Orion Parque

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Parceria Épsilon e MIDILages reforça potencial de startups da região

Priorizando resultados e qualificando novos negócios, incubadora MIDILages e Orion Parque seguirão mesma trilha de acompanhamento consolidado pelo Parque Tecnológico há quase dois anos Potencializar as parcerias com instituições que agreguem para o desenvolvimento regional sempre foi um dos motes do Orion Parque Tecnológico nestes mais de quatro anos de atividades. Iniciando o ano de 2021, essas iniciativas, mais uma vez, consolidam o Parque Tecnológico e demais agentes como promotores do ecossistema regional de inovação. A novidade, dessa vez, é o reforço no desenvolvimento de canais próprios e específicos para a criação de empresas inovadoras: as chamadas incubadoras. Afinal, é graças a elas que o empreendedor consegue apoio para o desenvolvimento do seu negócio, como conceitos de gestão, assessoria contábil, aspectos jurídicos e muitas outras demandas que mentores técnicos podem oferecer, além acompanhamento constante para o desenvolvimento do negócio.  Nesta perspectiva, a Uniplac e o Orion Parque anunciaram neste dia 19/01 a integração das atividades de suas duas incubadoras: O Micro Distrito de Base Tecnológica de Lages – Incubadora MIDILages e a Incubadora Épsilon, do Orion Parque. “O benefício maior será para o Ecossistema, que faz com que todos os empreendedores saiam ganhando. Vamos integralizar a forma de trabalho, das duas incubadoras, teremos esses dois pontos de trabalho, mas trabalharemos juntos, o que gerará muito valor para o Ecossistema”, ressalta o líder de Empresas e Startups do Orion, Hemerson Schenato.  O trabalho integrado entre as duas incubadora terá como foco a utilização da metodologia de trabalho da Épsilon, que desde meados de 2019 já desenvolve capacitações para o crescimento de negócios estreantes no Orion Parque.  Desde lá, todas as empresas vinculadas a qualquer edital de residência do Parque (seja em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação, Projetos Inovadores e Incubação) passam por uma trilha de atividades e fluxo de ações que tem a proposta de avaliar constantemente o desempenho dos empreendedores. No OrionLab, fase que antecede os editais de residência, as startups são escrutinadas com base nas hipóteses de problemas a serem resolvidos, como validação de problemas, hipóteses/validação da solução e estruturação para incubação. O desenvolvimento de uma metodologia para que todas as empresas residentes do Orion Parque pudessem ser acompanhadas em um formato mais aproximado fez com que as empresas vinculadas evoluíssem com o passar do tempo, sendo assim necessário criar processos de acompanhamento mais estruturados e pró-ativos, ou seja, que não dependessem diretamente da procura das empresas sob demanda.  “Como aqui dentro do Orion Parque estamos com uma metodologia de acompanhamento, essa parceria tem como objetivo que a gente traga essas empresas que estão dentro da MIDI Lages para que sejam acompanhadas pela nossa metodologia, pelo nosso modelo de trabalho”, indica Hemerson.   A maturidade de um negócio é um dos fatores que indicam o quanto uma empresa está preparada para enfrentar os desafios do mercado, cada vez mais concorrido e disputado. Quando pensamos nas startups – empresas iniciantes que operam um modelo de negócio repetível e escalável, trabalhando em condições de extrema incerteza – a taxa das que fecham as portas é expressiva. Segundo dados compilados pela plataforma de investimentos Apex Partners, cerca de 90% das novas startups fracassam. Destas, 20% fecham as portas ainda no primeiro ano e 34% das startups encerram atividades nos primeiros dois anos. Pouco mais de 50% das empresas chegam ao quinto ano. Apenas 25% das empresas chegam à marca dos 15 anos e somente 1 em cada 10 sobrevive a longo prazo.  Sofrer reveses durante a criação de uma startup é normal, e é importante que os empreendedores tenham consciência dos desafios e da ajuda para superar os problemas que aparecem. “Quando desenvolvemos a metodologia da Épsilon, a gente criou isso como uma visão de ativação de Ecossistema, isso é diferente de como você trabalha numa incubadora de um grande centro urbano. Aqui na região serrana a gente teve que ‘descer a régua´, e isso funcionou. A gente viu evoluir muito bem os empreendedores que estavam em estágio inicial, e fizemos isso através da metodologia. Acreditamos que isso vai funcionar com o pessoal da MIDI”, lembrou Schenato. O Orion, hoje, tem números robustos sobre o acompanhamento de startups e negócios: mais de 100 projetos e empresas são acompanhadas nos programas de aceleração (Pequenos Negócios/MEIs e Projetos Sociais); mais de 1000 horas em mentorias, orientações e aconselhamentos realizadas com empresas e projetos e mais de 60 empresas vinculadas ao Orion Parque. Potencial da MIDILages e expectativas de resultados da aproximação Com quase 16 anos de trabalho, o Micro Distrito de Base Tecnológica de Lages – Incubadora MIDILages, na Uniplac, apoia projetos de incubação e pré-incubação, atuantes em setores tecnologicamente dinâmicos e que tenham na inovação tecnológica o diferencial de seus negócios. Atualmente a incubadora possui 24 empresas Incubadas sendo que destas 11 são empresas residentes, 04 são empresas pré-incubadas e 09 empresas não residentes. A Incubadora MIDILages possui estruturas ativas como sala de incubação, administração da incubadora, laboratório de empreendedorismo tecnológico, sala de treinamento, sala de reuniões e auditório. Falando sobre o impacto da parceria, o Diretor Administrativo da Incubadora, Carlos Eduardo de Liz comentou sobre a expectativa do alinhamento com o Orion, tendo em conta que, na visão dele, os maiores desafios em promover o empreendedorismo acadêmico é a região sofrer com a baixa estima empreendedora e limitações de recursos financeiros.  “Esta aproximação é muito favorável tendo em vista que o princípio dos ecossistemas de inovação são de que as empresas tenham seu nascimento dentro de uma Incubadora dentro de um período de tempo pré estabelecido, e após seu desenvolvimento sejam encaminhadas para um parque tecnológico onde terão continuidade. Além disso as mentorias e tutorias aproximações com instituições fomentadoras de recursos que seriam facilitadas pelo fato de estarem junto a um parque tecnológico”, ressalta o empresário, também presidente da ACIL.  Evento online selou o compromisso das incubadoras Em evento online, realizado na noite de terça-feira (19), a MIDLages e o Orion Parque selaram a parceria, ressaltando que tudo isso só foi possível graças a um edital da FAPESC, que destinou R$ 150 mil para essa

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Balanço do Plano de Mitigação entre Orion e Prefeitura mostra resultados positivos em sete meses de atividades na pandemia

Sete meses após o início do Programa de apoio e reestruturação de pequenos negócios locais para retomada econômica e mitigação dos efeitos da crise causada pela COVID-19, realizado pelo Orion Parque em parceria com a Prefeitura de Lages, o balanço de ações articuladas pelo Parque Tecnológico demonstra o dinamismo das iniciativas pensadas a ajudar a comunidade empreendedora serrana neste momento de pandemia. De acordo com levantamento realizado, o número final das atividades construídas desde abril mostra que tivemos a participação de: Mais de 130 pessoas usaram o coworking público; 15 pontos de vinculação para empresas utilizarem as salas do Centro de Inovação e, destes, seis acompanhados para submissão futura ao edital OrionLab. Utilização de salas virtuais de reunião: participaram mais de 4.900 pessoas, em cerca de 130 reuniões online, mediadas pelo Orion, com possibilidade de gravação.  Dois profissionais, que receberam bolsa para contratação de bolsistas do Plano de Mitigação: Um na Scienco e outro na Quiron.  Mais de 80 negócios vinculados na Aceleração de MEIs (Microempreendedor individual) e pequenos negócios, além da realização de 20 encontros virtuais no período, que podem ser conferidas no link: https://plid.in/aulasaceleracao; Mais de 20 projetos e iniciativas sociais vinculadas na Saiph – Aceleradora de Projetos Sociais, um programa que dá suporte aos projetos sociais da região, instigando-os a pensar fora da sua zona de conforto, buscando sustentabilidade no período pós-Covid-19. Os conteúdos gerados durante os encontros estão disponíveis no link: https://plid.in/aulassaiph;  Reuni: Plataforma do programa de Empreendedorismo Universitário (REUNI) foi aberta para toda sociedade cadastrar ideias de novos empreendimentos, para negócios já existentes e desafios para combate a COVID-19. Número de Inscritos: 14 e 36 acompanhamentos realizados. Saiba mais em: https://plid.in/projetoreuni.  Reuni Challenge: 1) Edição  Covid-19: realizado em maio de 2020, fez com que equipes de três universidades fossem desafiadas a criar, do zero, uma startup que pensasse soluções para os problemas causados pela pandemia da Covid-19 na região. Total de envolvidos: 30 universitários, 14 mentores e três universidades participantes. Universidade campeã: UDESC. Confira as apresentações do Reuni no link: https://plid.in/reunicovidfinal .  2) Segunda edição: realizado em novembro de 2020, com mais de 80 acadêmicos de onze instituições de ensino superior, representando as universidades do Meio Oeste e Serra Catarinense, que criaram startups que responderam a problemas de segmentos específicos de mercado, como Turismo, Saúde e Comércio. Total de envolvidos: 80 universitários, 22 mentores e onze universidades participantes. Universidade campeã: Uniplac. Reveja os pitches finais no link: https://plid.in/reunichallenge2  Paralelamente a estas conquistas, todo o trabalho do Instituto Orion teve que ser mudado desde o início do ano, tendo em conta as novas diretrizes estaduais e municipais, que alteraram programações de eventos presenciais planejados e iniciativas que já haviam sido estudadas.       Apesar dos desafios, a adoção das medidas de suporte e capacitação a empreendedores sociais e de negócios descobriu uma nova dinâmica de trabalho para o Instituto.  “O último ano foi para consolidar o modelo do Orion Parque, principalmente do papel do Centro de Inovação. O modelo e metodologia de acompanhamento das empresas e startups foi assertivo, os programas e ações realizadas para o ecossistema de inovação, com cursos, treinamentos, projetos, webinars, CHIMAtalks, todos eles definem o modelo que o Orion funcionou para ativar a cultura de inovação na Serra Catarinense. Mas tudo isso foi apenas o primeiro ciclo, pois agora temos novos desafios e principalmente por causa da pandemia, continuamos aprendendo com tudo que podemos e estamos fazendo”, afirmou o diretor-executivo Claiton Camargo, que no período acumula ainda o cargo de secretário de Saúde de Lages.  Para ele, os desafios que o Orion Parque enfrenta, enquanto Parque Tecnológico numa cidade de interior, com uma dinâmica de Ecossistema que ainda tem muito a amadurecer, podem ser positivos.  “Em cidades menores, trabalhar inovação e ecossistema de inovação é desafiador, mas uma vez conectados e conscientizados os principais atores do território, isso se torna mais fácil de ser operacionalizado do que em grandes centros. Só a partir daí entendemos o potencial das cidades menores que hoje ainda não atuam fortemente com a cultura da inovação, e tem por isso diversos desafios. Estamos falando de mais de 80% das cidades brasileiras”, lembra Claiton.  Reveja a live de apresentação dos resultados

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O papel dos parques científicos e tecnológicos no território – A importância dos parques além de seus muros

Você sabe a diferença a diferença entre os tipos de Parques Tecnológicos que existem? Mais que espaços de convivência, os ambientes de inovação são articuladores de uma dinâmica de conhecimento que ultrapassa as fronteiras de um prédio ou mesmo de uma cidade; aproveite para conhecer ainda mais sobre o Orion Parque e nossos resultados alcançados. Os parques tem um papel a desempenhar no território em que são instalados. Com a globalização, novas experiências foram sendo desenvolvidas visando o desenvolvimento econômico, sendo algumas dessas formas de arranjos locais, os distritos industriais, as incubadoras de empresas e os parques tecnológicos. Os parques são ambientes catalisadores de produtos comercializáveis. O seu objetivos é favorecer a geração de emprego; promover a criação e o fortalecimento de novos empreendimentos de base tecnológica; difundir a cultura e o empreendedorismo; e facilitar a transferência de conhecimento e de tecnologia entre os stakeholders (partes interessadas) envolvidos nesse processo de inovação. Os parques brasileiros devem contribuir de forma relevante para consolidar a formação de uma forte e competitiva “indústria do conhecimento”, bem como para agregar tecnologia e inovação ao setor industrial, agrícola e de serviços já estabelecidos. O sucesso para a implantação e o bom funcionamento dos parques depende de alguns fatores, dentre os quais pode-se citar: o comprometimento dos órgãos do governo (municipal, estadual e federal) e a participação efetiva do setor empresarial, das universidades e de instituições de pesquisa. Os parques têm como missão prover a “inteligência”, a infraestrutura e os serviços necessários ao crescimento e fortalecimento das empresas instaladas no mesmo. Os oito principais benefícios dos parques tecnológicos O Percento Technologies listou oitos benefícios advindos dos parques. 1. Impulsionar a economia2. Fornece espaço abundante para o crescimento3. Incentivar o desenvolvimento de negócios4. Facilitar sessões de treinamento5. Inclusão de tecnologia mais recentes6. Variedade de amenidades7. Promoção de descanso e recreação8. Equipamentos com vários recursos de segurança Conheça mais o papel dos Centros de Inovação! Centros de Inovação são ambientes criados para promover e dar suporte ao empreendedorismo inovador, ajudando a criar e expandir negócios inovadores. Os Centros oferecem serviços que apoiam o empreendedor desde o momento em que o negócio é apenas uma ideia até o momento em que ele está pronto para encarar o mercado, crescer e escalar. O Centros também estimulam a inserção da cultura de inovação nas empresas da região e conectam startups e empreendedores com empresas consolidadas e outros atores importantes. Para operacionalizar esses objetivos, dispõem de serviços como pré-incubação de empresas, incubacão, aceleração, coworking, espaço maker, espaço para eventos e capacitações, espaço para Pesquisa e Desenvolvimento, Marketplace, One Stop Shop, conexão com instituições financeiras e investidores e assim por diante. Esses serviços e atividades são oferecidos diretamente pelo Centro ou por meio de parceiros do ecossistema. Os Centros também fortalecem a cultura da inovação nas organizações locais e conectam os atores do ecossistema regional entre si e com o mundo. Tudo isso para acelerar o necessário desenvolvimento de negócios e organizações rumo à nova economia e ao novo mundo que está se descortinando diante de nós. Saiba mais sobre os conceitos ligados aos Centros de Inovação no livro Centro de Inovação: alinhamento conceitual. Estrutura física 09 salas de reuniões, 04 auditórios, sala de jogos, ampla área de convivência incluindo um deck, cafeteria, coworking e ambiente para videoconferência. Missão Orion Parque  “Criar uma cultura inovadora e empreendedora, articulando ações para ativar o ecossistema de inovação e viabilizar negócios inovadores com alto potencial de crescimento para transformar a economia da região”. Eixos Estratégicos Eixo 1 – Criação, Atração e Desenvolvimento de Novos Empreendimentos; Eixo 2 – Fomento e Qualificação de capital humano para Empreendedorismo, inovação e Competitividade Empresarial; Eixo 3 – Desenvolvimento de Projetos de Cooperação Tecnológica com Instituições de Ensino e Empresas; Eixo 4 – Aperfeiçoamento da Gestão Institucional e Promoção do Centro de Inovação e do Orion Parque. O que já realizamos • Mais de R$ 200 milhões movimentados pelas empresas do Orion Parque; • Mais de R$ 2,5 milhões de recursos captados pelo Escritório de Projetos para ações e empresas do Orion Parque; • Mais de 100 projetos e empresas acompanhadas nos programas de aceleração (Pequenos Negócios/MEls e Projetos Sociais); • Mais de 1000 horas em mentorias, orientações e aconselhamentos realizadas com empresas e projetos; • Mais de 60 empresas vinculadas ao Orion Parque; • Mais de 200 horas de vídeos e conteúdos gerados. Oportunidades Perfeito para você que tem um ideia no papel e precisa de ajuda para fazer acontecer! No OrionLab você recebe acompanhamento e mentorias durante 12 meses para descobrir se a sua ideia tem potencial para se transformar em um grande negócio. Você que já possui uma startup e está na fase de modelagem do negocio ou definição dos processos de operação, a incubadora Épsilon conta com uma metodologia de acompanhamento formada por uma trilha de incubação e mentores especialistas que vão ajudar sua empresa nessa etapa. Sua empresa já está há mais de quatro anos no mercado e você quer desenvolver um novo produto para se manter competitivo? O Edital de Projetos Inovadores é feito para sua empresa receber apoio durante as etapas de criação ou desenvolvimento de um projeto inovador. A sua organização precisa de um ambiente criativo e cheio de oportunidades para que os seus pesquisadores criem inovações? O Edital de PD&I permite que sua equipe faça porte de um ambiente propício à Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação. • Ecossistema de startups; • Rede de mentores e investidores; • Ambiente inovador e criativo. ANPROTEC – Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos de Tecnologias Avançadas.  Parques tecnológicos do Brasil: estudo, análise e proposição. Brasília: Anprotec. 2020. 24p. BARBIERI, José Carlos. Pólos Tecnológicos e de Modernização: notas sobre a experiência brasileira. Revista de Administração de Empresas, v. 34, n. 5, p. 21-31, set-out, 1994. GAINO, Alexandre Augusto Pereira; PAMPLONA, João Batista. Abordagem teórica dos condicionantes da formação e consolidação dos parques tecnológicos. Production, v.24, n.1, p.177-187, 2014. MAGACHO, Lygia A. Magalhães. Parque de Inovação de serviços para as pessoas: metodologias para o planejamento. 2010, 199f. Dissertação (Mestrado)-Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Departamento

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Parceria com polos regionais e compartilhamento de ações: a estratégia de estadualização da inovação em SC

Santa Catarina, estado que cresceu a partir da diversificação econômica regional, cria uma nova dinâmica para desenvolver o setor de tecnologia, independente do grau de maturidade de cada polo. A diversidade econômica e a formação de vários polos regionais marcou a história, a cultura e o desenvolvimento de Santa Catarina. Ao longo do século XX, diferentes segmentos da indústria (metal-mecânica, têxtil, carbonífera, moveleira, agronegócios) moldaram as característica econômicas do Oeste, Serra, Norte, Vale do Itajaí, Sul e Litoral. E se essas regiões pudessem, à época, fazer um intercâmbio de informações e melhores práticas entre si, para entender o que poderia ser replicado e criar conexões entre as diferentes realidades locais? O que não foi possível fazer no passado hoje se tornou uma estratégia para estadualizar iniciativas e programas de desenvolvimento de tecnologia e inovação em Santa Catarina, reduzindo a disparidade regional neste setor. Enquanto algumas regiões do estado já despontam no cenário nacional com ecossistemas em expansão, outras ainda dão os primeiros passos em termos de programas e iniciativas de inovação. Segundo o estudo Tech Report 2020, três regiões – Grande Florianópolis, Vale do Itajaí e Norte – concentram 78,6% do total de empresas de tecnologia e 89,1% do faturamento do setor de Santa Catarina. “Existe uma disparidade de maturidade entre os polos, mas isso é natural. Florianópolis teve que acelerar, porque a vocação econômica local não suportava o setor industrial, então a tecnologia foi o caminho que a cidade encontrou para se desenvolver de maneira sustentável, sem depender da sazonalidade do turismo e também saindo um pouco do setor público”, avalia Iomani Engelmann, presidente da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE). Em termos de estado, comenta, “há um potencial natural se os polos aproveitarem suas vocações e é o que está acontecendo”. O Planalto Serrano e a região Sul do estado são as que percentualmente mais estão crescendo no mercado de tecnologia do estado, aponta anualmente o estudo Tech Report. Outras cidades do interior também se destacam com suas empresas-referência, como Brusque, sede da Hiper, startup de tecnologia para o varejo comprada em 2019 pela Linx; e Concórdia, berço da Compufour, vendida em setembro por R$ 100 milhões para uma multinacional italiana. Uma das formas que a entidade buscou para apoiar o desenvolvimento regional foi estadualizar suas ações, a partir de parcerias com polos locais e do compartilhamento de experiências, metodologias e benefícios às empresas associadas, além de um programa de apoio à governança e captação de receitas. A adesão é crescente: em 2018, a ACATE tinha 117 empresas associadas por meio da parceria com os polos regionais, número que chegou a 230 no final de 2019 e, até setembro, era de aproximadamente 350. REDE DE POLOS REGIONAIS CONVENIADOS À ACATE:  BLUSOFT Médio Vale do Itajaí (Blumenau) NIAVI/ACIRS Alto Vale do Itajaí (Rio do Sul) NUTI/ACII Vale do Itajaí/Litoral (Itajaí) ORION PARQUE Planalto Serrano (Lages) DEATEC Oeste (Chapecó) SOFTVILLE Norte (Joinville) NTI / ACIT Sul (Tubarão) NBT/ ACIC Sul (Criciúma) CITI Brusque ACATE Grande Florianópolis A partir de entrevistas com os diretores regionais, a ACATE está desenvolvendo um mapeamento completo e inédito do ecossistema de Santa Catarina. “Precisamos levar inovação para todo o estado. Algumas regiões já têm um mercado maduro, outras estão em fases bem distintas do desenvolvimento, mas todas essas experiências precisam ser compartilhadas. Por isso estamos fazendo reuniões quinzenais com todos os polos”, comenta Nelissa Branco, vice-presidente de Integração da ACATE e também do Orion Parque Tecnológico, inaugurado em 2016 e que tem sido um ponto de referência para a criação de um ecossistema de tecnologia em Lages. A região Serrana conta com apenas 3% do total de empresas do setor em SC, mas nos últimos três anos tem desenvolvido uma série de programas de inovação envolvendo mercado, comunidade e academia. Hoje o Orion conta com 140 empresas vinculadas, onde trabalham 1,8 mil pessoas, com um faturamento total de R$ 155 milhões e R$ 12 milhões de impostos recolhidos. ENCONTROS ONLINE AJUDAM A CONECTAR EMPREENDEDORES DE TODO O ESTADO O “novo normal” digital tem sido um aliado nesse processo. “Como todos os eventos e encontros agora são virtuais, acabamos conectando empreendedores de todo o estado, por exemplo, para reuniões como as das Verticais de Negócio, que até a pandemia eram somente presenciais. Isto foi um grande diferencial para empresas de outras regiões do estado”, ressalta Nelissa. Há vários programas que foram validados em algumas regiões e podem ser aplicados em outras, como o Entra 21, iniciativa de formação profissional liderada há 15 anos pela Blusoft, em Blumenau, e que capacita cerca de 350 jovens/ano na região. Agora, está sendo estruturado pela vice-presidência de Talentos da ACATE, liderada pelo cofundador da Softplan, Moacir Marafon, para atender outras regiões do estado. “Com o mapeamento, podemos entender o que cada região precisa de acordo com sua fase de desenvolvimento e o que pode ser replicado para cada necessidade. Essa integração e o fortalecimento regional são preocupações que temos para ajudar no crescimento de todo o estado”, diz a vice-presidente. Em Chapecó, por exemplo, o polo local associado DEATEC vai inaugurar em novembro deste ano um Centro de Inovação nos mesmos moldes e conceito do CIA ACATE Primavera, em Florianópolis. “O setor de tecnologia no Oeste fatura R$ 1 bilhão por ano e o total de empresas representa 10% do estado, mas estamos muito espalhados. Nem todos vão se mudar, mas queremos concentrar ações e encontros no local, materializar nosso ecossistema”, diz Sinara Perosa, presidente do Deatec. No Norte do estado, a ACATE levou o programa de inovação aberta LinkLab para o Ágora Tech Park – em uma iniciativa que ajudou a conectar grandes indústrias da região ao ambiente de startups, projeto já consolidado em Florianópolis e que, desde 2019, também roda no município de São José. “Um dos grandes diferenciais do ecossistema de Santa Catarina é que ele está se mantendo descentralizado, aproveitando a vocação econômica de cada região para que os polos de tecnologia também se mantenham diversificados”, conclui Iomani. ECOSSISTEMAS SÃO REGIONAIS, NÃO MUNICIPAIS “Os ambientes globais de inovação não são formados por uma única cidade, mas sim por uma região, como o Vale do Silício e outras referências. Por isso temos que

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Mantenedor – Turma da Árvore: Conheça um pouco mais a empresa

Nossa Identidade Missão Colaborar para um mundo melhor. Visão Ser reconhecida mundialmente como uma empresa sustentável alinhada como plano de ação: Agenda 30 da ONU e seus 17 objetivos até 2022.  Valores Sustentabilidade; Inovação; Confiança; Novos mercados; Trabalho em equipe; Desenvolver pessoas; Ecologicamente correto; Melhoria contínua; Comprometimento com o cliente. Qual o modelo de negócio da Turma da Árvore? A monetização ocorre através de fontes de receitas distintas, seguindo nosso próprio ecossistema, sendo assim, nosso modelo de negócio se baseia em 4 raízes: Causa Cria o censo de  comunidade,  proporciona uma ideologia, mantém a união dos multiplicadores e atrai os investidores. Catalizadores Identificam oportunidades, desenvolvem projetos adequados e buscam financiadores. Fazem acontecer. Financiadores Proveem os recursos necessários obtendo lucros financeiros ou de imagem Multiplicadores Promovem as causas, divulgam os conteúdos, tornam-se clientes dos financiadores. Transformam o planeta. Conheça as empresas da Turma da Árvore: Saiba mais no site da Turma da Árvore #cta #ctahaus #tda #tdaconcretosustentáve l#tdareciclo #tobeemel #condomíniolaélias #barnmoradia

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Você já pensou em desenvolver um negócio em apenas um fim de semana?

Uma competição entre universidades e universitários, com o desafio de criar uma startup do zero em apenas três dias: esse é o objetivo do Reuni Challenge, evento online que ocorre pela segunda vez este ano, promovido pelo Orion Parque.   Entre os dias 06 a 08 de novembro, a iniciativa permite que os envolvidos tenham realmente a oportunidade de “colocar a mão na massa”, passando por todas as fases de uma negócio real: desde a criação da ideia, e construção de modelos de negócios e validações de hipótese, até a apresentação final para uma banca de avaliadores. Na prática, o Reuni Challenge é uma versão reduzida do Startup Weekend, já realizado no Orion Parque. Durante o evento os participantes recebem ajuda de mentores com experiência de mercado, além de capacitações para superar os desafios da criação de um novo negócio. No fim, a equipe vencedora receberá uma premiação em dinheiro e a universidade vinculada o título de instituição mais empreendedora da Serra e Meio-Oeste Catarinense.    “O desenvolvimento de uma região depende muito do potencial empreendedor das universidades e dos universitários da localidade. Quanto mais contatos com o empreendedorismo, mais chances o estudante tem de desenvolver um novo negócio e colocar em prática os conhecimentos adquiridos durante seus estudos. Por isso, eventos como esse são tão importantes para o desenvolvimento regional”, comenta Raul Capistrano, líder do setor de Programas e Ações do Orion. 

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Anbiotec Brasil empossa diretoria com desafio de fortalecer o setor de biotecnologia

Posse da nova presidente, Vanessa Silva da Silva, ocorreu na segunda-feira, dia 28, em evento online; empreendedora no Orion Parque, Maria de Lourdes Borba Magalhães, da Scienco Biotech, foi empossada como diretora nacional de Life Sciences e Insumos Estratégicos na entidade A empresária Vanessa Silva da Silva tomou posse na segunda-feira, dia 28 de setembro, em evento online, na presidência da Anbiotec Brasil, associação nacional que representa as empresas de Biotecnologia e Ciências da Vida. Criada há 10 anos com o objetivo de oferecer canal de integração de associados e fortalecer o setor, apoiando a inovação e o empreendedorismo como ferramentas de fortalecimento e competitividade, a instituição conta hoje com mais de 100 empresas associadas, que movimentam anualmente um mercado de bilhões de reais. Empreendedora no Orion Parque Tecnológico, Maria de Lourdes Borba Magalhães, proprietária da Scienco Biotech, foi empossada como diretora nacional de Life Sciences e Insumos Estratégicos na entidade. Para a empreendedora, que na Scienco desenvolve insumos para diagnóstico in vitro para todo Brasil, participar da diretoria da entidade será um importante networking para a região e contribui para disseminar a troca de experiências.  “Como diretora de Life Science e Insumos estratégicos, teremos o compromisso de fortificar a cadeia produtiva de insumos produzidos nacionalmente para atender a indústria farmacêutica, o setor Agropecuário e Meio Ambiente. Dessa forma, minha atuação no Ecossistema de Inovação de SC e como representante do NIT Lages vai ser muito benéfico, pois teremos a capacidade de conectar-nos nacionalmente, através de uma ampla rede de conexões, as demandas dos setores às tecnologias criadas por Universidades e startups assim como as oportunidades e iniciativas de fomento”, ressaltou a pesquisadora.  A posse coincide com o momento em que a pandemia provocada pelo Covid-19 coloca em evidência a necessidade de dar prioridade para as ciências da vida, dentro do contexto geral das ciências e tecnologia. Hoje, em todo o planeta organizações envolvidas com pesquisa correm contra o tempo para desenvolver a vacina que pode oferecer alguma normalidade para as populações. O Brasil inclui desafios adicionais, que vão demandar posicionamento estratégico de lideranças e empresários brasileiros. Criada dentro do ambiente de inovação do Centro de Ciências Agroveterinárias (CAV), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) em Lages, e residente no Centro de Inovação do Orion Parque Tecnológico, a Scienco foi contemplada no Edital de Inovação para a Indústria, do Senai, na categoria “Missão contra Covid-19“, que visa gerar soluções de impacto contra os problemas causados pela pandemia do novo coronavírus. A partir do edital, a Scienco foi notícia com a criação de um novo teste para identificação da COVID-19, através de uma parceria com o Instituto Senai de Química Verde, do Rio de Janeiro. “Nosso maior objetivo é inovar a gestão da Anbiotec Brasil, transformando-a na maior rede de negócios do setor de biotecnologia e ciências da vida do País”, assinala Vanessa Silva. Para viabilizar o projeto ambicioso, ela conta com a rede de apoio dos diretores e a experiência de 10 anos à frente de diferentes atividades na entidade. No período, ela teve oportunidade de conhecer o mercado e as empresas que, como ela reconhece, compartilharam, com confiança, estratégias e seus desafios, em busca de apoio para o seu crescimento, fortalecimento e competitividade. Estratégico para qualquer país preocupado com o futuro, o setor de biotecnologia e ciências da vida não tem, de fato, a notoriedade de outros segmentos inovadores, como as áreas de tecnologia da informação. A constatação leva à necessidade de unificação de toda a cadeia de produção. “Vamos trabalhar com todas as instâncias, da saúde humana e animal ao meio ambiente”, assinala Vanessa Silva. Segundo ela, o “desafio é ouvir e entender a comunidade, dos pesquisadores aos empresários, para gerar informações e iniciativas de fortalecimento.

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Governo do Estado premia iniciativas inovadoras de Santa Catarina; empreendedora Orion Parque é uma das premiadas

Maior premiação da inovação no estado, as 11 categorias do Prêmio Inovação Catarinense – Professor Caspar Erich Stemmer distingue aspectos como Inovação de Impacto Socioambiental, TCC Inovador, Professor e Jovem inovadores Dispositivo de segurança para evitar afogamentos em piscinas, aplicativos desenvolvidos em escolas públicas e pele humana in vitro. Essas foram algumas das soluções inovadoras reconhecidas na quarta-feira, 19/02, pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc) no Prêmio Inovação Catarinense – Professor Caspar Erich Stemmer. A entrega dos troféus ocorreu no auditório da Acate, em Florianópolis, com a presença no governador Carlos Moisés. Com 124 projetos e 30 finalistas em 11 categorias, a premiação homenageia projetos e serviços que impulsionam a inovação no estado. O governador destacou que o prêmio, que é promovido pela Fapesc desde 2008, é uma forma de estimular boas iniciativas. “O objetivo é trazer solução em todas as áreas e diminuir o sofrimento das pessoas. O Governo do Estado também tem esse tom de trabalhar com inovação e estamos conseguindo avançar em diversas áreas, como o Governo sem Papel”, reforçou. O presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen, acrescentou que a premiação englobou vencedores de diversas regiões do estado. “Essas pessoas fazem e transformam nosso Estado no que ele é: um estado inovador, um estado empreendedor. Ficamos muito satisfeitos com todas as categorias premiadas e com os participantes, pessoas e empresas que mostraram que a inovação está no DNA de Santa Catarina”, afirmou. Além de entidades privadas e pesquisadores, órgãos públicos também foram reconhecidos. A Defesa Civil de Santa Catarina, por exemplo, foi a vencedora na categoria Governo Inovador com o Centro Integrado de Gerenciamento de Risco e Desastres. “Passamos a ter uma resposta muito mais rápida a desastres. É um projeto moderno e inovador. É muito importante para nós, como um órgão publico, estar dentro desse prêmio que envolve entidades privadas e outros projetos”, afirma o diretor de Gestão de Capacitação e Educação da Defesa Civil, Alexandre Corrêa Dutra. A farmacêutica e professora da Udesc de Lages Maria de Lourdes Borba Magalhães também foi uma das premiadas da noite. Segunda colocada na categoria Agente de Inovação, ela conta que criou uma startup que está incubada no Orion Parque Tecnológico em Lages, a Scienco Biotech. “O reconhecimento é muito importante. Existem várias políticas públicas que auxiliam, mas esse prêmio reconhece o trabalho no final do processo”, pontuou. E esses exemplos servem de inspiração para os pesquisadores que ainda estão no início desta trajetória, como é o caso de Gustavan Henrique Fainello Pavão, de 15 anos, que ganhou o segundo lugar na categoria Jovem Inovador. O estudante da Escola de Educação Básica Antônio Morandini, em Chapecó, desenvolveu um fone que, por meio da vibração, permite que a pessoa com alguma deficiência ou surda possa escutar. A meta agora é avançar. “Estou muito feliz com o prêmio de hoje e o plano agora é melhorar a solução”, projetou. Participaram da cerimônia secretários de Estado, autoridades e profissionais do ecossistema de inovação. Conheça mais sobre a Scienco e a empreendedora premiada, Prof. Maria Magalhães Empresa residente no Orion Parque, a Scienco possui setor de pesquisa e desenvolvimento que executa diversos projetos de pesquisa para criação de insumos de diagnósticos, que atualmente são produzidos com alto custo em diversos países como Estados Unidos, Alemanha e Inglaterra. A Scienco é focada no desenvolvimento de métodos cromatográficos de purificação de anticorpos humanos e diversas espécies animais, criando metodologias capazes de purificar Imunoglobulina G (IgG) com características superiores às tecnologias atuais, além de sermos a única empresa com tecnologia de purificação de anticorpos de aves (IgY). Além disso, a Scienco é a única empresa nacional que produz reagentes de imunoensaios como TMB pronto para uso para a indústria de diagnóstico in vitro. Sócia-proprietária da Scienco, a professora do CAV-UDESC Maria de Lourdes Borba Magalhães coordena o programa de extensão \”Educação, Inovação e Empreendedorismo\”. Maria também foi eleita Líder em Saúde Humana da Região Sul do Brasil, pela Associação Nacional de Empresas de Biotecnologia (Anbiotec), para trabalhar no engajamento de pessoas e instituições em inovação. Ela comentou a alegria e satisfação em receber a distinção: \”Sou apaixonada por Ciência, Tecnologia e Inovação. Sinto uma grande satisfação em me dedicar a solucionar problemas usando meu conhecimento científico. Apesar de me envolver em todas as ações de inovação por amor ao que faço, receber um reconhecimento institucional de um órgão como a Fapesc tem muito peso pra mim, faz uma diferença muito grande. Esse tipo de reconhecimento profissional nos enche de garra e dedicação. Por isso, esse prêmio está tendo um impacto importante na minha vida profissional\” Sobre o prêmio Esta edição do Prêmio Inovação Catarinense teve 124 projetos inscritos em 11 categorias, vindos de empresas privadas, órgãos públicos e, especialmente, de setores da educação, que estão formando novas gerações de pesquisadores e empreendedores. Há também entre os finalistas jovens talentos de escolas públicas que usam a tecnologia e a inovação para buscar soluções nas áreas sociais e ambientais. Confira a lista dos homenageados no Prêmio Inovação Catarinense: Inovação de Impacto Socioambiental 1º lugar: Ciser – Reaproveitamento de óleo de Têmpera (Joinville) 2º lugar: Candiroo Soluções Sustentáveis (Joaçaba) 3º lugar: Acqua Logic (Joinville) Inovação em Processo ou Serviço 1º lugar: Voltbras – Gerenciamento de eletropostos para inspirar pessoas a dirigirem veículos elétricos (Florianópolis) 2º lugar: Prix Tech Software – PrixNeuron (Luzerna) Inovação em Produto 1º lugar: Biocelltis Biotecnologia – Pele Humana In Vitro (Florianópolis) 2º lugar: Nanoscoping – Zoluções em Nanotecnologia (Florianópolis) 3º lugar: Sienge Go – Softplan (Florianópolis) ICT Inovadora 1º lugar: Instituto Ânima Sociesc – Transformar a Educação do País (Joinville) 2º lugar: Sinova – UFSC – Startup Mentoring 2019 (Florianópolis) 3º lugar: Unochapecó (Chapecó) Inventor Independente 1º lugar: Sebastião Luiz Vieira – Safety Box Dispositivo de Segurança para Piscinas de Uso Residencial ou coletivo para evitar a morte por afogamentos (Blumenau) 2º lugar: Rafael Bach – Piscina Vórtex (Imbituba) 3º lugar: Sonia Regina de Castro – Armadura Tubular (São Pedro de Alcântara) TCC Inovador 1° lugar: Pedro Henrique

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Edital Nascer. Confira o passo a passo para cadastrar ideias na submissão de projetos

Marcado para encerrar no próximo dia 15/02, o edital NASCER, da FAPESC é a chance de ter uma ideia selecionada e de você fazer parte do Orion Parque sem pagar nada, graças à parceria com o CocreationLab – que será instalado no Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, em Lages. A intenção é converter o conhecimento tecnológico em novos produtos, processos ou serviços aptos para a introdução e exploração no mercado. As propostas selecionadas serão apoiadas por meio de ferramentas, consultoria técnica e mercadológica, mentoria, assessorias e apoio institucional para a geração de empresas de base tecnológicas. Em parceria com o Sebrae Santa Catarina e a Fapesc, um novo espaço para ideias será criado no Orion Parque Tecnológico. O Cocreation Serra integra o maior programa de pré-incubação do país – o Nascer -, iniciativa do Governo do Estado de Santa Catarina, através de uma parceria entre Sebrae Santa Catarina e Fapesc, para possibilitar a operação de um programa sem custo para os projetos selecionados, ou seja, os projetos selecionados para o Cocreation Serra não terão nenhum custo para participar do programa. Trata-se de um espaço para 10 projetos selecionados, que receberão cinco meses de mentoria especializada para tornar uma ideia do zero em negócio, através da metodologia TXM, já utilizada no Cocreation Lab Florianópolis. Para ajudar você a preparar sua candidatura, criamos um roteiro passo a passo para ficar mais fácil a inscrição no processo, na plataforma criada pela FAPESC. Clique . Confira o passo a passo: Título da proposta Website da proposta – Informar, se houver. Insira o link do vídeo da proposta – Insira o link de um vídeo do pitch (apresentação) da proposta de até 3 minutos (YouTube ou Vimeo). Resumo da proposta – Apresentar o objeto do projeto; nome da inovação; procedimentos gerais de desenvolvimento; público-alvo; equipe; instituições envolvidas; alcance social, econômico e ecoambiental; impactos na empresa; duração; recursos envolvidos; outras informações relevantes sobre a inovação e sua importância. Este texto poderá ser publicado pela FAPESC. Necessidade de mercado – Apresentar o problema ou dor identificados e as oportunidades existentes nos níveis local, regional, nacional e/ou global. (1.500 caracteres). Segmento de Clientes – Conforme a oportunidade de mercado apresentada, identificar o segmento de clientes atendido pela solução proposta. (5.000 caracteres). Solução proposta – Descrever as características da solução proposta, destacando sua viabilidade técnica e o potencial de escalabilidade, quando houver (1.500 caracteres). Diferencial Inovador – Destacar a inovação na ideia (no produto, no serviço, na forma de comercialização, nos processos internos, etc.). Identificar vantagens competitivas em relação à concorrência (5.000 caracteres). Estágio atual – Estágio atual da ideia: ideia, protótipo conceitual, protótipo testado (5.000 caracteres). Cidade Polo – Escolha uma das cidades listadas no menu. Equipe da proposta – Membro da Equipe; Nível de Formação; Função no Projeto; Tempo de dedicação (em meses);  Atividades desempenhadas.

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