Orion Parque

Rolê empreendedor semeia cultura empreendedora no público jovem

[vc_row][vc_column][vc_column_text] Lançado em 2019, o programa Rolê Empreendedor, iniciativa de fomento ao empreendedorismo jovem do Orion Parque Tecnológico, já atingiu cerca de 2.400 alunos na região. A proposta do Rolê é despertar a cultura empreendedora no público jovem, em idade pré-universitária ou recém iniciados na graduação, mostrando que empreender está relacionado a pensar em soluções para os problemas cotidianos e pode ser muito mais simples do que se imagina. Em pouco mais de dois anos, o projeto já atingiu a marca de mais de 2 mil rolezeiros, com mais de 80 turmas envolvidas no período. Já foram mais de 20 instituições impactadas na região, em momentos de conversa, presencial e on-line, diretamente com os jovens. Nos encontros, a conversa já rolou com diferentes perfis de jovens: desde público de abrigos, turmas de terceiro ano do ensino médio e até cursos de administração da universidade, entre outros. O Rolê busca impactar positivamente esses jovens, despertando o interesse para o empreendedorismo, seja abrindo uma empresa, desenvolvendo um negócio social ou até mesmo provocando o intra-empreendedorismo.  Quem conversa com os alunos são mesmo os “caçulas” que trabalham diretamente no Instituto Orion. Uma delas é Vanessa Giesel, de 22 anos, líder da equipe do Rolê Empreendedor.  A acadêmica de Direito, da oitava fase, depois que conheceu a iniciativa resolveu arregaçar as mangas e botar para rodar o projeto com mais escolas.  “Fui diretamente impactada pela visão que o programa traz. Eu era uma dos muitos jovens que tinha a visão de empreender ligada apenas ao ramo empresarial, a um CNPJ, a abrir um negócio. Com a oportunidade do Rolê pude perceber que empreender também é algo simples, voltado à basicamente solucionar um problema e mudar uma realidade para melhor com algum tipo de solução”, afirmou. Para ela, além do Parque Tecnológico, escolas e colégios deveriam incentivar ainda mais o empreendedorismo jovem.   “As escolas são o lugar ideal, e acredito que elas sejam de suma importância para o desenvolvimento da visão empreendedora. Infelizmente esses ambientes ainda são muito ligados à técnica, ensinando a aprender a ler, por exemplo, mas o que você irá fazer com a leitura? Esse tipo de provocação deve ser trabalhado desde muito cedo. Ou seja, saber como você vai agir com o conhecimento adquirido”, sugeriu a bolsista.   Palavra de quem já participou No Rolê se busca uma comunicação de jovem para jovem com alunos. Nas interações são abordados temas como: empreender sendo jovem, medos que nos impedem de crescer, comportamento, pró-atividade, autogerenciamento, criação de oportunidades, o que é uma startup e a importância do ecossistema. “Queremos mostrar para o jovem que ele é capaz, mostrar que ele tem habilidade e potencial que pode definir sua carreira profissional no futuro, com a visão que sua atuação como profissional não irá depender apenas do conhecimento técnico, mas sim como você reage e atua com a técnica. O mercado atualmente está caminhando para essa aposta comportamental, em um ambiente de trabalho que busque indicar como sou eu como profissional, e essa é a grande chave para se trabalhar no início de uma graduação” ressalta Vanessa.  Em 2021 já foram seis rolês em cinco instituições diferentes. Os resultados esperados nos rolês podem ser vistos no dia a dia, como jovens fazendo trabalho voluntário, indicação para entrevista de empregos e mentoria para projetos, que o próprio Orion pode dar, a partir do Reuni.   Um dos jovens que participou do Rolê e hoje tem boas lembranças de como foi aquele bate-papo é Jean Carlos Tigre, desenvolvedor web e estagiário de analista de suporte no aplicativo O Delivery. Para ele, ter tido contato cedo com o Rolê mudou a visão que ele tinha sobre empreender.  \”Sempre gostei de empreender, e ter estado no Rolê foi o grande start para isso. O Rolê Empreendedor traz uma sensação de que estamos em uma roda de amigos, conversando sobre assuntos inovadores e a evolução do empreendedorismo nos dias atuais, e que isso traz diversos tipos de benefícios. Hoje, muitos jovens tem vontade de empreender, e nem sabem como funciona ou por onde começar. Então o Rolê é uma oportunidade de entender de uma forma descontraída e divertida o que é entrar nesse mundo do empreendedorismo, sempre trazendo assuntos sobre comportamento, voluntariado, medos e inseguranças, tirando várias dúvidas com ótimas pessoas que estão no meio empreendedor, além de ampliar sua rede de contatos criando amizades e conhecendo as oportunidades de perto\”, lembra ele.  A expectativa, agora, é pela retomada dos Rolês presenciais no Orion Parque, que aos poucos – e com todos os cuidados possíveis – começam a voltar a acontecer. “Com a pandemia os encontros aconteceram e ainda acontecem de forma virtual, sendo essa forma trabalhada mais na visão empreendedora. A parte técnica do Rolê interferiu nessa parte do contato, e também com a limitação de não poder apresentar o espaço físico do Orion, nossas salas e espaços de convivência e networking. Fisicamente podemos sentir a reação dos participantes conforme acontece o encontro, sentir muitas vezes qual o seu anseio é mais fácil para podermos auxiliar, mas acredito que as duas modalidades de encontros são produtivas de alguma forma”, finalizou ela.   [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Beer Hub, clube de assinatura de cervejas artesanais, inicia venda de boxes de produtos

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Startup contemplada no edital Nascer no segundo semestre de 2020, e que foi selecionada no Inovatur, da FAPESC, em fevereiro desse ano, a Beer Hub – clube de assinaturas de cervejas artesanais – iniciou a venda de boxes nesta terça-feira (08). A startup, que atualmente está no edital do OrionLab, residente no Centro de Inovação do Orion Parque,  propõe ser um clube de assinaturas que entrega mais do que a simples degustação de diferentes rótulos. A Beer Hub nasceu com um propósito importante: levar aos amantes do puro malte a experiência de provar um pouco do gosto de cada canto do estado de Santa Catarina, que é conhecido por ter ricas e diferentes culturas em cada município. O objetivo é ser, junto aos seus assinantes, o ponto de conexão entre todo o ecossistema cervejeiro do estado. A startup é um projeto pioneiro em Santa Catarina que conecta as melhores cervejarias artesanais do estado, de forma prática, no conforto da sua casa e ainda possibilitando que conhecer as cervejarias de uma forma totalmente diferente e com descontos.  Na opinião de Salomão Eineck, um dos responsáveis pelo projeto, a escolha pelo momento ideal para o lançamento oficial das entregas foi estratégica em vários aspectos.  “Cerveja é bom em qualquer momento, não apenas no verão. As cervejas tradicionais geralmente têm um consumo maior em épocas mais quentes, o que de certa forma limita o consumo em épocas mais frias do ano. Porém, no caso das cervejas artesanais, isso acaba se tornando uma grande oportunidade, pois existem cervejas mais encorpadas, perfeitas para tomar durante o inverno, assistindo um filme ou curtindo a família”, comentou o empreendedor. “Nós investimos um bom tempo estudando o mercado e fechando parcerias chave, o que, de certa forma atrasou o lançamento do primeiro box, mas isso também nos possibilitou entregar mais valor agregado e foco maior na experiência do nosso cliente”, finalizou.  Segundo dados divulgados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em maio de 2021, Santa Catarina é o estado com maior número de cervejarias por habitante. Acreditando no potencial do setor e na ampliação do movimento turístico de forma escalonada, a expectativa da Beer Hub é fazer da Rota uma forma de iniciar movimento de conexão entre produtores e todos que fazem parte da cadeia cervejeira.  “Praticamente todos os estados brasileiros têm suas rotas da cerveja, e acreditamos que podemos ampliar futuramente essa conexão para todo o país. Aqui em SC a Rota da Cerveja funciona, de certa forma, isolada e mais voltada a cada região do estado. Nós vemos isso com uma grande oportunidade de expansão do turismo cervejeiro. Uma das nossas propostas de valor é levar o nosso cliente até a cervejaria e o produtor de lúpulo, conectando todo o ecossistema”, ressaltou Salomão Como funciona A Beer Hub é um clube de assinaturas. Dessa forma, a cada mês, os assinantes irão receber diferentes rótulos de cerveja artesanal, sempre com foco na Rota das Cervejas do estado de Santa Catarina.  Enquanto os imigrantes italianos estão ligados à produção de vinho, os alemães são conhecidos por sua tradição cervejeira. Por isso, nos municípios catarinenses com população de descendência germânica, não é raro encontrar diferentes fábricas e cervejarias artesanais. Buscando passar por diferentes cidades do estado,  o objetivo principal da Beer Hub é conectar assinantes à chamada Rota da Cerveja.   São rótulos de diferentes localidades e temáticas, trazendo toda a riqueza cultural e de sabores do estado, evidenciando visibilidade e parceria às cervejas artesanais de cada região.  Algumas das cervejarias parceiras do projeto são: Serra Forte (Princesa da Serra + Bier Letti) de Lages, Linden Bier (Treze Tílias), Lohn Bier (Lauro Müller), Chopp Gole (Videira), Big John (Descanso) e Cervejaria Faroeste (Brusque), além de diversas outras cervejarias que já passam a participar da Beer Hub. No mês de lançamento da Beer Hub, o primeiro box contém uma seleção de produtos de Treze Tílias, cidade fundada por imigrantes austríacos, no meio-oeste do estado, que além de ser uma cidade turística, com uma das melhores gastronomias de Santa Catarina, possui algumas das cervejas mais premiadas do Brasil. Para adquirir, acesse o link na imagem abaixo:   [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Solucionando problemas do pós-colheita, Grain Solution inova projetando mercados emergentes

[vc_row][vc_column][vc_column_text]As soluções desenvolvidas pela Grain Solution impressionam pela sutileza, e demonstram como ferramentas simples, mas bem pensadas, impactam positivamente em negócios em que os processos de inovação costumam ser lentos e pouco dinâmicos.    Gerar economia, num setor em que a competição pelo menor preço é acirrada, com margens extremamente baixas: essa é a estratégia de uma das mais criativas e promissoras startups que estão incubadas no Centro de Inovação do Orion Parque Tecnológico.  A Grain Solution surgiu da cabeça de dois jovens empreendedores: Roger Briskiewicz, engenheiro mecânico, e Nicolau Chupil, administrador. Ambos perceberam que o mercado do chamado pós-colheita de grãos ainda vive um atraso de anos, quando comparado com o impacto positivo da tecnologia no setor de plantação e colheita de grãos no país.  As soluções desenvolvidas pela Grain Solution impressionam pela sutileza, e demonstram como ferramentas simples, mas bem pensadas, impactam positivamente em negócios em que os processos de inovação costumam ser lentos e pouco dinâmicos.    Uma das ideias desenvolvidas é um centralizador de fluxo, que evita a sujeira, geração de pó e desperdício de material no carregamento e movimentação de grãos.  “O centralizador veio de uma ideia de fazermos um equipamento mais simples, estático, sem nenhum tipo de parte móvel. Conversamos e chegamos à conclusão que tínhamos que achar alguém para fazermos os testes, depois do produto já pronto. Não sabíamos se ele ia funcionar, da forma como imaginávamos. Então fizemos melhorias, fizemos as modificações, para chegar nesse equipamento que temos hoje, e conversamos com uma empresa parceira nossa, que no nosso caso funciona como se fosse um laboratório de testes de produtos”, comentou Roger, diretor de tecnologia da startup.  Caminhões com 30 toneladas geram em média 50 kg de perdas de grãos e finos voláteis, por carga. O equipamento desenvolvido – e já patenteado pela Grain Solution – é dinâmico e autossustentável, minimiza o desperdício e geração de pó no carregamento de grãos. Em outro ponto, e graças ao centralizador, aspectos econômicos, sociais e de meio-ambiente são uma grande vantagem para os utilizadores, já que eles reduzem a manutenção, não necessitam de ligações elétricas, hidráulicas ou pneumáticas e são muito mais baratas que soluções semelhantes internacionais. “Pegamos um produto já existente e promovemos uma série de modificações. O equipamento que temos hoje é dinâmico, que tem partes móveis e  correntes de sustentação. Fizemos um MVP (Produto Minimamente Viável, ou seja, um produto com o mínimo de recursos possíveis, desde que (em sua totalidade) mantenha sua função de solução ao problema para o qual foi criado) clássico, bem simples, o negócio mais fácil possível. Sem nenhum item de manutenção, bem prático, que não dê nenhum tipo de problema”, ressaltou Roger.      Roger comenta que as parcerias são fundamentais para a continuidade das ações, e desde o início elas foram fundamentais para concretizar os equipamentos criados.  “Conseguimos parcerias, para fazermos testes e depois projetarmos o produto. Felizmente deu tudo certo. Como era em outras cidade, voltamos para Lages, fizemos o projeto, desenhamos tudo aqui, nós mesmos fabricamos, cortamos as peças, e fizemos na churrasqueira da casa do Nicolau. Esse primeiro centralizador foi feito dessa forma, artesanalmente. Hoje podemos terceirizar toda a nossa produção, e graças a isso podemos projetar um crescimento muito bom. Às vezes se investe muito tempo para desenvolver uma cultivar que ofereça duas sacas a mais por hectare, mas na hora de secar, armazenar e expedir,  se perde uma saca, por exemplo. A agricultura às vezes está no 5.0 e o pós-colheita ainda está muito para trás”, finalizou.    Semáforo indicativo da operação Outra dor que chamou a atenção dos empreendedores foi como a expedição e os caminhoneiros realizam a carga dos caminhões nos serviços de beneficiamento de sementes. O procedimento é complicado, e exige atenção de todos os envolvidos.  Com sinaleira de carregamento criada pela Grain Solution,  o  processo de escoamento é mais seguro e fácil de fazer, solucionando dificuldades no momento em que o caminhão é enchido. Feita em luzes de LED, com durabilidade de 55 mil horas de uso, o equipamento é operado por controle remoto ou aplicativo para Android, ou iOS, e tem eficiência comprovada. O semáforo possui quatro cores de sinalização com legenda na parte inferior. “Quem mais nos auxilia nessa parte de leitura do problema é o pessoal da operação. Eles sabem muito das dificuldades. Se no local do trabalho tivesse algo bem claro mostrando que o caminhão tem que ir para frente, ou tem que recuar, ia se tornar muito mais seguro, porque a maior parte desses operadores ficam no alto de estruturas, e ficam se movimentando ali. Com o sinaleira que desenvolvemos, eles só precisam ficar com o controle remoto operando o semáforo, remotamente, mudando as cores, sem necessidade de gritar ou falar mais alto”, afirma Nicolau Hiroshi, diretor-comercial da Grain Solution.  Além desses dois, a empresa conta ainda com um exaustor de poço – equipamento para resolver problemas na manutenção em poços de elevador e túneis, realizando a exaustão de particulados finos voláteis em suspensão no ar e gases nocivos existentes no ambiente.  Aposta no futuro, com pensamento em gerar mais conhecimento  Sempre viajando para visitar clientes e prospectar novos mercados, os empreendedores lembram o quanto o mercado pode ser receptivo com as novidades existentes hoje no mercado. A expectativa, a partir de agora, é incrementar o portfólio com novas ideias de equipamentos que melhorem a vida do produtor no pós-colheita.  “Temos uma série de produtos voltados para a agroindústria, que vão seguir na mesma linha. São ideias como a rosca varredora de silo automática, além de vários equipamentos que vão seguir. Já temos quase 40 equipamentos instalados, e nós estamos conseguindo clientes muito bons. Temos atualmente equipamentos em SC, no RS e no MT, essa entrega é muito positiva”, afirmou Roger. Roger e Nicolau, empreendedores da Grain Solution Conheça mais sobre o centralizador de fluxo Conheça mais a Sinaleira de expedição https://www.youtube.com/watch?v=lvdA4XcR6wE[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Programa Nascer recebe propostas para pré-incubação de ideias inovadoras

[vc_row][vc_column][vc_column_text]O Programa Nascer de Pré-incubação de Ideias Inovadoras – Edição II recebe propostas até 30 de junho. O objetivo é dar suporte para que ideias passem por um período de pré-incubação e se consolidem como negócios. O programa é uma iniciativa da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Santa Catarina (Sebrae/SC). “Esta é uma importante ação do Governo do Estado realizada pela Fapesc em parceria com o Sebrae/SC. Queremos qualificar os empreendedores para que possam futuramente gerar novos negócios nas diversas regiões do Estado e aproveitar editais de fomento da Fapesc e de outras agências nacionais para subsidiar suas ideias e projetos”, afirma o presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen. “A Fapesc investe nas pessoas de Santa Catarina para gerar a retenção e atração de talentos não só nos grandes centros, mas também no interior do Estado.” As propostas precisam se caracterizar como ideias de produtos (bens e/ou serviços) ou processos inovadores, com potencial para se transformar startups que envolvam a conversão de conhecimento tecnológico em novos produtos, processos ou serviços aptos para a introdução e exploração no mercado. Serão aprovadas até 360 ideias, distribuídas entre 30 cidades-polo, 15 destas vinculadas aos Centros de Inovação (Confira, abaixo, a lista das cidades). As turmas terão no mínimo oito e no máximo 12 proponentes. Cada proposta poderá contar com uma equipe de até cinco componentes. Os encontros, como oficinas, cursos e palestras, serão feitos de modo híbrido (on-line e presencial).   A proposta deverá ser submetida na Plataforma de CTI da FAPESC, sendo obrigatória a disponibilização de um pitch via YouTube: um vídeo de três a cinco minutos, mostrando uma visão geral de uma ideia, produto, serviço, pessoa, ou negócio projetado para atrair rapidamente a atenção e convencer os ouvintes a se interessar no objeto apresentado.  “Os selecionados passarão cinco meses em processo de pré-incubação, apoiados por ferramentas, consultoria técnica e mercadológica, mentorias, assessorias e apoio institucional. Basta ter uma ideia inovadora, motivação para iniciar um negócio e mais de 18 anos para participar”, explica Gabriela Botelho Mager, gerente de Tecnologia e Inovação da Fapesc. “Com o Programa Nascer, esperamos cultivar a cultura do empreendedorismo e inovação em todas as regiões de Santa Catarina.” Resultados da primeira edição Na primeira edição, o Programa NaSCer teve duas turmas, com 329 projetos selecionados, alcançando 619 empreendedores. Foram mais de 4,5 mil horas de mentorias. “Esse Processo de Pré-incubação foi determinante para que a gente desse o primeiro passo, foi esse processo de mentoria e suporte que permitiu que a Sete+1 ‘startasse’ com sucesso a nível regional, estadual e nacional”, avalia Patricia Crestani, da Agência Sete+1, de Videira, participante da edição do NaSCer. Ademar Tibola, da Latina Control, de Chapecó, afirma que o programa foi fundamental para a evolução do negócio. “O projeto contribuiu significativamente para um melhor planejamento do empreendimento. Durante esse período evoluímos bastante o projeto, mas a evolução pessoal sobre negócios foi ainda maior. Entrar nesse mundo de negócios foi uma experiência incrível e muito enriquecedora.” O diretor superintendente do Sebrae/SC, Carlos Henrique Ramos Fonseca, destaca a importância do programa. “Ficamos muito felizes ao ver esses cases de sucesso, que nos provam que investir em projetos que incentivem o empreendedorismo valem a pena. Parabéns aos empresários que aproveitaram a estrutura e a capacitação oferecidas pelo Programa NaSCer e criaram uma nova empresa, que tem tudo para crescer e se desenvolver.”, comenta. “Ao ver essas ideias saindo do papel, temos a certeza de que cumprimos a nossa missão, que é garantir suporte aos empreendedores para que os seus negócios sigam o caminho do sucesso”.  Para o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), Luciano Buligon, o NaSCer é um dos incentivos ao desenvolvimento do Estado. “Quando detectamos habilidades específicas em uma pessoa, incentivamos que ela se desenvolva, prospere e cresça. Desta mesma forma, o Estado usa de programas e ações para impulsionar, por meio da inovação, a busca de soluções e novos negócios que gerem riqueza, desenvolvimento, capacitação e consequentemente, emprego. O NaSCer é uma destas ferramentas excepcionais no incentivo a negócios inovadores e a abertura de empresas”. Cidades-Polo Confira a relação das cidades polos do programa NaSCer: Araranguá, Balneário Camboriú, Blumenau, Brusque, Caçador, Canoinhas, Chapecó, Concórdia, Criciúma, Curitibanos, Florianópolis, Guaramirim, Itajaí, Jaguaruna, Jaraguá do Sul, Joaçaba, Joinville, Lages, Luzerna, Mafra, Palhoça, Rio do Sul, São Bento do Sul, São Joaquim, São José, São Miguel do Oeste, Três Barras, Tubarão, Videira e Xanxerê. Confira o cronograma das atividades Cases regionais Lages, até então único polo regional do NaSCer na Serra Catarinense desde a primeira edição do Programa, passa a contar com mais duas cidades vizinhas fazendo parte do edital na região.  São Joaquim e Curitibanos contarão com ambientes físicos próprios, polos NaSCer disponibilizados pelos parceiros locais nas cidades onde o Programa NaSCer se desenvolve. No primeiro edital foram acompanhados 10 projetos e no segundo, 11, em Lages.  Um dos cases foi de uma equipe de amigos que planejou o desenvolvimento de um aplicativo para auxílio na manutenção de máquinas e equipamentos para a indústria 4.0. Fabio Nunes, Leonardo Almeida e Diego Lopes nunca pensaram em começar o próprio negócio, mas graças ao Edital NaSCer da Fapesc isso foi possível. “Nossa ideia surgiu num bar. Eu pensei: quero ter a minha empresa, quero trabalhar para mim. Resolver os meus problemas, não os dos outros, não de outros gestores. Tivemos mil ideias, conversamos bastante, até chegar nessa ideia”, diz Diego. A ideia deles foi desenvolver um aplicativo que fosse aplicado no desenvolvimento e manutenção, preditiva e preventiva, de máquinas e equipamentos em diferentes indústrias. “Existe uma distância entre a pessoa que vai fazer a manutenção, efetivamente, e os registros que realmente foram feitos da manutenção realizada. É importante saber os passos dessa manutenção. A ideia é mostrar que realmente foi feito o serviço, porque nem sempre ela é demonstrada da maneira correta. A ideia é que o aplicativo possa ser usado em diferentes tipos de equipamentos”,

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Cuide de Você oferece técnicas que valorizam a boa saúde mental de profissionais da saúde

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Iniciativa gratuita começará na próxima semana. Profissionais que querem ajuda ou buscam ajudar alguém já podem se inscrever. Na próxima terça-feira (01/06), Lages lança o projeto Cuide de Você. Uma iniciativa  de entidades e pessoas ligadas à Saúde do Município e também por parceiros e apoiadores que promovem ações gratuitas voltadas ao apoio a profissionais que estão na linha de frente do combate à Covid-19 em Lages. Foi viabilizado através de subsídio arrecadado pela campanha estadual de enfrentamento à pandemia, promovido pela Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE), também realizado pelos polos regionais, como o Orion Parque Tecnológico.  Cuide de Você atuará no auxílio à minimização de consequências emocionais e psicológicas sofridas por esses profissionais da saúde, que enfrentam rotinas exaustivas para cuidar de pacientes infectados. O projeto disponibilizará uma equipe multiprofissional de voluntários das redes privada e pública que realizarão atividades de apoio psicológico, parapsicologia clínica, Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS) e conversas virtuais. Uma das pioneiras da iniciativa, a psicóloga Cintia Netto Menezes Raizer, representante dos profissionais da rede privada envolvidos no projeto, comenta sobre o desenvolvimento e participação neste projeto: “Ao saber do sofrimento que os profissionais da saúde na linha de frente no combate a pandemia estão passando, nos mobilizamos com muita vontade de ajudar a minimizar esse sofrimento. Eles estão se doando e cuidando de quem necessita. E nós, em respeito, apoio e admiração, queremos doar um pouco do nosso tempo, conhecimento e cuidado a eles”, frisa. A ideia nasceu a partir de uma demanda de profissionais da saúde de Lages, e acabou se concretizando a partir da arrecadação de recursos por parte da ACATE, nos polos da entidade. “A ideia surgiu de profissionais autônomos, da área de psicologia, que pensaram em iniciativas para mitigar os efeitos da pandemia nos profissionais da saúde. A expectativa é poder auxiliar o maior número de profissionais na linha de frente de combate à covid-19 para que mantenham sua saúde mental”, ressaltou Julia Rodrigues, psicóloga e responsável pelo projeto no Orion Parque. Como funcionará o projeto? O Projeto Cuide de Você é voltado aos profissionais que atuam nas Redes de Atenção à Saúde, Hospital Geral Tereza Ramos (HTR), Hospital Infantil Seara do Bem (HISB), Hospital Nossa Senhora dos Prazeres (HNSP), Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e Secretaria Municipal da Saúde de Lages. Indispensáveis, os profissionais da saúde atuam no combate à covid-19 e estão entre os grupos mais vulneráveis às consequências emocionais e psicológicas da pandemia. Eles encaram rotinas exaustivas, onde o foco é dar tudo de si para cuidar dos pacientes infectados. De acordo com o secretário de Saúde, Claiton Camargo, a ideia é promover a dinâmica de ações que minimizem processos que sejam prejudiciais aos envolvidos. “O estresse e as sensações associadas com esse quadro não significam que profissionais da área de saúde, atuantes nos seus segmentos, não sejam capazes de fazer o seu trabalho ou que pareçam ser pessoas fracas. O gerenciamento da saúde mental e do bem-estar psicossocial, durante este momento, é crucial para que possa ser mantido a saúde física também”, comenta. Assim, serão disponibilizados por uma equipe multiprofissional – formada por voluntários das redes privada e pública – quatro tipos de auxílio gratuitos: Apoio Psicológico, Parapsicologia Clínica, Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS) e Conversas Virtuais. Para Franciele Spolti Lorenzetti Miguel, coordenadora do Núcleo de Educação Permanente e Humanização em Saúde (NEPHS – SMS), a expectativa é trazer mais uma forma de reforçar o acesso a novas práticas aos profissionais da saúde. “Com estas iniciativas, além de propiciar o fortalecimento do processo de trabalho, vamos possibilitar espaços para que os trabalhadores se sintam ouvidos e acolhidos, especialmente neste momento desafiador, onde dedicam suas vidas e esforços para ajudar a população no enfrentamento da pandemia”, reforça. O projeto iniciará com os atendimentos no dia 01 de junho de 2021 e terá duração de três meses, podendo ser prorrogado. Para o Apoio Psicológico e Parapsicologia Clínica serão disponibilizados quatro atendimentos/sessões, que irão acontecer de forma presencial ou virtual (conforme vaga disponibilizada). Para as PICS, as sessões serão avaliadas conforme resposta à prática integrativa aplicada. Desta forma serão disponibilizados até quatro atendimentos. Para a enfermeira, terapeuta e acupunturista da Felicitá, Caroline Beatriz Schons, as ações terão impacto direto nos profissionais envolvidos pela iniciativa. “As práticas integrativas proporcionam um momento de relaxamento, trazendo o equilíbrio para o corpo e mente”. Flávio Troncoso Talhavini, acupunturista do ambulatório “Viva Melhor”, complementa: “Nosso objetivo é promover o relaxamento e bem-estar dos profissionais de saúde.  Cadastro para profissionais que queiram ajudar ou ser ajudados Se você é Profissional da Saúde e tem interesse em apoiar o Projeto CUIDE de VOCÊ, disponibilizando voluntariamente seu trabalho, clique abaixo: https://plid.in/cuidedevoce1 Se você é um profissional de saúde atuante nas Redes de Atenção à Saúde em Lages e está enfrentando desafios de saúde mental, clique abaixo: https://plid.in/cuidedevoce2 Conheça mais sobre cada uma das ações ofertadas aos profissionais da saúde: Apoio Psicológico – Através da conversa, da escuta ativa e outras técnicas não verbais, o profissional psicoterapeuta ajuda o paciente a compreender o que está lhe causando sofrimento e como lidar com a situação, mudando a relação do indivíduo com as próprias emoções, pensamentos e comportamentos. Parapsicologia Clínica – A Parapsicologia Clínica é a técnica terapêutica que objetiva encontrar instrumentos e estratégias que ajudem os indivíduos e os grupos sociais a libertarem-se das ameaças internas e externas, reais ou imaginárias, que colocam em risco sua sobrevivência. O atendimento parapsicológico tem por objetivo identificar dificuldades e prestar orientação de acordo com a necessidade, através de um processo ágil e simples para contribuir na resolução das dificuldades, utilizando técnicas de reprogramação mental, compreensão das emoções e/ou sentimentos, imaginação, repetição, visualização, dentre outras. Conversa Virtual \”Pensando em Você\”- Encontros virtuais, que tem como objetivo fortalecer as relações interpessoais no trabalho, possibilitando trocas por com rodas de conversa, ressignificação de vivências e sentimentos, espaço de acolhimento, além de promoção e prevenção em saúde mental neste momento de pandemia. Os encontros acontecerão de forma virtual, através

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Polo regional ACATE, Orion Parque Tecnológico desenvolve programa de apoio a profissionais de saúde da linha de frente do combate à Covid-19

[vc_row][vc_column][vc_column_text] Programa faz parte da campanha estadual de enfrentamento à pandemia realizada pela ACATE em parceria com os polos regionais O Orion Parque Tecnológico de Lages, polo regional ACATE na serra catarinense, lançará a partir de 1º de junho o programa Cuide de Você, voltado para o apoio a profissionais que estão na linha de frente do combate à Covid-19. O projeto está sendo viabilizado por meio do subsídio arrecadado pela campanha estadual de enfrentamento à pandemia, promovido pela ACATE e realizado pelos polos regionais. Durante a campanha, o Orion Parque arrecadou R$ 11.100, que foram somados a uma doação de mesmo valor realizada pela ACATE. O programa Cuide de Você atuará no auxílio à minimização de consequências emocionais e psicológicas sofridas por profissionais da saúde que enfrentam rotinas exaustivas para cuidar de pacientes infectados. Na prática, o projeto disponibilizará uma equipe multiprofissional de voluntários das redes privada e pública que realizarão atividades de apoio psicológico, parapsicologia clínica, Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS) e conversas virtuais. O programa conta com o apoio da ACATE e atenderá os profissionais que trabalham nas Redes de Atenção à Saúde, no Hospital Geral Tereza Ramos (HTR),  Hospital Infantil Seara do Bem (HISB), Hospital Nossa Senhora dos Prazeres (HNSP), SAMU e Secretaria Municipal da Saúde de Lages. Além do polo regional de Lages, a ACATE em Florianópolis apoia o projeto Aliança pela Vida, que realiza atendimentos a pacientes via telefone de forma gratuita e com a finalidade de evitar as lotações em hospitais da cidade. O polo regional Deatec de Chapecó e o polo NuTI/ACII de Itajaí realizaram doações a hospitais de suas regiões, que foram fundamentais para apoiar o combate à COVID-19. Na página criada para a divulgação da ação, é possível fazer o cadastro de Profissionais da Saúde, que tenham interesse em apoiar o Projeto disponibilizando voluntariamente seu trabalho, ou mesmo de pessoas que queiram receber apoio, sendo profissionais de saúde atuantes nas Redes de Atenção à Saúde de Lages. Com informações ACATE [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Movimento ODS SC promove semana ODS em Pauta; evento em Lages debaterá estudo de dois Objetivos

[vc_row][vc_column][vc_column_text]ODS: 11 – Cidades e Comunidades Sustentáveis e o 12 – Consumo e Produção Responsáveis são parte dos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável adotados por todos os países membros das Nações Unidas em setembro de 2015, definindo objetivos ambiciosos em três dimensões de desenvolvimento sustentável: desenvolvimento econômico, inclusão social e sustentabilidade ambiental, sustentados pela boa governança; Orion Parque subscreve os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU em Santa Catarina Signatário do movimento dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, desde 2019, o Orion Parque Tecnológico engaja-se no desenvolvimento das ações de sustentabilidade e coesão social em vários planos: Aceleração de projetos sociais e novos negócios, com a Aceleradora Saiph; descoberta de novos empreendedores, com o Rolê Empreendedor; empoderar mulheres para o empreendedorismo e inovação por meio da conexão de suas histórias e experiências, com o Mulheres Connect e Inclusão digital, com as aulas de iniciação à computação para idosos – apenas para citar algumas iniciativas.  Pensando nessa perspectiva, o Movimento Nacional ODS em Santa Catarina, promove na última semana do mês de maio as ações da semana ODS em Pauta. O objetivo da ação é disseminar informações de qualidade quanto aos ODS. A ação busca, justamente, engajar os diferentes segmentos da sociedade brasileira na Agenda 2030: plano de desenvolvimento para o país em todos os seus territórios e para todas as pessoas. Um plano para governos, sociedade, empresas e cidadãos a ser alcançado em metas e indicadores estabelecidos nos Objetivos, compromisso global pactuado por 193 países na ONU em 2015.  O líder de Programas e ações do Orion Parque, Raul Capistrano, que também coordena localmente o comitê Lages do Movimento ODS Santa Catarina, comenta que a iniciativa é muito importante para o desenvolvimento local, e que as organizações precisam estar coesas nesta campanha.    “É importante que organizações e entidades de classe enxerguem as ODS de forma positiva, possibilitando que elas sejam integradas e organizadas entre si. Os ODS são um planejamento até 2030, com o propósito de desenvolver um mundo melhor, mais sustentável. É uma agenda global, e é importante que todas instituições, públicas ou privadas, entendam e tentem se adequar”, lembrou.    Evento em Lages – ODS em Pauta – Você é parte do problema, ou parte da solução? Você é parte do problema, ou é parte da solução? Para se conectar localmente com a pauta global da Agenda 2030 e com o intuito de entender o papel de cada um em seu meio social, o Comitê Lages traz para a Semana ODS em Pauta o estudo de dois ODS: 11 – Cidades e Comunidades Sustentáveis e o 12 – Consumo e Produção Responsáveis. A partir da sensibilização sobre este tema, e com mais pessoas empoderadas deste conhecimento, é que se pode construir ações concretas e práticas que impactem de forma significativa a Serra Catarinense para o desenvolvimento sustentável. Em Pauta o estudo de dois ODS: 11 – Cidades e Comunidades Sustentáveis e o 12 – Consumo e Produção Responsáveis por meio do diálogo, com três convidadas que falarão sobre o tema no cotidiano das pessoas em busca do desenvolvimento sustentável:  Mediadora: Barbara Zanoni – Coordenadora Geral Adjunta do Comitê Lages.  Bruna Mertins – Idealizadora da Você+Consciente (Agosto de 2018). Futura Embaixadora do Instituto Lixo Zero.  Cristiani Jacobus Vieira – Atualmente é Conselheira Estadual do Idoso. Atua no Sesc SC há oito anos com projetos e programas sociais. Está na função de Analista de Programação Social no Departamento Regional de SC, coordenando estadualmente as áreas de Desenvolvimento Comunitário, Trabalho Social com Grupos/Idosos e Educação em Saúde. Daniela Carneiro – Especialista em Agroecologia (IFSC), graduada em medicina veterinária (Udesc). Integrante da Rede Ecovida e do Movimento Slow Food. Semana de ações e eventos Entre os dias 24 e 28 de maio, uma série de ações discutirão os ODS e a Agenda 2030 em Santa Catarina, falando sobre metas, indicadores, conteúdos e propósitos dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Os eventos on-line serão transmitidos no canal do You Tube do movimento ODS SC. Confira o calendário completo de ações clicando nos títulos dos eventos:   24 de Maio de 2021 – ODS em Pauta – Metas e indicadores da Agenda 2030: uma visão nacional e estadual Iniciativa: Coordenação Estadual ODS em Pauta – O que você precisa saber sobre os ODS na dimensão Social? Iniciativa: Comitê Joinville ODS em Pauta: “Por que somos ODS?” Iniciativa: Comitê Criciúma ODS em Pauta – Agenda 2030: como podemos promover a industrialização inclusiva e sustentável fomentando a inovação? Iniciativa: Comitê Brusque 25 de Maio de 2021 – ODS em Pauta – Talk: Como saber se suas ações estão contribuindo com os ODS? Iniciativa: Coordenação Estadual ODS em Pauta – O que é essa tal Agenda Global e ODS da ONU? Saiba qual a relação com o nosso bem-estar Iniciativa: Comitê Itajaí ODS em Pauta – O que você precisa saber sobre os ODS na Dimensão Ambiental Iniciativa: Comitê Joinville ODS em Pauta – Você é parte do problema, ou parte da solução? Iniciativa: Comitê Lages 26 de Maio de 2021 – ODS em Pauta – O que você precisa saber sobre os ODS na Dimensão Econômica Iniciativa: Comitê Joinville ODS em Pauta – A educação para o desenvolvimento sustentável: preparando os profissionais e as organizações para o futuro Iniciativa: Comitê Tubarão ODS em Pauta – Década da Restauração de Ecossistemas: e eu com isso? Iniciativa: Comitê Vale Europeu ODS em Pauta – ODS17: Parcerias que geram impacto Iniciativa: Comitê Chapecó 27 de Maio de 2021 – ODS em Pauta – O que você precisa saber sobre os ODS na Dimensão Institucional Iniciativa: Comitê Joinville ODS em Pauta – Diagnóstico local: como sua cidade está avançando nos ODS? Conheça o Diagnóstico Local de Balneário Camboriú Iniciativa: Comitê Balneário Camboriú ODS em Pauta – Sustentabilidade: como aplicar de forma prática no seu negócio Iniciativa: Comitê Grande Florianópolis ODS em Pauta – Padrões de produção e consumo sustentáveis por meio dos Sistemas Produto-Serviço Iniciativa: Comitê São Bento do Sul 28 de Maio de 2021 – ODS em Pauta – Políticas Públicas e os

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Bom trabalho: Mais Soluções Inteligentes participa de ciclo da Mining Hub, com profissionais da Vale

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Realizado este ano de forma totalmente virtual, o M-Spot Ciclo 2 teve resultados divulgados na última sexta-feira (14/05); foram 16 desafios lançados, com 188 inscrições e 44 soluções diferentes apresentadas com mais de 200 participantes, entre equipe gestora do programa, equipes técnicas da Vale e as startups inscritas; empresa virtual do Orion participou do concurso, sendo uma das três finalistas e tornando-se fornecedora da Vale Empresa virtual do Orion Parque Tecnológico, a Mais Soluções Inteligentes conseguiu expressivos resultados nos últimos anos. Especializada em máquinas e equipamentos conectados, mesmo em ambientes sem qualquer tipo de conectividade, como mineradoras ou florestas, a Mais SI, incubada na MIDILages, na Uniplac, a empresa participou do Mining Hub M-Spot – Ciclo 2.  A iniciativa é um programa customizado para solucionar desafios exclusivos das mineradoras e fornecedores associadas do Mining Hub, hub criado com o propósito de ser um canal direto de inovação aberta, tendências do setor e relacionamento entre mineradoras e iniciativas de base tecnológica, dialogando com vários setores do ramo de mineração.   No M-SPOT, a mineradora ou fornecedor pode lançar desafios específicos e de seu exclusivo interesse, de acordo com a necessidade operacional ou estratégica daquela empresa. Alguns dos benefícios envolvidos são a garantia da propriedade intelectual 100% da startup e compartilhamento dos resultados alcançados da prova de conceito – última etapa de seleção (imersão) do M-Spot Ciclo 2.  O resultado saiu na última sexta-feira (14/05), a empresa lageana foi uma das três finalistas do processo e a oportunidade foi o que mais entusiasmou os empreendedores lageanos. É o que conta Djeizon Fraga Müller, CEO da Mais Soluções: “Fizemos uma apresentação de uma proposta técnica. Eu apresentei como nós resolvemos a dor deles. A proposta era apresentar os equipamentos que nós fabricamos, e fazer uma customização  para atender a demanda deles, com relação à segurança dos equipamentos ferroviários. A Vale possui cerca de 300 locomotivas, e 20 mil vagões para transporte de minério de ferro e transporte de pessoas.  Esses conjuntos chegam a ter, às vezes, até três quilômetros de extensão. Eles têm operadores e mantenedores de extensão, que são os profissionais que ficam ao longo desses equipamentos, fazendo manutenção quando precisa”, lembrou ele, ressaltando a importância que a mineradora tem com a segurança e possíveis acidentes no desafio proposto de mitigação de riscos de atropelamento de pessoas em manutenção de trens em campo.  Para apresentar uma solução que tivesse possibilidade de aproveitamento pelo hub, a ideia foi aliar as possibilidades já desenvolvidas pela empresa às demandas do desafio. Para atender demandas semelhantes e integradores de diferentes necessidades, a MaisSI desenvolveu a Plataforma de Conectividade Connecthings, responsável por armazenar e processar informações relevantes advindas dos mais diversos tipos de interfaces, fornecendo dados em formato de relatórios e painéis de informações para diferentes sistemas operacionais, num sistema integrador de gestão empresarial.  “Fizemos essa proposta com base nesse nosso negócio, que já existe a bastante tempo, e realizamos uma customização. Eu disse o que eu tinha que ser feito, para customizar, e para poder atendê-los. Tivemos que mudar um pouco o nosso equipamento e o software“, relatou.  A ideia, agora, é continuar com o projeto.  “O pessoal do MiningHub nos convidou, e já temos essa aproximação com eles há algum tempo, e isso é muito positivo pra gente.  Participamos desse processo de inovação aberta, e ficamos muito felizes com o nosso desempenho, já que no final do processo viramos fornecedor da Vale. A ideia agora é reforçar e fomentar o networking com eles”, ressaltou Djeizon.   Conheça mais o desafio da qual a Mais SI foi convidada a participar – Mitigação de riscos de atropelamento de pessoas em manutenção de trens em campo  Um trem em viagem ou em manobra no pátio poderá sofrer uma parada indesejada devido a defeito inesperado que precisa da interferência de uma pessoa para sanar o problema, expondo o empregado ao risco de acidente pessoal. A autorização para execução do serviço é feita para o maquinista através de comunicação via rádio. Os procedimentos de segurança do trem são realizados pelo próprio maquinista. O empregado faz a manutenção no trem e o libera através da comunicação via rádio.  A situação se torna vulnerável para o executante do serviço de manutenção quando o maquinista movimenta o trem sem a permissão do executante. Os motivos pelos quais fazem com que o risco exista são basicamente dois: conflito de comunicação via rádio e/ou pela substituição do maquinista quando ao término da sua jornada de trabalho. A distância entre o maquinista e o executante do serviço de manutenção pode chegar a 3.500 metros dependendo do tamanho do trem. Isso posto, para que o homem possa atuar no trem, foram criados procedimentos de segurança.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Projeto “Escola de Leoas” entrega materiais esportivos às unidades de ensino municipais; aulas já foram retomadas

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Na ação realizada em abril, foram entregues 267 pares de tênis e 145 uniformes, que serão disponibilizados aos estudantes do ensino fundamental; local das aulas das escolinhas de Leoas também foi divulgada e aulas já começaram  O projeto “Escola de Leoas” realizou entregas de materiais esportivos às unidades de ensino municipais Emeb Lupércio de Oliveira Koeche, no bairro Várzea, e Emeb Professor Antônio Joaquim Henriques, no Centenário. Na ação, realizada no início de abril, foram entregues cerca de 267 pares de tênis especiais para futsal e 145 uniformes que serão disponibilizados aos estudantes do ensino fundamental. O projeto “Escola de Leoas” atende mais de 250 meninas e jovens e foi idealizado pelo time de futsal lageano Leoas da Serra. As atividades envolvem a inclusão social e desenvolvimento por meio do futsal. A iniciativa atende crianças e adolescentes entre cinco e 17 anos em cinco polos em Lages, que estão localizados em unidades de ensino do Sistema Municipal da Educação e também conta com um polo na cidade de Anita Garibaldi. A entrega contou com a presença das jogadoras e técnicas do projeto, Izabelly Woelllner (Bebel) e Adriana Costa (Tiga), juntamente com a secretária da Educação, Ivana Michaltchuk, direção de ensino da Secretaria Municipal da Educação de Lages e equipe diretiva das unidades de ensino.  Volta das aulas presenciais A expectativa das crianças pela retomada das aulas era grande. \”Foi notório que as meninas ficaram muito contentes com a volta da escolinha, até mesmo porque são as atletas que dão as aulas e isso é uma inspiração a mais para elas participarem\”, comentou a Coordenadora das Escolinhas Izabelly Woellner. Nesta última semana foram retomadas as aulas presenciais das escolinhas. O cronograma de atividades, em quatro polos, trouxe aulas semanais segmentadas por idade, com limite de participação de 40 alunas por turno, com turmas de 20 jogadoras.  Nas próximas semanas um novo polo terá aulas das escolinhas, no colégio Centro Educacional Vidal Ramos. Confira o cronograma: Segundas-feiras, a partir de 10/05 – Polo MUTIRÃO, entre 5 a 12 anos – das 17h30 as 18h10 e 13 a 17 anos – das 18h10 às 18h50; Terças-feiras, a partir de 11/05 – Polo CAIC NOSSA SENHORA DOS PRAZERES, entre 5 a 12 anos – das 17h30 as 18h10 e 13 a 17 anos – das 18h10 às 18h50; Quartas-feiras, a partir de 12/05 – Polo FRANCISCO MANFRÓI, entre 5 a 12 anos – das 17h30 as 18h10 e 13 a 17 anos – das 18h10 às 18h50; Segundas-feiras, a partir de 17/05 – Polo CAIC IRMÃ DULCE, entre 5 a 12 anos – das 17h30 as 18h10 e 13 a 17 anos – das 18h10 às 18h50; Com informações Prefeitura de Lages Fotos: Toninho Vieira e Gustavo Cezar Waltrick[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Etapa das reuniões devolutivas da Conferência de CTI é realizada na região Serrana

[vc_row][vc_column][vc_column_text] Foi realizada nesta quinta-feira, 13, na região Serrana, a segunda reunião das devolutivas da VI Conferência Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (CECTI). Foram apresentados os resultados dos encontros realizados em abril – que mapearam as percepções dos representantes de cada setor sobre a CTI de sua região –, comparando-os com a conferência de 2015. O Orion Parque é o host regional do evento.   Ainda neste mês serão realizados encontros nas outras quatro regiões – além da Serrana, já foi realizado o encontro de Florianópolis. A próxima será no Sul, na terça-feira, 18/05, a partir das 8h30min. Haverá transmissão on-line pública e gratuita, e as inscrições continuam abertas no site da conferência. A VI CECTI é organizada pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE) e pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) em parceria com a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e com a Rede Catarinense de Centros de Inovação. Devido à pandemia, a conferência está sendo feita de forma on-line.  Até agora, a conferência contou com 805 inscritos, sendo 44 da região Serrana. Ao todo, participaram 282 organizações – 15 na Serra. Além disso, 1165 assistiram ao evento no YouTube, 142 na região Serrana.  O professor Roberto Pacheco, coordenador do Programa de Pós-graduação de Engenharia e Gestão do Conhecimento (PPGEGC) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), responsável pela metodologia, apresentou os resultados, que foram debatidos com representantes dos seis Grupos de Trabalho. “Hoje é o dia de conhecer os resultados e o comparativo com a conferência de 2015. Vamos ver a diferença entre o que os serranos percebem agora sobre seu sistema regional de CTI em 2021, comparativamente com 2015”, explicou. Confira a íntegra da reunião: O secretário do Desenvolvimento Sustentável, Luciano Buligon, ressaltou a importância da conferência. “É um momento de ouvirmos todas as regiões, ajustarmos nosso ecossistema, fazermos uma comparação entre 2015 e 2021, dos avanços, dos acertos, das políticas que deram certo, daquelas que efetivamente não se concretizaram. Essa é a etapa que vai projetar o documento final, que vai acontecer em junho. Dessa devolutiva sairá um documento importantíssimo para projeção dos próximos anos na nossa política de ciência, tecnologia e inovação em SC”.  O presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen, afirmou que conhecer a percepção dos atores de CTI é fundamental para o planejamento de políticas públicas. “Esse levantamento de informações é extremamente importante para aprofundarmos ainda mais o conhecimento de cada uma das regiões sobre esses indicadores, que são importantes para nosso sistema de CTI. E, a partir disso, fazer não só um comparativo com 2015, ver o que mudou, mas planejar novas políticas públicas e novas estratégicas para o Estado de Santa Catarina. É importante reforçar que quando falamos em planejamento, estamos falando de todas as hélices: do governo, da academia, do setor empresarial e da sociedade civil organizada”. O diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Fapesc, Amauri Bogo, lembrou que Santa Catarina está fazendo a conferência mesmo que nacional deixou de ser realizada regularmente. “Santa Catarina, como sempre, é referência nacional. As conferências nacionais há muitos anos não acontecem mais regularmente, mas nós continuamos, independente da situação da pandemia, que tem trazido tanto desgosto, tanto ressentimento à população. Continuamos focados, trabalhando. A Fapesc vem fazendo sua contribuição em fazer este levantamento”.      O Reitor da Universidade do Planalto Catarinense (Uniplac), Kaio Henrique Coelho do Amarante, representou o setor acadêmico na mesa de abertura. “Este é um momento especial. Não temos como pensar em planejamento sem uma análise da situação atual. Movimentos como este nos permitem ter subsídios de uma forma muito rica”, avaliou. “A ideia é unir forças, criar um ambiente sinérgico, para que juntos possamos desenvolver cada vez mais e melhor o nosso ecossistema”. Claiton Camargo de Souza, coordenador do Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira – Lages, afirmou ter boas expectativas com os resultados dos encontros. “O resultado que a gente está visualizando hoje, de tudo o que foi levantado e discutido, é positivo para nossa análise. Enquanto Centro de Inovação, essa leitura é muito importante. Fortalece e subsidia e serve de base para o nosso planejamento estratégico das ações do Centro de Inovação para o desenvolvimento da região”. Confira o documento com os resultados apresentados na Regional Serrana Com informações FAPESC[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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