-ativos, ou seja, que não dependessem diretamente da procura das empresas sob demanda.  “Como aqui dentro do Orion Parque estamos com uma metodologia de acompanhamento, essa parceria tem como objetivo que a gente traga essas empresas que estão dentro da MIDI Lages para que sejam acompanhadas pela nossa metodologia, pelo nosso modelo de trabalho”, indica Hemerson.   A maturidade de um negócio é um dos fatores que indicam o quanto uma empresa está preparada para enfrentar os desafios do mercado, cada vez mais concorrido e disputado. Quando pensamos nas startups – empresas iniciantes que operam um modelo de negócio repetível e escalável, trabalhando em condições de extrema incerteza – a taxa das que fecham as portas é expressiva. Segundo dados compilados pela plataforma de investimentos Apex Partners, cerca de 90% das novas startups fracassam. Destas, 20% fecham as portas ainda no primeiro ano e 34% das startups encerram atividades nos primeiros dois anos. Pouco mais de 50% das empresas chegam ao quinto ano. Apenas 25% das empresas chegam à marca dos 15 anos e somente 1 em cada 10 sobrevive a longo prazo.  Sofrer reveses durante a criação de uma startup é normal, e é importante que os empreendedores tenham consciência dos desafios e da ajuda para superar os problemas que aparecem. “Quando desenvolvemos a metodologia da Épsilon, a gente criou isso como uma visão de ativação de Ecossistema, isso é diferente de como você trabalha numa incubadora de um grande centro urbano. Aqui na região serrana a gente teve que ‘descer a régua´, e isso funcionou. A gente viu evoluir muito bem os empreendedores que estavam em estágio inicial, e fizemos isso através da metodologia. Acreditamos que isso vai funcionar com o pessoal da MIDI”, lembrou Schenato. O Orion, hoje, tem números robustos sobre o acompanhamento de startups e negócios: mais de 100 projetos e empresas são acompanhadas nos programas de aceleração (Pequenos Negócios/MEIs e Projetos Sociais); mais de 1000 horas em mentorias, orientações e aconselhamentos realizadas com empresas e projetos e mais de 60 empresas vinculadas ao Orion Parque. Potencial da MIDILages e expectativas de resultados da aproximação Com quase 16 anos de trabalho, o Micro Distrito de Base Tecnológica de Lages – Incubadora MIDILages, na Uniplac, apoia projetos de incubação e pré-incubação, atuantes em setores tecnologicamente dinâmicos e que tenham na inovação tecnológica o diferencial de seus negócios. Atualmente a incubadora possui 24 empresas Incubadas sendo que destas 11 são empresas residentes, 04 são empresas pré-incubadas e 09 empresas não residentes. A Incubadora MIDILages possui estruturas ativas como sala de incubação, administração da incubadora, laboratório de empreendedorismo tecnológico, sala de treinamento, sala de reuniões e auditório. Falando sobre o impacto da parceria, o Diretor Administrativo da Incubadora, Carlos Eduardo de Liz comentou sobre a expectativa do alinhamento com o Orion, tendo em conta que, na visão dele, os maiores desafios em promover o empreendedorismo acadêmico é a região sofrer com a baixa estima empreendedora e limitações de recursos financeiros.  “Esta aproximação é muito favorável tendo em vista que o princípio dos ecossistemas de inovação são de que as empresas tenham seu nascimento dentro de uma Incubadora dentro de um período de tempo pré estabelecido, e após seu desenvolvimento sejam encaminhadas para um parque tecnológico onde terão continuidade. Além disso as mentorias e tutorias aproximações com instituições fomentadoras de recursos que seriam facilitadas pelo fato de estarem junto a um parque tecnológico”, ressalta o empresário, também presidente da ACIL.  Evento online selou o compromisso das incubadoras Em evento online, realizado na noite de terça-feira (19), a MIDLages e o Orion Parque selaram a parceria, ressaltando que tudo isso só foi possível graças a um edital da FAPESC, que destinou R$ 150 mil para essa

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Balanço do Plano de Mitigação entre Orion e Prefeitura mostra resultados positivos em sete meses de atividades na pandemia

Sete meses após o início do Programa de apoio e reestruturação de pequenos negócios locais para retomada econômica e mitigação dos efeitos da crise causada pela COVID-19, realizado pelo Orion Parque em parceria com a Prefeitura de Lages, o balanço de ações articuladas pelo Parque Tecnológico demonstra o dinamismo das iniciativas pensadas a ajudar a comunidade empreendedora serrana neste momento de pandemia. De acordo com levantamento realizado, o número final das atividades construídas desde abril mostra que tivemos a participação de: Mais de 130 pessoas usaram o coworking público; 15 pontos de vinculação para empresas utilizarem as salas do Centro de Inovação e, destes, seis acompanhados para submissão futura ao edital OrionLab. Utilização de salas virtuais de reunião: participaram mais de 4.900 pessoas, em cerca de 130 reuniões online, mediadas pelo Orion, com possibilidade de gravação.  Dois profissionais, que receberam bolsa para contratação de bolsistas do Plano de Mitigação: Um na Scienco e outro na Quiron.  Mais de 80 negócios vinculados na Aceleração de MEIs (Microempreendedor individual) e pequenos negócios, além da realização de 20 encontros virtuais no período, que podem ser conferidas no link: https://plid.in/aulasaceleracao; Mais de 20 projetos e iniciativas sociais vinculadas na Saiph – Aceleradora de Projetos Sociais, um programa que dá suporte aos projetos sociais da região, instigando-os a pensar fora da sua zona de conforto, buscando sustentabilidade no período pós-Covid-19. Os conteúdos gerados durante os encontros estão disponíveis no link: https://plid.in/aulassaiph;  Reuni: Plataforma do programa de Empreendedorismo Universitário (REUNI) foi aberta para toda sociedade cadastrar ideias de novos empreendimentos, para negócios já existentes e desafios para combate a COVID-19. Número de Inscritos: 14 e 36 acompanhamentos realizados. Saiba mais em: https://plid.in/projetoreuni.  Reuni Challenge: 1) Edição  Covid-19: realizado em maio de 2020, fez com que equipes de três universidades fossem desafiadas a criar, do zero, uma startup que pensasse soluções para os problemas causados pela pandemia da Covid-19 na região. Total de envolvidos: 30 universitários, 14 mentores e três universidades participantes. Universidade campeã: UDESC. Confira as apresentações do Reuni no link: https://plid.in/reunicovidfinal .  2) Segunda edição: realizado em novembro de 2020, com mais de 80 acadêmicos de onze instituições de ensino superior, representando as universidades do Meio Oeste e Serra Catarinense, que criaram startups que responderam a problemas de segmentos específicos de mercado, como Turismo, Saúde e Comércio. Total de envolvidos: 80 universitários, 22 mentores e onze universidades participantes. Universidade campeã: Uniplac. Reveja os pitches finais no link: https://plid.in/reunichallenge2  Paralelamente a estas conquistas, todo o trabalho do Instituto Orion teve que ser mudado desde o início do ano, tendo em conta as novas diretrizes estaduais e municipais, que alteraram programações de eventos presenciais planejados e iniciativas que já haviam sido estudadas.       Apesar dos desafios, a adoção das medidas de suporte e capacitação a empreendedores sociais e de negócios descobriu uma nova dinâmica de trabalho para o Instituto.  “O último ano foi para consolidar o modelo do Orion Parque, principalmente do papel do Centro de Inovação. O modelo e metodologia de acompanhamento das empresas e startups foi assertivo, os programas e ações realizadas para o ecossistema de inovação, com cursos, treinamentos, projetos, webinars, CHIMAtalks, todos eles definem o modelo que o Orion funcionou para ativar a cultura de inovação na Serra Catarinense. Mas tudo isso foi apenas o primeiro ciclo, pois agora temos novos desafios e principalmente por causa da pandemia, continuamos aprendendo com tudo que podemos e estamos fazendo”, afirmou o diretor-executivo Claiton Camargo, que no período acumula ainda o cargo de secretário de Saúde de Lages.  Para ele, os desafios que o Orion Parque enfrenta, enquanto Parque Tecnológico numa cidade de interior, com uma dinâmica de Ecossistema que ainda tem muito a amadurecer, podem ser positivos.  “Em cidades menores, trabalhar inovação e ecossistema de inovação é desafiador, mas uma vez conectados e conscientizados os principais atores do território, isso se torna mais fácil de ser operacionalizado do que em grandes centros. Só a partir daí entendemos o potencial das cidades menores que hoje ainda não atuam fortemente com a cultura da inovação, e tem por isso diversos desafios. Estamos falando de mais de 80% das cidades brasileiras”, lembra Claiton.  Reveja a live de apresentação dos resultados

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O papel dos parques científicos e tecnológicos no território – A importância dos parques além de seus muros

Você sabe a diferença a diferença entre os tipos de Parques Tecnológicos que existem? Mais que espaços de convivência, os ambientes de inovação são articuladores de uma dinâmica de conhecimento que ultrapassa as fronteiras de um prédio ou mesmo de uma cidade; aproveite para conhecer ainda mais sobre o Orion Parque e nossos resultados alcançados. Os parques tem um papel a desempenhar no território em que são instalados. Com a globalização, novas experiências foram sendo desenvolvidas visando o desenvolvimento econômico, sendo algumas dessas formas de arranjos locais, os distritos industriais, as incubadoras de empresas e os parques tecnológicos. Os parques são ambientes catalisadores de produtos comercializáveis. O seu objetivos é favorecer a geração de emprego; promover a criação e o fortalecimento de novos empreendimentos de base tecnológica; difundir a cultura e o empreendedorismo; e facilitar a transferência de conhecimento e de tecnologia entre os stakeholders (partes interessadas) envolvidos nesse processo de inovação. Os parques brasileiros devem contribuir de forma relevante para consolidar a formação de uma forte e competitiva “indústria do conhecimento”, bem como para agregar tecnologia e inovação ao setor industrial, agrícola e de serviços já estabelecidos. O sucesso para a implantação e o bom funcionamento dos parques depende de alguns fatores, dentre os quais pode-se citar: o comprometimento dos órgãos do governo (municipal, estadual e federal) e a participação efetiva do setor empresarial, das universidades e de instituições de pesquisa. Os parques têm como missão prover a “inteligência”, a infraestrutura e os serviços necessários ao crescimento e fortalecimento das empresas instaladas no mesmo. Os oito principais benefícios dos parques tecnológicos O Percento Technologies listou oitos benefícios advindos dos parques. 1. Impulsionar a economia2. Fornece espaço abundante para o crescimento3. Incentivar o desenvolvimento de negócios4. Facilitar sessões de treinamento5. Inclusão de tecnologia mais recentes6. Variedade de amenidades7. Promoção de descanso e recreação8. Equipamentos com vários recursos de segurança Conheça mais o papel dos Centros de Inovação! Centros de Inovação são ambientes criados para promover e dar suporte ao empreendedorismo inovador, ajudando a criar e expandir negócios inovadores. Os Centros oferecem serviços que apoiam o empreendedor desde o momento em que o negócio é apenas uma ideia até o momento em que ele está pronto para encarar o mercado, crescer e escalar. O Centros também estimulam a inserção da cultura de inovação nas empresas da região e conectam startups e empreendedores com empresas consolidadas e outros atores importantes. Para operacionalizar esses objetivos, dispõem de serviços como pré-incubação de empresas, incubacão, aceleração, coworking, espaço maker, espaço para eventos e capacitações, espaço para Pesquisa e Desenvolvimento, Marketplace, One Stop Shop, conexão com instituições financeiras e investidores e assim por diante. Esses serviços e atividades são oferecidos diretamente pelo Centro ou por meio de parceiros do ecossistema. Os Centros também fortalecem a cultura da inovação nas organizações locais e conectam os atores do ecossistema regional entre si e com o mundo. Tudo isso para acelerar o necessário desenvolvimento de negócios e organizações rumo à nova economia e ao novo mundo que está se descortinando diante de nós. Saiba mais sobre os conceitos ligados aos Centros de Inovação no livro Centro de Inovação: alinhamento conceitual. Estrutura física 09 salas de reuniões, 04 auditórios, sala de jogos, ampla área de convivência incluindo um deck, cafeteria, coworking e ambiente para videoconferência. Missão Orion Parque  “Criar uma cultura inovadora e empreendedora, articulando ações para ativar o ecossistema de inovação e viabilizar negócios inovadores com alto potencial de crescimento para transformar a economia da região”. Eixos Estratégicos Eixo 1 – Criação, Atração e Desenvolvimento de Novos Empreendimentos; Eixo 2 – Fomento e Qualificação de capital humano para Empreendedorismo, inovação e Competitividade Empresarial; Eixo 3 – Desenvolvimento de Projetos de Cooperação Tecnológica com Instituições de Ensino e Empresas; Eixo 4 – Aperfeiçoamento da Gestão Institucional e Promoção do Centro de Inovação e do Orion Parque. O que já realizamos • Mais de R$ 200 milhões movimentados pelas empresas do Orion Parque; • Mais de R$ 2,5 milhões de recursos captados pelo Escritório de Projetos para ações e empresas do Orion Parque; • Mais de 100 projetos e empresas acompanhadas nos programas de aceleração (Pequenos Negócios/MEls e Projetos Sociais); • Mais de 1000 horas em mentorias, orientações e aconselhamentos realizadas com empresas e projetos; • Mais de 60 empresas vinculadas ao Orion Parque; • Mais de 200 horas de vídeos e conteúdos gerados. Oportunidades Perfeito para você que tem um ideia no papel e precisa de ajuda para fazer acontecer! No OrionLab você recebe acompanhamento e mentorias durante 12 meses para descobrir se a sua ideia tem potencial para se transformar em um grande negócio. Você que já possui uma startup e está na fase de modelagem do negocio ou definição dos processos de operação, a incubadora Épsilon conta com uma metodologia de acompanhamento formada por uma trilha de incubação e mentores especialistas que vão ajudar sua empresa nessa etapa. Sua empresa já está há mais de quatro anos no mercado e você quer desenvolver um novo produto para se manter competitivo? O Edital de Projetos Inovadores é feito para sua empresa receber apoio durante as etapas de criação ou desenvolvimento de um projeto inovador. A sua organização precisa de um ambiente criativo e cheio de oportunidades para que os seus pesquisadores criem inovações? O Edital de PD&I permite que sua equipe faça porte de um ambiente propício à Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação. • Ecossistema de startups; • Rede de mentores e investidores; • Ambiente inovador e criativo. ANPROTEC – Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos de Tecnologias Avançadas.  Parques tecnológicos do Brasil: estudo, análise e proposição. Brasília: Anprotec. 2020. 24p. BARBIERI, José Carlos. Pólos Tecnológicos e de Modernização: notas sobre a experiência brasileira. Revista de Administração de Empresas, v. 34, n. 5, p. 21-31, set-out, 1994. GAINO, Alexandre Augusto Pereira; PAMPLONA, João Batista. Abordagem teórica dos condicionantes da formação e consolidação dos parques tecnológicos. Production, v.24, n.1, p.177-187, 2014. MAGACHO, Lygia A. Magalhães. Parque de Inovação de serviços para as pessoas: metodologias para o planejamento. 2010, 199f. Dissertação (Mestrado)-Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Departamento

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Sebrae fomenta cultura empreendedora de inovação na Serra Catarinense

O evento, promovido pelo Sebrae/SC em parceria com o Orion Parque de Lages, foi transmitido ao vivo via You Tube e fez parte da Semana da Inovação 2020 Referência em inovação, o especialista em design experiencial e mestre em desenvolvimento socioeconômico, Igor Drudi, ministrou palestra sobre cultura empreendedora e inovação transformando cenários. O evento, promovido pelo Sebrae/SC em parceria com o Orion Parque de Lages, foi transmitido ao vivo via YouTube. O objetivo é fomentar a cultura empreendedora de inovação na Serra.  A palestra pode ser revista aqui. Drudi fez abordagens sobre a cultura empreendedora e comportamento dos empreendedores. Ele fez reflexões acerca das chamadas hard skills (habilidades técnicas) e as soft skills (habilidades comportamentais e sociais). Ambos dizem respeito às competências das organizações e dos profissionais.  O especialista alerta para os princípios que podem ajudar o empreendedor a tomar decisões: São eles: “pássaro na mão, perda tolerável, do limão, uma limonada e colcha de retalho”. Eles foram desenvolvidos por desenvolvidos por Saras Sarasvathy, indiana radicada nos Estados Unidos.   O princípio do “pássaro na mão” fala, basicamente, sobre o início da carreira do empreendedor. Ao iniciar seu negócio, o empresário se pergunta “Quem sou eu? O que eu sei? Quem eu conheço?”, para, então, definir quais seriam os seus primeiros passos. O princípio da “perda tolerável” tem como foco não os possíveis lucros com o negócio, mas sim a possibilidade de perdas.   “Do limão, uma limonada”, por sua vez, indica que o empreendedor está aberto a testar ideias e, caso elas deem errado, este se adapta a partir da análise dos resultados obtidos. Já o princípio da “colcha de retalho” diz que o empresário constrói parcerias, somando forças com pessoas e organizações que possam ajudar o negócio a se concretizar.  Drudi também fala sobre o conhecimento tático e conhecimento explícito, recursos que podem ajudar o empreendedor na tomada de decisões. O primeiro é aquele que o indivíduo adquiriu ao longo da vida (experiência), difícil de ser formalizado ou explicado a outra pessoa. Já o conhecimento explícito é aquele que é fácil de ser formalizado, podendo ser apropriado com maior facilidade.  O especialista orienta que a pessoa que quer inovar precisa buscar parceiros, ativar sua rede, juntando-se a pessoas e organizações com a habilidades e conhecimentos. “O Sebrae é um ótimo parceiro. Com a entidade, você pode dar os primeiros passos para empreender. Aprenda, não fique parado”, destaca.  Reveja a palestra  Inscrições para o Agentes locais de Inovação estão abertas  O gerente Regional do Sebrae, Altenir Agostini , informa que o Sebrae lançou mais uma edição do Projeto Agentes Locais da Inovação (ALI) em todo o estado. O programa está com as inscrições abertas. Para participar, os interessados devem acessar o site do programa (www.sebrae.sc/ali) e preencher o auto-diagnóstico da sua empresa.  O público-alvo do ALI são microempresas e empresas de pequeno porte, dos setores de comércio e serviços. O objetivo é promover a melhoria da produtividade dos pequenos negócios, a partir de ações de inovação, em produtos e serviços, práticas sustentáveis e digitalização, reduzir os custos e aumentar o faturamento dos empreendimentos.  Altenir explica que, para aplicar as ações do projeto, os Agentes Locais de Inovação precisam fazer o diagnóstico do empreendimento. Após, são apresentadas soluções e oferecem respostas às demandas do negócio. “Na Serra, vamos atender cinco cidades. Os processos serão curtos e ágeis, com soluções a curto prazo”, disse. A previsão é que a primeira turma comece em novembro desse ano. Com informações Catarinas/Sebrae-SC

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Mantenedor: Geladeira Solidária – Turma da Árvore

Neste momento em que muitas pessoas e famílias passam por extrema necessidade, tendo em vista o período de pandemia, o Instituto Dorvalino Comandolli (IDC) teve uma ideia muito interessante e elogiável. Implantou a “Geladeira Solidária”, que se constitui em ponto de coleta de donativos e ao mesmo tempo de local onde os mais necessitados podem se abastecer dos alimentos ali depositados voluntariamente. A “Geladeira Solidária” está instalada em frente ao IDC, localizado na rua Cirilo Vieira Ramos, 1434, no bairro Bom Jesus, próximo à ponte de acesso ao bairro Caça e Tiro, em Lages. A ideia, segundo explica o diretor executivo do IDC, Wilson Barros, é que esta ação solidária se multiplique e ganhe contornos comunitários, pois é sabido que muitas são as pessoas que precisam de ajuda nesta época de pandemia. “Recebemos a doação de mais três geladeiras e implantaremos mais três pontos, um no bairro Coral e dois no Centro, aqui mesmo em Lages”, anuncia Wilson. “As pessoas necessitadas podem se servir da “Geladeira Solidária” levando a quantidade de alimentos que precisam, momentaneamente. E aquelas pessoas que desejarem doar alimentos poderão fazer isso também a qualquer hora, depositando suas doações na geladeira”, fala Wilson. Podem ser depositados na geladeira alimentos diversos, acondicionados, desde frutas, verduras, lacticínios, embutidos, sanduíches, pães etc. Além disso as pessoas que desejarem doar alimentos em maior quantidade podem procurar o IDC, no endereço informado acima no texto, ou então entrar em contato direto com o instituto através do site http://www.idcbrasil.com.  Saiba mais sobre o IDC Brasil O Instituto Dorvalino Comandolli faz parte da Turma da Árvore, sendo uma entidade cujo lema é “Fazer o bem não tem contraindicação”. Na atualidade desenvolve uma série de atividades voltadas a ajudar as pessoas e famílias mais necessitadas, oferecendo serviços de assistência social, com atendimento médico-odontológico e vários cursos gratuitos. O IDC está integrado à região Serrana catarinense, interagindo com quem mais precisa e também com o voluntariado, que se sente disposto a contribuir com o trabalho do instituto. “Todos são bem-vindos ao IDC. Deixo o convite para que venham conhecer o nosso trabalho e se integrar a este trabalho que visa atender os mais necessitados de nossa sociedade”, conclui Wilson Barros. Conheça mais sobre o trabalho do IDC nas redes sociais: https://www.facebook.com/dorvalinocomandolli/ https://www.instagram.com/idcbrasil/ Com informações: Portal Revista Visão

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Em cerimônia do Governo do Estado, incubadas do Orion recebem recursos do edital Tecnova II

Em cerimônia realizada na segunda-feira (10), em Lages, o governo do Estado de Santa Catarina trouxe importantes entregas para segmentos essenciais, agora em época de pandemia do novo coronavírus. Entre eles, destacam-se importantes recursos para a saúde, a infraestrutura e a educação da região Serrana, além de 28 leitos de UTI exclusivos para o tratamento da doença provocada pelo novo coronavírus. Isso significa mais nove leitos de terapia intensiva para pacientes da Serra, já que serão realocados 19 leitos exclusivos para Covid-19 hoje instalados na parte antiga do hospital. No total, foram apresentados investimentos de cerca de R$ 78 milhões na região. Dentre esses recursos, está o repasse para duas startups incubadas no Orion Parque Tecnológico, contempladas em maio no edital Tecnova II, da Fundação de Amparo à Pesquisa de Santa Catarina (FAPESC).  Com o investimento em desenvolvimento e inovação, a Fapesc repassou recursos para pesquisa e desenvolvimento de duas empresas: a Scienco Biotech, com o projeto de Desenvolvimento de tecnologia inovadora para imunodiagnóstico aviário, dentro da cadeia produtiva de alimentos, receberá R$ 150 mil. Já a empresa Sul Florestas Geo Engenharia Ltda, com a ideia da Plataforma SFMapp, receberá R$ 200 mil. Ambas as empresas estão vinculadas ao Orion no edital de Projetos Inovadores. Na oportunidade a Fapesc também lançou dois editais de chamada pública para o Programa de Apoio a Projetos de Pesquisas para a Capacitação e Formação de Recursos Humanos em Taxonomia Biológica (R$ 160.000,00) e para o Programa de Pesquisa Ecológica de Longa Duração (R$ 200.000,00).  De acordo com André Leonardo Buck, um dos sócios da Sul Florestas Geo Engenharia, esse recurso será fundamental para o desenvolvimento da plataforma, que terá 24 meses para execução e contará com contra-partida da própria startup.   “O Tecnova II foi super importante para aceleração do desenvolvimento da plataforma SFMapp e será, também, na disponibilização dela no mercado”, lembrou. A SFMapp trata-se de uma solução para coleta, processamento e disponibilização dos dados e informações georreferenciadas, para o mercado de florestas plantadas.  Já o \”Desenvolvimento de tecnologia inovadora para imunodiagnóstico aviário\”, da Scienco, é uma nova molécula para diagnóstico imunológico.  Saiba mais sobre o Programa Tecnova II O Programa TECNOVA foi voltado para empresas, independentemente do tipo societário sob o qual fossem constituídas, que se encaixasse em requisitos como: faturamento bruto anual de até R$ 16 milhões; data de registro na Junta Comercial ou no Registro Civil das Pessoas Jurídicas de sua jurisdição até pelo menos seis meses antes do lançamento do edital (abril de 2019); garantia de oferecimento de Contrapartida Financeira mínima de 5%; demonstração de ter efetuado qualquer atividade operacional, não-operacional, patrimonial ou financeira até pelo menos três meses antes do lançamento do edital (julho de 2019) e objeto social que contemplasse atividade compatível com a que será desempenhada no projeto proposto na data de divulgação do presente edital. As propostas deveriam se encaixar nas seguintes temáticas: Tecnologias da Informação e Comunicação; Saúde; Inovação, Diversificação e Competitividade; Cadeia Produtiva de Alimentos; Gestão Pública e Turismo. Dos R$ 7,5 milhões disponibilizados pelo TECNOVA, R$ 5 milhões são financiados pela Finep e os outros R$ 2,5 milhões serão investidos pela Fapesc. Com informações: Governo do Estado de Santa Catarina e FAPESC

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