Orion Parque

Estrutura

Orion Week – #dia 2 – LGPD, Comunidades de Startups, Projetos de Impacto e muito mais

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Hoje foi mais um dia cheio de informação e muito conteúdo no Orion Week: LGPD, Comunidades de Startups e Projetos de Impacto. Essas foram as temáticas de três lives realizadas dentro da iniciativa que contou com a participação da comunidade envolvida com o ecossistema de inovação do estado de Santa Catarina, além de inovadores, empresários e estudantes. O Orion Week começou na segunda-feira, tem inscrições gratuitas, e programação completa no site plid.in/orionweek, seguindo com atividades até o próximo sábado (26), sempre com transmissões no You Tube do Orion Parque.  Na primeira live, às 16h, o empreendedor Salomão Eineck, da Beer Hub, Daniela Machry, da Lis Consultoria, Thiago Schütz, sócio fundador da Silva Schütz Advogados e Thaynara Rodrigues Bernardo, fundadora e CEO da Dataguide e Fernando Bousso, da Baptista Luz Advogados comentaram sobre os impactos da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).  A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (nº 13.709/2018) regulamenta as atividades de armazenamento de dados pessoais de clientes de empresas. Ela também altera os artigos 7º e 16º do Marco Civil da Internet. A LGPD garante segurança ao cliente e às empresas, porque praticamente todos nós fazemos transações on-line ou mesmo disponibilizamos dados ao estabelecermos trocas comerciais. O texto da lei prevê devolver ao titular dos dados um controle sobre o que é feito com seus dados pessoais, ou mesmo sobre como algo é feito sobre esse bem individual que nós temos.  A LGPD foi sancionada em setembro de 2020, e multas e penalidades serão aplicadas a partir de agosto de 2021.  \”A LGPD pode trazer regulamentações diferentes para pequenas e médias empresas. O nível de complexidade naturalmente é menor, mas quando pensamos nas diferenciações, uma empresa menor e startups, é importante que a a velocidade dela seja compatível, destacando a necessidade de terceirização dos serviços, que pode ser um serviço a mais disponibilizado. Recomendo que empresa menores tenham em consciência os principais pontos da LGPD, para que eles sempre pensem em privacidade desde o início da operação\”, ressaltou Thaynara. Às 18h, foi o momento de falar sobre Comunidades de Startups, com  Vitor Kuster, Andressa Machado , da comunidade Costa Valley, do litoral norte catarinense, e Danilo Picucci.   Empresário norte-americano, Brad Feld definiu comunidades de startups como “grupo de pessoas que – por meio de suas interações, atitudes, interesses, objetivos, senso de propósito, identidade compartilhada, companheirismo, responsabilidade coletiva e administração do lugar – estão fundamentalmente comprometidas em ajudar os empreendedores a ter sucesso”.  Vitor é um dos entusiastas de Lages que lidera a iniciativa da comunidade de startups Pixurum, em Lages, e lembrou da importância de se falar sobre isso na região.   \”Já conseguimos avaliar alguns \’parâmetros\’ de pessoas, mas não existe um perfil específico de pessoas que podem querer participar de comunidades de startups.  O trabalho de comunidade é algo extremamente humano, e qualquer pessoa que queira participar pode fazer parte\”, atesta. Danilo é gerente de comunidades da Associação Brasileira de Startups (AB Startups), entidade que promove e representa as startups brasileiras, trabalhando para tornar o país uma das cinco maiores potências em inovação e empreendedorismo tecnológico. \”A meu ver, existem três níveis de pessoas envolvidas. Um primeiro nível que é a pessoa curiosa, que participa e comenta dos eventos que existem. Num segundo nível, tem aquelas que são apoiadoras, que estão envolvidas, e ajudam a comunidade pontualmente, quando necessário. E finalmente tem os líderes de comunidade, que lideram iniciativas e fazem isso a longo prazo\”, frisou Danilo. Na sequência, para fechar o dia, o papo foi sobre Projetos de Impacto, com Pedro Ceron, publicitário, Silvia Oliveira, do projeto Lixo Orgânico Zero, Sueli Kraus, professora Universitária e Julia Victória Moura .  Projetos sociais (ou de impacto) são aqueles projetos sociais que tenham como base ajudar a comunidade, ou ajudar um tipo de pessoa, ou setores, que estão em vulnerabilidade, ou que não estão assistidas de forma ideal pelo poder público. Além de membro da comunidade LGBTQIA+, Julia criou seu primeiro negócio virtual aos 14 anos, se encantou pelo mundo digital, levando esse entusiasmo para a política, trabalhando também em agências de publicidade. Depois de participar de um bootcamp de Growth Hacking (crescimento de negócio, com base na construção de melhores práticas a partir de hipóteses e experimentos) na Gama Academy, que a transformou como pessoa, passando a fazer parte do mundo das startups. \”Eu fui um menino LGBT, com vulnerabilidade financeira, e pude conhecer várias pessoas com quem pude ter contato, e vi que todos queriam fazer a diferença em suas comunidades. Preconceito é algo que, infelizmente, sempre existiu. Cheguei até a ser vítima de uma tentativa de assassinato. Trabalhar a diversidade é algo a ser feito. Temos um contexto que merece ser trabalho de várias formas, para superarmos a diversidade\”, comentou ela. Professora universitária, Sueli Kraus encontrou na Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares – ITCP da Uniplac uma forma de rever aspectos da vida pesssoal. \”Quando vim para a Universidade, conheci a incubadora, voltada para um público de empreendimentos informais, e consegui enxergar aquele reconhecimento, aquela bagagem que eu tinha, e aos poucos fui aprendendo um pouco mais, tanto em questões ambientais como sociais. Podemos viver com muito menos, com foco na administração, foco na produtividade. A minha história nasceu disso, foi uma sementinha plantada\”, lembrou.  O Lixo Orgânico Zero é um projeto que tem parceria firmada com o Orion Parque desde 2019. Além da gestão, o Parque Tecnológico auxilia no desenvolvimento do projeto, fazendo também a avaliação dos trabalhos, com seminários, reuniões, pesquisas na comunidade e trabalhos interativos. \”A gente sabe que falar de inovação e tecnologia é o momento. Não só falar, mas também fazer. Nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), o item 17 fala que precisamos buscar parcerias. E isso é fundamental.  Quanto mais a gente conseguir falar sobre o assunto, quanto mais a gente buscar conhecimento, organizar as ideias, planejar, elaborar, buscar parceiros para essa construção, é fundamental\”, afirmou Sílvia. O Orion Week segue até sábado (26), totalmente on-line, com transmissão ao vivo no YouTube do Orion Parque, trazendo muito conteúdo

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Evento apresentará potencialidades que Lages oferece aos novos empreendedores

[vc_row][vc_column][vc_column_text] Lages Garden Shopping, Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Orion Parque, CDL e ACIL estão unidos para fomentar o setor de varejo. Visando alavancar o cenário econômico da cidade, entidades somam forças para apresentar Lages como uma ótima opção de investimento para novos empreendedores do varejo. A iniciativa encabeçada pelo Garden pretende através de evento, que terá como local o Orion Parque, demonstrar as diversas facilidades em empreender na cidade. São muitos os benefícios ao promover eventos como esse. Além de deixar a cidade da Serra Catarinense na vitrine para grandes nomes multinacionais, o evento Vem Ser Lages também abre espaço para que microempreendedores locais tenham acesso a pontos estratégicos de comercialização e marcas reconhecidas que buscam abrir suas filiais em Lages. “Buscamos apresentar Lages como a última fronteira do desenvolvimento econômico a ser ultrapassada em Santa Catarina. Entendemos que há na região um potencial reprimido e, com o evento, apresentaremos diversas marcas que tem o desejo de estar na cidade, destacando para os possíveis investidores as melhores opções em cada segmento”, relata Guilherme Letti, Gerente de Vendas e Marketing do Garden. A reunião será aberta ao público e acontecerá no Orion Parque no dia 15 de junho de 2021, a partir das 19h30 e trará novidades para quem planeja investir na cidade. Com informações Lages Garden Shopping [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Rolê empreendedor semeia cultura empreendedora no público jovem

[vc_row][vc_column][vc_column_text] Lançado em 2019, o programa Rolê Empreendedor, iniciativa de fomento ao empreendedorismo jovem do Orion Parque Tecnológico, já atingiu cerca de 2.400 alunos na região. A proposta do Rolê é despertar a cultura empreendedora no público jovem, em idade pré-universitária ou recém iniciados na graduação, mostrando que empreender está relacionado a pensar em soluções para os problemas cotidianos e pode ser muito mais simples do que se imagina. Em pouco mais de dois anos, o projeto já atingiu a marca de mais de 2 mil rolezeiros, com mais de 80 turmas envolvidas no período. Já foram mais de 20 instituições impactadas na região, em momentos de conversa, presencial e on-line, diretamente com os jovens. Nos encontros, a conversa já rolou com diferentes perfis de jovens: desde público de abrigos, turmas de terceiro ano do ensino médio e até cursos de administração da universidade, entre outros. O Rolê busca impactar positivamente esses jovens, despertando o interesse para o empreendedorismo, seja abrindo uma empresa, desenvolvendo um negócio social ou até mesmo provocando o intra-empreendedorismo.  Quem conversa com os alunos são mesmo os “caçulas” que trabalham diretamente no Instituto Orion. Uma delas é Vanessa Giesel, de 22 anos, líder da equipe do Rolê Empreendedor.  A acadêmica de Direito, da oitava fase, depois que conheceu a iniciativa resolveu arregaçar as mangas e botar para rodar o projeto com mais escolas.  “Fui diretamente impactada pela visão que o programa traz. Eu era uma dos muitos jovens que tinha a visão de empreender ligada apenas ao ramo empresarial, a um CNPJ, a abrir um negócio. Com a oportunidade do Rolê pude perceber que empreender também é algo simples, voltado à basicamente solucionar um problema e mudar uma realidade para melhor com algum tipo de solução”, afirmou. Para ela, além do Parque Tecnológico, escolas e colégios deveriam incentivar ainda mais o empreendedorismo jovem.   “As escolas são o lugar ideal, e acredito que elas sejam de suma importância para o desenvolvimento da visão empreendedora. Infelizmente esses ambientes ainda são muito ligados à técnica, ensinando a aprender a ler, por exemplo, mas o que você irá fazer com a leitura? Esse tipo de provocação deve ser trabalhado desde muito cedo. Ou seja, saber como você vai agir com o conhecimento adquirido”, sugeriu a bolsista.   Palavra de quem já participou No Rolê se busca uma comunicação de jovem para jovem com alunos. Nas interações são abordados temas como: empreender sendo jovem, medos que nos impedem de crescer, comportamento, pró-atividade, autogerenciamento, criação de oportunidades, o que é uma startup e a importância do ecossistema. “Queremos mostrar para o jovem que ele é capaz, mostrar que ele tem habilidade e potencial que pode definir sua carreira profissional no futuro, com a visão que sua atuação como profissional não irá depender apenas do conhecimento técnico, mas sim como você reage e atua com a técnica. O mercado atualmente está caminhando para essa aposta comportamental, em um ambiente de trabalho que busque indicar como sou eu como profissional, e essa é a grande chave para se trabalhar no início de uma graduação” ressalta Vanessa.  Em 2021 já foram seis rolês em cinco instituições diferentes. Os resultados esperados nos rolês podem ser vistos no dia a dia, como jovens fazendo trabalho voluntário, indicação para entrevista de empregos e mentoria para projetos, que o próprio Orion pode dar, a partir do Reuni.   Um dos jovens que participou do Rolê e hoje tem boas lembranças de como foi aquele bate-papo é Jean Carlos Tigre, desenvolvedor web e estagiário de analista de suporte no aplicativo O Delivery. Para ele, ter tido contato cedo com o Rolê mudou a visão que ele tinha sobre empreender.  \”Sempre gostei de empreender, e ter estado no Rolê foi o grande start para isso. O Rolê Empreendedor traz uma sensação de que estamos em uma roda de amigos, conversando sobre assuntos inovadores e a evolução do empreendedorismo nos dias atuais, e que isso traz diversos tipos de benefícios. Hoje, muitos jovens tem vontade de empreender, e nem sabem como funciona ou por onde começar. Então o Rolê é uma oportunidade de entender de uma forma descontraída e divertida o que é entrar nesse mundo do empreendedorismo, sempre trazendo assuntos sobre comportamento, voluntariado, medos e inseguranças, tirando várias dúvidas com ótimas pessoas que estão no meio empreendedor, além de ampliar sua rede de contatos criando amizades e conhecendo as oportunidades de perto\”, lembra ele.  A expectativa, agora, é pela retomada dos Rolês presenciais no Orion Parque, que aos poucos – e com todos os cuidados possíveis – começam a voltar a acontecer. “Com a pandemia os encontros aconteceram e ainda acontecem de forma virtual, sendo essa forma trabalhada mais na visão empreendedora. A parte técnica do Rolê interferiu nessa parte do contato, e também com a limitação de não poder apresentar o espaço físico do Orion, nossas salas e espaços de convivência e networking. Fisicamente podemos sentir a reação dos participantes conforme acontece o encontro, sentir muitas vezes qual o seu anseio é mais fácil para podermos auxiliar, mas acredito que as duas modalidades de encontros são produtivas de alguma forma”, finalizou ela.   [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Beer Hub, clube de assinatura de cervejas artesanais, inicia venda de boxes de produtos

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Startup contemplada no edital Nascer no segundo semestre de 2020, e que foi selecionada no Inovatur, da FAPESC, em fevereiro desse ano, a Beer Hub – clube de assinaturas de cervejas artesanais – iniciou a venda de boxes nesta terça-feira (08). A startup, que atualmente está no edital do OrionLab, residente no Centro de Inovação do Orion Parque,  propõe ser um clube de assinaturas que entrega mais do que a simples degustação de diferentes rótulos. A Beer Hub nasceu com um propósito importante: levar aos amantes do puro malte a experiência de provar um pouco do gosto de cada canto do estado de Santa Catarina, que é conhecido por ter ricas e diferentes culturas em cada município. O objetivo é ser, junto aos seus assinantes, o ponto de conexão entre todo o ecossistema cervejeiro do estado. A startup é um projeto pioneiro em Santa Catarina que conecta as melhores cervejarias artesanais do estado, de forma prática, no conforto da sua casa e ainda possibilitando que conhecer as cervejarias de uma forma totalmente diferente e com descontos.  Na opinião de Salomão Eineck, um dos responsáveis pelo projeto, a escolha pelo momento ideal para o lançamento oficial das entregas foi estratégica em vários aspectos.  “Cerveja é bom em qualquer momento, não apenas no verão. As cervejas tradicionais geralmente têm um consumo maior em épocas mais quentes, o que de certa forma limita o consumo em épocas mais frias do ano. Porém, no caso das cervejas artesanais, isso acaba se tornando uma grande oportunidade, pois existem cervejas mais encorpadas, perfeitas para tomar durante o inverno, assistindo um filme ou curtindo a família”, comentou o empreendedor. “Nós investimos um bom tempo estudando o mercado e fechando parcerias chave, o que, de certa forma atrasou o lançamento do primeiro box, mas isso também nos possibilitou entregar mais valor agregado e foco maior na experiência do nosso cliente”, finalizou.  Segundo dados divulgados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em maio de 2021, Santa Catarina é o estado com maior número de cervejarias por habitante. Acreditando no potencial do setor e na ampliação do movimento turístico de forma escalonada, a expectativa da Beer Hub é fazer da Rota uma forma de iniciar movimento de conexão entre produtores e todos que fazem parte da cadeia cervejeira.  “Praticamente todos os estados brasileiros têm suas rotas da cerveja, e acreditamos que podemos ampliar futuramente essa conexão para todo o país. Aqui em SC a Rota da Cerveja funciona, de certa forma, isolada e mais voltada a cada região do estado. Nós vemos isso com uma grande oportunidade de expansão do turismo cervejeiro. Uma das nossas propostas de valor é levar o nosso cliente até a cervejaria e o produtor de lúpulo, conectando todo o ecossistema”, ressaltou Salomão Como funciona A Beer Hub é um clube de assinaturas. Dessa forma, a cada mês, os assinantes irão receber diferentes rótulos de cerveja artesanal, sempre com foco na Rota das Cervejas do estado de Santa Catarina.  Enquanto os imigrantes italianos estão ligados à produção de vinho, os alemães são conhecidos por sua tradição cervejeira. Por isso, nos municípios catarinenses com população de descendência germânica, não é raro encontrar diferentes fábricas e cervejarias artesanais. Buscando passar por diferentes cidades do estado,  o objetivo principal da Beer Hub é conectar assinantes à chamada Rota da Cerveja.   São rótulos de diferentes localidades e temáticas, trazendo toda a riqueza cultural e de sabores do estado, evidenciando visibilidade e parceria às cervejas artesanais de cada região.  Algumas das cervejarias parceiras do projeto são: Serra Forte (Princesa da Serra + Bier Letti) de Lages, Linden Bier (Treze Tílias), Lohn Bier (Lauro Müller), Chopp Gole (Videira), Big John (Descanso) e Cervejaria Faroeste (Brusque), além de diversas outras cervejarias que já passam a participar da Beer Hub. No mês de lançamento da Beer Hub, o primeiro box contém uma seleção de produtos de Treze Tílias, cidade fundada por imigrantes austríacos, no meio-oeste do estado, que além de ser uma cidade turística, com uma das melhores gastronomias de Santa Catarina, possui algumas das cervejas mais premiadas do Brasil. Para adquirir, acesse o link na imagem abaixo:   [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Programa Nascer recebe propostas para pré-incubação de ideias inovadoras

[vc_row][vc_column][vc_column_text]O Programa Nascer de Pré-incubação de Ideias Inovadoras – Edição II recebe propostas até 30 de junho. O objetivo é dar suporte para que ideias passem por um período de pré-incubação e se consolidem como negócios. O programa é uma iniciativa da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Santa Catarina (Sebrae/SC). “Esta é uma importante ação do Governo do Estado realizada pela Fapesc em parceria com o Sebrae/SC. Queremos qualificar os empreendedores para que possam futuramente gerar novos negócios nas diversas regiões do Estado e aproveitar editais de fomento da Fapesc e de outras agências nacionais para subsidiar suas ideias e projetos”, afirma o presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen. “A Fapesc investe nas pessoas de Santa Catarina para gerar a retenção e atração de talentos não só nos grandes centros, mas também no interior do Estado.” As propostas precisam se caracterizar como ideias de produtos (bens e/ou serviços) ou processos inovadores, com potencial para se transformar startups que envolvam a conversão de conhecimento tecnológico em novos produtos, processos ou serviços aptos para a introdução e exploração no mercado. Serão aprovadas até 360 ideias, distribuídas entre 30 cidades-polo, 15 destas vinculadas aos Centros de Inovação (Confira, abaixo, a lista das cidades). As turmas terão no mínimo oito e no máximo 12 proponentes. Cada proposta poderá contar com uma equipe de até cinco componentes. Os encontros, como oficinas, cursos e palestras, serão feitos de modo híbrido (on-line e presencial).   A proposta deverá ser submetida na Plataforma de CTI da FAPESC, sendo obrigatória a disponibilização de um pitch via YouTube: um vídeo de três a cinco minutos, mostrando uma visão geral de uma ideia, produto, serviço, pessoa, ou negócio projetado para atrair rapidamente a atenção e convencer os ouvintes a se interessar no objeto apresentado.  “Os selecionados passarão cinco meses em processo de pré-incubação, apoiados por ferramentas, consultoria técnica e mercadológica, mentorias, assessorias e apoio institucional. Basta ter uma ideia inovadora, motivação para iniciar um negócio e mais de 18 anos para participar”, explica Gabriela Botelho Mager, gerente de Tecnologia e Inovação da Fapesc. “Com o Programa Nascer, esperamos cultivar a cultura do empreendedorismo e inovação em todas as regiões de Santa Catarina.” Resultados da primeira edição Na primeira edição, o Programa NaSCer teve duas turmas, com 329 projetos selecionados, alcançando 619 empreendedores. Foram mais de 4,5 mil horas de mentorias. “Esse Processo de Pré-incubação foi determinante para que a gente desse o primeiro passo, foi esse processo de mentoria e suporte que permitiu que a Sete+1 ‘startasse’ com sucesso a nível regional, estadual e nacional”, avalia Patricia Crestani, da Agência Sete+1, de Videira, participante da edição do NaSCer. Ademar Tibola, da Latina Control, de Chapecó, afirma que o programa foi fundamental para a evolução do negócio. “O projeto contribuiu significativamente para um melhor planejamento do empreendimento. Durante esse período evoluímos bastante o projeto, mas a evolução pessoal sobre negócios foi ainda maior. Entrar nesse mundo de negócios foi uma experiência incrível e muito enriquecedora.” O diretor superintendente do Sebrae/SC, Carlos Henrique Ramos Fonseca, destaca a importância do programa. “Ficamos muito felizes ao ver esses cases de sucesso, que nos provam que investir em projetos que incentivem o empreendedorismo valem a pena. Parabéns aos empresários que aproveitaram a estrutura e a capacitação oferecidas pelo Programa NaSCer e criaram uma nova empresa, que tem tudo para crescer e se desenvolver.”, comenta. “Ao ver essas ideias saindo do papel, temos a certeza de que cumprimos a nossa missão, que é garantir suporte aos empreendedores para que os seus negócios sigam o caminho do sucesso”.  Para o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), Luciano Buligon, o NaSCer é um dos incentivos ao desenvolvimento do Estado. “Quando detectamos habilidades específicas em uma pessoa, incentivamos que ela se desenvolva, prospere e cresça. Desta mesma forma, o Estado usa de programas e ações para impulsionar, por meio da inovação, a busca de soluções e novos negócios que gerem riqueza, desenvolvimento, capacitação e consequentemente, emprego. O NaSCer é uma destas ferramentas excepcionais no incentivo a negócios inovadores e a abertura de empresas”. Cidades-Polo Confira a relação das cidades polos do programa NaSCer: Araranguá, Balneário Camboriú, Blumenau, Brusque, Caçador, Canoinhas, Chapecó, Concórdia, Criciúma, Curitibanos, Florianópolis, Guaramirim, Itajaí, Jaguaruna, Jaraguá do Sul, Joaçaba, Joinville, Lages, Luzerna, Mafra, Palhoça, Rio do Sul, São Bento do Sul, São Joaquim, São José, São Miguel do Oeste, Três Barras, Tubarão, Videira e Xanxerê. Confira o cronograma das atividades Cases regionais Lages, até então único polo regional do NaSCer na Serra Catarinense desde a primeira edição do Programa, passa a contar com mais duas cidades vizinhas fazendo parte do edital na região.  São Joaquim e Curitibanos contarão com ambientes físicos próprios, polos NaSCer disponibilizados pelos parceiros locais nas cidades onde o Programa NaSCer se desenvolve. No primeiro edital foram acompanhados 10 projetos e no segundo, 11, em Lages.  Um dos cases foi de uma equipe de amigos que planejou o desenvolvimento de um aplicativo para auxílio na manutenção de máquinas e equipamentos para a indústria 4.0. Fabio Nunes, Leonardo Almeida e Diego Lopes nunca pensaram em começar o próprio negócio, mas graças ao Edital NaSCer da Fapesc isso foi possível. “Nossa ideia surgiu num bar. Eu pensei: quero ter a minha empresa, quero trabalhar para mim. Resolver os meus problemas, não os dos outros, não de outros gestores. Tivemos mil ideias, conversamos bastante, até chegar nessa ideia”, diz Diego. A ideia deles foi desenvolver um aplicativo que fosse aplicado no desenvolvimento e manutenção, preditiva e preventiva, de máquinas e equipamentos em diferentes indústrias. “Existe uma distância entre a pessoa que vai fazer a manutenção, efetivamente, e os registros que realmente foram feitos da manutenção realizada. É importante saber os passos dessa manutenção. A ideia é mostrar que realmente foi feito o serviço, porque nem sempre ela é demonstrada da maneira correta. A ideia é que o aplicativo possa ser usado em diferentes tipos de equipamentos”,

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IFSC Lages oferece consultoria gratuita para empresas da região; startups do Orion podem se candidatar

[vc_row][vc_column][vc_column_text] Até o dia 15 de maio, o IFSC Lages oferece a Micro e Pequenos Empreendedores (MPEs) e Empreendedores Individuais (MEIs) de Lages e região a possibilidade de recebimento de consultoria gratuita do Câmpus Lages. A ação faz parte do escopo do edital IF Mais Empreendedor, que selecionou três projetos do câmpus para auxiliar no atendimento, apoio e orientação nas áreas de branding (marcas), marketing e estratégias para vendas em agronegócio.  Serão 15 empresas ou empreendimentos atendidos, sendo cinco em cada um dos três projetos. No projeto Startups: go ahead, startups vinculadas ao Centro de Inovação de Lages – Luiz Henrique da SIlveira, no Orion Parque Tecnológico, terão atendimento preferencial. Os interessados devem possuir CNPJ e serão analisados os ramos de atuação das organizações e a suas justificativas em relação aos objetivos gerais que deverão ser alcançados pelos projetos e estabelecida uma ordem de classificação. As empresas poderão se candidatar em mais de uma modalidade. Os resultados serão divulgados depois do prazo final das candidaturas.  Para o líder de startups e empresas do Orion Parque, Hemerson Schenato, a iniciativa traz grandes benefícios para a articulação do ecossistema na região. \”É muito interessante ver a aproximação da academia, que pode nos traz grande know how em áreas fundamentais para as nossas empresas incubadas e inseridas no Orion Parque. Para nós isso é totalmente válido\”, afirmou.   Saiba mais sobre cada um dos projetos Startups: go ahead: coordenação da professora Larisse Kupski. \”As startups, assim como a maioria das pequenas empresas, normalmente têm alta taxa de mortalidade, por estarem em estágio inicial. Com a pandemia ficou mais difícil ainda sobreviver, pois muitas precisaram de uma adaptação ao mercado rapidamente, algumas tendo que mudar até seu escopo inicial. O nosso projeto prevê para essas empresas uma consultoria em ações mercadológicas, analisando ambientes interno e externo, mercado consumidor e buscando um melhor posicionamento dessas empresas frente aos novos desafios\”, conta Larisse. Ao final as empresas receberão um plano de apoio feito a partir da análise do ambiente. O projeto pretende atender microempreendedores individuais (MEI), microempresas (ME) ou Empresas de Pequeno Porte (EPP) vinculados, preferencialmente, ao Centro de Inovação de Lages Orion Parque Tecnológico. Segundo Larisse, a escolha pelo Parque Tecnológico como ponto de partida para a articulação com startups da região foi estratégico. “Quando a gente pensou nas startups, a gente já pensou no Orion como um parceiro, que é vizinho ao IFSC. A gente já está acostumado a participar, inclusive de ações e atividades propostas, pelo Orion. Dois desses projetos estão vinculados ao LIDERE, que é o Laboratório de Inovação em Desenvolvimento Regional e Empreendedorismo, que está sendo estruturado agora em 2021, com uma cooperação que nós temos com o próprio Parque”, completou.   As ações efetivas devem oferecer suporte a professores e bolsistas que, a partir do suporte de ferramentas de gestão, terão a capacidade de verificar mudanças significativas ocorridas no mercado de atuação da empresa em virtude da pandemia e propor soluções inovadoras para subsidiar futuras tomadas de decisão por parte dos mesmos. As empresas atendidas pelo projeto serão, preferencialmente, startups ligadas ao Orion Parque Tecnológico que atravessam um período extremamente arriscado (os anos iniciais de funcionamento da empresa) e que foi agravado pelas incertezas mercadológicas trazidas pela pandemia. O projeto almeja auxiliar as empresas em seus desafios mercadológicos, compreendendo especialmente os reflexos da pandemia da Covid-19 nesses processos. Assim, a construção de estratégias mercadológicas, considerando os desafios sociais e econômicos decorrentes da pandemia se mostram relevantes.  “O projeto é mais amplo, focado numa consultoria na área de marketing que pode, durante a análise ambiental junto à empresa, determinar que o que a empresa precisa é melhorar a sua gestão da marca e também precisa de um branding book, que é um guia para as suas marcas, ou produtos da empresa. De toda forma, pode ser que, durante a análise ambiental, outras deficiências de marketing sejam consideradas mais importantes. e aí a empresa receba uma consultoria na área de canais de distribuição, de definição de produto, de precificação, ou outra questão relacionada ao marketing” comentou Thiago Meneghel, um dos professores envolvidos na iniciativa.  Nesse sentido, os resultados esperados são o de permitir uma organização ou reorganização da empresa em relação ao seu mercado-alvo permitindo que as relações mercadológicas afetadas pela pandemia sejam minimizadas e o relacionamento entre a empresa e seus clientes (atuais e potenciais) seja fortalecido no curto, médio e longo prazo. LIDERE BRAND: marcas locais, estratégias globais: coordenação do professor Thiago Meneghel. O objetivo do projeto é propor soluções para a gestão da marca de produtos típicos da Serra Catarinense afetados pela pandemia da Covid-19, em especial, o queijo artesanal serrano (que recebeu a concessão da Indicação Geográfica – IG “Campos de Cima da Serra” na modalidade Denominação de Origem – DO pelo INPI durante a pandemia), os vinhos de altitude e a manufatura do couro. \”Queremos sugerir ações na área de gestão de marcas, especificamente em empresas de produtos típicos regionais, como as de queijos serrano, vinhos de altitude e produtos manufaturados de couro. Em especial o queijo, que recebeu em março a identificação de origem (geográfica) que é um selo dado pelo INPI, justamente quando iniciou a pandemia, em março de 2020. Então, o projeto pretende trabalhar com a criação e reputação dessas marcas. Ao final de seis meses queremos entregar a essas empresas um brandbook, um manual de gestão da marca\”, explica Thiago. Estratégias de cadeias curtas de comercialização para pequenas e médias propriedades agrícolas familiares da Serra Catarinense, como alternativa à superação de crises provocadas pela pandemia COVID-19: coordenação do professor Fernando Domingos Zinger. \”O objetivo é ensinar algumas estratégias. Por exemplo, como um agricultor pode fazer um delivery? Esse foi um dos pontos levantados pelos agricultores da Rede Ecovida. A maioria deles era feirante e de repente se viu com essa necessidade de entregar os produtos aos comércios e consumidores. A capacitação será virtual durante a pandemia e queremos ajudá-los a trabalhar com as novas tecnologias para que consigam se comunicar, criar uma rede de clientes

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Jovem Programador: inscrições abertas para o projeto de capacitação tecnológica

[vc_row][vc_column][vc_column_text]O Jovem Programador, uma iniciativa do Seprosc (Sindicato das Empresas de Informática, Processamentos de Dados e Tecnologia da Informação do Estado de Santa Catarina), em parceria o Senac SC, lançado no dia 22 de abril, está com inscrições abertas. Projeto de capacitação profissional na área de tecnologia, que une jovens de 16 a 25 anos e empresas catarinenses, a iniciativa tem apoio do Seinflo (Sindicato das Empresas de Informática da Grande Florianópolis), Communitech (Sindicato das Empresas de Processamento de Dados e Informática de Joinville), Acate (Associação Catarinense de Tecnologia) e Fecam (Federação Catarinense de Municípios), com parceria do Orion Parque na divulgação das ações. O programa tem patrocínio da WK Sistemas, Datainfo e Fácil. Os interessados poderão se inscrever até o dia 14 de junho pelo site www.jovemprogramador.com.br. O Jovem Programador tem como objetivo qualificar jovens para a área de programação de computadores, para atuarem nas empresas do Estado de Santa Catarina, de forma presencial ou na modalidade de teletrabalho. O primeiro módulo, que tem início em 21 de junho, será totalmente on-line e terá como foco conceitos de lógica de programação e visa iniciar os alunos no mundo da programação de computadores. O jovem poderá cursar esse primeiro módulo pelo computador ou celular, somente tendo acesso à internet. Os jovens que tiverem bons indicadores na primeira etapa estarão aptos a participar do módulo seguinte. Na segunda e terceira etapas, realizadas de forma semipresencial, os estudantes terão cursos de Programação de Sistemas e Programação Web. Ao todo, são mais de 440 horas-aulas para a formação de programadores. Poderão se inscrever jovens que estejam cursando a partir do primeiro ano do no ensino médio – e que residam em uma das cidades beneficiadas pelo Jovem Programador (ou municípios vizinhos). Neste primeiro momento, o Jovem Programador atenderá as cidades de Blumenau, Brusque, Caçador, Chapecó, Concórdia, Criciúma, Florianópolis, Joaçaba, Joinville, Lages, Palhoça, Rio do Sul e Tubarão. Lembrando que o Jovem Programador é gratuito para alunos de baixa renda, que poderão ser beneficiados pelo Programa Senac de Gratuidade (PSG), que tem como objetivo garantir o acesso à educação profissional para pessoas com renda familiar per capita de até 2 salários mínimos. “O Jovem Programador vem dar e criar oportunidades de vida para inúmeros jovens que pretendem ingressar no mercado de trabalho nos próximos anos e que têm afinidade com tecnologia. Um programa de formação e capacitação sustentável, que disponibiliza aos jovens de baixa renda conhecimento e oportunidade de emprego, ajuda as empresas de tecnologia da informação a suprir as necessidades de força de trabalho de forma qualificada em todo o estado de Santa Catarina”, acredita Marcio Gonçalves, presidente do Seprosc. Para Juliano Vieira, coordenador do projeto no Senac SC, este programa será fundamental para reduzirmos o gap da qualificação no ecossistema catarinense e alavancar o desenvolvimento tecnológico no Estado: “Além da qualificação profissional, o Jovem Programador também vai auxiliar estes jovens a conseguir uma colocação no mercado de trabalho, com uma proposta que dá ênfase ao teletrabalho ou home office, permitindo que os jovens capacitados pelo curso possam ser contratados por empresas em toda Santa Catarina”. Serviço: Inscrições abertas para o Jovem Programador Data: até 14 de junho Quem pode se inscrever: jovens de 16 a 25 anos, que estejam cursando ensino médio ou superior Inscrições e informações no site: www.jovemprogramador.com.br Saiba mais sobre o Programa Senac Gratuidade: http://senac.sc/kbv9f9 Com informações SENAC[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Programa Galápagos, de capacitação para empreendedores, retoma atividades no Orion

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Um ano depois do início das atividades do novo programa de capacitação para empreendedores e empresas, o Programa Galápagos, da Darwin Startups, iniciou nesta quarta-feira (05) no Centro de Inovação do Orion Parque Tecnológico mais uma turma da metodologia de acompanhamento. A iniciativa, que terá duração de um mês, visa promover capacitação empreendedora focado no desenvolvimento inicial de startups early stages – aquelas empresas que têm até três anos de atividades.   Através de uma jornada completa, o Programa Galápagos oferece ferramentas, estudos práticos e cases por intermédio de empreendedores que já viveram na prática os desafios e descobertas do desenvolvimento de startups.  “O Galápagos não desenvolve uma habilidade específica, mas fornece o necessário para estruturar o negócio com uma base sólida. O melhor resultado do programa é ver a evolução das startups de acordo com a realidade de cada uma. Seja a consolidação da solução para uma startup em fase de ideação, se esse for o objetivo dela, ou também alcançar as primeiras vendas para negócios que já estão mais avançados”, comentou Gabriel Pimenta, analista de comunidades da Origem, startup que surgiu a partir da Darwin e é focada na realização de programas e cursos para startups desde o estágio inicial até o primeiro investimento. A iniciativa é gratuita para as startups do Orion Parque. Ao todo serão quatro módulos, em 20 horas e oito encontros – presenciais e on-line. As aulas devem durar um mês. As startups participantes já foram escolhidas, com base em critérios do setor de startups e empresas do Instituto Orion sobre quem mais precisa das qualificações no momento, além de ser levado em conta critérios técnicos da Darwin. Todo o investimento do curso, adquirido junto ao SEBRAE, foi bancado pelo Instituto Orion. Serão até 15 startups pré-selecionadas, e cada startup poderá participar com até três sócios/colaboradores. Beer Hub: Validação do problema Startup que venceu a primeira edição do Cocreation Serra,  e que atualmente participa da modalidade virtual do OrionLab, a Beer Hub é hoje um clube de assinaturas de cervejas. \”Tivemos um processo de pivotagem, passamos por mentorias, e chegamos a discutir possíveis problemas. Estávamos sem ideias na nossa startup. Como gostamos de cervejas, começamos a perceber que sempre eram as mesmas cervejas encontradas. A partir daí, fomos ver o mercado e vimos que o problema existia. Fizemos um MVP (Minimum Viable Product ou Mínimo Produto Viável – a versão mais simples de um produto que pode ser lançada), participamos do Cocreation e depois entramos no Orion\”, lembra Salomão Eineck, um dos empreendedores da startup. Para ele, a expectativa com o Galápagos é desenvolver mais ainda a sua ideia de negócio inovadora.  \”A expectativa é grande,  já que estávamos aguardando o Galápagos começar lá em março, mas ele foi adiado por conta da pandemia. Queremos evoluir bastante e acelerar o nosso processo de validação da startup. Acredito que vão ser trazidas ferramentas e bastante insights para que possamos aplicar nessa validação\”, completou. Como funciona? O objetivo principal do Galápagos é desenvolver o empreendedor para que ele tenha mais segurança e um guia de como prosseguir na direção certa. Com uma visão teórico-prática, ele será instruído para analisar o cenário, desenvolver sua ideia e testar os gargalos e o engajamento da sua solução.  Cada um dos módulos é separado em dois encontros: Workshop para apresentação de todo conteúdo e contextualização, com pausa para absorção do conteúdo e aplicação prática de acordo com atividades passadas no encontro. Sessão em grupo para responder às principais dúvidas e ajudar no desenvolvimento dos conteúdos. Confira o cronograma das aulas e dos encontros do Galápagos para as empresas incubadas no Orion: Módulo I – WS Diagnóstico 360: 05/05 (presencial) Módulo I – SG Diagnóstico 360: 10/05 (on-line) Módulo II: WS Validação de Problemas: 12/05 (presencial) Módulo II SG Validação de Problemas: 17/05 (on-line) Módulo III: WS Solução e MVP: 19/05 (presencial) Módulo III: SG Solução e MVP: 24/05 (on-line) Módulo IV: WS Go to market: 26/05 (presencial) Módulo IV: SG Go to market: 31/05 (on-line) Resultados do Galápagos Em 2020, o Galápagos promoveu 13 programas semelhantes, um deles no Orion Parque.  Foram mais de 150 startups impactadas e mais de mil empreendedores participantes. No desenvolvimento do curso, serão repassados conceitos e estratégias  sobre:  Introdução ao mundo das Startups (Lean); Startup, pra valer!; Matriz SWOT; Projeções Financeiras; Metas e Métricas; Definições de Hipóteses e Problema; Validação de Problemas; Como analisar os Dados da Validação; Identificação de Solução; ICP, Segmentos e Early Adopters; MVP de verdade; Avançar ou Pivotar; Precificação e Teste de Mercado; Pitch para Vendas! e Metodologias de Marketing e Vendas. [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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ColetorPro, da Softecsul, é destaque na revista SuperVarejo

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Publicação de âmbito nacional, referência para o setor supermercadista, a revista SuperVarejo destacou o produto da incubada no Orion O ColetorPro, da Softecsul, foi convidado pela revista para opinar sobre a ruptura e sobre as vantagens de um aplicativo para melhor armazenar e analisar dados. A edição de março da SuperVarejo trouxe reportagem sobre como amenizar a ruptura nas gôndolas, com o título “Tecnologia contra Rupturas”. Com dados recentes do setor e opinião de diversas autoridades no assunto, o sócio-fundador e diretor de inovação, Athos Branco, conversou com a revista e mostrou como o ColetorPro pode usar da tecnologia para melhorar os processos e automatizar a gestão de “chão de loja”. Athos comentou sobre otimização dos resultados a partir da tecnologia, além do aplicativo solucionar eventuais problemas com muito mais agilidade e evitar o temor das prateleiras vazias. Atualmente as rupturas podem chegar até 12% do faturamento do supermercado. Ruptura, nesse caso, é não encontrar o produto que o consumidor deseja na gôndola do supermercado. A Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) em seu site traz nove recomendações para evitar rupturas no estoque, e assim ajudar o seu associado.  Confira abaixo um trecho em que o ColetorPro é destaque: \’O ColetorPro é uma solução própria para o sistema Android que transforma o celular numa espécie de coletor de dados, que permite desde a reposição na gôndola até a auditoria e a prevenção de perdas por data de validade no estoque. \”São quatro módulos, cada um com suas particularidades, com um valor aderente à necessidade de mercado. É uma solução prática para supermercados menores\”, conta Athos Branco, sócio-fundador e diretor de inovação da empresa, que é conveniada à Associação Catarinense de Supermercados\’. Para ler a reportagem na íntegra, acesse o site da revista. Com informações Softecsul[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Com planos de inaugurar dentro de um ano, novo prédio da NDD, no Orion Parque, toma forma

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Uma das principais empresas de tecnologia da região, a NDD demonstra forte crescimento e impactos permanentes no nosso ecossistema.  No início de 2019, começou a tomar forma uma das maiores infraestruturas de tecnologia da informação da região serrana. O novo prédio da NDD, empresa lageana e com projeção internacional, especializada na transformação de dados em informações relevantes para facilitar a rotina de empresas, deve ser inaugurado no início de 2022. Na cerimônia de lançamento da obra, em março de 2019, foi destacada a importância macro do projeto:  Estrutura de cerca de 6.000 m², em seis andares; Terreno de 3.691,02 metros quadrados; Investimento estimado em cerca de R$ 10 milhões;  Previsão de lançamento primeiro semestre de 2022; Nas palavras de Valmir Tortelli, presidente da NDD, o objetivo com o novo projeto é ampliar o escopo das ações da empresa, mas ainda permanecendo em Lages. “Queremos permanecer na cidade, desenvolvendo aqui todo seu conhecimento, e ainda queremos entrar em novos países e novas regiões”, comentou ele, na ocasião.  Hoje, a empresa possui uma importância estratégica para o desenvolvimento do ecossistema regional.  Com filiais na Espanha, México, Estados Unidos e África do Sul, além atuação comercial em mais 23 países pelo mundo, a empresa  tem soluções de alta tecnologia e inteligência para documentos fiscais eletrônicos, meios de pagamento de frete e gestão para provedores de outsourcing de impressão (terceirização de todo o processo com impressão e cópias de uma organização). O novo prédio, ao lado do Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, no Orion Parque Tecnológico, será o primeiro prédio exclusivamente empresarial no complexo. Na visita que tivemos a oportunidade de fazer notamos a grandiosidade da iniciativa.  “Antes de termos o prédio pronto já ampliamos a quantidade de colaboradores. Somos mais de 450 especialistas, 20 mil clientes e mais de 400 parceiros no mundo, e isso antes de termos o prédio, que virá para somar e expandir nossas ações. O espaço que atualmente temos ocupado no bairro Sagrado Coração de Jesus, em Lages, deixará de existir, e toda a nova infraestrutura será concentrada aqui”, explicou o empresário.  No novo prédio, a expectativa é que trabalhem até 600 pessoas.   Confira alguns registros do novo espaço, que contará com estacionamento, espaço para convivência e integração, além de infraestruturas externas.     [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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