Orion Parque

Inovação

Startup catarinense desenvolve biotecnologia inovadora para diagnóstico de infecções em aves

Residente no Orion Parque desde 2017, quando ingressou no edital OrionLab, Scienco Biotech não deixou de registrar patentes e acumular grandes resultados no desenvolvimento de biotecnologia. A Scienco Biotech desenvolveu e patenteou, em parceria com a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), uma biotecnologia para identificar anticorpos em aves. O método inovador será usado, por exemplo, para detectar doenças infecciosas em galinhas e codornas e para verificar a eficácia de imunizações nesses animais. “Essa nova ferramenta molecular será muito importante para melhorar o custo, a eficiência e a rapidez dos diagnósticos em aviários”, explica Maria de Lourdes Borba Magalhães, sócia-fundadora da startup com sede em Lages. Segundo Maria de Lourdes, que também é professora de Produção Animal e Alimentos do Departamento de Ciências Agroveterinárias da Udesc, o próximo passo é utilizar a biotecnologia em testes comerciais de diagnósticos. “Estamos fazendo parcerias com outras instituições para que possamos substituir a parte de detecção do anticorpo pela nossa tecnologia”, conta. De acordo com Maria de Lourdes Borba, a startup desenvolveu uma proteína inovadora que se liga aos anticorpos das aves. Usada em testes de diagnóstico, a biotecnologia poderá ser usada de duas formas nos aviários: mostrará se as aves estão doentes ou, após uma vacinação, se estão devidamente imunizadas.  Nos humanos, os anticorpos que ajudam o organismo a se proteger de infecções são do tipo IgG (imunoglobulinas G) – nas aves, do tipo Y (IgY). “As aves, que têm uma importância econômica para o nosso Estado, também precisam ter a sanidade monitorada através da detecção de anticorpos em testes de diagnóstico. Os métodos existentes atualmente são imprecisos, que envolvem uso de animais de laboratório, com produção onerosa e pouco eficientes”, informou a professora. Inicialmente, a proteína foi desenhada a partir dos conhecimentos teóricos. Em seguida, passou a ser produzida em laboratório com o uso de bactérias. “Buscamos no genoma da galinha uma proteína com capacidade de se ligar aos anticorpos. Na verdade, criamos uma proteína meio Frankstein – pegamos o pedaço de uma e juntamos com outra. Ela já se mostrou funcional, provou que detecta anticorpos de galinha e de codorna e não detecta anticorpos de várias outras espécies. E desenvolvemos um protótipo onde determinamos a sensibilidade do teste, para ver o mínimo de anticorpos que ela pode detectar”, explicou a professora. Futuramente, a biotecnologia também poderá ser utilizada em testes de diagnóstico de doenças em outros animais, inclusive humanos.   A importância dos testes de diagnóstico usados para detectar doenças infecciosas causadas por vírus, bactérias ou fungos ficou evidente por causa da crise provocada pelo novo coronavírus. A Scienco Biotech, inclusive, está desenvolvendo uma tecnologia para detectar a presença do Sars-Cov-2, vírus que causa a Covid-19. Criada dentro do ambiente de inovação do Centro de Ciências Agroveterinárias (CAV), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) em Lages, e residente no Centro de Inovação do Orion Parque Tecnológico, a Scienco foi contemplada no Edital de Inovação para a Indústria, do Senai, na categoria “Missão contra Covid-19“, que visa gerar soluções de impacto contra os problemas causados pela pandemia do novo coronavírus. A partir do edital, a Scienco foi notícia com a criação de um novo teste para identificação da COVID-19, através de uma parceria com o Instituto Senai de Química Verde, do Rio de Janeiro.   Biotecnologia a serviço do desenvolvimento inovador  A biotecnologia para o diagnóstico de infecções em aves também tem relação com a Fapesc. A empresa recebeu R$ 150 mil por meio do Tecnova II, programa que é voltado para  desenvolvimento de novos produtos. Ao todo, mais de R$ 7,5 milhões foram destinados para contemplar 28 empresas em todo o Estado pela Fapesc e Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Segundo a professora Maria de Lourdes, o Tecnova está sendo fundamental para o desenvolvimento do projeto. “Conseguimos direcionar uma bolsista de P&D exclusiva para trabalhar no projeto, o que possibilitou avançarmos. Também investimos em matéria-prima. Sem esses recursos, o projeto estaria parado”, afirmou. Para o professor Amauri Bogo, diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação e presidente em exercício da Fapesc, a trajetória e as conquistas da Scienco Biotech demonstram a importância de aliar ciência, tecnologia e inovação. “Parabenizamos a startup, que, em parceria com a Udesc, tem conseguido mostrar a força catarinense no sistema de CTI. E ficamos feliz em ter feito parte e dado suporte para este desenvolvimento”, afirmou. Com informações FAPESC .

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Mantenedor – ATPlus Telecom: Case Vaportec

Expandindo cada vez mais o campo de atuação e entregando serviços de qualidade a seus clientes, com atendimento diferenciado, próximo e facilitado, trazemos o depoimento do cliente da ATPlus Telecom Felipe Vaccari, da Vaportec Equipamentos Industriais Ltda, da cidade de Caxias do Sul/RS, contando um pouco como vem sendo sua experiência com a ATPlus Telecom. Entre em contato pelo 0800 789 0800 ou se preferir pelo WhatsApp 49 3240-0800. Ou acesse nosso site www.atplus.com.br.

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Parceria Épsilon e MIDILages reforça potencial de startups da região

Priorizando resultados e qualificando novos negócios, incubadora MIDILages e Orion Parque seguirão mesma trilha de acompanhamento consolidado pelo Parque Tecnológico há quase dois anos Potencializar as parcerias com instituições que agreguem para o desenvolvimento regional sempre foi um dos motes do Orion Parque Tecnológico nestes mais de quatro anos de atividades. Iniciando o ano de 2021, essas iniciativas, mais uma vez, consolidam o Parque Tecnológico e demais agentes como promotores do ecossistema regional de inovação. A novidade, dessa vez, é o reforço no desenvolvimento de canais próprios e específicos para a criação de empresas inovadoras: as chamadas incubadoras. Afinal, é graças a elas que o empreendedor consegue apoio para o desenvolvimento do seu negócio, como conceitos de gestão, assessoria contábil, aspectos jurídicos e muitas outras demandas que mentores técnicos podem oferecer, além acompanhamento constante para o desenvolvimento do negócio.  Nesta perspectiva, a Uniplac e o Orion Parque anunciaram neste dia 19/01 a integração das atividades de suas duas incubadoras: O Micro Distrito de Base Tecnológica de Lages – Incubadora MIDILages e a Incubadora Épsilon, do Orion Parque. “O benefício maior será para o Ecossistema, que faz com que todos os empreendedores saiam ganhando. Vamos integralizar a forma de trabalho, das duas incubadoras, teremos esses dois pontos de trabalho, mas trabalharemos juntos, o que gerará muito valor para o Ecossistema”, ressalta o líder de Empresas e Startups do Orion, Hemerson Schenato.  O trabalho integrado entre as duas incubadora terá como foco a utilização da metodologia de trabalho da Épsilon, que desde meados de 2019 já desenvolve capacitações para o crescimento de negócios estreantes no Orion Parque.  Desde lá, todas as empresas vinculadas a qualquer edital de residência do Parque (seja em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação, Projetos Inovadores e Incubação) passam por uma trilha de atividades e fluxo de ações que tem a proposta de avaliar constantemente o desempenho dos empreendedores. No OrionLab, fase que antecede os editais de residência, as startups são escrutinadas com base nas hipóteses de problemas a serem resolvidos, como validação de problemas, hipóteses/validação da solução e estruturação para incubação. O desenvolvimento de uma metodologia para que todas as empresas residentes do Orion Parque pudessem ser acompanhadas em um formato mais aproximado fez com que as empresas vinculadas evoluíssem com o passar do tempo, sendo assim necessário criar processos de acompanhamento mais estruturados e pró-ativos, ou seja, que não dependessem diretamente da procura das empresas sob demanda.  “Como aqui dentro do Orion Parque estamos com uma metodologia de acompanhamento, essa parceria tem como objetivo que a gente traga essas empresas que estão dentro da MIDI Lages para que sejam acompanhadas pela nossa metodologia, pelo nosso modelo de trabalho”, indica Hemerson.   A maturidade de um negócio é um dos fatores que indicam o quanto uma empresa está preparada para enfrentar os desafios do mercado, cada vez mais concorrido e disputado. Quando pensamos nas startups – empresas iniciantes que operam um modelo de negócio repetível e escalável, trabalhando em condições de extrema incerteza – a taxa das que fecham as portas é expressiva. Segundo dados compilados pela plataforma de investimentos Apex Partners, cerca de 90% das novas startups fracassam. Destas, 20% fecham as portas ainda no primeiro ano e 34% das startups encerram atividades nos primeiros dois anos. Pouco mais de 50% das empresas chegam ao quinto ano. Apenas 25% das empresas chegam à marca dos 15 anos e somente 1 em cada 10 sobrevive a longo prazo.  Sofrer reveses durante a criação de uma startup é normal, e é importante que os empreendedores tenham consciência dos desafios e da ajuda para superar os problemas que aparecem. “Quando desenvolvemos a metodologia da Épsilon, a gente criou isso como uma visão de ativação de Ecossistema, isso é diferente de como você trabalha numa incubadora de um grande centro urbano. Aqui na região serrana a gente teve que ‘descer a régua´, e isso funcionou. A gente viu evoluir muito bem os empreendedores que estavam em estágio inicial, e fizemos isso através da metodologia. Acreditamos que isso vai funcionar com o pessoal da MIDI”, lembrou Schenato. O Orion, hoje, tem números robustos sobre o acompanhamento de startups e negócios: mais de 100 projetos e empresas são acompanhadas nos programas de aceleração (Pequenos Negócios/MEIs e Projetos Sociais); mais de 1000 horas em mentorias, orientações e aconselhamentos realizadas com empresas e projetos e mais de 60 empresas vinculadas ao Orion Parque. Potencial da MIDILages e expectativas de resultados da aproximação Com quase 16 anos de trabalho, o Micro Distrito de Base Tecnológica de Lages – Incubadora MIDILages, na Uniplac, apoia projetos de incubação e pré-incubação, atuantes em setores tecnologicamente dinâmicos e que tenham na inovação tecnológica o diferencial de seus negócios. Atualmente a incubadora possui 24 empresas Incubadas sendo que destas 11 são empresas residentes, 04 são empresas pré-incubadas e 09 empresas não residentes. A Incubadora MIDILages possui estruturas ativas como sala de incubação, administração da incubadora, laboratório de empreendedorismo tecnológico, sala de treinamento, sala de reuniões e auditório. Falando sobre o impacto da parceria, o Diretor Administrativo da Incubadora, Carlos Eduardo de Liz comentou sobre a expectativa do alinhamento com o Orion, tendo em conta que, na visão dele, os maiores desafios em promover o empreendedorismo acadêmico é a região sofrer com a baixa estima empreendedora e limitações de recursos financeiros.  “Esta aproximação é muito favorável tendo em vista que o princípio dos ecossistemas de inovação são de que as empresas tenham seu nascimento dentro de uma Incubadora dentro de um período de tempo pré estabelecido, e após seu desenvolvimento sejam encaminhadas para um parque tecnológico onde terão continuidade. Além disso as mentorias e tutorias aproximações com instituições fomentadoras de recursos que seriam facilitadas pelo fato de estarem junto a um parque tecnológico”, ressalta o empresário, também presidente da ACIL.  Evento online selou o compromisso das incubadoras Em evento online, realizado na noite de terça-feira (19), a MIDLages e o Orion Parque selaram a parceria, ressaltando que tudo isso só foi possível graças a um edital da FAPESC, que destinou R$ 150 mil para essa

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Com apoio do Orion, Lages adere a programa da Secretaria Nacional da Família voltado ao fortalecimento dos vínculos familiares

Cerimônia de adesão foi realizada de forma on-line. O programa Famílias Fortes visa o bem-estar dos membros da família a partir do fortalecimento dos vínculos familiares e do desenvolvimento de habilidades sociais.  Lages está entre o seleto grupo de municípios brasileiros que desenvolverão as atividades do Projeto-Piloto Famílias Fortes, promovido pela Secretaria Nacional da Família, órgão vinculado ao Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. Em meados do mês passado, o secretário municipal da Saúde, Claiton Camargo de Souza, também diretor-executivo do Parque Tecnológico, participou da cerimônia on-line de adesão ao acordo de cooperação técnica para implementação do programa. O documento de adesão ao programa foi assinado pelo prefeito Antonio Ceron. O Famílias Fortes visa o bem-estar dos membros da família a partir do fortalecimento dos vínculos familiares e do desenvolvimento de habilidades sociais. Tal objetivo se baseia no fato de que uma relação positiva entre os familiares cria condições favoráveis para o bom desenvolvimento dos filhos, e tende a afastá-los de condutas de risco. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), relativos a 2020, Lages possui população de 157.349 habitantes, e uma estrutura de atendimentos às famílias formada por: oito Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), três Centros de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), 27 Unidades Básicas de Saúde, um Centro de Atenção Psicossocial Infanto-juvenil (CAPSi), um Centro de Atenção Psicossocial Álcool e outras Drogas (CAPSad), 126 escolas públicas municipais e 24 escolas estaduais. “Solicitamos à Secretaria Nacional da Família o envio de material didático para formação dos profissionais que vão desenvolver as atividades do projeto-piloto aqui no município”, destaca o prefeito Antonio Ceron. Entre os objetivos do programa estão: ensinar pais e filhos a desenvolverem maneiras eficazes de comunicação e relacionamento; mostrar aos pais a importância de apoiar seus filhos; ensinar os filhos a lidar com o estresse e a pressão dos amigos; promover uma expectativa de futuro aos jovens, entre outros. O secretário municipal da Saúde, Claiton Camargo de Souza comenta sobre a próxima etapa de implantação do projeto-piloto após a assinatura do acordo de cooperação técnica. “Pretendemos capacitar aproximadamente 100 facilitadores que conduzirão as reuniões com as famílias. O programa será fundamental para reforçarmos as políticas públicas de combate às drogas”, explica. O que é o Famílias Fortes? O Famílias Fortes é uma metodologia de prevenção ao uso de álcool e outras drogas por meio do fortalecimento dos vínculos familiares para famílias com crianças e adolescentes de 10 a 14 anos. O conteúdo é baseado na premissa de que as crianças se saem melhor em seu desenvolvimento social quando as famílias são capazes de estabelecer limites e regras de convivência e de expressar afeto e dar apoio adequado às crianças. Facilitadores municipais que atuarão no Projeto-Piloto Famílias Fortes participarão de um curso de formação a distância. A capacitação será promovida pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O projeto busca proporcionar o bem-estar a partir do fortalecimento de vínculos familiares e do desenvolvimento de habilidades parentais e sociais. O curso de formação inicial dos facilitadores, instituído pela Secretaria Nacional da Família (SNF), será desenvolvido por meio de um Termo de Execução Descentralizada (TED). Até lá, os agentes municipais do Famílias Fortes terão acesso a palestras relacionadas ao desenvolvimento do programa. As aulas serão transmitidas por videoconferências com turmas de até 40 facilitadores. A previsão é de que o conteúdo fique pronto até fevereiro de 2021.  Com informações: Prefeitura Municipal de Lages e Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.  Créditos texto e foto: Flávio Fernandes

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Escola de Leoas planeja volta das atividades presenciais em 2021

Consolidar o esporte como forma de propor novas realidades para a vida de meninas em situação de fragilidade social é o que a Escola de Leoas, projeto social desenvolvido pelas jogadoras da equipe de futsal feminino Leoas da Serra, residente no Orion Parque, em parceria com a Engie, Uniplac e Prefeitura de Lages, realiza desde 2015.  Por conta da pandemia, todo o trabalho planejado para o ano teve que ser suspenso, o que desmotivou as cerca de 300 meninas que participam da iniciativa. Apesar disso, foi importante pensar na inovação como ferramenta para levar adiante o trabalho realizado. “Durante a pandemia foram proporcionados 20 treinos de futsal, no Instagram Escola de Leoas, para que as meninas conseguissem ver e realizar a atividade proposta. Foi uma iniciativa minha, mas que teve muita repercussão, porque o maior impacto em 2020 foi não termos conseguido realizar os treinamentos, por conta da pandemia – também pelas escolas estarem fechadas, e 90% dos polos hoje serem nas escolas municipais e estaduais de Lages”, lembrou Izabelly Woellner, a Bebel, coordenadora da Escola de Leoas. Tudo começou no ano de 2015, quando as jogadoras – bolsistas da Uniplac e do Colégio Santa Rosa de Lima -, passaram a ministrar aulas de futsal feminino para crianças e moças (de cinco a 17 anos), de maneira gratuita. As aulas acontecem em polos escolares onde as próprias atletas profissionais, de alto rendimento, são as monitoras. O rendimento em quadra impressiona. Hoje, algumas das alunas já fazem parte até mesmo do time profissional de futsal. “Conseguimos observar a evolução individual de cada criança, o desenvolvimento dela através do futsal, que é muito evidente. As crianças que sonham em ser jogadoras profissionais de futsal podem realizar esse sonho entrando na escolinha das Leoas, e no futuro ser uma Leoa. Já aconteceu hoje com uma goleira, que já se insere no profissional, a Millena Borssatto, que tem 18 anos de idade. Ela começou nas escolinhas em 2015 e hoje está no time principal. Ela não desistiu do sonho dela, e é isso que a gente sempre passa para as crianças: que nunca desista dos seus sonhos”, evidencia Bebel.   Apesar desses resultados destacados, o balanço que pode ser passado do trabalho desenvolvido e do papel das Leoas na formação das crianças é ainda maior. “O principal ponto do nosso trabalho hoje é desenvolvimento da criança, das capacidades físicas, o desenvolvimento motor, que ela consegue adquirir nesse trabalho do futsal. Ou seja, esse também é um dos objetivos da Escola de Leoas: que exista o desenvolvimento da criança. Através disso a gente consegue observar muitas meninas que hoje começaram desde o inicio conosco e já conseguem desempenhar um futsal de excelência, mas que ainda precisam de lapidação para se ingressar no time profissional”, exemplifica Bebel. Para ela, o grande propósito que se tem é buscar incluir socialmente as crianças que participam dos trabalhos desenvolvidos. “O tipo de vínculo que a Escola de Leoas oferece às crianças, hoje, é a inclusão social, sem dúvida. É através dela que a gente consegue mostrar culturas diferentes, inserirmos sociabilidade entre as crianças – a inclusão propriamente dita, uma vez que as crianças hoje, que não tem um esporte para se praticar, e gostam do futsal, podem, praticá-lo, de forma gratuita, e ainda se beneficiando, ganhando equipamentos necessários para a prática do esporte. Por isso, o maior apoio que o projeto Escola de Leoas oferece hoje é a inclusão social, não visando classe social ou cor. A gente simplesmente quer atingir o maior número de crianças, mulheres, meninas, através do projeto. Essa inclusão social é o marco principal do projeto”, lembrou. Expectativa para 2021 Ainda que a pandemia não tenha acabado, Bebel projeta um 2021 bem mais auspicioso. “Para 2021 a gente espera que as escolas voltem a se normalizar, porém a gente sabe que com a pandemia vai ser muito necessária a vacina. Se ela chegar já em janeiro a gente pretende retomar os treinamentos logo no primeiro trimestre do ano, para que possamos aproveitar o ano perdido de 2020. Mas queremos conseguir continuar levando essa prática e fazer o bem novamente a essas inúmeras crianças e meninas que vão para a escolinha de Leoas. Ou seja, a expectativa para o reinício é a melhor possível, a gente espera muito que essas aulas voltem, que as escolas mesmo voltem a funcionar, e que a gente consiga novamente juntar todas as crianças para que elas consigam desempenhar o futsal”, pondera.

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O papel dos parques científicos e tecnológicos no território – A importância dos parques além de seus muros

Você sabe a diferença a diferença entre os tipos de Parques Tecnológicos que existem? Mais que espaços de convivência, os ambientes de inovação são articuladores de uma dinâmica de conhecimento que ultrapassa as fronteiras de um prédio ou mesmo de uma cidade; aproveite para conhecer ainda mais sobre o Orion Parque e nossos resultados alcançados. Os parques tem um papel a desempenhar no território em que são instalados. Com a globalização, novas experiências foram sendo desenvolvidas visando o desenvolvimento econômico, sendo algumas dessas formas de arranjos locais, os distritos industriais, as incubadoras de empresas e os parques tecnológicos. Os parques são ambientes catalisadores de produtos comercializáveis. O seu objetivos é favorecer a geração de emprego; promover a criação e o fortalecimento de novos empreendimentos de base tecnológica; difundir a cultura e o empreendedorismo; e facilitar a transferência de conhecimento e de tecnologia entre os stakeholders (partes interessadas) envolvidos nesse processo de inovação. Os parques brasileiros devem contribuir de forma relevante para consolidar a formação de uma forte e competitiva “indústria do conhecimento”, bem como para agregar tecnologia e inovação ao setor industrial, agrícola e de serviços já estabelecidos. O sucesso para a implantação e o bom funcionamento dos parques depende de alguns fatores, dentre os quais pode-se citar: o comprometimento dos órgãos do governo (municipal, estadual e federal) e a participação efetiva do setor empresarial, das universidades e de instituições de pesquisa. Os parques têm como missão prover a “inteligência”, a infraestrutura e os serviços necessários ao crescimento e fortalecimento das empresas instaladas no mesmo. Os oito principais benefícios dos parques tecnológicos O Percento Technologies listou oitos benefícios advindos dos parques. 1. Impulsionar a economia2. Fornece espaço abundante para o crescimento3. Incentivar o desenvolvimento de negócios4. Facilitar sessões de treinamento5. Inclusão de tecnologia mais recentes6. Variedade de amenidades7. Promoção de descanso e recreação8. Equipamentos com vários recursos de segurança Conheça mais o papel dos Centros de Inovação! Centros de Inovação são ambientes criados para promover e dar suporte ao empreendedorismo inovador, ajudando a criar e expandir negócios inovadores. Os Centros oferecem serviços que apoiam o empreendedor desde o momento em que o negócio é apenas uma ideia até o momento em que ele está pronto para encarar o mercado, crescer e escalar. O Centros também estimulam a inserção da cultura de inovação nas empresas da região e conectam startups e empreendedores com empresas consolidadas e outros atores importantes. Para operacionalizar esses objetivos, dispõem de serviços como pré-incubação de empresas, incubacão, aceleração, coworking, espaço maker, espaço para eventos e capacitações, espaço para Pesquisa e Desenvolvimento, Marketplace, One Stop Shop, conexão com instituições financeiras e investidores e assim por diante. Esses serviços e atividades são oferecidos diretamente pelo Centro ou por meio de parceiros do ecossistema. Os Centros também fortalecem a cultura da inovação nas organizações locais e conectam os atores do ecossistema regional entre si e com o mundo. Tudo isso para acelerar o necessário desenvolvimento de negócios e organizações rumo à nova economia e ao novo mundo que está se descortinando diante de nós. Saiba mais sobre os conceitos ligados aos Centros de Inovação no livro Centro de Inovação: alinhamento conceitual. Estrutura física 09 salas de reuniões, 04 auditórios, sala de jogos, ampla área de convivência incluindo um deck, cafeteria, coworking e ambiente para videoconferência. Missão Orion Parque  “Criar uma cultura inovadora e empreendedora, articulando ações para ativar o ecossistema de inovação e viabilizar negócios inovadores com alto potencial de crescimento para transformar a economia da região”. Eixos Estratégicos Eixo 1 – Criação, Atração e Desenvolvimento de Novos Empreendimentos; Eixo 2 – Fomento e Qualificação de capital humano para Empreendedorismo, inovação e Competitividade Empresarial; Eixo 3 – Desenvolvimento de Projetos de Cooperação Tecnológica com Instituições de Ensino e Empresas; Eixo 4 – Aperfeiçoamento da Gestão Institucional e Promoção do Centro de Inovação e do Orion Parque. O que já realizamos • Mais de R$ 200 milhões movimentados pelas empresas do Orion Parque; • Mais de R$ 2,5 milhões de recursos captados pelo Escritório de Projetos para ações e empresas do Orion Parque; • Mais de 100 projetos e empresas acompanhadas nos programas de aceleração (Pequenos Negócios/MEls e Projetos Sociais); • Mais de 1000 horas em mentorias, orientações e aconselhamentos realizadas com empresas e projetos; • Mais de 60 empresas vinculadas ao Orion Parque; • Mais de 200 horas de vídeos e conteúdos gerados. Oportunidades Perfeito para você que tem um ideia no papel e precisa de ajuda para fazer acontecer! No OrionLab você recebe acompanhamento e mentorias durante 12 meses para descobrir se a sua ideia tem potencial para se transformar em um grande negócio. Você que já possui uma startup e está na fase de modelagem do negocio ou definição dos processos de operação, a incubadora Épsilon conta com uma metodologia de acompanhamento formada por uma trilha de incubação e mentores especialistas que vão ajudar sua empresa nessa etapa. Sua empresa já está há mais de quatro anos no mercado e você quer desenvolver um novo produto para se manter competitivo? O Edital de Projetos Inovadores é feito para sua empresa receber apoio durante as etapas de criação ou desenvolvimento de um projeto inovador. A sua organização precisa de um ambiente criativo e cheio de oportunidades para que os seus pesquisadores criem inovações? O Edital de PD&I permite que sua equipe faça porte de um ambiente propício à Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação. • Ecossistema de startups; • Rede de mentores e investidores; • Ambiente inovador e criativo. ANPROTEC – Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos de Tecnologias Avançadas.  Parques tecnológicos do Brasil: estudo, análise e proposição. Brasília: Anprotec. 2020. 24p. BARBIERI, José Carlos. Pólos Tecnológicos e de Modernização: notas sobre a experiência brasileira. Revista de Administração de Empresas, v. 34, n. 5, p. 21-31, set-out, 1994. GAINO, Alexandre Augusto Pereira; PAMPLONA, João Batista. Abordagem teórica dos condicionantes da formação e consolidação dos parques tecnológicos. Production, v.24, n.1, p.177-187, 2014. MAGACHO, Lygia A. Magalhães. Parque de Inovação de serviços para as pessoas: metodologias para o planejamento. 2010, 199f. Dissertação (Mestrado)-Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Departamento

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Mantenedor – Turma da Árvore: Expedições

O maior desastre ambiental do Brasil Atenta aos problemas e pensando em soluções, a Turma da Árvore busca ver de perto o maior desastre ambiental do Brasil e unir forças para ajudar o que ainda não pode ser recuperado. Cerca de 32 milhões de m³ de rejeitos foram depositados ao longo de 650 km até a foz do Rio Doce, em Minas Gerais, no encontro com o Oceano Atlântico. Uma das maiores tragédias ambientais evitáveis da história, o rompimento da barragem de Fundão, ocorrido em novembro de 2015, foi o desastre industrial que causou o maior impacto ambiental da história brasileira e o maior do mundo envolvendo barragens de rejeitos, com um volume total despejado de 62 milhões de metros cúbicos. A lama chegou ao rio Doce, cuja bacia hidrográfica abrange 230 municípios dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo, muitos dos quais abastecem sua população com a água do rio. PROJETO MARIANASolução para plantio de árvores em solo contaminado, desértico ou pobre; Mudas encasuladas em vasos de polpa de celulose com barreira vegetal. Os nutrientes proporcionam sobrevida de 3 a 5 anos (depois desse período o casulo se decompõe e é consumido pela árvore). Os casulos (vasos) são 100% biodegradáveis – não agridem o solo. Protege a muda nos primeiros anos de vida do rejeito do solo (até que a árvore tenha força suficiente para atravessar o rejeito e alcançar solo fértil); Fizemos com sucesso um laboratório de plantio de 1,5 hectare durante dois anos. Aldeia Te’Ýikue Marcada por décadas de desmatamentos e vizinha de indústrias agropecuárias, a Aldeia Te’Ýikue, nome guarani que significa “aldeia antiga”, abriga mais de 6 mil indígenas das famílias Guarani-Kaiowá que lutam para preservar sua identidade cultural e os 3.594 mil hectares de terra localizados no município de Caarapó/MS. A TDA desenvolveu um protótipo de moradia que utiliza madeira engenheirada e oriunda de reflorestamento feito para neutralização de emissão de CO², dando a ela um fim útil e social. Esse modelo de moradia, totalmente inovador, pode ser construído em apenas 3 dias. As lideranças da Aldeia aprovaram o sistema e o método. Estamos auxiliando a criação de uma cooperativa Indígena para que eles possam obter os recursos necessários para a construção de 600 casas. Com informações: Turma da Árvore

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Startups do Orion são avaliadas em Demoday com potenciais investidores

Atividades recorrentes e de preparação para as startups do Orion, DemoDays e Pitch Trainings, realizados em versão online, oportunizam troca de conhecimento e capacitações sobre como melhor apresentar o seu próprio negócio para comunidade e possíveis investidores.  Na lista de desafios que as startups e pequenos negócios precisam superar, conseguir gerar interesse de investidores e potenciais parceiros é algo fundamental. Ao entrar no Orion Parque, e fazer parte das empresas residentes, os empreendedores sabem que isso é parte do processo de desenvolvimento de qualquer um que queira crescer enquanto negócio.  Por isso, o setor de Empresas e Startups trabalha para desenvolver ainda mais o potencial dos empreendedores. Uma das ações é a realização de treinamentos de Pitch Training (treinamento de comunicação de venda e apresentação da empresa) e DemoDays (evento de apresentação de startups para potenciais investidores).   Na última quarta-feira (18) o Orion Parque realizou o último Demoday da temporada. Na oportunidade, sete empresas residentes (Acropolis/Platon, Cowtrol, ALM, Difusa Cultivares, ilergic, SFMAPP/Sul Florestas e Scienco), que foram as melhores no Pitch Training realizado na semana anterior, apresentaram seus negócios para três potenciais investidores: Isabel Baggio, presidente do Banco da Família, Fabio Ferrari, investidor anjo e Diretor do RIA – Rede de Investidores Anjo – uma parceria entre a ACATE e a Anjos do Brasil que já investiu em startups promissoras – e Marcelo Waloski, sócio e fundador da Invisto, o maior círculo de investimentos em venture capital (capital de risco) no sul do Brasil. O Demoday pode ser revisto na íntegra aqui:  Para Hemerson Schenato, líder de startups e empresas do Orion Parque, a importância de eventos assim é notar o quanto de evolução e crescimento do negócio há entre os participantes.    “Tivemos então sete startups apresentando. Todas elas dos segmentos que temos aqui dentro do Orion: biotecnologia, agronegócio, health, apresentando suas soluções para uma banca de possíveis investimento. O bacana é se notar o nível de maturidade das empresas, que evoluiu bastante desde o último Demoday, que aconteceu em fevereiro deste ano, demonstrando uma maior maturidade do ponto de vista dos negócios, na forma de se expressar e na melhora do argumento de venda. Nós temos muitas coisas para evoluir. Como próximos passos, algumas startups que estão buscando investimento procurando estreitar essas relações com esses investidores. Esse vai ser o próximo passo, para que as startups possam começar a receber seus aportes”, ressaltou.  Na opinião do diretor-executivo do Orion, Claiton Camargo, a avaliação por pessoas externas do impacto das empresas desenvolvidas pelo Orion é fator chave para a maturidade a longo prazo dos negócios.  “É muito importante a avaliação dessas pessoas que são externas do Orion Parque. A gente sempre teve como convicção que esse networking que nos envolve, networking que a gente consegue através do Parque com os nossos apoiadores e parceiros faz com que as nossas startups ganhem projeções maiores do que se elas estejam apenas presencialmente no Parque”, lembra. 

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Reuni Challenge mobiliza mais de 80 estudantes em três dias de imersão empreendedora

Alunos de onze diferentes instituições de ensino superior reuniram-se à distância para pensar em discutir soluções inovadoras e criar startups  Criar uma startup do zero, em 72 horas, foi o objetivo do Reuni Challenge, evento de empreendedorismo universitário, realizado pelo Orion Parque, que conectou nesta edição mais de 80 acadêmicos de universidades da Serra e Meio-Oeste Catarinense.  Os dias 06, 07 e 08 de novembro foram intensos para os acadêmicos do Instituto Federal de Santa Catarina – IFSC Lages, Udesc/Cav, Universidade do Planalto Catarinense-Uniplac e Unifacvest, representando as universidades da Serra Catarinense, com doze equipes, e Unoesc e IFC – Caçador, Joinville e Luzerna representando as universidades do Meio Oeste com sete equipes, que competiram entre si pelo título de Universidade mais Empreendedora. O evento tem como propósito fomentar o empreendedorismo universitário por meio da aplicação dos conhecimentos adquiridos dentro das universidades para o desenvolvimento de uma ideia, que deve ser transformada em negócio durante três dias. ”O empreendedorismo universitário é a fonte de mudança no ecossistema e na região, pois é onde o jovem se capacita para abrir negócios e gerar renda para a cidade” comenta o coordenador do evento e líder de Programas e Ações do Orion, Raul Capistrano. Para essa edição, foram apresentados problemas de segmentos específicos de mercado, como Turismo, Saúde e Comércio, e as equipes puderam escolher o problema que gostariam de trabalhar para solucioná-lo, criando um novo negócio. Diante dessa problemática, os universitários precisam fazer pesquisas, entender melhor o problema, validá-lo, validar a solução e criar o modelo de negócio. Durante os três dias de evento, as equipes recebem acompanhamento de um quadro de mentores que auxiliam ao longo das etapas, desde a ideação até o pitch final (apresentação para jurados), além de capacitações para criar uma base de conhecimento antes de cada atividade e da participação de um professor da instituição, ajudando os alunos ao longo do desafio.  O Reuni Challenge proporciona aos acadêmicos as vivências e emoções de todas as etapas da criação de um negócio.  ”O evento é muito bacana! estou tão instigada que desde sexta feira eu nem durmo. Viro a noite imaginando e criando” conta a participante, Ester Oliveira. Além de desenvolver competências comportamentais como a adaptabilidade para trabalhar em grupo, empatia e autodisciplina, mais aprendizados são consolidados. “Os acadêmicos aprendem a empreender suas vidas também, serem empreendedores deles mesmos, tomar o controle de suas vidas”, conta a professora do IFSC de Caçador, Franciele Murer.  Além de contribuir para o desenvolvimento do acadêmico, o evento colabora para o desempenho das universidades participantes, já que, segundo a professora Franciele, os alunos ficam mais engajados e comprometidos, expandindo seus horizontes e ajudando inclusive em suas definições de carreira e preparação para o mercado de trabalho.  Confira a relação completa dos vencedores  Primeiro lugar: Startup ADA –  representante da universidade: prof. M.ª Sayonara Varela (Administração) composta pelos acadêmicos:  Rafael Venturini  (Curso de Administração), Kleberson de Oliveira (Ciências Contábeis), Catarine Maltauro (Sistema da Informação), Leandro Veiga (Administração) que escolheram como problemática a saúde e desenvolveram a startup ADA: All Data Analitics – Solução: coletar de forma rápida e eficaz a satisfação setorizada de cada paciente. Com a coleta dessas informações, serão gerados indicadores à secretaria municipal de saúde para a tomada de decisões.  Segundo lugar: Startup b.ridge -composta pelos acadêmicos: Bianca Vieira (Engenharia Elétrica) , Giordano Miolo (Direito), Hian Simionato (Arquitetura) e Lucas Sandri (Agronomia) que escolheram como problemática a ser desenvolvida o aumento do protagonismo e a participação em aulas presenciais e online, desenvolvendo a startup b.ridge, que tem como solução: o desenvolvimento de um aplicativo de contratação de empregados para grandes e pequenas empresas, solucionando também o problema de contratação de funcionários, que nem sempre são totalmente eficientes e ideais para a empresa. Assim, os empresários podem ter acesso a um banco de dados de estudantes, classificados de acordo com suas melhores habilidades, priorizando as soft skills. Terceiro lugar: Startup Nexus – representante da universidade: prof. Franciele Murer e Samuel Feitosa, que escolheram como problemática a ser desenvolvida: o aumento do protagonismo e a participação em aulas presenciais e online, que tem como solução: a criação de um site otimizado com métodos aplicáveis em sala de aula.

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Sebrae fomenta cultura empreendedora de inovação na Serra Catarinense

O evento, promovido pelo Sebrae/SC em parceria com o Orion Parque de Lages, foi transmitido ao vivo via You Tube e fez parte da Semana da Inovação 2020 Referência em inovação, o especialista em design experiencial e mestre em desenvolvimento socioeconômico, Igor Drudi, ministrou palestra sobre cultura empreendedora e inovação transformando cenários. O evento, promovido pelo Sebrae/SC em parceria com o Orion Parque de Lages, foi transmitido ao vivo via YouTube. O objetivo é fomentar a cultura empreendedora de inovação na Serra.  A palestra pode ser revista aqui. Drudi fez abordagens sobre a cultura empreendedora e comportamento dos empreendedores. Ele fez reflexões acerca das chamadas hard skills (habilidades técnicas) e as soft skills (habilidades comportamentais e sociais). Ambos dizem respeito às competências das organizações e dos profissionais.  O especialista alerta para os princípios que podem ajudar o empreendedor a tomar decisões: São eles: “pássaro na mão, perda tolerável, do limão, uma limonada e colcha de retalho”. Eles foram desenvolvidos por desenvolvidos por Saras Sarasvathy, indiana radicada nos Estados Unidos.   O princípio do “pássaro na mão” fala, basicamente, sobre o início da carreira do empreendedor. Ao iniciar seu negócio, o empresário se pergunta “Quem sou eu? O que eu sei? Quem eu conheço?”, para, então, definir quais seriam os seus primeiros passos. O princípio da “perda tolerável” tem como foco não os possíveis lucros com o negócio, mas sim a possibilidade de perdas.   “Do limão, uma limonada”, por sua vez, indica que o empreendedor está aberto a testar ideias e, caso elas deem errado, este se adapta a partir da análise dos resultados obtidos. Já o princípio da “colcha de retalho” diz que o empresário constrói parcerias, somando forças com pessoas e organizações que possam ajudar o negócio a se concretizar.  Drudi também fala sobre o conhecimento tático e conhecimento explícito, recursos que podem ajudar o empreendedor na tomada de decisões. O primeiro é aquele que o indivíduo adquiriu ao longo da vida (experiência), difícil de ser formalizado ou explicado a outra pessoa. Já o conhecimento explícito é aquele que é fácil de ser formalizado, podendo ser apropriado com maior facilidade.  O especialista orienta que a pessoa que quer inovar precisa buscar parceiros, ativar sua rede, juntando-se a pessoas e organizações com a habilidades e conhecimentos. “O Sebrae é um ótimo parceiro. Com a entidade, você pode dar os primeiros passos para empreender. Aprenda, não fique parado”, destaca.  Reveja a palestra  Inscrições para o Agentes locais de Inovação estão abertas  O gerente Regional do Sebrae, Altenir Agostini , informa que o Sebrae lançou mais uma edição do Projeto Agentes Locais da Inovação (ALI) em todo o estado. O programa está com as inscrições abertas. Para participar, os interessados devem acessar o site do programa (www.sebrae.sc/ali) e preencher o auto-diagnóstico da sua empresa.  O público-alvo do ALI são microempresas e empresas de pequeno porte, dos setores de comércio e serviços. O objetivo é promover a melhoria da produtividade dos pequenos negócios, a partir de ações de inovação, em produtos e serviços, práticas sustentáveis e digitalização, reduzir os custos e aumentar o faturamento dos empreendimentos.  Altenir explica que, para aplicar as ações do projeto, os Agentes Locais de Inovação precisam fazer o diagnóstico do empreendimento. Após, são apresentadas soluções e oferecem respostas às demandas do negócio. “Na Serra, vamos atender cinco cidades. Os processos serão curtos e ágeis, com soluções a curto prazo”, disse. A previsão é que a primeira turma comece em novembro desse ano. Com informações Catarinas/Sebrae-SC

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