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Orion Week – #dia 5 – Aceleração de Territórios, impactos da RCCI e Ecossistemas de Inovação pelo estado e Inovação como vetor de desenvolvimento econômico

[vc_row][vc_column][vc_column_text]O penúltimo dia do Orion Week, nesta sexta-feira, foi reservado à Aceleração de Territórios, painéis temáticos sobre os impactos dos Ecossistemas de Inovação nos territórios e debate da Inovação como vetor de desenvolvimento econômico. O Orion Week é um evento gratuito que começou na segunda-feira (21) e tem a programação completa no site plid.in/orionweek, seguindo com atividades até sábado (26), sempre com transmissões no You Tube do Orion Parque.  A palestra de Diogo Machado, sobre Aceleração de Territórios, abriu os trabalhos da tarde. Diogo é co-fundador e líder de marketing na Quiron Agrodigital, startup incubada no Orion que realiza monitoramento de ameaças florestais. Nos últimos anos, Diogo também desenvolveu mais de 60 projetos de posicionamento estratégico para diferenciação de marcas, negócios e ecossistemas, em inúmeros segmentos de mercado. Uma delas resultou no projeto Lages Estreitando Laços.  Na primeira etapa do projeto, ainda em 2019, foi realizada extensa análise de Lages, incluindo levantamento de informações relativas à cultura, população, ameaças e tendências. Essa etapa culminou na atividade de diagnóstico de território, na qual foi possível extrair informações e princípios norteadores para o território. Num segundo momento, foi proposto mudanças de posicionamento, comportamento e place branding para a cidade de Lages, com definições de um propósito único, valores, personalidade, comunicação e estratégias para cada segmento e objetivo do território. \”No trabalho de aceleração de territórios, temos que aos poucos validarmos nossas repostas e mini-entregas que fazemos, porque sem isso não temos um completo entendimento dela. Precisamos definir, selecionar, definirmos objetivos claros, e termos um entendimento do ponto ideal esperado\”, ressaltou Diogo. O trabalho construído em Lages pode ser visualizado, na íntegra, no link: Novos Tropeiros.  Entre os aspectos que Diogo ressaltou como fundamentais para um novo olhar sobre o território, destaca-se a criatividade. \”Criatividade é controle, ela é controlável. Normalmente a gente acha que ela surge do nada, mas não encontra resultados. Criatividade é caos. Esse é o maior fator influenciador de criatividade, e precisamos ter \’acabativa\’, e não só iniciativa\”, exemplificou. No segundo encontro do dia, o painel sobre “A Rede de Centros de Inovação e o desenvolvimento de ecossistemas de inovação pelo estado” teve a participação de Claiton Camargo, Fabio Zabot, Iuana Réus Abella, gerente da Rede Catarinense de Centros de Inovação de Santa Catarina e Clarissa Teixeira, do Programa de Pós-graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento (PPGEGC) da UFSC e VIA Estação Conhecimento,  e Guilherme dos Santos Murara, gerente de formação para profissionais do futuro e negócios inovadores da SDE/SC.  Iuana falou sobre importância do trabalho em rede, que já vem sendo pela rede de Centros há pelo menos 10 anos, marca pela qual o Instituto Orion, gestor do Orion Parque, opera.  \”Os centros tem que trabalhar em rede. Isso desde ei início. Trabalhar em rede significa ampliada capacidades , de forma prática, trabalhando com colaboração. Precisamos desenhar estratégias para cortar caminhos\”, ressaltou. Fabio Zabot lembrou o impacto negativo que fatores particulares podem ter dentro do desenvolvimento da rede de Centros e Ecossistema. \”A gente precisa retirar os egos, essas competições locais que as vezes tem, para ter a maturidade necessária precisamos abrir mão para dar o não, muitas vezes para que não deixem frustrados nossos parceiros do ecossistema\”, ponderou. Guilherme, que veio pela primeira vez no Orion, gostou muito do que encontrou aqui. \”Fiquei contente de conhecer o espaço, imagino que a partir da construção e cada vez mais, da consolidação dele, impulsione outros projetos\”, lembrou. Lançamento de edital da FAPESC Fabio Zabot aproveitou o espaço do Orion Week para fazer uma apresentação especial do novo edital da FAPESC: Edital de Chamada Pública Fapesc nº 24/2021 – Mapeamento do Processo de Desenvolvimento do Ecossistema de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de Santa Catarina. O objetivo da chamada é oferecer bolsas de pesquisa que resultem em trabalhos que de caráter histórico e bibliográfico, que se relacionem  ao processo histórico de desenvolvimento do Ecossistema Catarinense de Ciência, Tecnologia e Inovação, sobretudo nos últimos 25 anos.  Os temas das 25 pesquisas que serão realizadas, oferecidas com recursos pelo edital, versam sobre questões como: A FAPESC e sua jornada de 25 anos; A Rede Catarinense de Tecnologia – RCT; Os Parques Científicos, Tecnológicos e de Inovação catarinenses (Sapiens Parque, ParqTec Alfa, dentre outros); A Rede Catarinense de Centros de Inovação; A FIESC e a inovação na indústria catarinense; Os programas de Pós-graduação das universidades catarinenses; Programas e parcerias com Agências Nacionais de CTI e seus impactos em Santa Catarina (FINEP, CONFAP, CNPq, CAPES, ANA, EMBRAPII, INPI, MCTI, Ministérios, dentre outros); O Sistema ACAFE e sua contribuição para o Ecossistema de CTI; Universidades e Institutos Públicos Federais (UFSC, UFFS, IFC, IFSC) e suas contribuições para o Ecossistema de CTI; As Incubadoras de Empresas em Santa Catarina; Os Núcleos de Inovação Tecnológica (NIT) de Santa Catarina; Os ativos de Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia dentro do Ecossistema Estadual de CTI; A ACATE e sua contribuição para o Ecossistema de CTI; O SEBRAE/SC e sua contribuição para o Ecossistema de CTI; A Fundação CERTI e sua contribuição para o Ecossistema de CTI; Arcabouço legal de CTI (nacional e estadual) e seus impactos em Santa Catarina; A FACISC e as principais organizações empresariais catarinenses; O Pacto pela Inovação de Santa Catarina; Estudo e levantamento de cases da inserção e/ou alavancagem profissional de mestres e doutores bolsistas egressos da FAPESC; A inovação e os entes públicos do estado SC (Governo do Estado, Alesc, MPSC, TJSC, TCE/SC, UDESC, Programas Municipais, dentre outros); Conexões internacionais em CTI de Santa Catarina e os programas da FAPESC; Os principais laboratórios de CTI de Santa Catarina, vinculados a ICTIs; Programas de Pesquisa da FAPESC (mapeamento de resultados e estudo de impactos); Programas de Inovação da FAPESC (mapeamento de resultados e estudo de impactos); Programas de Difusão da FAPESC (mapeamento de resultados e estudo de impactos). Fechando o dia, foi o momento de falar sobre “Inovação como vetor de desenvolvimento econômico”, com Fabio Zabot, Juliano Polese, vice-prefeito de Lages, Gerson Omar dos Santos, presidente da Câmara de Vereadores de

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Últimos dias: inscrições para o Programa Nascer vão até 30 de junho

[vc_row][vc_column][vc_column_text]As inscrições para o Programa Nascer de Pré-incubação de Ideias Inovadoras encerram-se no dia 30 de junho. O objetivo da iniciativa é dar suporte para que ideias passem por um período de pré-incubação e se consolidem como negócios. O programa é uma iniciativa da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Santa Catarina (Sebrae/SC). “Esta é uma importante ação do Governo do Estado realizada pela Fapesc em parceria com o Sebrae/SC. Queremos qualificar os empreendedores para que possam futuramente gerar novos negócios nas diversas regiões do Estado e aproveitar editais de fomento da Fapesc e de outras agências nacionais para subsidiar suas ideias e projetos”, afirma o presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen. “A Fapesc investe nas pessoas de Santa Catarina para gerar a retenção e atração de talentos não só nos grandes centros, mas também no interior do Estado.” As propostas precisam se caracterizar como ideias de produtos (bens e/ou serviços) ou processos inovadores, com potencial para se transformar startups que envolvam a conversão de conhecimento tecnológico em novos produtos, processos ou serviços aptos para a introdução e exploração no mercado. Serão aprovadas até 360 ideias, distribuídas entre 30 cidades-polo, 15 destas vinculadas aos Centros de Inovação (Confira, abaixo, a lista das cidades). As turmas terão no mínimo oito e no máximo 12 proponentes. Cada proposta poderá contar com uma equipe de até cinco componentes. Os encontros, como oficinas, cursos e palestras, serão feitos de modo híbrido (online e presencial). A proposta deverá ser submetida na Plataforma de CTI da FAPESC, sendo obrigatória a disponibilização de um pitch via Youtube: um vídeo de três a cinco minutos, mostrando uma visão geral de uma ideia, produto, serviço, pessoa, ou negócio projetado para atrair rapidamente a atenção e convencer os ouvintes a se interessar no objeto apresentado. “Os selecionados passarão cinco meses em processo de pré-incubação, apoiados por ferramentas, consultoria técnica e mercadológica, mentorias, assessorias e apoio institucional. Basta ter uma ideia inovadora, motivação para iniciar um negócio e mais de 18 anos para participar”, explica Gabriela Botelho Mager, gerente de Tecnologia e Inovação da Fapesc. “Com o Programa Nascer, esperamos cultivar a cultura do empreendedorismo e inovação em todas as regiões de Santa Catarina.” Resultados da primeira edição Na primeira edição, o Programa NaSCer teve duas turmas, com 329 projetos selecionados, alcançando 619 empreendedores. Foram mais de 4,5 mil horas de mentorias. “Esse Processo de Pré-incubação foi determinante para que a gente desse o primeiro passo, foi esse processo de mentoria e suporte que permitiu que a Sete+1 ‘startasse’ com sucesso a nível regional, estadual e nacional”, avalia Patricia Crestani, da Agência Sete+1, Videira. Ademar Tibola, da Latina Control, de Chapecó, afirma que o programa foi fundamental para a evolução do negócio. “O projeto contribuiu significativamente para um melhor planejamento do empreendimento. Durante esse período evoluímos bastante o projeto, mas a evolução pessoal sobre negócios foi ainda maior. Entrar nesse mundo de negócios foi uma experiência incrível e muito enriquecedora.” O diretor superintendente do Sebrae/SC, Carlos Henrique Ramos Fonseca, destaca a importância do programa. “Ficamos muito felizes ao ver esses cases de sucesso, que nos provam que investir em projetos que incentivem o empreendedorismo valem a pena. Parabéns aos empresários que aproveitaram a estrutura e a capacitação oferecidas pelo Programa NaSCer e criaram uma nova empresa, que tem tudo para crescer e se desenvolver.”, comenta. “Ao ver essas ideias saindo do papel, temos a certeza de que cumprimos a nossa missão, que é garantir suporte aos empreendedores para que os seus negócios sigam o caminho do sucesso”. Para o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), Luciano Buligon, o Nascer é um dos incentivos ao desenvolvimento do Estado. “Quando detectamos habilidades específicas em uma pessoa, incentivamos que ela se desenvolva, prospere e cresça. Desta mesma forma, o Estado usa de programas e ações para impulsionar, por meio da inovação, a busca de soluções e novos negócios que gerem riqueza, desenvolvimento, capacitação e consequentemente, emprego. O Nascer é uma destas ferramentas excepcionais no incentivo a negócios inovadores e a abertura de empresas”. Cidades-Polo Araranguá, Balneário Camboriú, Blumenau, Brusque, Caçador, Canoinhas, Chapecó, Concórdia, Criciúma, Curitibanos, Florianópolis, Guaramirim, Itajaí, Jaguaruna, Jaraguá do Sul, Joaçaba, Joinville, Lages, Luzerna, Mafra, Palhoça, Rio do Sul, São Bento do Sul, São Joaquim, São José, São Miguel do Oeste, Três Barras, Tubarão, Videira e Xanxerê. Clique aqui para ter acesso ao edital  Saiba mais sobre o NaSCer Com informações FAPESC[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Orion Week – #dia 3 – Gestão do Conhecimento, Diego Barreto, Mauricio Benvenutti e muito mais

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Nesta quarta (23/06), Gestão do Conhecimento e dois grandes empreendedores passaram pelas lives do Orion Week – evento gratuito que começou na segunda-feira (21) e tem a programação completa no site plid.in/orionweek, seguindo com atividades até o próximo sábado (26), sempre com transmissões no You Tube do Orion Parque.  A primeira live, das 16h, contou com a participação de Cristina Keiko, professora universitária da Uniplac, Rafael Gattino, egresso do Programa de Pós-graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento (PPGEGC), também professor da Uniplac, Frederick Rambush, Oficial na PMSC, que atua diretamente no gabinete do governo do estado, Michel Avila, da Neoway e Luciene de Souza,  analista de gente e gestão da Klabin.  Na oportunidade, Gattino comentou sobre a importância de debatermos a Gestão do Conhecimento ressaltando os diversos locais em que a temática se faz presente,  incluindo o Orion, um dos promotores da Gestão do Conhecimento na região, já que os Parque Tecnológicos são habitats de inovação das cidades.   \”Gestão do Conhecimento trata da gestão e compartilhamento sobre diversas temáticas, principalmente da parte de criação, gestão e organização do conhecimento. São várias áreas de atuantes juntos. É um campo multidisciplinar e interdisciplinar\”, ressaltou o professor. A Gestão do Conhecimento sintetiza o conjunto de tecnologias e processos, com objetivo de apoiar a criação, a transferência e a aplicação do conhecimento nas organizações. O conhecimento e a gestão do conhecimento são conceitos complexos e multifacetados e possuem, ainda, o objetivo de controlar e facilitar o acesso, manter um gerenciamento integrado sobre as informações em seus diversos meios. A professora Cristina Keiko, também egressa do PPGEGC, onde fez seu doutorado, analisou as diferentes estruturas pelas quais gerir dados e informações caminham atualmente. \”Quando falamos em gestão do conhecimentos, ela está posta em diversos locais. O desafio maior está em realmente fazer chegar esse volume de conhecimento científico para que possa ser utilizado pelas organizações.  Atualmente existe muito conhecimento gerado, mas como ele realmente é executado?\”, questionou. Já às 17h, Diego Barreto, vice-presidente de Finanças e Estratégia do iFood, lembrou os desafios de se criar startups e ter um pensamento inovador. Com mais de 15 anos de experiência internacional no desenvolvimento de ideias em diversos setores, e forte histórico em estratégia e desenvolvimento de negócios, levantamento de capital, fusões e aquisições, Diego articula estratégia em colaboração com os principais líderes de negócios, criando alinhamento entre uma ampla gama de partes interessadas. Ele aproveitou para falar do novo livro dele Nova Economia, que revela porque o novo perfil empreendedor está engolindo o empresário tradicional brasileiro.  O livro aproveita para refletir porque a meritocracia de ideias, a diversidade, a inclusão, a sustentabilidade e a transparência radical são fatores determinantes do sucesso das empresas, e quais são os novos modelos de negócios que surgem na Nova Economia, e como adotá-los. \”Estou super feliz, porque esse é um dos livros mais vendidos do Brasil. O brasileiro está sedento por informações que façam com que as pessoas consigam ver caminhos para o sucesso. O que eu busco ser é ser é uma pessoa que incentiva, que fala das pessoas, e da cases brasileiros. Esse é o proposito do livro\”, reconhece Diego. Diego, que também é mentor na Endeavor e na 500 Startups, atua em favor de mais de trinta startups em diferentes países como conselheiro de empresas. Formado em Direito na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, também possui um MBA pelo IMD Business School, na Suíça, e foi executivo sênior da Movile e da Suzano. Ele aproveitou para falar um pouco sobre o processo pela qual as startups conseguem ter potencial de inovação em mercados emergentes, como o Brasil. \”O processo de globalização na economia brasileira igualou a possibilidade dos países conseguirem ter acesso a conhecimento ao mesmo tempo, ao redor do mundo. Quando falamos de nuvem, APIs, quando a gente fala disso tudo, tudo é muito recente, e isso começa a chegar ao país com custo muito barato. Isso faz com que deixamos de precisar de entender contextos mais complexos, que não são tão necessários\”, frisou. Fechando a noite, às 18h30, uma das grandes estrelas do Orion Week fez a seu bate-papo, falando live sobre educação, empreendedorismo e vários assuntos correlatos. O empreendedor Mauricio Benvenutti, direto de São Paulo, lembrou dos perrengues, desafios e oportunidades que o universo do empreendedorismo ajudou ele a ser reconhecido como Personalidade Brasileira de 2017 pelo Congresso Nacional.  Natural de Vacaria (RS), Maurício já esteve em Lages várias vezes.   Escritor, empreendedor, mentor, palestrante e cidadão emérito, Mauricio foi sócio da XP Investimentos, hoje é sócio do StartSe e autor de livros como Incansáveis – best-seller de negócios que está na 5ª edição – e Audaz, lançado recentemente. Esteve no Vale do Silício por três  anos, onde se tornou referência brasileira em inovação. Está lançando um novo livro: Desobedeça.  Falando sobre o contexto da pandemia, Mauricio comentou sobre os desafios da atualidade.  \”A pandemia nos mostrou o quanto podemos obter respostas o mais rápido possível, sem precisar mover montanhas, milhares de pessoas. A gente ainda vive no mundo em que a indústria educacional tem inicio, meio e fim, e na verdade estamos num mundo que o conhecimento é perecível. As pessoas precisam sempre estar se reinventando\” \”Os empreendedores são apaixonados por problemas, e não soluções. É isso que move a construção de algo, e é isso que está por trás de um engajamento que evolui com o tempo. Problemas são o que movem empreendedores. O fato é que eles são apaixonados por problemas, e não por soluções.  De cada 10 startups que nascem no Vale do Silício, 9 encerram em dois anos, por construírem produto que não tem mercado. Se apaixonar por um problema, e encontrar uma dor para resolver, é fundamental, porque 50% dessas nove, ficam pelo caminho por não encontrarem o que resolver, não tendo um público que queira comprar suas soluções\”, constata. O Orion Week segue até sábado (26), totalmente on-line, com transmissão ao vivo no YouTube do Orion Parque.  Amanhã, quinta-feira, será o aniversário dos cinco anos do Orion Parque,

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Orion Parque: Representantes da prefeitura de São Luís do Maranhão conhecem modelo de parque tecnológico referencial em Lages e pretendem implantar ideia em uma das principais capitais do Nordeste

[vc_row][vc_column][vc_column_text]São Luís possui 1.108.975 habitantes, município mais populoso do Maranhão e o 4º da região Nordeste. Sua economia ludovicense está baseada na indústria de transformação de alumínio, alimentícia, turismo e nos serviços.  Um encontro remoto (online) na quinta-feira (17 de junho) conectou as cidades de São Luís, capital do Maranhão, no Nordeste brasileiro, e Lages, o município mais populoso da Serra Catarinense e o maior em extensão territorial de Santa Catarina. A motivação da reunião virtual entre representantes da prefeitura do município nordestino, a 3.700 quilômetros de distância de Lages, e autoridades de Lages, foi o interesse em conhecer o Orion Parque Tecnológico, o primeiro centro tecnológico público de Santa Catarina, de um total de 13 centros tecnológicos planejados pelo Governo do Estado – para Blumenau, Brusque, Chapecó, Criciúma, Florianópolis, Itajaí, Jaraguá do Sul, Joaçaba, Joinville, Lages, Rio do Sul, São Bento do Sul e Tubarão. Inaugurado em 24 de junho de 2016, o modelo de Lages poderá ser implantado naquela cidade do Nordeste, pois, conforme manifestado na própria conversa digital, o Orion Parque é visto como uma experiência que deu certo a ser seguida em outras partes do Brasil. A prefeitura de Lages apoia e presta suporte à estrutura física e de capital humano técnico e intelectual do Orion. Os secretários municipais do Desenvolvimento Econômico e Turismo, Álvaro Mondadori (Joinha), e da Agricultura e Pesca, Thiago Cordeiro; o presidente do Orion Parque, Valmir Tortelli, e o diretor executivo do Orion Parque, Claiton Camargo de Souza, participaram da reunião. O presidente do Orion Parque, Valmir Tortelli, salienta o prazer em o Orion Parque poder servir de espelho e padrão arquitetônico e de gestão para contribuir com o escopo de uma das capitais mais importantes do país. “Notamos de repente que as necessidades são as mesmas, pois as pessoas precisam evoluir e querem tentar buscar algo novo quando se fala em inovação e criatividade. À exceção dos grandes centros, as dores são as mesmas e as pessoas estão cada vez mais procurando serem mais colaborativas, tentando tirar melhor proveito de todo este conhecimento, que é a criatividade dos profissionais. Desde o início da implantação do Orion, conquistamos a confiança e a credibilidade das instituições, envolvendo setores favoráveis e apoiadores ao projeto, convencendo, com otimismo, de que não seria um plano que ficaria restrito ao papel.” Tortelli complementa: “Percebo que nós podemos ajudar outros municípios e, com esta experiência do Orion, de sermos diferenciados e criativos em um ambiente preparado para isto, tornando Lages um exemplo de tecnologia e inovação, o que tradicionalmente não era sua vocação. Nós fomos nos adaptando e estamos mais maduros para colaborar com outros centros e intenções de novas construções, em plantas arrojadas e ousadas, com a qualificação de mão de obra e aperfeiçoamentos.” O diretor executivo do Orion Parque, Claiton Camargo de Souza, analisa o alcance da visibilidade do Parque Tecnológico serrano, uma vitrine nacional. “O que nos dá mais orgulho é o fato de o Maranhão buscar a nossa experiência, uma capital buscando uma prática positiva de uma cidade de interior. Sabemos como foi desafiador o Orion chegar até onde está hoje e como foi difícil ‘startar’ este projeto. Hoje temos know-how para auxiliar as cidades com nossos conhecimentos. Porém, temos ainda uma vastidão para aprender. Acredito que estas conexões nos dão a certeza que temos bastante trabalho a desenvolver. Obviamente, a gente tem um legado que nos abastece significativamente para trabalhar.” Fôlego financeiro e geração de postos de trabalho. Estas são algumas das vantagens do Orion Parque. “As empresas residentes, ou seja, instaladas hoje dentro do Orion, mesmo com as dificuldades causadas pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19) em 2020, atingiram faturamentos surpreendentes. Já são R$ 11 milhões. As empresas de ecossistema de tecnologia e inovação, que circulam ao redor deste ambiente, faturaram R$ 170 milhões. Além da potência tecnológica e de informação, as empresas movimentam o desenvolvimento econômico de Lages e geram retorno tributário e em forma de empregos. Fatores para serem celebrados. O Orion Parque concebeu moldes a serem multiplicados em todo o país, com ideais em comum. A capital do Maranhão, São Luís, é um dos municípios a embalar estas premissas de contemporaneidade e dinamismo.” O secretário da Agricultura e Pesca, Thiago Cordeiro, comenta ser ímpar “poder participar destas conversações com ‘feras’ da tecnologia e inovação. Temos de somar para aprender. Ninguém consegue fazer nada sozinho, São Luís do Maranhão é um lugar maravilhoso e bem-vindo”. Você conhece o Orion? Primeiro parque tecnológico da Serra Catarinense, o Orion possui o primeiro Centro de Inovação da rede de Santa Catarina. Este polo da Associação Catarinense de Tecnologia (Acate) é o principal vetor de transformação criativa e tecnológica da região serrana. Em menos de cinco anos são mais de 50 empresas e startups de diversos segmentos, que juntas já faturaram mais de R$ 200 milhões. São mais de R$ 160 milhões de faturamento em empresas vinculadas ao ecossistema do Orion; faturamento superior a R$ 10 milhões, por empresas residentes; mais de R$ 2,5 milhões em recursos captados para o Parque Tecnológico, e mais 100 projetos assistidos em programas de aceleração (pequenos negócios/Microempreendedores Individuais – MEIs e projetos sociais). Mais sobre São Luís e a região metropolitana Localizada na Ilha de Upaon-Açu, São Luís do Maranhão é a única cidade brasileira fundada por franceses, em 8 de setembro de 1612. Está localizada no Nordeste do Brasil a 2° ao Sul do Equador, estando a 24 metros acima do nível do mar. Uma das três capitais brasileiras localizadas em ilhas – as outras são Florianópolis e Vitória, no Espírito Santo. Possui 1.108.975 habitantes (estimativa de 2020, do Censo/Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE). Município mais populoso do Maranhão e o 4º da região Nordeste. A capital maranhense tem um forte setor industrial por conta de grandes corporações e empresas de diversas áreas que se instalaram na cidade pela sua privilegiada posição geográfica entre as regiões Norte e Nordeste do país. Seu litoral, estrategicamente localizado bem mais próximo de grandes centros importadores de produtos brasileiros, como Europa e Estados Unidos, permite economia de combustíveis e redução no prazo de entrega de mercadorias provenientes do Brasil pelo Porto de Itaqui, que é o segundo mais

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Orion Week – #dia 2 – LGPD, Comunidades de Startups, Projetos de Impacto e muito mais

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Hoje foi mais um dia cheio de informação e muito conteúdo no Orion Week: LGPD, Comunidades de Startups e Projetos de Impacto. Essas foram as temáticas de três lives realizadas dentro da iniciativa que contou com a participação da comunidade envolvida com o ecossistema de inovação do estado de Santa Catarina, além de inovadores, empresários e estudantes. O Orion Week começou na segunda-feira, tem inscrições gratuitas, e programação completa no site plid.in/orionweek, seguindo com atividades até o próximo sábado (26), sempre com transmissões no You Tube do Orion Parque.  Na primeira live, às 16h, o empreendedor Salomão Eineck, da Beer Hub, Daniela Machry, da Lis Consultoria, Thiago Schütz, sócio fundador da Silva Schütz Advogados e Thaynara Rodrigues Bernardo, fundadora e CEO da Dataguide e Fernando Bousso, da Baptista Luz Advogados comentaram sobre os impactos da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).  A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (nº 13.709/2018) regulamenta as atividades de armazenamento de dados pessoais de clientes de empresas. Ela também altera os artigos 7º e 16º do Marco Civil da Internet. A LGPD garante segurança ao cliente e às empresas, porque praticamente todos nós fazemos transações on-line ou mesmo disponibilizamos dados ao estabelecermos trocas comerciais. O texto da lei prevê devolver ao titular dos dados um controle sobre o que é feito com seus dados pessoais, ou mesmo sobre como algo é feito sobre esse bem individual que nós temos.  A LGPD foi sancionada em setembro de 2020, e multas e penalidades serão aplicadas a partir de agosto de 2021.  \”A LGPD pode trazer regulamentações diferentes para pequenas e médias empresas. O nível de complexidade naturalmente é menor, mas quando pensamos nas diferenciações, uma empresa menor e startups, é importante que a a velocidade dela seja compatível, destacando a necessidade de terceirização dos serviços, que pode ser um serviço a mais disponibilizado. Recomendo que empresa menores tenham em consciência os principais pontos da LGPD, para que eles sempre pensem em privacidade desde o início da operação\”, ressaltou Thaynara. Às 18h, foi o momento de falar sobre Comunidades de Startups, com  Vitor Kuster, Andressa Machado , da comunidade Costa Valley, do litoral norte catarinense, e Danilo Picucci.   Empresário norte-americano, Brad Feld definiu comunidades de startups como “grupo de pessoas que – por meio de suas interações, atitudes, interesses, objetivos, senso de propósito, identidade compartilhada, companheirismo, responsabilidade coletiva e administração do lugar – estão fundamentalmente comprometidas em ajudar os empreendedores a ter sucesso”.  Vitor é um dos entusiastas de Lages que lidera a iniciativa da comunidade de startups Pixurum, em Lages, e lembrou da importância de se falar sobre isso na região.   \”Já conseguimos avaliar alguns \’parâmetros\’ de pessoas, mas não existe um perfil específico de pessoas que podem querer participar de comunidades de startups.  O trabalho de comunidade é algo extremamente humano, e qualquer pessoa que queira participar pode fazer parte\”, atesta. Danilo é gerente de comunidades da Associação Brasileira de Startups (AB Startups), entidade que promove e representa as startups brasileiras, trabalhando para tornar o país uma das cinco maiores potências em inovação e empreendedorismo tecnológico. \”A meu ver, existem três níveis de pessoas envolvidas. Um primeiro nível que é a pessoa curiosa, que participa e comenta dos eventos que existem. Num segundo nível, tem aquelas que são apoiadoras, que estão envolvidas, e ajudam a comunidade pontualmente, quando necessário. E finalmente tem os líderes de comunidade, que lideram iniciativas e fazem isso a longo prazo\”, frisou Danilo. Na sequência, para fechar o dia, o papo foi sobre Projetos de Impacto, com Pedro Ceron, publicitário, Silvia Oliveira, do projeto Lixo Orgânico Zero, Sueli Kraus, professora Universitária e Julia Victória Moura .  Projetos sociais (ou de impacto) são aqueles projetos sociais que tenham como base ajudar a comunidade, ou ajudar um tipo de pessoa, ou setores, que estão em vulnerabilidade, ou que não estão assistidas de forma ideal pelo poder público. Além de membro da comunidade LGBTQIA+, Julia criou seu primeiro negócio virtual aos 14 anos, se encantou pelo mundo digital, levando esse entusiasmo para a política, trabalhando também em agências de publicidade. Depois de participar de um bootcamp de Growth Hacking (crescimento de negócio, com base na construção de melhores práticas a partir de hipóteses e experimentos) na Gama Academy, que a transformou como pessoa, passando a fazer parte do mundo das startups. \”Eu fui um menino LGBT, com vulnerabilidade financeira, e pude conhecer várias pessoas com quem pude ter contato, e vi que todos queriam fazer a diferença em suas comunidades. Preconceito é algo que, infelizmente, sempre existiu. Cheguei até a ser vítima de uma tentativa de assassinato. Trabalhar a diversidade é algo a ser feito. Temos um contexto que merece ser trabalho de várias formas, para superarmos a diversidade\”, comentou ela. Professora universitária, Sueli Kraus encontrou na Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares – ITCP da Uniplac uma forma de rever aspectos da vida pesssoal. \”Quando vim para a Universidade, conheci a incubadora, voltada para um público de empreendimentos informais, e consegui enxergar aquele reconhecimento, aquela bagagem que eu tinha, e aos poucos fui aprendendo um pouco mais, tanto em questões ambientais como sociais. Podemos viver com muito menos, com foco na administração, foco na produtividade. A minha história nasceu disso, foi uma sementinha plantada\”, lembrou.  O Lixo Orgânico Zero é um projeto que tem parceria firmada com o Orion Parque desde 2019. Além da gestão, o Parque Tecnológico auxilia no desenvolvimento do projeto, fazendo também a avaliação dos trabalhos, com seminários, reuniões, pesquisas na comunidade e trabalhos interativos. \”A gente sabe que falar de inovação e tecnologia é o momento. Não só falar, mas também fazer. Nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), o item 17 fala que precisamos buscar parcerias. E isso é fundamental.  Quanto mais a gente conseguir falar sobre o assunto, quanto mais a gente buscar conhecimento, organizar as ideias, planejar, elaborar, buscar parceiros para essa construção, é fundamental\”, afirmou Sílvia. O Orion Week segue até sábado (26), totalmente on-line, com transmissão ao vivo no YouTube do Orion Parque, trazendo muito conteúdo

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Com evento estadual, Orion Week fomenta e desperta o ecossistema de inovação na região

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Em seis dias de evento, Orion Week engaja a comunidade promovendo o ecossistema de inovação na região serrana, em palestras, painéis temáticos e um Demoday, com apresentação de algumas startups do Orion para potenciais investidores. Com a proposta de articular mais ainda o ecossistema regional, promovendo o desenvolvimento da Serra catarinense e buscando ser ponto de referência em inovação e conexão para o pensamento inovador, reconhecido e integrado com a comunidade, o Orion Parque Tecnológico completa neste dia 24 de junho de 2021 cinco anos da inauguração do Centro de Inovação de Lages – Luiz Henrique da Silveira. Em 2021, na comemoração do quinquênio, o Parque Tecnológico promove o Orion Week, com o objetivo de desenvolver um evento referência no estado de Santa Catarina quando se fala em inovação de Centros e Parque Tecnológicos, promovendo o ecossistema regional. O evento será totalmente on-line, com transmissão ao vivo no  YouTube do Orion Parque, trazendo muito conteúdo em palestras, painéis temáticos e um Demoday, com apresentação de algumas startups do Orion para potenciais investidores. Queremos incentivar a integração de gestores dos Centros de Inovação, profissionais, empreendedores, agentes públicos e comunidade, encurtando as distâncias para impulsionar o compartilhamento de informações e conhecimento científico, desenvolvendo cada vez mais os habitats de inovação e, consequentemente, a economia de cada região. A expectativa, além de construir ambiente de reconhecimento das ações realizadas pelo Orion em cinco anos de atividades, e de projeção dos próximos anos enquanto polo regional e habitat promotor de inovação regional, é fortalecer ainda mais o Orion Parque – polo precursor da Rede Catarinense de Centro de Inovação – no âmbito estadual, e também polo regional da ACATE. \”Nossa proposta com o Orion Week é integrar o ecossistema de inovação e empreendedorismo do estado, colocando em pauta temas que são importantes para a toda a rede de centros de inovação, para os empreendedores, founders, acadêmicos e pesquisadores, além, é claro, de marcar os cinco anos de operação do Orion.\” comenta Raiane Macedo, Consultora de Inovação FAPESC no Orion Parque. Um dos grandes objetivos é difundir e democratizar as boas práticas da gestão operacional e gestão do conhecimento dos Centros de inovação, das Redes e do Ecossistema de Inovação, estimulando as atividades de desenvolvimento e articulação e governança, incentivando a integração de gestores dos centros de inovação, profissionais, empreendedores e agentes públicos e das experiências produzidas, dessa forma encurtando as distâncias e promovendo o compartilhamento de informações, conhecimento científico e desenvolvimento de habitats de inovação. O evento oportunizará a participação de acadêmicos, empresários, entidades governamentais e da comunidade, de forma a abranger o máximo possível de atores envolvidos no ecossistema e com potencial empreendedor e de inovação. Desde já contamos com o prestígio e colaboração de demais entidades promotoras do ecossistema de inovação da região, como universidades, Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE), Rede Catarinense de Centros de Inovação, Secretaria de Estado da  Prefeitura e para que juntos alcancemos um grande impacto no Ecossistema como um todo. O Orion Week é uma realização da Prefeitura de Lages, Governo do Estado de Santa Catarina e Fapesc, com apoio de Turma da Árvore, AT Plus Telecom, ACATE, Rede Catarinense de Centros de Inovação e ImagemTV. Inscreva-se no site do evento: plid.in/orionweek Confira a programação: [/vc_column_text][vc_column_text][/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Solucionando problemas do pós-colheita, Grain Solution inova projetando mercados emergentes

[vc_row][vc_column][vc_column_text]As soluções desenvolvidas pela Grain Solution impressionam pela sutileza, e demonstram como ferramentas simples, mas bem pensadas, impactam positivamente em negócios em que os processos de inovação costumam ser lentos e pouco dinâmicos.    Gerar economia, num setor em que a competição pelo menor preço é acirrada, com margens extremamente baixas: essa é a estratégia de uma das mais criativas e promissoras startups que estão incubadas no Centro de Inovação do Orion Parque Tecnológico.  A Grain Solution surgiu da cabeça de dois jovens empreendedores: Roger Briskiewicz, engenheiro mecânico, e Nicolau Chupil, administrador. Ambos perceberam que o mercado do chamado pós-colheita de grãos ainda vive um atraso de anos, quando comparado com o impacto positivo da tecnologia no setor de plantação e colheita de grãos no país.  As soluções desenvolvidas pela Grain Solution impressionam pela sutileza, e demonstram como ferramentas simples, mas bem pensadas, impactam positivamente em negócios em que os processos de inovação costumam ser lentos e pouco dinâmicos.    Uma das ideias desenvolvidas é um centralizador de fluxo, que evita a sujeira, geração de pó e desperdício de material no carregamento e movimentação de grãos.  “O centralizador veio de uma ideia de fazermos um equipamento mais simples, estático, sem nenhum tipo de parte móvel. Conversamos e chegamos à conclusão que tínhamos que achar alguém para fazermos os testes, depois do produto já pronto. Não sabíamos se ele ia funcionar, da forma como imaginávamos. Então fizemos melhorias, fizemos as modificações, para chegar nesse equipamento que temos hoje, e conversamos com uma empresa parceira nossa, que no nosso caso funciona como se fosse um laboratório de testes de produtos”, comentou Roger, diretor de tecnologia da startup.  Caminhões com 30 toneladas geram em média 50 kg de perdas de grãos e finos voláteis, por carga. O equipamento desenvolvido – e já patenteado pela Grain Solution – é dinâmico e autossustentável, minimiza o desperdício e geração de pó no carregamento de grãos. Em outro ponto, e graças ao centralizador, aspectos econômicos, sociais e de meio-ambiente são uma grande vantagem para os utilizadores, já que eles reduzem a manutenção, não necessitam de ligações elétricas, hidráulicas ou pneumáticas e são muito mais baratas que soluções semelhantes internacionais. “Pegamos um produto já existente e promovemos uma série de modificações. O equipamento que temos hoje é dinâmico, que tem partes móveis e  correntes de sustentação. Fizemos um MVP (Produto Minimamente Viável, ou seja, um produto com o mínimo de recursos possíveis, desde que (em sua totalidade) mantenha sua função de solução ao problema para o qual foi criado) clássico, bem simples, o negócio mais fácil possível. Sem nenhum item de manutenção, bem prático, que não dê nenhum tipo de problema”, ressaltou Roger.      Roger comenta que as parcerias são fundamentais para a continuidade das ações, e desde o início elas foram fundamentais para concretizar os equipamentos criados.  “Conseguimos parcerias, para fazermos testes e depois projetarmos o produto. Felizmente deu tudo certo. Como era em outras cidade, voltamos para Lages, fizemos o projeto, desenhamos tudo aqui, nós mesmos fabricamos, cortamos as peças, e fizemos na churrasqueira da casa do Nicolau. Esse primeiro centralizador foi feito dessa forma, artesanalmente. Hoje podemos terceirizar toda a nossa produção, e graças a isso podemos projetar um crescimento muito bom. Às vezes se investe muito tempo para desenvolver uma cultivar que ofereça duas sacas a mais por hectare, mas na hora de secar, armazenar e expedir,  se perde uma saca, por exemplo. A agricultura às vezes está no 5.0 e o pós-colheita ainda está muito para trás”, finalizou.    Semáforo indicativo da operação Outra dor que chamou a atenção dos empreendedores foi como a expedição e os caminhoneiros realizam a carga dos caminhões nos serviços de beneficiamento de sementes. O procedimento é complicado, e exige atenção de todos os envolvidos.  Com sinaleira de carregamento criada pela Grain Solution,  o  processo de escoamento é mais seguro e fácil de fazer, solucionando dificuldades no momento em que o caminhão é enchido. Feita em luzes de LED, com durabilidade de 55 mil horas de uso, o equipamento é operado por controle remoto ou aplicativo para Android, ou iOS, e tem eficiência comprovada. O semáforo possui quatro cores de sinalização com legenda na parte inferior. “Quem mais nos auxilia nessa parte de leitura do problema é o pessoal da operação. Eles sabem muito das dificuldades. Se no local do trabalho tivesse algo bem claro mostrando que o caminhão tem que ir para frente, ou tem que recuar, ia se tornar muito mais seguro, porque a maior parte desses operadores ficam no alto de estruturas, e ficam se movimentando ali. Com o sinaleira que desenvolvemos, eles só precisam ficar com o controle remoto operando o semáforo, remotamente, mudando as cores, sem necessidade de gritar ou falar mais alto”, afirma Nicolau Hiroshi, diretor-comercial da Grain Solution.  Além desses dois, a empresa conta ainda com um exaustor de poço – equipamento para resolver problemas na manutenção em poços de elevador e túneis, realizando a exaustão de particulados finos voláteis em suspensão no ar e gases nocivos existentes no ambiente.  Aposta no futuro, com pensamento em gerar mais conhecimento  Sempre viajando para visitar clientes e prospectar novos mercados, os empreendedores lembram o quanto o mercado pode ser receptivo com as novidades existentes hoje no mercado. A expectativa, a partir de agora, é incrementar o portfólio com novas ideias de equipamentos que melhorem a vida do produtor no pós-colheita.  “Temos uma série de produtos voltados para a agroindústria, que vão seguir na mesma linha. São ideias como a rosca varredora de silo automática, além de vários equipamentos que vão seguir. Já temos quase 40 equipamentos instalados, e nós estamos conseguindo clientes muito bons. Temos atualmente equipamentos em SC, no RS e no MT, essa entrega é muito positiva”, afirmou Roger. Roger e Nicolau, empreendedores da Grain Solution Conheça mais sobre o centralizador de fluxo Conheça mais a Sinaleira de expedição https://www.youtube.com/watch?v=lvdA4XcR6wE[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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IFSC Lages oferece consultoria gratuita para empresas da região; startups do Orion podem se candidatar

[vc_row][vc_column][vc_column_text] Até o dia 15 de maio, o IFSC Lages oferece a Micro e Pequenos Empreendedores (MPEs) e Empreendedores Individuais (MEIs) de Lages e região a possibilidade de recebimento de consultoria gratuita do Câmpus Lages. A ação faz parte do escopo do edital IF Mais Empreendedor, que selecionou três projetos do câmpus para auxiliar no atendimento, apoio e orientação nas áreas de branding (marcas), marketing e estratégias para vendas em agronegócio.  Serão 15 empresas ou empreendimentos atendidos, sendo cinco em cada um dos três projetos. No projeto Startups: go ahead, startups vinculadas ao Centro de Inovação de Lages – Luiz Henrique da SIlveira, no Orion Parque Tecnológico, terão atendimento preferencial. Os interessados devem possuir CNPJ e serão analisados os ramos de atuação das organizações e a suas justificativas em relação aos objetivos gerais que deverão ser alcançados pelos projetos e estabelecida uma ordem de classificação. As empresas poderão se candidatar em mais de uma modalidade. Os resultados serão divulgados depois do prazo final das candidaturas.  Para o líder de startups e empresas do Orion Parque, Hemerson Schenato, a iniciativa traz grandes benefícios para a articulação do ecossistema na região. \”É muito interessante ver a aproximação da academia, que pode nos traz grande know how em áreas fundamentais para as nossas empresas incubadas e inseridas no Orion Parque. Para nós isso é totalmente válido\”, afirmou.   Saiba mais sobre cada um dos projetos Startups: go ahead: coordenação da professora Larisse Kupski. \”As startups, assim como a maioria das pequenas empresas, normalmente têm alta taxa de mortalidade, por estarem em estágio inicial. Com a pandemia ficou mais difícil ainda sobreviver, pois muitas precisaram de uma adaptação ao mercado rapidamente, algumas tendo que mudar até seu escopo inicial. O nosso projeto prevê para essas empresas uma consultoria em ações mercadológicas, analisando ambientes interno e externo, mercado consumidor e buscando um melhor posicionamento dessas empresas frente aos novos desafios\”, conta Larisse. Ao final as empresas receberão um plano de apoio feito a partir da análise do ambiente. O projeto pretende atender microempreendedores individuais (MEI), microempresas (ME) ou Empresas de Pequeno Porte (EPP) vinculados, preferencialmente, ao Centro de Inovação de Lages Orion Parque Tecnológico. Segundo Larisse, a escolha pelo Parque Tecnológico como ponto de partida para a articulação com startups da região foi estratégico. “Quando a gente pensou nas startups, a gente já pensou no Orion como um parceiro, que é vizinho ao IFSC. A gente já está acostumado a participar, inclusive de ações e atividades propostas, pelo Orion. Dois desses projetos estão vinculados ao LIDERE, que é o Laboratório de Inovação em Desenvolvimento Regional e Empreendedorismo, que está sendo estruturado agora em 2021, com uma cooperação que nós temos com o próprio Parque”, completou.   As ações efetivas devem oferecer suporte a professores e bolsistas que, a partir do suporte de ferramentas de gestão, terão a capacidade de verificar mudanças significativas ocorridas no mercado de atuação da empresa em virtude da pandemia e propor soluções inovadoras para subsidiar futuras tomadas de decisão por parte dos mesmos. As empresas atendidas pelo projeto serão, preferencialmente, startups ligadas ao Orion Parque Tecnológico que atravessam um período extremamente arriscado (os anos iniciais de funcionamento da empresa) e que foi agravado pelas incertezas mercadológicas trazidas pela pandemia. O projeto almeja auxiliar as empresas em seus desafios mercadológicos, compreendendo especialmente os reflexos da pandemia da Covid-19 nesses processos. Assim, a construção de estratégias mercadológicas, considerando os desafios sociais e econômicos decorrentes da pandemia se mostram relevantes.  “O projeto é mais amplo, focado numa consultoria na área de marketing que pode, durante a análise ambiental junto à empresa, determinar que o que a empresa precisa é melhorar a sua gestão da marca e também precisa de um branding book, que é um guia para as suas marcas, ou produtos da empresa. De toda forma, pode ser que, durante a análise ambiental, outras deficiências de marketing sejam consideradas mais importantes. e aí a empresa receba uma consultoria na área de canais de distribuição, de definição de produto, de precificação, ou outra questão relacionada ao marketing” comentou Thiago Meneghel, um dos professores envolvidos na iniciativa.  Nesse sentido, os resultados esperados são o de permitir uma organização ou reorganização da empresa em relação ao seu mercado-alvo permitindo que as relações mercadológicas afetadas pela pandemia sejam minimizadas e o relacionamento entre a empresa e seus clientes (atuais e potenciais) seja fortalecido no curto, médio e longo prazo. LIDERE BRAND: marcas locais, estratégias globais: coordenação do professor Thiago Meneghel. O objetivo do projeto é propor soluções para a gestão da marca de produtos típicos da Serra Catarinense afetados pela pandemia da Covid-19, em especial, o queijo artesanal serrano (que recebeu a concessão da Indicação Geográfica – IG “Campos de Cima da Serra” na modalidade Denominação de Origem – DO pelo INPI durante a pandemia), os vinhos de altitude e a manufatura do couro. \”Queremos sugerir ações na área de gestão de marcas, especificamente em empresas de produtos típicos regionais, como as de queijos serrano, vinhos de altitude e produtos manufaturados de couro. Em especial o queijo, que recebeu em março a identificação de origem (geográfica) que é um selo dado pelo INPI, justamente quando iniciou a pandemia, em março de 2020. Então, o projeto pretende trabalhar com a criação e reputação dessas marcas. Ao final de seis meses queremos entregar a essas empresas um brandbook, um manual de gestão da marca\”, explica Thiago. Estratégias de cadeias curtas de comercialização para pequenas e médias propriedades agrícolas familiares da Serra Catarinense, como alternativa à superação de crises provocadas pela pandemia COVID-19: coordenação do professor Fernando Domingos Zinger. \”O objetivo é ensinar algumas estratégias. Por exemplo, como um agricultor pode fazer um delivery? Esse foi um dos pontos levantados pelos agricultores da Rede Ecovida. A maioria deles era feirante e de repente se viu com essa necessidade de entregar os produtos aos comércios e consumidores. A capacitação será virtual durante a pandemia e queremos ajudá-los a trabalhar com as novas tecnologias para que consigam se comunicar, criar uma rede de clientes

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Vice-prefeito de Lages e conselheiro falam sobre ações de transformação digital em evento da Rede Cidade Digital

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Painel da Rede das Cidades Digitais da Grande Florianópolis e Região Serrana, que teve a participação de Lages, destacou, entre outros assuntos, pontos estratégicos do Orion Parque Tecnológico para a cidade e região. Como prefeituras planejam desenvolver as cidades a partir de investimentos em tecnologia? É o que prefeitos e gestores públicos trataram em encontro on-line promovido pela Rede Cidade Digital na manhã desta terça-feira (11/05).  A proposta do Webinar foi trazer soluções e informações às Prefeituras que contribuam com o processo de modernização da máquina pública e atenuar os resultados negativos da crise do coronavírus nas cidades, colocando a tecnologia, cada vez mais, como essencial  para o monitoramento e acessibilidade dos serviços municipais prestados. O painel contou com prefeitos, especialistas, empresários e gestores públicos, além de representante do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação e Comunicações, e pode ser revisto neste link:  Na oportunidade, dois conselheiros do Orion Parque Tecnológico participaram do encontro: Juliano Polese, vice-prefeito de Lages e Conselheiro Administrativo, pela Prefeitura Municipal, e Marcos Lichtblau, superintendente de Ciência, Tecnologia e Inovação de Florianópolis, conselheiro estratégico do Orion Parque pela ACATE, entidade onde também foi vice-presidente de finanças. Juliano comentou sobre a experiência de Lages ter sido sede de evento da Rede de Cidades Digitais, em abril de 2018, realizado no Orion Parque, reunindo representantes de cerca de 100 cidades.   “Temos exemplos práticos na nossa cidade, como o Orion Parque, que foi criado para fomentar a tecnologia e a inovação na nossa cidade. Várias coisas já são realidade por aqui. Não podemos ser apenas uma cidade inteligente, temos que ser uma cidade sensível, que usa a inteligência para melhorar a vida das pessoas, como por exemplo a nossa rede de fibra ótica que foi instalada pela cidade. Se não tivermos essa sensibilidade, de nada adianta fazermos esses investimentos. O Centro de Inovação do Orion é o nosso canal para pensarmos todas essas ações”, lembrou ele.  Juliano lembrou que o Orion faz parte da Rede Catarinense de Centro de Inovação, sendo o primeiro Centro de Inovação criado dentro da comunidade, ainda em 2016 Ele também aproveitou para trazer alguns números sobre o andamento das ações do Orion e do Plano de Mitigação, em 2020. “A grande missão do Parque é criar a cultura inovadora e empreendedora no nosso município, e também articular as ações para incentivar nosso ecossistema a se desenvolver. O símbolo de inovação e tecnologia na Serra Catarinense é concretizado pelo Orion Parque. Com a pandemia, chamamos o Orion para a criação de Plano de Mitigação, que, entre outros pontos, viesse trazer a cultura de inovação para Micro Empreendedores Individuais (MEIs), e também nas pequenas empresas, fortalecendo a economia regional e aprimorando o conhecimento técnico gerencial com a estrutura que já tínhamos no nosso parque tecnológico”, ressaltou.  Além de Lages, gestores de Florianópolis e Palhoça apresentaram as ações implantadas que visam tornar as cidades mais conectadas e eficientes. Antes de falar por Florianópolis, Marcos Lichtblau comentou sobre a importância do Orion e o quanto isso trouxe bons resultados para cidade e região.  “Aprendo muito com Lages e, sendo membro do conselho estratégico do Orion Parque, contribuo com aquilo que pude aprender, aprendendo muito também com eles também”, disse.  O encontro virtual também trouxe com exclusividade para as Prefeituras da região a estratégia brasileira de Inteligência Artificial para Cidades Inteligentes, do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), com Eliana Emediato, Coordenadora-Geral de Transformação Digital.  O diretor da RCD, José Marinho, repercutiu os principais objetivos do painel, que apenas este ano contemplou mais de 40 eventos.  “A pandemia vem acelerando o processo de informatização dos serviços públicos para que os municípios possam atender adequadamente a população, criando novas oportunidades também de emprego e renda”, observou.  O vice-prefeito de Lages resumiu como foi o encontro: “O evento foi muito interessante, tendo um mix de cases de empresas, que estão oferecendo novas tecnologias para o poder público, e alguns representantes de municípios que estavam expondo o que vinha acontecendo neles. De Lages, apresentamos o case do Plano de Mitigação e do Somos Lages, que são duas das iniciativas em parceria Prefeitura e Orion Parque. Falamos também do Orion Parque, que é o nosso símbolo de Tecnologia e Inovação, aqui na Serra. Por fim, participamos de um painel, com oito participantes, falando da importância de termos cidades sensíveis, que usem a inteligência para transformar todas essas informações e possibilidades em melhorias dos serviços, melhorando a vida das pessoas – que é o objetivo do setor público”. Confira como foi o evento: Com informações: Rede Cidade Digital[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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ColetorPro, da Softecsul, é destaque na revista SuperVarejo

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Publicação de âmbito nacional, referência para o setor supermercadista, a revista SuperVarejo destacou o produto da incubada no Orion O ColetorPro, da Softecsul, foi convidado pela revista para opinar sobre a ruptura e sobre as vantagens de um aplicativo para melhor armazenar e analisar dados. A edição de março da SuperVarejo trouxe reportagem sobre como amenizar a ruptura nas gôndolas, com o título “Tecnologia contra Rupturas”. Com dados recentes do setor e opinião de diversas autoridades no assunto, o sócio-fundador e diretor de inovação, Athos Branco, conversou com a revista e mostrou como o ColetorPro pode usar da tecnologia para melhorar os processos e automatizar a gestão de “chão de loja”. Athos comentou sobre otimização dos resultados a partir da tecnologia, além do aplicativo solucionar eventuais problemas com muito mais agilidade e evitar o temor das prateleiras vazias. Atualmente as rupturas podem chegar até 12% do faturamento do supermercado. Ruptura, nesse caso, é não encontrar o produto que o consumidor deseja na gôndola do supermercado. A Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) em seu site traz nove recomendações para evitar rupturas no estoque, e assim ajudar o seu associado.  Confira abaixo um trecho em que o ColetorPro é destaque: \’O ColetorPro é uma solução própria para o sistema Android que transforma o celular numa espécie de coletor de dados, que permite desde a reposição na gôndola até a auditoria e a prevenção de perdas por data de validade no estoque. \”São quatro módulos, cada um com suas particularidades, com um valor aderente à necessidade de mercado. É uma solução prática para supermercados menores\”, conta Athos Branco, sócio-fundador e diretor de inovação da empresa, que é conveniada à Associação Catarinense de Supermercados\’. Para ler a reportagem na íntegra, acesse o site da revista. Com informações Softecsul[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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