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Orion Parque divulga edital para utilização da cafeteria

[vc_row][vc_column][vc_column_text] Lançado na quinta-feira (04/03), o Instituto Orion torna público, para conhecimento dos interessados, que estão abertas as inscrições para propostas de uso de espaço reservado no prédio do Centro de Inovação de Lages – Luiz Henrique da Silveira do Orion Parque, para instalação de cafeteria.  A iniciativa tem por objeto “o uso do espaço físico, onde se encontra parcialmente montado, (…), para comercialização dos serviços de lanchonete, café e afins, nas dependências do Centro de Inovação, servindo lanches e com sistema de coquetel volante quando solicitado nas dependências do Centro de Inovação, bem como realizar entregas fora das dependências do Centro de Inovação por meio de serviço de delivery”. A primeira etapa de classificação dos candidatos elegíveis foi prorrogada.  A proposta deve ser preenchida, conforme ANEXO I, e encaminhada ao e-mail administrativo@orionparque.com até 29/04/2021, no qual devem conter as respostas dos seguintes tópicos: a) Informações da empresa e dos sócios-proponentes b) Capacidade técnica da equipe c) Serviços propostos d) Menu proposto e) Gestão do negócio f) Ações de marketing g) Realização de eventos h) Modelo de Negócio i) Investimento Após seleção das 3 melhores propostas, através de análise das fichas de inscrições, será agendada banca que terá a duração aproximada de 1 hora e tem por objetivo aprofundar as informações do negócio e o perfil dos proponentes. Cada proponente deverá iniciar a apresentação com um pitch, com duração máxima de 05 (cinco) minutos. É recomendável que os proponentes que desejam participar deste edital realizem uma visita in loco, mediante agendamento através do e-mail: administrativo@orionparque.com ou telefone (49) 3191-0762 , para conhecer os espaços disponíveis, antes da submissão da proposta.  Caso o proponente decida pela não realização da visita, até mesmo por conta do decreto que restringe a circulação de pessoas para frear contágio covid-19, deverá ser apresentado, em substituição ao atestado de visita, declaração formal assinada pelo representante legal da empresa, sob as penalidades da lei, que tem pleno conhecimento das condições e peculiaridades inerentes à natureza do imóvel, assumindo total responsabilidade por esse fato e que não utilizará deste instrumento para quaisquer questionamentos futuros que ensejem avenças financeiras com o Instituto Orion. A estrutura compreende espaço físico com 70 m², compreendendo cozinha, balcão de atendimento e salão de refeições (mesas), no andar térreo. Entradas e acesso principal ao restaurante são as mesmas do Centro de Inovação, sendo o salão aberto para o pavimento térreo, com estrutura de iluminação, rede wi-fi e banheiros compartilhados, sendo, no momento, o único espaço deste segmento para comercialização de alimentos e bebidas. A validade será de 48 (quarenta e oito) meses a contar da data da sua assinatura do contrato. Uma das condições para a classificação da candidata é que a empresa selecionada deverá participar dos eventos e ações promovidas pelo Orion, bem como da Trilha de Acompanhamento das empresas, contribuindo para a criação e manutenção de um ecossistema de inovação para a região, sendo este um critério de avaliação. A aprovação ou não dos projetos propostos, se dará através da análise dos seguintes pontos: Capacidade técnica da equipe Serviços propostos Menu proposto  Gestão do negócio Ações de marketing Realização de eventos Modelo de negócio Investimento  Pitch  Os documentos completos poderão ser baixados através dos links: Edital Cafeteria 2021 e Anexo.   Confira também o aditivo do edital. [/vc_column_text][vc_row_inner][vc_column_inner][/vc_column_inner][/vc_row_inner][/vc_column][/vc_row]

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Abertura da VI Conferência Estadual de CTI dá início à análise do ecossistema de ciência, tecnologia e inovação

[vc_row][vc_column][vc_empty_space][vc_column_text] A abertura da VI Conferência Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (CECTI), que ocorreu nesta quinta-feira, iniciou uma caminhada para analisar o ecossistema de CTI em Santa Catarina e gerar estratégias de crescimento para o setor. Até o encerramento, marcado para o dia 10 de junho, serão realizadas 12 reuniões online em seis regiões do Estado. Na Regional Serrana, o Centro de Inovação do Orion Parque será um dos articuladores da iniciativa. A VI CECTI é organizada pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE) e pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) e conta com a importante parceria da Rede Catarinense de Centros de Inovação e está prevista na Lei de Inovação. “A conferência é mais que uma obrigação legal. É uma oportunidade para que possamos avaliar as políticas públicas de Santa Catarina, monitorar o ecossistema de CTI e planejar ações de desenvolvimento sustentável para o nosso Estado, de forma regional e responsável”, afirmou o presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen. Em abril e maio, estão marcados eventos online em seis regiões do Estado: Grande Florianópolis, Serra, Sul, Oeste e Meio Oeste, Norte e Planalto Norte e Vale e Alto Vale do Itajaí. Na primeira etapa, serão coletadas as percepções dos atores do ecossistema de CTI; na segunda, serão apresentados os resultados. “A conferência tem objetivo de organizar um mapa estratégico para o desenvolvimento e execução de um plano estadual de ciência, tecnologia e inovação. Esse plano é regionalizado e precisa contemplar as várias dimensões e eixos estratégicos em cada região. É essencial para que o planejamento de Santa Catarina dê certo e para que possamos, cada vez mais, construir um Estado inovador”, explicou Holthausen. O secretário da SDE e presidente do Conselho Superior da Fapesc, Luciano José Buligon, representou o governador de Santa Catarina, Carlos Moisés da Silva. Segundo Buligon, a conferência é um momento importante para refletir sobre a importância do setor, sobretudo devido à pandemia. “A ciência, inovação e tecnologia sempre foram importantes, mas no pós-pandemia serão muito mais importantes do que possamos imaginar. Essa conferência se reveste de caráter definitivo para que Santa Catarina continue sendo uma solução inspiradora para o país e, porque não dizer, para o mundo. Se pudéssemos fazer um recorte territorial em SC, poderíamos estar nos comparando com alguns países da Europa, como Bélgica”. Exemplo nacional O presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), professor doutor Evaldo Ferreira Vilela, afirmou que Santa Catarina é um exemplo para o Brasil na constituição de um ecossistema de ciência e tecnologia acoplado à inovação. Ressaltou também a metodologia da conferência, desenvolvida pelo Programa de Pós-graduação de Engenharia e Gestão do Conhecimento (PPGEGC) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). “Após a abertura da conferência vão ter as etapas regionais e, então, serão buscados novos rumos a partir de uma avaliação. Algo que nós brasileiros não estamos muito acostumados. E é uma cultura que precisa se firmar entre nós, a da avaliação e do planejamento pós-avaliação”. Marcelo Bortolini, diretor Científico e Tecnológico da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), que representou o presidente General Waldemar Barroso, disse que a importância da ciência, tecnologia e inovação ficou ainda mais clara para a sociedade durante a pandemia. “É isso que a Finep busca. E graças a Deus, ao longo de alguns anos, temos uma parceria de grande sucesso com a Fapesc. Com muito trabalho de ambas as equipes, foram construídos diversos instrumentos, ferramentas e programas”, afirmou. Ele lembrou, por exemplo, os programas Tecnova e o Centelha. “Gostaria de parabenizar pela sexta conferência e dizer que a Finep está sempre pronta e apta para apoiar e trabalhar em conjunto”. Flávio Camargo, diretor de Avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), desejou sucesso à conferência e reafirmou a importância da inovação. “Acredito que ainda não entramos no século 21 como um país desenvolvido exatamente porque precisamos desenvolver essa cultura da inovação. Enquanto não for uma regra, e neste momento ainda é exceção, vamos continuar patinando nesta busca da independência tecnológica e da liderança em muitas áreas do conhecimento”. O presidente do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs), cumprimentou o Estado pelo protagonismo em realizar a conferência. “Essa conferência certamente é um instrumento importante de coleta de informações, de diagnóstico. São informações que vão servir para fomentar políticas públicas, para conduzir a política no caminho certo para que alcance os melhores resultados para o estado e para o país”. Também participaram da abertura da conferência, representando o ecossistema de CTI catarinense, Amarildo Niles, diretor para Assuntos de Inovação da Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc); Maurício Cappra Pauletti, gerente de Inovação e Competitividade da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc); Luciano Pinheiro, diretor técnico do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/SC); a reitora da Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc), Luciane Ceretta; Luiz Antonio Ferreira Coelho, vice-reitor da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc); Ainda pelo Zoom, Plataforma da CECTI e no Canal da Fapesc no Youtube, participaram atores do ecossistema de todas as regiões de Santa Catarina A abertura da conferência também marcou o início de uma série de comemorações pelos 25 anos da Fapesc, que vai ocorrer em janeiro de 2021. Até lá uma série de eventos e entregas serão realizados. Assista à abertura da conferência Confira a programação da conferência e faça sua inscrição Confira a programação completa:  Com informações FAPESC.[/vc_column_text][vc_empty_space][/vc_column][/vc_row]

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ACATE lança selo exclusivo para associadas

O Selo Associadas ACATE 2021, lançado na quinta-feira (18), é gratuito e exclusivo para empresas associadas. A iniciativa é uma forma de mostrar o pertencimento e a colaboração que transformam o ecossistema catarinense. Empresas que são vinculadas ao Orion passam, automaticamente, a fazer parte da associação catarinense.  Lançado na quinta-feira (18/02), o Selo Associadas ACATE 2021 é uma iniciativa gratuita e exclusiva para empresas associadas. A iniciativa tem o objetivo de gerar valor para empresas e startups, criar senso de pertencimento e estimular outras empresas a fazerem parte de um dos maiores hubs de inovação e tecnologia do Brasil. Para adquirir o selo, basta acessar o site e preencher as informações necessárias.  O selo é uma imagem que a empresa insere no site ou nos materiais gráficos para mostrar aos clientes que faz parte da entidade, que é referência em empreendedorismo e inovação. O selo é dividido em duas categorias: empresas e startups. As associadas que solicitarem o selo, poderão aproveitar a oportunidade para compartilhar um post em suas redes sociais, reforçando ainda mais seu pertencimento. Dúvidas ou demais informações, entre em contato pelo e-mail: jornadadesucesso@acate.com.br  Quero fazer parte da transformação A ACATE acredita que o sucesso das empresas é feito de colaboração, por isso representa mais de 1.400 empresas que, juntas, impulsionam o ecossistema catarinense. O Selo Associadas ACATE 2021 é uma oportunidade única de mostrar pertencimento ao maior ecossistema de inovação do estado, além de estar conectado a uma rede que trabalha em prol do desenvolvimento e levou o setor de tecnologia e inovação de Santa Catarina a crescer em 2020. Ao fazer parte da ACATE, associados garantem condições especiais na contratação de serviços e benefícios, além de acesso aos programas estratégicos que geram conexões, negócios, oportunidades e crescimento.  Com informações ACATE.

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Propostas de seis regiões turísticas de SC são selecionadas no Edital Inovatur; incubada virtual do Orion está na lista

Projetos inovadores para dinamizar o setor turístico catarinense vão receber apoio financeiro para sair do papel. O resultado final do edital de seleção do Programa Inovatur, desenvolvido em cooperação entre a Agência de Desenvolvimento do Turismo de Santa Catarina (Santur), Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação (Fapesc) e a empresa Gestalt Open Innovation, foi publicado nesta sexta-feira, 12 de fevereiro, contemplando 13 propostas de seis regiões turísticas do estado. Beer Hub é uma das contempladas “O Programa Inovatur é mais uma ação inédita da Santur, para impulsionar a inovação dos negócios do turismo e fortalecer o setor. Realizamos um amplo trabalho de divulgação do edital, com o objetivo envolver o maior número de segmentos e o trade turístico de todas as regiões do estado”, destaca o presidente da Santur, Leandro “Mané” Ferrari. Os projetos selecionados atendem diferentes segmentos, entre eles gastronomia, turismo de aventura, agroturismo, cicloturismo e camping, além de promoção de atrativos e serviços turísticos e vão receber entre R$19 e R$23 mil. Confira a lista completa das contempladas neste link. Conheça Beer Hub, uma das contempladas Uma das contempladas é a Beer Hub – startup que atualmente participa da modalidade virtual do OrionLab. Antes chamada de Route Beer, ela passou no edital de pré-incubação do CocreationLab Serra, no segundo semestre de 2020, e se transformou algumas vezes até tomar a forma de negócio que hoje tem.  O Cocreation Lab contempla uma metodologia de ambiente colaborativo voltado para pessoas que tenham ideias de negócio nas mais diversas áreas da economia criativa, com potencial de gerar novos empreendimentos.  Na prática, os negócios embrionários são amadurecidos através de mentorias, consultorias técnicas e mercadológicas, palestras, ferramentas e materiais de apoio que transformam a ideia em um negócio viável. Utilizado no Cocreation, a TXM (Think, eXperience e Management) é uma metodologia criada dentro dos corredores da UFSC e desenvolve o empreendedorismo focando na cocriação. O processo, dentro da pré-incubadora, é colaborativo e funciona aplicado em qualquer etapa de negócio, nos mais diferentes nichos de negócios. Foi graças a essas oportunidades de conversão e validação do negócio ao longo do tempo que uma proposta concebida inicialmente como sendo de serviços gerais, que teria a parceria de imobiliárias, se transformou num clube de assinaturas de cervejas com ambições bem concretas. \”Nossa ideia era tipo um \’Uber de serviço de manutenção predial\’ – algo que não tem nada a ver com o projeto atual\”, recorda Salomão Eineck Júnior, um dos empreendedores por trás da Beer Hub. Valendo-se das diferentes composições e blends que as cervejas trazem hoje aos apreciadores, a ideia de negócio hoje é ser um clube de assinaturas que proporcione mais do que a simples degustação de diferentes rótulos. \”Antes, quando finalizamos o Cocreation, a gente era um clube de assinaturas normal, que era concorrente de qualquer um outro – até de outros que não eram nem clubes específicos de cerveja. Hoje eu vejo que nos temos um negócio que tem uma pegada muito mais voltada ao Ecossistema das Cervejarias, que junta toda a cadeia de produção do produto e do trabalho das cervejarias, do que propriamente um simples clube de assinaturas. A gente é muito mais que isso\”, afirmou. \”Queremos, de fato, proporcionar para o consumidor um pouquinho do gosto de cada região. Já temos muita produção de cerveja feita aqui em Lages, de várias cervejarias. Em cada uma das cervejarias que você for e provar um gole de cerveja IPA de cada uma delas, pode-se provar um gosto diferente, porque tem por trás uma parte da história da cervejarias, a história do responsável por isso. Tem os ingredientes, como o lúpulo, que vem ali de Palmeira (SC), por exemplo. Muitas iniciativas carregam toda essa história e a gente quer agregar tudo isso\”, projeta Salomão. Primeiras entregas para os próximos meses Vitorioso na primeira edição do Cocreation Lab Serra – processo de pré-incubação que tem em média cinco meses, vinculado no Projeto Nascer, da Fapesc, – finalizado em setembro de 2020, o Beer Hub recebeu como prêmio 100% de isenção no OrionLab Virtual e registro de marca na Ranzolin Patentes. Além disso, foi graças ao vínculo com o Orion e aos mentores do Cocreation que a startup buscou fontes de fomento, como o edital Inovatur. \”Não ficamos dependendo só do Cocreation e buscamos fomento externo. O Inovatur teve início ano passado, nos inscrevemos e acreditamos porque temos um pé muito forte no turismo. Passamos da primeira fase, e agora passamos da segunda fase. O processo ali com a Santur deve começar em março. Não sabemos ainda o que faremos com o recurso que será disponibilizado, de pouco mais de R$ 20 mil, mas queremos usar ele para validarmos da melhor forma o nosso negócio, além de fechar e prospectar mais parcerias em outras cidades\”, afirmou o empreendedor.   Algumas entregas especiais, para validar as cervejas e outros mimos, já foram feitos. Já sobre o início das primeiras remessas, ainda em caráter experimental e para um público reduzido, Salomão espera que em poucos meses a BeerHub decole. \”Estávamos com ideia de lançar no início de março ou no máximo em abril. A gente acredita que até lá conseguiremos fazer todo o mapeamento que queremos. Não tem nada melhor do que entregar aquela caixa, para quem estava esperando, pegar o feedback do público\”, finaliza.  

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Startup catarinense desenvolve biotecnologia inovadora para diagnóstico de infecções em aves

Residente no Orion Parque desde 2017, quando ingressou no edital OrionLab, Scienco Biotech não deixou de registrar patentes e acumular grandes resultados no desenvolvimento de biotecnologia. A Scienco Biotech desenvolveu e patenteou, em parceria com a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), uma biotecnologia para identificar anticorpos em aves. O método inovador será usado, por exemplo, para detectar doenças infecciosas em galinhas e codornas e para verificar a eficácia de imunizações nesses animais. “Essa nova ferramenta molecular será muito importante para melhorar o custo, a eficiência e a rapidez dos diagnósticos em aviários”, explica Maria de Lourdes Borba Magalhães, sócia-fundadora da startup com sede em Lages. Segundo Maria de Lourdes, que também é professora de Produção Animal e Alimentos do Departamento de Ciências Agroveterinárias da Udesc, o próximo passo é utilizar a biotecnologia em testes comerciais de diagnósticos. “Estamos fazendo parcerias com outras instituições para que possamos substituir a parte de detecção do anticorpo pela nossa tecnologia”, conta. De acordo com Maria de Lourdes Borba, a startup desenvolveu uma proteína inovadora que se liga aos anticorpos das aves. Usada em testes de diagnóstico, a biotecnologia poderá ser usada de duas formas nos aviários: mostrará se as aves estão doentes ou, após uma vacinação, se estão devidamente imunizadas.  Nos humanos, os anticorpos que ajudam o organismo a se proteger de infecções são do tipo IgG (imunoglobulinas G) – nas aves, do tipo Y (IgY). “As aves, que têm uma importância econômica para o nosso Estado, também precisam ter a sanidade monitorada através da detecção de anticorpos em testes de diagnóstico. Os métodos existentes atualmente são imprecisos, que envolvem uso de animais de laboratório, com produção onerosa e pouco eficientes”, informou a professora. Inicialmente, a proteína foi desenhada a partir dos conhecimentos teóricos. Em seguida, passou a ser produzida em laboratório com o uso de bactérias. “Buscamos no genoma da galinha uma proteína com capacidade de se ligar aos anticorpos. Na verdade, criamos uma proteína meio Frankstein – pegamos o pedaço de uma e juntamos com outra. Ela já se mostrou funcional, provou que detecta anticorpos de galinha e de codorna e não detecta anticorpos de várias outras espécies. E desenvolvemos um protótipo onde determinamos a sensibilidade do teste, para ver o mínimo de anticorpos que ela pode detectar”, explicou a professora. Futuramente, a biotecnologia também poderá ser utilizada em testes de diagnóstico de doenças em outros animais, inclusive humanos.   A importância dos testes de diagnóstico usados para detectar doenças infecciosas causadas por vírus, bactérias ou fungos ficou evidente por causa da crise provocada pelo novo coronavírus. A Scienco Biotech, inclusive, está desenvolvendo uma tecnologia para detectar a presença do Sars-Cov-2, vírus que causa a Covid-19. Criada dentro do ambiente de inovação do Centro de Ciências Agroveterinárias (CAV), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) em Lages, e residente no Centro de Inovação do Orion Parque Tecnológico, a Scienco foi contemplada no Edital de Inovação para a Indústria, do Senai, na categoria “Missão contra Covid-19“, que visa gerar soluções de impacto contra os problemas causados pela pandemia do novo coronavírus. A partir do edital, a Scienco foi notícia com a criação de um novo teste para identificação da COVID-19, através de uma parceria com o Instituto Senai de Química Verde, do Rio de Janeiro.   Biotecnologia a serviço do desenvolvimento inovador  A biotecnologia para o diagnóstico de infecções em aves também tem relação com a Fapesc. A empresa recebeu R$ 150 mil por meio do Tecnova II, programa que é voltado para  desenvolvimento de novos produtos. Ao todo, mais de R$ 7,5 milhões foram destinados para contemplar 28 empresas em todo o Estado pela Fapesc e Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Segundo a professora Maria de Lourdes, o Tecnova está sendo fundamental para o desenvolvimento do projeto. “Conseguimos direcionar uma bolsista de P&D exclusiva para trabalhar no projeto, o que possibilitou avançarmos. Também investimos em matéria-prima. Sem esses recursos, o projeto estaria parado”, afirmou. Para o professor Amauri Bogo, diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação e presidente em exercício da Fapesc, a trajetória e as conquistas da Scienco Biotech demonstram a importância de aliar ciência, tecnologia e inovação. “Parabenizamos a startup, que, em parceria com a Udesc, tem conseguido mostrar a força catarinense no sistema de CTI. E ficamos feliz em ter feito parte e dado suporte para este desenvolvimento”, afirmou. Com informações FAPESC .

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Quiron Agrodigital conquista primeiro lugar na banca de Aceleração InovAtiva 2.2020

Melhor startup agro do maior programa de aceleração de startups da América Latina, startup residente no Orion já tem clientes internacionais Participando do InovAtiva 2020.2, maior programa de Aceleração de Startups do país, a Quiron Agrodigital, startup residente no Orion Parque, conseguiu um excelente resultado, com o primeiro lugar na Banca de Agronegócio na aceleração 2020.02, que começou em meados de setembro, de forma totalmente online. O resultado saiu ontem (14), no encerramento e premiação das startups destaques do Experience 20.2, no YouTube do InovAtiva.   Focada do agronegócio, a Quiron Agrodigital provê uma solução remota e automatizada para monitoramento de ocorrência de pestes, doenças e incêndios florestais, usando imagens de satélite e tecnologias de visão computacional que possibilita os gestores mais assertividade e precisão em suas tomadas de decisão nas operações a campo. A startup começou no ano de 2018, já incubada no Centro de Inovação do Orion Parque Tecnológico, e desde lá tem acumulado conquistas e bons resultados em oportunidades de investimentos e programas de capacitação do negócio empreendedor.  No mesmo ano, a Quiron foi aprovada no Sinapse da Inovação, promovido pelo Governo do Estado de Santa Catarina.  De lá para cá, também teve a oportunidade de fazer parte do Forest Insight, da UFV, no Brasil, em 2019, e de ser a  única startup brasileira selecionada para o Salto Growth New Norm, promovido por fundadores das principais startups da Estônia, em maio deste ano. Já em setembro, a Flareless, também da Quiron, foi aprovada para o Batch da Plug and Play Insurtech, estando apta a construir produtos e serviços para as maiores seguradoras do mundo.  O maior programa de Aceleração de Startups da América Latina O InovAtiva Brasil é o maior programa de Aceleração de Startups da América Latina.  Em sete anos já foram submetidos mais de 12 mil projetos, com 3 mil startups treinadas e mais de 1.100 startups aceleradas. Fundamental para negócios inovadores e com poucos anos de vida, as acelerações oferecem capacitação, conexão e mentoria para negócios inovadores. Com dois ciclos por ano, em cada edição são selecionadas até 160 startups para uma aceleração online de até 4 meses. No final do processo, as startups participam do InovAtiva Experience, evento de conexão com líderes-chave do mercado em que empreendedores e empreendedoras se apresentam para uma banca de investidores, grandes empresas e aceleradoras. A Quiron foi avaliada como a melhor startup de Agronegócio nesta edição de 20.2, em que 113 startups participaram.   Atualmente, o programa é coordenado pela Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia e pelo Sebrae. A partir do terceiro ciclo, no início de 2015, a Fundação CERTI, com sede em Florianópolis, foi selecionada para operacionalizar o programa. A Fundação possui experiência na elaboração de projetos como Sinapse da Inovação, uma iniciativa que apoia o nascimento de centenas de startups em estados brasileiros e desenvolve Parques Tecnológicos em todo o país.

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Reuni Challenge mobiliza mais de 80 estudantes em três dias de imersão empreendedora

Alunos de onze diferentes instituições de ensino superior reuniram-se à distância para pensar em discutir soluções inovadoras e criar startups  Criar uma startup do zero, em 72 horas, foi o objetivo do Reuni Challenge, evento de empreendedorismo universitário, realizado pelo Orion Parque, que conectou nesta edição mais de 80 acadêmicos de universidades da Serra e Meio-Oeste Catarinense.  Os dias 06, 07 e 08 de novembro foram intensos para os acadêmicos do Instituto Federal de Santa Catarina – IFSC Lages, Udesc/Cav, Universidade do Planalto Catarinense-Uniplac e Unifacvest, representando as universidades da Serra Catarinense, com doze equipes, e Unoesc e IFC – Caçador, Joinville e Luzerna representando as universidades do Meio Oeste com sete equipes, que competiram entre si pelo título de Universidade mais Empreendedora. O evento tem como propósito fomentar o empreendedorismo universitário por meio da aplicação dos conhecimentos adquiridos dentro das universidades para o desenvolvimento de uma ideia, que deve ser transformada em negócio durante três dias. ”O empreendedorismo universitário é a fonte de mudança no ecossistema e na região, pois é onde o jovem se capacita para abrir negócios e gerar renda para a cidade” comenta o coordenador do evento e líder de Programas e Ações do Orion, Raul Capistrano. Para essa edição, foram apresentados problemas de segmentos específicos de mercado, como Turismo, Saúde e Comércio, e as equipes puderam escolher o problema que gostariam de trabalhar para solucioná-lo, criando um novo negócio. Diante dessa problemática, os universitários precisam fazer pesquisas, entender melhor o problema, validá-lo, validar a solução e criar o modelo de negócio. Durante os três dias de evento, as equipes recebem acompanhamento de um quadro de mentores que auxiliam ao longo das etapas, desde a ideação até o pitch final (apresentação para jurados), além de capacitações para criar uma base de conhecimento antes de cada atividade e da participação de um professor da instituição, ajudando os alunos ao longo do desafio.  O Reuni Challenge proporciona aos acadêmicos as vivências e emoções de todas as etapas da criação de um negócio.  ”O evento é muito bacana! estou tão instigada que desde sexta feira eu nem durmo. Viro a noite imaginando e criando” conta a participante, Ester Oliveira. Além de desenvolver competências comportamentais como a adaptabilidade para trabalhar em grupo, empatia e autodisciplina, mais aprendizados são consolidados. “Os acadêmicos aprendem a empreender suas vidas também, serem empreendedores deles mesmos, tomar o controle de suas vidas”, conta a professora do IFSC de Caçador, Franciele Murer.  Além de contribuir para o desenvolvimento do acadêmico, o evento colabora para o desempenho das universidades participantes, já que, segundo a professora Franciele, os alunos ficam mais engajados e comprometidos, expandindo seus horizontes e ajudando inclusive em suas definições de carreira e preparação para o mercado de trabalho.  Confira a relação completa dos vencedores  Primeiro lugar: Startup ADA –  representante da universidade: prof. M.ª Sayonara Varela (Administração) composta pelos acadêmicos:  Rafael Venturini  (Curso de Administração), Kleberson de Oliveira (Ciências Contábeis), Catarine Maltauro (Sistema da Informação), Leandro Veiga (Administração) que escolheram como problemática a saúde e desenvolveram a startup ADA: All Data Analitics – Solução: coletar de forma rápida e eficaz a satisfação setorizada de cada paciente. Com a coleta dessas informações, serão gerados indicadores à secretaria municipal de saúde para a tomada de decisões.  Segundo lugar: Startup b.ridge -composta pelos acadêmicos: Bianca Vieira (Engenharia Elétrica) , Giordano Miolo (Direito), Hian Simionato (Arquitetura) e Lucas Sandri (Agronomia) que escolheram como problemática a ser desenvolvida o aumento do protagonismo e a participação em aulas presenciais e online, desenvolvendo a startup b.ridge, que tem como solução: o desenvolvimento de um aplicativo de contratação de empregados para grandes e pequenas empresas, solucionando também o problema de contratação de funcionários, que nem sempre são totalmente eficientes e ideais para a empresa. Assim, os empresários podem ter acesso a um banco de dados de estudantes, classificados de acordo com suas melhores habilidades, priorizando as soft skills. Terceiro lugar: Startup Nexus – representante da universidade: prof. Franciele Murer e Samuel Feitosa, que escolheram como problemática a ser desenvolvida: o aumento do protagonismo e a participação em aulas presenciais e online, que tem como solução: a criação de um site otimizado com métodos aplicáveis em sala de aula.

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Chamada Pública finaliza inscrições com mais de 20 projetos cadastrados e quase 60 voluntários

Encerrada na terça-feira (25), a Chamada Pública aberta pelo Orion para cadastro de ideias e projetos de combate à violência contra a mulher, além de voluntários para as iniciativas, repercutiu na comunidade, engajando ainda mais pessoas na promoção das ações.  Com os números fechados, foram 22 projetos para Ideias e Projetos e 58 voluntários para ajudar nos projetos – nove homens e 49 mulheres.  Dos proponentes das ideias, seis são de homens e 16 de mulheres. Além disso, 61% (13) delas estão na fase de ideação, 35% (8) em projeto elaborado e uma já tem o projeto em execução.  A partir de agora, os projetos passarão por uma Comissão de Avaliação, que analisará as propostas dos participantes conforme os critérios citados no edital, que pode ser visto aqui. Os aspectos analisados serão:  Adequação da Ideia ou Projeto ao tema: Combate à violência contra a mulher; Clareza e objetividade da proposta apresentada; Adequação do perfil aos objetivos e atividades da proposta; Coerências da proposta com o prazo disponibilizado para acompanhamento;  Ao final do processo de avaliação, a Comissão indicará as propostas aceites e aptas a participar do Programa de Aceleração de Projetos Sociais e Acompanhamento. A avaliação será feita em até 20 dias após a inscrição. Na opinião de Evertom Waltrick, do setor de Programas e Ações do Orion Parque, a chamada cumpriu seu papel, trazendo ideias para o enfrentamento do problema na região. “Todos os projetos ou ideias cadastradas estão dentro da temática. Depois da nossa avaliação, cada um dos responsáveis poderão decidir se seguem a metodologia do Reuni, transformando ideias e projetos em negócios sociais, ou se já vão para a Aceleradora de Projetos Sociais Saiph. Dentro das ferramentas que temos disponíveis no Orion, queremos ajudar e ser útil dentro dos aspectos possíveis. A chamada já se encerrou, mas quem quiser ainda participar, de alguma forma, pode procurar o Orion”. 

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Chamada Pública recebe inscrições de voluntários e projetos de combate à violência contra mulher

Durante duas semanas, candidatos e projetos – em execução ou na fase de ideias – poderão se candidatar a receber mentorias e acompanhamento Preocupado com os recentes casos de violência contra mulher, que repercutiram recentemente, ganhando visibilidade nacional e, infelizmente, mostrando o quanto é necessário ainda discutirmos sobre o machismo e diversos aspectos de comportamentos agressivos, o Orion Parque lança uma Chamada Pública para ideias e projetos de combate à violência contra a mulher.  A iniciativa aceita o registro de duas formas: a) cadastro de ideias e projetos de combate à violência contra a mulher – seja ele em execução, na fase de ideias ou ainda com apenas o projeto escrito; e a captação de b) voluntários que desejem participar dessas ações e projetos, gratuitamente, ajudando os responsáveis pelos projetos na estruturação, desenvolvimento e elaboração deles.  O objetivo é mostrar projetos e ações que visem a eliminação de todas as formas de violência contra todas as mulheres e meninas, através da captação de ideias e projetos em andamento, e também para convocação de pessoas físicas, que farão parte de um banco de dados de interessados em participar de futuras ações voltadas ao enfrentamento à violência contra a mulher.  O edital estará aberto para receber candidaturas até o dia 25/08 (terça-feira). Os candidatos inscritos como voluntários das ações serão convidados a participar delas mediante disponibilidade de tempo, podendo optar por auxiliar e definir tempo de dedicação durante o prazo de duração das propostas. Além disso, o acompanhamento dos projetos será realizado conforme necessidade de cada projeto/ação e disponibilidade do Instituto Orion, entidade que gere o edital.  O envio de proposta de ideias de ação ou de projetos em andamento no combate à violência contra a mulher devem ser preenchidas no formulário disponível no link: https://plid.in/chamadapublicaorion.  Já os interessados em participar das futuras ações de combate à violência contra a mulher, sem remuneração, devem se cadastrar no formulário no site https://plid.in/voluntarios.  Os projetos inscritos passarão por uma Comissão de Avaliação, que analisará as propostas dos participantes conforme os critérios citados no edital, que pode ser visto aqui.  Os critérios analisados serão:  Adequação da Ideia ou Projeto ao tema: Combate à violência contra a mulher; Clareza e objetividade da proposta apresentada; Adequação do perfil aos objetivos e atividades da proposta; Coerências da proposta com o prazo disponibilizado para acompanhamento;  Ao final do processo de avaliação, a Comissão indicará as propostas aceites e aptas a participar do Programa de Aceleração de Projetos Sociais e Acompanhamento. A avaliação será feita em até 20 dias após a inscrição. Reforço na inovação social Para Marisa Freitag, do Escritório de Projetos do Orion (Gênesis), mobilizadora do Mulheres Connect e uma das responsáveis por idealizar o edital, a iniciativa busca integrar ainda mais esses projetos ao ecossistema de inovação, que tem também na inovação social uma força mobilizadora.  “O Centro de Inovação e o Parque Tecnológico não poderiam somente repudiar os acontecimentos das últimas semanas sem se esforçar em auxiliar a comunidade e aqueles que lutam para combater a violência contra a mulher. Estamos constantemente trabalhando o ecossistema de inovação e, por isso, chamamos aqueles que trabalham com o tema para que tragam as suas ideias e projetos para serem mentorados e acelerados pelos programas do parque tecnológico. O Orion apoia a inovação, que também passa pela inovação social, já trabalhada na Aceleração de Projetos Sociais. É isso que nos propomos a fazer: tentar deixar a humanidade em constante evolução”, lembra.

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