Orion Parque

Projetos

O papel dos parques científicos e tecnológicos no território – A importância dos parques além de seus muros

Você sabe a diferença a diferença entre os tipos de Parques Tecnológicos que existem? Mais que espaços de convivência, os ambientes de inovação são articuladores de uma dinâmica de conhecimento que ultrapassa as fronteiras de um prédio ou mesmo de uma cidade; aproveite para conhecer ainda mais sobre o Orion Parque e nossos resultados alcançados. Os parques tem um papel a desempenhar no território em que são instalados. Com a globalização, novas experiências foram sendo desenvolvidas visando o desenvolvimento econômico, sendo algumas dessas formas de arranjos locais, os distritos industriais, as incubadoras de empresas e os parques tecnológicos. Os parques são ambientes catalisadores de produtos comercializáveis. O seu objetivos é favorecer a geração de emprego; promover a criação e o fortalecimento de novos empreendimentos de base tecnológica; difundir a cultura e o empreendedorismo; e facilitar a transferência de conhecimento e de tecnologia entre os stakeholders (partes interessadas) envolvidos nesse processo de inovação. Os parques brasileiros devem contribuir de forma relevante para consolidar a formação de uma forte e competitiva “indústria do conhecimento”, bem como para agregar tecnologia e inovação ao setor industrial, agrícola e de serviços já estabelecidos. O sucesso para a implantação e o bom funcionamento dos parques depende de alguns fatores, dentre os quais pode-se citar: o comprometimento dos órgãos do governo (municipal, estadual e federal) e a participação efetiva do setor empresarial, das universidades e de instituições de pesquisa. Os parques têm como missão prover a “inteligência”, a infraestrutura e os serviços necessários ao crescimento e fortalecimento das empresas instaladas no mesmo. Os oito principais benefícios dos parques tecnológicos O Percento Technologies listou oitos benefícios advindos dos parques. 1. Impulsionar a economia2. Fornece espaço abundante para o crescimento3. Incentivar o desenvolvimento de negócios4. Facilitar sessões de treinamento5. Inclusão de tecnologia mais recentes6. Variedade de amenidades7. Promoção de descanso e recreação8. Equipamentos com vários recursos de segurança Conheça mais o papel dos Centros de Inovação! Centros de Inovação são ambientes criados para promover e dar suporte ao empreendedorismo inovador, ajudando a criar e expandir negócios inovadores. Os Centros oferecem serviços que apoiam o empreendedor desde o momento em que o negócio é apenas uma ideia até o momento em que ele está pronto para encarar o mercado, crescer e escalar. O Centros também estimulam a inserção da cultura de inovação nas empresas da região e conectam startups e empreendedores com empresas consolidadas e outros atores importantes. Para operacionalizar esses objetivos, dispõem de serviços como pré-incubação de empresas, incubacão, aceleração, coworking, espaço maker, espaço para eventos e capacitações, espaço para Pesquisa e Desenvolvimento, Marketplace, One Stop Shop, conexão com instituições financeiras e investidores e assim por diante. Esses serviços e atividades são oferecidos diretamente pelo Centro ou por meio de parceiros do ecossistema. Os Centros também fortalecem a cultura da inovação nas organizações locais e conectam os atores do ecossistema regional entre si e com o mundo. Tudo isso para acelerar o necessário desenvolvimento de negócios e organizações rumo à nova economia e ao novo mundo que está se descortinando diante de nós. Saiba mais sobre os conceitos ligados aos Centros de Inovação no livro Centro de Inovação: alinhamento conceitual. Estrutura física 09 salas de reuniões, 04 auditórios, sala de jogos, ampla área de convivência incluindo um deck, cafeteria, coworking e ambiente para videoconferência. Missão Orion Parque  “Criar uma cultura inovadora e empreendedora, articulando ações para ativar o ecossistema de inovação e viabilizar negócios inovadores com alto potencial de crescimento para transformar a economia da região”. Eixos Estratégicos Eixo 1 – Criação, Atração e Desenvolvimento de Novos Empreendimentos; Eixo 2 – Fomento e Qualificação de capital humano para Empreendedorismo, inovação e Competitividade Empresarial; Eixo 3 – Desenvolvimento de Projetos de Cooperação Tecnológica com Instituições de Ensino e Empresas; Eixo 4 – Aperfeiçoamento da Gestão Institucional e Promoção do Centro de Inovação e do Orion Parque. O que já realizamos • Mais de R$ 200 milhões movimentados pelas empresas do Orion Parque; • Mais de R$ 2,5 milhões de recursos captados pelo Escritório de Projetos para ações e empresas do Orion Parque; • Mais de 100 projetos e empresas acompanhadas nos programas de aceleração (Pequenos Negócios/MEls e Projetos Sociais); • Mais de 1000 horas em mentorias, orientações e aconselhamentos realizadas com empresas e projetos; • Mais de 60 empresas vinculadas ao Orion Parque; • Mais de 200 horas de vídeos e conteúdos gerados. Oportunidades Perfeito para você que tem um ideia no papel e precisa de ajuda para fazer acontecer! No OrionLab você recebe acompanhamento e mentorias durante 12 meses para descobrir se a sua ideia tem potencial para se transformar em um grande negócio. Você que já possui uma startup e está na fase de modelagem do negocio ou definição dos processos de operação, a incubadora Épsilon conta com uma metodologia de acompanhamento formada por uma trilha de incubação e mentores especialistas que vão ajudar sua empresa nessa etapa. Sua empresa já está há mais de quatro anos no mercado e você quer desenvolver um novo produto para se manter competitivo? O Edital de Projetos Inovadores é feito para sua empresa receber apoio durante as etapas de criação ou desenvolvimento de um projeto inovador. A sua organização precisa de um ambiente criativo e cheio de oportunidades para que os seus pesquisadores criem inovações? O Edital de PD&I permite que sua equipe faça porte de um ambiente propício à Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação. • Ecossistema de startups; • Rede de mentores e investidores; • Ambiente inovador e criativo. ANPROTEC – Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos de Tecnologias Avançadas.  Parques tecnológicos do Brasil: estudo, análise e proposição. Brasília: Anprotec. 2020. 24p. BARBIERI, José Carlos. Pólos Tecnológicos e de Modernização: notas sobre a experiência brasileira. Revista de Administração de Empresas, v. 34, n. 5, p. 21-31, set-out, 1994. GAINO, Alexandre Augusto Pereira; PAMPLONA, João Batista. Abordagem teórica dos condicionantes da formação e consolidação dos parques tecnológicos. Production, v.24, n.1, p.177-187, 2014. MAGACHO, Lygia A. Magalhães. Parque de Inovação de serviços para as pessoas: metodologias para o planejamento. 2010, 199f. Dissertação (Mestrado)-Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Departamento

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Mantenedor – Turma da Árvore: Expedições

O maior desastre ambiental do Brasil Atenta aos problemas e pensando em soluções, a Turma da Árvore busca ver de perto o maior desastre ambiental do Brasil e unir forças para ajudar o que ainda não pode ser recuperado. Cerca de 32 milhões de m³ de rejeitos foram depositados ao longo de 650 km até a foz do Rio Doce, em Minas Gerais, no encontro com o Oceano Atlântico. Uma das maiores tragédias ambientais evitáveis da história, o rompimento da barragem de Fundão, ocorrido em novembro de 2015, foi o desastre industrial que causou o maior impacto ambiental da história brasileira e o maior do mundo envolvendo barragens de rejeitos, com um volume total despejado de 62 milhões de metros cúbicos. A lama chegou ao rio Doce, cuja bacia hidrográfica abrange 230 municípios dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo, muitos dos quais abastecem sua população com a água do rio. PROJETO MARIANASolução para plantio de árvores em solo contaminado, desértico ou pobre; Mudas encasuladas em vasos de polpa de celulose com barreira vegetal. Os nutrientes proporcionam sobrevida de 3 a 5 anos (depois desse período o casulo se decompõe e é consumido pela árvore). Os casulos (vasos) são 100% biodegradáveis – não agridem o solo. Protege a muda nos primeiros anos de vida do rejeito do solo (até que a árvore tenha força suficiente para atravessar o rejeito e alcançar solo fértil); Fizemos com sucesso um laboratório de plantio de 1,5 hectare durante dois anos. Aldeia Te’Ýikue Marcada por décadas de desmatamentos e vizinha de indústrias agropecuárias, a Aldeia Te’Ýikue, nome guarani que significa “aldeia antiga”, abriga mais de 6 mil indígenas das famílias Guarani-Kaiowá que lutam para preservar sua identidade cultural e os 3.594 mil hectares de terra localizados no município de Caarapó/MS. A TDA desenvolveu um protótipo de moradia que utiliza madeira engenheirada e oriunda de reflorestamento feito para neutralização de emissão de CO², dando a ela um fim útil e social. Esse modelo de moradia, totalmente inovador, pode ser construído em apenas 3 dias. As lideranças da Aldeia aprovaram o sistema e o método. Estamos auxiliando a criação de uma cooperativa Indígena para que eles possam obter os recursos necessários para a construção de 600 casas. Com informações: Turma da Árvore

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Em nova edição, Festival Gastronômico Sabores de Lages traz de volta opções com pratos exclusivos e inéditos

Edição especial do evento, realizado entre os dias 20 de novembro e 10 de dezembro, comemora os 254 anos de Lages; aplicativo O Delivery é a plataforma oficial de pedidos No próximo dia 20 de novembro começa mais uma edição do Festival Gastronômico Sabores de Lages ?. A iniciativa – uma realização do Núcleo de Gastronomia, com apoio da Associação Empresarial de Lages (ACIL) e Câmara de Dirigentes Lojistas de Lages (CDL) – terá novamente o aplicativo O Delivery, desenvolvido pelo Orion em parceria com outras entidades, como ferramenta oficial de entregas durante o período do festival – que vai até 10 de dezembro.  O maior evento gastronômico da Serra Catarinense, o Festival se destaca por oferecer um cardápio diversificado e diferenciado. A combinação de ingredientes e temperos, típicos da Serra Catarinense, dão um toque especial ao prato e surpreendem no sabor. Serão mais de 30 pratos inéditos e exclusivos, com preços fixos de R$ 19,90, R$ 29,90 e R$ 39,90. O Festival também será online. Além do consumo no estabelecimento, haverá a opção de pedidos pelo aplicativo O Delivery, ficando a critério do restaurante a cobrança ou não da taxa de entrega.  Ruan Rangel, diretor do Núcleo de Gastronomia, comenta que existe uma grande expectativa sobre o Festival, devido às condições da pandemia no momento. \”O Festival traz um diferencial e mobiliza toda uma cadeia, desde o produtor até chegar na mesa do cliente. E a nossa expectativa é que superemos todas as edições anteriores, já que não temos eventos presenciais e brindaremos o aniversário da cidade. Assim um festival gastronômico vem muito bem a calhar até porque já temos um nome fortalecido\”, afirma, lembrando que os restaurantes são dos setores que mais foram afetados com o problema de saúde pública. O Festival homenageia nesta edição de fim de ano os 254 anos de Lages, comemorado no dia 22 de novembro. A cada pedido de prato do Festival o participante recebe um selo. Juntando seis selos, é possível trocar por um kit para petiscos frios, exclusivo do Festival Sabores de Lages. Além disso, cada uma das postagens dos pratos contará um pouco da história da cidade. \”Além de se ter essa questão dos brindes do Festival e dos nomes dos pratos, que fazem referência à Lages, a ideia é ter um envolvimento cultural junto, já que todas as postagens nas redes sociais contam algo sobre a cidade, além de valorizarem nossa gastronomia típica local\”, enaltece Rangel. O Sabores de Lages é uma realização do Núcleo de Gastronomia de Lages, com o apoio da Associação Empresarial de Lages (ACIL) e Câmara de Dirigentes Lojistas de Lages (CDL). – Cerca de 2.500 pedidos; – Mais de 2.500 usuários cadastrados; – 73 restaurantes; – Mais de 4.000 opções de bebidas e comidas.  Para Marco Cevey, um dos desenvolvedores da ferramenta, muitas novidades devem chegar ao aplicativo em breve:  “Temos novas funcionalidades sendo desenvolvidas, como poder compartilhar pratos e restaurantes com amigos, além de novos recursos integrando o aplicativo com promoções locais”, destaca. O Núcleo de Gastronomia também parabeniza O Delivery pela trajetória até aqui. \”O Festival é um grande catalisador para O Delivery. Ele impulsiona muito as vendas. Tenho certeza que nesse segundo festival que o aplicativo está participando vai alavancar ainda mais, já que mais pessoas vão fazer o download nos seus celulares. De forma geral os restaurantes estão bem satisfeitos com o app. Estamos num processo de crescimento, e com certeza a gente vai conseguir fazer o aplicativo ser ainda mais sucesso\”, ressaltou Ruan. O Delivery é o resultado de parceria entre CDL, ACIL, Ronnin e Instituto Orion, organização da sociedade civil de interesse público (OSCIP) e gestora do Parque Tecnológico. O Delivery é o primeiro negócio em que o Orion atua diretamente como sócio de parceiros locais e outras entidades. 

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Parceria com polos regionais e compartilhamento de ações: a estratégia de estadualização da inovação em SC

Santa Catarina, estado que cresceu a partir da diversificação econômica regional, cria uma nova dinâmica para desenvolver o setor de tecnologia, independente do grau de maturidade de cada polo. A diversidade econômica e a formação de vários polos regionais marcou a história, a cultura e o desenvolvimento de Santa Catarina. Ao longo do século XX, diferentes segmentos da indústria (metal-mecânica, têxtil, carbonífera, moveleira, agronegócios) moldaram as característica econômicas do Oeste, Serra, Norte, Vale do Itajaí, Sul e Litoral. E se essas regiões pudessem, à época, fazer um intercâmbio de informações e melhores práticas entre si, para entender o que poderia ser replicado e criar conexões entre as diferentes realidades locais? O que não foi possível fazer no passado hoje se tornou uma estratégia para estadualizar iniciativas e programas de desenvolvimento de tecnologia e inovação em Santa Catarina, reduzindo a disparidade regional neste setor. Enquanto algumas regiões do estado já despontam no cenário nacional com ecossistemas em expansão, outras ainda dão os primeiros passos em termos de programas e iniciativas de inovação. Segundo o estudo Tech Report 2020, três regiões – Grande Florianópolis, Vale do Itajaí e Norte – concentram 78,6% do total de empresas de tecnologia e 89,1% do faturamento do setor de Santa Catarina. “Existe uma disparidade de maturidade entre os polos, mas isso é natural. Florianópolis teve que acelerar, porque a vocação econômica local não suportava o setor industrial, então a tecnologia foi o caminho que a cidade encontrou para se desenvolver de maneira sustentável, sem depender da sazonalidade do turismo e também saindo um pouco do setor público”, avalia Iomani Engelmann, presidente da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE). Em termos de estado, comenta, “há um potencial natural se os polos aproveitarem suas vocações e é o que está acontecendo”. O Planalto Serrano e a região Sul do estado são as que percentualmente mais estão crescendo no mercado de tecnologia do estado, aponta anualmente o estudo Tech Report. Outras cidades do interior também se destacam com suas empresas-referência, como Brusque, sede da Hiper, startup de tecnologia para o varejo comprada em 2019 pela Linx; e Concórdia, berço da Compufour, vendida em setembro por R$ 100 milhões para uma multinacional italiana. Uma das formas que a entidade buscou para apoiar o desenvolvimento regional foi estadualizar suas ações, a partir de parcerias com polos locais e do compartilhamento de experiências, metodologias e benefícios às empresas associadas, além de um programa de apoio à governança e captação de receitas. A adesão é crescente: em 2018, a ACATE tinha 117 empresas associadas por meio da parceria com os polos regionais, número que chegou a 230 no final de 2019 e, até setembro, era de aproximadamente 350. REDE DE POLOS REGIONAIS CONVENIADOS À ACATE:  BLUSOFT Médio Vale do Itajaí (Blumenau) NIAVI/ACIRS Alto Vale do Itajaí (Rio do Sul) NUTI/ACII Vale do Itajaí/Litoral (Itajaí) ORION PARQUE Planalto Serrano (Lages) DEATEC Oeste (Chapecó) SOFTVILLE Norte (Joinville) NTI / ACIT Sul (Tubarão) NBT/ ACIC Sul (Criciúma) CITI Brusque ACATE Grande Florianópolis A partir de entrevistas com os diretores regionais, a ACATE está desenvolvendo um mapeamento completo e inédito do ecossistema de Santa Catarina. “Precisamos levar inovação para todo o estado. Algumas regiões já têm um mercado maduro, outras estão em fases bem distintas do desenvolvimento, mas todas essas experiências precisam ser compartilhadas. Por isso estamos fazendo reuniões quinzenais com todos os polos”, comenta Nelissa Branco, vice-presidente de Integração da ACATE e também do Orion Parque Tecnológico, inaugurado em 2016 e que tem sido um ponto de referência para a criação de um ecossistema de tecnologia em Lages. A região Serrana conta com apenas 3% do total de empresas do setor em SC, mas nos últimos três anos tem desenvolvido uma série de programas de inovação envolvendo mercado, comunidade e academia. Hoje o Orion conta com 140 empresas vinculadas, onde trabalham 1,8 mil pessoas, com um faturamento total de R$ 155 milhões e R$ 12 milhões de impostos recolhidos. ENCONTROS ONLINE AJUDAM A CONECTAR EMPREENDEDORES DE TODO O ESTADO O “novo normal” digital tem sido um aliado nesse processo. “Como todos os eventos e encontros agora são virtuais, acabamos conectando empreendedores de todo o estado, por exemplo, para reuniões como as das Verticais de Negócio, que até a pandemia eram somente presenciais. Isto foi um grande diferencial para empresas de outras regiões do estado”, ressalta Nelissa. Há vários programas que foram validados em algumas regiões e podem ser aplicados em outras, como o Entra 21, iniciativa de formação profissional liderada há 15 anos pela Blusoft, em Blumenau, e que capacita cerca de 350 jovens/ano na região. Agora, está sendo estruturado pela vice-presidência de Talentos da ACATE, liderada pelo cofundador da Softplan, Moacir Marafon, para atender outras regiões do estado. “Com o mapeamento, podemos entender o que cada região precisa de acordo com sua fase de desenvolvimento e o que pode ser replicado para cada necessidade. Essa integração e o fortalecimento regional são preocupações que temos para ajudar no crescimento de todo o estado”, diz a vice-presidente. Em Chapecó, por exemplo, o polo local associado DEATEC vai inaugurar em novembro deste ano um Centro de Inovação nos mesmos moldes e conceito do CIA ACATE Primavera, em Florianópolis. “O setor de tecnologia no Oeste fatura R$ 1 bilhão por ano e o total de empresas representa 10% do estado, mas estamos muito espalhados. Nem todos vão se mudar, mas queremos concentrar ações e encontros no local, materializar nosso ecossistema”, diz Sinara Perosa, presidente do Deatec. No Norte do estado, a ACATE levou o programa de inovação aberta LinkLab para o Ágora Tech Park – em uma iniciativa que ajudou a conectar grandes indústrias da região ao ambiente de startups, projeto já consolidado em Florianópolis e que, desde 2019, também roda no município de São José. “Um dos grandes diferenciais do ecossistema de Santa Catarina é que ele está se mantendo descentralizado, aproveitando a vocação econômica de cada região para que os polos de tecnologia também se mantenham diversificados”, conclui Iomani. ECOSSISTEMAS SÃO REGIONAIS, NÃO MUNICIPAIS “Os ambientes globais de inovação não são formados por uma única cidade, mas sim por uma região, como o Vale do Silício e outras referências. Por isso temos que

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Realizado pelo Gênesis, Workshop de captação de demandas mostra desafios de entidades

Integrando setores públicos, privados, acadêmicos e do terceiro setor, workshop de captação de demandas reúne entidades e discute desafios Durante a Semana da Inovação 2020, o Gênesis – Escritório de Projetos realizou dois encontros virtuais para a acolhida de demandas de entidades representadas pelos Conselhos (Administrativo e Estratégico) do Instituto Orion – entidade gestora e coordenadora das ações do Orion Parque.  Graças às demandas e proposições dos conselheiros, que foram colhidas durante o encontro realizado na tarde desta segunda-feira (19), 28 propostas de projetos/demandas entraram no rol de necessidades acompanhadas pelo escritório de projetos.  Exemplos dessas necessidades acolhidas são ideias para coleta de equipamentos de informática antigos para fornecer acessibilidade tecnológica para alunos em vulnerabilidade social; criação de plataforma que conecte projetos de inovação com as empresas do Orion, para fomentar parcerias; desenvolvimento de aplicativo de comunicação de demandas para atendimento à comunidade; mapeamento de ações de educação empreendedora nas escolas de Lages; desenvolvimento de uma plataforma colaborativa de dados regionais, pra citar apenas algumas das sugestões de propostas discutidas. A ideia, por parte da equipe do Escritório, é a de perceber o impacto das necessidades nas organizações. “Queremos entender quais as principais demandas das entidades e, consequentemente, da comunidade que cada uma representa. Ter esse entendimento, sobre como cada ator interage com suas demandas internas e de que forma elas são tratadas é importante para nosso trabalho no Escritório de Projetos”, comenta Raiane Macedo, coordenadora dos trabalhos do Gênesis. Participaram dos debates, em dois momentos, entidades como: UNIPLAC, IFSC, UDESC-CAV, FIESC, Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Lages, CDL-LAGES, Prefeitura Municipal de Lages, Núcleo Educação/ACIL, ACIL, Fundação Carlos Joffre do Amaral, FIESC, ADREL, Câmara das Empresas do Orion, Associação Serrana dos Deficientes Físicos e Fapesc, que fazem parte do Conselho Administrativo. Pelo Conselho Estratégico, participaram Observatório Social do Brasil – Lages, MidiLages/UNIPLAC, SEBRAE/SC, Núcleo da Mulher/ACIL, CISAMA, ACATE, Flex Relacionamentos Inteligentes S/A, ADREL, SENAC, Núcleo de Tecnologia e Inovação/ACIL, IFSC – Urupema, ACIL Jovem e Rotarys Clube Lages. Justamente para tentar dar resposta a essas demandas, que passam por aspectos como busca por voluntários para as ações das entidades ou parcerias com universidades e cursos estratégicos, o Gênesis busca dar continuidade às demandas recebidas.  “As entidades trouxeram dificuldades do seu cotidiano. A grande maioria buscou priorizar, na apresentação, demandas que imaginavam que poderiam ser solucionadas em conjunto. Ficamos muito felizes com esse resultado, porque demonstra o entendimento de todos a respeito do propósito do trabalho, que é a busca contínua pela resolução de problemas, princípio do processo de inovação. Nesse sentido, os workshops foram o primeiro passo de um trabalho maior, que busca justamente estabelecer conexões entre os atores do nosso ecossistema de inovação e possibilitar que se formem laços para a busca conjunta de soluções, seja por meio de projetos ou ações isoladas”, ressaltou Raiane.  Conheça como funciona o trabalho do Gênesis

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Você já pensou em desenvolver um negócio em apenas um fim de semana?

Uma competição entre universidades e universitários, com o desafio de criar uma startup do zero em apenas três dias: esse é o objetivo do Reuni Challenge, evento online que ocorre pela segunda vez este ano, promovido pelo Orion Parque.   Entre os dias 06 a 08 de novembro, a iniciativa permite que os envolvidos tenham realmente a oportunidade de “colocar a mão na massa”, passando por todas as fases de uma negócio real: desde a criação da ideia, e construção de modelos de negócios e validações de hipótese, até a apresentação final para uma banca de avaliadores. Na prática, o Reuni Challenge é uma versão reduzida do Startup Weekend, já realizado no Orion Parque. Durante o evento os participantes recebem ajuda de mentores com experiência de mercado, além de capacitações para superar os desafios da criação de um novo negócio. No fim, a equipe vencedora receberá uma premiação em dinheiro e a universidade vinculada o título de instituição mais empreendedora da Serra e Meio-Oeste Catarinense.    “O desenvolvimento de uma região depende muito do potencial empreendedor das universidades e dos universitários da localidade. Quanto mais contatos com o empreendedorismo, mais chances o estudante tem de desenvolver um novo negócio e colocar em prática os conhecimentos adquiridos durante seus estudos. Por isso, eventos como esse são tão importantes para o desenvolvimento regional”, comenta Raul Capistrano, líder do setor de Programas e Ações do Orion. 

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Expansão dos Centros de Inovação estimulam conexão entre empresas, universidades e sociedade em Santa Catarina

Quando a cidade de Lages, no planalto serrano catarinense, recebeu em 2016 o primeiro dos Centros de Inovação projetados e construídos pelo governo do estado, a região estava distante de ser um polo de tecnologia ou de ter algum “ecossistema” voltado ao desenvolvimento de negócios inovadores. Quatro anos depois, porém, uma série de iniciativas e projetos mudou a perspectiva local, por meio da articulação entre empreendedores, entidades, universidades e sociedade civil, conectados a partir das ações lideradas pelo Orion Parque Tecnológico. “Diferente de outras regiões de Santa Catarina, Lages não tinha nenhum ecossistema de inovação à época”, lembra Nelissa Gevaerd, vice-presidente do Orion. “Hoje, nós recebemos as demandas locais e fomentamos uma cultura de inovação por meio de iniciativas de relacionamento e programas como o CHIMAtalks, Mulheres Connect, o Escritório de Projetos Gênesis e o Reuni, que aproxima startups às universidades – celeiros de ideias que estão no papel, mas que muitas vezes não chegam para a sociedade, para outros empreendedores”, detalha. Só no campus local da Universidade Estadual (Udesc/CAV), comenta Nelissa, são mais de 80 doutores e cerca de “300 projetos desenvolvidos anualmente e que estamos buscando transformar em negócios para fomentar o mercado local”. Nos últimos meses, em função do impacto social e econômico da pandemia, o Centro de Inovação lançou uma chamada pública para ideias de combate à violência contra mulheres, além de dois projetos de aceleração, um voltado ao desenvolvimento de pequenos negócios e outro para iniciativas sociais, que já somaram 100 ideias e o apoio de 20 mentores. Após este trabalho de base nos últimos anos, o Orion hoje conta com 140 empresas vinculadas, onde trabalham 1,8 mil pessoas, com um faturamento total de R$ 155 milhões e R$ 12 milhões de impostos recolhidos, calcula a vice-presidente. “Para o nosso ecossistema, estes números são bem animadores. Tivemos muitos desafios neste início, especialmente a necessidade de fazer muito com pouco. Isso desenvolveu não apenas resiliência, mas também uma metodologia que poderá auxiliar outros centros de inovação que estão começando em Santa Catarina”, resume. Novos Empreendimentos pelo Estado em 2020 Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS) do Governo do Estado, outras seis cidades catarinenses devem ter seus Centros de Inovação inaugurados ainda em 2020: Blumenau, Brusque, Chapecó, Itajaí, Joaçaba e Tubarão, com obras em fase de finalização. Eles se somarão a outros municípios onde há empreendimentos deste perfil em operação, como Florianópolis (que tem uma rede própria de Centros de Inovação), Joinville, Lages, Jaraguá do Sul, Caçador e Videira. Em Blumenau, foram lançados no dia 29 de setembro três editais para ocupação do Centro de Inovação local: um para incubação, outro para projetos de pesquisa e desenvolvimento (P&D) e outro para empresas inovadoras. “Esta estratégia de desenvolvimento a partir do empreendedorismo inovador é uma política pública fundamental. Ela foi certeira em diversas regiões mundo afora e conseguiu modificar a realidade drasticamente, porque gera impactos reveladores”, comenta o diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da SDS, Rafael Meyer. Em São Bento do Sul, as obras estão 60% concluídas e, nos municípios de Criciúma e Rio do Sul, o projeto dos Centros está na fase de planejamento. “Futuramente, queremos chegar às 21 associações de municípios do estado, para ter uma abrangência de atuação regional completa”. Videira, cidade do meio-oeste catarinense, também se integrou à rede de Centros de Inovação a partir de esforços da iniciativa privada. “É inviável o governo construir estes empreendimentos em todas as regiões. Contudo, temos um modelo, um guia de implantação que ajuda a dar as diretrizes e requisitos para ser credenciado e impulsiona um DNA de inovação. Hoje, Videira recebe recursos para empreendedorismo inovador, editais da Fapesc, movimentos de incubação, pré-incubação e ingressou no cenário estadual de redes de inovação”, ressalta Rafael. Outro exemplo nesse modelo é o Ágora Tech Park, em Joinville, projeto do Perini Business Park, inaugurado em março de 2019, que se tornou ponto de referência para o ecossistema da maior cidade catarinense, reunindo entidades como Acate, Fiesc, Sebrae SC, laboratórios de inovação de grandes empresas, aceleradoras, coworking e espaço para eventos. Como forma de articular ações entre a chamada “quádrupla hélice” (mercado, academia, governo e sociedade) e também promover uma integração entre o que é desenvolvido em outras regiões do estado, a Associação Catarinense de Tecnologia vem atuando em parceria com governo do Estado e os polos regionais neste processo de operação e planejamento dos Centros de Inovação.  “Queremos ser um grande articulador destes centros. Alguns já estão prontos, outros na iminência de serem inaugurados. Acreditamos se fizermos isso a seis mãos, envolvendo os polos regionais, a entidade estadual de tecnologia e o governo catarinense, será muito mais produtivo para que as ações tenham efetividade após a entrega do prédio em cada região”, ressalta Iomani Engelmann, presidente da Acate.   Para Rafael, da SDS, “construir um prédio é a parte mais fácil, é preciso ativar o ecossistema com editais, cursos de formação, fazer esse movimento girar. Hoje, 80% de nossa agenda está voltada a estas ações”. Oeste: Integração do Polo Local com Centro de Inovação Em Chapecó, cidade que deverá receber um Centro de Inovação do governo ainda neste ano, o polo local DEATEC também vai inaugurar em breve uma sede própria aos moldes do CIA Primavera, sede da Acate em Florianópolis, que serviu como impulso para a criação de uma rede de inovação com quatro empreendimentos na cidade. O CIAD – Centro de Inovação Acate Deatec tem inauguração prevista para novembro e deve reunir, em um espaço de 1,5 mil metros quadrados e 30 salas, além de empresas de tecnologia e áreas afins, os principais programas voltados ao desenvolvimento de negócios inovadores do Oeste catarinense. Nos números do estudo Acate Tech Report, a região concentra 1.291 empresas de tecnologia (10% do total do estado), que têm faturamento próximo a R$ 1 bilhão/ano. “Temos muitos associados em outras cidades da região, como Concórdia, Pinhalzinho, Xanxerê, Joaçaba, São Miguel do Oeste, entre outras. Este espaço vai ajudar a concentrar nosso polo, trazer pessoas e projetos que estão espalhados pela

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Mantenedor: Dia da Árvore – Turma da Árvore

A Turma da Árvore, mantenedora do Orion Parque, lançou o desafio:  Plante uma Árvore no Dia da Árvore de 2020. Que tal desafiar seu amigo a plantar uma árvore? ? Assim você presenteia sua amizade e o nosso planeta. ? Confira as regras abaixo: 1) Vá ao site www.turmadaarvore.com.br e adote sua árvore por apenas R$ 5,00*. 2) Grave um vídeo de até 20 segundos desafiando a seu amigo a plantar uma árvore, poste nas redes sociais: Facebook e/ou Instagram e utilize a hashtag #DesafioPlante1Árvore. 3) Pronto! Os melhores desafios que adotarem árvores serão publicados nas redes sociais e site da Turma da Árvore a partir do dia 21 de setembro, segunda-feira – dia da árvore. *Leia atentamente os termos de adoção de árvore e Turma da Árvore:  Atenção: Promoção válida de 17/08/20 a 21/09/20. As árvores serão plantadas no dia 21 de setembro de 2020, no Dia Mundial da Árvore. Por causa da pandemia as árvores serão plantadas nos terrenos da Turma da Árvore. Você poderá acompanhar a evolução de sua árvore através da geolocalização, que será enviada após o plantio. Para manter os custos de plantio e manutenção é necessária a renovação dos pagamentos mensalmente no valor de R$ 5,00. Adotando e efetuando o pagamento você já concorda com os termos. O cancelamento poderá ser realizado a qualquer momento, entretanto, o ato de cancelamento importará também na perda do direito de adoção das árvores adotadas. Cancelando a adoção, serão as cobranças mensais vincendas canceladas automaticamente, não havendo qualquer obrigação de devolução das parcelas de adoção já pagas. A adoção não dá o direito sobre cada árvore para fins de exploração comercial, apenas com a finalidade de contribuição com o meio ambiente, reservado à prestadora realizar a manutenção e destinação de acordo com as práticas já adotadas. Para saber mais envie um e-mail para: atendimento@turmadaarvore.com.br Adote sua árvore! Entre em contato com a gente: Facebook: @turmadaarvore Instagram: @turmadaarvore #turmadaárvore #tda #souTDA #TDA #projetosTDA #frutosTDA #abelhasnativas #meldeabelha #reciclo #reciclagemeficaz #adoçãoárvores #sustentabilidade #projetosustentável #meioambiente #ecologia #ecossistema #construçãosustentável #planteárvores #natureza #oceanos #animais #florestas #biodiversidade #fauna #flora #amazônia #mataatlântica#eusouorion #diadaarvore #turmadaarvore #meioambiente #planeta

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Chamada Pública finaliza inscrições com mais de 20 projetos cadastrados e quase 60 voluntários

Encerrada na terça-feira (25), a Chamada Pública aberta pelo Orion para cadastro de ideias e projetos de combate à violência contra a mulher, além de voluntários para as iniciativas, repercutiu na comunidade, engajando ainda mais pessoas na promoção das ações.  Com os números fechados, foram 22 projetos para Ideias e Projetos e 58 voluntários para ajudar nos projetos – nove homens e 49 mulheres.  Dos proponentes das ideias, seis são de homens e 16 de mulheres. Além disso, 61% (13) delas estão na fase de ideação, 35% (8) em projeto elaborado e uma já tem o projeto em execução.  A partir de agora, os projetos passarão por uma Comissão de Avaliação, que analisará as propostas dos participantes conforme os critérios citados no edital, que pode ser visto aqui. Os aspectos analisados serão:  Adequação da Ideia ou Projeto ao tema: Combate à violência contra a mulher; Clareza e objetividade da proposta apresentada; Adequação do perfil aos objetivos e atividades da proposta; Coerências da proposta com o prazo disponibilizado para acompanhamento;  Ao final do processo de avaliação, a Comissão indicará as propostas aceites e aptas a participar do Programa de Aceleração de Projetos Sociais e Acompanhamento. A avaliação será feita em até 20 dias após a inscrição. Na opinião de Evertom Waltrick, do setor de Programas e Ações do Orion Parque, a chamada cumpriu seu papel, trazendo ideias para o enfrentamento do problema na região. “Todos os projetos ou ideias cadastradas estão dentro da temática. Depois da nossa avaliação, cada um dos responsáveis poderão decidir se seguem a metodologia do Reuni, transformando ideias e projetos em negócios sociais, ou se já vão para a Aceleradora de Projetos Sociais Saiph. Dentro das ferramentas que temos disponíveis no Orion, queremos ajudar e ser útil dentro dos aspectos possíveis. A chamada já se encerrou, mas quem quiser ainda participar, de alguma forma, pode procurar o Orion”. 

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Em cerimônia do Governo do Estado, incubadas do Orion recebem recursos do edital Tecnova II

Em cerimônia realizada na segunda-feira (10), em Lages, o governo do Estado de Santa Catarina trouxe importantes entregas para segmentos essenciais, agora em época de pandemia do novo coronavírus. Entre eles, destacam-se importantes recursos para a saúde, a infraestrutura e a educação da região Serrana, além de 28 leitos de UTI exclusivos para o tratamento da doença provocada pelo novo coronavírus. Isso significa mais nove leitos de terapia intensiva para pacientes da Serra, já que serão realocados 19 leitos exclusivos para Covid-19 hoje instalados na parte antiga do hospital. No total, foram apresentados investimentos de cerca de R$ 78 milhões na região. Dentre esses recursos, está o repasse para duas startups incubadas no Orion Parque Tecnológico, contempladas em maio no edital Tecnova II, da Fundação de Amparo à Pesquisa de Santa Catarina (FAPESC).  Com o investimento em desenvolvimento e inovação, a Fapesc repassou recursos para pesquisa e desenvolvimento de duas empresas: a Scienco Biotech, com o projeto de Desenvolvimento de tecnologia inovadora para imunodiagnóstico aviário, dentro da cadeia produtiva de alimentos, receberá R$ 150 mil. Já a empresa Sul Florestas Geo Engenharia Ltda, com a ideia da Plataforma SFMapp, receberá R$ 200 mil. Ambas as empresas estão vinculadas ao Orion no edital de Projetos Inovadores. Na oportunidade a Fapesc também lançou dois editais de chamada pública para o Programa de Apoio a Projetos de Pesquisas para a Capacitação e Formação de Recursos Humanos em Taxonomia Biológica (R$ 160.000,00) e para o Programa de Pesquisa Ecológica de Longa Duração (R$ 200.000,00).  De acordo com André Leonardo Buck, um dos sócios da Sul Florestas Geo Engenharia, esse recurso será fundamental para o desenvolvimento da plataforma, que terá 24 meses para execução e contará com contra-partida da própria startup.   “O Tecnova II foi super importante para aceleração do desenvolvimento da plataforma SFMapp e será, também, na disponibilização dela no mercado”, lembrou. A SFMapp trata-se de uma solução para coleta, processamento e disponibilização dos dados e informações georreferenciadas, para o mercado de florestas plantadas.  Já o \”Desenvolvimento de tecnologia inovadora para imunodiagnóstico aviário\”, da Scienco, é uma nova molécula para diagnóstico imunológico.  Saiba mais sobre o Programa Tecnova II O Programa TECNOVA foi voltado para empresas, independentemente do tipo societário sob o qual fossem constituídas, que se encaixasse em requisitos como: faturamento bruto anual de até R$ 16 milhões; data de registro na Junta Comercial ou no Registro Civil das Pessoas Jurídicas de sua jurisdição até pelo menos seis meses antes do lançamento do edital (abril de 2019); garantia de oferecimento de Contrapartida Financeira mínima de 5%; demonstração de ter efetuado qualquer atividade operacional, não-operacional, patrimonial ou financeira até pelo menos três meses antes do lançamento do edital (julho de 2019) e objeto social que contemplasse atividade compatível com a que será desempenhada no projeto proposto na data de divulgação do presente edital. As propostas deveriam se encaixar nas seguintes temáticas: Tecnologias da Informação e Comunicação; Saúde; Inovação, Diversificação e Competitividade; Cadeia Produtiva de Alimentos; Gestão Pública e Turismo. Dos R$ 7,5 milhões disponibilizados pelo TECNOVA, R$ 5 milhões são financiados pela Finep e os outros R$ 2,5 milhões serão investidos pela Fapesc. Com informações: Governo do Estado de Santa Catarina e FAPESC

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