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Jovem Programador: inscrições abertas para o projeto de capacitação tecnológica

[vc_row][vc_column][vc_column_text]O Jovem Programador, uma iniciativa do Seprosc (Sindicato das Empresas de Informática, Processamentos de Dados e Tecnologia da Informação do Estado de Santa Catarina), em parceria o Senac SC, lançado no dia 22 de abril, está com inscrições abertas. Projeto de capacitação profissional na área de tecnologia, que une jovens de 16 a 25 anos e empresas catarinenses, a iniciativa tem apoio do Seinflo (Sindicato das Empresas de Informática da Grande Florianópolis), Communitech (Sindicato das Empresas de Processamento de Dados e Informática de Joinville), Acate (Associação Catarinense de Tecnologia) e Fecam (Federação Catarinense de Municípios), com parceria do Orion Parque na divulgação das ações. O programa tem patrocínio da WK Sistemas, Datainfo e Fácil. Os interessados poderão se inscrever até o dia 14 de junho pelo site www.jovemprogramador.com.br. O Jovem Programador tem como objetivo qualificar jovens para a área de programação de computadores, para atuarem nas empresas do Estado de Santa Catarina, de forma presencial ou na modalidade de teletrabalho. O primeiro módulo, que tem início em 21 de junho, será totalmente on-line e terá como foco conceitos de lógica de programação e visa iniciar os alunos no mundo da programação de computadores. O jovem poderá cursar esse primeiro módulo pelo computador ou celular, somente tendo acesso à internet. Os jovens que tiverem bons indicadores na primeira etapa estarão aptos a participar do módulo seguinte. Na segunda e terceira etapas, realizadas de forma semipresencial, os estudantes terão cursos de Programação de Sistemas e Programação Web. Ao todo, são mais de 440 horas-aulas para a formação de programadores. Poderão se inscrever jovens que estejam cursando a partir do primeiro ano do no ensino médio – e que residam em uma das cidades beneficiadas pelo Jovem Programador (ou municípios vizinhos). Neste primeiro momento, o Jovem Programador atenderá as cidades de Blumenau, Brusque, Caçador, Chapecó, Concórdia, Criciúma, Florianópolis, Joaçaba, Joinville, Lages, Palhoça, Rio do Sul e Tubarão. Lembrando que o Jovem Programador é gratuito para alunos de baixa renda, que poderão ser beneficiados pelo Programa Senac de Gratuidade (PSG), que tem como objetivo garantir o acesso à educação profissional para pessoas com renda familiar per capita de até 2 salários mínimos. “O Jovem Programador vem dar e criar oportunidades de vida para inúmeros jovens que pretendem ingressar no mercado de trabalho nos próximos anos e que têm afinidade com tecnologia. Um programa de formação e capacitação sustentável, que disponibiliza aos jovens de baixa renda conhecimento e oportunidade de emprego, ajuda as empresas de tecnologia da informação a suprir as necessidades de força de trabalho de forma qualificada em todo o estado de Santa Catarina”, acredita Marcio Gonçalves, presidente do Seprosc. Para Juliano Vieira, coordenador do projeto no Senac SC, este programa será fundamental para reduzirmos o gap da qualificação no ecossistema catarinense e alavancar o desenvolvimento tecnológico no Estado: “Além da qualificação profissional, o Jovem Programador também vai auxiliar estes jovens a conseguir uma colocação no mercado de trabalho, com uma proposta que dá ênfase ao teletrabalho ou home office, permitindo que os jovens capacitados pelo curso possam ser contratados por empresas em toda Santa Catarina”. Serviço: Inscrições abertas para o Jovem Programador Data: até 14 de junho Quem pode se inscrever: jovens de 16 a 25 anos, que estejam cursando ensino médio ou superior Inscrições e informações no site: www.jovemprogramador.com.br Saiba mais sobre o Programa Senac Gratuidade: http://senac.sc/kbv9f9 Com informações SENAC[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Programa Galápagos, de capacitação para empreendedores, retoma atividades no Orion

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Um ano depois do início das atividades do novo programa de capacitação para empreendedores e empresas, o Programa Galápagos, da Darwin Startups, iniciou nesta quarta-feira (05) no Centro de Inovação do Orion Parque Tecnológico mais uma turma da metodologia de acompanhamento. A iniciativa, que terá duração de um mês, visa promover capacitação empreendedora focado no desenvolvimento inicial de startups early stages – aquelas empresas que têm até três anos de atividades.   Através de uma jornada completa, o Programa Galápagos oferece ferramentas, estudos práticos e cases por intermédio de empreendedores que já viveram na prática os desafios e descobertas do desenvolvimento de startups.  “O Galápagos não desenvolve uma habilidade específica, mas fornece o necessário para estruturar o negócio com uma base sólida. O melhor resultado do programa é ver a evolução das startups de acordo com a realidade de cada uma. Seja a consolidação da solução para uma startup em fase de ideação, se esse for o objetivo dela, ou também alcançar as primeiras vendas para negócios que já estão mais avançados”, comentou Gabriel Pimenta, analista de comunidades da Origem, startup que surgiu a partir da Darwin e é focada na realização de programas e cursos para startups desde o estágio inicial até o primeiro investimento. A iniciativa é gratuita para as startups do Orion Parque. Ao todo serão quatro módulos, em 20 horas e oito encontros – presenciais e on-line. As aulas devem durar um mês. As startups participantes já foram escolhidas, com base em critérios do setor de startups e empresas do Instituto Orion sobre quem mais precisa das qualificações no momento, além de ser levado em conta critérios técnicos da Darwin. Todo o investimento do curso, adquirido junto ao SEBRAE, foi bancado pelo Instituto Orion. Serão até 15 startups pré-selecionadas, e cada startup poderá participar com até três sócios/colaboradores. Beer Hub: Validação do problema Startup que venceu a primeira edição do Cocreation Serra,  e que atualmente participa da modalidade virtual do OrionLab, a Beer Hub é hoje um clube de assinaturas de cervejas. \”Tivemos um processo de pivotagem, passamos por mentorias, e chegamos a discutir possíveis problemas. Estávamos sem ideias na nossa startup. Como gostamos de cervejas, começamos a perceber que sempre eram as mesmas cervejas encontradas. A partir daí, fomos ver o mercado e vimos que o problema existia. Fizemos um MVP (Minimum Viable Product ou Mínimo Produto Viável – a versão mais simples de um produto que pode ser lançada), participamos do Cocreation e depois entramos no Orion\”, lembra Salomão Eineck, um dos empreendedores da startup. Para ele, a expectativa com o Galápagos é desenvolver mais ainda a sua ideia de negócio inovadora.  \”A expectativa é grande,  já que estávamos aguardando o Galápagos começar lá em março, mas ele foi adiado por conta da pandemia. Queremos evoluir bastante e acelerar o nosso processo de validação da startup. Acredito que vão ser trazidas ferramentas e bastante insights para que possamos aplicar nessa validação\”, completou. Como funciona? O objetivo principal do Galápagos é desenvolver o empreendedor para que ele tenha mais segurança e um guia de como prosseguir na direção certa. Com uma visão teórico-prática, ele será instruído para analisar o cenário, desenvolver sua ideia e testar os gargalos e o engajamento da sua solução.  Cada um dos módulos é separado em dois encontros: Workshop para apresentação de todo conteúdo e contextualização, com pausa para absorção do conteúdo e aplicação prática de acordo com atividades passadas no encontro. Sessão em grupo para responder às principais dúvidas e ajudar no desenvolvimento dos conteúdos. Confira o cronograma das aulas e dos encontros do Galápagos para as empresas incubadas no Orion: Módulo I – WS Diagnóstico 360: 05/05 (presencial) Módulo I – SG Diagnóstico 360: 10/05 (on-line) Módulo II: WS Validação de Problemas: 12/05 (presencial) Módulo II SG Validação de Problemas: 17/05 (on-line) Módulo III: WS Solução e MVP: 19/05 (presencial) Módulo III: SG Solução e MVP: 24/05 (on-line) Módulo IV: WS Go to market: 26/05 (presencial) Módulo IV: SG Go to market: 31/05 (on-line) Resultados do Galápagos Em 2020, o Galápagos promoveu 13 programas semelhantes, um deles no Orion Parque.  Foram mais de 150 startups impactadas e mais de mil empreendedores participantes. No desenvolvimento do curso, serão repassados conceitos e estratégias  sobre:  Introdução ao mundo das Startups (Lean); Startup, pra valer!; Matriz SWOT; Projeções Financeiras; Metas e Métricas; Definições de Hipóteses e Problema; Validação de Problemas; Como analisar os Dados da Validação; Identificação de Solução; ICP, Segmentos e Early Adopters; MVP de verdade; Avançar ou Pivotar; Precificação e Teste de Mercado; Pitch para Vendas! e Metodologias de Marketing e Vendas. [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Com planos de inaugurar dentro de um ano, novo prédio da NDD, no Orion Parque, toma forma

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Uma das principais empresas de tecnologia da região, a NDD demonstra forte crescimento e impactos permanentes no nosso ecossistema.  No início de 2019, começou a tomar forma uma das maiores infraestruturas de tecnologia da informação da região serrana. O novo prédio da NDD, empresa lageana e com projeção internacional, especializada na transformação de dados em informações relevantes para facilitar a rotina de empresas, deve ser inaugurado no início de 2022. Na cerimônia de lançamento da obra, em março de 2019, foi destacada a importância macro do projeto:  Estrutura de cerca de 6.000 m², em seis andares; Terreno de 3.691,02 metros quadrados; Investimento estimado em cerca de R$ 10 milhões;  Previsão de lançamento primeiro semestre de 2022; Nas palavras de Valmir Tortelli, presidente da NDD, o objetivo com o novo projeto é ampliar o escopo das ações da empresa, mas ainda permanecendo em Lages. “Queremos permanecer na cidade, desenvolvendo aqui todo seu conhecimento, e ainda queremos entrar em novos países e novas regiões”, comentou ele, na ocasião.  Hoje, a empresa possui uma importância estratégica para o desenvolvimento do ecossistema regional.  Com filiais na Espanha, México, Estados Unidos e África do Sul, além atuação comercial em mais 23 países pelo mundo, a empresa  tem soluções de alta tecnologia e inteligência para documentos fiscais eletrônicos, meios de pagamento de frete e gestão para provedores de outsourcing de impressão (terceirização de todo o processo com impressão e cópias de uma organização). O novo prédio, ao lado do Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, no Orion Parque Tecnológico, será o primeiro prédio exclusivamente empresarial no complexo. Na visita que tivemos a oportunidade de fazer notamos a grandiosidade da iniciativa.  “Antes de termos o prédio pronto já ampliamos a quantidade de colaboradores. Somos mais de 450 especialistas, 20 mil clientes e mais de 400 parceiros no mundo, e isso antes de termos o prédio, que virá para somar e expandir nossas ações. O espaço que atualmente temos ocupado no bairro Sagrado Coração de Jesus, em Lages, deixará de existir, e toda a nova infraestrutura será concentrada aqui”, explicou o empresário.  No novo prédio, a expectativa é que trabalhem até 600 pessoas.   Confira alguns registros do novo espaço, que contará com estacionamento, espaço para convivência e integração, além de infraestruturas externas.     [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Startup SC divulga as 50 selecionadas para o Programa de Capacitação; empresas do Orion são escolhidas

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Após recorde de inscritos, além de acesso à ferramentas para acelerar o crescimento do negócio, parte das empresas receberão investimento de R$1,25 milhão, por meio de parceria com a Fapesc Estão definidas as 50 empresas que farão parte da 11º turma do Programa de Capacitação Startup SC em 2021. As startups terão direito a mentorias sobre diversos temas, como pitch, marketing digital, gestão financeira e de pessoas, todas ministradas por especialistas do mercado. Empreendedores de todas as regiões do Estado passarão pelas capacitações, nas cidades de Florianópolis, Joinville, Chapecó e Blumenau, a partir de 23 de abril e até 27 de novembro de 2021. O Programa chega na 11º edição com um recorde de inscrições: 441 startups de 50 cidades catarinenses. Devido à procura expressiva e o alto grau de maturidade das startups interessadas no Programa, o Sebrae em parceria com a Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE) lançarão um programa inédito para 200 empresas, com potencial escalável e inovador, que se candidataram mas não estão entre as 50 primeiras colocadas. Mais informações sobre a iniciativa serão anunciadas em breve, nos canais das entidades. Luc Pinheiro, diretor técnico do Sebrae, ressalta que “nosso Estado é, naturalmente, inovador e empreendedor, e ultrapassar mais de dez edições de uma iniciativa que contribui para fomentar esse cenário nos dá a certeza de que estamos cumprindo com a nossa missão, que é proporcionar os meios de desenvolvimento o desenvolvimento econômico de micro e pequenas empresas e incentivar a criação de novos negócios.” Das startups selecionadas, 10 possuem cofundadoras mulheres e, de acordo com Pinheiro, é um número inédito na história do programa. “Ainda temos muito espaço para crescer e muitas empresas para ajudar”. Modelos de negócio e aceleração Os modelos de receita e segmentos dos inscritos na 11ª turma são: empresas de software como serviço (45%); B2B, ou seja, startups que oferecem soluções para outras empresas (44%); negócios B2C, que oferecem produtos diretamente para o consumidor final (12%); e modelos mistos que vendem tanto para empresas quanto para consumidor final (29%). As cidades com os maiores números de inscritos são:  Florianópolis (38%), Blumenau (9%), Joinville (8%), Chapecó (7%), Criciúma (3%), Balneário Camboriú (3%), Itajaí (3%), Palhoça (3%), Rio do Sul (2%) e São José (2%). Dos projetos submetidos, 56% possuem clientes pagantes. Esta edição conta com um edital no valor total de R$ 1,25 milhão, em parceria com a FAPESC, para acelerar as 25 empresas com melhor desempenho, entre as participantes do projeto. “O Startup SC é um programa maduro e com essa articulação, a Fapesc objetiva fomentar novos negócios e gerar inovação dentro do ecossistema estadual, incentivando novos participantes e criando condições de crescimento para os projetos maduros. Queremos atrair talentos e gerar riqueza, desenvolvimento e oportunidades”, salienta o  presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen. O Programa de Capacitação do Startup SC teve início em 2013 e, desde então, já impactou 270 empresas, de 28 municípios de Santa Catarina.  Os mantenedores do Projeto Startup SC são: AMBEV, FEPESC, Bossanova, a55, Nuvini, 49 Educação, Invisto, Central Ailos, Associação Empresarial de Florianópolis (ACIF), Silvana Santana & Teston Advogados,  DOT e a  Questum. Contam ainda com o apoio da ACATE, Abstartups, Beta-I,  Ágora Tech Park, Chapecó@, Blusoft e do Centro de Inovação de Blumenau. Confira a lista de empresas selecionadas: Turma de Blumenau Ambisis (Blumenau) Berkan Sistemas (Blumenau) CloudPark (Blumenau) Débito Direto (Blumenau) FASTBUILT(Blumenau) Fidegg (Rio do Sul) Magafilio (Rio do Sul) SENTYNELA(Rio do Sul) Sta.Dica (Blumenau) Varejocloud (Blumenau) Turma de Chapecó AUTOMAX (Chapecó) Clínica nas Nuvens (Xanxerê) CLUBES ASSOCIADOS SOFTWARE (Xanxerê) Dr. Snoopy (Pinhalzinho) iopoint (São Miguel do Oeste) Loy Legal (Chapecó) Memoriam(Chapecó) Nextransport (Chapecó) Prix Tech (Luzerna) Razonet (Joaçaba) Turma de Joinville ClienteSmile (Lages) Dscomm (São Bento do Sul) Eleve CRM (Joinville) Erah (São Bento do Sul) iTFLEX Tecnologia (Joinville) Multipedidos (Joinville) Multiplicame (Joinville) Serena (Joinville) StackX (Joinville) Wishbox Technologies (Balneário Camboriú) Turma de Florianópolis API PASS (Florianópolis) Auten Energy (Florianópolis) Biocelltis (Florianópolis) CargoBank (Balneário Camboriú) Creditares (Florianópolis) Dautin Blockchain Co. (Itajaí) Eveclass (Florianópolis) FazendaCheia (Florianópolis) Guia da Alma (Florianópolis) Inside the Box (Florianópolis) Keeps Learning (Florianópolis) Miner Tecnologia (Criciúma) Openbox.ai (Florianópolis) PlayBPO (Florianópolis) PREDIALIZE (Florianópolis) QUIRON (Lages) Refera(Florianópolis) TASKDO (Braço do Norte) Vendee (Florianópolis) Wellbe (Florianópolis) Empresa incubada e uma virtual foram selecionadas Entre as 50 selecionadas, duas são empresas vinculadas ao Orion Parque. A Quiron, que recentemente recebeu aporte de R$ 750 mil , é empresa incubada e especializada no monitoramento remoto de ameaças florestais, utilizando tecnologias para predição de incêndios e sanidade florestal. Outra é contemplada foi a ClienteSmile, startup que mede a afinidade do cliente e a aceitação dele a produtos desenvolvidos pelas empresas.  A ClienteSmile, empresa virtual, também conseguiu um excelente resultado, ao ser selecionada para a primeira turma da Incubadora Softville Ágora, em Joinville. A expectativa, agora, é fomentar ainda mais o networking, gerando conexões que tragam ainda mais visibilidade para as empresas. Para os empreendedores, o suporte e o apoio do Orion foram fundamentais nisso.  Gil Pletsch, CEO da Quiron, comenta que a programação das mentorias e capacitações faz todo o sentido para o momento em que a startup está, atualmente.  “O suporte que temos do Orion, onde estamos inseridos, auxiliou muito porque vimos que estamos num mercado gigantesco. Temos alguns concorrentes, mas eles acabam sendo muito mais indiretos do que diretos. Estamos tendo visibilidade e falando com todo mundo. E isso é muito interessante e faz ficarmos conhecidos. Já participamos de alguns programas, como o InovaAtiva, maior programa de Aceleração de Startups do país (onde conseguimos o primeiro lugar na Banca de Agronegócio na aceleração 2020.02), além do Salto Growth New Norm, promovido por fundadores das principais startups da Estônia, em maio de 2020. Por alguns anos, viemos nos cadastrando para o Startup SC, mas estamos com uma expectativa bem grande em cima disso”, afirmou.   De acordo com o empreendedor, uma das principais vantagens é o programa, com duração de sete meses, é não ser tão imersivo quanto os outros, fazendo com que os conteúdos possam ser “digeridos” com mais tranquilidade. “Já tivemos o feedback de quem já participou e o formato dele permite que consigamos assimilar um pouco melhor tudo o que é repassado. Ele tem um tempo melhor para ser executado, e os feedbacks são sempre positivos em torno do networking, que acaba sendo criado”, lembra.  “Outras pessoas que passaram pela experiência dizem que cresceram muito, e voltaram agora

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Regional Serrana debate o ecossistema de CTI na VI CECTI

[vc_row][vc_column][vc_column_text] Atores do ecossistema de Ciência, Tecnologia e Inovação (CTI) da serra catarinense estiveram reunidos, on-line, na manhã desta quinta-feira, dia 8, na etapa Regional Serrana da VI Conferência Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (CECTI). Os principais desafios elencados serão apresentados em maio, na etapa dos encontros para devolutivas; a equipe do Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, do Orion Parque, é o host do evento. “Queremos ter essa percepção do ecossistema para podermos desenvolver de forma mais assertiva o Estado de Santa Catarina”, destaca o presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), Fábio Zabot Holthausen. “Faço aqui um agradecimento especial à Rede Catarinense de Centros de Inovação e a todos que estão dedicando seus tempos para participar dos Grupos de Trabalho e contribuir para a construção de um Estado mais inovador”, acrescenta o presidente. O diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Fapesc, Amauri Bogo, reforçou o agradecimento a todos que estão contribuindo para a realização do importante documento que será gerado através da VI CECTI. “São pessoas que voluntariamente vão contribuir com a sua intelectualidade, com o seu conhecimento técnico, para gerar o mapa estratégico do ecossistema de CTI em Santa Catarina”, reforçou Bogo. As etapas regionais serão organizadas de forma on-line em dois momentos: um em abril, quando coletadas as percepções dos atores do ecossistema de CTI de Santa Catarina; já em maio serão apresentados os resultados da etapa anterior. Os GTs da Regional Serrana voltam a se reunir em 13 de maio de 2021 para a reunião de devolutivas. Saiba mais sobre a conferência A VI Conferência Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação é organizada pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE) e pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) com apoio do Programa Tecnova e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e Rede Catarinense de Centros de Inovação. A metodologia aplicada é do Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGEGC/UFSC). A abertura foi realizada em 25 de fevereiro e o encerramento será em 10 de junho. Entre esses encontros, ocorrem as etapas regionais, que são realizadas na Grande Florianópolis, Serra, Sul, Oeste e Meio Oeste, Norte e Planalto Norte e Vale e Alto Vale do Itajaí. Confira os vídeos com a abertura e o encerramento da primeira ação da etapa regional:   Com informações FAPESC[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Abertas as inscrições na Região Serrana para a etapa regional da Conferência Estadual de CTI

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Os interessados em participar da VI Conferência Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação já podem se inscrever. O foco agora é a etapa regional da Serra Catarinense, que será realizada em 8 de abril. Para participar, basta preencher o formulário disponível em www.conferenciacti.sc.gov.br. As etapas regionais serão organizadas de forma on-line em dois momentos: um em abril, quando coletadas as percepções dos atores do ecossistema de CTI de Santa Catarina; já em maio serão apresentados os resultados da etapa anterior. Também serão comparadas as informações entre todas regiões e da última conferência, realizada em 2015. A primeira etapa são os encontros regionais para análise de percepção, que ocorrerão em abril. Em cada encontro, vão ser formados seis grupos de trabalhos (GTs), responsáveis por analisar as informações sob oito dimensões: instituições, infraestrutura, mercado, desenvolvimento regional, educação, ciência, tecnologia e inovação. Esses grupos serão formados por 10 pessoas da academia, do governo, do setor empresarial e da sociedade civil organizada. Os interessados em participar devem se inscrever para a conferência e assinalar sim à pergunta “Você gostaria de participar do Grupo de Trabalho?”. Os Centros de Inovação, que são os hosts regionais, serão responsáveis por definir os grupos. As discussões dos GTs não serão transmitidas pela internet. Mas os interessados poderão assistir à abertura regional, uma mesa de discussão dos resultados e o encerramento. Saiba mais sobre a conferência A VI Conferência Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação é organizada pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE) e pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc). “A conferência tem o objetivo de organizar um mapa estratégico para o plano estadual de CTI, de forma regionalizada e contemplando as várias dimensões e eixos estratégicos”, explica o presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen. Para isso, diz Holthausen, é essencial a participação dos atores envolvidos no ecossistema catarinense. “Convidamos pesquisadores, empreendedores, inovadores, gestores e representantes do poder público para participar das etapas regionais da conferência e contribuir para o fortalecimento da pesquisa e inovação em Santa Catarina. Com a efetiva participação poderemos construir um modelo mais forte e colaborativo com ações estratégicas que impactarão no desenvolvimento de Santa Catarina para os próximos anos.” A abertura foi realizada em 25 de fevereiro e o encerramento será em 10 de junho. Entre esses encontros, ocorrerão as etapas regionais, que serão realizadas na Grande Florianópolis, Serra, Sul, Oeste e Meio Oeste, Norte e Planalto Norte e Vale e Alto Vale do Itajaí. Com informações FAPESC.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Startups de Lages são destaque nacional neste início de 2021 

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Apesar dos efeitos da pandemia, as startups do Orion estão voando neste início do ano! Nossas startups inseridas no ecossistema de inovação da região serrana foram destaque nacional em grandes veículos, mostrando resultados impactantes. Confira abaixo nossa retrospectiva dos três meses históricos com empreendedores que fizeram o Orion Parque Tecnológico decolar! Neste mês de março, mostramos um dos maiores resultados para o nosso ecossistema, ao trazermos que a Quiron, startup especializada no monitoramento remoto de ameaças florestais, utilizando tecnologias para predição de incêndios e sanidade florestal, recebeu aporte de R$ 750 mil reais de investidores da Anjos do Brasil. O dinheiro aportado agora, vindo de um grupo de entusiastas investidores, consolida o mercado do monitoramento de ameaças de sanidade florestal, que está em ascensão, mesmo no período de pandemia.  A startup foi notícia em vários portais nacionais, como o PEGN e Globo Rural. Em Portugal, onde a Quiron já atua, saímos no AgroPortal, um dos mais acessados portais do agronegócio por lá. Por aqui, também aparecemos em vários outros sites voltados para o mundo startup, como SC Inova, Economia SC, Baguete e ACATE, e também sites especializados como o Mais Floresta. Outra grande projeção se deu quando o ecossistema de inovação da região foi notícia no Infomoney – o maior site especializado em mercados, investimentos e negócios do Brasil e um dos 15 maiores do planeta. A Serra Catarinense entrou no radar do portal destacando os resultados do investimento em inovação na região, graças ao apoio do Orion Parque e parceiros locais. Nossos representantes do ecossistema ilergic e NDD deram entrevista, mostrando-se como representantes de empresas referências em ecossistemas do interior, na matéria que analisa as “fábricas de startups” no interior do estado. Mais um ótimo desempenho foi o resultado conseguido pela startup Beer Hub, empresa incubada no Orion que montou um clube de assinatura para apreciadores de cerveja. Depois de ser  campeã do programa Nascer em Lages, em 2020, ela passou no edital de seleção do Programa Inovatur, desenvolvido em cooperação entre a Agência de Desenvolvimento do Turismo de Santa Catarina (Santur), Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação (Fapesc) e a empresa Gestalt Open Innovation. Os projetos selecionados vão receber entre R$19 mil e R$23 mil de apoio financeiro para concretizar a ideia de negócio. No domingo, dia 07, a startup incubada do Orion que está revolucionando o mercado imobiliário, com o Test Drive do Imóvel, da Camaro Imobiliária, foi destaque no Tech SC, contando como foi o desenvolvimento de um novo modelo de venda de imóvel. A startup oportuniza que locatários possam, no futuro, utilizar o dinheiro investido no pagamento de aluguel como valor de entrada, caso queiram adquirir o imóvel.   Já na quarta-feira (17), nossa empreendedora Maria de Lourdes Magalhães, da Scienco, foi destaque na matéria da revista Época Negócios, com o projeto de um novo teste para detecção do novo coronavirus, causador da covid-19. A iniciativa indica o diagnóstico da doença através da saliva, e já está em análise na Anvisa, podendo chegar ao mercado em dois meses. Ano passado trouxemos a notícia que a Scienco tinha sido contemplada com um edital para viabilizar recursos para o desenvolvimento de formulações sinalizadoras para a detecção do novo coronavírus.    Nas palavras de Hemerson Schenato, líder de startups e empresas do Orion Parque, isso é um indicativo do impacto que novas startups e empreendedores dedicados trazem para nosso ecossistema em desenvolvimento. “Essas notícias nos deixam muito orgulhosos, porque é o reflexo da dedicação e do trabalho duro dos nossos empreendedores. Isso mostra que o nosso ecossistema fica cada vez mais maduro e que as nossas soluções, os negócios desenvolvidos localmente, também tem uma força e podem ser competitivos em âmbito nacional e até mesmo internacional. Nós estamos conseguindo mostrar a nossa força e ter o nosso espaço, o que é diferente de quando estamos em um ecossistema já desenvolvido”, comenta.  [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Quiron, startup do Orion, recebe aporte de R$ 750 mil

Com crescimento consolidado há dois anos, startup especializada no monitoramento de ameaças florestais recebe aporte de 750 mil reais de investimento. \”É um marco no nosso ecossistema\”. Startup investida é hoje uma das únicas startups no país e poucas no mundo com atuação voltada, exclusivamente, para algoritmos no setor florestal Depois de um 2020, com resultados que superaram as expectativas, os empreendedores da Quiron – startup que está incubada no Orion Parque, em Lages – já tem muito o que comemorar em 2021. A empresa, que é especializada no monitoramento remoto de ameaças florestais, utilizando tecnologias para predição de incêndios e sanidade florestal, recebeu aporte de R$ 750 mil reais de investidores da Anjos do Brasil, organização sem fins lucrativos, criada para fomentar o investimento anjo e apoiar o empreendedorismo de inovação no país. O investimento anjo tem como finalidade proporcionar aos investidores interessados a aplicação financeira em negócios com alto potencial de retorno que, consequentemente, tem um grande impacto positivo para a sociedade, trazendo oportunidade de trabalho e de renda. O termo \”anjo\” é utilizado pelo fato de não ser um investidor, exclusivamente financeiro, que fornece apenas o capital necessário para o negócio, mas por apoiar o empreendedor, aplicando seus conhecimentos, experiência e rede de relacionamento para orientá-lo e aumentar suas chances de sucesso, conforme explica a entidade. A possibilidade da Quiron receber o investimento – apoio tradicionalmente comum entre as startups – foi viabilizada pela Rede de Investimentos Anjo (RIA), uma iniciativa conjunta da Anjos do Brasil e da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE). A RIA SC é uma comunidade que aproxima pessoas físicas que querem investir em startups a empreendedores que desenvolvem produtos e serviços com potencial de crescimento em escala “Nós recebemos o contato deles num dia, e dois dias depois, o pitch foi apresentado a mais de 80 investidores da Anjos do Brasil. Na sequência, mais de 30 deles demonstraram interesse. Passamos por comissões internas que fizeram todo o processo de verificação, de modelagem de negócios, de tração, avaliando todos os parâmetros da nossa empresa, que são levados em conta na hora de procurarmos um aporte financeiro. Se não fosse a Anjos do Brasil, com certeza não conseguiríamos chegar até aqui”, lembra Diogo Machado, responsável pelos novos negócios da Quiron. Segundo Celso Sensini, investidor líder, a Quiron tem muito a crescer com o novo aporte. \”Enxergamos, após extensa avaliação da empresa, um ótimo potencial da Quiron no setor Florestal, não apenas no Brasil, mas em diversos países do mundo, como: Estados Unidos, Europa e Austrália. Este é um segmento com muitas oportunidades e estamos confiantes na capacidade de entrega dos sócios fundadores”. Crescimento em escala, com tração de investimento  Indicativo de riscos de incêndio Segundo Diogo, a Quiron é hoje uma das únicas startups no país e poucas no mundo com atuação voltada, exclusivamente, para algoritmos no setor florestal, um segmento com grande demanda por inovações. “É muito interessante essa visibilidade que podemos obter. Na verdade, somos uma das únicas startups do Brasil e do mundo que trabalha com algoritmos e sensoriamento via satélite para florestas. Existem várias startups para o agro tradicional, com um mercado mais consolidado, mas com foco em floresta, são poucas”, ressalta ele. A tecnologia desenvolvida pela Quiron, via monitoramento remoto, permite mitigar perdas com ameaças florestais, como pragas, doenças e incêndios. Via algoritmos próprios, é possível analisar grandes extensões de terras e identificar áreas de ataque de pragas e doenças em florestas plantadas e também identificar áreas com maior risco de ignição de incêndios florestais. A empresa tem parcerias com players de todo o mundo para obter dados de satélites e nano satélites, colocando todas essas variáveis dentro dos seus modelos. Dessa forma, empresas florestais, de celulose e outros territórios podem monitorar ameaças de uma forma totalmente remota, dando às equipes de campo maiores subsídios na tomada de decisão. Apoio do Orion fomenta startups na região Com apoio do Orion Parque Tecnológico, o setor de startups e empresas do Instituto auxilia as startups a se desenvolverem, inserindo elas aos editais que integram ao Centro de Inovação, oferecendo suporte técnico para transformar ideias em projetos para ingresso nos editais de residência. Foi nesta modalidade, chamada OrionLab, que a Quiron entrou, em 2018, no Orion.   “A Quiron sempre teve um potencial, tanto nas hipóteses de negócios, tanto no capital intelectual dos empreendedores, o time deles de empreendedores é muito forte – isso contribuiu muito para a evolução da solução. A nível de ecossistema, esse aporte que eles estão recebendo é um marco para a gente, porque é a primeira startup que vai receber esse montante em investimento externo, por mérito total dos empreendedores, e da solução, do negócio deles”, salienta Hemerson Schenato, líder de startups e empresas do Orion. Sobre Anjos do Brasil A Anjos do Brasil é uma organização sem fins lucrativos de fomento ao investimento anjo e apoio ao empreendedorismo de inovação. Fundada em 2011, atua em três verticais, rede de investidores anjo, produção de conhecimento e políticas públicas. Participam da rede da Anjos do Brasil mais de 560 investidores em 16 Estados nos quais conta com o suporte de líderes que exercem atividades voluntárias para incentivar o investimento anjo. Mantém parcerias com redes internacionais, como a GBAN – uma comunidade global de redes de investimento anjo, que tem como objetivo fundamental a colaboração e investimento entre investidores anjo de diversos países, além de trazer conhecimento e engajamento sobre o papel fundamental de investidores anjo no crescimento de startups. Com informações assessoria de imprensa da Anjos do Brasil    Core Group (coregroup.com.br) 

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Propostas de seis regiões turísticas de SC são selecionadas no Edital Inovatur; incubada virtual do Orion está na lista

Projetos inovadores para dinamizar o setor turístico catarinense vão receber apoio financeiro para sair do papel. O resultado final do edital de seleção do Programa Inovatur, desenvolvido em cooperação entre a Agência de Desenvolvimento do Turismo de Santa Catarina (Santur), Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação (Fapesc) e a empresa Gestalt Open Innovation, foi publicado nesta sexta-feira, 12 de fevereiro, contemplando 13 propostas de seis regiões turísticas do estado. Beer Hub é uma das contempladas “O Programa Inovatur é mais uma ação inédita da Santur, para impulsionar a inovação dos negócios do turismo e fortalecer o setor. Realizamos um amplo trabalho de divulgação do edital, com o objetivo envolver o maior número de segmentos e o trade turístico de todas as regiões do estado”, destaca o presidente da Santur, Leandro “Mané” Ferrari. Os projetos selecionados atendem diferentes segmentos, entre eles gastronomia, turismo de aventura, agroturismo, cicloturismo e camping, além de promoção de atrativos e serviços turísticos e vão receber entre R$19 e R$23 mil. Confira a lista completa das contempladas neste link. Conheça Beer Hub, uma das contempladas Uma das contempladas é a Beer Hub – startup que atualmente participa da modalidade virtual do OrionLab. Antes chamada de Route Beer, ela passou no edital de pré-incubação do CocreationLab Serra, no segundo semestre de 2020, e se transformou algumas vezes até tomar a forma de negócio que hoje tem.  O Cocreation Lab contempla uma metodologia de ambiente colaborativo voltado para pessoas que tenham ideias de negócio nas mais diversas áreas da economia criativa, com potencial de gerar novos empreendimentos.  Na prática, os negócios embrionários são amadurecidos através de mentorias, consultorias técnicas e mercadológicas, palestras, ferramentas e materiais de apoio que transformam a ideia em um negócio viável. Utilizado no Cocreation, a TXM (Think, eXperience e Management) é uma metodologia criada dentro dos corredores da UFSC e desenvolve o empreendedorismo focando na cocriação. O processo, dentro da pré-incubadora, é colaborativo e funciona aplicado em qualquer etapa de negócio, nos mais diferentes nichos de negócios. Foi graças a essas oportunidades de conversão e validação do negócio ao longo do tempo que uma proposta concebida inicialmente como sendo de serviços gerais, que teria a parceria de imobiliárias, se transformou num clube de assinaturas de cervejas com ambições bem concretas. \”Nossa ideia era tipo um \’Uber de serviço de manutenção predial\’ – algo que não tem nada a ver com o projeto atual\”, recorda Salomão Eineck Júnior, um dos empreendedores por trás da Beer Hub. Valendo-se das diferentes composições e blends que as cervejas trazem hoje aos apreciadores, a ideia de negócio hoje é ser um clube de assinaturas que proporcione mais do que a simples degustação de diferentes rótulos. \”Antes, quando finalizamos o Cocreation, a gente era um clube de assinaturas normal, que era concorrente de qualquer um outro – até de outros que não eram nem clubes específicos de cerveja. Hoje eu vejo que nos temos um negócio que tem uma pegada muito mais voltada ao Ecossistema das Cervejarias, que junta toda a cadeia de produção do produto e do trabalho das cervejarias, do que propriamente um simples clube de assinaturas. A gente é muito mais que isso\”, afirmou. \”Queremos, de fato, proporcionar para o consumidor um pouquinho do gosto de cada região. Já temos muita produção de cerveja feita aqui em Lages, de várias cervejarias. Em cada uma das cervejarias que você for e provar um gole de cerveja IPA de cada uma delas, pode-se provar um gosto diferente, porque tem por trás uma parte da história da cervejarias, a história do responsável por isso. Tem os ingredientes, como o lúpulo, que vem ali de Palmeira (SC), por exemplo. Muitas iniciativas carregam toda essa história e a gente quer agregar tudo isso\”, projeta Salomão. Primeiras entregas para os próximos meses Vitorioso na primeira edição do Cocreation Lab Serra – processo de pré-incubação que tem em média cinco meses, vinculado no Projeto Nascer, da Fapesc, – finalizado em setembro de 2020, o Beer Hub recebeu como prêmio 100% de isenção no OrionLab Virtual e registro de marca na Ranzolin Patentes. Além disso, foi graças ao vínculo com o Orion e aos mentores do Cocreation que a startup buscou fontes de fomento, como o edital Inovatur. \”Não ficamos dependendo só do Cocreation e buscamos fomento externo. O Inovatur teve início ano passado, nos inscrevemos e acreditamos porque temos um pé muito forte no turismo. Passamos da primeira fase, e agora passamos da segunda fase. O processo ali com a Santur deve começar em março. Não sabemos ainda o que faremos com o recurso que será disponibilizado, de pouco mais de R$ 20 mil, mas queremos usar ele para validarmos da melhor forma o nosso negócio, além de fechar e prospectar mais parcerias em outras cidades\”, afirmou o empreendedor.   Algumas entregas especiais, para validar as cervejas e outros mimos, já foram feitos. Já sobre o início das primeiras remessas, ainda em caráter experimental e para um público reduzido, Salomão espera que em poucos meses a BeerHub decole. \”Estávamos com ideia de lançar no início de março ou no máximo em abril. A gente acredita que até lá conseguiremos fazer todo o mapeamento que queremos. Não tem nada melhor do que entregar aquela caixa, para quem estava esperando, pegar o feedback do público\”, finaliza.  

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Startup catarinense desenvolve biotecnologia inovadora para diagnóstico de infecções em aves

Residente no Orion Parque desde 2017, quando ingressou no edital OrionLab, Scienco Biotech não deixou de registrar patentes e acumular grandes resultados no desenvolvimento de biotecnologia. A Scienco Biotech desenvolveu e patenteou, em parceria com a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), uma biotecnologia para identificar anticorpos em aves. O método inovador será usado, por exemplo, para detectar doenças infecciosas em galinhas e codornas e para verificar a eficácia de imunizações nesses animais. “Essa nova ferramenta molecular será muito importante para melhorar o custo, a eficiência e a rapidez dos diagnósticos em aviários”, explica Maria de Lourdes Borba Magalhães, sócia-fundadora da startup com sede em Lages. Segundo Maria de Lourdes, que também é professora de Produção Animal e Alimentos do Departamento de Ciências Agroveterinárias da Udesc, o próximo passo é utilizar a biotecnologia em testes comerciais de diagnósticos. “Estamos fazendo parcerias com outras instituições para que possamos substituir a parte de detecção do anticorpo pela nossa tecnologia”, conta. De acordo com Maria de Lourdes Borba, a startup desenvolveu uma proteína inovadora que se liga aos anticorpos das aves. Usada em testes de diagnóstico, a biotecnologia poderá ser usada de duas formas nos aviários: mostrará se as aves estão doentes ou, após uma vacinação, se estão devidamente imunizadas.  Nos humanos, os anticorpos que ajudam o organismo a se proteger de infecções são do tipo IgG (imunoglobulinas G) – nas aves, do tipo Y (IgY). “As aves, que têm uma importância econômica para o nosso Estado, também precisam ter a sanidade monitorada através da detecção de anticorpos em testes de diagnóstico. Os métodos existentes atualmente são imprecisos, que envolvem uso de animais de laboratório, com produção onerosa e pouco eficientes”, informou a professora. Inicialmente, a proteína foi desenhada a partir dos conhecimentos teóricos. Em seguida, passou a ser produzida em laboratório com o uso de bactérias. “Buscamos no genoma da galinha uma proteína com capacidade de se ligar aos anticorpos. Na verdade, criamos uma proteína meio Frankstein – pegamos o pedaço de uma e juntamos com outra. Ela já se mostrou funcional, provou que detecta anticorpos de galinha e de codorna e não detecta anticorpos de várias outras espécies. E desenvolvemos um protótipo onde determinamos a sensibilidade do teste, para ver o mínimo de anticorpos que ela pode detectar”, explicou a professora. Futuramente, a biotecnologia também poderá ser utilizada em testes de diagnóstico de doenças em outros animais, inclusive humanos.   A importância dos testes de diagnóstico usados para detectar doenças infecciosas causadas por vírus, bactérias ou fungos ficou evidente por causa da crise provocada pelo novo coronavírus. A Scienco Biotech, inclusive, está desenvolvendo uma tecnologia para detectar a presença do Sars-Cov-2, vírus que causa a Covid-19. Criada dentro do ambiente de inovação do Centro de Ciências Agroveterinárias (CAV), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) em Lages, e residente no Centro de Inovação do Orion Parque Tecnológico, a Scienco foi contemplada no Edital de Inovação para a Indústria, do Senai, na categoria “Missão contra Covid-19“, que visa gerar soluções de impacto contra os problemas causados pela pandemia do novo coronavírus. A partir do edital, a Scienco foi notícia com a criação de um novo teste para identificação da COVID-19, através de uma parceria com o Instituto Senai de Química Verde, do Rio de Janeiro.   Biotecnologia a serviço do desenvolvimento inovador  A biotecnologia para o diagnóstico de infecções em aves também tem relação com a Fapesc. A empresa recebeu R$ 150 mil por meio do Tecnova II, programa que é voltado para  desenvolvimento de novos produtos. Ao todo, mais de R$ 7,5 milhões foram destinados para contemplar 28 empresas em todo o Estado pela Fapesc e Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Segundo a professora Maria de Lourdes, o Tecnova está sendo fundamental para o desenvolvimento do projeto. “Conseguimos direcionar uma bolsista de P&D exclusiva para trabalhar no projeto, o que possibilitou avançarmos. Também investimos em matéria-prima. Sem esses recursos, o projeto estaria parado”, afirmou. Para o professor Amauri Bogo, diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação e presidente em exercício da Fapesc, a trajetória e as conquistas da Scienco Biotech demonstram a importância de aliar ciência, tecnologia e inovação. “Parabenizamos a startup, que, em parceria com a Udesc, tem conseguido mostrar a força catarinense no sistema de CTI. E ficamos feliz em ter feito parte e dado suporte para este desenvolvimento”, afirmou. Com informações FAPESC .

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