Orion Parque

FAPESC

Beer Hub, clube de assinatura de cervejas artesanais, inicia venda de boxes de produtos

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Startup contemplada no edital Nascer no segundo semestre de 2020, e que foi selecionada no Inovatur, da FAPESC, em fevereiro desse ano, a Beer Hub – clube de assinaturas de cervejas artesanais – iniciou a venda de boxes nesta terça-feira (08). A startup, que atualmente está no edital do OrionLab, residente no Centro de Inovação do Orion Parque,  propõe ser um clube de assinaturas que entrega mais do que a simples degustação de diferentes rótulos. A Beer Hub nasceu com um propósito importante: levar aos amantes do puro malte a experiência de provar um pouco do gosto de cada canto do estado de Santa Catarina, que é conhecido por ter ricas e diferentes culturas em cada município. O objetivo é ser, junto aos seus assinantes, o ponto de conexão entre todo o ecossistema cervejeiro do estado. A startup é um projeto pioneiro em Santa Catarina que conecta as melhores cervejarias artesanais do estado, de forma prática, no conforto da sua casa e ainda possibilitando que conhecer as cervejarias de uma forma totalmente diferente e com descontos.  Na opinião de Salomão Eineck, um dos responsáveis pelo projeto, a escolha pelo momento ideal para o lançamento oficial das entregas foi estratégica em vários aspectos.  “Cerveja é bom em qualquer momento, não apenas no verão. As cervejas tradicionais geralmente têm um consumo maior em épocas mais quentes, o que de certa forma limita o consumo em épocas mais frias do ano. Porém, no caso das cervejas artesanais, isso acaba se tornando uma grande oportunidade, pois existem cervejas mais encorpadas, perfeitas para tomar durante o inverno, assistindo um filme ou curtindo a família”, comentou o empreendedor. “Nós investimos um bom tempo estudando o mercado e fechando parcerias chave, o que, de certa forma atrasou o lançamento do primeiro box, mas isso também nos possibilitou entregar mais valor agregado e foco maior na experiência do nosso cliente”, finalizou.  Segundo dados divulgados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em maio de 2021, Santa Catarina é o estado com maior número de cervejarias por habitante. Acreditando no potencial do setor e na ampliação do movimento turístico de forma escalonada, a expectativa da Beer Hub é fazer da Rota uma forma de iniciar movimento de conexão entre produtores e todos que fazem parte da cadeia cervejeira.  “Praticamente todos os estados brasileiros têm suas rotas da cerveja, e acreditamos que podemos ampliar futuramente essa conexão para todo o país. Aqui em SC a Rota da Cerveja funciona, de certa forma, isolada e mais voltada a cada região do estado. Nós vemos isso com uma grande oportunidade de expansão do turismo cervejeiro. Uma das nossas propostas de valor é levar o nosso cliente até a cervejaria e o produtor de lúpulo, conectando todo o ecossistema”, ressaltou Salomão Como funciona A Beer Hub é um clube de assinaturas. Dessa forma, a cada mês, os assinantes irão receber diferentes rótulos de cerveja artesanal, sempre com foco na Rota das Cervejas do estado de Santa Catarina.  Enquanto os imigrantes italianos estão ligados à produção de vinho, os alemães são conhecidos por sua tradição cervejeira. Por isso, nos municípios catarinenses com população de descendência germânica, não é raro encontrar diferentes fábricas e cervejarias artesanais. Buscando passar por diferentes cidades do estado,  o objetivo principal da Beer Hub é conectar assinantes à chamada Rota da Cerveja.   São rótulos de diferentes localidades e temáticas, trazendo toda a riqueza cultural e de sabores do estado, evidenciando visibilidade e parceria às cervejas artesanais de cada região.  Algumas das cervejarias parceiras do projeto são: Serra Forte (Princesa da Serra + Bier Letti) de Lages, Linden Bier (Treze Tílias), Lohn Bier (Lauro Müller), Chopp Gole (Videira), Big John (Descanso) e Cervejaria Faroeste (Brusque), além de diversas outras cervejarias que já passam a participar da Beer Hub. No mês de lançamento da Beer Hub, o primeiro box contém uma seleção de produtos de Treze Tílias, cidade fundada por imigrantes austríacos, no meio-oeste do estado, que além de ser uma cidade turística, com uma das melhores gastronomias de Santa Catarina, possui algumas das cervejas mais premiadas do Brasil. Para adquirir, acesse o link na imagem abaixo:   [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Solucionando problemas do pós-colheita, Grain Solution inova projetando mercados emergentes

[vc_row][vc_column][vc_column_text]As soluções desenvolvidas pela Grain Solution impressionam pela sutileza, e demonstram como ferramentas simples, mas bem pensadas, impactam positivamente em negócios em que os processos de inovação costumam ser lentos e pouco dinâmicos.    Gerar economia, num setor em que a competição pelo menor preço é acirrada, com margens extremamente baixas: essa é a estratégia de uma das mais criativas e promissoras startups que estão incubadas no Centro de Inovação do Orion Parque Tecnológico.  A Grain Solution surgiu da cabeça de dois jovens empreendedores: Roger Briskiewicz, engenheiro mecânico, e Nicolau Chupil, administrador. Ambos perceberam que o mercado do chamado pós-colheita de grãos ainda vive um atraso de anos, quando comparado com o impacto positivo da tecnologia no setor de plantação e colheita de grãos no país.  As soluções desenvolvidas pela Grain Solution impressionam pela sutileza, e demonstram como ferramentas simples, mas bem pensadas, impactam positivamente em negócios em que os processos de inovação costumam ser lentos e pouco dinâmicos.    Uma das ideias desenvolvidas é um centralizador de fluxo, que evita a sujeira, geração de pó e desperdício de material no carregamento e movimentação de grãos.  “O centralizador veio de uma ideia de fazermos um equipamento mais simples, estático, sem nenhum tipo de parte móvel. Conversamos e chegamos à conclusão que tínhamos que achar alguém para fazermos os testes, depois do produto já pronto. Não sabíamos se ele ia funcionar, da forma como imaginávamos. Então fizemos melhorias, fizemos as modificações, para chegar nesse equipamento que temos hoje, e conversamos com uma empresa parceira nossa, que no nosso caso funciona como se fosse um laboratório de testes de produtos”, comentou Roger, diretor de tecnologia da startup.  Caminhões com 30 toneladas geram em média 50 kg de perdas de grãos e finos voláteis, por carga. O equipamento desenvolvido – e já patenteado pela Grain Solution – é dinâmico e autossustentável, minimiza o desperdício e geração de pó no carregamento de grãos. Em outro ponto, e graças ao centralizador, aspectos econômicos, sociais e de meio-ambiente são uma grande vantagem para os utilizadores, já que eles reduzem a manutenção, não necessitam de ligações elétricas, hidráulicas ou pneumáticas e são muito mais baratas que soluções semelhantes internacionais. “Pegamos um produto já existente e promovemos uma série de modificações. O equipamento que temos hoje é dinâmico, que tem partes móveis e  correntes de sustentação. Fizemos um MVP (Produto Minimamente Viável, ou seja, um produto com o mínimo de recursos possíveis, desde que (em sua totalidade) mantenha sua função de solução ao problema para o qual foi criado) clássico, bem simples, o negócio mais fácil possível. Sem nenhum item de manutenção, bem prático, que não dê nenhum tipo de problema”, ressaltou Roger.      Roger comenta que as parcerias são fundamentais para a continuidade das ações, e desde o início elas foram fundamentais para concretizar os equipamentos criados.  “Conseguimos parcerias, para fazermos testes e depois projetarmos o produto. Felizmente deu tudo certo. Como era em outras cidade, voltamos para Lages, fizemos o projeto, desenhamos tudo aqui, nós mesmos fabricamos, cortamos as peças, e fizemos na churrasqueira da casa do Nicolau. Esse primeiro centralizador foi feito dessa forma, artesanalmente. Hoje podemos terceirizar toda a nossa produção, e graças a isso podemos projetar um crescimento muito bom. Às vezes se investe muito tempo para desenvolver uma cultivar que ofereça duas sacas a mais por hectare, mas na hora de secar, armazenar e expedir,  se perde uma saca, por exemplo. A agricultura às vezes está no 5.0 e o pós-colheita ainda está muito para trás”, finalizou.    Semáforo indicativo da operação Outra dor que chamou a atenção dos empreendedores foi como a expedição e os caminhoneiros realizam a carga dos caminhões nos serviços de beneficiamento de sementes. O procedimento é complicado, e exige atenção de todos os envolvidos.  Com sinaleira de carregamento criada pela Grain Solution,  o  processo de escoamento é mais seguro e fácil de fazer, solucionando dificuldades no momento em que o caminhão é enchido. Feita em luzes de LED, com durabilidade de 55 mil horas de uso, o equipamento é operado por controle remoto ou aplicativo para Android, ou iOS, e tem eficiência comprovada. O semáforo possui quatro cores de sinalização com legenda na parte inferior. “Quem mais nos auxilia nessa parte de leitura do problema é o pessoal da operação. Eles sabem muito das dificuldades. Se no local do trabalho tivesse algo bem claro mostrando que o caminhão tem que ir para frente, ou tem que recuar, ia se tornar muito mais seguro, porque a maior parte desses operadores ficam no alto de estruturas, e ficam se movimentando ali. Com o sinaleira que desenvolvemos, eles só precisam ficar com o controle remoto operando o semáforo, remotamente, mudando as cores, sem necessidade de gritar ou falar mais alto”, afirma Nicolau Hiroshi, diretor-comercial da Grain Solution.  Além desses dois, a empresa conta ainda com um exaustor de poço – equipamento para resolver problemas na manutenção em poços de elevador e túneis, realizando a exaustão de particulados finos voláteis em suspensão no ar e gases nocivos existentes no ambiente.  Aposta no futuro, com pensamento em gerar mais conhecimento  Sempre viajando para visitar clientes e prospectar novos mercados, os empreendedores lembram o quanto o mercado pode ser receptivo com as novidades existentes hoje no mercado. A expectativa, a partir de agora, é incrementar o portfólio com novas ideias de equipamentos que melhorem a vida do produtor no pós-colheita.  “Temos uma série de produtos voltados para a agroindústria, que vão seguir na mesma linha. São ideias como a rosca varredora de silo automática, além de vários equipamentos que vão seguir. Já temos quase 40 equipamentos instalados, e nós estamos conseguindo clientes muito bons. Temos atualmente equipamentos em SC, no RS e no MT, essa entrega é muito positiva”, afirmou Roger. Roger e Nicolau, empreendedores da Grain Solution Conheça mais sobre o centralizador de fluxo Conheça mais a Sinaleira de expedição https://www.youtube.com/watch?v=lvdA4XcR6wE[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Programa Nascer recebe propostas para pré-incubação de ideias inovadoras

[vc_row][vc_column][vc_column_text]O Programa Nascer de Pré-incubação de Ideias Inovadoras – Edição II recebe propostas até 30 de junho. O objetivo é dar suporte para que ideias passem por um período de pré-incubação e se consolidem como negócios. O programa é uma iniciativa da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Santa Catarina (Sebrae/SC). “Esta é uma importante ação do Governo do Estado realizada pela Fapesc em parceria com o Sebrae/SC. Queremos qualificar os empreendedores para que possam futuramente gerar novos negócios nas diversas regiões do Estado e aproveitar editais de fomento da Fapesc e de outras agências nacionais para subsidiar suas ideias e projetos”, afirma o presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen. “A Fapesc investe nas pessoas de Santa Catarina para gerar a retenção e atração de talentos não só nos grandes centros, mas também no interior do Estado.” As propostas precisam se caracterizar como ideias de produtos (bens e/ou serviços) ou processos inovadores, com potencial para se transformar startups que envolvam a conversão de conhecimento tecnológico em novos produtos, processos ou serviços aptos para a introdução e exploração no mercado. Serão aprovadas até 360 ideias, distribuídas entre 30 cidades-polo, 15 destas vinculadas aos Centros de Inovação (Confira, abaixo, a lista das cidades). As turmas terão no mínimo oito e no máximo 12 proponentes. Cada proposta poderá contar com uma equipe de até cinco componentes. Os encontros, como oficinas, cursos e palestras, serão feitos de modo híbrido (on-line e presencial).   A proposta deverá ser submetida na Plataforma de CTI da FAPESC, sendo obrigatória a disponibilização de um pitch via YouTube: um vídeo de três a cinco minutos, mostrando uma visão geral de uma ideia, produto, serviço, pessoa, ou negócio projetado para atrair rapidamente a atenção e convencer os ouvintes a se interessar no objeto apresentado.  “Os selecionados passarão cinco meses em processo de pré-incubação, apoiados por ferramentas, consultoria técnica e mercadológica, mentorias, assessorias e apoio institucional. Basta ter uma ideia inovadora, motivação para iniciar um negócio e mais de 18 anos para participar”, explica Gabriela Botelho Mager, gerente de Tecnologia e Inovação da Fapesc. “Com o Programa Nascer, esperamos cultivar a cultura do empreendedorismo e inovação em todas as regiões de Santa Catarina.” Resultados da primeira edição Na primeira edição, o Programa NaSCer teve duas turmas, com 329 projetos selecionados, alcançando 619 empreendedores. Foram mais de 4,5 mil horas de mentorias. “Esse Processo de Pré-incubação foi determinante para que a gente desse o primeiro passo, foi esse processo de mentoria e suporte que permitiu que a Sete+1 ‘startasse’ com sucesso a nível regional, estadual e nacional”, avalia Patricia Crestani, da Agência Sete+1, de Videira, participante da edição do NaSCer. Ademar Tibola, da Latina Control, de Chapecó, afirma que o programa foi fundamental para a evolução do negócio. “O projeto contribuiu significativamente para um melhor planejamento do empreendimento. Durante esse período evoluímos bastante o projeto, mas a evolução pessoal sobre negócios foi ainda maior. Entrar nesse mundo de negócios foi uma experiência incrível e muito enriquecedora.” O diretor superintendente do Sebrae/SC, Carlos Henrique Ramos Fonseca, destaca a importância do programa. “Ficamos muito felizes ao ver esses cases de sucesso, que nos provam que investir em projetos que incentivem o empreendedorismo valem a pena. Parabéns aos empresários que aproveitaram a estrutura e a capacitação oferecidas pelo Programa NaSCer e criaram uma nova empresa, que tem tudo para crescer e se desenvolver.”, comenta. “Ao ver essas ideias saindo do papel, temos a certeza de que cumprimos a nossa missão, que é garantir suporte aos empreendedores para que os seus negócios sigam o caminho do sucesso”.  Para o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), Luciano Buligon, o NaSCer é um dos incentivos ao desenvolvimento do Estado. “Quando detectamos habilidades específicas em uma pessoa, incentivamos que ela se desenvolva, prospere e cresça. Desta mesma forma, o Estado usa de programas e ações para impulsionar, por meio da inovação, a busca de soluções e novos negócios que gerem riqueza, desenvolvimento, capacitação e consequentemente, emprego. O NaSCer é uma destas ferramentas excepcionais no incentivo a negócios inovadores e a abertura de empresas”. Cidades-Polo Confira a relação das cidades polos do programa NaSCer: Araranguá, Balneário Camboriú, Blumenau, Brusque, Caçador, Canoinhas, Chapecó, Concórdia, Criciúma, Curitibanos, Florianópolis, Guaramirim, Itajaí, Jaguaruna, Jaraguá do Sul, Joaçaba, Joinville, Lages, Luzerna, Mafra, Palhoça, Rio do Sul, São Bento do Sul, São Joaquim, São José, São Miguel do Oeste, Três Barras, Tubarão, Videira e Xanxerê. Confira o cronograma das atividades Cases regionais Lages, até então único polo regional do NaSCer na Serra Catarinense desde a primeira edição do Programa, passa a contar com mais duas cidades vizinhas fazendo parte do edital na região.  São Joaquim e Curitibanos contarão com ambientes físicos próprios, polos NaSCer disponibilizados pelos parceiros locais nas cidades onde o Programa NaSCer se desenvolve. No primeiro edital foram acompanhados 10 projetos e no segundo, 11, em Lages.  Um dos cases foi de uma equipe de amigos que planejou o desenvolvimento de um aplicativo para auxílio na manutenção de máquinas e equipamentos para a indústria 4.0. Fabio Nunes, Leonardo Almeida e Diego Lopes nunca pensaram em começar o próprio negócio, mas graças ao Edital NaSCer da Fapesc isso foi possível. “Nossa ideia surgiu num bar. Eu pensei: quero ter a minha empresa, quero trabalhar para mim. Resolver os meus problemas, não os dos outros, não de outros gestores. Tivemos mil ideias, conversamos bastante, até chegar nessa ideia”, diz Diego. A ideia deles foi desenvolver um aplicativo que fosse aplicado no desenvolvimento e manutenção, preditiva e preventiva, de máquinas e equipamentos em diferentes indústrias. “Existe uma distância entre a pessoa que vai fazer a manutenção, efetivamente, e os registros que realmente foram feitos da manutenção realizada. É importante saber os passos dessa manutenção. A ideia é mostrar que realmente foi feito o serviço, porque nem sempre ela é demonstrada da maneira correta. A ideia é que o aplicativo possa ser usado em diferentes tipos de equipamentos”,

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Cuide de Você oferece técnicas que valorizam a boa saúde mental de profissionais da saúde

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Iniciativa gratuita começará na próxima semana. Profissionais que querem ajuda ou buscam ajudar alguém já podem se inscrever. Na próxima terça-feira (01/06), Lages lança o projeto Cuide de Você. Uma iniciativa  de entidades e pessoas ligadas à Saúde do Município e também por parceiros e apoiadores que promovem ações gratuitas voltadas ao apoio a profissionais que estão na linha de frente do combate à Covid-19 em Lages. Foi viabilizado através de subsídio arrecadado pela campanha estadual de enfrentamento à pandemia, promovido pela Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE), também realizado pelos polos regionais, como o Orion Parque Tecnológico.  Cuide de Você atuará no auxílio à minimização de consequências emocionais e psicológicas sofridas por esses profissionais da saúde, que enfrentam rotinas exaustivas para cuidar de pacientes infectados. O projeto disponibilizará uma equipe multiprofissional de voluntários das redes privada e pública que realizarão atividades de apoio psicológico, parapsicologia clínica, Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS) e conversas virtuais. Uma das pioneiras da iniciativa, a psicóloga Cintia Netto Menezes Raizer, representante dos profissionais da rede privada envolvidos no projeto, comenta sobre o desenvolvimento e participação neste projeto: “Ao saber do sofrimento que os profissionais da saúde na linha de frente no combate a pandemia estão passando, nos mobilizamos com muita vontade de ajudar a minimizar esse sofrimento. Eles estão se doando e cuidando de quem necessita. E nós, em respeito, apoio e admiração, queremos doar um pouco do nosso tempo, conhecimento e cuidado a eles”, frisa. A ideia nasceu a partir de uma demanda de profissionais da saúde de Lages, e acabou se concretizando a partir da arrecadação de recursos por parte da ACATE, nos polos da entidade. “A ideia surgiu de profissionais autônomos, da área de psicologia, que pensaram em iniciativas para mitigar os efeitos da pandemia nos profissionais da saúde. A expectativa é poder auxiliar o maior número de profissionais na linha de frente de combate à covid-19 para que mantenham sua saúde mental”, ressaltou Julia Rodrigues, psicóloga e responsável pelo projeto no Orion Parque. Como funcionará o projeto? O Projeto Cuide de Você é voltado aos profissionais que atuam nas Redes de Atenção à Saúde, Hospital Geral Tereza Ramos (HTR), Hospital Infantil Seara do Bem (HISB), Hospital Nossa Senhora dos Prazeres (HNSP), Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e Secretaria Municipal da Saúde de Lages. Indispensáveis, os profissionais da saúde atuam no combate à covid-19 e estão entre os grupos mais vulneráveis às consequências emocionais e psicológicas da pandemia. Eles encaram rotinas exaustivas, onde o foco é dar tudo de si para cuidar dos pacientes infectados. De acordo com o secretário de Saúde, Claiton Camargo, a ideia é promover a dinâmica de ações que minimizem processos que sejam prejudiciais aos envolvidos. “O estresse e as sensações associadas com esse quadro não significam que profissionais da área de saúde, atuantes nos seus segmentos, não sejam capazes de fazer o seu trabalho ou que pareçam ser pessoas fracas. O gerenciamento da saúde mental e do bem-estar psicossocial, durante este momento, é crucial para que possa ser mantido a saúde física também”, comenta. Assim, serão disponibilizados por uma equipe multiprofissional – formada por voluntários das redes privada e pública – quatro tipos de auxílio gratuitos: Apoio Psicológico, Parapsicologia Clínica, Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS) e Conversas Virtuais. Para Franciele Spolti Lorenzetti Miguel, coordenadora do Núcleo de Educação Permanente e Humanização em Saúde (NEPHS – SMS), a expectativa é trazer mais uma forma de reforçar o acesso a novas práticas aos profissionais da saúde. “Com estas iniciativas, além de propiciar o fortalecimento do processo de trabalho, vamos possibilitar espaços para que os trabalhadores se sintam ouvidos e acolhidos, especialmente neste momento desafiador, onde dedicam suas vidas e esforços para ajudar a população no enfrentamento da pandemia”, reforça. O projeto iniciará com os atendimentos no dia 01 de junho de 2021 e terá duração de três meses, podendo ser prorrogado. Para o Apoio Psicológico e Parapsicologia Clínica serão disponibilizados quatro atendimentos/sessões, que irão acontecer de forma presencial ou virtual (conforme vaga disponibilizada). Para as PICS, as sessões serão avaliadas conforme resposta à prática integrativa aplicada. Desta forma serão disponibilizados até quatro atendimentos. Para a enfermeira, terapeuta e acupunturista da Felicitá, Caroline Beatriz Schons, as ações terão impacto direto nos profissionais envolvidos pela iniciativa. “As práticas integrativas proporcionam um momento de relaxamento, trazendo o equilíbrio para o corpo e mente”. Flávio Troncoso Talhavini, acupunturista do ambulatório “Viva Melhor”, complementa: “Nosso objetivo é promover o relaxamento e bem-estar dos profissionais de saúde.  Cadastro para profissionais que queiram ajudar ou ser ajudados Se você é Profissional da Saúde e tem interesse em apoiar o Projeto CUIDE de VOCÊ, disponibilizando voluntariamente seu trabalho, clique abaixo: https://plid.in/cuidedevoce1 Se você é um profissional de saúde atuante nas Redes de Atenção à Saúde em Lages e está enfrentando desafios de saúde mental, clique abaixo: https://plid.in/cuidedevoce2 Conheça mais sobre cada uma das ações ofertadas aos profissionais da saúde: Apoio Psicológico – Através da conversa, da escuta ativa e outras técnicas não verbais, o profissional psicoterapeuta ajuda o paciente a compreender o que está lhe causando sofrimento e como lidar com a situação, mudando a relação do indivíduo com as próprias emoções, pensamentos e comportamentos. Parapsicologia Clínica – A Parapsicologia Clínica é a técnica terapêutica que objetiva encontrar instrumentos e estratégias que ajudem os indivíduos e os grupos sociais a libertarem-se das ameaças internas e externas, reais ou imaginárias, que colocam em risco sua sobrevivência. O atendimento parapsicológico tem por objetivo identificar dificuldades e prestar orientação de acordo com a necessidade, através de um processo ágil e simples para contribuir na resolução das dificuldades, utilizando técnicas de reprogramação mental, compreensão das emoções e/ou sentimentos, imaginação, repetição, visualização, dentre outras. Conversa Virtual \”Pensando em Você\”- Encontros virtuais, que tem como objetivo fortalecer as relações interpessoais no trabalho, possibilitando trocas por com rodas de conversa, ressignificação de vivências e sentimentos, espaço de acolhimento, além de promoção e prevenção em saúde mental neste momento de pandemia. Os encontros acontecerão de forma virtual, através

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Movimento ODS SC promove semana ODS em Pauta; evento em Lages debaterá estudo de dois Objetivos

[vc_row][vc_column][vc_column_text]ODS: 11 – Cidades e Comunidades Sustentáveis e o 12 – Consumo e Produção Responsáveis são parte dos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável adotados por todos os países membros das Nações Unidas em setembro de 2015, definindo objetivos ambiciosos em três dimensões de desenvolvimento sustentável: desenvolvimento econômico, inclusão social e sustentabilidade ambiental, sustentados pela boa governança; Orion Parque subscreve os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU em Santa Catarina Signatário do movimento dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, desde 2019, o Orion Parque Tecnológico engaja-se no desenvolvimento das ações de sustentabilidade e coesão social em vários planos: Aceleração de projetos sociais e novos negócios, com a Aceleradora Saiph; descoberta de novos empreendedores, com o Rolê Empreendedor; empoderar mulheres para o empreendedorismo e inovação por meio da conexão de suas histórias e experiências, com o Mulheres Connect e Inclusão digital, com as aulas de iniciação à computação para idosos – apenas para citar algumas iniciativas.  Pensando nessa perspectiva, o Movimento Nacional ODS em Santa Catarina, promove na última semana do mês de maio as ações da semana ODS em Pauta. O objetivo da ação é disseminar informações de qualidade quanto aos ODS. A ação busca, justamente, engajar os diferentes segmentos da sociedade brasileira na Agenda 2030: plano de desenvolvimento para o país em todos os seus territórios e para todas as pessoas. Um plano para governos, sociedade, empresas e cidadãos a ser alcançado em metas e indicadores estabelecidos nos Objetivos, compromisso global pactuado por 193 países na ONU em 2015.  O líder de Programas e ações do Orion Parque, Raul Capistrano, que também coordena localmente o comitê Lages do Movimento ODS Santa Catarina, comenta que a iniciativa é muito importante para o desenvolvimento local, e que as organizações precisam estar coesas nesta campanha.    “É importante que organizações e entidades de classe enxerguem as ODS de forma positiva, possibilitando que elas sejam integradas e organizadas entre si. Os ODS são um planejamento até 2030, com o propósito de desenvolver um mundo melhor, mais sustentável. É uma agenda global, e é importante que todas instituições, públicas ou privadas, entendam e tentem se adequar”, lembrou.    Evento em Lages – ODS em Pauta – Você é parte do problema, ou parte da solução? Você é parte do problema, ou é parte da solução? Para se conectar localmente com a pauta global da Agenda 2030 e com o intuito de entender o papel de cada um em seu meio social, o Comitê Lages traz para a Semana ODS em Pauta o estudo de dois ODS: 11 – Cidades e Comunidades Sustentáveis e o 12 – Consumo e Produção Responsáveis. A partir da sensibilização sobre este tema, e com mais pessoas empoderadas deste conhecimento, é que se pode construir ações concretas e práticas que impactem de forma significativa a Serra Catarinense para o desenvolvimento sustentável. Em Pauta o estudo de dois ODS: 11 – Cidades e Comunidades Sustentáveis e o 12 – Consumo e Produção Responsáveis por meio do diálogo, com três convidadas que falarão sobre o tema no cotidiano das pessoas em busca do desenvolvimento sustentável:  Mediadora: Barbara Zanoni – Coordenadora Geral Adjunta do Comitê Lages.  Bruna Mertins – Idealizadora da Você+Consciente (Agosto de 2018). Futura Embaixadora do Instituto Lixo Zero.  Cristiani Jacobus Vieira – Atualmente é Conselheira Estadual do Idoso. Atua no Sesc SC há oito anos com projetos e programas sociais. Está na função de Analista de Programação Social no Departamento Regional de SC, coordenando estadualmente as áreas de Desenvolvimento Comunitário, Trabalho Social com Grupos/Idosos e Educação em Saúde. Daniela Carneiro – Especialista em Agroecologia (IFSC), graduada em medicina veterinária (Udesc). Integrante da Rede Ecovida e do Movimento Slow Food. Semana de ações e eventos Entre os dias 24 e 28 de maio, uma série de ações discutirão os ODS e a Agenda 2030 em Santa Catarina, falando sobre metas, indicadores, conteúdos e propósitos dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Os eventos on-line serão transmitidos no canal do You Tube do movimento ODS SC. Confira o calendário completo de ações clicando nos títulos dos eventos:   24 de Maio de 2021 – ODS em Pauta – Metas e indicadores da Agenda 2030: uma visão nacional e estadual Iniciativa: Coordenação Estadual ODS em Pauta – O que você precisa saber sobre os ODS na dimensão Social? Iniciativa: Comitê Joinville ODS em Pauta: “Por que somos ODS?” Iniciativa: Comitê Criciúma ODS em Pauta – Agenda 2030: como podemos promover a industrialização inclusiva e sustentável fomentando a inovação? Iniciativa: Comitê Brusque 25 de Maio de 2021 – ODS em Pauta – Talk: Como saber se suas ações estão contribuindo com os ODS? Iniciativa: Coordenação Estadual ODS em Pauta – O que é essa tal Agenda Global e ODS da ONU? Saiba qual a relação com o nosso bem-estar Iniciativa: Comitê Itajaí ODS em Pauta – O que você precisa saber sobre os ODS na Dimensão Ambiental Iniciativa: Comitê Joinville ODS em Pauta – Você é parte do problema, ou parte da solução? Iniciativa: Comitê Lages 26 de Maio de 2021 – ODS em Pauta – O que você precisa saber sobre os ODS na Dimensão Econômica Iniciativa: Comitê Joinville ODS em Pauta – A educação para o desenvolvimento sustentável: preparando os profissionais e as organizações para o futuro Iniciativa: Comitê Tubarão ODS em Pauta – Década da Restauração de Ecossistemas: e eu com isso? Iniciativa: Comitê Vale Europeu ODS em Pauta – ODS17: Parcerias que geram impacto Iniciativa: Comitê Chapecó 27 de Maio de 2021 – ODS em Pauta – O que você precisa saber sobre os ODS na Dimensão Institucional Iniciativa: Comitê Joinville ODS em Pauta – Diagnóstico local: como sua cidade está avançando nos ODS? Conheça o Diagnóstico Local de Balneário Camboriú Iniciativa: Comitê Balneário Camboriú ODS em Pauta – Sustentabilidade: como aplicar de forma prática no seu negócio Iniciativa: Comitê Grande Florianópolis ODS em Pauta – Padrões de produção e consumo sustentáveis por meio dos Sistemas Produto-Serviço Iniciativa: Comitê São Bento do Sul 28 de Maio de 2021 – ODS em Pauta – Políticas Públicas e os

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Etapa das reuniões devolutivas da Conferência de CTI é realizada na região Serrana

[vc_row][vc_column][vc_column_text] Foi realizada nesta quinta-feira, 13, na região Serrana, a segunda reunião das devolutivas da VI Conferência Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (CECTI). Foram apresentados os resultados dos encontros realizados em abril – que mapearam as percepções dos representantes de cada setor sobre a CTI de sua região –, comparando-os com a conferência de 2015. O Orion Parque é o host regional do evento.   Ainda neste mês serão realizados encontros nas outras quatro regiões – além da Serrana, já foi realizado o encontro de Florianópolis. A próxima será no Sul, na terça-feira, 18/05, a partir das 8h30min. Haverá transmissão on-line pública e gratuita, e as inscrições continuam abertas no site da conferência. A VI CECTI é organizada pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE) e pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) em parceria com a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e com a Rede Catarinense de Centros de Inovação. Devido à pandemia, a conferência está sendo feita de forma on-line.  Até agora, a conferência contou com 805 inscritos, sendo 44 da região Serrana. Ao todo, participaram 282 organizações – 15 na Serra. Além disso, 1165 assistiram ao evento no YouTube, 142 na região Serrana.  O professor Roberto Pacheco, coordenador do Programa de Pós-graduação de Engenharia e Gestão do Conhecimento (PPGEGC) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), responsável pela metodologia, apresentou os resultados, que foram debatidos com representantes dos seis Grupos de Trabalho. “Hoje é o dia de conhecer os resultados e o comparativo com a conferência de 2015. Vamos ver a diferença entre o que os serranos percebem agora sobre seu sistema regional de CTI em 2021, comparativamente com 2015”, explicou. Confira a íntegra da reunião: O secretário do Desenvolvimento Sustentável, Luciano Buligon, ressaltou a importância da conferência. “É um momento de ouvirmos todas as regiões, ajustarmos nosso ecossistema, fazermos uma comparação entre 2015 e 2021, dos avanços, dos acertos, das políticas que deram certo, daquelas que efetivamente não se concretizaram. Essa é a etapa que vai projetar o documento final, que vai acontecer em junho. Dessa devolutiva sairá um documento importantíssimo para projeção dos próximos anos na nossa política de ciência, tecnologia e inovação em SC”.  O presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen, afirmou que conhecer a percepção dos atores de CTI é fundamental para o planejamento de políticas públicas. “Esse levantamento de informações é extremamente importante para aprofundarmos ainda mais o conhecimento de cada uma das regiões sobre esses indicadores, que são importantes para nosso sistema de CTI. E, a partir disso, fazer não só um comparativo com 2015, ver o que mudou, mas planejar novas políticas públicas e novas estratégicas para o Estado de Santa Catarina. É importante reforçar que quando falamos em planejamento, estamos falando de todas as hélices: do governo, da academia, do setor empresarial e da sociedade civil organizada”. O diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Fapesc, Amauri Bogo, lembrou que Santa Catarina está fazendo a conferência mesmo que nacional deixou de ser realizada regularmente. “Santa Catarina, como sempre, é referência nacional. As conferências nacionais há muitos anos não acontecem mais regularmente, mas nós continuamos, independente da situação da pandemia, que tem trazido tanto desgosto, tanto ressentimento à população. Continuamos focados, trabalhando. A Fapesc vem fazendo sua contribuição em fazer este levantamento”.      O Reitor da Universidade do Planalto Catarinense (Uniplac), Kaio Henrique Coelho do Amarante, representou o setor acadêmico na mesa de abertura. “Este é um momento especial. Não temos como pensar em planejamento sem uma análise da situação atual. Movimentos como este nos permitem ter subsídios de uma forma muito rica”, avaliou. “A ideia é unir forças, criar um ambiente sinérgico, para que juntos possamos desenvolver cada vez mais e melhor o nosso ecossistema”. Claiton Camargo de Souza, coordenador do Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira – Lages, afirmou ter boas expectativas com os resultados dos encontros. “O resultado que a gente está visualizando hoje, de tudo o que foi levantado e discutido, é positivo para nossa análise. Enquanto Centro de Inovação, essa leitura é muito importante. Fortalece e subsidia e serve de base para o nosso planejamento estratégico das ações do Centro de Inovação para o desenvolvimento da região”. Confira o documento com os resultados apresentados na Regional Serrana Com informações FAPESC[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Vice-prefeito de Lages e conselheiro falam sobre ações de transformação digital em evento da Rede Cidade Digital

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Painel da Rede das Cidades Digitais da Grande Florianópolis e Região Serrana, que teve a participação de Lages, destacou, entre outros assuntos, pontos estratégicos do Orion Parque Tecnológico para a cidade e região. Como prefeituras planejam desenvolver as cidades a partir de investimentos em tecnologia? É o que prefeitos e gestores públicos trataram em encontro on-line promovido pela Rede Cidade Digital na manhã desta terça-feira (11/05).  A proposta do Webinar foi trazer soluções e informações às Prefeituras que contribuam com o processo de modernização da máquina pública e atenuar os resultados negativos da crise do coronavírus nas cidades, colocando a tecnologia, cada vez mais, como essencial  para o monitoramento e acessibilidade dos serviços municipais prestados. O painel contou com prefeitos, especialistas, empresários e gestores públicos, além de representante do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação e Comunicações, e pode ser revisto neste link:  Na oportunidade, dois conselheiros do Orion Parque Tecnológico participaram do encontro: Juliano Polese, vice-prefeito de Lages e Conselheiro Administrativo, pela Prefeitura Municipal, e Marcos Lichtblau, superintendente de Ciência, Tecnologia e Inovação de Florianópolis, conselheiro estratégico do Orion Parque pela ACATE, entidade onde também foi vice-presidente de finanças. Juliano comentou sobre a experiência de Lages ter sido sede de evento da Rede de Cidades Digitais, em abril de 2018, realizado no Orion Parque, reunindo representantes de cerca de 100 cidades.   “Temos exemplos práticos na nossa cidade, como o Orion Parque, que foi criado para fomentar a tecnologia e a inovação na nossa cidade. Várias coisas já são realidade por aqui. Não podemos ser apenas uma cidade inteligente, temos que ser uma cidade sensível, que usa a inteligência para melhorar a vida das pessoas, como por exemplo a nossa rede de fibra ótica que foi instalada pela cidade. Se não tivermos essa sensibilidade, de nada adianta fazermos esses investimentos. O Centro de Inovação do Orion é o nosso canal para pensarmos todas essas ações”, lembrou ele.  Juliano lembrou que o Orion faz parte da Rede Catarinense de Centro de Inovação, sendo o primeiro Centro de Inovação criado dentro da comunidade, ainda em 2016 Ele também aproveitou para trazer alguns números sobre o andamento das ações do Orion e do Plano de Mitigação, em 2020. “A grande missão do Parque é criar a cultura inovadora e empreendedora no nosso município, e também articular as ações para incentivar nosso ecossistema a se desenvolver. O símbolo de inovação e tecnologia na Serra Catarinense é concretizado pelo Orion Parque. Com a pandemia, chamamos o Orion para a criação de Plano de Mitigação, que, entre outros pontos, viesse trazer a cultura de inovação para Micro Empreendedores Individuais (MEIs), e também nas pequenas empresas, fortalecendo a economia regional e aprimorando o conhecimento técnico gerencial com a estrutura que já tínhamos no nosso parque tecnológico”, ressaltou.  Além de Lages, gestores de Florianópolis e Palhoça apresentaram as ações implantadas que visam tornar as cidades mais conectadas e eficientes. Antes de falar por Florianópolis, Marcos Lichtblau comentou sobre a importância do Orion e o quanto isso trouxe bons resultados para cidade e região.  “Aprendo muito com Lages e, sendo membro do conselho estratégico do Orion Parque, contribuo com aquilo que pude aprender, aprendendo muito também com eles também”, disse.  O encontro virtual também trouxe com exclusividade para as Prefeituras da região a estratégia brasileira de Inteligência Artificial para Cidades Inteligentes, do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), com Eliana Emediato, Coordenadora-Geral de Transformação Digital.  O diretor da RCD, José Marinho, repercutiu os principais objetivos do painel, que apenas este ano contemplou mais de 40 eventos.  “A pandemia vem acelerando o processo de informatização dos serviços públicos para que os municípios possam atender adequadamente a população, criando novas oportunidades também de emprego e renda”, observou.  O vice-prefeito de Lages resumiu como foi o encontro: “O evento foi muito interessante, tendo um mix de cases de empresas, que estão oferecendo novas tecnologias para o poder público, e alguns representantes de municípios que estavam expondo o que vinha acontecendo neles. De Lages, apresentamos o case do Plano de Mitigação e do Somos Lages, que são duas das iniciativas em parceria Prefeitura e Orion Parque. Falamos também do Orion Parque, que é o nosso símbolo de Tecnologia e Inovação, aqui na Serra. Por fim, participamos de um painel, com oito participantes, falando da importância de termos cidades sensíveis, que usem a inteligência para transformar todas essas informações e possibilidades em melhorias dos serviços, melhorando a vida das pessoas – que é o objetivo do setor público”. Confira como foi o evento: Com informações: Rede Cidade Digital[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Programa Galápagos, de capacitação para empreendedores, retoma atividades no Orion

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Um ano depois do início das atividades do novo programa de capacitação para empreendedores e empresas, o Programa Galápagos, da Darwin Startups, iniciou nesta quarta-feira (05) no Centro de Inovação do Orion Parque Tecnológico mais uma turma da metodologia de acompanhamento. A iniciativa, que terá duração de um mês, visa promover capacitação empreendedora focado no desenvolvimento inicial de startups early stages – aquelas empresas que têm até três anos de atividades.   Através de uma jornada completa, o Programa Galápagos oferece ferramentas, estudos práticos e cases por intermédio de empreendedores que já viveram na prática os desafios e descobertas do desenvolvimento de startups.  “O Galápagos não desenvolve uma habilidade específica, mas fornece o necessário para estruturar o negócio com uma base sólida. O melhor resultado do programa é ver a evolução das startups de acordo com a realidade de cada uma. Seja a consolidação da solução para uma startup em fase de ideação, se esse for o objetivo dela, ou também alcançar as primeiras vendas para negócios que já estão mais avançados”, comentou Gabriel Pimenta, analista de comunidades da Origem, startup que surgiu a partir da Darwin e é focada na realização de programas e cursos para startups desde o estágio inicial até o primeiro investimento. A iniciativa é gratuita para as startups do Orion Parque. Ao todo serão quatro módulos, em 20 horas e oito encontros – presenciais e on-line. As aulas devem durar um mês. As startups participantes já foram escolhidas, com base em critérios do setor de startups e empresas do Instituto Orion sobre quem mais precisa das qualificações no momento, além de ser levado em conta critérios técnicos da Darwin. Todo o investimento do curso, adquirido junto ao SEBRAE, foi bancado pelo Instituto Orion. Serão até 15 startups pré-selecionadas, e cada startup poderá participar com até três sócios/colaboradores. Beer Hub: Validação do problema Startup que venceu a primeira edição do Cocreation Serra,  e que atualmente participa da modalidade virtual do OrionLab, a Beer Hub é hoje um clube de assinaturas de cervejas. \”Tivemos um processo de pivotagem, passamos por mentorias, e chegamos a discutir possíveis problemas. Estávamos sem ideias na nossa startup. Como gostamos de cervejas, começamos a perceber que sempre eram as mesmas cervejas encontradas. A partir daí, fomos ver o mercado e vimos que o problema existia. Fizemos um MVP (Minimum Viable Product ou Mínimo Produto Viável – a versão mais simples de um produto que pode ser lançada), participamos do Cocreation e depois entramos no Orion\”, lembra Salomão Eineck, um dos empreendedores da startup. Para ele, a expectativa com o Galápagos é desenvolver mais ainda a sua ideia de negócio inovadora.  \”A expectativa é grande,  já que estávamos aguardando o Galápagos começar lá em março, mas ele foi adiado por conta da pandemia. Queremos evoluir bastante e acelerar o nosso processo de validação da startup. Acredito que vão ser trazidas ferramentas e bastante insights para que possamos aplicar nessa validação\”, completou. Como funciona? O objetivo principal do Galápagos é desenvolver o empreendedor para que ele tenha mais segurança e um guia de como prosseguir na direção certa. Com uma visão teórico-prática, ele será instruído para analisar o cenário, desenvolver sua ideia e testar os gargalos e o engajamento da sua solução.  Cada um dos módulos é separado em dois encontros: Workshop para apresentação de todo conteúdo e contextualização, com pausa para absorção do conteúdo e aplicação prática de acordo com atividades passadas no encontro. Sessão em grupo para responder às principais dúvidas e ajudar no desenvolvimento dos conteúdos. Confira o cronograma das aulas e dos encontros do Galápagos para as empresas incubadas no Orion: Módulo I – WS Diagnóstico 360: 05/05 (presencial) Módulo I – SG Diagnóstico 360: 10/05 (on-line) Módulo II: WS Validação de Problemas: 12/05 (presencial) Módulo II SG Validação de Problemas: 17/05 (on-line) Módulo III: WS Solução e MVP: 19/05 (presencial) Módulo III: SG Solução e MVP: 24/05 (on-line) Módulo IV: WS Go to market: 26/05 (presencial) Módulo IV: SG Go to market: 31/05 (on-line) Resultados do Galápagos Em 2020, o Galápagos promoveu 13 programas semelhantes, um deles no Orion Parque.  Foram mais de 150 startups impactadas e mais de mil empreendedores participantes. No desenvolvimento do curso, serão repassados conceitos e estratégias  sobre:  Introdução ao mundo das Startups (Lean); Startup, pra valer!; Matriz SWOT; Projeções Financeiras; Metas e Métricas; Definições de Hipóteses e Problema; Validação de Problemas; Como analisar os Dados da Validação; Identificação de Solução; ICP, Segmentos e Early Adopters; MVP de verdade; Avançar ou Pivotar; Precificação e Teste de Mercado; Pitch para Vendas! e Metodologias de Marketing e Vendas. [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Com planos de inaugurar dentro de um ano, novo prédio da NDD, no Orion Parque, toma forma

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Uma das principais empresas de tecnologia da região, a NDD demonstra forte crescimento e impactos permanentes no nosso ecossistema.  No início de 2019, começou a tomar forma uma das maiores infraestruturas de tecnologia da informação da região serrana. O novo prédio da NDD, empresa lageana e com projeção internacional, especializada na transformação de dados em informações relevantes para facilitar a rotina de empresas, deve ser inaugurado no início de 2022. Na cerimônia de lançamento da obra, em março de 2019, foi destacada a importância macro do projeto:  Estrutura de cerca de 6.000 m², em seis andares; Terreno de 3.691,02 metros quadrados; Investimento estimado em cerca de R$ 10 milhões;  Previsão de lançamento primeiro semestre de 2022; Nas palavras de Valmir Tortelli, presidente da NDD, o objetivo com o novo projeto é ampliar o escopo das ações da empresa, mas ainda permanecendo em Lages. “Queremos permanecer na cidade, desenvolvendo aqui todo seu conhecimento, e ainda queremos entrar em novos países e novas regiões”, comentou ele, na ocasião.  Hoje, a empresa possui uma importância estratégica para o desenvolvimento do ecossistema regional.  Com filiais na Espanha, México, Estados Unidos e África do Sul, além atuação comercial em mais 23 países pelo mundo, a empresa  tem soluções de alta tecnologia e inteligência para documentos fiscais eletrônicos, meios de pagamento de frete e gestão para provedores de outsourcing de impressão (terceirização de todo o processo com impressão e cópias de uma organização). O novo prédio, ao lado do Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, no Orion Parque Tecnológico, será o primeiro prédio exclusivamente empresarial no complexo. Na visita que tivemos a oportunidade de fazer notamos a grandiosidade da iniciativa.  “Antes de termos o prédio pronto já ampliamos a quantidade de colaboradores. Somos mais de 450 especialistas, 20 mil clientes e mais de 400 parceiros no mundo, e isso antes de termos o prédio, que virá para somar e expandir nossas ações. O espaço que atualmente temos ocupado no bairro Sagrado Coração de Jesus, em Lages, deixará de existir, e toda a nova infraestrutura será concentrada aqui”, explicou o empresário.  No novo prédio, a expectativa é que trabalhem até 600 pessoas.   Confira alguns registros do novo espaço, que contará com estacionamento, espaço para convivência e integração, além de infraestruturas externas.     [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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“Somos Lages” promove negócios de pequenos empreendedores

[vc_row][vc_column][vc_column_text]O Plenário Nereu Ramos da Câmara de Lages recebeu na quinta-feira (15/4) o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Lages, Alvaro Joinha, e o presidente do Orion Parque, Valmir Tortelli, que foram convidados a falar para a comunidade lageana sobre a plataforma digital “Somos Lages”, através do requerimento 043/21, proposto pela vereadora Suzana Duarte (Cidadania). Suzana contou que, coincidentemente, tinha produzido uma matéria legislativa visando propor a criação de uma plataforma digital à Prefeitura para que os pequenos comerciantes, empreendedores e produtores tivessem um espaço de divulgação de seus produtos. Ela iria apresentar a matéria no dia 22 de março, mas no dia 19 do mesmo mês houve o lançamento do “Somos Lages”, que contemplou justamente esta demanda. “Sou uma pessoa crítica, mas quando bons projetos surgem, quero ser a primeira a apoiá-los, debatê-los e sugerir ideias de aprimoramento”, disse a vereadora, que explicou que a ideia de trazer os convidados foi para que falassem aos edis sobre o modo de funcionamento desta plataforma. Site conta com mais de cem empresas cadastradas A ideia de promover os pequenos empreendedores foi algo que o secretário Alvaro Joinha quis implantar logo que assumiu a pasta, após se licenciar da vaga de vereador na Câmara de Lages. “Temos mais de 10 mil MEI’s (microempreendedor individual) ativos em Lages. A Secretaria de Desenvolvimento já realizava a capacitação e fornecia o assessoramento técnico a quem tinha interesse em criar uma empresa e regularizá-la, mas realmente era uma preocupação minha a de inserir esse pequeno empresário no mundo virtual”, conta. Joinha contatou o Orion Parque, através do presidente Valmir, e passou a ideia de se formular um site que possibilitasse o contato direto dos interessados com os empreendedores através do aplicativo Whatsapp, uma vez que nem todos possuem canais como o Facebook e o Instagram. Os bolsistas do Orion, Salomão e Lucas, receberam a demanda e em 17 horas o site já estava no ar. Hoje, o Somos Lages, presente na capa do site da Prefeitura, está dividido em 46 categorias, com mais de cem empresas cadastradas de maneira espontânea. “Nós, como Prefeitura de Lages, temos de oferecer esse suporte e o Orion, um parceiro nosso, também entende que é necessário dar esse acesso aos pequenos”, comentou o secretário, que pediu que os vereadores ajudassem na divulgação do site junto aos seus seguidores e amigos. Presidente do Orion Parque, Valmir Tortelli disse que a intenção do aplicativo é conectar as pessoas e dar a eles o acesso direto a estes pequenos empreendedores. “A comunicação e a informação são muito importantes nesse momento que vivemos. Sempre dou uma olhada no projeto e conheci várias empresas pequenas que eu não conhecia em Lages, esse é o objetivo, dar esta visibilidade, através de um aplicativo simples. Esta foi uma boa ideia em um momento certo”. Tortelli convidou os vereadores a conhecer o Centro de Inovação Orion Parque, um prédio da comunidade lageana, segundo ele.  “O objetivo do Orion é fomentar a cultura da inovação e do empreendedorismo em Lages. Através de uma ideia pequena podemos desenvolver e tornar isso possível. (…) São práticas que ajudam a nossa comunidade e que levamos de Lages para todo o estado”, apontou. Vereadores de situação e de oposição elogiam iniciativa A implantação do “Somos Lages” foi elogiada pelos legisladores de Lages. Gabriel Córdova (PSL) comentou que a cidade vai para frente com ideias boas, que impulsionam a população. “Esta é uma delas, então deixo meus parabéns para o secretário e para a equipe do Orion, que faz um trabalho fantástico. Nós, como vereadores, vamos contribuir para divulgar ainda mais esse serviço”. A mesma linha positiva foi seguida por Agnelo Miranda (PSD), que ressaltou os benefícios que a cultura da informação traz para a sociedade. “Nesta pandemia, que afetou diretamente os micro e pequenos empresários, esta iniciativa vem para agregar valor. A tecnologia reflete em bons empregos, em renda, em negócios que já estão sendo utilizados pelos nossos empresários e comerciantes através desta ferramenta”. Com informações Câmara de Vereadores[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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