Orion Parque

Inovação

Abertura da VI Conferência Estadual de CTI dá início à análise do ecossistema de ciência, tecnologia e inovação

[vc_row][vc_column][vc_empty_space][vc_column_text] A abertura da VI Conferência Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (CECTI), que ocorreu nesta quinta-feira, iniciou uma caminhada para analisar o ecossistema de CTI em Santa Catarina e gerar estratégias de crescimento para o setor. Até o encerramento, marcado para o dia 10 de junho, serão realizadas 12 reuniões online em seis regiões do Estado. Na Regional Serrana, o Centro de Inovação do Orion Parque será um dos articuladores da iniciativa. A VI CECTI é organizada pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE) e pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) e conta com a importante parceria da Rede Catarinense de Centros de Inovação e está prevista na Lei de Inovação. “A conferência é mais que uma obrigação legal. É uma oportunidade para que possamos avaliar as políticas públicas de Santa Catarina, monitorar o ecossistema de CTI e planejar ações de desenvolvimento sustentável para o nosso Estado, de forma regional e responsável”, afirmou o presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen. Em abril e maio, estão marcados eventos online em seis regiões do Estado: Grande Florianópolis, Serra, Sul, Oeste e Meio Oeste, Norte e Planalto Norte e Vale e Alto Vale do Itajaí. Na primeira etapa, serão coletadas as percepções dos atores do ecossistema de CTI; na segunda, serão apresentados os resultados. “A conferência tem objetivo de organizar um mapa estratégico para o desenvolvimento e execução de um plano estadual de ciência, tecnologia e inovação. Esse plano é regionalizado e precisa contemplar as várias dimensões e eixos estratégicos em cada região. É essencial para que o planejamento de Santa Catarina dê certo e para que possamos, cada vez mais, construir um Estado inovador”, explicou Holthausen. O secretário da SDE e presidente do Conselho Superior da Fapesc, Luciano José Buligon, representou o governador de Santa Catarina, Carlos Moisés da Silva. Segundo Buligon, a conferência é um momento importante para refletir sobre a importância do setor, sobretudo devido à pandemia. “A ciência, inovação e tecnologia sempre foram importantes, mas no pós-pandemia serão muito mais importantes do que possamos imaginar. Essa conferência se reveste de caráter definitivo para que Santa Catarina continue sendo uma solução inspiradora para o país e, porque não dizer, para o mundo. Se pudéssemos fazer um recorte territorial em SC, poderíamos estar nos comparando com alguns países da Europa, como Bélgica”. Exemplo nacional O presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), professor doutor Evaldo Ferreira Vilela, afirmou que Santa Catarina é um exemplo para o Brasil na constituição de um ecossistema de ciência e tecnologia acoplado à inovação. Ressaltou também a metodologia da conferência, desenvolvida pelo Programa de Pós-graduação de Engenharia e Gestão do Conhecimento (PPGEGC) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). “Após a abertura da conferência vão ter as etapas regionais e, então, serão buscados novos rumos a partir de uma avaliação. Algo que nós brasileiros não estamos muito acostumados. E é uma cultura que precisa se firmar entre nós, a da avaliação e do planejamento pós-avaliação”. Marcelo Bortolini, diretor Científico e Tecnológico da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), que representou o presidente General Waldemar Barroso, disse que a importância da ciência, tecnologia e inovação ficou ainda mais clara para a sociedade durante a pandemia. “É isso que a Finep busca. E graças a Deus, ao longo de alguns anos, temos uma parceria de grande sucesso com a Fapesc. Com muito trabalho de ambas as equipes, foram construídos diversos instrumentos, ferramentas e programas”, afirmou. Ele lembrou, por exemplo, os programas Tecnova e o Centelha. “Gostaria de parabenizar pela sexta conferência e dizer que a Finep está sempre pronta e apta para apoiar e trabalhar em conjunto”. Flávio Camargo, diretor de Avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), desejou sucesso à conferência e reafirmou a importância da inovação. “Acredito que ainda não entramos no século 21 como um país desenvolvido exatamente porque precisamos desenvolver essa cultura da inovação. Enquanto não for uma regra, e neste momento ainda é exceção, vamos continuar patinando nesta busca da independência tecnológica e da liderança em muitas áreas do conhecimento”. O presidente do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs), cumprimentou o Estado pelo protagonismo em realizar a conferência. “Essa conferência certamente é um instrumento importante de coleta de informações, de diagnóstico. São informações que vão servir para fomentar políticas públicas, para conduzir a política no caminho certo para que alcance os melhores resultados para o estado e para o país”. Também participaram da abertura da conferência, representando o ecossistema de CTI catarinense, Amarildo Niles, diretor para Assuntos de Inovação da Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc); Maurício Cappra Pauletti, gerente de Inovação e Competitividade da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc); Luciano Pinheiro, diretor técnico do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/SC); a reitora da Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc), Luciane Ceretta; Luiz Antonio Ferreira Coelho, vice-reitor da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc); Ainda pelo Zoom, Plataforma da CECTI e no Canal da Fapesc no Youtube, participaram atores do ecossistema de todas as regiões de Santa Catarina A abertura da conferência também marcou o início de uma série de comemorações pelos 25 anos da Fapesc, que vai ocorrer em janeiro de 2021. Até lá uma série de eventos e entregas serão realizados. Assista à abertura da conferência Confira a programação da conferência e faça sua inscrição Confira a programação completa:  Com informações FAPESC.[/vc_column_text][vc_empty_space][/vc_column][/vc_row]

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ACATE lança selo exclusivo para associadas

O Selo Associadas ACATE 2021, lançado na quinta-feira (18), é gratuito e exclusivo para empresas associadas. A iniciativa é uma forma de mostrar o pertencimento e a colaboração que transformam o ecossistema catarinense. Empresas que são vinculadas ao Orion passam, automaticamente, a fazer parte da associação catarinense.  Lançado na quinta-feira (18/02), o Selo Associadas ACATE 2021 é uma iniciativa gratuita e exclusiva para empresas associadas. A iniciativa tem o objetivo de gerar valor para empresas e startups, criar senso de pertencimento e estimular outras empresas a fazerem parte de um dos maiores hubs de inovação e tecnologia do Brasil. Para adquirir o selo, basta acessar o site e preencher as informações necessárias.  O selo é uma imagem que a empresa insere no site ou nos materiais gráficos para mostrar aos clientes que faz parte da entidade, que é referência em empreendedorismo e inovação. O selo é dividido em duas categorias: empresas e startups. As associadas que solicitarem o selo, poderão aproveitar a oportunidade para compartilhar um post em suas redes sociais, reforçando ainda mais seu pertencimento. Dúvidas ou demais informações, entre em contato pelo e-mail: jornadadesucesso@acate.com.br  Quero fazer parte da transformação A ACATE acredita que o sucesso das empresas é feito de colaboração, por isso representa mais de 1.400 empresas que, juntas, impulsionam o ecossistema catarinense. O Selo Associadas ACATE 2021 é uma oportunidade única de mostrar pertencimento ao maior ecossistema de inovação do estado, além de estar conectado a uma rede que trabalha em prol do desenvolvimento e levou o setor de tecnologia e inovação de Santa Catarina a crescer em 2020. Ao fazer parte da ACATE, associados garantem condições especiais na contratação de serviços e benefícios, além de acesso aos programas estratégicos que geram conexões, negócios, oportunidades e crescimento.  Com informações ACATE.

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Empreendedor Orion Parque lança curso para transformar ideias em negócios

Com mais de 30 anos de carreira, CEO das empresas SOFTECSUL/Brasil, SOFTECSUL Innovation/USA e METTA Instrutoria e Consultoria, Athos Branco é mentor e idealizador de diversos projetos de inovação como o Company, primeiro ERP desenvolvido \”for Windows\” em SC, o TargetID baseado na Indústria 4.0, o ColetorPro, solução de coleta de dados, o ScannPrice baseado em marketing de relacionamento e o DiveControl, o único software para mergulhadores desenvolvido no Brasil e já comercializado para mais de 25 países, projeto que tornou a SOFTECSUL finalista do Prêmio Talentos Empreendedores do SEBRAE, RBS e Gerdau em 2005. Ter ideias e desenvolver projetos de negócios nem sempre é fácil. Entre as dificuldades enfrentadas, a falta de informação e acesso a conteúdos que façam a diferença na vida do empreendedor, que precisa se envolver em diferentes aspectos que muitas vezes fazem ele se perder nessa corrida, proporciona várias descobertas.  Pensando em mitigar um pouco o excesso de conteúdos que fomentem o empreendedorismo, que hoje em dia se encontram facilmente, de diversas formas, com a indicação precisa de quem tem mais de 30 anos de aprendizado, o palestrante, professor universitário e empreendedor no Orion Parque, Athos Branco, apresentou na segunda-feira (15) um novo curso on line: Transformando Ideias em Negócios de Sucesso (TINS).  “O TINS é um curso 100% online, o que permite com que você o faça dentro do seu ritmo, dependendo somente da sua vontade e tempo disponível. Ele possui 8 módulos, além do módulo introdutório + 1 de bônus e materiais didáticos na maioria deles”, afirma o empreendedor.  O lançamento do curso foi feito na live Pessoas Normais, Ideias Geniais, no Instagram de Athos na noite desta segunda-feira (15/02).    “Eu ensino as pessoas a ter ideias. E isso eu já faço na sala de aula, na Uniplac, faço aqui no Orion também. Por isso, pensei nessa possibilidade, para que outras pessoas possam também estar com essa curiosidade. A ideia desse evento de hoje (segunda-feira) é podermos divulgar como que a gente faz para esses procedimentos, pensando em exemplos que a gente tem na Softecsul, no Orion, no Reuni, em tantos outros projetos”, ressaltou.  O curso, disponível na plataforma Hotsmart, permite que as aulas dos oito módulos possam ser acessadas por até 12 meses após a confirmação de pagamento.  Serão oito módulos, mais um módulo de bônus:  MÓDULO 1 – BRAINSTORM MÓDULO 2 – VALIDANDO SUA IDEIA MÓDULO 3 – ANÁLISES FUNDAMENTAIS MÓDULO 4 – CANVAS MÓDULO 5 – CONHECENDO SEU CLIENTE IDEAL MÓDULO 6 – DEFININDO A SOLUÇÃO MÓDULO 7 – 5W2H MÓDULO 8 – CRIANDO SEU MVP BÔNUS – ELEVATOR PITCH O valor do investimento é de R$ 997, no boleto, ou em 12 vezes, no cartão de crédito. Mais informações, confira no site: https://www.athosbranco.com.br/pv-tins 

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Orion Parque inaugura espaço público de coworking

Primeiro do gênero da região, parceria do Orion e Prefeitura de Lages, iniciativa possibilita o uso sem restrição do espaço – com mesas de escritório com tomadas, cadeiras e wifi gratuito – para toda a comunidade. Após um período em que os espaços do Orion Parque foram alargados a mais pessoas, possibilitando o fácil acesso a empresários, empreendedores, profissionais liberais, estudantes e público em geral, o Centro de Inovação apresenta uma estrutura que possibilitará a versatilidade de coworking com a adaptação de mesas para utilização de trabalho compartilhado – até mesmo eventos em geral. Cerca de 50 novos espaços de coworking estão disponíveis no hall de entrada do Centro de Inovação, no Orion Parque, com acesso e utilização gratuitos para a comunidade em geral. Todos os cuidados possíveis para diminuir a chance de propagação do novo coronavírus foram tomados. “Inicialmente ele será disponibilizado com 50% de sua capacidade para mantermos as normas de segurança” ressalta Claiton Camargo, diretor-executivo do Orion Parque. “Com a implantação do Plano de Mitigação em 2020, com o intuito de amenizar os efeitos da COVID-19, aderimos à ideia de Coworking Público, mediante a percepção de uma carência desse tipo de utilização no Ecossistema, para que pequenos negócios e empreendedores, além de negócios locais, pudessem manter suas atividades com intuito de aproximação da comunidade ao Ecossistema e também às atividades do Orion. Atualmente o Orion Parque possui condições de manter um Coworking Público estruturado, totalmente gratuito e em parceria da Prefeitura Municipal de Lages”, lembra o CEO. As mesas coletivas possuem cadeiras tipo escritório e tomada para uso de notebooks. O Orion Parque conta com wifi gratuito, mediante cadastro. Também há possiblidade de empréstimo de computadores pelo Centro de Inovação, sob reserva, que deve ser feita através deste link – também  para uso do coworking. Inauguração  A inauguração do novo espaço do coworking do Orion Parque aconteceu nesta quarta-feira, 03 de fevereiro, no hall do Orion Parque. Na oportunidade, autoridades destacaram a importância do espaço para fomentar a cultura empreendedora da região. Álvaro Mondadori (Joinha) – Secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo – \”Este é o meu primeiro ato público como secretário, e me dá muita satisfação ver o que se conseguiu fazer aqui. A palavra é gratidão\”. Ver. Gerson Omar dos Santos – Presidente da Câmara de Vereadores de Lages – \”Este é um projeto extremamente importante para o município. Grandes cidades de SC tem esse mercado de coworking extremamente positivo. Queremos oportunizar as pessoas a dinamizar a criatividade. A Câmara reconhece esse esforço\”. Nelissa Branco – Vice-presidente de Integração da Acate – \”O Orion foi criado pensando na inovação. Gostaria de agradecer a prefeitura e a Câmara pela participação. IO coworking público para nós é muito importante, para que possamos fomentar a inovação. Isso é muito importante para o Ecossistema\”.

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Startup catarinense desenvolve biotecnologia inovadora para diagnóstico de infecções em aves

Residente no Orion Parque desde 2017, quando ingressou no edital OrionLab, Scienco Biotech não deixou de registrar patentes e acumular grandes resultados no desenvolvimento de biotecnologia. A Scienco Biotech desenvolveu e patenteou, em parceria com a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), uma biotecnologia para identificar anticorpos em aves. O método inovador será usado, por exemplo, para detectar doenças infecciosas em galinhas e codornas e para verificar a eficácia de imunizações nesses animais. “Essa nova ferramenta molecular será muito importante para melhorar o custo, a eficiência e a rapidez dos diagnósticos em aviários”, explica Maria de Lourdes Borba Magalhães, sócia-fundadora da startup com sede em Lages. Segundo Maria de Lourdes, que também é professora de Produção Animal e Alimentos do Departamento de Ciências Agroveterinárias da Udesc, o próximo passo é utilizar a biotecnologia em testes comerciais de diagnósticos. “Estamos fazendo parcerias com outras instituições para que possamos substituir a parte de detecção do anticorpo pela nossa tecnologia”, conta. De acordo com Maria de Lourdes Borba, a startup desenvolveu uma proteína inovadora que se liga aos anticorpos das aves. Usada em testes de diagnóstico, a biotecnologia poderá ser usada de duas formas nos aviários: mostrará se as aves estão doentes ou, após uma vacinação, se estão devidamente imunizadas.  Nos humanos, os anticorpos que ajudam o organismo a se proteger de infecções são do tipo IgG (imunoglobulinas G) – nas aves, do tipo Y (IgY). “As aves, que têm uma importância econômica para o nosso Estado, também precisam ter a sanidade monitorada através da detecção de anticorpos em testes de diagnóstico. Os métodos existentes atualmente são imprecisos, que envolvem uso de animais de laboratório, com produção onerosa e pouco eficientes”, informou a professora. Inicialmente, a proteína foi desenhada a partir dos conhecimentos teóricos. Em seguida, passou a ser produzida em laboratório com o uso de bactérias. “Buscamos no genoma da galinha uma proteína com capacidade de se ligar aos anticorpos. Na verdade, criamos uma proteína meio Frankstein – pegamos o pedaço de uma e juntamos com outra. Ela já se mostrou funcional, provou que detecta anticorpos de galinha e de codorna e não detecta anticorpos de várias outras espécies. E desenvolvemos um protótipo onde determinamos a sensibilidade do teste, para ver o mínimo de anticorpos que ela pode detectar”, explicou a professora. Futuramente, a biotecnologia também poderá ser utilizada em testes de diagnóstico de doenças em outros animais, inclusive humanos.   A importância dos testes de diagnóstico usados para detectar doenças infecciosas causadas por vírus, bactérias ou fungos ficou evidente por causa da crise provocada pelo novo coronavírus. A Scienco Biotech, inclusive, está desenvolvendo uma tecnologia para detectar a presença do Sars-Cov-2, vírus que causa a Covid-19. Criada dentro do ambiente de inovação do Centro de Ciências Agroveterinárias (CAV), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) em Lages, e residente no Centro de Inovação do Orion Parque Tecnológico, a Scienco foi contemplada no Edital de Inovação para a Indústria, do Senai, na categoria “Missão contra Covid-19“, que visa gerar soluções de impacto contra os problemas causados pela pandemia do novo coronavírus. A partir do edital, a Scienco foi notícia com a criação de um novo teste para identificação da COVID-19, através de uma parceria com o Instituto Senai de Química Verde, do Rio de Janeiro.   Biotecnologia a serviço do desenvolvimento inovador  A biotecnologia para o diagnóstico de infecções em aves também tem relação com a Fapesc. A empresa recebeu R$ 150 mil por meio do Tecnova II, programa que é voltado para  desenvolvimento de novos produtos. Ao todo, mais de R$ 7,5 milhões foram destinados para contemplar 28 empresas em todo o Estado pela Fapesc e Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Segundo a professora Maria de Lourdes, o Tecnova está sendo fundamental para o desenvolvimento do projeto. “Conseguimos direcionar uma bolsista de P&D exclusiva para trabalhar no projeto, o que possibilitou avançarmos. Também investimos em matéria-prima. Sem esses recursos, o projeto estaria parado”, afirmou. Para o professor Amauri Bogo, diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação e presidente em exercício da Fapesc, a trajetória e as conquistas da Scienco Biotech demonstram a importância de aliar ciência, tecnologia e inovação. “Parabenizamos a startup, que, em parceria com a Udesc, tem conseguido mostrar a força catarinense no sistema de CTI. E ficamos feliz em ter feito parte e dado suporte para este desenvolvimento”, afirmou. Com informações FAPESC .

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Mantenedor – ATPlus Telecom: Case Vaportec

Expandindo cada vez mais o campo de atuação e entregando serviços de qualidade a seus clientes, com atendimento diferenciado, próximo e facilitado, trazemos o depoimento do cliente da ATPlus Telecom Felipe Vaccari, da Vaportec Equipamentos Industriais Ltda, da cidade de Caxias do Sul/RS, contando um pouco como vem sendo sua experiência com a ATPlus Telecom. Entre em contato pelo 0800 789 0800 ou se preferir pelo WhatsApp 49 3240-0800. Ou acesse nosso site www.atplus.com.br.

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Parceria Épsilon e MIDILages reforça potencial de startups da região

Priorizando resultados e qualificando novos negócios, incubadora MIDILages e Orion Parque seguirão mesma trilha de acompanhamento consolidado pelo Parque Tecnológico há quase dois anos Potencializar as parcerias com instituições que agreguem para o desenvolvimento regional sempre foi um dos motes do Orion Parque Tecnológico nestes mais de quatro anos de atividades. Iniciando o ano de 2021, essas iniciativas, mais uma vez, consolidam o Parque Tecnológico e demais agentes como promotores do ecossistema regional de inovação. A novidade, dessa vez, é o reforço no desenvolvimento de canais próprios e específicos para a criação de empresas inovadoras: as chamadas incubadoras. Afinal, é graças a elas que o empreendedor consegue apoio para o desenvolvimento do seu negócio, como conceitos de gestão, assessoria contábil, aspectos jurídicos e muitas outras demandas que mentores técnicos podem oferecer, além acompanhamento constante para o desenvolvimento do negócio.  Nesta perspectiva, a Uniplac e o Orion Parque anunciaram neste dia 19/01 a integração das atividades de suas duas incubadoras: O Micro Distrito de Base Tecnológica de Lages – Incubadora MIDILages e a Incubadora Épsilon, do Orion Parque. “O benefício maior será para o Ecossistema, que faz com que todos os empreendedores saiam ganhando. Vamos integralizar a forma de trabalho, das duas incubadoras, teremos esses dois pontos de trabalho, mas trabalharemos juntos, o que gerará muito valor para o Ecossistema”, ressalta o líder de Empresas e Startups do Orion, Hemerson Schenato.  O trabalho integrado entre as duas incubadora terá como foco a utilização da metodologia de trabalho da Épsilon, que desde meados de 2019 já desenvolve capacitações para o crescimento de negócios estreantes no Orion Parque.  Desde lá, todas as empresas vinculadas a qualquer edital de residência do Parque (seja em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação, Projetos Inovadores e Incubação) passam por uma trilha de atividades e fluxo de ações que tem a proposta de avaliar constantemente o desempenho dos empreendedores. No OrionLab, fase que antecede os editais de residência, as startups são escrutinadas com base nas hipóteses de problemas a serem resolvidos, como validação de problemas, hipóteses/validação da solução e estruturação para incubação. O desenvolvimento de uma metodologia para que todas as empresas residentes do Orion Parque pudessem ser acompanhadas em um formato mais aproximado fez com que as empresas vinculadas evoluíssem com o passar do tempo, sendo assim necessário criar processos de acompanhamento mais estruturados e pró-ativos, ou seja, que não dependessem diretamente da procura das empresas sob demanda.  “Como aqui dentro do Orion Parque estamos com uma metodologia de acompanhamento, essa parceria tem como objetivo que a gente traga essas empresas que estão dentro da MIDI Lages para que sejam acompanhadas pela nossa metodologia, pelo nosso modelo de trabalho”, indica Hemerson.   A maturidade de um negócio é um dos fatores que indicam o quanto uma empresa está preparada para enfrentar os desafios do mercado, cada vez mais concorrido e disputado. Quando pensamos nas startups – empresas iniciantes que operam um modelo de negócio repetível e escalável, trabalhando em condições de extrema incerteza – a taxa das que fecham as portas é expressiva. Segundo dados compilados pela plataforma de investimentos Apex Partners, cerca de 90% das novas startups fracassam. Destas, 20% fecham as portas ainda no primeiro ano e 34% das startups encerram atividades nos primeiros dois anos. Pouco mais de 50% das empresas chegam ao quinto ano. Apenas 25% das empresas chegam à marca dos 15 anos e somente 1 em cada 10 sobrevive a longo prazo.  Sofrer reveses durante a criação de uma startup é normal, e é importante que os empreendedores tenham consciência dos desafios e da ajuda para superar os problemas que aparecem. “Quando desenvolvemos a metodologia da Épsilon, a gente criou isso como uma visão de ativação de Ecossistema, isso é diferente de como você trabalha numa incubadora de um grande centro urbano. Aqui na região serrana a gente teve que ‘descer a régua´, e isso funcionou. A gente viu evoluir muito bem os empreendedores que estavam em estágio inicial, e fizemos isso através da metodologia. Acreditamos que isso vai funcionar com o pessoal da MIDI”, lembrou Schenato. O Orion, hoje, tem números robustos sobre o acompanhamento de startups e negócios: mais de 100 projetos e empresas são acompanhadas nos programas de aceleração (Pequenos Negócios/MEIs e Projetos Sociais); mais de 1000 horas em mentorias, orientações e aconselhamentos realizadas com empresas e projetos e mais de 60 empresas vinculadas ao Orion Parque. Potencial da MIDILages e expectativas de resultados da aproximação Com quase 16 anos de trabalho, o Micro Distrito de Base Tecnológica de Lages – Incubadora MIDILages, na Uniplac, apoia projetos de incubação e pré-incubação, atuantes em setores tecnologicamente dinâmicos e que tenham na inovação tecnológica o diferencial de seus negócios. Atualmente a incubadora possui 24 empresas Incubadas sendo que destas 11 são empresas residentes, 04 são empresas pré-incubadas e 09 empresas não residentes. A Incubadora MIDILages possui estruturas ativas como sala de incubação, administração da incubadora, laboratório de empreendedorismo tecnológico, sala de treinamento, sala de reuniões e auditório. Falando sobre o impacto da parceria, o Diretor Administrativo da Incubadora, Carlos Eduardo de Liz comentou sobre a expectativa do alinhamento com o Orion, tendo em conta que, na visão dele, os maiores desafios em promover o empreendedorismo acadêmico é a região sofrer com a baixa estima empreendedora e limitações de recursos financeiros.  “Esta aproximação é muito favorável tendo em vista que o princípio dos ecossistemas de inovação são de que as empresas tenham seu nascimento dentro de uma Incubadora dentro de um período de tempo pré estabelecido, e após seu desenvolvimento sejam encaminhadas para um parque tecnológico onde terão continuidade. Além disso as mentorias e tutorias aproximações com instituições fomentadoras de recursos que seriam facilitadas pelo fato de estarem junto a um parque tecnológico”, ressalta o empresário, também presidente da ACIL.  Evento online selou o compromisso das incubadoras Em evento online, realizado na noite de terça-feira (19), a MIDLages e o Orion Parque selaram a parceria, ressaltando que tudo isso só foi possível graças a um edital da FAPESC, que destinou R$ 150 mil para essa

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Com apoio do Orion, Lages adere a programa da Secretaria Nacional da Família voltado ao fortalecimento dos vínculos familiares

Cerimônia de adesão foi realizada de forma on-line. O programa Famílias Fortes visa o bem-estar dos membros da família a partir do fortalecimento dos vínculos familiares e do desenvolvimento de habilidades sociais.  Lages está entre o seleto grupo de municípios brasileiros que desenvolverão as atividades do Projeto-Piloto Famílias Fortes, promovido pela Secretaria Nacional da Família, órgão vinculado ao Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. Em meados do mês passado, o secretário municipal da Saúde, Claiton Camargo de Souza, também diretor-executivo do Parque Tecnológico, participou da cerimônia on-line de adesão ao acordo de cooperação técnica para implementação do programa. O documento de adesão ao programa foi assinado pelo prefeito Antonio Ceron. O Famílias Fortes visa o bem-estar dos membros da família a partir do fortalecimento dos vínculos familiares e do desenvolvimento de habilidades sociais. Tal objetivo se baseia no fato de que uma relação positiva entre os familiares cria condições favoráveis para o bom desenvolvimento dos filhos, e tende a afastá-los de condutas de risco. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), relativos a 2020, Lages possui população de 157.349 habitantes, e uma estrutura de atendimentos às famílias formada por: oito Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), três Centros de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), 27 Unidades Básicas de Saúde, um Centro de Atenção Psicossocial Infanto-juvenil (CAPSi), um Centro de Atenção Psicossocial Álcool e outras Drogas (CAPSad), 126 escolas públicas municipais e 24 escolas estaduais. “Solicitamos à Secretaria Nacional da Família o envio de material didático para formação dos profissionais que vão desenvolver as atividades do projeto-piloto aqui no município”, destaca o prefeito Antonio Ceron. Entre os objetivos do programa estão: ensinar pais e filhos a desenvolverem maneiras eficazes de comunicação e relacionamento; mostrar aos pais a importância de apoiar seus filhos; ensinar os filhos a lidar com o estresse e a pressão dos amigos; promover uma expectativa de futuro aos jovens, entre outros. O secretário municipal da Saúde, Claiton Camargo de Souza comenta sobre a próxima etapa de implantação do projeto-piloto após a assinatura do acordo de cooperação técnica. “Pretendemos capacitar aproximadamente 100 facilitadores que conduzirão as reuniões com as famílias. O programa será fundamental para reforçarmos as políticas públicas de combate às drogas”, explica. O que é o Famílias Fortes? O Famílias Fortes é uma metodologia de prevenção ao uso de álcool e outras drogas por meio do fortalecimento dos vínculos familiares para famílias com crianças e adolescentes de 10 a 14 anos. O conteúdo é baseado na premissa de que as crianças se saem melhor em seu desenvolvimento social quando as famílias são capazes de estabelecer limites e regras de convivência e de expressar afeto e dar apoio adequado às crianças. Facilitadores municipais que atuarão no Projeto-Piloto Famílias Fortes participarão de um curso de formação a distância. A capacitação será promovida pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O projeto busca proporcionar o bem-estar a partir do fortalecimento de vínculos familiares e do desenvolvimento de habilidades parentais e sociais. O curso de formação inicial dos facilitadores, instituído pela Secretaria Nacional da Família (SNF), será desenvolvido por meio de um Termo de Execução Descentralizada (TED). Até lá, os agentes municipais do Famílias Fortes terão acesso a palestras relacionadas ao desenvolvimento do programa. As aulas serão transmitidas por videoconferências com turmas de até 40 facilitadores. A previsão é de que o conteúdo fique pronto até fevereiro de 2021.  Com informações: Prefeitura Municipal de Lages e Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.  Créditos texto e foto: Flávio Fernandes

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Escola de Leoas planeja volta das atividades presenciais em 2021

Consolidar o esporte como forma de propor novas realidades para a vida de meninas em situação de fragilidade social é o que a Escola de Leoas, projeto social desenvolvido pelas jogadoras da equipe de futsal feminino Leoas da Serra, residente no Orion Parque, em parceria com a Engie, Uniplac e Prefeitura de Lages, realiza desde 2015.  Por conta da pandemia, todo o trabalho planejado para o ano teve que ser suspenso, o que desmotivou as cerca de 300 meninas que participam da iniciativa. Apesar disso, foi importante pensar na inovação como ferramenta para levar adiante o trabalho realizado. “Durante a pandemia foram proporcionados 20 treinos de futsal, no Instagram Escola de Leoas, para que as meninas conseguissem ver e realizar a atividade proposta. Foi uma iniciativa minha, mas que teve muita repercussão, porque o maior impacto em 2020 foi não termos conseguido realizar os treinamentos, por conta da pandemia – também pelas escolas estarem fechadas, e 90% dos polos hoje serem nas escolas municipais e estaduais de Lages”, lembrou Izabelly Woellner, a Bebel, coordenadora da Escola de Leoas. Tudo começou no ano de 2015, quando as jogadoras – bolsistas da Uniplac e do Colégio Santa Rosa de Lima -, passaram a ministrar aulas de futsal feminino para crianças e moças (de cinco a 17 anos), de maneira gratuita. As aulas acontecem em polos escolares onde as próprias atletas profissionais, de alto rendimento, são as monitoras. O rendimento em quadra impressiona. Hoje, algumas das alunas já fazem parte até mesmo do time profissional de futsal. “Conseguimos observar a evolução individual de cada criança, o desenvolvimento dela através do futsal, que é muito evidente. As crianças que sonham em ser jogadoras profissionais de futsal podem realizar esse sonho entrando na escolinha das Leoas, e no futuro ser uma Leoa. Já aconteceu hoje com uma goleira, que já se insere no profissional, a Millena Borssatto, que tem 18 anos de idade. Ela começou nas escolinhas em 2015 e hoje está no time principal. Ela não desistiu do sonho dela, e é isso que a gente sempre passa para as crianças: que nunca desista dos seus sonhos”, evidencia Bebel.   Apesar desses resultados destacados, o balanço que pode ser passado do trabalho desenvolvido e do papel das Leoas na formação das crianças é ainda maior. “O principal ponto do nosso trabalho hoje é desenvolvimento da criança, das capacidades físicas, o desenvolvimento motor, que ela consegue adquirir nesse trabalho do futsal. Ou seja, esse também é um dos objetivos da Escola de Leoas: que exista o desenvolvimento da criança. Através disso a gente consegue observar muitas meninas que hoje começaram desde o inicio conosco e já conseguem desempenhar um futsal de excelência, mas que ainda precisam de lapidação para se ingressar no time profissional”, exemplifica Bebel. Para ela, o grande propósito que se tem é buscar incluir socialmente as crianças que participam dos trabalhos desenvolvidos. “O tipo de vínculo que a Escola de Leoas oferece às crianças, hoje, é a inclusão social, sem dúvida. É através dela que a gente consegue mostrar culturas diferentes, inserirmos sociabilidade entre as crianças – a inclusão propriamente dita, uma vez que as crianças hoje, que não tem um esporte para se praticar, e gostam do futsal, podem, praticá-lo, de forma gratuita, e ainda se beneficiando, ganhando equipamentos necessários para a prática do esporte. Por isso, o maior apoio que o projeto Escola de Leoas oferece hoje é a inclusão social, não visando classe social ou cor. A gente simplesmente quer atingir o maior número de crianças, mulheres, meninas, através do projeto. Essa inclusão social é o marco principal do projeto”, lembrou. Expectativa para 2021 Ainda que a pandemia não tenha acabado, Bebel projeta um 2021 bem mais auspicioso. “Para 2021 a gente espera que as escolas voltem a se normalizar, porém a gente sabe que com a pandemia vai ser muito necessária a vacina. Se ela chegar já em janeiro a gente pretende retomar os treinamentos logo no primeiro trimestre do ano, para que possamos aproveitar o ano perdido de 2020. Mas queremos conseguir continuar levando essa prática e fazer o bem novamente a essas inúmeras crianças e meninas que vão para a escolinha de Leoas. Ou seja, a expectativa para o reinício é a melhor possível, a gente espera muito que essas aulas voltem, que as escolas mesmo voltem a funcionar, e que a gente consiga novamente juntar todas as crianças para que elas consigam desempenhar o futsal”, pondera.

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O papel dos parques científicos e tecnológicos no território – A importância dos parques além de seus muros

Você sabe a diferença a diferença entre os tipos de Parques Tecnológicos que existem? Mais que espaços de convivência, os ambientes de inovação são articuladores de uma dinâmica de conhecimento que ultrapassa as fronteiras de um prédio ou mesmo de uma cidade; aproveite para conhecer ainda mais sobre o Orion Parque e nossos resultados alcançados. Os parques tem um papel a desempenhar no território em que são instalados. Com a globalização, novas experiências foram sendo desenvolvidas visando o desenvolvimento econômico, sendo algumas dessas formas de arranjos locais, os distritos industriais, as incubadoras de empresas e os parques tecnológicos. Os parques são ambientes catalisadores de produtos comercializáveis. O seu objetivos é favorecer a geração de emprego; promover a criação e o fortalecimento de novos empreendimentos de base tecnológica; difundir a cultura e o empreendedorismo; e facilitar a transferência de conhecimento e de tecnologia entre os stakeholders (partes interessadas) envolvidos nesse processo de inovação. Os parques brasileiros devem contribuir de forma relevante para consolidar a formação de uma forte e competitiva “indústria do conhecimento”, bem como para agregar tecnologia e inovação ao setor industrial, agrícola e de serviços já estabelecidos. O sucesso para a implantação e o bom funcionamento dos parques depende de alguns fatores, dentre os quais pode-se citar: o comprometimento dos órgãos do governo (municipal, estadual e federal) e a participação efetiva do setor empresarial, das universidades e de instituições de pesquisa. Os parques têm como missão prover a “inteligência”, a infraestrutura e os serviços necessários ao crescimento e fortalecimento das empresas instaladas no mesmo. Os oito principais benefícios dos parques tecnológicos O Percento Technologies listou oitos benefícios advindos dos parques. 1. Impulsionar a economia2. Fornece espaço abundante para o crescimento3. Incentivar o desenvolvimento de negócios4. Facilitar sessões de treinamento5. Inclusão de tecnologia mais recentes6. Variedade de amenidades7. Promoção de descanso e recreação8. Equipamentos com vários recursos de segurança Conheça mais o papel dos Centros de Inovação! Centros de Inovação são ambientes criados para promover e dar suporte ao empreendedorismo inovador, ajudando a criar e expandir negócios inovadores. Os Centros oferecem serviços que apoiam o empreendedor desde o momento em que o negócio é apenas uma ideia até o momento em que ele está pronto para encarar o mercado, crescer e escalar. O Centros também estimulam a inserção da cultura de inovação nas empresas da região e conectam startups e empreendedores com empresas consolidadas e outros atores importantes. Para operacionalizar esses objetivos, dispõem de serviços como pré-incubação de empresas, incubacão, aceleração, coworking, espaço maker, espaço para eventos e capacitações, espaço para Pesquisa e Desenvolvimento, Marketplace, One Stop Shop, conexão com instituições financeiras e investidores e assim por diante. Esses serviços e atividades são oferecidos diretamente pelo Centro ou por meio de parceiros do ecossistema. Os Centros também fortalecem a cultura da inovação nas organizações locais e conectam os atores do ecossistema regional entre si e com o mundo. Tudo isso para acelerar o necessário desenvolvimento de negócios e organizações rumo à nova economia e ao novo mundo que está se descortinando diante de nós. Saiba mais sobre os conceitos ligados aos Centros de Inovação no livro Centro de Inovação: alinhamento conceitual. Estrutura física 09 salas de reuniões, 04 auditórios, sala de jogos, ampla área de convivência incluindo um deck, cafeteria, coworking e ambiente para videoconferência. Missão Orion Parque  “Criar uma cultura inovadora e empreendedora, articulando ações para ativar o ecossistema de inovação e viabilizar negócios inovadores com alto potencial de crescimento para transformar a economia da região”. Eixos Estratégicos Eixo 1 – Criação, Atração e Desenvolvimento de Novos Empreendimentos; Eixo 2 – Fomento e Qualificação de capital humano para Empreendedorismo, inovação e Competitividade Empresarial; Eixo 3 – Desenvolvimento de Projetos de Cooperação Tecnológica com Instituições de Ensino e Empresas; Eixo 4 – Aperfeiçoamento da Gestão Institucional e Promoção do Centro de Inovação e do Orion Parque. O que já realizamos • Mais de R$ 200 milhões movimentados pelas empresas do Orion Parque; • Mais de R$ 2,5 milhões de recursos captados pelo Escritório de Projetos para ações e empresas do Orion Parque; • Mais de 100 projetos e empresas acompanhadas nos programas de aceleração (Pequenos Negócios/MEls e Projetos Sociais); • Mais de 1000 horas em mentorias, orientações e aconselhamentos realizadas com empresas e projetos; • Mais de 60 empresas vinculadas ao Orion Parque; • Mais de 200 horas de vídeos e conteúdos gerados. Oportunidades Perfeito para você que tem um ideia no papel e precisa de ajuda para fazer acontecer! No OrionLab você recebe acompanhamento e mentorias durante 12 meses para descobrir se a sua ideia tem potencial para se transformar em um grande negócio. Você que já possui uma startup e está na fase de modelagem do negocio ou definição dos processos de operação, a incubadora Épsilon conta com uma metodologia de acompanhamento formada por uma trilha de incubação e mentores especialistas que vão ajudar sua empresa nessa etapa. Sua empresa já está há mais de quatro anos no mercado e você quer desenvolver um novo produto para se manter competitivo? O Edital de Projetos Inovadores é feito para sua empresa receber apoio durante as etapas de criação ou desenvolvimento de um projeto inovador. A sua organização precisa de um ambiente criativo e cheio de oportunidades para que os seus pesquisadores criem inovações? O Edital de PD&I permite que sua equipe faça porte de um ambiente propício à Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação. • Ecossistema de startups; • Rede de mentores e investidores; • Ambiente inovador e criativo. ANPROTEC – Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos de Tecnologias Avançadas.  Parques tecnológicos do Brasil: estudo, análise e proposição. Brasília: Anprotec. 2020. 24p. BARBIERI, José Carlos. Pólos Tecnológicos e de Modernização: notas sobre a experiência brasileira. Revista de Administração de Empresas, v. 34, n. 5, p. 21-31, set-out, 1994. GAINO, Alexandre Augusto Pereira; PAMPLONA, João Batista. Abordagem teórica dos condicionantes da formação e consolidação dos parques tecnológicos. Production, v.24, n.1, p.177-187, 2014. MAGACHO, Lygia A. Magalhães. Parque de Inovação de serviços para as pessoas: metodologias para o planejamento. 2010, 199f. Dissertação (Mestrado)-Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Departamento

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